segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Você tem uma vida inteira para encontrar sua pessoa… fique solteiro por quanto tempo for necessário… (O Segredo)


Se você encontrar alguém que o faça mais feliz do que tudo, que faça você querer se tornar uma versão melhor de si mesmo, crie uma conexão com essa pessoa e passe a eternidade ao lado dela.

Mas se você ainda não encontrou uma pessoa assim, então fique solteiro pelo tempo que precisar. Não tenha vergonha de dizer isso aos seus tios quando perguntarem sobre a sua vida amorosa.

Não se sinta constrangido por ser o único dos seus amigos que ainda não se casou. Não se iluda acreditando que você ficaria melhor se estivesse em um relacionamento com alguém.

É melhor ficar solteiro do que estar com alguém que leva horas para responder suas mensagens, ou alguém que pensa estar fazendo um favor ao lhe dar o mínimo de atenção que você merece e fica bravo contigo por cada pequena coisa que você faz.

Ao invés de ficar com uma pessoa tóxica, ou alguém que é um amor de pessoa, mas você simplesmente não consegue sentir as faíscas da paixão, espere.

Espere um relacionamento onde os sentimentos são mútuos. Onde vocês dois estão loucos um pelo outro. Onde ambos podem imaginar um futuro que dura para sempre.

Você tem uma vida inteira a sua frente, tem tempo para perseguir seus sonhos. Agora é hora de formar novas amizades, hora de ganhar aquela promoção. E mais do que tempo suficiente para encontrar a sua pessoa eterna.

Você pode muito bem namorar por aí. Você pode beijar as pessoas erradas. Você está autorizado a se aventurar com diferentes relacionamentos, para ver que tipo de pessoas são certas para você e quais são completamente erradas; experimente!

Você está autorizado a escolher ficar em casa durante o fim de semana ou na cama durante as noites de baladas com os amigos. Você pode encontrar sua eterna pessoa no seu próprio ritmo.

domingo, 15 de outubro de 2017

Seja a mulher da sua vida - Leticia Flores Montalvão (O Segredo)


Seja inconsequente e pague por isso. Fique bêbada e pague a conta. Abra a porta do carro, banque uma rodada de choppe e, quando o dia não for de festa, simplesmente diga não. Diga não sem culpa, mas não sem educação. Seja breve na fala e detalhista no pensamento. Aperte firme a mão das pessoas. Sorria. Seja a frente de batalha da sua vida, sem colete à prova de balas. A vida, minha amiga, não é à prova de imprevistos.

E seja agora! Mas, não, não seja para os outros… nem por eles. Seja sua e por você. Vá na frente, dê o primeiro passo, mude de vida sem pedir a opinião dos outros, sem pedir a permissão do mundo. Descubra-se. Entenda-se. Faça terapia e, quando não der, faça compras. Seja inconsequente e pague por isso. Fique bêbada e pague a conta. Abra a porta do carro, banque uma rodada de choppe e, quando o dia não for de festa, simplesmente diga não. Diga não sem culpa, mas não sem educação. Seja breve na fala e detalhista no pensamento. Aperte firme a mão das pessoas. Sorria. Seja a frente de batalha da sua vida, sem colete à prova de balas. A vida, minha amiga, não é à prova de imprevistos. Não tenha filhos e, se tiver, permita-se ser a mãe que a natureza te formou para ser. Escolha. Viaje. Decida. E, quando ficar em dúvida, simplesmente admita. Venda seu carro, compre uma Komb. Ou, então, financie seu carro zero. Mude. De quarto, de casa, de roupa, de sonhos. Solte as mãos, abra os braços, corte o cordão que te prende ao passado. Não espere, vá. Leia, escreva, escute. Pare de assistir a novelas. Discuta, dispute, desculpe. Seja íntima de si mesma.

Seja a mulher da sua vida. Seja só sua. E não o faça de fachada, não tente impressionar. Impressione-se com a vida. Observe uma borboleta, alimente um gato, acaricie um cachorro. Permita-se ser sensível. Chore. Ser a mulher da sua vida não é ser mais homem, ser a mulher da sua vida é olhar-se no espelho e sentir orgulho do seu próprio sorriso. É respeitar suas próprias decisões em detrimento da opinião dos outros, mesmo que esses outros sejam a sua família. Ser a mulher da sua vida não é ser durona. Faça ioga ou boxe, mas faça o que você gosta. Descubra-se de novo. Perceba o que mudou. Você muda, o mundo muda; mas você muda, não muda nada. Corte os cabelos, nasça de novo. Ajude desconhecidos e aproveite milimetricamente o doce sabor de fazer a diferença na vida de alguém. Mas, antes disso, faça a diferença na sua vida!

Dirija o carro, pague o almoço, ponha o pau na mesa. Sim, você tem um pau bem grande chamado “amor próprio” e ele não está no meio das suas pernas, não. Ame-se. Ame-se muito. Ame-se acima de tudo. E depois de se amar tanto, ame-se mais um pouco. Ame-se sem maquiagem e sem estar em forma, porque do que adianta os elogios de outra pessoa se você mesma não enxerga sua beleza? Enxergue-se. Vista-se de coragem. Convença-se do quão foda você é e, se você não conseguir ser sua própria advogada, é porque ainda não entendeu o que é, verdadeira e intensamente, ser a mulher da sua vida.

Honre-se. Você não nasceu mulher à toa. Você não lutou até agora para se esconder atrás de seus próprios preconceitos. Seja a mulher da sua vida, mas não o seja pra conquistar macho ou apaixonar fêmea. Seja e pronto. E ponto.

E conto… te conto este segredo, que ao compreender este texto você encontrou o seu só seu (re)começo.

Nunca se culpe por fazer a coisa certa - Silvia Marques (O Segredo)

Nunca se culpe por ter amado. Por ter confiado. Por ter ajudado. Nunca se culpe por acreditar na bondade humana, na amizade verdadeira, no amor eterno. Nunca se culpe por pagar as contas em dia, ser dedicado ao seu trabalho, honrar seus compromissos. Nunca se culpe por dizer a verdade construtiva e pregar pequenas mentiras a fim de não magoar as pessoas. Nunca se culpe por algo que não deu certo apesar de todo empenho empregado. Nunca se culpe por fazer a coisa certa.

Amou e não foi amado? Paciência. Acreditou que tinha um amigo de verdade e não tinha? Azar do falso amigo que perdeu o seu carinho e atenção. Ajudou alguém e recebeu ingratidão? O problema não está com você com certeza.

Por alguma razão que não sei explicar algumas pessoas ficam ressentidas quando são amparadas e transformam o gesto de carinho em uma arma contra quem as ajudou. Uma espécie de sentimento de inferioridade. Uma raiva forte por ter dependido da bondade alheia. A tristeza por deparar-se com as próprias limitações. Limitações comuns à raça humana. Ninguém é autossuficiente.

Se o outro mentiu, não é você que deve se sentir magoado. Se o outro foi desleal, não é você que deve se sentir traído. Se o outro foi ingrato, não é você que deve se sentir tolo. Tolo é quem não consegue ver a beleza da solidariedade. Tolo é quem acha perda de tempo ajudar as pessoas. Tolo é quem se acha superior aos outros, autossuficiente. Tolo é quem ignora o sofrimento alheio. Tolo é que nunca se permitiu acreditar em nada e deixa a vida passar sem cor, sem odor, sem gosto.

Pode soar como loucura ou poesia barata, mas tolice é deixar de viver, de amar, de acreditar, de se entregar aos sentimentos, sensações e desafios da vida. Tolice é deixar de amar por medo de ser desprezado. Tolice é deixar de fazer uma prova por medo de ser reprovado. Tolice é deixar de fazer um convite por medo de ouvir um não. Tolice é dizer que nada muda no mundo por preguiça de arregaçar as mangas.

Sim, estamos no mundo para sofrer por amor, para sermos enganados por nós mesmos e pelos outros, manipulados, ignorados, mas também amados, queridos, acolhidos. Estamos no mundo para rir de nós mesmos, da nossa ingenuidade, dos absurdos que dizemos quando estamos tristes, confusos e sozinhos.

Estamos no mundo para ganhar e perder. Ganhar aprendizado perdendo o que julgamos mais querer. Estamos no mundo ao sabor das intempéries da natureza e precisamos aprender a nadar na marra quando formos arremessados no mar das incertezas. Viver é não saber. É não entender. É perdoar …é se perdoar e seguir em frente. Nunca se culpe por fazer a coisa certa.


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Aceitar as pessoas como elas são, não nos obriga a conviver com elas! - Marcel Camargo


É preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.

A tolerância é uma necessidade urgente neste mundo violento de hoje, em que uma simples discussão no trânsito pode chegar a provocar mortes. A intolerância é a mãe do preconceito, da exclusão, do racismo, de tudo, enfim, que segrega, separa e agride o que não se aceita, o que não se acha normal, o que incomoda sem nem haver razão. Sim, é preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.

Podemos entender que o outro tem a própria maneira de pensar, que sua história de vida é peculiar e suas bagagens podem ser totalmente diferentes das nossas. Podemos compreender que as verdades alheias, por mais que nos soem ilógicas e absurdas, são do outro tão somente e não necessariamente nossas. Desde que não nos firam, as escolhas do outro não nos dizem respeito. Desde que o outro esteja feliz, sem pisar ninguém, não temos como tentar intervir em estilos de vida que não são nossos.

Devemos saber discordar sem ofender, sem tentar impor o que pensamos como verdade absoluta – isso é arrogância burra. Necessitamos ouvir o que o outro tem a dizer, por mais que não enxerguemos ali razão alguma, mesmo que o que disserem ou fizerem seja exatamente o contrário de tudo o que temos como certo. Desde que não nos ofendam, nem ultrapassem os limites de nossa dignidade pessoal, os outros terão o direito de viver o que bem quiserem.

Por força maior, como o emprego ou a família, inevitavelmente estaremos sujeitos à obrigação de conviver ao lado de pessoas com quem não simpatizamos ou cujas ideias não se afinem minimamente com as nossas. No entanto, sempre poderemos escolher quem ficará ao nosso lado nos momentos mais preciosos de nossa jornada, enquanto construímos nossa história de vida, de luta e de amor.

Da mesma forma, conseguiremos nos desviar de quem nos desagrada, afastando-nos das pessoas que nada nos acrescentam, sem precisar criticá-las ou brigar com elas. Sim, podemos – e devemos – aceitar as pessoas como elas são, pois isso é o mínimo que se requer, em se tratando de sociedade, porém, não seremos obrigados a conviver além do necessário, além do suportável, além do adequado, com gente que enche a paciência e nos irrita. Isso seria masoquismo.

Quero um amor assim... Carolina Vila Nova


Querido Universo,

“Quero um amor assim…

Em primeiro lugar, tem que ser exatamente assim: amor! Não quero apenas desejo ou paixão. Quero tudo junto e misturado. E mais: também tem que ser parceiro. Quero alguém que num instante tope uma boa balada e no outro, um fim de semana pacato. Alguém que leia e acima de tudo, alguém que me leia. Me leia os olhos, as “entre linhas”, a pele e a alma.

Quero um amor que tenha vida própria, que seja independente e tenha sua individualidade. Alguém seguro e que não enche o “saco”. Quero um amor que tenha ciúmes sim, mas só de vez em quando.

Quero um amor parecido comigo, com afinidades. Quero alguém que me entenda pelo olhar. E que, quando necessário, me acalme com seu tom de voz.

Quero um amor que tenha “pegada”. Que conheça a diferença entre os momentos de um toque e os de força bruta. Quero um amor que beije, que acaricie e que abrace. Quero um amor que não se esconda, que tenha orgulho. Quero alguém que escancare o que sente e o que vive.

Quero um amor de alma transparente, alguém que sabe o que quer. Quero um amor positivo. Alguém que reconheça a energia e poder dos pensamentos.

Quero alguém que sonhe. E alguém capaz de me fazer sonhar, mas que nunca se esqueça de seus próprios sonhos.

Quero um amor bonito, atraente de corpo e alma. Um alguém que me atraia com os olhos e com as palavras. Quero um amor que tenha atitudes e caráter irresistíveis.

Quero um amor que chegue e que fique. Um amor tranquilo. Mas quero um amor quente. Um amor que dure.

Quero um amor maduro, vivido. Quero alguém sensível, capaz de me entender mesmo quando eu não não possuir aptidão para isso.

Quero um amor que tenha palavras, mas que também tenha o silêncio nas horas necessárias.

Quero alguém que viaje, converse, analise e sinta tudo ao seu redor.

Quero alguem que goste da vida, das pessoas, da natureza e dos animais. Quero alguém que tenha amor e saiba amar sem julgamentos.

Quero um amor para dormir, acordar e comer comigo. Mas também um amor que saiba me deixar sozinha. Alguém para sentir saudade.

Quero um amor de alma e depois de corpo.

Quero um amor pra chamar de amor.

E entenda, querido Universo: meu desejo é uma ordem!”.

6 sinais de que você está lidando com uma pessoa de coração maldoso - Luiza Fletcher (O Segredo)


Existem nesse mundo muitas pessoas incríveis e do bem, que se esforçam para deixar um bom legado e serem exemplos com suas vidas.

No entanto, nem todos reconhecem essas pessoas pelo que realmente são. Existem aqueles que não conseguem encontrar o próprio propósito e a própria luz, e por isso tratam aqueles ao seu redor com falsidade e negatividade.

Pessoas assim são geralmente gentis e cuidadosas à primeira vista, mas em seu interior são egoístas, pensam em obter vantagem em tudo o que puderem e têm intenções ruins.
Elas são presas por seu próprio mundo, pensando apenas em si mesmas e no que podem tirar da vida. Não são capazes de entender que estamos todos em unidade. Ao invés disso, pensam que estão contra o mundo e que para serem felizes, todos os outros têm que sofrer e viver em negatividade.

O relacionamento com pessoas de coração maldoso nos prejudica em todas as áreas da vida, e nos impede de evoluir.

Abaixo estão 6 características dessas pessoas. Se reconhecer alguns deles em alguém próximo, você pode estar em um relacionamento com uma pessoa maldosa:

1. Elas distorcem as coisas

Elas sempre distorcem tudo aquilo que ouvem de você de uma maneira que o torne culpado ou errado em uma situação. Elas enxergam esse comportamento como uma força e uma maneira de conseguirem vantagem, porque fará as pessoas duvidarem ou perderem a confiança em você.

2. Mentem para aqueles ao seu redor

As pessoas de coração maldoso não são autênticas consigo mesmas, e por isso também não conseguem ser com os outros. Inventam mentiras que as beneficiam e as ajudam a apoiar sua vida de fachada.

3. Irresponsabilidade com os próprios erros

Elas nunca reconhecem as próprias responsabilidade pelos erros cometidos ou por suas ações que tomam rumo inesperado. Ao invés disso, culpam aqueles ao seu redor por suas falhas, pois acreditam que tudo o que fazem é certo.

4. Incapacidade de sentir culpa

Essas pessoas sabem que suas atitudes machucam aqueles ao seu redor, mas mesmo assim não conseguem se sentir mal por isso. Na realidade, elas não se importam nem um pouco com as consequências que você sofre. Se você é sua única fonte para conseguirem algo, vão usá-lo sem nada de piedade.

5. Retenção intencional de informação

As pessoas de mau coração sentem prazer em vê-lo infeliz. Por esse motivo, omitirão informações que possam despertar alegria em seu coração, e lhe dirão apenas coisas que despertam sentimentos tristes e negatividade.

6. Resistência em aceitar a realidade

Essas pessoas só aceitam enxergar as coisas que lhe são convenientes. Se algo está andando contra seus planos, mesmo que alguém esteja conseguindo coisas boas com isso, elas vão distorcer a realidade para que o jogo vire a seu favor.

Essas pessoas são tóxicas e não devem ter um espaço em sua vida, pois suas boas intenções nunca serão suficientes para fazer com que elas mudem seu padrão de comportamento.

Para viver da forma mais autêntica e iluminada que puder, afaste-se! Você não merece mentiras e manipulação, merece ser feliz e completo!

5 sinais de que você trabalha para a luz e ainda não sabe - Luiza Fletcher (O Segredo)


Um trabalhador da Luz é alguém que quer ver a cura no mundo em larga escala, considera-se capaz de detectar energia de cura sutil, e tem tido algum tipo de despertar místico em sua vida, seja na atual ou numa vida passada. As pessoas têm dito que você tem um coração puro? Você se mostra amoroso? Você pode trabalhar para a Luz. Estes são alguns outros sinais:

1. Tempo sozinho é normal

Tempo sozinho nunca mais foi mal gasto para você, mesmo quando criança. Você gosta de isolamento porque é muito fácil absorver os humores das pessoas ao seu redor.

2. Você quer ajudar as pessoas

Trabalhadores da Luz são pessoas que estão aqui para curar a Terra. Não necessariamente no tipo reiki de “cura da luz”, mas na cura de problemas físicos com o mundo, como a pobreza, a guerra e a fome.

3. Você respeita todo o tipo de vida

Você pode achar o abuso de animais fisicamente repugnante ou o processo de preparação e ingestão de carne nojento. Você acredita que toda forma vida é valiosa e merece o nosso respeito. A destruição ambiental mexe profundamente com você. Você quer proteger a vida neste planeta.

4. Você é rebelde e sente como se não se encaixasse

Você tende a se rebelar contra a autoridade e vê o governo e cultura com uma grande dose de desconfiança. Você sente que é estranho nessa sociedade. Isso não é incomum. De muitas maneiras, a nossa cultura é uma forma de destruição, e isso é o oposto do que você está buscando.

5. Você se sente em unidade com o cosmos

Quando você olha para o céu à noite, se sente em paz. Sente como se estivesse em casa. Você admira o cosmos ao seu redor. Parece que toda a sua existência é para aprender e promover melhores condições de vida.

A potência do amor - Albert Einstein (O Segredo)


FRAGMENTO DA ULTIMA CARTA DE EINSTEIN À SUA FILHA LIESERL !

O AMOR…

Quando propus a teoria da relatividade, muito poucos me entenderam, e o que lhe revelarei agora para que o transmita à humanidade, também se chocará contra a incompreensão e os preconceitos do mundo.

Peço-lhe mesmo assim, que o guarde o tempo todo que seja necessário, anos, décadas, até que a sociedade haja avançado o suficiente para acolher o que lhe explico a seguir.

Existe uma força extremamente poderosa para a qual a ciência não encontrou ainda uma explicação formal.

É uma força que inclui e governa todas as outras, e que está inclusa dentro de qualquer fenômeno que atua no universo e que ainda não foi identificada por nós.

Esta força universal é o Amor.

Quando os cientistas buscam uma teoria unificada do universo, esquecem da mais invisível e poderosa das forças.

O amor é luz, já que ilumina quem o dá e o recebe.
O amor é gravidade porque faz com que umas pessoas sejam atraídas por outras.

O amor é potencia, porque multiplica o melhor que temos e permite que a humanidade não se extinga no seu egoísmo cego.

O amor revela e desvela. Por amor se vive e se morre.

Esta força explica tudo e dá sentido em maiúscula à vida.

Esta é a variável que temos evitado durante tempo demais, talvez porque o amor nos dá medo, já que é a única energia do universo que o ser humano não aprendeu a manobrar segundo seu bel prazer.

Para dar visibilidade ao amor, fiz uma simples substituição na minha mais célebre equação. Si no lugar de E=mc² aceitamos que a energia necessária para sanar o mundo pode ser obtida através do amor multiplicado pela velocidade da luz ao quadrado, chegaremos à conclusão de que o amor é a força mais poderosa que existe, porque não tem limite.

Após o fracasso da humanidade no uso e controle das outras forças do universo que se voltaram contra nós, é urgente que nos alimentemos de outro tipo de energia.

Se quisermos que nossa espécie sobreviva, se nos propusermos encontrar um sentido à vida, se desejarmos salvar o mundo e que cada ser sinta que nele habita, o amor é a única e última resposta.

Talvez ainda não estejamos preparados para fabricar uma bomba de amor, um artefato bastante potente para destruir todo o ódio, o egoísmo e a avareza que assolam o planeta.

Porém, cada individuo leva no seu Interior , um pequeno mas poderoso gerador de amor cuja energia espera ser liberada.
Quando aprendermos a dar e receber esta energia universal, querida Lieserl, comprovaremos que o amor tudo vence, tudo transcende e tudo pode, porque o amor é a quintessência da vida.

Lamento profundamente não ter sabido expressar o que abriga meu coração, que há batido silenciosamente por você toda minha vida.

Talvez seja tarde demais para pedir-lhe perdão, mas como o tempo é relativo, preciso dizer-lhe que a amo e que graças a você, cheguei à ultima resposta.

Seu pai,

Albert Einstein “

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Identificando os 10 Ladrões Da Sua Energia - Dalai Lama (O Segredo)

1. Afaste-se daquelas pessoas que só chegam para compartilhar queixas

Problemas, histórias desastrosas, medo e julgamento dos outros. Se alguém procura uma lata para jogar o lixo que tem dentro, que não seja na sua mente.

2. Pague as suas contas a tempo

Ao mesmo tempo, cobre aqueles que te devem ou escolha deixar para lá, se você já percebeu que é impossível receber.

3. Cumpra as suas promessas

Se você não cumpriu alguma, pergunte-se o porquê desta resistência. Sempre você tem o direito de mudar de opinião, de se desculpar, de compensar, de renegociar e de oferecer outra alternativa diante de uma promessa não cumprida, mesmo que já um costume. A forma mais fácil de evitar o não cumprimento de algo que você não quer fazer é dizer “NÃO” desde o começo.

4. Tempo

Elimine, dentro do possível, e delegue aquelas tarefas que você prefere não fazer, dedicando o seu tempo àquilo que, sim, você desfruta fazer.

5. Dê permissão a você mesmo

Para um descanso, quando você estiver em um momento que o necessite e dê permissão a você mesmo para agir quando estiver em um momento de oportunidade.

6. Jogue fora, recolha e organize…

Nada te tira mais energia que um espaço desordenado e cheio de coisas do passado que você já não necessita.

7. Dê prioridade à sua saúde

Sem a máquina do corpo trabalhando ao máximo, você não pode fazer muito. Tome tempo para perceber o que seu corpo está te dizendo.

8. Enfrente as situações tóxicas

Que você está tolerando, desde resgatar um amigo ou um familiar, até tolerar ações negativas de um companheiro ou um grupo. Tome a ação necessária.

9. Aceite

Não é resignação, mas nada te faz perder mais energia que o resistir e brigar contra uma situação que você não pode mudar.

10. Perdoe…

Deixe ir uma situação que está te causando dor… você sempre pode escolher deixar ir a dor da recordação.

Gente que é do bem se sente de longe... almas bonitas criam empatia! - Anieli Talon


Preserve com você pessoas de bem com a vida, que são boas de papo, de riso solto, de olhar amigável. Fique junto de quem fala com verdade, e quando fala, olha nos olhos e não te medem de cima a baixo. 

Pessoas dessas são joias da vida. Tem atitudes de amor, sabem se expressar com elegância e gentileza, e tem beleza interior. Se por acaso encontrar uma pessoa dessa, por favor, deixa-a ficar. Permaneça com ela e deixe-se afetar. 

A gente precisa mesmo cultivar gente que tem verão no sorriso, tem paz no espírito e sabe como viver bem, se resolvem na vida sem passar por cima de ninguém. A gente aprende muito com elas. São sinceras, mas não são rudes, e carregam consigo uma bagagem de humildade e bondade. 

Não, elas não são bobas, elas sabem como lidar com adversidades e pessoas com maldade. Elas não andam por aí enganchadas, elas sabem como se preservar. 

Reconhecem quem é de verdade e é luz para os que não são. Passam deixando marcas e levam sempre o que há de bom. Elas sabem respeitar o espaço alheio e não há invasão nem imposição. Existe uma liberdade em estar perto delas. 

Do contrário, não perca seu tempo com quem não é assim. Pessoas negativas, que usam palavras agressivas, só reclamam da vida e não sentem gratidão não acrescentam, sugam. Estas vivem numa prisão que elas mesmas construíram, muro por muro. Não sabem ser pontes. E dessas tem de monte… 

Pessoas que falam demais e não sabem o que dizem, não trazem humildade, elas não olham nos olhos, elas medem com o olhar. E é assim que a gente reconhece esse tipo de pessoa, o olhar as entrega. Elas não trazem verdade. 

Pessoas assim, podem estar muito próximas de nós, podem ser nossos parentes, colegas de trabalho e mesmo assim você não precisa ser leal por pura conveniência, afaste-se. 

Seja no máximo referência, mas não cultive laço. Não irá te fazer bem e você poderá sentir uma exaustão física e mental além do normal. Você tem direito de escolher as pessoas que deseja se relacionar. 

Para esses casos, vibre amor. O que faz mal ao nosso corpo e mente não deve ser alimentado, deve ser remediado. Deseje o bem e não se deixe afetar pela reação que ela irá tomar pela sua distância. Cuide de você. Escolha bem suas companhias. 

Como uma lâmpada acesa, gente do bem atrai todo tipo de pessoa – aquelas de energias afins e aqueles hipnotizadas pela luz. Quem é esse tipo “lâmpada”, é importante saber se manter luz, sempre, para ajudar e guiar; Peça proteção e não se perca nas influências. 

Gente que é do bem se sente de longe, não precisa nem perguntar. Almas bonitas criam logo empatia. 

E se você encontrar alguém que te coloca pra cima e te faz feliz, deixe essa pessoa entrar na sua vida; É com essa que você deve andar! No mais, seja luz e deixe o mundo se contagiar.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Diário de vida: Decifrando imagens: artes visuais e estratégias para o olhar



Conheci o João Vilhena em 2008 quando se inscreveu na minha turma no curso de italiano. Ele é professor de história e é apaixonado pela Itália, principalmente por Florença e o período histórico da Renascença, algo que nos aproximou desde o começo. Depois de um intervalo de 4 anos, ele retomou o estudo da língua italiana em 2012 e em seguida começou a ter aulas particulares comigo. Entre idas e vindas por causa do trabalho, já se passaram 9 anos. É o meu único aluno a "longo prazo". 


Em agosto deste ano a situação se inverteu: passei a ser uma sua aluna no curso "decifrando imagens". Como sempre repetia que não era muito visual, o João um dia me convidou para ir assistir a uma aula em um espaço em Pinheiros justamente no dia em que iria falar sobre Florença e a família Medici. 

O que dizer a respeito desse curso que acabou hoje ? Simplesmente maravilhoso!!! 

O que pode parecer a princípio um curso de descrição de imagens, à medida que ele se desenvolve se transforma em um mergulho dentro de nossa alma: o que pensamos, o que sentimos, como interagimos com o próximo, as nossas crenças e tantas outras coisas. 

O curso é altamente recomendado!!!!! 

Ele agora será oferecido de novo no espaço Casa Tombada 





Decifrando imagens: artes visuais e estratégias para o olhar

Afinal, o que é uma imagem? Como articulamos nosso repertório pessoal aos dados do mundo externo para dar sentido ao que vemos? O que artistas de todas as épocas têm a nos dizer sobre nosso próprio olhar e sobre ser humano? Essas e outras questões estão no centro deste curso, no qual os participantes são convidados a refletir sobre a dimensão cultural dos fenômenos visuais, a partir do contato com pinturas, esculturas, desenhos, peças de propaganda, excertos de filmes e de textos, todos episódios marcantes da história das artes humanas. Por meio de um método de descrição e interpretação de imagens, praticado coletivamente, investigaremos a visão como linguagem, e as narrativas visuais como suporte para a construção do atributo que nos faz humanos, de fato – a imaginação.

Neste curso, os participantes irão perceber, conhecer e construir estratégias para ampliar seu próprio repertório visual, enriquecendo a capacidade de observação e o estabelecimento de relações entre por meio de imagens. A visualidade encontra-se aqui tratada como um fenômeno individual e social, para além do sentido da visão, englobando outras esferas, como memória, afetividade, lógica, percepção, espiritualidade e os demais sentidos, fruto da busca humana por atribuir significado ao que nos cerca.


Passaremos por pinturas, esculturas, filmes, peças de propaganda, quadrinhos, desenhos, construções, entre outros, exploraremos neste curso algumas das principais narrativas humanas, símbolos, mitos antigos e contemporâneos, gêneros artísticos, biografias de criadores, aspectos psicológicos e condições históricas. Tal exploração ocorrerá – tendo como ponto de partida os temas destacados no programa – por meio do desenvolvimento de um método coletivo de observação e descrição de imagens que, progressivamente, trará instrumentos para que cada um dos participantes reconheça e desenvolva seu próprio olhar, condição importante para o enriquecimento da percepção dos fenômenos culturais que fazem parte do vasto e ricoacervo produzido pela humanidade.

Quando: De 17/10 a 21/11 terças-feiras das 19h30 às 22h30
Investimento: R$420,00 ( pagamento em até 3x)
Desconto de 10% para alunos e ex-alunos das pós-graduações da Casa Tombada


Programação:
1. Apresentação – Os que olhos não vêem, o cérebro vê!
As interações fascinantes de natureza, cultura, linguagem e memória na construção da experiência visual.
2. Palavras, símbolos, códigos visuais – Mitologias e sua dimensão visual na Arte.
O que é uma narrativa visual? Como ela nos aproxima de histórias consagradas?
3. Retratos e espelhos – O desejo de ver e ser visto.
O rico e estranho parentesco entre decalques de mãos em cavernas e os selfies contemporâneos.
4. Um dilema visual – Uma imagem não vale mais do que mil palavras…
O exame de séries de imagens como antídoto para interpretações apressadas.
5. Inspiração e transpiração – Afinal, existem obras-primas?
Esboços, rabiscos, rascunhos e a difícil tarefa de transpor a barreira da imaginação.
6. Originais e cópias – O espectador-artista.
Afinal, o que somos diante de uma obra?

João Eduardo de Vilhena é historiador e professor de História, com mestrado em História Social pela Universidade de São Paulo, defendendo, em 2007, a dissertação "Metrópole na ponta do lápis: charges e urbanização em São Paulo - 1900-1914". Tem trabalhado com grupos de alunos de todas as idades nos últimos quinze anos, com ênfase na História da Cultura, destacando-se as áreas de História da Arte e História da Tecnologia. Atualmente, desenvolve projeto de doutorado sobre as relações entre a economia e produção artística no Renascimento italiano.