domingo, 20 de agosto de 2017

Pare de fugir dos seus problemas - Seiiti Arata


Como mudar hábitos - Seiiti Arata


A minha homenagem ao grande cômico Jerry Lewis



Flanar - Marina Bessa


Eu não gosto de programações turísticas. Daquele cronograma de atividades, com dezenas de atrações para ver em um dia. Os restaurantes já escolhidos. O tempo para comer definido. Saber que tenho que  visitar um museu em duas horas já me enche de ansiedade. Porque eu gosto de visitar museus sem hora para sair. Ler cada plaquinha, tentar me transportar no tempo, imaginando a história, a gente daquela época. E então olhar de novo para o quadro e pensar: uau, foi feito há centenas de anos, tem a pincelada daquele gênio aqui. Se por lá houver um café, ainda melhor. Enquanto descanso, observo as pessoas: quem elas são, de onde vêm, como se vestem, que língua falam, por que raios foram parar ali no mesmo dia que eu?

Os passeios têm que me dar espaço para a surpresa. Para me perder por uma rua bonita, me sentar em um banco ao sol saboreando o jornal do dia, para entrar  em um restaurante porque o cheiro da comida é incrível e ele é tão escondidinho e lotado... deve ser ótimo!

Depois de anos me perdendo nos meus pensamentos enquanto passeio, descobri que existe um nome pra isso: flanar. Andar sem rumo nem sentido certo, sem compromisso. Vagar. Perambular. Faz parte do hábito de um flâneur (uma pessoa que flana, em francês), observar detalhes, experimentar coisas novas, puxar assunto com a dona da lojinha, pegar com ela um par de dicas, perguntar em quem votou, saber o que ela vai comer de almoço e sair de lá sentindo-se tão perfeitamente integrado ao ambiente, que até imagina - e deseja - morar ali para sempre.

Flanar é um verbo muito usado para descrever as andanças por Paris, à capital francesa onde se faz isso por instinto. Mas o espírito flanador pode estar presente o tempo todo: na viagem para a casa dos seus avós no interior de Minas, em uma região desconhecida da sua cidade, na feira do seu bairro. Flanar é olhar com olhos curiosos, é estar atento aos imprevistos, ter o tempo a seu favor.

Um flâneur não sai em excursão jamais. E gosta de passear sozinho - no máximo na companhia de um outro flâneur. Porque só ele entenderá a magia de ver o mundo passar lentamente à frente das lentes de quem simplesmente ama estar vivo.




(texto publicado na revista Sorria para ser feliz agora nº 56 - jul/ago de 2017)

12 razões para escrever um diário - Heloísa Iaconis


Mantenho um diário há cerca de 6 anos e posso garantir que é uma verdadeira terapia: é um amigo com quem posso contar em todas as horas.

1) Acalmar-se

Não é incomum encontrar quem, por meio da escrita, afirma obter paz. Manter um diário é uma forma de exteriorizar angústias e criar uma rotina para lidar com os próprios sentimentos - e esses dois hábitos ajudam a aliviar a ansiedade.

2) Organizar o pensamento

A mente é uma profusão de ideias. O raciocínio começa em um ponto, vai para outro, pula para mais longe e, quando percebemos, as peças estão embaralhadas. Escrever ajuda a ordenar esse fluxo, possibilitando um melhor entendimento.

3) Exercer a privacidade

Na era das redes sociais, somos estimulados a nos manter constantemente conectados ao mundo exterior. Ter um diário é uma boa maneira de recolher-se do barulho que vem de fora, permitindo um encontro com nossa individualidade.

4) Ressignificar vivências

Num diário, podemos escrever não só sobre fatos recentes, mas também sobre o passado. Ao fazermos isso, temos a chance de encontrar novos significados para antigas memórias, o que contribui para o autoconhecimento.

5) Superar traumas

Escrever sobre experiências difíceis pode ajudar a superá-las - é o que diz um estudo publicado no Journal of Palliative Medicine feito com pessoas que perderam cônjuges. Gradualmente, os efeitos dos baques vão sendo aliviados.

6) Cultivar a empatia

Escrever um diário é mergulhar nas profundezas dos sentimentos. Assim, pode ser uma ótima chance para perceber que cada pessoa é igualmente complexa. Ao escutarmos a nós mesmos, treinamos nossa capacidade de ouvir os outros.

7) Ser mais saudável

Segundo estudos da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, quem mantém um diário precisa ir menos ao médico. A conclusão é que expressas emoções combate o estresse, melhorando o funcionamento do organismo.

8) Estimular a criatividade

Mais do que um registro, o diário é como uma obra de arte. Brincar com a caligrafia, fazer ilustrações, montar colagens, enfeitar a capa, testar estilos de escrita. Tudo isso pode se revelar uma deliciosa e estimulante experimentação.

9) Cumprir metas

Anotar pequenos passos é um procedimento eficaz para atingir uma conquista maior. Se a ideia é economizar dinheiro, por exemplo, registrar os valores parciais poupados funciona como incentivo, tornando a meta mais palpável.

10) Treinar a concentração

Escrever pede foco. Se você não tem esse costume, pode ser difícil no começo. Mas, com a prática, vai se sentir mais blindado contra as distrações. E poderá usar essa habilidade em outras tarefas que exijam semelhante imersão.

11) Redescobrir-se

Ler páginas escritas anos atrás é como ter acesso à pessoa que você foi no passado. Que sonhos você tinha? O que valorizava? Perceber o que mudou permite avaliar essas transformações e, se preciso, alterar a rota.

12) Imortalizar-se

Você pode escrever um diário secreto, só para si mesmo. Mas também pode decidir transformar esses registros numa biografia. Assim, mesmo pessoas que nasceram após sua morte poderão saber quem você foi.



(texto publicado na revista Sorria para ser feliz agora nº 56 jul/ago de 2017)

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Receita pra lavar roupa suja - Viviane Mosé


Primeiro fique sozinho. Primeiro comece a se divertir sozinho - Osho


Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro ame a si mesmo.

Primeiro seja tão autenticamente feliz, que se ninguém vier, não importa; você está cheio, transbordando.

Se ninguém bater à sua porta, está tudo bem – Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.

Se alguém vier, bom, belo.
Se ninguém vier, também é bom e belo.

Em seguida, você pode passar para um relacionamento.

Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um mendigo.

E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.

Quando dois mestres se encontram – mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.

Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro, eles compartilham.

Eles não utilizam o outro.

Em vez disso, pelo contrário, ambos tornam-se UM e desfrutam da existência que os rodeia.

Le due partecipazioni de I Neri per Caso al Festival della Canzone Italiana di Sanremo



Festival di Sanremo del 1995 - vittoria con la canzone "Le ragazze"




Festival di Sanremo del 1996 con il brano "Mai più sola"


Englishman in New York


Sting a New York 



I Neri per Caso



terça-feira, 11 de julho de 2017

segunda-feira, 3 de julho de 2017

11 sinais de advertência que seu corpo dá quando está muito estressado (O Segredo)


Certamente, os sintomas de estresse podem afetar seu corpo, seus pensamentos, sentimentos e seu comportamento. Ser capaz de reconhecer sintomas comuns de estresse, pode lhe ajudar a gerenciá-los.

O stress não controlado pode contribuir para muitos problemas de saúde, como pressão alta, doenças cardíacas, obesidade e diabetes.
O estresse, naturalmente, é uma reação física e psicológica aos eventos da vida.

Em pequenas doses, o estresse pode realmente ser positivo – pode promover o esforço e nos empurrar para tomar as medidas necessárias. No entanto, se as demandas da vida diária excederem a capacidade que devemos enfrentar, nossa saúde física e mental pode sofrer.

Nosso cérebro é programado com um “sistema de alarme” para nos proteger de qualquer ameaça percebida. Se esse sistema detectar uma ameaça, nosso corpo libera hormônios, instantaneamente, para lidar com isso. Isso é conhecido como a “resposta de luta ou fuga”.

Em circunstâncias normais, uma vez que a ameaça é neutralizada, o cérebro volta ao seu estado natural. No entanto, para algumas pessoas – por causa da exposição constante ao stress (passado ou presente) – a transição do estado de alerta extremo para um estado mais relaxado se torna muito difícil.

Assim como a maioria das funções cerebrais, nossos sistemas de alarme são altamente individualistas. Assim, como nosso corpo interpreta os sinais desse sistema são diferentes. Sintomas psicossomáticos ou sintomas sem causa física conhecida, são incrivelmente comuns.

Em um estudo, publicado no Diário Americano de Medicina, 84% dos pacientes relataram sintomas sem nenhuma causa física. Em outras palavras, 84% sentiram dor de uma natureza puramente psicológica.

A longo prazo, indivíduos com resposta ao estresse hiperativo podem desenvolver doenças crônicas. É importante, então, reconhecer os sinais de precaução de excesso de esforço para evitar complicações de saúde, a longo prazo.

Nesse artigo, vamos expor 11 sinais comuns (alguns com explicações incomuns) de que você possa sentir ao se estressar demais.
Além disso, forneceremos algumas recomendações que podem ser úteis para aliviar o estresse:

1. Dores de cabeça ou enxaqueca

O estresse frequente causa tensão, que pode, então, transformar-se em dor de cabeça.

Os sintomas incluem:

– Dor persistente, sentida em ambos os lados da cabeça ou pescoço (sintomas de enxaqueca)

– Uma sensação de pressão constante em torno da área da cabeça

– sensibilidade do couro cabeludo, pescoço ou músculos do ombro

2. Dor no peito

As dores sentidas ao redor da área do peito podem ser instigadas ou agravadas por estresse e ansiedade. Geralmente, as dores de tórax associadas ao estresse e à ansiedade são nítidas e de natureza intermitente. Assim, como dores de cabeça e enxaquecas, é o resultado da tensão e do aperto dos músculos do corpo.

3 – Queda de cabelo

Perda de cabelo e estresse é um tópico muito discutido. A ciência tem mostrado, que o estresse pode contribuir para condições que levam à perda de cabelo. Eflúvio telogênico É o desbaste disperso do cabelo ao longo do couro cabeludo – e é o tipo mais comum de perda de cabelo devido ao estresse. Normalmente, essa perda de cabelo é temporária. No entanto, o estresse crônico faz com que esse processo se repita.

4. Perda de libido

A estabilidade hormonal e um estado de espírito saudável são necessários para uma vida íntima satisfatória. Muito estresse acaba com nossos hormônios e afeta nosso humor – muitas vezes, resultando na diminuição de desejo.
5. Problemas de concentração

Como mencionado, o estresse inicia a resposta de luta ou fuga e inunda o corpo com hormônios do estresse (por exemplo, cortisol). Além de reduzir as reservas de energia do nosso cérebro, uma amígdala hiperativa interrompe a atividade normal do lobo frontal – a área do cérebro responsável pela atenção e concentração.

6. Problemas de memória

A resposta ao estresse também interrompe a atividade normal dentro do lobo temporal, que é responsável pela memória. Na maioria dos casos, o estresse crônico frequentemente prejudica a memória de curto prazo, tornando difícil o armazenamento temporário e a recuperação de informações.

7. Problemas no estômago

Cólicas estomacais, dor estomacal e desconforto intestinal são, frequentemente, sinais físicos de ansiedades relacionadas ao estresse. O estresse, aparentemente, tem o impacto mais notável na região abdominal, onde a tensão pode esgotar os músculos abdominais de forma a criar dores e mais dores.

8. Flutuações de peso

Embora o estresse esteja vinculado a flutuações de peso, o stress crônico geralmente causa aumento de peso. O hormônio do estresse cortisol tem um impacto significativo em seu apetite.

9. Palpitações cardíacas

A maioria das palpitações, embora potencialmente assustadoras, são bastante inofensivas. O estresse, juntamente com o uso excessivo de álcool, cafeína ou nicotina, são reconhecidos como catalisadores de palpitações (que também podem ser sentidas em seu peito, pescoço ou garganta).

10. Dor nas articulações ou músculos

Dores, tensão, aperto e rigidez são sintomas bem conhecidos da hiperestimulação relacionada ao estresse. Desde que o corpo permaneça em estado estressante, os músculos e as articulações irão surgir frequentemente; geralmente, dissipam-se à medida que os níveis de estresse diminuem.

11. Sintomas físicos ou mentais inexplicáveis

Sim, este último item é amplamente vago – e por um motivo. O estresse é uma condição complicada; assim como os vários distúrbios e doenças que produz. O exato número de sintomas físicos e psicológicos relacionados ao estresse são desconhecidos, embora esse número seja, provavelmente, em centenas, senão milhares.

O ponto é esse: as chances de que um início súbito de sintomas mentais ou físicos persistentes e incômodos sejam relacionados ao estresse é alto. Em qualquer caso, é aconselhável procurar orientação de um médico profissional.
Técnicas de Administração do Estresse

Além da intervenção médica, existem muitas maneiras naturais de reduzir o estresse. Isso é comumente conhecido como gerenciamento de estresse.

Aqui estão algumas técnicas recomendadas de gerenciamento de estresse:

– Exercício leve; uma caminhada rápida ou yoga, por exemplo.

– Meditação ou exercícios de respiração consciente.

– Apoio de amigos ou familiares. Ter confiança em alguém ajuda a reduzir os níveis de estresse.

– Participe de uma atividade agradável e relaxante. Leia, ouça música ou jogue um jogo de computador.

terça-feira, 13 de junho de 2017

L'italiano di Totò Cutugno e la sua versione in portoghese Faz de conta con Gian e Giovani


L'italiano - Totò Cutugno



Faz de conta - Gian e Giovani


Onde surgiu o delicioso pastel de feira de São Paulo - Thais Brandão


Em São Paulo há diversas feiras ao ar livre, elas são uma tradição da cidade, atraem muita gente com seus produtos diversos, em geral, frescos e com muita qualidade. Além disso, há quem vá à feira só para comer o tão falado pastel, que ganha novos adeptos diariamente, afinal é uma delícia.

Mas, de onde vem o pastel de feira, esse tão tradicional não só em São Paulo, mas em todo o Brasil?

Há duas versões para a origem do pastel, uma delas remonta a origem do pastel à região Ibérica, de onde vieram os portugueses, colonizadores do Brasil, e principais figuras encontradas nas antigas e tradicionais feiras de rua. É possível identificar que havia, desde a Idade Média massas recheadas e assadas, um pouco diferente do que conhecemos hoje, mas pode ser uma boa ideia de origem.

Uma outra versão, que é mais aceita na sociedade de maneira geral, incluindo professores de gastronomia que pesquisam sobre a origem dos alimentos, diz que o pastel, como o conhecemos hoje, vem um tradicional alimento chinês, o rolinho primavera, que era feito tradicionalmente com carne de porco.

Um fato importante e curioso que a história nos conta, é que o pastel é feito no Brasil desde meados de 1890 pelos chineses, mas ele ganhou maior notoriedade a partir de 1940 com a chegada dos japoneses ao Brasil, e a incorporação destes imigrantes às feiras.

Quando os japoneses chegaram, havia por parte dos brasileiros um certo preconceito, já que o Japão apoiou os países do eixo durante a Segunda Guerra Mundial, colocando de uma forma mais simples, o Japão apoiou a Alemanha nazista. Enquanto o Brasil prestava apoio aos países aliados, como os Estados Unidos.

Esse fato histórico, somando ao fato de que, sem a devida atenção, é relativamente fácil pensar que orientais são povos fisicamente parecidos, os japoneses eram facilmente confundidos com chineses, isso tornou a sua integração a sociedade brasileira mais rápida e menos problemática, visto o que mundo passava naquele momento.

Foram os japoneses que adaptaram a receita do rolinho primavera chinês, para o pastel como conhecemos hoje, passaram a usar a carne bovina, que agradava mais ao paladar brasileiro e passaram a fritá-lo.

Seja nas pastelarias espalhadas por toda a cidade de São Paulo, ou nas tradicionais feiras, o pastel ganhou o coração e o paladar de todo nós!

terça-feira, 6 de junho de 2017

Il Volo (concerto all'Arena di Verona - 19 maggio 2017)


Premio per il Volo - album Notte Magica (Wind Music Awards)


Il "potere soffice" de Il Volo - Patrizia Ciava


La lingua, veicolata attraverso la musica, ha una capacità seduttiva senza uguali e può aiutare ad accrescere l’attratività ed il prestigio di una nazione nel mondo. Per questo motivo è chiamata “soft power” (potere soffice), riferito alla sua capacità di attrarre, ricevere consensi, migliorare reputazione e desiderabilità senza bisogno di essere una grande potenza economica o militare. Gli americani lo hanno capito da tempo e, per questa ragione, sostengono con determinazione i loro artisti. Gli inglesi non sono da meno e la regina Elisabetta ha nominato baronetti numerosi cantante quali i Beatles, Mick Jagger, Elton John e Tom Jones per il loro importante contributo nel diffondere la musica, la lingua e la cultura inglese nel mondo.

Il nostro paese, al contrario, ha spesso dimostrato di essere incapace di riconoscere e valorizzare le proprie eccellenze ed i propri talenti. Eppure, se oggi l’italiano è la quarta lingua più studiata al mondo buona parte del mérito va attribuito alla nostra musica e al belcanto, un patrimonio culturale che il mondo ci invidia e che andrebbe preservato ed esaltato, mentre alcuni nostri critici e presunti esperti lo giudicano addirittura obsoleto, da tenere confinato nei teatri dell’opera. Luciano Pavarotti fu aspramente criticato dai puristi melomani per il suo progetto di portare la lirica nelle piazze e nei palasport, e solo oggi qualcuno gli riconosce il merito di averla fatta conoscere ed apprezzare dal grande pubblico anche straniero.

Negli ultimi anni, un trio di giovani cantante italiani, Piero Barone, Gianluca Ginoble e Ignazio Boschetto conosciuti come Il Volo, ha rilanciato con enorme successo il genere pop-lirico, introdotto da Pavarotti & friends e portato avanti da Andrea Bocelli. Tuttavia Il Volo ha una caratteristica in più rispetto ai suoi predecessori, la capacità di raggiungere un pubblico extremamente eterogeneo e trasversale, compresi in una fascia di età che va dai 5 agli 80 anni, e forse oltre. Questa peculiarità li rende um fenomeno eccezionale nel panorama musicale Internazionale.

“Siamo conscienti di essere un tramite importante per fare arrivare questa musica a tutti” hanno dichiarato i tre giovani in una recente intervista. “Una cosa è um tenore di 50 anni che canta queste canzoni all’opera, um’altra siamo noi che possiamo arrivare anche ai quindicenni e farli appassionare a questo genere. La sentiamo davvero come una responsabilità e lavoriamo duramente per onorarla”.

Al giorno d’oggi Il Volo è tra le poche realtà italiane ad aver raggiunto un successo planetário, i loro CD escono simultaneamente in più di 57 paesi e scalano subito i vertici delle classifiche dei dischi più venduti. Il loro tour mondiale “Notte magica: tributo ai tre tenori”, nato per ricordare lo storico concerto di Caracalla tenuto nel 1990 dai tenori José Carreras, Placido Domingo e Luciano Pavarotti, ha collezionato concerti sold-out nei teatri più prestigiosi del mondo, tra cui il Radio City Music Hall di New York e la Royal Albert Hall di Londra, dove prima di loro solo sette artisti italiani avevano avuto il privilegio di esibirsi dalla sua inaugurazione nel 1871.

Il Volo conta più di 4000 fan club sparsi in ogni angolo del pianeta che si dedicano anche alla promozione del nostro paese, della nostra cultura e organizzano persino lezioni di italiano online attraverso i testi delle canzoni del loro repertorio. Non si contano i fan che dichiarano di studiare o di voler studiare l’italiano per comprendere e cantare le loro canzoni, e di quanti estendono l’ammirazione e l’amore per il trio a tutta Italia. Per non parlare delle centinaia di fan d’oltreoceano, e di altre nazioni europee, che vengono ogni anno nel nostro paese solo per assistere ai loro concerti, favorendo quindi anche il turismo.

Il Volo è certamente una brillante operazione di marketing che risponde alla grande domanda d’Italia che c’è nel mondo ma è diventato anche un efficace strumento di promozione del nostro paese. Intento esplicitato più volte dai componenti de Il Volo: “Il nostro sogno è di far conoscere al mondo la bellezza della nostra musica, della nostra cultura e del nostro paese”. E ci sono riusciti. Perché questi tre giovani talenti non diffondono solo la nostra musica ed il belcanto ma incarnano tutto ciò che rappresenta l’essenza dell’italianità tanto apprezzata e ammirata dagli stranieri, esprimono la parte migliore dell’Italia, quella che riesce ad affermarsi grazie al talento, alla dedizione e all’impegno. 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Tu sai di essere un ignorante? - Daniele Penna


Como não se importar com o que pensam sobre você - Monja Coen


Entrevista com o Dr. Drauzio Varella (Conversa com Bial)



Entrevista com Pe. Fábio de Melo e o escritor Rodrigo Alvarez sobre o livro Humano Demais (Encontro com Fátima Bernardes)


Entrevista com Serginho Groisman (Conversa com Bial)



Entrevista com Rodrigo Alvarez sobre o livro Humano Demais sobre a vida do Pe. Fábio de Melo


Il Volo a Torino (2017)


Il Volo a Matrix - aprile 2017


Intervista a Matrix - 24/03/2017


Il Volo a Taormina (TGR)


Il Volo canta in siciliano - festa privata


Quando a solidão faz bem - Wilson F. D. Wrach


Sim, é positivo - e necessário - estar sozinho para conquistar equilíbrio emocional. É possível viver os momentos solitários de forma criativa, como uma oportunidade de autoconhecimento. Isso é muito melhor do que apenas reclamar da solidão.

Vivemos numa época em que a solidão se tornou um assunto coletivo. Mesmo quem não vive só conhece muita gente que está longe da família ou sem parceiro, voluntariamente ou não. A procura do amor é um assunto recorrente nas revistas, na TV, na internet, nas conversas. Fica a impressão - equivocada - de que estar sozinho é ruim, negativo, algo que nos diminui aos olhos dos outros. Ao contrário, os momentos de solidão não são apenas saudáveis, mas fundamentais para alcançarmos o equilíbrio. "Quando mergulhamos em nosso mundo interior, descobrimos o que queremos e até fazemos as pazes com nós mesmos", diz a psicóloga Monica von Koss, de São Paulo.

A sensação de que as pessoas estão cada vez mais sozinhas se confirma em pesquisas feitas em  todo o mundo. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, cerca de 25% das casas têm um único morador - e esse número triplicou em relação ao crescimento demográfico desde a década de 60. Em São Paulo, segundo o IBGE, uma em cada 30 pessoas mora só.

O mito de que felicidade significa estar cercado de gente nos influencia a ponto de confundir ficar só com ser desinteressante e incapaz de atrair amor. Na crônica A Solidão Amiga, o escritor psicanalista e professor Rubem Alves fala do erro de associar recolhimento a fracasso e idealizar a vida alheia: "Sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Você compara a cena de você, só, na casa vazia, com a cena (fantasiada) dos outros, em celebrações cheias de risos... Sofre a dor real da solidão porque a solidão dói. Dói uma dor da qual pode nascer a beleza. Mas não sofra a dor da comparação. Ela não é verdadeira."

Fortalecer a auto-estima - a capacidade de gostar de si mesmo - é o primeiro passo para se sentir completo, sem procurar preencher o vazio interior no contato com outras pessoas, o tempo todo. "A chave é separar o amor-próprio da aprovação dos outros", ensina Monica von Koss.

Às vezes, só descobrimos o lado bom da solidão no distanciamento voluntário da família ou dos amigos. O gerente de marketing Luís Pedro Ferreira, 35 anos, de São Paulo, morava com os pais quando foi fazer um curso nos Estados Unidos. "Perdi o medo de estar só comigo mesmo e aprendi a gostar de minha própria companhia", conta.

"Todo mundo deveria morar sozinho um tempo, para se conhecer", sugere a consultora de moda gaúcha Francesca Sperb, 26 anos. "Você precisa fazer supermercado, pagar a faxineira. Descobre que é responsável por si mesmo." Ela mudou-se há um ano para São Paulo: "No começo, fiquei com medo, pois diziam que eu ia me sentir solitária numa cidade tão grande. Mas estou curtindo a independência".

Parada obrigatória

Períodos de recolhimento são fundamentais para avaliar o rumo da vida. "São momentos de acalmar as emoções e se desligar do cotidiano, para obter clareza nas prioridades e no que é preciso para ser feliz", continua Monica von Koss. Essa reflexão ajuda a discernir em que momentos basta ficar consigo mesmo e quando é melhor procurar companhia.

Às vezes, desperdiçam-se oportunidades de reflexão emendando uma atividade na outra. É comum ao se flagrar sozinho, ligar a TV, o som, o computador - ou de preferência tudo ao mesmo tempo. Essa é uma das muitas formas de fugir de si mesmo.

Sábio, o corpo pode causar desses escapes e exigir uma pausa para que haja uma recomposição interna. "Uma enxaqueca ou dor nas costas valem como aviso de que é preciso sair da roda-viva", salienta Maria Dolores Cunha Toloi, psicóloga do Instituto Sedes Sapientae, de São Paulo.

Por não perceber que cada indivíduo cria seu próprio vazio existencial, não é difícil cair na armadilha e acreditar que arrumar um parceiro é a única saída para a solidão. "É um erro, pois inúmeras pessoas casadas se sentem solitárias por não terem diálogo nem troca com o companheiro", lembra Monica von Koss.

Em busca do amor

Ao romper uma relação amorosa, para muitos surge a necessidade de procurar uma nova companhia, para fugir do autoquestionamento e não enfrentar a dor. "A tendência é sair logo em busca de outro relacionamento para preencher o vazio que ficou do anterior", explica o psicólogo Ailton Amélio da Silva, de São Paulo.

Mas o caminho inverso pode ser mais compensador. Ao terminar um relacionamento há cinco meses, o administrador de empresas Elvio Côrrea Porto, 41 anos, de São Paulo, decidiu se dedicar mais a seu curso de mestrado. "Enquanto namorava, era complicado administrar o tempo a dois, pois a faculdade exige provas e trabalhos, e eu tinha que estar sempre negociando minha ausência", afirma Elvio. "Estou aproveitando a fase para meu desenvolvimento pessoal. Se um novo amor aparecer, será bem-vindo. Mas agora não há nada que justifique ficar com alguém só por ficar", completa ele.

Hoje, muita gente vive a solidão como uma situação embaraçosa. Especialmente as mulheres, que crescem acreditando que precisam sempre se voltar aos outros - maridos, namorados ou filhos. "Elas são condicionadas a achar que, se estão sozinhas, falta algo em sua vida", diz a psicóloga Monica von Koss.

Mesmo casada e com duas filhas, a terapeuta corporal paulistana Antonieta de Oliveira Novaes, 40 anos, sempre fez questão de manter espaço para estar em contato consigo mesma. Ela delimitava esse espaço fisicamente em sua casa, trabalhando a sós no seu ateliê. Com duas filhas crescidas, de vez em quando ela passa um fim de semana sozinha na casa de praia em Ubatuba. "Quero acordar e comer na hora em que quero, resgatar o ritmo pessoal de minha época de solteira", conta Nêta, como é conhecida. "Muita gente que não tem obrigações familiares não desfruta desse tempo precioso que tem a seu dispor."

Espaço para criar

Se você está só, descubra como usufruir dessa liberdade pessoal. O primeiro passo é concretizar metas sem vinculá-las ao encontro com a pessoa perfeita, princesa ou príncipe encantado que vai se encaixar em seus sonhos. 

Tente também mudar os padrões de pensamento - por exemplo, dando um novo significado a datas como Dias das Mães ou dos Namorados, que trazem uma nuvem de tristeza para quem está só. Rosely Faiguenboim Lembo, 53 anos, dona de um pet shop em São Paulo, transformou o Natal em uma comemoração entre amigos. "Na família, os mais velhos foram morrendo, os jovens casaram, e ficou aquele clima pesado, chato", relata. Agora, ela, o marido e mais dois casais se reúnem no dia 25 de dezembro para festejar sem o peso da obrigação. "Somos uma família de amigos", resume.

Depois, desenvolva sua criatividade. Desenhar, pintar, bordar, escrever ou realizar qualquer atividade artística, por exemplo, vai ajudar a contatar seu universo interior. Uma volta na praça ou no parque também pode ser uma maneira prazerosa de usar as horas de solidão par um encontro consigo mesmo.

Ampliar o leque de interesses e buscar adquirir conhecimento, ir ao cinema, frequentar exposições ou eventos culturais também faz diferença. "Quem sai e circula acaba conhecendo gente interessante", lembra Monica von Koss. Para isso, é preciso reprogramar o olhar sobre outras pessoas, com menos preconceito e mais condescendência, humildade e disponibilidade. Certamente, vai-se descobrir em volta gente com ideias e opiniões interessantes, fazer novos amigos e, quem sabe, até encontrar um amor.


(texto publicado na revista Bons Fluidos nº 41 - outubro de 2002)

Você já tem tudo que precisa - Dr. Felipe Ferreira, quiropraxista


Sim, o organismo humano tem um poder inato para manter a sua própria saúde.

Para viver, ele precisa de oxigênio e nutrientes importantes e o corpo sabe direitinho o que precisa fazer e como fazer. Que quantidade de hormônios precisa secretar, qual a frequência respiratória adequada, qual a frequência cardíaca adequada, etc. Até quando passamos por situações de estresse, o corpo libera adrenalina, aumentando a frequência cardíaca para preparar o corpo para lutar ou fugir.

Nós possuímos a chamada Inteligência Inata, que cria e cura - tanto que se ficamos resfriados o corpo pode reagir com uma febre para eliminar o "invasor" (vírus) e mesmo sem tomar remédios, dentro de alguns dias já estamos bem novamente. Portanto, essa força é responsável pela organização, manutenção e cura do corpo.

Quando removemos uma interferência no Sistema Nervoso (por meio de um ajuste na coluna vertebral), a Inteligência Inata pode então atuar (através do Sistema Nervoso), para sanar as necessidades do corpo. Então, para que a Inteligência Inata esteja funcionando e conseguindo exercer suas funções plenamente, é necessário que o Sistema Nervoso esteja livre de interferências, ou seja, livre de subluxações vertebrais.

A subluxação vertebral é um desalinhamento de uma vértebra que causa interferência no Sistema Nervoso, diminuindo a comunicação do cérebro com o restante do corpo e impossibilitando que o corpo se expresse no seu potencial máximo.

Pessoas cujas colunas são ajustadas regularmente têm um Sistema Nervoso livre de interferências, consequentemente mantém seus corpos funcionando 100% bem, adoecem menos e estão desfrutando de mais saúde e bem estar.


(texto publicado na revista Leve & Leia março/abril de 2017)

5 dicas para sua garrafa d'água não ficar cheia de bactérias


Sabe o recipiente que muita gente leva por aí para matar a sede? Se alguns cuidados não forem tomados, ele pode virar um prato cheio para os micróbios!

O alerta soou com uma investigação do instituto americano Treadmillreviews.net, especializado em dados sobre esteiras ergométricas, que analisou a presença de bactérias em garrafas usadas por 12 praticantes de atividade física durante uma semana sem passar por lavagem. O resultado foi assustador: em alguns casos foram encontrados mais germes do que em vasilhas para alimentar cachorros! A primeira colocada no ranking da contaminação foi a garrafinha conhecida como slide top, aquela em que a tampa precisa ser deslizada para que o usuário tenha acesso ao líquido. Logo depois ficaram as do tipo squeeze (que esguicham a água direto na boca), seguidas pelos modelos com tampa de atarraxar.

Na avaliação, os recipientes que têm um canudo embutido interno foram os que apresentaram o menor número de bactérias. Segundo os autores do inquérito, isso acontece porque as gotas ficam acumuladas na base do canudo, em vez de se concentrarem na superfície exposta, local mais atraente para os micróbios se instalarem. As constatações do pequeno experimento não são motivo para jogar o recipiente no lixo. "A maior parte desses micro-organismos vem da nossa boca e normalmente não provoca doenças", esclarece o clínico e infectologista Paulo Olzon, da Universidade Federal de São Paulo. Os achados reforçam, porém, a importância de higienizar (ou trocar) o acessório pensando em alguns contextos.

"Embora a presença desses agentes não ofereça por si só, fatores como feridas na boca ou imunidade debilitada facilitam sua chegada à corrente sanguínea, o que pode desencadear mal-estar, diarreia... ", observa a infectologista Raquel Muarrek, do Hospital São Luiz Morumbi, na capital paulista.

Lavar o acessório com água e detergente com regularidade é suficiente para barrar ameaças do tipo. "Muita gente negligencia esse hábito pelo fato de a garrafa ser de uso particular", conta o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria. Não caia nessa e respeite alguns cuidados.

Um miniguia para comprar e conservar a garrafinha

1. Melhor escolha

Prefira as que têm canudo interno e formato mais fácil de ser higienizado. Optar pelo inox é uma boa, pois ele dificulta a instalação das bactérias.

2. Se for de plástico

Fuja de embalagens com símbolo de reciclagem com números 3 ou 7. Eles indicam presença de bisfenol A. Evite usar a mesma garrafa de água mineral todo dia.

3. Quando trocar

Apesar de não haver prazo certo para isso, é prudente substituir a garrafa se houver ranhuras e desbotamento da cor, sinais de que já está velha demais.

4. Higienização

Lave toda vez que ela for usada, dando atenção aos locais de difícil acesso, como as rosca da tampa e as bordas do canudo. Uma escova de mamadeira ajuda.

5. Transporte

Proteja o biquinho, evite quedas ou batidas e não deixe a garrafa por muito tempo em locais abafados, como o carro, algo que favorece os micróbios.


Fonte: mdemulher, vida saudável



(texto publicado na revista Leve & Leia março/abril de 2017)

domingo, 28 de maio de 2017

Italian Songs - I classici della musica italiana



01 Renato Carosone - 'o sarracino 00:00 02 Domenico Modugno - Nel blu dipinto di blu (Volare) 03:10 03 Fred Buscaglione - Che bambola! 06:49 04 Mina - Tintarella di luna 09:13 05 Celentano - Il tuo bacio è come un rock 12:13 06 Enrico Caruso - O sole mio 14:12 07 Nicola Arigliano - I Sing Ammore 17:27 08 Nilla Pizzi - Grazie dei fior 19:50 09 Fred Buscaglione - Guarda che luna 23:39 10 Claudio Villa - Corde della mia chitarra 26:02 11 Domenico Modugno - La donna riccia 28:56 12 Gino Paoli - Il cielo in una stanza 31:33 13 Johnny Dorelli - Boccuccia di Rosa 33:55 14 Beniamino Gigli - Ti voglio tanto bene 26:29 15 Dalida - Milord 39:19 16 Fred Buscaglione - Buona sera signorina 43:09 17 Don Marino Barretto - Come prima 45:47 18 Mina - Nessuno 48:22 19 Renato Carosone - Tu vuo' fa' l'americano 50:23 20 Peter Van Wood - Butta la chiave Gelsomina 53:51 21 Teddy Reno - La più bella del mondo 56:57 22 Teddy Reno - Piccolissima serenata 59:55 23 Peter Van Wood - Tre numeri al lotto 1:03:05 24 Renato Carosone - Malafemmena 1:05:48 25 Nilla Pizzi - Vola colomba 1:08:36 26 Marino Marini - 'na voce 'na chitarra 1:12:04 27 Wilma De Angelis - Non avevo che te 1:14:37 28 Renato Carosone - Torero 1:18:08 29 Fred Buscaglione - Eri piccola così 1:21:09 30 Domenico Modugno- Vecchio frack 1:24:04 31 Claudio Villa - Usignolo 1:28:40 32 Celentano - Ciao ti dirò 1:32:11 33 Massimo Ranieri - Rose Rosse 1:34:47 34 Umberto Bindi - Il mio mondo 1:37:59 35 Domenico Modugno - Musetto 1:40:26 36 Beniamino Gigli - Non ti scordar di me 1:43:59 37 Quartetto Certa - Nella vecchia fattoria 1:47:19 38 Peter Van Wood - Via Montenapoleone 1:50:11 39 Dalida - La strada dei sogni 1:53:04 40 Beniamino - Gigli Mamma 1:55:58 41 Mina - Folle banderuola 1:59:02 42 Enrico Caruso - Core 'ngrato 2:01:47