terça-feira, 13 de junho de 2017

L'italiano di Totò Cutugno e la sua versione in portoghese Faz de conta con Gian e Giovani


L'italiano - Totò Cutugno



Faz de conta - Gian e Giovani


Onde surgiu o delicioso pastel de feira de São Paulo - Thais Brandão


Em São Paulo há diversas feiras ao ar livre, elas são uma tradição da cidade, atraem muita gente com seus produtos diversos, em geral, frescos e com muita qualidade. Além disso, há quem vá à feira só para comer o tão falado pastel, que ganha novos adeptos diariamente, afinal é uma delícia.

Mas, de onde vem o pastel de feira, esse tão tradicional não só em São Paulo, mas em todo o Brasil?

Há duas versões para a origem do pastel, uma delas remonta a origem do pastel à região Ibérica, de onde vieram os portugueses, colonizadores do Brasil, e principais figuras encontradas nas antigas e tradicionais feiras de rua. É possível identificar que havia, desde a Idade Média massas recheadas e assadas, um pouco diferente do que conhecemos hoje, mas pode ser uma boa ideia de origem.

Uma outra versão, que é mais aceita na sociedade de maneira geral, incluindo professores de gastronomia que pesquisam sobre a origem dos alimentos, diz que o pastel, como o conhecemos hoje, vem um tradicional alimento chinês, o rolinho primavera, que era feito tradicionalmente com carne de porco.

Um fato importante e curioso que a história nos conta, é que o pastel é feito no Brasil desde meados de 1890 pelos chineses, mas ele ganhou maior notoriedade a partir de 1940 com a chegada dos japoneses ao Brasil, e a incorporação destes imigrantes às feiras.

Quando os japoneses chegaram, havia por parte dos brasileiros um certo preconceito, já que o Japão apoiou os países do eixo durante a Segunda Guerra Mundial, colocando de uma forma mais simples, o Japão apoiou a Alemanha nazista. Enquanto o Brasil prestava apoio aos países aliados, como os Estados Unidos.

Esse fato histórico, somando ao fato de que, sem a devida atenção, é relativamente fácil pensar que orientais são povos fisicamente parecidos, os japoneses eram facilmente confundidos com chineses, isso tornou a sua integração a sociedade brasileira mais rápida e menos problemática, visto o que mundo passava naquele momento.

Foram os japoneses que adaptaram a receita do rolinho primavera chinês, para o pastel como conhecemos hoje, passaram a usar a carne bovina, que agradava mais ao paladar brasileiro e passaram a fritá-lo.

Seja nas pastelarias espalhadas por toda a cidade de São Paulo, ou nas tradicionais feiras, o pastel ganhou o coração e o paladar de todo nós!

terça-feira, 6 de junho de 2017

Il Volo (concerto all'Arena di Verona - 19 maggio 2017)


Premio per il Volo - album Notte Magica (Wind Music Awards)


Il "potere soffice" de Il Volo - Patrizia Ciava


La lingua, veicolata attraverso la musica, ha una capacità seduttiva senza uguali e può aiutare ad accrescere l’attratività ed il prestigio di una nazione nel mondo. Per questo motivo è chiamata “soft power” (potere soffice), riferito alla sua capacità di attrarre, ricevere consensi, migliorare reputazione e desiderabilità senza bisogno di essere una grande potenza economica o militare. Gli americani lo hanno capito da tempo e, per questa ragione, sostengono con determinazione i loro artisti. Gli inglesi non sono da meno e la regina Elisabetta ha nominato baronetti numerosi cantante quali i Beatles, Mick Jagger, Elton John e Tom Jones per il loro importante contributo nel diffondere la musica, la lingua e la cultura inglese nel mondo.

Il nostro paese, al contrario, ha spesso dimostrato di essere incapace di riconoscere e valorizzare le proprie eccellenze ed i propri talenti. Eppure, se oggi l’italiano è la quarta lingua più studiata al mondo buona parte del mérito va attribuito alla nostra musica e al belcanto, un patrimonio culturale che il mondo ci invidia e che andrebbe preservato ed esaltato, mentre alcuni nostri critici e presunti esperti lo giudicano addirittura obsoleto, da tenere confinato nei teatri dell’opera. Luciano Pavarotti fu aspramente criticato dai puristi melomani per il suo progetto di portare la lirica nelle piazze e nei palasport, e solo oggi qualcuno gli riconosce il merito di averla fatta conoscere ed apprezzare dal grande pubblico anche straniero.

Negli ultimi anni, un trio di giovani cantante italiani, Piero Barone, Gianluca Ginoble e Ignazio Boschetto conosciuti come Il Volo, ha rilanciato con enorme successo il genere pop-lirico, introdotto da Pavarotti & friends e portato avanti da Andrea Bocelli. Tuttavia Il Volo ha una caratteristica in più rispetto ai suoi predecessori, la capacità di raggiungere un pubblico extremamente eterogeneo e trasversale, compresi in una fascia di età che va dai 5 agli 80 anni, e forse oltre. Questa peculiarità li rende um fenomeno eccezionale nel panorama musicale Internazionale.

“Siamo conscienti di essere un tramite importante per fare arrivare questa musica a tutti” hanno dichiarato i tre giovani in una recente intervista. “Una cosa è um tenore di 50 anni che canta queste canzoni all’opera, um’altra siamo noi che possiamo arrivare anche ai quindicenni e farli appassionare a questo genere. La sentiamo davvero come una responsabilità e lavoriamo duramente per onorarla”.

Al giorno d’oggi Il Volo è tra le poche realtà italiane ad aver raggiunto un successo planetário, i loro CD escono simultaneamente in più di 57 paesi e scalano subito i vertici delle classifiche dei dischi più venduti. Il loro tour mondiale “Notte magica: tributo ai tre tenori”, nato per ricordare lo storico concerto di Caracalla tenuto nel 1990 dai tenori José Carreras, Placido Domingo e Luciano Pavarotti, ha collezionato concerti sold-out nei teatri più prestigiosi del mondo, tra cui il Radio City Music Hall di New York e la Royal Albert Hall di Londra, dove prima di loro solo sette artisti italiani avevano avuto il privilegio di esibirsi dalla sua inaugurazione nel 1871.

Il Volo conta più di 4000 fan club sparsi in ogni angolo del pianeta che si dedicano anche alla promozione del nostro paese, della nostra cultura e organizzano persino lezioni di italiano online attraverso i testi delle canzoni del loro repertorio. Non si contano i fan che dichiarano di studiare o di voler studiare l’italiano per comprendere e cantare le loro canzoni, e di quanti estendono l’ammirazione e l’amore per il trio a tutta Italia. Per non parlare delle centinaia di fan d’oltreoceano, e di altre nazioni europee, che vengono ogni anno nel nostro paese solo per assistere ai loro concerti, favorendo quindi anche il turismo.

Il Volo è certamente una brillante operazione di marketing che risponde alla grande domanda d’Italia che c’è nel mondo ma è diventato anche un efficace strumento di promozione del nostro paese. Intento esplicitato più volte dai componenti de Il Volo: “Il nostro sogno è di far conoscere al mondo la bellezza della nostra musica, della nostra cultura e del nostro paese”. E ci sono riusciti. Perché questi tre giovani talenti non diffondono solo la nostra musica ed il belcanto ma incarnano tutto ciò che rappresenta l’essenza dell’italianità tanto apprezzata e ammirata dagli stranieri, esprimono la parte migliore dell’Italia, quella che riesce ad affermarsi grazie al talento, alla dedizione e all’impegno. 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Tu sai di essere un ignorante? - Daniele Penna


Como não se importar com o que pensam sobre você - Monja Coen


Entrevista com o Dr. Drauzio Varella (Conversa com Bial)



Entrevista com Pe. Fábio de Melo e o escritor Rodrigo Alvarez sobre o livro Humano Demais (Encontro com Fátima Bernardes)


Entrevista com Serginho Groisman (Conversa com Bial)



Entrevista com Rodrigo Alvarez sobre o livro Humano Demais sobre a vida do Pe. Fábio de Melo


Il Volo a Torino (2017)


Il Volo a Matrix - aprile 2017


Intervista a Matrix - 24/03/2017


Il Volo a Taormina (TGR)


Il Volo canta in siciliano - festa privata


Quando a solidão faz bem - Wilson F. D. Wrach


Sim, é positivo - e necessário - estar sozinho para conquistar equilíbrio emocional. É possível viver os momentos solitários de forma criativa, como uma oportunidade de autoconhecimento. Isso é muito melhor do que apenas reclamar da solidão.

Vivemos numa época em que a solidão se tornou um assunto coletivo. Mesmo quem não vive só conhece muita gente que está longe da família ou sem parceiro, voluntariamente ou não. A procura do amor é um assunto recorrente nas revistas, na TV, na internet, nas conversas. Fica a impressão - equivocada - de que estar sozinho é ruim, negativo, algo que nos diminui aos olhos dos outros. Ao contrário, os momentos de solidão não são apenas saudáveis, mas fundamentais para alcançarmos o equilíbrio. "Quando mergulhamos em nosso mundo interior, descobrimos o que queremos e até fazemos as pazes com nós mesmos", diz a psicóloga Monica von Koss, de São Paulo.

A sensação de que as pessoas estão cada vez mais sozinhas se confirma em pesquisas feitas em  todo o mundo. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, cerca de 25% das casas têm um único morador - e esse número triplicou em relação ao crescimento demográfico desde a década de 60. Em São Paulo, segundo o IBGE, uma em cada 30 pessoas mora só.

O mito de que felicidade significa estar cercado de gente nos influencia a ponto de confundir ficar só com ser desinteressante e incapaz de atrair amor. Na crônica A Solidão Amiga, o escritor psicanalista e professor Rubem Alves fala do erro de associar recolhimento a fracasso e idealizar a vida alheia: "Sua tristeza não vem da solidão. Vem das fantasias que surgem na solidão. Você compara a cena de você, só, na casa vazia, com a cena (fantasiada) dos outros, em celebrações cheias de risos... Sofre a dor real da solidão porque a solidão dói. Dói uma dor da qual pode nascer a beleza. Mas não sofra a dor da comparação. Ela não é verdadeira."

Fortalecer a auto-estima - a capacidade de gostar de si mesmo - é o primeiro passo para se sentir completo, sem procurar preencher o vazio interior no contato com outras pessoas, o tempo todo. "A chave é separar o amor-próprio da aprovação dos outros", ensina Monica von Koss.

Às vezes, só descobrimos o lado bom da solidão no distanciamento voluntário da família ou dos amigos. O gerente de marketing Luís Pedro Ferreira, 35 anos, de São Paulo, morava com os pais quando foi fazer um curso nos Estados Unidos. "Perdi o medo de estar só comigo mesmo e aprendi a gostar de minha própria companhia", conta.

"Todo mundo deveria morar sozinho um tempo, para se conhecer", sugere a consultora de moda gaúcha Francesca Sperb, 26 anos. "Você precisa fazer supermercado, pagar a faxineira. Descobre que é responsável por si mesmo." Ela mudou-se há um ano para São Paulo: "No começo, fiquei com medo, pois diziam que eu ia me sentir solitária numa cidade tão grande. Mas estou curtindo a independência".

Parada obrigatória

Períodos de recolhimento são fundamentais para avaliar o rumo da vida. "São momentos de acalmar as emoções e se desligar do cotidiano, para obter clareza nas prioridades e no que é preciso para ser feliz", continua Monica von Koss. Essa reflexão ajuda a discernir em que momentos basta ficar consigo mesmo e quando é melhor procurar companhia.

Às vezes, desperdiçam-se oportunidades de reflexão emendando uma atividade na outra. É comum ao se flagrar sozinho, ligar a TV, o som, o computador - ou de preferência tudo ao mesmo tempo. Essa é uma das muitas formas de fugir de si mesmo.

Sábio, o corpo pode causar desses escapes e exigir uma pausa para que haja uma recomposição interna. "Uma enxaqueca ou dor nas costas valem como aviso de que é preciso sair da roda-viva", salienta Maria Dolores Cunha Toloi, psicóloga do Instituto Sedes Sapientae, de São Paulo.

Por não perceber que cada indivíduo cria seu próprio vazio existencial, não é difícil cair na armadilha e acreditar que arrumar um parceiro é a única saída para a solidão. "É um erro, pois inúmeras pessoas casadas se sentem solitárias por não terem diálogo nem troca com o companheiro", lembra Monica von Koss.

Em busca do amor

Ao romper uma relação amorosa, para muitos surge a necessidade de procurar uma nova companhia, para fugir do autoquestionamento e não enfrentar a dor. "A tendência é sair logo em busca de outro relacionamento para preencher o vazio que ficou do anterior", explica o psicólogo Ailton Amélio da Silva, de São Paulo.

Mas o caminho inverso pode ser mais compensador. Ao terminar um relacionamento há cinco meses, o administrador de empresas Elvio Côrrea Porto, 41 anos, de São Paulo, decidiu se dedicar mais a seu curso de mestrado. "Enquanto namorava, era complicado administrar o tempo a dois, pois a faculdade exige provas e trabalhos, e eu tinha que estar sempre negociando minha ausência", afirma Elvio. "Estou aproveitando a fase para meu desenvolvimento pessoal. Se um novo amor aparecer, será bem-vindo. Mas agora não há nada que justifique ficar com alguém só por ficar", completa ele.

Hoje, muita gente vive a solidão como uma situação embaraçosa. Especialmente as mulheres, que crescem acreditando que precisam sempre se voltar aos outros - maridos, namorados ou filhos. "Elas são condicionadas a achar que, se estão sozinhas, falta algo em sua vida", diz a psicóloga Monica von Koss.

Mesmo casada e com duas filhas, a terapeuta corporal paulistana Antonieta de Oliveira Novaes, 40 anos, sempre fez questão de manter espaço para estar em contato consigo mesma. Ela delimitava esse espaço fisicamente em sua casa, trabalhando a sós no seu ateliê. Com duas filhas crescidas, de vez em quando ela passa um fim de semana sozinha na casa de praia em Ubatuba. "Quero acordar e comer na hora em que quero, resgatar o ritmo pessoal de minha época de solteira", conta Nêta, como é conhecida. "Muita gente que não tem obrigações familiares não desfruta desse tempo precioso que tem a seu dispor."

Espaço para criar

Se você está só, descubra como usufruir dessa liberdade pessoal. O primeiro passo é concretizar metas sem vinculá-las ao encontro com a pessoa perfeita, princesa ou príncipe encantado que vai se encaixar em seus sonhos. 

Tente também mudar os padrões de pensamento - por exemplo, dando um novo significado a datas como Dias das Mães ou dos Namorados, que trazem uma nuvem de tristeza para quem está só. Rosely Faiguenboim Lembo, 53 anos, dona de um pet shop em São Paulo, transformou o Natal em uma comemoração entre amigos. "Na família, os mais velhos foram morrendo, os jovens casaram, e ficou aquele clima pesado, chato", relata. Agora, ela, o marido e mais dois casais se reúnem no dia 25 de dezembro para festejar sem o peso da obrigação. "Somos uma família de amigos", resume.

Depois, desenvolva sua criatividade. Desenhar, pintar, bordar, escrever ou realizar qualquer atividade artística, por exemplo, vai ajudar a contatar seu universo interior. Uma volta na praça ou no parque também pode ser uma maneira prazerosa de usar as horas de solidão par um encontro consigo mesmo.

Ampliar o leque de interesses e buscar adquirir conhecimento, ir ao cinema, frequentar exposições ou eventos culturais também faz diferença. "Quem sai e circula acaba conhecendo gente interessante", lembra Monica von Koss. Para isso, é preciso reprogramar o olhar sobre outras pessoas, com menos preconceito e mais condescendência, humildade e disponibilidade. Certamente, vai-se descobrir em volta gente com ideias e opiniões interessantes, fazer novos amigos e, quem sabe, até encontrar um amor.


(texto publicado na revista Bons Fluidos nº 41 - outubro de 2002)

Você já tem tudo que precisa - Dr. Felipe Ferreira, quiropraxista


Sim, o organismo humano tem um poder inato para manter a sua própria saúde.

Para viver, ele precisa de oxigênio e nutrientes importantes e o corpo sabe direitinho o que precisa fazer e como fazer. Que quantidade de hormônios precisa secretar, qual a frequência respiratória adequada, qual a frequência cardíaca adequada, etc. Até quando passamos por situações de estresse, o corpo libera adrenalina, aumentando a frequência cardíaca para preparar o corpo para lutar ou fugir.

Nós possuímos a chamada Inteligência Inata, que cria e cura - tanto que se ficamos resfriados o corpo pode reagir com uma febre para eliminar o "invasor" (vírus) e mesmo sem tomar remédios, dentro de alguns dias já estamos bem novamente. Portanto, essa força é responsável pela organização, manutenção e cura do corpo.

Quando removemos uma interferência no Sistema Nervoso (por meio de um ajuste na coluna vertebral), a Inteligência Inata pode então atuar (através do Sistema Nervoso), para sanar as necessidades do corpo. Então, para que a Inteligência Inata esteja funcionando e conseguindo exercer suas funções plenamente, é necessário que o Sistema Nervoso esteja livre de interferências, ou seja, livre de subluxações vertebrais.

A subluxação vertebral é um desalinhamento de uma vértebra que causa interferência no Sistema Nervoso, diminuindo a comunicação do cérebro com o restante do corpo e impossibilitando que o corpo se expresse no seu potencial máximo.

Pessoas cujas colunas são ajustadas regularmente têm um Sistema Nervoso livre de interferências, consequentemente mantém seus corpos funcionando 100% bem, adoecem menos e estão desfrutando de mais saúde e bem estar.


(texto publicado na revista Leve & Leia março/abril de 2017)

5 dicas para sua garrafa d'água não ficar cheia de bactérias


Sabe o recipiente que muita gente leva por aí para matar a sede? Se alguns cuidados não forem tomados, ele pode virar um prato cheio para os micróbios!

O alerta soou com uma investigação do instituto americano Treadmillreviews.net, especializado em dados sobre esteiras ergométricas, que analisou a presença de bactérias em garrafas usadas por 12 praticantes de atividade física durante uma semana sem passar por lavagem. O resultado foi assustador: em alguns casos foram encontrados mais germes do que em vasilhas para alimentar cachorros! A primeira colocada no ranking da contaminação foi a garrafinha conhecida como slide top, aquela em que a tampa precisa ser deslizada para que o usuário tenha acesso ao líquido. Logo depois ficaram as do tipo squeeze (que esguicham a água direto na boca), seguidas pelos modelos com tampa de atarraxar.

Na avaliação, os recipientes que têm um canudo embutido interno foram os que apresentaram o menor número de bactérias. Segundo os autores do inquérito, isso acontece porque as gotas ficam acumuladas na base do canudo, em vez de se concentrarem na superfície exposta, local mais atraente para os micróbios se instalarem. As constatações do pequeno experimento não são motivo para jogar o recipiente no lixo. "A maior parte desses micro-organismos vem da nossa boca e normalmente não provoca doenças", esclarece o clínico e infectologista Paulo Olzon, da Universidade Federal de São Paulo. Os achados reforçam, porém, a importância de higienizar (ou trocar) o acessório pensando em alguns contextos.

"Embora a presença desses agentes não ofereça por si só, fatores como feridas na boca ou imunidade debilitada facilitam sua chegada à corrente sanguínea, o que pode desencadear mal-estar, diarreia... ", observa a infectologista Raquel Muarrek, do Hospital São Luiz Morumbi, na capital paulista.

Lavar o acessório com água e detergente com regularidade é suficiente para barrar ameaças do tipo. "Muita gente negligencia esse hábito pelo fato de a garrafa ser de uso particular", conta o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria. Não caia nessa e respeite alguns cuidados.

Um miniguia para comprar e conservar a garrafinha

1. Melhor escolha

Prefira as que têm canudo interno e formato mais fácil de ser higienizado. Optar pelo inox é uma boa, pois ele dificulta a instalação das bactérias.

2. Se for de plástico

Fuja de embalagens com símbolo de reciclagem com números 3 ou 7. Eles indicam presença de bisfenol A. Evite usar a mesma garrafa de água mineral todo dia.

3. Quando trocar

Apesar de não haver prazo certo para isso, é prudente substituir a garrafa se houver ranhuras e desbotamento da cor, sinais de que já está velha demais.

4. Higienização

Lave toda vez que ela for usada, dando atenção aos locais de difícil acesso, como as rosca da tampa e as bordas do canudo. Uma escova de mamadeira ajuda.

5. Transporte

Proteja o biquinho, evite quedas ou batidas e não deixe a garrafa por muito tempo em locais abafados, como o carro, algo que favorece os micróbios.


Fonte: mdemulher, vida saudável



(texto publicado na revista Leve & Leia março/abril de 2017)

domingo, 28 de maio de 2017

Italian Songs - I classici della musica italiana



01 Renato Carosone - 'o sarracino 00:00 02 Domenico Modugno - Nel blu dipinto di blu (Volare) 03:10 03 Fred Buscaglione - Che bambola! 06:49 04 Mina - Tintarella di luna 09:13 05 Celentano - Il tuo bacio è come un rock 12:13 06 Enrico Caruso - O sole mio 14:12 07 Nicola Arigliano - I Sing Ammore 17:27 08 Nilla Pizzi - Grazie dei fior 19:50 09 Fred Buscaglione - Guarda che luna 23:39 10 Claudio Villa - Corde della mia chitarra 26:02 11 Domenico Modugno - La donna riccia 28:56 12 Gino Paoli - Il cielo in una stanza 31:33 13 Johnny Dorelli - Boccuccia di Rosa 33:55 14 Beniamino Gigli - Ti voglio tanto bene 26:29 15 Dalida - Milord 39:19 16 Fred Buscaglione - Buona sera signorina 43:09 17 Don Marino Barretto - Come prima 45:47 18 Mina - Nessuno 48:22 19 Renato Carosone - Tu vuo' fa' l'americano 50:23 20 Peter Van Wood - Butta la chiave Gelsomina 53:51 21 Teddy Reno - La più bella del mondo 56:57 22 Teddy Reno - Piccolissima serenata 59:55 23 Peter Van Wood - Tre numeri al lotto 1:03:05 24 Renato Carosone - Malafemmena 1:05:48 25 Nilla Pizzi - Vola colomba 1:08:36 26 Marino Marini - 'na voce 'na chitarra 1:12:04 27 Wilma De Angelis - Non avevo che te 1:14:37 28 Renato Carosone - Torero 1:18:08 29 Fred Buscaglione - Eri piccola così 1:21:09 30 Domenico Modugno- Vecchio frack 1:24:04 31 Claudio Villa - Usignolo 1:28:40 32 Celentano - Ciao ti dirò 1:32:11 33 Massimo Ranieri - Rose Rosse 1:34:47 34 Umberto Bindi - Il mio mondo 1:37:59 35 Domenico Modugno - Musetto 1:40:26 36 Beniamino Gigli - Non ti scordar di me 1:43:59 37 Quartetto Certa - Nella vecchia fattoria 1:47:19 38 Peter Van Wood - Via Montenapoleone 1:50:11 39 Dalida - La strada dei sogni 1:53:04 40 Beniamino - Gigli Mamma 1:55:58 41 Mina - Folle banderuola 1:59:02 42 Enrico Caruso - Core 'ngrato 2:01:47

A Tribute to Burt Bacharach Concert at The White House


The Most Touching and Beautiful Soundtracks


John Barry Memorial Concert (June 20th, 2011) Royal Philharmonic Orchestra


Diário de vida: A história de Elsa (Born Free - 1966)


O primeiro  filme do qual me lembro se chama Born Free (A história de Elsa) que conta a história verídica de uma leoa chamada Elsa que é adotada por um casal, mas quando ela cresce percebem que deve viver em liberdade e a levam a uma reserva no Quênia.

A música-tema que dá nome ao filme, Born Free, foi composta por John Barry, autor de várias trilhas sonoras, como por exemplo, do filme Em algum do passado (Somewhere in time) estrelado por Christopher Reeve e Jane Seymour. 


Intervista con Michael Radford - testimonianza su Massimo Troisi (Bifest 2014 - Ilikepuglia)


Intervista con Michael Radford - ricordando Massimo Troisi


Diário de vida: Renkon


Ontem fui à Liberdade porque queria comprar algumas revistas sobre lírica e como estava na hora do almoço fui ao Nandemoya. Hoje posso dizer que comi bem, quer dizer com um pouco mais de apetite. Um peixe grelhado delicioso, mas principalmente o renkon. Faz tempo que não o comia e estava muito gostoso. Não me lembrava mais do nome e tive que perguntar para uma funcionária do restaurante. Eis uma receita feita com ele.


quinta-feira, 25 de maio de 2017

La voce ha adesso un volto - Roberto Gentile


Mi sono piaciute molto le interviste rilasciate da Il Volo alla Radio Subasio ma anche la voce dello speaker che ha intervistato i ragazzi. Si chiama Roberto Gentile e nel seguente video è ospite della Radio Siani.



segunda-feira, 22 de maio de 2017

Trionfale debutto del tour mondiale al Radio City Music Hall di New York - Patrizia Ciava (Italia Ri-unita)



Applausi scroscianti, ripetute standing ovation e lanci di fiori hanno scandito il concerto del trio italiano di pop-opera, Il Volo, al Radio City Music Hall di New York, lo scorso sabato 4 marzo, prima tappa di un tour che li porterà ad esibirsi in 15 Stati americani prima di approdare in Italia e in Europa.

Impeccabili nei loro tuxedo blu scuro “Made in Italy”, ed accompagnati per la prima volta da una orchestra sinfonica, il trio di giovanissimi, composto dai tenori Piero Barone e Ignazio Boschetto e dal baritono Gianluca Ginoble, hanno scaldato con le loro possenti voci e appassionate esecuzioni i cuori e le anime di fan di ogni età, tra cui anche molti giovanissimi, accorsi per il debutto della loro formidabile tournée.

Il Radio City Music Hall, che gli Americani definiscono “Showplace of the Nation”, non è semplicemente un teatro di New York, ma è “il teatro”, il tempio della musica e dello spettacolo per antonomasia. Fin dagli anni ’30 ha intrattenuto intere generazioni con concerti, programmi radiofonici e televisivi e spettacoli di ogni genere; sul suo palco si sono esibiti artisti del calibro di Frank Sinatra, Aretha Franklin, i Pink Floyd e Liza Minnelli.

I membri de Il Volo sono tra i più giovani artisti di tutti i tempi ad aver raggiunto un successo globale tale da potersi esibire lì per ben tre volte facendo il tutto esaurito. Il loro primo concerto si era tenuto nel 2013, il secondo l’anno dopo. I tre ragazzi non ancora ventenni, con il loro stupefacente talento vocale e interpretativo, avevano letteralmente incantato il pubblico di oltre 6000 spettatori ed entusiasmato la critica musicale, contribuendo a diffondere ulteriormente la loro fama in tutto il continente.

E la magia si è ripetuta anche questa volta.

In una fredda notte newyorkese, con il loro “Tributo ai Tre Tenori”, i cui biglietti erano sold-out già da novembre, e con un sofisticato repetorio comprendente arie di lirica e brani in italiano, inglese e spagnolo, Il Volo ha infiammato la platea del RCMH che ha tributato loro entusiastiche standing ovation dopo ogni esecuzione. Per assistere al concerto molti americani hanno affrontato estenuanti viaggi in auto da altre città e persino da uno stato all’altro. Le pagine dei gruppi social sono stati invase dalle foto dei fan che si ritrovavano nei bar e ristoranti di New York per un veloce spuntino prima dell’inizio del concerto, amicizie nate e fiorite online grazie alla comune passione per Il Volo, persone disposte a pagare 400 dollari a biglietto per immortalare un breve incontro post- concerto con i giovanissimi membri del trio.

Molti di loro, dopo essere stati a diversi concerti negli USA, a maggio si imbarcheranno addirittura su un volo transoceanico per assistere ad altri concerti in Italia e in Europa. Sul sito del Fanclub americano “Il Volo Flight Crew”si possono trovare le liste dei fan che verranno appositamente in Italia per assistere ai loro concerti a Roma, Verona e Taormina. Ma questa strabiliante dedizione e passione per Il Volo non è solo una prerogativa dei fan americani, alcuni si preparano a partire da città europee escluse dal tour e persino dal Canada e dal Giappone, come era già accaduto in occasione dei loro precedenti concerti a Taormina e Pompei, dove molti degli spettatori erano arrivati appositamente dall’estero.

Alcuni proseguiranno poi per Londra, dove, il prossimo, 23 maggio il trio si esibirà su un altro “palcoscenico per i più grandi del mondo”: il Royal Albert Hall. Dalla sua inaugurazione nel 1871, la Royal Albert Hall si è attentamente costruita una reputazione impeccabile. Qui si sono esibiti i più grandi artisti internazionali, direttori come Leonard Bernstein e Herbert von Karajan, orchestre come la Wiener Philharmoniker, e sono state ospitate anche performance pop di gruppi quali Beatles, Rolling Stones e più recentemente Coldplay e Stereophonics. Solo 7 artisti italiani vi si sono esibiti dal 1871 ad oggi. Oltre a Ludovico Einaudi, il grande pianista e compositore, Pavarotti e Zucchero (che con sei concerti detiene il record di presenze di un cantante italiano), altri quattro grandi artisti della musica italiana vi sono esibiti, Umberto Tozzi nel 1988 (registrandovi anche un album omonimo), Claudio Baglioni nel 2010, Laura Pausini nel 2012 e Luciano Ligabue nel 2012 e 2013.

Il 23 maggio 2017, Il Volo diventerà non solo l’ottavo artista italiano ad avere il raro privilegio di esibirsi al Royal Albert Hall ma, con la loro età compresa tra i 22 e 23 anni, saranno anche i più giovani ad aver mai calcato quel prestigioso palco. Prima di loro solo i Beatles e Bob Dylan, che aveva 23 anni quando tenne il suo primo concerto, sono riusciti a raggiungere un successo planetario che di solito altri artisti ottengono dopo 15-20 anni di carriera.

Il Volo è l’unica realtà italiana in grado di collezionare concerti sold-out in ogni parte del mondo, raggiungendo un pubblico eterogeneo la cui età spazia dai 5 agli 80 anni e oltre. Per questo motivo rappresentano un fenomeno unico e atipico nel panorama musicale internazionale.
Il Volo conta più di 4000 fan club sparsi in diversi paesi, da Singapore alla Serbia, dal Brasile alla Nuova Zelanda, dall’Australia alla Norvegia; i loro CD escono simultaneamente in più di 57 paesi e scalano subito i vertici delle classifiche dei dischi più venduti.

Ambasciatori delle loro rispettive regioni nel mondo, non esportano solo la musica italiana e il “belcanto” all’estero e tra le nuove generazioni ma incarnano la parte migliore dell’Italia, quella che riesce ad affermarsi grazie al talento, alla dedizione e all’impegno. Rappresentano un valore aggiunto per il nostro paese e meriterebbero l’attenzione ed il plauso non solo dei media ma soprattutto delle nostre istituzioni, non fosse altro che per lo straordinario ruolo che svolgono nel promuovere la lingua e la cultura italiana (non si contano i fan che dichiarano di studiare o di voler studiare l’italiano per comprendere e cantare le loro canzoni) e persino nell’incrementare il turismo, visto il gran numero di persone che vengono nel nostro paese solo per assistere ai loro concerti o per visitare i paesi natii dei tre giovani.

La lingua, veicolata attraverso la musica, ha una capacità seduttiva senza uguali e può aiutare ad accrescere l’attrattività ed il prestigio di una nazione nel mondo. Questo americani e inglesi lo hanno capito da tempo. E’ chiamata ”soft power” (potere soffice), cioè la capacità di attrarre, ricevere consensi, migliorare reputazione e desiderabilità senza bisogno di essere una grande potenza economica o militare.

Quando anche le stelle si inchinano al Volo - Valeria Bosch (Patrizia Ciava - Italia ri-unita)



Shakespeare diceva che non vi è mondo al di fuori delle mura di Verona (“there is no world outside Verona walls”, Romeo and Juliet, atto III, scena III) e sebbene per me, veronese di antica generazione, sia sempre stato così, mai è stato vero come oggi 19 maggio 2017: infatti è concentrato qui, in Verona, anzi nella sua antica Arena, il mondo che stasera voglio sia mio, il mondo di cui voglio godere, che voglio assaporare e centellinare!

Da oltre due anni seguo e amo la musica di tre giovani che per assurdo potrei arrivare a dire mi sono ormai quasi più familiari dei miei stessi figli, in quanto ogni giorno mi informo sui loro spostamenti, sui loro concerti, ogni giorno ascolto il loro canto, gioisco di ogni loro successo, mi arrabbio e, se necessario, combatto se vengono ingiustamente attaccati e offesi. Per la prima volta stasera li vedrò dal vivo, ma tengo le mie emozioni ben chiuse dentro di me, infatti solo per amore filiale mi sta accompagnando mio figlio, lui non è un loro ammiratore, anzi appartiene alla categoria di coloro che li deridono senza conoscerli.

Arriviamo verso le nove, faccio appena in tempo a notare alcune signore che si abbracciano freneticamente e penso, sorridendo, che sicuramente si tratta di amiche Facebook che finalmente si sono conosciute in carne ed ossa! l’unica persona che riconosco è il manager Torpedine che sulle gradinate a lato del palcoscenico passeggia nervosamente. Ed ecco accendersi le luci sul palcoscenico, l’orchestra, il direttore e poi…loro, eccoli, stranamente resto fredda, sono come li ho visti un milione di volte su Youtube, alla TV, in DVD, essere ora a pochi metri di distanza non mi trasmette alcuna emozione particolare.

Aspetto. E aprono bocca: è il “Nessun dorma” di Puccini, ed improvvisamente tutto cambia, è una specie di miracolo. Sono scesi gli angeli dal cielo a cantare, in questa fredda serata veronese, le loro voci, per quanto superbe possano essere in registrazione, dal vivo sono tutta un’altra storia, il volume di voce e di armonia che ti investe e ti schiaccia ha dell’inverosimile! Prima la voce di Gian, calda e sinuosa, ti avvolge e ti irretisce in morbide spire di velluto, quasi desideri di non riuscire a districartene più tanto ti ammalia, è semplicemente perfetto nei toni, nei passaggi, nei giri armonici; poi entra Ignazio con quella voce allo stesso tempo irruente e vigorosa, ma anche commossa e appassionata, che ti prende per mano e ti trasporta per prati in fiore, acque cristalline e cieli azzurri, una voce che in alcuni passaggi si carica talmente di passione da essere capace di scatenare le emozioni dal più profondo, i desideri più nascosti, una commozione ancestrale che mai avresti pensato di poter provare.

Infine arriva a chiudere il cerchio lui, Piero. Caro Piero, a te devo delle scuse, mi cospargo il capo di cenere e provo rammarico per tutte le volte che nei miei commenti ho scritto che la tua voce, pur essendo bellissima e potente, non riusciva ad esercitare su di me nè la seduzione della voce di Gian, nè la passione della voce di Ignazio. Quando hai iniziato la tua parte, sono rimasta letteralmente annichilita, una voce così piena, con una tale possanza armonica, un timbro così magnificamente profondo proprio non me l’ aspettavo: la tua voce faceva rimbombare l’ Arena carica di secoli e io con la fantasia vedevo i gladiatori smettere di combattere e i leoni zittirsi per ascoltare!

Allora ho girato lo sguardo verso mio figlio e non credevo ai miei occhi: aveva un’espressione stralunata, sbalordita, mi guardava come per dire: “ma come è possibile?” e ho realizzato che i muri erano caduti, che il Volo aveva vinto un’ altra battaglia! Il tributo del pubblico è travolgente, applausi e ovazioni si susseguiranno senza contarli fino alla fine, in Arena la “notte magica” diventa ancora più magica, in pochi altri posti al mondo lo spettacolo è duplice, uno si svolge sul palcoscenico, l’altro sugli spalti: il colpo d’occhio sulla conca piena fino all’inverosimile è di quelli che non si dimenticano e i due spettacoli si fondono insieme fino quasi a farti sentire smarrito.

Il concerto continua senza un attimo di cedimento, senza che vi sia mai, da parte dei tre ragazzi, un calo di resa, un appannamento di voce: e così sfilano tutte le arie che già tante volte abbiamo apprezzato, a tre voci, a due , gli assolo. Un pò mi è spiaciuto che, rispetto Firenze, sia mancata “Mamma”, così tenera, ma evidentemente qualche taglio si è reso necessario per far posto a quelli che alla fine sono stati i brani più commoventi della serata: una splendida “Caruso” di cui i ragazzi rendono un’interpetazione che, ne sono sicura, sarebbe stata applaudita dallo stesso grande Lucio, e l’incomparabile “Ave Maria, mater misericordiae”, che Gian, Ignazio e Piero eseguono in maniera talmente ispirata da trasformarla in un’immensa preghiera corale, capace di toccare il cuore di chiunque, credente o non credente che sia. Verso la fine del concerto riflettevo a quanta strada hanno fatto i ragazzi dal concerto di Firenze ad oggi, il loro miglioramento è palpabile, emanano sicurezza, forza, padronanza di testo e note: la loro musica compie il miracolo di trasportarti, mentre li ascolti, su un’isola felice, una specie di isola dei beati dove vige solo la legge dell’amore e le sue espressioni sono il bello e il buono.

Le loro voci, in questo periodo, sono in assoluto le più belle che abbiamo in Italia e mi sento fiera al pensiero che tra pochi giorni porteranno a rifulgere il nome italiano in quell’ esclusivo tempio della musica che è il Royal Albert Hall di Londra. Il concerto è alla sua ultima esecuzione e, mentre i ragazzi , felici, si abbandonano in mezzo al tripudio generale ad un finale matto e festoso con il loro “Grande amore”, io, che sento l’ostilità di mio figlio ormai dissolta e anzi diventata complicità, faccio un gesto da ragazzina, mi alzo e tento di andare sotto al palco, ma una severa bodyguard mi blocca, ed allora non mi resta che alzare gli occhi al cielo di Verona, quel cielo che stasera doveva travolgerci tutti con tuoni e fulmini, e che invece si è trapunto di stelle, perché ha sentito il dovere di adeguarsi alla magia e all’incanto di una notte come questa.

E mentre abbandoniamo l’ Arena, gli echi delle ultime note si spengono nell’aria, ma non nei nostri cuori dove resteranno a lungo, per conservare gli effetti magici della musica alata che stasera ci è stata donata.