sábado, 31 de março de 2012

Diário de vida - Alta frequência

O que você faria se tivesse a chance de voltar no tempo e mudar apenas um evento na sua vida? John Sullivan (James Caviezel) tem a resposta na ponta da língua: desfaria os eventos de 12 de outubro de 1969, quando um incêndio matou seu pai (Dennis Quaid), um heróico bombeiro.

Desde então, John sonha em ter conseguido impedir a tragédia daquele dia fatal, que fez com que sua vida como adulto se tornasse cheia de raiva e solidão. Mas agora John pode conseguir realizar seu desejo. Um dia antes do aniversário da morte do pai, em meio a uma terrível tempestade, John encontra o rádio velho de seu pai.

Apesar da estática, ele consegue conversar com um homem que diz ser um bombeiro e que jogou nas World Series de 1969, assim como seu pai. Mas será que John está mesmo falando com seu pai, ambos na mesma casa, no mesmo rádio, mas com três décadas de distância entre eles?

Comprei esse filme no supermercado sem saber direito o motivo. Sou fã do Dennis Quaid e me interessei também pela sinopse contida na contracapa do estojo do DVD. Fiquei surpresa com o filme e o vi várias vezes. Sempre me senti atraída por filmes e livros que falam de viagens no tempo, principalmente os que permitem resgatar ou "consertar" algumas coisas.

"Alta frequência" sem dúvida está na minha lista de preferidos.




Tênis ou frescobol ?



Rubem Alves no Programa do Jô


Cose da non fare in Giappone


Piccole differenze culturali Italia-Giappone

La pizza in Giappone

Diario di vita - I silenzi giapponesi


Curiosando su Youtube ho trovato una serie di video in cui un italiano parla della sua esperienza in Giappone.

Il seguente video che parla dei silenzi giapponesi è molto interessante perché conferma l'impressione che mia madre, nata a Fukuoka, ha avuto dei suoi connazionali. Che non ti dicono in faccia quello che pensano, ma alle spalle. Non é come il popolo italiano che se ha qualcosa da dire non fa complimenti.

Anche se sono nippobrasiliana, a volte mi sento giapponese, a volte brasiliana. Per quanto riguarda il fatto di dire quello che penso sono molto, ma molto italiana nell'atteggiamento benché i miei genitori siano tutti e due giapponesi.


 

Ofuro - tutorial di come ci si lava in Giappone

Italians in Japan (audio in italiano)








Lost in Japan - alcuni brani (audio e sottotitoli in italiano)










Greenfingers - a short film about love and grasscutting

Você pode curar a sua vida - Louise L. Hay (legendas em português)

The Ron Clark Story (legendas em espanhol) - filme com Matthew Perry, da série "Friends"


Video promozionale di Senigallia (AN) - Lorenzo Cicconi Massi


Senigallia, la "spiaggia di velluto", città nella quale ho vissuto per un anno e non dimenticherò mai questo meraviglioso soggiorno nelle Marche.



Venezia

Murano (VE), l'isola del vetro - Gianni Rizzo

Il restauro del Teatro La Fenice a Venezia - Federico Zeri

A vida é um sopro - Oscar Niemeyer (fragmentos)

Teatro Municipal de São Paulo



Museu Paulista da USP - Museu do Ipiranga (Programa Conhecendo Museus)

Museu de Arte de São Paulo (MASP) (Programa Conhecendo Museus)

Teatro alla Scala di Milano

La Traviata con Andrea Bocelli e Angela Gherghiu


Água e fibras ajudam no bom funcionamento do intestino (Programa Bem Estar)

Diário de vida - Gaijin - caminhos da liberdade


"Gaijin", dirigido por Tizuka Yamazaki, é o primeiro filme a contar a saga da imigração japonesa no Brasil. Além do significado familiar, esse filme me marcou muito pelo fato da minha mãe ter aparecido como figurante em uma cena dentro do trem, assim que os protagonistas chegam no Brasil. Várias colegas de dança dela tinham ido para participar do filme, mas só a minha mãe apareceu efetivamente, mesmo que por alguns segundos, no filme. Fomos ao cinema para assistir á estréia e quando vimos a cena nós duas gritamos de alegria.

Além dos atores japoneses convidados para participar da produção, temos atores importantes como Gianfrancesco Guarnieri que obviamente faz o papel de um imigrante italiano e Antonio Fagundes que trabalha na fazenda onde os imigrantes vão trabalhar. É interessante ver as primeiras dificuldades tanto em relação à língua quanto à diferença de culturas.


Legião Urbana (Acústico MTV)

Renato Russo (Por toda minha vida)

Como aliviar as dores crônicas (Globo Repórter)


Desperdício de alimentos (Globo Repórter)

Comidas que emagrecem (Globo Repórter)

O que fazer após os 50 anos (Globo Repórter)

A saúde no Brasil (Globo Repórter)

Alimentos orgânicos (Globo Repórter)

Tim Maia (Por toda minha vida)

Alunos e professores enfrentam dificuldades em sala de aula (Profissão Repórter)

A vida do professor e educador Ron Clark


Ron Clark Academy

Biografia

Clark foi educado na East Carolina University, da Carolina do Norte, através do programa de Fellows e aceitou um emprego em Aurora, Carolina do Norte, após a sua formatura em 1994. Quatro anos mais tarde, partiu para o Harlem desejando um emprego como professor num estabelecimento dessa área de Nova Iorque.

O projecto mais recente de Clark é a Ron Clark Academy, uma escola privada sem fins lucrativos, em Atlanta, Geórgia, onde os alunos seguem um currículo único. A escola também oferece aos alunos oportunidades de viagens internacionais e oferece oficinas de formação de professores para aprender mais sobre os métodos de Clark.

O primeiro ano que Clark passou no Harlem, foi o tema de um filme para televisão, “The Ron Clar Story” (conhecido como “O Triunfo” no Brasil), no qual a sua figura foi interpretada por Matthew Perry. Clark é conhecido pela sua capacidade de melhoria de resultados em testes usando métodos únicos e inovadores que incorporam inovação, criatividade e 55 regras de sala de aula. Já esteve em vários programas de TV nos Estados Unidos, incluindo duas aparições no Oprah Winfrey Show, no qual Winfrey se referiu a ele como seu primeiro "Phenomenal Man". Clark recebeu a distinção “Professor Disney 2001”

A “Ron Clark Academy”

A “Ron Clark Academy”, está alojada num armazém de tijolo vermelho localizado no sudoeste de Atlanta, Geórgia. Os alunos são de famílias pobres ou ricas. Clark tinha planeado construir a escola dez anos antes de conseguir começar a sua construção. Com o produto de seus dois livros: “The Essential 55” e “As excelentes 11”, Clark obteve um financiamento adicional para o projecto que acabou por custar mais de três milhões e meio de dólares norte-americanos. A academia foi criada em 25 de junho de 2007. As aulas começaram para os alunos em 4 de setembro de 2007.

Tecnologia e instalações

Cada sala de aula tem computadores portáteis, quadros interactivos, câmaras digitais, projectores e equipamentos de áudio e vídeo. Além das salas de aula equipadas tecnologicamente, a escola oferece aos alunos um estúdio de gravação, uma câmara escura, uma biblioteca de dois andares, um ginásio, e um estúdio de dança. A “Ron Clark Academy” usa computadores doados em todas as salas de aula e escritórios Como resultado, os alunos podem estudar fotografia, produção de música e liderança empresarial.

População estudantil

Os alunos que frequentam The Ron Clark Academy vêm de uma variedade de origens, incluindo estudantes de famílias de elevada riqueza. Devem passar por um processo de selecção, para entrar na escola. Os pedidos de inscrição dos alunos são revistos por Ron Clark e outros professores e os estudantes são seleccionados para serem entrevistados pela escola. Se o aluno é aceite, os pais devem assinar um contrato de obrigação em que aceitem ser voluntários 10 horas do seu tempo de cada trimestre. Eles também têm que autorizar o seu filho para ir em viagens em campo obrigatório essenciais ao currículo. Em 31 de outubro de 2008, os alunos da “Ron Clark Academy" foram nomeados a Pessoa ABC da Semana pela ABC World News Tonight. Como resultado, eles também foram convidados para se apresentar no 2009 WN2009.

Livros

Ron escreveu dois livros. O primeiro, chamado “The Essential 55”: um livro com regras do educador para descobrir que existe um estudante potencialmente bem sucedido em todas as crianças (2003). Esta obra está publicada em 25 países. Em 2004, Ron Clark publicou “11 Excellent” ("As 11 excelentes"): qualidades que os professores e os pais devem usar para motivar, inspirar e educar as crianças. Em Dezembro de 2008, Oprah Winfrey doou 365 000 dólares a Ron Clark pela sua profunda dedicação ao ensino.

Visão geral

A obra de Ron Clark é indiscutivelmente um enorme tributo à educação intercultural e cidadania, bem como à própria educação especial. Ron Clark é também influenciado por autores da “Escola Nova”, embora isso não transpareça no que diz. Mas a ênfase no trabalho para além das matérias curriculares tradicionais, as viagens de estudo e a constituição da sua “Academia” lembram os autores/pedagogos da “Escola Nova”. Por outro lado a vida de Ron Clark é um hino à crença na educabilidade do homem, não deixando de ter traços utópicos, dada a extrema generosidade do professor. Durante a sua estadia no Harlem, teve dois empregos (foi empregado de um restaurante) pois desse modo custeava – a expensas próprias – muito do material que usava nas aulas. Sofreu um esgotamento físico e esteve muito doente, mas mesmo assim continuou a trabalhar. É evidente que Ron Clark pode ser considerado um “filho de Rousseau”, mas o seu trabalho não é facilmente copiável por muitas pessoas, que não estão dispostas (nem têm que estar) a fazer os sacrifícios que Ron Clark fez. Dele se pode dizer: “Quem não distingue uma criança de um telefone faz lembrar quem confunde a betoneira com a lata de tinta. Seja para esses a Educação Permanente, de preferência do berço ao túmulo. Enquanto não se realizar o muito provável futuro dos clones, o dever dos professores é lutar pelo sonho, ainda que considerem que têm razão contra a História, e que por isso mesmo lutam para perder.”

(extraído de Wikipedia)





Ser professor...

sexta-feira, 30 de março de 2012

A glândula pineal - Dr. Sérgio Felipe de Oliveira



La carne alla griglia

La griglia è senz'altro il sistema più diffuso di cucina all'aperto in quanto risolve al più presto il problema di cuocere alla svelta tanti e diversi pezzi di carne.

Per la cottura alla grigilia il miglior combustibile rimane senza dubbio la brace: oggi si trovano in commercio anche griglie a gas o elettriche che danno ugualmente ottimi risultati.

La griglia deve preferibilmente essere sottile: in tal modo assolverà alla funzione di sostenere la carne, mentre la cottura avverrá per irradiazione della brace.

I ferretti della griglia devono essere brucianti: la carne rossa deve ricevere di colpo un calore molto forte, così da formare immediatamente uno strato superficiale rosolato da entrambi i lati che impedisca la fuoriuscita dei succhi: meglio adoperare una paletta o una pinza.

Alla griglia si devono cuocere i pezzi di carne piccoli, lasciando per lo spiedo i pezzi grandi.

Infine, è fondamentale salare la carne solo a cottura quasi ultimata.

Tra i tagli più adatti per le grigliate segnaliamo lo scamone, la fesa, dalla cui parte interna si ricavano ottime bistecche e la noce.

Il brasato

Per brasare un piatto di carne lo si deve cuocere lentamente in un recipiente chiuso a tenuta d'aria, senza alcuna evaporazione.

La carne deve essere contornata di ossa sminuzzate, di ritagli di altra carne, di cotenne sbollentate, di legumi e vari condimenti. In questo modo si conserveranno tutti i succhi e tutto il sapore della carne che si arricchirà con gli aromi e i succhi degli elementi che l'affiancano nella cottura.

Brasare è un tipo di cottura che necessita di cure attente e minuziose, solo infatti con una cottura lenta e molto dolce - il tempo di cottura dipende dal taglio di carne - si otterrà una carne "fondente".

I recipienti più adatti per l'operazione sono la brasiera di rame stagno o la casseruola con un coperchio tale da potervi sovrapporre della brace bollente.

Il miglior brasato lo si ottiene infatti usando come combustibile la brace sopra e sotto anche un forno a calore dolce dà dei buoni risultati. I tagli migliori per il brasato sono il campanello e il taglio reale.


Meus "profissionais": Entrevista com meu massagista-acupunturista Giovanni

Continuando com a série de entrevistas que comecei com o meu aluno Dudu, agora é a vez de meu massagista-acupunturista, Giovanni, que trata de mim há aproximadamente dez anos.

O seu interesse pela massagem começou quando ele tinha aproximadamente seis anos porque um massagista amigo do pai fazia visitas em domicílio para atender vários membros de sua família que tinham problemas articulares.  Isso o fascinava e,  como toda criança,  prestava atenção no que o terapeuta fazia como estralar a coluna  e percebia que as pessoas saíam felizes da sessão pela fisionomia de alívio.  Ele queria ser como o massagista, que ajudava as pessoas e as tornava felizes.

Aos 16 anos ele e seus colegas decidiram fazer o exame para poder freqüentar o curso de técnico de metalurgia promovido pelo  SENAI, em uma idade na qual se começa a pensar em trabalhar e o salário nessa área era muito bom. Dos colegas Giovanni foi o único que passou e após 3 anos de curso e um de estágio feito em São João da Boa Vista,  onde teve a primeira experiência longe da família e aprendeu a se virar sozinho, começou a trabalhar. Foi durante o estágio que ocorreu um incidente grave com ele, mas que felizmente acabou bem. Ele inalou muito cloro no trabalho e ao ir para cama dormiu por 48 horas.

Giovanni gosta de trabalhar no ramo da metalurgia, mas nunca deixou de se interessar pelos tratamentos alternativos e como estava ganhando bem, pôde pagar o curso de massagem que freqüentou por dois anos. Nessa ocasião ele se deu conta da grande dificuldade que  todos nós temos de nos tocar e tocar os outros. Embora nos toquemos quando tomamos banho, por exemplo, não estamos prestando atenção em nosso corpo, se trata de uma atividade feita automaticamente e geralmente os nossos pensamentos estão longe dali. Ele teve aulas com o professor Armando Austregésilo, mas o curso não consistia só em aulas de massagem, mas também de nutrição, de anatomia, acupuntura, tratamento com ervas, pomadas. Além disso, ele teve aulas de auto-proteção, ou seja, aprendeu como não deixar que a energia (negativa) do paciente atinja o terapeuta.

Giovanni freqüentava também uma academia de Tai Chi Chuan, esporte que praticou por dez anos e foi ali que começou a trabalhar como massagista. Ele acabou se desligando da academia por ocasião de seu divórcio porque a sua ex-esposa a freqüentava também.

Chegou um momento em que não deu mais para conciliar as duas atividades e Giovanni optou por largar a metalurgia e montar uma clínica com vários sócios. Decidiu fazer vários cursos para complementar a sua atividade como massagista: dois anos de acupuntura sistêmica, 1 ano e meio de acupuntura constitucional e mais um ano de acupuntura koryo. Além disso,  fez curso de florais, Reiki (nível um) e esparadroterapia, entre outros. Ele disse que foi um período muito rico  no aprendizado sobre o ser humano. Na clínica ele trabalhou com vários profissionais e todos se reuniam para comentar sobre cada paciente a respeito da necessidade de usar mais de uma terapia ao mesmo tempo. Foi verificado que o processo de cura era mais acelerado. Por exemplo, se o mesmo paciente fosse atendido pelo acupunturista e pelo psicólogo ou outro profissional, em vez  de um ano, ele se recuperava em seis meses. Após 10 anos gratificantes na clínica, ele decidiu sair de lá por motivos pessoais. Após trabalhar em outros lugares sempre como terapeuta percebeu que não conseguiria se manter só com essa atividade e decidiu voltar para a área da metalurgia.

Atualmente ele atende os clientes em domicílio como é o meu caso e posso dizer que ele não é só o meu terapeuta. Como temos muitos interesses em comum relacionados com o autoconhecimento, durante a massagem e mesmo durante o tempo em que estou com as agulhas, ficamos trocando idéias. Só quando estou cansada acabo dormindo, mas acordo renovada como se tivesse descansado por várias horas.






















quinta-feira, 29 de março de 2012

Florais de Bach - 38 remédios

Mudanças na vida: loucura ou coragem (Programa Olga Bongiovanni)


Síndrome do Ninho Vazio (Programa Olga Bongiovanni)

Transtorno afetivo bipolar - Dr. Teng Chei Tung (Programa Olga Bongiovanni)

As várias versões da linda canção "Just the way you are"

Billy Joel em 1977


Diana Krall


Barry White



Este seu olhar - versão Toquinho e Diana Krall





Que maravilha - Toquinho, Vinicíus e Maria Creuza

Estou me preparando para fazer uma bela postagem em homenagem à dupla de compositores e cantores Vinícius de Moraes e Toquinho que fazem parte da trilha sonora de minha vida desde sempre. Enquanto isso curtam essa linda canção solar, apesar de falar da chuva.

Eu não gosto muito de sair na chuva por não gostar de molhar nem a cabeça nem os pés, mas se fosse para encontrar o meu amor eu faria esse "sacrifício" sem pestanejar.



Il bollito

Bollire o lessare significa un alimento in un liquido bollente, naturale o salato, più  raramente un fumetto, mai un grasso. Si deve regolare il calore in maniera che non nuoccia la carne. È quindi fondamentale sorvegliare attentamente l'ebollizione: se troppo forte o prolungata estrae tutti i succhi della carne diminuendone il sapore, se invece interrotta, se ferma la cottura e di conseguenza lo sviluppo degli aromi.

Per avere un buon bollito, per ottenere la tenerezza della carne e mantenere allo stesso tempo una certa fermezza, i succhi nutritivi e il sapore che le è proprio, si deve immergere il pezzo di carne in un liquido bollente. Al contatto del calore la carne si restringe chiudendo immediatamente i pori. In questo modo verranno conservati i succhi al suo interno fino a completa cottura.

Per la preparazione di un buon brodo è invece opportuno mettere la carne in acqua fredda scaldandola gradatamente. In questo modo si sciolgono le materie albuminose contenute nelle carni, facendole incorporare nel brodo. Le scorie salgono invece in superficie sotto forma di schiuma che si può eliminare facilmente con un cucchiaio.

I tagli di carne migliori per la bollitura sono: il muscolo posteriore, il sottospalla, la polpa di spalla, il petto, il collo e il muscolo anteriore. Quest'ultimo esclusivamente per brodo in quanto composto da muscoli tendinei e pertanto poco tenero.

Toquinho fala de sua carreira (Programa do Jô)





Entrevista com Toquinho e Paulo Ricardo (Programa do Jô)



Entrevista com Sebastião Salgado, José Saramago e Chico Buarque (Programa do Jô)









Entrevista com José Saramago (Jornal da Globo)




Saltimbocca alla romana (Giallo Zafferano)

Mozzarella in carrozza (Giallo Zafferano)


Tudo sobre a gripe (Programa Bem Estar)

Frio resseca a pele e cuidado com os cabelos (Programa Bem Estar)

Doce atração (Programa Bem Estar)

Frango 100% limpo (Programa Bem Estar)

Coração novo, hábito velho (Programa Bem Estar)

O jogo das calorias (Programa Bem Estar)

Terapia Hormonal - Dr. José Bento

Alimentos que ajudam no combate à celulite - Alessandra Coelho (Programa Você Bonita)

"Tomates verdes fritos" (da tela para o prato)

"Tomates Verdes Fritos", o delicioso filme americano sobre vidas femininas, inspirou inúmeros restaurantes a colocarem sua receita título no cardápio.

No filme, os tomates verdes fritos desempenham papel de coadjuvantes ilustres. Ocupam lugar de destaque nos letreiros escritos à mão na vidraça do café "Whistle Stop" (a parada onde o trem apita). Aparecem de passagem, no caminho entre a cozinha e o salão de mesas cobertas de toalhas xadreze, servidos pelas bonitas, sadias, sofridas mas vigorosas Idgie (a loura Mary Stewart Masterson) e Ruth (a morena Mary-Louise Parker). Dão título ao filme "Tomates Verdes Fritos", dirigido por Jon Avnet, como já haviam dado nome ao livro escrito por Fannie Flag. À saída do cinema, no entanto, ficava sempre a curiosidade sobre como seria o sabor daquele prato e qual a maneira de prepará-lo, pois até a época do lançamento do filme por aqui, abril de 1992, não se ouvia falar sobre cortar tomates verdes em fatias, temperar, passar numa mistura de ovo e farinha, como se faz nas fritura à milanesa, e levar à frigideira. Desde então, algumas casas resolveram incluir essa atração em seus cardápios, num caso pouco comum de a vida usar a arte como inspiração.

O filme de Avnet mostra todas as etapas de preparação do prato, o que equivale a dar a receita com os ingredientes. Pelas mãos de Idgie e Ruth, o que se vê são grandes e apetitosas fatias de tomate verdoengos, empanadas, fritas em vasilhas de metal escuro, semelhantes às nossas gamelas de madeira. Dali seguem para os pratos de louça branca, caseira, e são devorados com prazer por uma freguesia simples, interiorana, reconstituídas pelas recordações da encantadora Ninny Threadgoode, que a veterana Jessica Tandy interpreta com delicadeza e perfeição.

"Tomates Verdes Fritos" é isso: as lembranças que a octogenária Ninny desfia para a gorducha Evelyn (Kathy Bates, atriz de grande prestígio no teatro dos EUA, antes de fazer cinema). Mais que isso, o filme é um comovente painel das vidas de quatro mulheres que o destino tornou amigas e que se amparam. Na casa de repouso onde a sogra rabugenta a repele, Evelyn acaba encontrando a solitária Ninny, sempre disposta a contar sobre os costumes no sul dos Estados Unidos no início do século XX, quando a menina Idgie cresce selvagem e indócil, trafegando com desembaraço e ousadia entre a criadagem e os tipos marginais que, como satélites, giravam em  torno das ricas propriedades de seus pais e parentes. Ao se tornar amiga de Ruth, vem a defendê-la da truculência de um marido machista. De modo semelhante, a pesada e desamparada Evelyn se inspira nas narrativas de Ninny para suas tentativas - vãs - de alterar os costumes medíocres do marido comilão e fanático por todo tipo de esporte.

Enquanto a ação se passa no presente, o filme não chama a atenção pela alimentação mostrada. É apenas divertido ver como o marido de Evelyn se empaturra com o que se poderia pejorativamente chamar de tranqueira - aquele rechonchudo sanduíche típico do americano médio -, ali instalado em seu trono diante da TV. Também há muita graça quando ela se embrulha em papel celofane transparente, na esperança - vã - de que, achando-a parecida com suas guloseimas, ele demonstre um mínimo de apetite. Ao recuar para o passado, entretanto, "Tomates verdes fritos" aguça o paladar logo nas primeiras cenas em flashback, com o banquete servido no luxuoso casamento para o qual a enfezada menina Idgie tem que passar pelo vexame de vestir roupinha chique. Mais adiante, quando a já crescida Idgie abre o café Whistle Stop em sociedade com Ruth, as cenas de cozinha adquirem força especial. Até pelas seguidas insinuações de sensualidade que envolvem a felicidade que as duas experimentam como donas de seus próprios narizes numa região e num tempo em que nenhuma independência era permitida às mulheres. É um forte tempero para aquelas grandes fatias de tomates verdes que saem empanadas da frigideira.


Tomates verdes fritos

Ingredientes: (para 4 pessoas)
4 tomates caquis verdes, de tamanho médio, com as cascas, fubá, quanto baste, bacon, quanto necessário, sal e pimenta do reino, a gosto, ramos de salsinha para decorar

Modo de preparar:
Corte os tomates em fatias de aproximadamente dois dedos de espessura e tempere-as com sal e pimenta. Envolva-as no fubá. Cubra o fundo de uma frigideira larga com pedaços de bacon. Leve-a ao fogo. Frite as fatias no bacon quente, de ambos os lados até dourarem. Retire-as do fogo, escorrendo-as em papel toalha. Em cima das fatias de tomate, distribua lâminas do bacon usado na fritura. Decore com ramos de salsinha. Sirva junto com cerveja gelada.


(texto extraído da revista "Gula")



W la pasta

Gli spaghetti non furono importati in Italia da Marco Polo, come si pensava: erano già prodotti a Palermo nel 1154. E il sugo di pomodoro è stato inventato solo nell'800 dagli ambulanti di Napoli.

Ancora oggi alcuni stranieri ci chiamano (con un po' di disprezzo) "maccaroni". Ma non sono i soli ad associarci alla pasta. Quando un noto settimanale tedesco, negli anni '70, ha voluto dedicare una copertina alla violenza in Italia ha scelto, come immagine, un piatto di spaghetti con sopra una pistola. Salvo per lanciare qualche settimana fa una campagna per "spaghettizzare" la Germania quando un'indagine ha dimostrato che gli italiani sono stati il popolo europeo che più ha mantenuto intatte, dal dopoguerra in poi e di fronte al dominio culturale del modello americano, le sue caratteristiche e la sua cultura.

Lasagne etrusche

La pasta è insomma, all'estero, il nostro simbolo nazionale; più ancora della Ferrari, del sole, della mafia e della stessa pizza (che molti americani considerano nata negli Stati Uniti). E come dubitarne? Anche se con il successo mondiale della cosiddetta dieta mediterranea, la pasta si è ormai diffusa ovunque (la metà della produzione italiana viene esportata), gli italiani ne sono di gran lunga i consumatori più voraci: 28 kg di pasta all'anno a testa, più o meno 280 porzioni. Molto dopo di noi arrivano venezuelani (12 kjg pro capite all'anno), tunisini (11) e svizzeri (10). Ma da dove arriva la pasta? Chi l'ha inventata? Quando? I primi documenti storici riferiscono di una pasta piatta, simile alla lasagna, e risalgono ai Greci e agli Etruschi. Ma attorno alla storia della pasta si sono create spesso anche false credenze. Per esempio, non è stato Marco Polo a importare dalla Cina i primi spaghetti: già nel 1154, molto prima della sua nascita, un geografo arabo scrive che nei pressi di Palermo "si produce una pasta in forma di fili che viene esportata anche via nave in paesi musulmani e cristiani". Cade così un altro mito: il primato della produzione della pasta non è napoletano, bensì palermitano. Qui la pasta veniva prodotta e poi seccata, secondo un'usanza tipica del mondo arabo dove i nomadi del deserto avevano necessità di conservare la pasta durante gli spostamenti.

Maccheroni col cacio

Già tra il 1200 e il 1300 anche Genova produceva pasta secca in grandi quantità, mentre a Napoli il passaggio della pasta ad alimento popolare avvenne solo alla fine del 1500, quando cominciò a essere venduta nei chioschi lungo le strade e mangiata con le mani, liscia o condita con il formaggio: un'accoppiata vincente che sta all'origine del detto "come il cacio sui maccheroni". Altri, più ricchi, la consumavano in brodo, come una prelibatezza. Tant'è vero che Boccaccio, quando immagina il paese di Bengodi nel Decameron, parla di "una montagna tutta di formaggio parmigiano grattato, sopra la quale stavano genti che niuna cosa facevano che fare maccheroni e cuocergli in brodo di capponi, e poi gettavan quinci giù". L'impatto della pasta sulla vita napoletana fu così forte che la  tradizione letteraria considera Pulcinella l'inventore dei maccheroni. Ma nel 1604 uscì un catalogo degli inventori "delle cose che si mangiano" di Ortensio Lando che attribuiva a una tale "Meluzza comasca" l'invenzione del maccherone. Quello che è certo è che duee italiane, Caterina e Maria de' Medici, regine di Francia tra il 1500 e il 1600, furono le artefici della diffusione della pasta nella tradizione culinaria francese. Proprio a Maria de' Medici i cuochi di corte dedicarono il "Pasticcio di tordi alla Medici": una complicata torta di maccheroni con salsa di funghi, animelle, tartufi, interiora di pollo su cui sono appoggiati tordi ripieni di fegato.

Pastasciutta? Abolitela!

Il pomodoro invece sposò gli spaghetti solo verso il 1800, quando pomodoro e basilico con un pizzico di sale diventarono il condimento scelto dai venditori all'aperto napoletani per condire i maccheroni: una novità, visto che la pizza comincerà a unire il pomodoro alla mozzarella solo verso la metà del secolo. Fu così che la pasta al pomodoro divenne il nostro amatissimo piatto nazionale.

L'unico tentativo di far sparire la pasta dalle nostre tavole fu fatto agli inizi del '900 dal poeta futurista Marinetti, che propose "l'abolizione della pastasciutta, assurda religione gastronomica" accusandola di appesantire il popolo italiano e renderlo meno scattante.



(testo tratto dalla rivista Focus - dicembre 2002)

Desmistificando os mitos sobre a canela

Canela inconfundível

Qualquer receita fica muito mais saborosa com ela! Além de incrementar os pratos, beneficie a sua saúde.

Reduz significamente o açúcar no sangue

Verdadeiro. Temperar com canela um alimento com teor elevado de açúcar ajuda a diminuir o impacto dessa substância. Isso porque a canela estimula a produção de insulina, aumenta a eficácia de seus receptores e abranda o esvaziamento do estômago após a ingestão. Quando o estômago esvazia rapidamente, isso provoca um rápido aumento dos níveis de açúcar no sangue, e a canela retarda esse processo.

A canela em pó é mais nutritiva que a versão em pau

Falso. Todo dia de canela é rico em cálcio, sacarose, tanino e aldeído cinâmico. Possui propriedade adstringente, digestiva, estimulante e vasodilatadora. Sendo assim, seu consumo pode estar vinculado ao combate à hipertensão arterial, fadiga, depressão e problemas no sistema respiratório e digestório. Pode ser recomendada no tratamento de úlceras estomacais, tosses, resfriados, gripes, diarréia, dores e gases abdominais, além de ajudar a prevenir a osteoporose e aliviar sintomas da menopausa e reumatismo. A diferença é que a canela em pau concentra mais o sabor e o aroma do que a versão em pó.

É proibida para quem está doente

Falso. Pelo contrário. A canela é excelente no tratamento para gripes e resfriados. A melhor forma de consumi-la nesses casos é como chá, que alivia os sintomas da doença. Isso acontece porque a canela aquece o corpo e expulsa o agente infeccioso pelos poros. Uma boa dica é acrescentar gengibre no preparo para potencializar essa propriedade. A canela em pau possui também compostos fenólicos, substâncias que anulam a ação dos radicais livres, causadores de infecções.

É afrodisíaca

Falso. Embora a canela seja considerada um símbolo do amor de grande poder afrodisíaco, sendo muitas vezes usada como ingrediente de perfumes e poções mágicas, não há comprovações científicas sobre esse benefício. O certo é que ela pode ser consumida na culinária afrodisíaca, por garantir cheiro e gosto doce, forte e picante, características que aguçam os sentidos.

Melhora o colesterol

Verdadeiro. É por isso que os médicos recomendam o consumo de meia colher (de sopa) por dia da especiaria, uma vez que ela tem papel importante no combate ao colesterol. Os antioxidantes que estão presentes na canela ajudam a eliminar parte da gordura ruim que ingerimos com maior rapidez, o que contribui para que os níveis de colesterol não se elevem e sejam satisfatórios.

Ajuda a aumentar o fluxo menstrual

Verdadeiro. O chá de canela acelera a circulação ao aquecer o corpo e é usado tanto para iniciar o processo de menstruação como para o tratamento de gripes e resfriados. Por ter propriedades vasodilatadoras, também diminui a pressão arterial. No entanto, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, o chá de canela não é abortivo. Trata-se de um mito.



(revista Viva Saúde)




Conferenza con Patch Adams

















Bioquímica do bem

Os estados emocionais são acompanhados por mudanças nas "moléculas de emoção", os polipeptídeos. A cada alteração de humor, uma cachoeira de hormônio e neurotransmissores flui através do corpo, afetando todas as células. Robert Sapolsky, premiado neuroendocrinologista da Universidade Stanford, é um dos mais reconhecidos especialistas nesse tema. Ele explica que a característica definidora de um surto depressivo é a perda de prazer. "Se eu tivesse de definir depressão severa em apenas uma frase, diria que é um distúrbio genético-neuroquímico que requer um forte gatilho ambiental, cuja característica manifestada é a incapacidade de apreciar o pôr do sol", diz. Essa perda de prazer é oficialmente chamada de "anedonia", a incapacidade de sentir prazer.

O correlato fisiológico desse estado é um aumento na secreção de glucocorticoides, especialmente do cortisol, hormônio do estresse produzido pelas glândulas suprarrenais. O comando para a produção dessa substância parte do eixo hipotálamo-pituitária, no cérebro. Quando o indivíduo se expõe a um agente estressor, o hipotálamo, por meio da glândula pituitária, mobiliza a secreção de cortisol das suprarrenais. Em uma pessoa saudável, quando o nível de cortisol sobe o hipotálamo desacelera a estimulação das suprarrenais, fazendo com que os níveis de cortisol diminuam e o corpo alcance novamente uma situação de equilíbrio (homeostase).

Mas se a pessoa está deprimida, esse circuito de retroalimentação não funciona adequadamente, e o hipotálamo continua a estimular a secreção de ainda mais cortisol. Aqueles que sofrem não apenas de estresse e depressão, mas também de ansiedade crônica, transtorno e outros distúrbios têm níveis de cortisol cronicamente elevados, a chamada hipercortisolemia: "Uma das anormalidades biológicas mais frequentemente encontradas em pacientes com depressão é a hipersecreção contínua de cortisol - uma reação de estresse generalizada que escapou da contrarregulação normal, como se estivesse 'travada' na posição 'ligada'. Esses processos bioquímicos anômalos resultam provavelmente de um estresse sistêmico, com constante aumento do nível de cortisol", afirma Sapolsky.

Pesquisadores da College em Londres descobriram como a felicidade transforma nossa bioquímica. Pessoas felizes secretam cerca de 30%  menos cortisol durante o dia - mesmo quando estão passando por algum estresse! "Essa pesquisa demonstra que a busca de um aumento da felicidade deveria ser uma preocupação dos órgãos de saúde pública", acredita a epidemiologista Jane Wardle, uma das autoras do estudo. Uma vez que a sensação de bem-estar subjetivo está diretamente relacionada com processos biológicos, os cientistas estão examinando os meios possíveis de mudar a nossa biologia e, assim, transformar nosso humor. O desafio agora é encontrar formas de regular esse excesso e reduzir a incidência de emoções negativas.



(texto extraído da revista Mente Cérebro)