segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A cura está na frequência da alegria! - Elaine Ourives (O Segredo)


Recentemente fiz uma formação com Amit Goswami em uma de suas vindas ao Brasil e também li um artigo na revista que falava sobre Medicina Quântica e fiquei  encantada com a abordagem dada , suponha que você tenha esperado meses para consultar determinado especialista.

Após análise cuidadosa de seus exames e atenta pesquisa de seu histórico médico, ele lhe diz: “Agora que você tem a doença, pode dar a ela um significado positivo, em vez de um negativo”.

Antes que você expresse sua perplexidade, o médico acrescenta: “A doença é uma oportunidade de autoconhecimento. Sua mente, energias vitais e representações físicas poderão, finalmente, atuarem perfeita harmonia, levando-o à cura”.

Parece estranho, mas esse seria um diálogo possível no consultório de um especialista quântico, para quem a consciência funciona como remédio, e quando acionada, pode corrigir patologias e restabelecer a saúde.

Para entender os fundamentos da Medicina (ou Saúde) Quântica, primeiro é preciso conhecer algumas noções básicas de Física Quântica. Todo mundo já ouviu falar da teoria da relatividade, cujo autor é Albert Einstein. Em 1905, o cientista comprovou que toda matéria é uma forma de energia. A partir dessas conclusões, anos depois, os físicos Niels Bohr e Werner Heisenberg desenvolveram outra teoria: um quantum – unidade básica da matéria ou energia – é de 10 a 100 milhões de vezes menor do que um átomo e, nesse ponto, há uma interligação entre matéria e energia.

Considerando que cada quantum é composto por vibrações invisíveis –que o médico Deepak Chopra, autor do livro Saúde Perfeita (Best Seller), denomina “fantasmas de energia à espera de assumir formas físicas” – a ideia fundamental da Física Quântica é a probabilidade.

Embora esses conceitos possam parecer complexos, o físico quântico Amit Goswami, autor do livro O Médico Quântico (Cultrix), afirma que entender o funcionamento da Medicina Quântica requer apenas a compreensão da seguinte mensagem básica: “os objetos são possibilidades quânticas, que podem ser escolhidas pela consciência. Uma vez entendido esse conceito, é muito fácil saber que é possível escolher a saúde, e não a doença – desde que se aprenda a acessar um estado de consciência onde a escolha quântica é feita”.

Clássicos e quânticos

A medicina vê o paciente como uma máquina: da mesma forma como considera os remédios, cirurgias, transplantes de órgãos e radiações. A proposta da Medicina Quântica é contemplar o paciente como pessoa. Mas essa perspectiva não dispensa os benefícios da medicina convencional, só ultrapassa seus limites.

O objetivo é integrar a alopatia e a medicina complementar, principalmente porque muitas de suas modalidades já pressupõem a presença da consciência, admitida a existência de dimensões acima dos sistemas mecânicos. Exemplos desses métodos terapêuticos seriam a medicina oriental e espirituais e a medicina mente-corpo.

Os meios para atingir esse objetivo são os remédios, as cirurgias etc. “Uma medicina do tipo mente-corpo parte do princípio de que a doença é consequência de um problema mental, e a cura consiste na autocorreção do problema pelo indivíduo, para o restabelecimento da saúde”, explica o físico.Outro aspecto ressaltado por Amit Goswami é o fato de que a medicina convencional parte da premissa de que a doença tem como causa agentes externos (germes, bactérias, vírus), ou alguma disfunção mecânica nos órgãos. Assim, a cura se dá com o tratamento dos sintomas da doença até que eles desapareçam.

Salto para a cura

Meditando sobre a teoria dessas probabilidades, Deepak Chopra, na década de 80, passou a buscar uma explicação para a autocura. A conclusão a que chegou foi a de que algumas pessoas se restabelecem porque são capazes de ativar uma faculdade de percepção interior que atua como um salto drástico – salto quântico – no mecanismo da cura. Mas como isso seria possível? Amit Goswami diz que, nesses casos,“um pensamento, uma emoção ou uma crença” pode ser a mola propulsora do processo de cura. Ainda parece complicado? O médico indiano cita o modelo da medicina ayurveda, que considera o corpo humano como algo único e formado por intensas vibrações invisíveis (vibrações quânticas), que se fundem em impulsos de energia e partículas de matéria. Esse complexo constitui a base de tudo o que somos: emoções, proteínas, células e órgãos. Para o ayurveda, todos os órgãos e sistemas do corpo possuem um equivalente quântico. Imagine uma holografia: “Você tem um pulso quântico, além do físico, e um coração quântico que o impulsiona”, diz Chopra. “Ao tratar o próprio corpo mecânico quântico, o ayurveda pode causar mudanças mais profundas que as alcançadas pela medicina convencional. Isso acontece porque a energia disponível no nível quântico é infinitamente maior”, explica o médico.

Ao ler um artigo passando pelos grupos do whats traduzia claramente o que estamos escrevendo e falando como A Cura Quântica essencialmente, a cura espiritual, realizada pelo pensamento que é um atributo da alma.

A Ciência Médica tem evoluído, contando com recursos progressivamente mais aperfeiçoados para o estudo da estrutura celular, dispondo particularmente do microscópio eletrônico, da ressonância nuclear magnética e da microscopia de tunelamento, capazes de analisar a estrutura celular nos seus mínimos detalhes.

A cura espiritual vem sendo estudada sob um prisma científico, à luz dos conhecimentos atuais, que identificam um ponto de encontro entre a ciência e a realidade da alma, através do pensamento.

A cura quântica é, essencialmente, a cura espiritual, realizada pelo pensamento que é um atributo da alma.
Os conhecimentos revelados pela Física evidenciam que o átomo constitui uma minúscula partícula de matéria, tendo, no seu interior, um núcleo formado de prótons e nêutrons.

Os prótons são dotados de carga elétrica positiva e se apresentam em número variável, de acordo com os diferentes elementos químicos que os constituem. Os nêutrons são em número igual aos dos prótons e de massa praticamente igual à dos mesmos. Ao redor do núcleo existem partículas menores, os elétrons, em número igual ao de prótons e que se movimentam em órbitas elípticas concêntricas, com carga elétrica negativa.

Segundo alguns modelos adotados os elétrons se deslocam em torno do núcleo que estabelece o equilíbrio em relação à força centrífuga dos elétrons, sendo que, para melhor entendermos o sistema eletro-magnético atômico, basta compará-lo com uma miniatura infinitamente reduzida do nosso sistema planetário.

O conhecimento da estrutura do átomo abre, para o observador, um campo multiforme de observações mas, em síntese, reportando a estrutura do átomo para o sistema planetário, verifica-se sem sombra de dúvida, que o átomo sintetiza a unidade da Criação.

Existem razões para se admitir que no campo da atomologia deve centrar-se a causa e a cura das doenças, e que o pensamento tem o duplo poder de deslocar ou de reajustar os elétrons em suas órbitas.

O pensamento, sendo uma forma de energia emitida pela alma, quando impregnado de emoções negativas como as do medo, do ódio, da inveja, da maldade, do ciúme, pode causar o deslocamento dos elétrons de suas órbitas atômicas, causando o sofrimento, as doenças, o fracasso.

Já o pensamento impregnado de emoções positivas, sob a motivação da vontade e da determinação, através do querer, da prece e da fé, centrado na ação curativa a realizar-se no processo mórbido, produz o reajustamento dos elétrons no alinhamento de maior potencial de suas órbitas atômicas, promovendo a saúde, o bem-estar, o sucesso, a cura quântica ou cura espiritual.

Em outras palavras, podemos dizer que: pensamentos negativos descompensam energeticamente os átomos, promovendo o deslocamento dos elétrons de suas órbitas atômicas, desencadeando a desarmonia energética na estrutura das células e consequente ejeção dos elétrons das órbitas dos átomos que as constituem.

Pensamentos positivos harmonizam a estrutura dinâmica dos átomos, com a recondução dos elétrons às suas respectivas órbitas, produzindo a harmonização do sistema energético das células e a consequente recondução do seu estado normal.

A energia causadora de ambos os processos é a mesma. O que diferencia o pensamento negativo do positivo, é a informação associada ao mesmo.

Há 150 anos, quando a ciência ainda não havia formulado as bases da Teoria Quântica, Allan Kardec escreveu no livro “A Gênese” (páginas 294-5, item 31), que “O espírito é o agente propulsor que infiltra num corpo deteriorado uma parte da substância do seu envoltório fluídico. A cura se opera mediante a substituição de uma molécula malsã por uma molécula sã.

Como as moléculas são formadas de átomos, verifica-se que Allan Kardec estava certo ao lançar as bases científicas da cura espiritual centrada na molécula, e pode ser considerado o precursor dos conceitos modernos da Medicina Quântica, segundo a qual todo processo patológico tem, na sua origem, um desequilíbrio bioenergético que ocorre no interior das moléculas que constituem a célula.

Em decorrência do conceito da cura quântica, pode-se deduzir que o magnetismo, humano ou espiritual, é responsável por diferentes modalidades de cura, compreendendo-se, igualmente, que o poder de curar é variável de pessoa para pessoa e é decorrente do fluído magnético emanado pelo pensamento, sob a ação da vontade.

As doenças podem ser analisadas sob as variáveis biofisiológicas, físico-químicas e psicossomáticas.

Na epistemologia das doenças, a variável psicossomática está tão integrada no ser humano, como as variáveis biofisiológicas e físico-químicas, mensuráveis pelos efeitos que produzem.

Nenhum comentário:

Postar um comentário