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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Fase de crescimento - Marcelo Marthe, da Cidade do México


Com o romântico Será que?, Daniel Radcliffe - que ganhou fama como o bruxo Harry Potter - avança na sua bem-sucedida transição para a carreira adulta

Em uma tarde de sol forte, crianças e adolescentes - quase 100% do sexo feminino - se aglomeraram na entrada de um shopping center no Paseo de la Reforma, avenida elegante da Cidade do México. Em pouco tempo, a horda dribla os seguranças e começa a se concentrar perto das escadas rolantes que dão acesso a um cinema. Tamanha excitação é motivada pela expectativa de que um inglês franzino de 1,65 metro em breve estará no local. Daniel Radcliffe é um velho conhecido da multidão: dos 11 aos 21 anos, o mundo o viu crescer diante das câmeras como protagonista dos filmes da série Harry Potter. Aos 25 anos, Radcliffe está dando mais um passo na sua transformação em estrela adulta. Em Será que? (What If, Irlanda/Canadá, 2013), que estreia no Brasil em 25 de setembro, ele assume o papel de galã de comédia romântica. Para as 5 000 fãs que o aguardam, porém, o bruxo dos filmes infantis e o jovem tristonho que vive uma paixão com a amiga Chantry (a loirinha Zoe Kazan) se confundem. A fusão das duas personas faz a coisa ferver. Temendo um tumulto, as autoridades ameaçaram cancelar a première. Só depois de três horas é que Radcliffe deu as caras. Todo comportado, fez questão de ler uma mensagem de agradecimento em espanhol. "Achei importante dar uma satisfação às pessoas que se esforçaram tanto para me ver", disse a VEJA na manhã seguinte. Mas o momento mágico ainda estava por acontecer: o cinema vem abaixo na cena em que o ator branquelo aparece pelado, de costas, para um banho noturno no mar.

Embora compense as doses de glacê com a delicada melancolia do par romântico, Será que? representa sem dúvida uma piscadela para a geração que brincava de boneca nos tempos de Harry Potter e agora sonha com um rapaz bonitinho para chamar de seu. Mas o novo filme não altera o rumo de sua transição profissional bem-sucedida: na carreira de Radcliffe, a ordem é diversificar. No fim da década passada, quando ainda encarnava o personagem infantil, ele embarcou em um trabalho que muitos viram como tentativa artificial de adicionar conteúdo à imagem: na peça teatral Equus, Radcliffe mostrou pela primeira vez que não tinha pudor em atuar pelado. Os projetos seguintes, no entanto, serviram como um cala-boca aos céticos. Ele fez sucesso com um musical na Broadway. Há dois anos, mandou bem como o jovem viúvo de A Mulher de Preto, filme de terror com a marca do estúdio inglês Hammer. No ano passado, interpretou o poeta beat, Allen Ginsberg (1926-1997) em Versos de um Crime. No meio-tempo, contracenou com o calejado Jon Hamm, de Mad Men, em uma série da HBO baseada na obra do escritor russo Mikhail Bulgakov (1891-1940). Em a Young Doctor's Notebook, os dois atores representam um médico de província em duas fases da vida. Hamm surge com um fantasma que comenta os fatos da vida do homem que se tornaria.

Radcliffe se revelou, enfim, um esforçado. Ele poderia ter seguido na zona de conforto dos arrasa-quarteirões juvenis de Hollywood. Mas fez um cálculo inteligente: para construir uma carreira consistente, é preciso dar a cara a bater. Nascido em uma família de classe alta de Londres, o ator leva uma vida prosaica em Nova York, onde às vezes é visto com sua namorada, a atriz Erin Darke. Simpático, falante e chamando atenção pelo tamanho ínfimo das mãos, só não gosta quando tocam em um assunto: seus problemas com o álcool durante as filmagens dos últimos episódios de Harry Potter. Quando o tema é abordado, um assessor que parecia hibernar numa cadeira dá um pulo. Mas Radcliffe o tranquiliza. "Deixa que eu respondo: essa é uma questão de quatro anos atrás sobre a qual já falei tudo o que tinha a declarar", disse ele, sem deixar de sorrir. Com essa segurança mágica, o rapaz vai longe.

"É preciso encarar riscos"

O inglês Daniel Radcliffe foi ao México semanas atrás para divulgar o filme Será Que?. Depois de levar as fãs à loucura na première da comédia romântica, ele falou a VEJA sobre sua vida pós-Harry Potter

Depois de Harry Potter, seus trabalhos incluíram um filme de terror, uma série da HBO baseada na literatura russa e, agora, uma comédia romântica. A transição de estrela infantil a ator adulto se completou?

Eu não iria tão longe. Ainda falta um bocado para chegar lá. Mas considero que as coisas estão indo bem. Não desejo, de modo algum, que as pessoas se esqueçam de mim como Harry Potter. Eu adoro o personagem e sou grato por tudo o que ele trouxe de bom para minha vida. Devo à experiência como Harry Potter a descoberta da minha paixão pela profissão de ator. Mas julgo positivo que já comece a ser visto não só como o rapaz que fez um personagem conhecido, mas também como um ator com luz própria. Com sorte, espero ter a oportunidade de continuar nesse rumo. Fazer trabalhos tão diversificados é essencial, pois as pessoas vão se acostumando a me ver com outros olhos. Quando estreei A Mulher de Preto, a reação de muita gente foi de choque. Falavam de mim como se fosse absurdo que Harry Potter tivesse se transportado para um filme de terror. Já faz alguns anos que eu fiz o último filme da série e as pessoas continuam a me confundir com o personagem. Sei que será assim por muito tempo, mas vejo essas reações com naturalidade.

Seu desempenho como ator melhorou muito desde Harry Potter. Como isso ocorreu?

Você acha que melhorei mesmo? Obrigado por ser tão generoso. Na verdade, creio que minha evolução teve tudo a ver com a idade. Quando você faz um filme muito jovem, simplesmente não tem ideia da dimensão da tarefa em que está envolvido. Nos primeiros filmes da série, eu não tinha noção do que estava fazendo ali. Depois de virar adolescente, lá pelos 14 anos, passei a ter mais consciência. Só que minha atenção estava toda voltada para as questões típicas daquela fase da vida, como a busca da identidade, os problemas com a aparência e a necessidade de estar entre os amigos. Era difícil me concentrar na interpretação. Fui me tornando um ator mais seguro à medida que fiquei mais velho. Mas também devo muito a outro fator: a experiência de fazer musicais em Londres e na Broadway. Foi no palco que aprendi a lidar melhor com meu corpo e minha voz, além de ficar mais solto.

Muitas estrelas infantis não foram capazes de sustentar a carreira depois de crescidas. Que tipo de risco é preciso evitar?

Não sei generalizar, sinceramente. No meu caso, creio que um dos fatores que me mantiveram à tona foi que tive um bom começo, como protagonista de uma série de sucesso capaz de alimentar a expectativa positiva. Mas acho que também foi fundamental não ficar parado. Ao investir no teatro e em filmes menos óbvios, creio que transmiti às pessoas a mensagem de que não estava conformado em fazer sempre a mesma coisa. Tão logo o público percebe que você quer se desafiar, você passa a ser encarado de outro jeito. Assumir riscos provoca excitação e curiosidade nas pessoas. Se você der sorte de encontrar dois ou três diretores que ponham fé em seu talento e souber agarrar essas oportunidades com as duas mãos, estará em uma ótima trilha. Evitar riscos, portanto, é uma opção equivocada. É preciso encarar riscos sem medo.

Harry Potter foi um símbolo para uma geração que tinha a sua idade nos tempos da série. Como é a experiência de crescer ao mesmo tempo que os fãs?

É uma coisa adorável. Ainda hoje, as pessoas se emocionam e dizem palavras incríveis quando me encontram. "Obrigado por ter feito parte de minha infância de forma tão especial" é o que mais ouço. Fico muito tocado quando pais dizem que ajudei a manter a família unida. Quando fiz os filmes, confesso que não tinha a mínima ideia de quanto meu trabalho estava afetando a vida de tanta gente. Eu mesmo, por ironia, não consigo assistir aos dois primeiros filmes da série hoje em dia. É embaraçoso ver como eu era ruim.


Em que momento veio a consciência do peso de interpretar Harry Potter?

Nunca foi um peso. Mas, com o tempo, fui me dando conta de que o contato com os fãs dos filmes e dos livros tinha um significado diferente para mim e para eles. Não vou me lembrar de muitas pessoas com quem cruzei ao longo daqueles anos, nem as verei nunca mais. Mas com certeza elas continuarão a se sentir íntimas de mim. Assim, percebi que não posso decepcioná-las, ser rude ou impaciente com ninguém, mesmo em um dia em que meu humor não esteja legal. Quando notei isso, captei o exato tamanho da minha responsabilidade: não tenho o direito de quebrar o encanto dos outros.

Como é lidar com a fama desde tão cedo?

A fama deve ser ignorada tanto quanto você puder. Minha passagem pelo México foi uma loucura. Havia fãs gritando no aeroporto e durante a première de meu novo filme. Nessas horas, se a sua reação for qualquer outra que não seja se esbaldar de rir ao entrar no carro para fugir da bagunça, você provavelmente não nasceu para ser famoso. Se a fama o perturba ou vira um fardo, uma hora você vai desabar. Deve pensar seriamente em trocar de profissão. Mas o contrário pode ser ainda mais perigoso: se você acha que merece a fama, por se julgar alguém iluminado ou muito especial, aí é que estará lascado de fato. Para muita gente, o sucesso se torna uma droga que causa dependência psicológica. Isso é desastroso, pois não um bem mais efêmero que a fama. Eu sou conhecido hoje por causa de meu trabalho, mas é possível que chegue o dia em que não despertarei o mínimo interesse nas ruas. Com ou sem fama, será preciso tocar a vida adiante. Se a pessoa ignora que a fama não decorre dela, mas sim de sua posição, fica complicado lidar com isso de modo saudável.

Como viver as coisas típicas dos 20 e poucos anos - como namorar e ir para a balada - sob os holofotes?

Levo uma vida relativamente normal. Tenho de me manter um pouco escondido, claro. Mas, felizmente, nunca tive de recorrer a disfarces. A verdade é que há vários lugares no mundo em que é possível levar uma vida anônima. Londres é assim. E não há cidade mais perfeita para um famoso passar despercebido do que Nova York, onde vivo. Quer dizer, talvez não seja tão simples escapar do assédio na área central da cidade. Mas, na minha vizinhança tranquila e respeitosa, isso tem sido possível até agora. Lá não é tão desafiador ser o ex-Harry Potter.




(texto publicado na revista Veja edição 2391 - ano 47 - nº 38 - 17 de setembro de 2014)






















sábado, 22 de novembro de 2014

Será Que?: O próximo romântico - Mariane Morisawa, de Los Angeles


Daniel Radcliffe estrela sua primeira comédia de amor e prova versatilidade como ator. Tem dúvidas, porém, sobre seu charme na pele de galã: "Sou nerd, levemente patético e um pouco nervoso"

Três anos atrás, Daniel Radcliffe deixou a pele do bruxo mais famoso do mundo, Harry Potter, que viveu em oito filmes, para se aventurar em papéis diferentes e ousados. Fez um musical na Broadway (How to Succeed in Business Wighout Really Trying), um filme de terro (A Mulher de Preto) e interpretou o poeta Allen Ginsberg em Versos de um Crime. Chegou a vez de sua primeira comédia romântica, a simpática Será Que?, de Michael Dowse, estreia desta quinta-feira (25) no Brasil.

O ator de 25 anos faz o papel de Wallace, inglês que mora em Toronto e abandona a medicina depois de uma desilusão amorosa. Numa festa, conhece Chantry (Zoe Kazan), que parece saída do mesmo molde. A identificação é imediata. Mas ela tem um namorado de longa data, Ben (Rafe Spall). Mesmo querendo algo a mais, Wallace resolve ser amigo.

Radcliffe duvidou de sua adequação ao gênero românatico. "Sou meio nerd, levemente patético, um pouco nervoso", afirmou ao jornal Los Angeles Times. "Só espero que consigam me ver no papel." Ele admite, porém, que não seria capaz de se manter quieto sobre seus sentimentos durante tanto tempo quanto Wallace. "Sou mais direto. Se gosto de uma garota, ela vai saber disso", disse ao jornal inglês The Guardian.

Ele namora a atriz Erin Darke, 30, que também trabalhou em Versos de um Crime. Nega os boatos de que estaria noivo, mas admite gostar de monogamia. "Acho que meu relacionamento mais curto durou seis meses. E tive muita sorte, porque nunca me apaixonei pelo tipo errado de garota", contou ao jornal The Daily Mail.

Radcliffe pode não ser um Matthew McConaughey ou um Ryan Gosling, mas sempre se mostrou esperto e divertido nas entrevistas, duas qualidades fundamentais para uma produção do gênero. Não tem medo de quase nada como ator. Aos 17, apareceu nu na peça de teatro Equus. Por dez minutos, em todas as sessões. "Você está lá no palco, pensando: 'Ai, meu Deus, estou pelado. Eles estão olhando para as minhas partes'. Os espectadores estão pensando: 'Ai, meu Deus, ele etá pelado. Olha as partes dele'. Você começa a ver os celulares subindo e tenta não notar", contou ao Daily Mail.

Acostumou-se. Seus últimos três filmes prontos têm cenas de nu, inclusive Será Que?. "Não me importo, mas queria deixar claro que não é uma exigência", disse. Porém, ele se previne e agora diz passar mais tempo na academia. Achou que parecia um rato quando se viu em Versos de um Crime, em que faz uma cena de sexo com outro homem (o ator Dane Dehaan).

De verdade

As comédias românticas passam por uma crise danada e é cada vez mais raro assistir a uma que valha a pena. Será Que? é uma delas. Daniel Radcliffe está adorável como Wallace, um cara meio perdido na vida que consegue ser engraçado e romântico ao mesmo tempo - por incrível que pareça, nem sempre uma combinação óbvia num filme do gênero. Zoe Kazan, como Chantry, está charmosa no papel e vai na mesma linha de interpretação. Adam Drive (da série Giros) também está ótimo como o amigo Allan. Ninguém é lindo de morrer no filme, todo mundo parece relativamente normal e faz coisas que pessoas comuns fariam também. E não tem nada mais romântico do que enxergar, por meio desses personagens, a possibilidade de um romance real.



(texto publicado na revista Contigo nº 2036 - 25 de setembro de 2014)



 




terça-feira, 15 de outubro de 2013

Recensione: Harry Potter e La Pietra Filosofale



La recensione e il paragone tra la prima stampa del libro e l'ultima uscita nel 2011. Qui giù troverete le differenze tra il film e il romanzo. 


1) Harry presenta differenze nell'aspetto: nei film ha i capelli lisci mentre in tutti i libri viene descritto con i capelli lisci ma arruffati e gli occhi di Harry sono verdi, mentre nei film sono azzurri.


2) Nel primo film sono stati omessi la signora Figg, un'anziana proprietaria di tanti gatti (che, in Harry Potter e l'Ordine della Fenice, rivela di essere una Maganò), Piers Polkiss, il migliore amico di Dudley, e il Poltergeist Pix (che non comparirà neppure nei film successivi).

3) Nel film, Harry incontra per la prima volta Draco Malfoy ad Hogwarts, prima di entrare nella sala Grande per lo smistamento nelle Case; nel libro invece, lo incontra prima di arrivare al castello ben due volte: a Diagon Alley in un negozio per divise scolastiche (dove i due non si presentano), e sul treno durante il viaggio, dove Malfoy è ormai consapevole chi sia il ragazzo incontrato precedentemente.

4) Nel film viene eliminato il duello nella sala dei trofei sul quale Harry e Draco si erano accordati.

5) Nel film viene omessa la presenza di Neville Paciock quando Harry, Ron e Hermione si imbattono per la prima volta in Fuffi.

6) Durante la cerimonia dello Smistamento, la professoressa Minerva McGranitt chiama Susan Ossas, che nelle ultime traduzioni dei libri viene invece chiamata Susan Bones.

7) Nel film viene inoltre eliminata la seconda partita di Quidditch (la quale viene arbitrata da Piton per impedire a Raptor di tentare nuovamente di far del male a Harry). Inoltre il dialogo che avviene subito dopo nella Foresta Proibita tra Piton e Raptor, nel film avviene di notte in un corridoio vicino alla biblioteca subito dopo che Harry si è recato nella sezione proibita; Harry, che nel libro vi assiste nascosto sul ramo di un albero (sul quale atterra con la sua scopa), nel film vi assiste nascosto sotto il mantello dell'invisibilità.

8) Nel film, Hermione chiama Voldemort per nome, mentre nei libri lo farà solo dal quinto.

9) Licenza dello sceneggiatore è rappresentare Seamus Finnigan come mago latente alle esplosioni coi propri incantesimi: tale aspetto, poi saltuariamente recuperato anche nei film successivi (e che avrà una notevole importanza in Harry Potter e i Doni della Morte - Parte 2), è del tutto assente nei libri.

10) Nel film il drago di Hagrid viene spedito da Silente in Romania, mentre nel libro sono Harry ed Hermione a portarlo agli amici di Charlie Weasley.

11) Nel film ad andare nella foresta proibita, come punizione, sono Harry, Ron, Hermione e Draco. Nel libro invece nella foresta vanno Harry, Hermione, Draco e Neville in quanto Ron è in infermeria a seguito di un morso infettato di Norberto.

12) Nel film lo scontro con Raptor viene vinto da Harry toccando il volto del professore, mentre nel libro è Silente a salvare Harry (cosa che gli viene rivelata dallo stesso Silente nell'infermeria).

13) Durante la prova degli scacchi giganti, Ron decide di sacrificarsi, ma la scena nel libro è meno drammatica: nel libro, infatti, le pedine "mangiate" non vengono distrutte, ma solo tramortite.

14) Alla fine del film Harry, Ron e Hermione trovano un'arpa che suona da sola, mentre nel libro Harry e Hermione suonano un flauto (regalato a Harry da Hagrid) per far addormentare Fuffi.

15) Nelle scene dove Harry, Ron e Hermione cercano di superare il corridoio per prendere la pietra filosofale, sono stati omessi due incantesimi dei professori che sono stati poi reinseriti nelle varie versioni del videogioco: il corridoio del Troll e la stanza del fuoco magico con le pozioni per attraversarlo in mezzo ad altre con i veleni.

16) Nel film la casa dei "Corvonero" sostituisce quella di "Pecoranera". In realtà pare che il nome di "Pecoranera" sia presente solo nelle prime edizioni del romanzo, mentre nelle ristampe risulta corretto in "Corvonero", traduzione più fedele all'originale, nonché alla rappresentazione grafica dello stemma di Hogwarts, che raffigura un grifone, un serpente, un tasso ed un rapace.

17) Nel film è stata fatta la scelta di rendere le scale magiche, con movimenti autonomi ('Hermione: "Alle scale piace cambiare"'). Nel libro si dice soltanto che a volte alcune scalinate portano in luoghi diversi.


5 cose senza senso della saga Harry Potter


Alcune scene tagliate dei film di Harry Potter

HP e la pietra filosofale


HP e la camera dei segreti


HP e il prigioniero di Azkaban



HP e i doni della morte