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sábado, 2 de junho de 2018

Respirar calmamente acalma a mente


A prática de tranquilizar a respiração conduz a mente a um estado de calma e serenidade. Respirar calmamente ajuda a criar uma energia serena de pensamento. Com isso, desenvolvemos um grande poder de pacificar nossas emoções. Existem muitas técnicas de respiração. O segredo é descobrir o método com o qual você se sente mais confortável e que funciona melhor para acalmar sua mente e seu corpo.

Esse é o passo inicial para a prática da meditação. Mas, para se alcançar um estado meditativo autêntico é preciso compreender bem a razão pela qual praticamos a meditação: para nos libertar de pensamentos negativos, conseguir a elevação de nossa consciência, obter a união com o divino e vivenciar a felicidade de paz interior.

Há diferentes métodos para dominar a mente e fazer conexão com o divino. Em termos gerais, existem três tipos de meditação. O 1º é a chamada "meditação para a paz interior". É uma maneira de sintonizar as vibrações mentais para que se possa receber a luz divina e saborear a felicidade da paz interior. O 2º é a "meditação para esvaziar a mente", um método de não pensar em nada, com o objetivo de alcançar um estado de relaxamento completo. O 3º é a "prática zen", também com o objetivo de criar um estado de paz interior, mas que tem limitações por dar mais importância à forma e à postura.

Independentemente do estilo de meditação adotado por cada pessoa, ela é essencial para chegarmos a um modo de vida mais feliz.


(texto publicado na revista Leve & Leia - fevereiro - março de 2018)

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Mente feliz, vida saudável - Letícia Ronche


A saúde depende de fatores comportamentais, por isso é preciso fazer escolhas. Uma delas é ser positivo diante do futuro, diz Eugenio Mussak

Uma das citações de Hipócrates diz que onde a arte da medicina for apreciada, lá também serão apreciadas as pessoas. Talvez aqui esteja a explicação para o fato de Eugenio Mussak declarar que gosta de gente. Médico de formação, sua carreira se fundamenta num tipo de cuidado que não se dá em um consultório ou hospital. É no mundo corporativo que ele indica um tratamento capaz de inspirar gestores e líderes: a educação. O conhecimento é o instrumento que ele usa para entusiasmar esses profissionais ao desenvolvimento de suas potencialidades. "Encaro uma empresa como um organismo vivo e não como uma máquina", explica Mussak.

Ser professor foi a saída para se sustentar durante a faculdade. "Eu gostava e até hoje me realizo dando aula", revela. Vinte anos depois de finalizar o curso, Mussak exerceu a medicina por cerca de cinco anos. Foi aí que se apoderou da real vocação associando educação e performance humana para aplicá-las dentro das organizações. Veja a seguir a entrevista que Mussak concedeu à VivaSaúde.

Como o senhor define a saúde?

No meu tempo de fisiologista, fiz um curso na Clínica Cooper, do Dr. Kennedy Cooper. Ele diz que há um estado chamado saúde e um estado chamado doença e, entre eles, existe um intervalo. Pode ser que você não tenha uma doença, mas isso não significa que você tenha saúde. É preciso dar o seu máximo para se aproximar do extremo da saúde. Alcançá-la depende de sete fatores que são absolutamente comportamentais. São eles: exercício físico, alimentação, qualidade do sono, capacidade de administrar o estresse, autoestima, relações humanas e visão positiva do futuro. Se for possível dar atenção a isso, você adoecerá menos.

De que forma a mente ajuda?

Uma mente saudável é importante porque trabalhamos e vivemos nos relacionando. Você se relaciona com outras pessoas, mas também se relaciona consigo mesmo e com os fatos da vida. É claro que uma mente saudável, capaz de fazer interpretações adequadas dos fatos e criar soluções lógicas, é extremamente importante, até porque isso provoca mais satisfação e segurança ao indivíduo.

Então, dá para a ser zen em uma crise?

Passamos por uma crise importante no Brasil e isso traz para todos uma grande incerteza, o que é angustiante. O mais antigo e poderoso sentimento humano é o medo do desconhecido. Você não sabe o que vai acontecer e isso gera ansiedade e apreensão. Nesse caso, tudo começa com uma atitude. 

Imagine um futuro positivo e, por meio desse pensamento, organize-se para atingi-lo. Isso nos leva a uma postura mais positiva e a um maior equilíbrio.

Isso também gera estresse...

Na realidade, o estresse não deriva do tamanho da dificuldade que você está enfrentando. Ele decorre da desproporção entre o tamanho da dificuldade e o tamanho da capacidade para enfrentá-la. Temos que dar as devidas proporções para os problemas e investir na capacidade de enfrentá-los. E isso se faz, basicamente, com análise, gestão, planejamento e preparo.

É possível se tornar otimista?

Até certo ponto esta é uma característica individual. Há pessoas que são otimistas por natureza e outras são mais pessimistas. Eu prefiro lidar com essa questão em um nível cognitivo e intelectual. Penso que você tem que ser otimista, mas deve buscar motivos para isso. Se procurar, sempre vai encontrá-los. Mas se você for um otimista gratuito, ou seja, não sabe explicar o porquê, o seu otimismo é volátil. Essa forma de pensar deve ser construída na sua cabeça de uma forma lógica e intelectual.

Como manter-se focado nisso?

Uma coisa que é essencial é a pessoa se aceitar. Aceitar como ela é e não tentar ser o outro. Acho que isso diminui a ansiedade. Além disso, não devemos ceder aos estereótipos mas criar nossos próprios conceitos. O conceito de sucesso hoje, por exemplo, é muito utilitarista e se volta para os bens materiais e a posição social. Mas isso é apenas uma visão de sucesso. Cada um pode ter seu próprio conceito do que é se realizar na vida. Se vivermos pela métrica do outro, nunca seremos felizes.

Ter esperanças faz bem à saúde?

Eu penso que as pessoas não devem parar de sonhar. Enquanto as pessoas têm planos, coisas para realizar e acreditam no futuro, elas se sustentam, se suportam, passam por cima das adversidades. Elas possuem um objetivo maior lá na frente. É um fato que todos nós morreremos. Eu vou ficar velho um dia. Eu não sou ainda, não me sino nem me considero velho, mas vou ficar. Então, quando isso acontecer, eu já defini qual é o tipo de velho que que quero ser. Escolhi cinco pilares para essa fase de minha vida: saúde, paz, boas lembranças, curiosidade intelectual e conservar uma visão positiva do futuro. Alguns podem dizer que velhos não têm futuro. Mas eles têm, e por vários motivos. O primeiro deles é que não importa o tamanho do futuro, ele sempre existe. Podem ser dois ou vinte anos, mas posso desejar que eles sejam bons. Acredito que não morremos verdadeiramente quando morremos. Alguma coisa fica. O nosso legado, por exemplo, o que construímos por meio do nosso trabalho, nossas ideias, os filhos que geramos. Então, essa questão de estarmos conectados com o futuro faz com que não morramos mesmo tendo morrido.



(texto publicado na revista VivaSaúde edição 156)

segunda-feira, 13 de junho de 2016

16 doenças mentais que confundimos com virtudes - Frederico Mattos (Sobre a vida)


O que diferencia um comportamento razoável de outro patológico é a intensidade, frequência e grau de prejuízo que causa para a própria pessoa e os outros. Nossa sociedade não é das mais saudáveis mentalmente, visto que psicopatas são CEO’s, estelionatários podem ser políticos e malandro é o bon vivant encostado em casa e sustentado pelos pais. Então o fato é que aquilo que é visto como virtude na real pode dar indícios de um fundo patológico que ninguém percebe.

Aquela pessoa ultra-alegre que sempre anima as festas pode ser afetada por algum transtorno de humor sem que você desconfie. A virtude é sempre um comportamento opcional, como alguém que poderia ficar fechado, mas prefere se relacionar com os outros, ou seja tem liberdade real de fazer uma coisa ou outra. Agora, se a pessoa não tem a opção de se abrir e ter outro comportamento, então o fato de se fechar não é uma virtude, mas uma prisão psicológica. Essa lista não é definitiva nem deve ser tomada ao pé da letra, mas vista com certa leveza e bom humor, enxergando uma pista para aquele comportamento estranho do seu vizinho, parente, amigo ou parceiro amoroso. Em última instância você também pode estar na lista.

Nem todas as pessoas que têm essas características têm a psicopatologia, mas todas as pessoas com o distúrbio costumam ter esses pontos em comum, ou seja, um item isolado não faz o diagnóstico completo (normalmente mais de cinco em cada patologia).


Sexy – a sensualidade está longe de ser um problema, principalmente em contexto adequado ela é um afrodisíaco para conquistar alguém para intenções afetivas ou sexuais. Mas se ela é inadequada, invasiva, exagerada, dramática e acompanhada de uma necessidade desesperada de chamar atenção pode ser sinal de Transtorno de Personalidade Histriônico. Esse anseio por admiração e comportamento persistente e manipulativo pode apontar para sérios problemas de relacionamentos e impedir uma vida com estabilidade emocional e construção de histórias consistentes e significativas. 

Dedicação pessoal excessiva ou devota – existem pessoas que vivem de maneira quase religiosa seus relacionamentos amorosos, endeusando seus parceiros como se fossem a única razão de viver. Elas costumam ter comportamentos parecidos com time de futebol, partido político ou religião, pois caem de cabeça e demonstram uma fé “inabalável”. Se essa entrega toda vier acompanhada de um sentimento de vazio intenso e oscilações de humor e comportamentos destrutivos, pode estar longe do seu eixo pessoal e ter indícios de um transtorno difícil de diagnosticar como o de Personalidade Borderline. 

Obstinação – a pessoa que persegue os próprios objetivos pode chegar muito longe. O problema é quando, sem nenhuma perspectiva, ela segue como um trator insistindo teimosamente no resultado ao qual se apegou na imaginação. Pode ter uma personalidade obsessiva e não ser alguém que segue seus sonhos. Mesmo que quisesse desistir não conseguiria, mas não porque é virtuosa e sim por padecer do transtorno de personalidade obsessivo.

Bonzinho – uma pessoa de bom coração sabe exatamente quando deve ou não ajudar a outra e sabe se posicionar sobre sua capacidade de beneficiar ou dar um basta. Já as boazinhas podem ter um comportamento submisso, passivo e dependente da aprovação de outras pessoas. Fazem o bem mais por medo, covardia ou falta de opção do que por virtude. Na verdade não sabem se posicionar e enfrentar as pessoas de frente. Ela pode ser portadora de Transtorno de Personalidade Dependente e nem saber que na verdade se submete por não ter capacidade de seguir suas próprias escolhas. 

Organização pessoal – é lindo ver uma casa bem arrumada sem ter que ficar falando para as visitas “não repara na bagunça”. O problema é quando a pessoa é obcecada por deixar tudo limpo e não consegue sentar quieta e relaxar se algo está fora do lugar. Ser limpo e organizado é sinal de saúde, mas ser obcecado por isso pode ser doença. 

Dieta incrível – sabe aquela pessoa que você tem inveja porque faz dieta à risca ou que malha desesperadamente para ter barriga negativa? Pois é, se essa pessoa consegue ter uma filosofia de vida, é natural, tranquilo e opcional, está tudo certo. O problema é se ela faz isso como resultado de uma sensação crescente de ansiedade caso não malhe ou esteja no peso, ou se ela tiver sempre a certeza de estar fora do peso (muito acima) e não consegue perceber que já está muito magra ou musculosa. Nesses casos, pode haver uma suspeita de um Transtorno Dismórfico Corporal, que altera a imagem corporal, faz a pessoa não notar com precisão qual a forma real e usar métodos cada vez mais drásticos para chegar no ponto “ideal”. 

Meiguice – uma pessoa querida, calada, que aceita tudo e não se opõe a nada pode ser só uma pessoa meiga e querida. Mas se ela nunca consegue se posicionar, enfrentar obstáculos e barrar abusos então talvez tenha algum problema de fobia social que a impede de lidar com acontecimentos da vida cotidiana sem ficar alarmada imaginando uma catástrofe. 

Alegria intensa – ter na turma de amigos alguém que sabe se divertir e tem mil ideais é indispensável. Mas se esse amigo não consegue para quieto, fala pelos cotovelos, é inconveniente, se acha a pessoa mais incrível do mundo e perde a noção do bom senso, pode ser que esteja num acesso de mania e precise de tratamento. 

Autenticidade – tem gente que acha que é uma virtude falar tudo que vem na cabeça. Ledo engano. A incapacidade de filtrar os conteúdos mentais e falar qualquer coisa inconveniente na mesa do jantar pode ser sinal de verborreia um sintoma que está presente em várias doenças mentais.

Produtividade – é bem verdade que ser uma pessoa produtiva ganha destaque no mundo em que vivemos, mas o problema é se esse desempenho é resultado do excesso de necessidade de se antecipar, fazer tudo com perfeição tendo controle de cada tarefa e “fazendo tudo para ontem”. Um desempenho aparentemente formidável pode ter como pano de fundo a ansiedade. 

Perfeccionismo – quando alguém se gaba de que seu único defeito é ser perfeccionista acredite. O perfeccionismo pode tornar uma pessoa ranzinza, chata, metódica, procrastinadora e de presença pesada e cheia de impedimentos. Transtorno de personalidade obsessiva pode estar acometendo essa pessoa que na verdade não consegue caminhar com tranquilidade pela vida e está sempre pressionada por um ditador interno. 

Pessoa cheia de opinião – ele pode até ser o líder da turma e tomar a dianteira de todas as conversas, digno de inveja, mas se ele não tiver um tempero de afetuosidade, capacidade de dar espaço para os outros brilharem e terem sua vez pode ser que você esteja na presença de um portador de Transtorno de Personalidade Narcisista. Certamente a presença dessa pessoa pode ser legal por alguns minutos, mas com o tempo você terá vontade de manda-la calar a boca de tanto autoelogio que ouvirá. Muitas pessoas com personalidade passiva costumam se associar aos narcisistas, mas certamente é o tipo de pessoa que acaba falando sozinha e dizendo que os outros “têm inveja dela, por isso se afastam”. 

Diversão no bar – tem sempre um amigo que é o primeiro a chegar no bar e o último a sair e provavelmente aguenta todas as rodadas com todo mundo. Está presente em todas as reuniões e sempre entornando um copo na mão, se gabando de que não é fraquinho para bebida. Pode ser que ele esteja no grau mais alto de alcoolismo, que implica numa tolerância maior ao álcool e uma impossibilidade de se divertir sem o acessório etílico na mão. Se ele só sabe se divertir bebendo e está sempre forjando um encontro social para ter ocasião de beber isso já é uma pista. 

Liderança assertiva e dura – é muito comum grandes chefões de empresas terem comportamento impiedoso, frio, preciso e até cruel. Há quem admire essa filosofia pitbull que esmaga quem se oponha ao seus interesses, mas a realidade é que isso pode ser sinal de Transtorno de Personalidade Antissocial, a antiga psicopatia. 

Justiceira – ter senso de justiça e lutar para que os direitos sejam cumpridos é um dever de todo cidadão, mas o problema é quando isso vira justificativa para acessos de descontrole emocional, raiva e atitudes violentas. A raiva costuma ser resultado de pessoas perfeccionistas que se acham superiores aos outros e imaginam que sempre têm razão. Pode ser que esse comportamento seja resultado do Transtorno Explosivo Intermitente e mereça atenção especializada. 

Visionárias – existem pessoas que parecem ter a cabeça na lua e viver com ideias extraordinárias que nunca saem do papel, mas que são sentidas como incríveis e à frente de seu tempo. Muitas vezes esse comportamento excêntrico que é visto com certo humor por pessoas queridas pode ser resultado de um quadro mais grave de Transtorno de Personalidade Esquizotípica que leva essas pessoas a se sentirem isoladas e esquisitas frente às demais.

ALERTA: o importante é ver nessas características indícios para buscar mais informações, sem que se faça um autodiagnóstico descuidado. Para isso, procure a associação de um especialista médico psiquiatra e de um psicólogo para suporte emocional.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

3 formas de aproveitar o poder da sua mente e mudar a sua vida (O Segredo)


Graças à psicologia, à medicina e à neurociência, sabemos muito sobre a mente humana.

Existem inúmeras pesquisas que revelam a quantidade de energia que tem a mente humana, que dispõe de poderes surpreendentes.

A seguir, veremos algumas das descobertas e dos exercícios mais surpreendentes que a mente pode realizar:
De todas as coisas neste mundo nas quais podemos acreditar, nenhuma é tão importante quanto você.

Fortalecer os músculos e aumentar o seu metabolismo

Em uma pesquisa realizada no ano de 2004 por Raganathan (EUA), um grupo de pessoas escutou um áudio que guiava as suas mentes para que elas imaginassem que estavam fazendo exercício físico. Outro grupo de controle ouviu uma palestra que não tinha nada ver com o exercício. O estudo posterior dos valores musculares dos dois grupos revelou diferenças significativas: era como se as pessoas que se imaginaram fazendo exercício o tivessem realizado parcialmente.

Os cientistas acreditam que o processo mental de imaginar uma sessão de exercício libera os mesmos hormônios para construir o músculo que são liberados durante uma sessão de exercício real.

Qual a lição? A sua mente é muito mais poderosa do que podemos imaginar. O seu cérebro é capaz de construir um músculo e aumentar o seu metabolismo, simplesmente através da sua imaginação.

Transformar uma fraqueza em uma força

Um estudo fascinante, conduzido em Wesnousky (EUA), revelou que quando as pessoas acham que existe um lado positivo no seu defeito de personalidade ou fraqueza, elas começam mostrá-lo.

Por exemplo, os pesquisadores disseram a um grupo de pessoas que eram muito impulsivas, que esta característica costuma ser acompanhada também da criatividade.Estas pessoas apresentaram muito mais criatividade nos testes que foram feitos após esta constatação do que nos anteriores.

Qual a lição de tudo isto? Tenha cuidado com o que você acha de si mesmo, porque o seu cérebro vai acreditar e agirá em consequência disso, como se fosse absolutamente verdade.
Melhorar drasticamente o rendimento só por imaginá-lo

Vários estudos mostraram que em diversas profissões complexas, quando os profissionais se imaginam várias vezes realizando uma tarefa difícil e com detalhes realistas, melhoram muito o seu rendimento.

Muitos profissionais que tem que agir sob pressão usam o poder da sua imaginação para vencer e aperfeiçoar as suas habilidades. Isto é de grande ajuda na hora de realizar as suas tarefas, já que ao imaginar que realizam tarefas ainda mais difíceis, fica mais fácil finalizar as que correspondem à sua profissão, relaxando sem perder a concentração.

Com isto você pode aprender que a sua imaginação tem o poder de melhorar significativamente a sua capacidade de realizar uma tarefa complexa.

Aproveite o poder da sua mente

1. Seja dono do seu poder de mudar:

muitas pessoas usam o seu próprio poder contra elas mesmas. Se você acha que não pode mudar, a sua mente vai acreditar nisso. É fundamental mudar essa falsa ideia que você abriga na sua cabeça. Aproprie-se do seu poder, seja o dono do mesmo e comece a usá-lo.

2. Decida como você quer ser diferente e imagine: 

por exemplo, se você quer ser mais extrovertido, imagine a si mesmo rindo e falando com um grupo de colegas de trabalho, ou socializando animadamente em uma festa repetidamente. Combine a prática mental com a prática real em situações cotidianas. O seu progresso provavelmente será mais rápido.

3. Acredite em você mesmo: 

milhares de pessoas agradáveis se sentem sem valor ou invisíveis. Outras podem sentir que não merecem ser amadas, ficando ansiosas, chateadas ou desesperadas. Se alguma destas palavras lhe descreve, você pode começar a usar o poder da sua mente. Imagine-se com cores vibrantes, com confiança e força. Imagine-se como dono do que você quer ser.


Texto original em espanhol de: Belén Gisbert Vercher

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Engane sua mente - Osho


Sentindo-se triste? Dance ou vá tomar uma ducha e veja a tristeza desaparecer do seu corpo. Sinta como a água que bate em si, leva junto a tristeza, da mesma forma que leva embora o suor e a poeira do seu corpo. Coloque a sua mente numa situação tal que ela não seja capaz de funcionar de maneira habitual. Qualquer coisa serve. Afinal, todas as técnicas que foram desenvolvidas ao longo dos séculos não passam de tentativas para distrair a mente e demovê-la dos velhos padrões.

Por exemplo, se estiver sentindo-se irritado, inspire e expire profundamente durante apenas dois minutos e veja o que acontece com a sua raiva. Ao respirar profundamente, terá confundido a sua mente, pois ela não é capaz de relacionar as duas coisas. "Desde quando", a mente começa a se perguntar, "alguém respira profundamente quando está com raiva? O que está acontecendo?" A dica é nunca se repetir. Caso contrário, se toda vez que se sentir triste, for para o chuveiro, a mente transformará isso num hábito. Após a terceira ou quarta vez, ela aprenderá: "Isso é algo permitido. Está triste, então é por isso que está tomando uma ducha." Nesse caso a ducha irá apenas transformar-se em parte da sua tristeza.

Seja inovador, seja criativo. Continue confundindo a mente. O seu companheiro diz algo e sente-se irritada. Em vez de bater nele ou jogar alguma coisa na sua direção, mude o padrão do pensamento: dê-lhe um abraço e um beijo. Confunda-o também! De repente, perceberá que a mente é um mecanismo e que ela sente-se perdida com o que é novo. Abra a janela e deixe novos ventos entrarem.

domingo, 24 de maio de 2015

Cuidar do corpo e da mente é necessário (Momento Casa)


Uma rotina mais dinâmica e uma alimentação equilibrada contribuem de forma positiva para uma vida mais saudável e prolongada

As pessoas estão mais atentas aos cuidados com o corpo e a mente. Dessa forma, atitudes simples passam a fazer parte da vida e ajudam a manter a saúde em dia. Com isso, todos se sentem mais motivados para exercer as suas funções e responsabilidades do cotidiano e aumentam a expectativa de vida.

Comer melhor, praticar atividades físicas, reunir-se com os amigos são apenas algumas das ações que podem ser concluídas de forma prazerosa e sem restrições.

No entanto, a ciência comprova que algumas medidas saudáveis são essenciais para se viver com mais qualidade. É necessário conhecer mais a fundo algumas delas para poder incorporá-las na rotina.

Um dos fatores imprescindíveis para se ter uma boa saúde é comer bem, mas tenha cuidado com o que se coloca no prato, pois certos alimentos são os grandes responsáveis pela má qualidade de vida das pessoas.

Uma pesquisa feita por cientistas da Universidade Park, nos EUA, concluiu que quem consome mais oleaginosas, ou seja, nozes, castanhas, avelãs, amêndoas e pistache, reduz o risco de males cardíacos entre 25% e 39%, quando ingeridos cinco vezes por semana. Do mesmo modo, no País de Gales, o Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, comprovou que vítimas de ataques cardíacos reduziram as chances em 29% de ter novos problemas ao comer peixe, fonte de ômega 3, pelos menos duas vezes por semana.

Outra atitude benéfica ao ser humano é dormir bem. Ter uma noite tranquila de sono ajuda muito. Um estudo feito pela American Academy of Sleep comprovou que adormecer bem é um dos fatores que auxiliam na longevidade. Na ocasião, participaram 2.800 pessoas, sendo que 46% dos indivíduos que relataram insatisfação com a saúde tinham uma péssima qualidade de sono.

Não é nem necessário dizer que atividades físicas são indispensáveis para quem deseja longevidade e maior cuidado com a saúde. Quando se tem uma vida ativa, longe do sedentarismo, as pessoas ficam distantes de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, entre outros problemas. Em uma pesquisa da FMRP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto), da USP (Universidade de São Paulo), foi comprovado que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e essa queda se sustenta nas 24 horas seguintes. O cérebro também se mantém mais afiado.

Quem não gosta do ambiente de academia não tem desculpas para não se exercitar. Hoje as pessoas procuram áreas verdes para fazer suas atividades físicas. Nesses locais, é possível se cuidar e ficar bastante ativo, além de se tranquilizar e receber boas energias.

Certamente, há um parque ou uma praça próximo da residência e, sendo assim, para não fazer essas atividades sozinho, chame amigos, familiares e vizinhos, pois a presença de pessoas conhecidas torna essa rotina ainda mais dinâmica e prazerosa.

Diante dessas práticas é notório dizer que o ser humano precisa se conscientizar que sua vivacidade depende de atitudes simples, porém importantes para que o organismo se mantenha em funcionamento perfeito e exercendo suas funções corretamente.



(texto publicado no jornal Momento casa - edição 2910 - ano 8 - maio de 2015)