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sábado, 16 de maio de 2015

Como baixar a pressão arterial sem usar remédios (Melhor com Saúde)


A pressão arterial alta é uma doença que requer muito cuidado, já que se não for tratada pode desencadear um problema maior, como um ataque cardíaco, problemas no sistema cardiovascular e, inclusive, a morte. Esse problema de saúde precisa de atenção médica para ser controlado, mas também existem formas naturais de controlá-lo sem necessidade de usar remédios.

As pessoas que sofrem de pressão alta devem ser conscientes de que precisam modificar seus hábitos de vida para manter um estilo de vida mais saudável que ajude a prevenir,atrasar ou controlar seus problemas de pressão. Nesta oportunidade, vamos dar uma série de recomendações que você pode ter em conta para baixar a pressão arterial sem necessidade de usar remédios.

Preparar suas próprias comidas com pouco sódio ou sem sal

As pessoas que sofrem de pressão alta devem reduzir ao máximo o consumo de sal ou sódio. Esse ingrediente que usualmente utilizamos na cozinha pode causar retenção de líquidos e fazer com que o sangue tenha maior volume. Se isso ocorrer, o coração tem que pulsar mais forte para mobilizar esse excesso de volume pelo corpo e isso provoca a pressão arterial alta. Tenha em conta de que o sal não só está presente na nossa cozinha ou na nossa mesa, mas ele também faz parte de muitos alimentos que são vendidos no supermercado.

Evitar o consumo de alimentos processados

Os alimentos processados têm, entre seus ingredientes, uma grande quantidade de sódio que afeta as pessoas que sofrem de pressão alta. Esses tipos de alimentos não costumam ser saudáveis e estão carregados de uma grande quantidade de produtos químicos que podem afetar o organismo de muitas maneiras. Se você já foi diagnosticado com pressão alta, evite o consumo de alimentos enlatados, carnes embutidas, condimentos e molhos ou produtos de padaria, entre outros alimentos processados.

Fazer exercício regularmente

Está comprovado que fazer exercício regularmente, entre 30 minutos e uma hora, pode reduzir a pressão arterial alta entre 4 a 9 milímetros de mercúrio (mm Hg) e os resultados são imediatos. O exercício melhora a saúde de muitas formas e, nesse caso, ele é crucial para controlar os altos níveis de pressão arterial. Os exercícios servem como um método de prevenção e também são altamente recomendados para aqueles que já sofrem desse problema. O ideal é consultar o médico antes de iniciar uma rotina ou contar com a supervisão de um treinador para saber se você vai ter que restringir algum tipo de exercício.

Experimentar alguns remédios naturais

Existem diferentes remédios naturais que podem ajudar a reduzir os níveis de pressão alta com excelentes resultados. Para consumi-los é importante consultar o médico, especialmente se você já estiver seguindo algum tipo de tratamento farmacológico. Vários estudos científicos já comprovaram que a pressão arterial pode ser reduzida com a medicina alternativa.

Entre os melhores remédios naturais para baixar a pressão arterial encontramos:

- a coenzima Q10

- o ômega 3

- o óleo de peixe

- o alho

- a curcumina (da cúrcuma)

- o gengibre

- a pimenta caiena

- o azeite de oliva

- as nozes

- a acteia

- o espinho branco

- o magnésio

- o cromo

Parar de fumar

Os estimulantes do cigarro podem subir a pressão arterial significativamente, tornando ainda mais complicado o problema da pressão arterial. Esse hábito tão prejudicial para o organismo pode piorar a saúde das pessoas com pressão alta e fazer com que elas sofram sérias consequências na sua saúde cardiovascular. Deixar de fumar não é fácil, mas também não é impossível. Com muita força de vontade e algumas ajudas é possível deixar esse mau hábito.

Perder peso

As pessoas que sofrem de sobrepeso ou obesidade estão sobrecarregando o seu coração com tarefas e isso está provocando neles um problema de pressão alta. Ter um peso equilibrado e saudável não só ajuda a melhorar a auto-estima, mas também é chave para prevenir e tratar problemas de pressão alta. Se esse for o seu caso, o ideal é adotar hábitos de vida mais saudáveis ou pedir ajuda profissional para conseguir baixar de peso.

Diminuir o estresse

Embora pareça que não tenha nada a ver, o certo é que o estresse e a ansiedade podem subir a pressão arterial temporalmente. Em muitas ocasiões é muito difícil controlar esse tipo de emoções, pois às vezes temos complicações que nos levam a nos estressar com frequência e a ter problemas de angústia e ansiedade. Entretanto, existem várias formas de tratá-los para levar um estilo de vida mais saudável. Tente tomar um tempo para descansar, meditar ou fazer algum tipo de atividade que seja prazerosa para você. Essas atividades vão ajudar você a lutar contra o estresse e assim ele não irá trazer mais problemas para a sua saúde.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Pesquisa científica descobre porque o mel é o melhor antibiótico natural (Melhor com Saúde)


Já escutamos falar do quanto o mel é benéfico para a saúde em muitas ocasiões e inclusive compartilhamos algumas receitas que nos permitem aproveitar suas propriedades esteticamente. Porém, hoje queremos retomar esse tema com um estudo mais recente onde pesquisadores demonstraram que o mel é o melhor antibiótico natural, inclusive mais eficiente do que alguns antibióticos convencionais usados no tratamento de diversas infecções.

Por que afirma-se que o mel é o melhor antibiótico natural?

O mel contém 13 bactérias do ácido lático (BAL), que são responsáveis pela ação antimicrobiana requerida em função do tipo de bactérias a serem combatidas. Assim revelou Tobias Olofsson, professor da Universidade de Lund e autor dos estudos publicados na revista "International Wound Journal".

Para concluir, os pesquisadores trataram 42 patógenos das feridas de 22 pacientes com as 13 BAL do mel. Como resultado, observaram que os efeitos eram comparáveis aos produzidos por antibióticos convencionais.

A pesquisa foi reforçada ao utilizar o mel como tratamento para curar as feridas de cavalos que não melhoravam, com a obtenção de resultados positivos.

Porém, o professor Olofsson adverte que para conseguir esses efeitos e benefícios do mel, ele deve ser fresco e completamente puro. Nesse sentido, adverte que o mel comercializado em supermercados não contém bactérias láticas vivas, por isso muitos de seus benefícios não podem ser aproveitados.

Em  todo caso, os pesquisadores creem que essa descoberta é muito importante para a medicina, pois em um futuro poderia chegar a ser um tratamento alternativo aos antibióticos convencionais que, como sabemos, costumam ter efeitos secundários nos pacientes.

Que outras propriedades o mel contém?

Além das 13 bactérias do ácido lático (BAL0, o mel é um alimento carregado de probióticos e antioxidantes. É rico em vitamina A, B2, B3, B5 e vitamina C, além de minerais essenciais como o cálcio, o magnésio, o potássio, o ferro, o cobre, o iodo e o zinco. Considerando seus benefícios, o mel tem sido utilizado para:

- Combater organismos nocivos da salmonela e a E.coli. Também contribui para a melhor digestão dos alimentos.

- É recomendado para reforçar o sistema imunológico e combater infecções nas vias respiratórias, assim como gripes e resfriados.

- Desde a antiguidade, tem sido utilizado para tratar feridas, prevenir infecções e melhorar o processo de cicatrização.

- O mel é utilizado no cuidado da pele, já que evita possíveis infecções e elimina aquelas bactérias que podem afetar nossa beleza.

Outros dados importantes sobre o mel

- O consumo de mel não é recomendado para pessoas que sofrem de diabetes, já que em um lapso de tempo muito curto pode oferecer uma grande quantidade de açúcares que pode afetar o paciente. Por isso mesmo, é recomendável consumi-lo com moderação.

- O mel não deve ser administrado em crianças menores de um ano, já que seu intestino ainda não tem a capacidade de processá-lo.

- Pessoas que são alérgicas ao pólen também podem chegar a ser alérgicas ao mel.

- 100 ml de mel nos oferece 325 calorias. Devido a isso, recomenda-se consumi-lo especialmente pela manhã ou antes de praticar algum exercício.

Complemente a informação!

A combinação de canela e mel é perfeita para o nosso organismo.

Como utilizar o mel com fins terapêuticos?

- Em casos de feridas ou queimaduras, deve ser aplicado diretamente na região afetada e cobri-la. Deve ser trocado pelo menos 3 vezes por dia.

- As mães lactantes podem aplicar um pouco de mel nos seios para prevenir e aliviar incômodos que podem ser causados por infecções.

- Em casos de irritação na pele, pode-se utilizar o mel como base para uma massagem.

- Para desinfetar o organismo a nível interno, misture uma ou duas colheres de mel em um copo de água morna com suco de limão.

- Para evitar o ardor estomacal, o ideal é misturar uma colher de sopa de mel, duas colheres de sopa de vinagre de sidra de maçã e um copo de água.

- Para combater infecções respiratórias, problemas de garganta, gripes ou resfriados o ideal é misturar mel com suco de limão ou laranja. Quase sempre prepara-se uma bebida quente que é consumida à noite, antes de dormir.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Magnésio, fonte de juventude - Cinthya Leite (Cura Pela Natureza)


Mineral presente em grãos, crustáceos e mariscos, folhas verdes e legumes exerce mais de 300 funções no organismo humano e é fundamental para o envelhecimento saudável

Grão-de-bico faz bem porque é rico em fibras e minerais enquanto que amêndoa e avelã devem ser incluídas no cardápio porque encabeçam o rol das gorduras insaturadas, que ajudam a tirar o colesterol ruim (LDL) da circulação. E o lado bom do espinafre é a presença de ácido fólico, que pode ser uma cautela a mais em favor do bom desempenho do coração. Embora forneçam benefícios diferentes ao organismo, esses elementos têm uma característica em prol da saúde: apresentam alto teor de magnésio.

Embora pouco proclamado, esse mineral exerce mais de 300 funções no organismo humano e, por isso, é bastante necessário para as pessoas envelhecerem com qualidade de vida. "A carência de magnésio acelera o processo de envelhecimento. A diabete mal controlada, em qualquer fase da vida, acelera o desgaste dos vasos sanguíneos e dos tecidos porque há perda acentuada desse nutriente devido à insulina elevada", diz o médico brasiliense Arnoldo Velloso, especialista em antienvelhecimento.

Autor de estudos sobre a ação do magnésio no campo da medicina ortomolecular, Arnoldo Velloso ministrou palestra no Recife, no mês passado, quando enfatizou a possibilidade de se alcançar bem-estar através do acréscimo desse mineral numa alimentação saudável. "O magnésio compete com o cálcio pelos mesmos canais de absorção. Iogurtes, que são boas fontes de cálcio, podem ser acompanhados de uma castanha-do-pará, que é rica em magnésio. Assim, há uma entrada balanceada dos dois nutrientes no organismo", garante o médico. O magnésio ainda tem o poder de corrigir e regular outros minerais, como sódio, potássio e cálcio. É por isso que é fundamental mesclar alimentos no prato.

De acordo com o estudo do professor Giuseppe Paolisso, da Universidade de Nápoles, na Itália, o déficit de magnésio é associado às diabetes tipos 1 e 2. A pesquisa, publicada no Jornal Americano de Nutrição Clínica, mostra que a ausência desse mineral aumenta o r isco de desenvolvimento da retinopatia diabética - lesões que aparecem na retina e que podem causar perda da acuidade visual.

Recado seja dado: uma boa dose de magnésio minimiza os impactos negativos deixados pelas taxas irregulares de glicose no sangue. E também ajuda a baixar a pressão arterial por dilatar as artérias, segundo o médico norte-americano Michael Roizen, conhecido pelo best seller A idade verdadeira (Ed. Campus/Elsevier, R$ 70), sobre os fatores que afetam a saúde com o passar dos anos.

"O nutriente ainda relaxa os tubos brônquicos e pode ser útil em casos de asma", diz Roizen. No livro Você: manual do proprietário (Ed. Campus/Elsevier, r$ 70), ele assegura que uma dieta rica em magnésio pode fazer um indivíduo ficar com um organismo até um ano mais jovem.

Vale salientar que a falta de magnésio no organismo desencadeia sensações desagradáveis, como perda de apetite, náusea, vômitos, sonolência, contrações musculares súbitas, tremores e taquicardia. "A carência ainda aumenta a tensão pré-menstrual, os riscos de infarto cardíaco e de derrame cerebral, como também a morte súbita", acrescenta Arnoldo.

O problema é que todos os sintomas apresentados pela privação desse nutriente são comuns a muitos problemas de saúde e, por isso, é difícil diagnosticar quando os sinais são frutos da ausência de alimentos ricos no mineral em foco. "A melhor maneira de consumir o magnésio é através de injeções intramusculares ou intravenosas, desde que sejam aplicadas por especialistas. Também é recomendado o consumo de água magnesiana e de suplementos de magnésio", afirma Arnoldo.

Uma orientação médica é importante no caso de uma suplementação porque o excesso de magnésio é prejudicial à saúde. Se o consumo ultrapassa as cotas necessárias para as funções vitais, podem aparecer pressão baixa, problemas respiratórios e inibição da calcificação óssea.

Sobre as recomendações diárias de magnésio, geralmente mulheres acima dos 18 anos devem consumir 310 miligramas (mg) por dia, quantidade equivalente a aproximadamente 150 gramas de grão de soja. Já homens na mesma faixa etária precisam de 400 mg diariamente. Bebês e crianças também necessitam do mineral, mas numa proporção menor. Só para ter ideia, entre 4 e 8 anos, são necessárias 130 mg do nutriente por dia.

A recomendação é que, quanto mais cedo alimentos ricos com a substância forem acrescidos no prato, menores são as chances da necessidade de fazer suplementação na vida adulta e na velhice, quando começam a se proliferar gorduras maléficas no sangue.

"Se existe carência de magnésio, é provável que as taxas do colesterol ruim estejam irregulares. No momento em que as taxas desse mineral ficam normais, consegue-se restabelecer os níveis de uma forma natural e sem efeitos colaterais", argumenta Arnoldo. Para essa normalização, contudo, é preciso que o paciente esteja ciente de que a suplementação por si só não faz efeito. Então, nada mais coerente que aderir a bons hábitos alimentares.