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sábado, 3 de dezembro de 2016
domingo, 6 de dezembro de 2015
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Vampirismo energético - Luiz Gasparetto
Existem situações em que nós, infelizmente, nos deixamos levar pelo outro. Assumimos a responsabilidade por terceiros e nossos centros de força passam a trabalhar para eles. Chamo esse fenômeno de vampirismo. Você não imagina como isso é péssimo para sua evolução. Você fica estagnada e se anula, abastecendo o outro com a sua energia.
É possível, sim, ir contra essa influência. Como sempre digo, deixar-se influenciar depende somente de sua postura, atitude e modo de encarar a vida. Porque não existe essa história de vítima. Ninguém vai sugar sua energia se você não deixar. O vampiro só existe se a pessoa for “vampirizável“.
Preste atenção. Cada vez que você se depara com um vampiro, seu sistema sente e dá um sinal de alerta. E ele tem a capacidade de expulsar essas interferências. Então, assuma seu sexto sentido para dar um chega pra lá na negatividade. Só assim você conquistará a paz e chegará aonde quer. Mas prepare-se, pois existem várias versões de vampiros, que podem estar entre os amigos, no trabalho ou mesmo na família. Até você pode se identificar com alguns deles. Olha só:
Vampiro cobrador
Ele já chega cobrando, antes de cumprimentar: “Pôxa, você nem me telefonou!”. E, se você é cobrável, começa a se desculpar e acaba sob o domínio dele. Cede de primeira e ele rapidinho a coloca na condição de devedora. Pronto, é o suficiente para a aura dele engatar na sua. Resultado: bate uma sensação de fraqueza, perda de energia. Chega a dar tontura. E como cortar essa influência? Reagindo! Não dê atenção às cobranças. A defesa é questão de posse. A melhor tática para lidar com vampiro é encará-lo e falar a verdade, ainda que seja deselegante. Não se deixe constranger.
Vampiro crítico
É todo questionador: “Mas você vai sair assim?”, “Menina, como você fez aquilo?”. Ele critica, e você, para agradar, se justifica, permitindo que ele seja seu juiz. É impressionante, qualquer crítica nos afeta! Não queremos que pensem mal da gente, e isso é uma dificuldade de se impor. Pense: “Tenho minha visão e é ela que vale. O que o outro pensa não importa”. Assuma e se banque já, para que o outro não roube seu entusiasmo.
O vampiro reclamador se queixa de tudo e quer sua atenção. Você comenta qualquer coisa, diz que precisa ir, mas ele te segura e insiste em reclamar. Daí, você se coloca no lugar dele e dá dicas de como ser otimista. É isso o que ele quer. O coitadinho precisa de seu socorro, sua companhia, sua vida. Esse tipo é comum entre os idosos. Reclamam que se doaram a vida toda para os outros, mas pagaram caro. E fazem joguinho: “Vai sair e me deixar sozinho?”. Com pena e achando que é sua responsabilidade, você cede. Grande tolice!
Tem também o vampiro desesperado, o mais comum, mimado, mas não “ajudável”, pois nunca faz nada por si. Ele quer que você faça tudo por ele e ainda arma escândalo, faz barulho e se desespera tanto que acaba te deixando aflita. Daí, ele fica aliviado, e você, agitada e ansiosa, com a aura dominada pela energia negativa.
O vampiro adulador vem cheio de elogios: “Obrigado por existir. Você é a pessoa mais maravilhosa que conheço!”. Logo em seguida, vem a dentada. E por que ele quer pôr o seu ego lá em cima? Porque, quando mexe com sua vaidade, você não enxerga mais nada e se rende a qualquer pedido. Basta uma puxadinha de saco e você fica totalmente dominada. Cuidado!
A frase típica do vampiro impotente é: “Eu não consigo”. Ele já chega com um ar de que nada dá certo. Se você tenta levantá-lo, ele reforça sua impotência. Uma vez, eu estava com uma pessoa assim e, logo que percebi sua postura, disse: “Sua vida está uma droga e acho que você não quer melhorá-la. Está falando isso com tanto prazer!”. Quando você bate de frente, o sujeito empalidece, perde o rumo. É o que basta para não se deixar sugar.
Por fim, há o vampiro desencarnado, ou o encosto. Você está superbem e, do nada, fica irritada, crítica, começa a se cobrar ou sente outro desconforto. Se acontecer algo assim, pare e se pergunte: “Por que estou sentindo isso?”. Quando você descobre que se trata de um vampiro desencarnado, a questão está quase resolvida. Alguns encostos percebem que você se ligou e vão embora. Uma pena que, na maioria das vezes, a gente não se dê conta da existência deles. Por isso, antena ligada. Para se defender, entenda que esse estado de ânimo não é seu.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Gasparetto entrevista Wagner Borges (Programa Sexto Sentido - 1989)
Assistam a essa entrevista que o Wagner Borges concedeu ao Gasparetto em 1989. Coincidência ou não, foi nesse mesmo ano que o Laércio Fonseca também foi entrevistado nesse mesmo programa "Sexto Sentido". E foi também em 1989 que fiz a primeira viagem à Itália. Muito interessante!!!
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Diário de vida: o céu não é o (meu) limite, mas a boia sim
boia eletrônica para caixa d´água
O que o vídeo acima tem a ver com o assunto da postagem? Eu diria tudo.
Percebi nos últimos anos que o meu poder de retenção de informações é limitado. Isso ficou muito claro desde que comecei a assistir a palestras e a fazer cursos de autoconhecimento.
Durante as palestras consigo manter a atenção durante um tempo, mas depois eu simplesmente "desconecto" e não registro mais nenhuma informação. E me dei conta que isso acontece desde que comecei a ir à escola. A professora dizia à minha mãe que eu era inteligente, mas muito distraída. Com certeza essa "distração" era a minha desconexão automática quando a informação estava sendo repetida ou então não me interessava.
Por isso fiz a associação do funcionamento de meu cérebro com a boia que controla o nível da água nas caixas d'água. Quando o número de informações atinge o nível máximo, a minha "boia" não deixa mais nada entrar. Por isso sinto a necessidade de diminuir o ritmo para deixar a "água" abaixar um pouco, daí posso retomar e deixar mais informações entrarem.
E é por esse motivo que reciclo sempre as minhas coisas. Não consigo acumular nada. Se começo a comprar muitos livros, sinto a necessidade de vender, trocar ou doar os mais velhos. E o mesmo acontece com roupas e outros objetos. Pratico com muita frequência o velho hábito do escambo: troquei vários volumes do Harry Potter em inglês e francês por uma máquina digital. E as duas partes ficaram mais do que satisfeitas.
Essa descoberta foi muito útil para aprender a administrar melhor o quanto de informações consigo reter de cada vez.
A seguinte frase vem bem a calhar: Deus fez o homem a sua imagem e semelhança. O homem, por sua vez, fez as invenções a sua imagem e semelhança também.
Aproveito para deixar uma dica de leitura:
Nesse livro Gasparetto compara o proprietário com seu carro e mostra como as doenças do primeiro estão interligadas aos problemas do segundo
Boa semana a todos!!!!
domingo, 6 de outubro de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Trechos do programa Encontro Marcado com Wagner Borges
Viagem astral
Campos magnéticos
Viagem astral
Percepção
Testemunho de projeção astral
Auto-estima
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
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