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sábado, 18 de outubro de 2014

Seu melhor caminho - Mel Aitak


Ao evoluirmos, aprendemos que não existe só uma rota, mas muitos atalhos para a felicidade...

Crescer e evoluir são tarefas difíceis demais para qualquer ser humano. Envolvem, invariavelmente, muita energia, algumas decepções e até romper com quem insiste em nos impor valores com os quais não concordamos.

Conforme amadurecemos, compreendemos que cada pessoa tem uma receita para ser feliz. Ou seja: o que deixa seu vizinho alegre e o motiva pode não deixá-la contente. Os valores que norteiam a vida dele, de repente, não são os seus.

Assim, você descobre que cada pessoa tem um caminho a seguir. E ninguém - absolutamente ninguém - tem a fórmula (mágica) que vai fazer você percorrer o seu caminho sem se magoar, tropeçar ou cair. Portanto, o que vale para seu amigo, parente ou amor pode não servir para você.

Só conseguimos entender isso na maturidade - quando percebemos os projetos que ainda precisamos realizar e os sonhos que animam nossa vida. Temos certeza do caminho a seguir quando ouvimos nosso coração. Lá dentro está o nosso "Eu crístico", que é a nossa porção mais divina.

Quando aprendemos a ouvir o coração, compreendemos o que precisamos fazer. Descobrimos nossa missão neste planeta e o quanto temos que caminhar para realizá-la e sermos felizes. É como escreveu Brian Weiss no livro Milagres Acontecem (Editora Sextante). Ele mostrou que cada passo que damos é sagrado e que o mais importante é ter conhecimento de que somos "seres espirituais - a nossa condição natural". Pense nisso. Paz e luz!



(texto publicado na revista AnaMaria nº 940 - 17 de outubro de 2014)







sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Sua vida atual é resultado da anterior? - Ana Elizabeth Cavalcanti


Muitos psicólogos e psiquiatras renomados utilizam a Terapia de Vidas Passadas para tratar seus pacientes. O único vínculo que enxergam nesse tratamento com o ocultismo é a credibilidade na reencarnação.

A regressão de memória é uma técnica utilizada já há muitos anos com o objetivo de se levar a pessoa a lembrar de acontecimentos passados em sua existência atual e em vidas anteriores. Para muitas pessoas este método é natural e era aplicado em diversas civilizações da antiguidade como no antigo Egito, Tibete, China, Índia e Grécia.

Com o passar do tempo as experiências de regressão saíram do terreno experimental e passaram a servir como técnica de apoio a diversos tipos de terapias como, por exemplo, a Terapia de Vidas Passadas - TVP.

De maneira geral considera-se o francês Eugène-Auguste Albert de Rochas d'Aiglun, nascido em 1837, o pioneiro nestas pesquisas. Além dele outros estudiosos se dedicaram ao estudo da regressão, a partir do século 20. Entre eles o Ph D em Psicologia Morris Netherton, o físico francês Dr. Patrick Drouot, doutorado pela Universidade Columbia de Nova York, a norte-americana Dra. Edith Fiore, doutorada em psicologia na Universidade de Miami, o psiquiatra e neurologista norte-americano Dr. Brian Weiss, professor catedrático de um dos mais conceituados hospitais universitários americanos, o Mount Sinai Medical Center, o psiquiatra norte-americano Dr. Raymond A. Moody, autor do livro Vida após a morte.

No início da década de 1960, Morris Netherton iniciou seus estudos sobre a influência das vidas passadas na vida atual. Ele desenvolveu o principal e o mais reconhecido método de acesso a estas memórias passadas. Seu primeiro livro foi publicado em 1978 nos EUA, que na tradução brasileira recebeu o nome de Vidas Passadas - uma abordagem psicoterápica. Netherton tratou mais de 15 mil pacientes com bons resultados e afirma que a teoria da reencarnação é a melhor explicação que encontrou para os fenômenos que testemunhou.

Desde então Netherton passou a ensinar a Terapia de Vidas Passadas em inúmeros países. Para ele, esse método terapêutico não está de modo algum associado ao ocultismo, exceto quanto ao fato de compartilhar da aceitação da possibilidade da reencarnação.

Esta terapia direciona a consciência do indivíduo por meio de técnicas (hipnose, relaxamento ou visualização de imagens) para uma instância inconsciente onde constam informações, emoções, crenças e sentimentos que influenciam a personalidade atual da pessoa, podendo inclusive afetar sua integridade mental, emocional, física e espiritual.

A TVP ao buscar informações do passado consegue estabelecer uma relação entre causa e efeito, entre coisas que se viveu em outra vida com a existência atual. Dessa forma, o método é capaz de libertar pessoas de traumas e fobias que se encontram no inconsciente e que podem ser creditados a acontecimentos na vida intrauterina, no momento do nascimento ou mesmo numa vida anterior.

A Terapia de Vidas Passadas se popularizou no Brasil a partir da década de 1980 por meio do casal Prieto Peres, através de palestras, estudos e seminários. O casal, após estudos realizados na Association for Past-Life Research and Therapy fundada por Netherton, participou da fundação da Associação Brasileira de Terapias de Vidas Passadas - ABTVP em 1987.


(texto publicado na revista Tudo nº 32 - setembro 2013)








domingo, 26 de agosto de 2012

O orgulho e o ego - Brian Weiss


O orgulho pode ser um empecilho para o perdão. Ele é uma da manifestações do ego. O ego é uma personalidade transitória e falsa. Você não é o seu corpo. Não é o seu intelecto. Não é o seu ego. É maior do que tudo isso. Você precisa do ego para sobreviver no mundo tridimensional, mas precisa somente daquela parte dele que processa informações. O resto - orgulho, arrogância, medo, estar na defensiva - é mais do que inútil. O resto do ego nos separa da sabedoria, da alegria e de Deus. Você deve transcender o seu ego e descobrir o seu verdadeiro ser. Ele é a parte permanente, a parte mais profunda de você. É sábia, amorosa, segura e cheia de alegria.

O intelecto é importante no mundo tridimensional, ma a intuição é mais importante.

Você troca a realidade pela ilusão. A realidade é o reconhecimento de sua imortalidade, divindade e eternidade. A ilusão é o seu mundo tridimensional e transitório. Essa troca lhe é prejudicial. Você deseja a ilusão da segurança em lugar da segurança da sabedoria e do amor. Deseja ser aceito quando, na realidade, jamais pode ser rejeitado. O ego cria ilusão e encobre a verdade. É preciso dissolver o ego para poder ver a verdade.


(texto extraído do livro Só o amor é real)


O amor é a resposta (Love is the answer) - Dr. Brian Weiss


O amor é a resposta suprema. O amor não é uma absorção, e sim energia verdadeira, ou uma gama de energias que você pode criar e manter em seu ser. Simplesmente aja com amor. Você começará a tocar Deus dentro de si mesmo. Sinta-se amoroso. Dê expressão ao seu amor.

O amor dissolve o medo. Não se pode ter medo quando se sente amor. Uma vez que tudo é energia e o amor abrange todas as energias, tudo é amor. Este é um forte indício da natureza de Deus.

A pessoa que tem amor e é isenta de medos é capaz de perdoar. É capaz de perdoar os outros e a si mesma. Passa a se ver na perspectiva correta. Culpa e rancor são reflexos do mesmo medo. O sentimento de culpa é um rancor mais sutil dirigido para dentro. O perdão dissolve a culpa e o rancor, que são emoções desnecessárias e danosas. Perdoe. Perdoar é um ato de amor.


(texto extraído do livro Só o amor é real)


A ciascuno di voi è riservata una persona speciale - Dr. Brian Weiss



Diário de vida: O presente - Dr. Brian Weiss


Além do hábito de escrever, retomei um outro prazer: o de ler. Por vários motivos (ou desculpas) tinha parado completamente de praticar a leitura. Foi só uma questão de escolher o texto mais adequado nesse exato momento. Percebi que não estou na vibe de ler obras de ficção, então preferi os assim chamados livros de autoajuda ou autoconhecimento. E fuçando nas estantes da livraria Nobel onde trabalha o meu amigo João, me deparei com a obra "Errar é humano...perdoar é canino!" de autoria do médico veterinário Marcel Benedeti e a adquiri. E assim surgiu o interesse pelo espiritismo, nesse caso, dos animais. Há dias decidi começar a ler um novo livro e dessa vez fui fuçar na minha própria estante e peguei um por acaso. Era a obra "Só o amor é real" de outro médico, o Dr. Brian Weiss, dessa vez falando sobre vidas passadas. É desse livro o seguinte texto que fala da importância de se viver o presente. Não é à toa que essa palavra também significa aquilo que ganhamos de parentes e amigos em datas especiais como aniversário e Natal.
Quando faço uma revisão dos verbos para alunos do nível intermediário, traço uma linha na lousa e escrevo todos os tempos que eles aprenderam. O presente é sempre único, não existe presente "passado" e nem presente "futuro" como ocorre com os outros tempos verbais.

O vietnamita Thich Nhat Hanh, monge budista e filósofo, nos ensina a saborear uma boa xícara de chá. Temos de estar completamente conscientes para sentir prazer com o chá. Somente na consciência do momento presente as nossas mãos podem sentir o agradável calor da xícara. Somente no presente podemos sentir o aroma e a doçura, apreciar o requinte do sabor. Se estivermos ruminando acerca do passado, a experiência de saborear a xícara de chá nos fugirá completamente. Quando olharmos a xícara, o chá já acabou.

A vida é assim. Se não estivermos inteiramente no momento presente, olharemos em nossa volta e ele terá passado. Teremos deixado de sentir o contato, o aroma, o requinte e a beleza da vida. Esta parecerá estar nos deixando para trás.

O passado terminou. Devemos aprender com ele e deixá-lo ir. O futuro ainda não chegou. Devemos fazer planos, mas não perder tempo nos preocupando com ele. De nada vale nos preocupar. Quando pararmos de ruminar a respeito do que já aconteceu, quando pararmos de nos preocupar com o que talvez nunca aconteça, então estaremos vivendo o presente e começaremos a sentir a alegria de viver.

sábado, 25 de agosto de 2012

Diário de vida: diabetes e problemas cardíacos


Apesar dos vários compromissos com a escola e com a minha mãe, decidi não interromper por nada o processo de autoconhecimento. 

Além das pedras, comecei a me interessar pelo espiritismo com a descoberta dos livros de Marcel Benedeti e agora com as obras de Brian Weiss. Acabei de ler a sua obra "Só o amor é real" e fiquei encantada com a questão das almas gêmeas que encarnam e desencarnam várias vezes até aprenderem a lição, ou como diria a Cristina Cairo, até conseguirem encher o próprio balde, enfim, cumprir a sua missão por aqui. 

Como preciso quase que cronometrar o tempo para fazer as coisas que realmente quero fazer, fui em um pé e voltei no outro do centro da cidade ontem. Sou cliente antiga do Sebo do Messias e antes de sair de casa tinha reservado alguns livros do Dr. Weiss e fui retirá-los. Dos 5 que tinham me interessado, só encontrei 3, mas acabei pegando outros livros, inclusive um escrito pelo Dalai Lama, "A arte da felicidade", uma das leituras que a Cristina Cairo tinha recomendado em um de seus programas.

Falando nela, agora me convenci realmente que todos os males que provocamos ao nosso corpo são consequência de nossa mente, de nossos pensamentos, mas principalmente de nosso inconsciente.

Fui ao centro de ônibus e metrô e durante o percurso não pude deixar de ouvir a conversa dos passageiros sentados perto de mim. E o tom utilizado era de reclamação e o assunto, pasmem, doenças. Na ida foram dois jovens conversando, um rapaz e uma moça. Ele descreveu durante todo o percurso que fizemos juntos  as visitas ao médico, sobre os remédios que estava tomando sempre no horário certo (coisa que nunca consegui fazer). E na volta ouvi a conversa de uma moça que estava falando com um rapaz pelo celular. Ela tinha feito um exame e o médico disse à mãe dela que o caso era grave. A própria paciente não sabia exatamente o que tinha porque a mãe não quis entrar em detalhes, só a mandou tomar um remédio e mais nada. Infelizmente quando falamos de doenças queremos sempre chamar a atenção do outro, despertando a piedade. E não é raro dramatizarmos o ocorrido para que a situação pareça pior do que realmente é. 

Há dias descobri como são as pessoas diabéticas e com problemas cardíacos. Segundo a linguagem do corpo, pessoas assim são controladoras, vivem do passado, não sonham mais. A minha mãe se encaixa nas duas situações. E foi muito interessante descobrir quando ela começou a desenvolver a diabetes: quando estava no Japão, longe de mim e do meu pai. Ela tinha literalmente perdido o controle sobre nós. E o problema cardíaco dela se acentuou (felizmente o médico detectou a gravidade em tempo) no início do ano passado quando comecei a sair bastante com as minhas amigas Cristal e Aninha. Eu estava tratando da minha vida. Inconscientemente ela achou um modo de me trazer para perto dela. 

E a minha somatização qual foi diante disso? Manchas no rosto!!!! Segundo a linguagem do corpo, elas aparecem quando a pessoa sente que a sua privacidade está sendo invadida. Lógico. Sem vida própria o meu corpo mais cedo ou mais tarde iria me avisar que algo estava errado com o meu espírito, a minha alma. Na verdade ele sempre avisa, a questão é que não prestamos atenção ou não entendemos o que ele está querendo nos dizer.

A solução que achei para resolver isso foi aprender a "desencanar" e negociar com a minha mãe. São pequenas atitudes que não a prejudicam e estão ajudando a cuidar de minha própria vida sem magoá-la. É fácil? Não, mas não impossível. Quero realmente continuar a encher o meu próprio balde. Não vou conseguir enchê-lo nessa vida? Voltarei quantas vezes forem necessárias até aprender a lição!!!

Bom fim de semana a todos!!!!