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sexta-feira, 3 de julho de 2015

10 coisas bizarras que o filme "Titanic" tentou esconder de você (Verdade ou Consequência)


Titanic deu o que falar em sua época, mesmo sem muita tecnologia em seus computadores, a produção praticamente não deixou a desejar em nada, a não ser por um bocado de erros de gravação que são praticamente normais em filmes (principalmente os daquela época). A história de amor que fizeram por trás da tragédia que aconteceu na vida real, deixou ainda mais interessante a trama, tornando conhecidos mundialmente os olhos azuis de Leonardo Di Caprio.

Quando se toca a música magnífica de Celine Dion (My Heart Will Go On) até crianças de hoje sabem que se trata de um filme de um navio que afundou. E Titanic era o filme com maior audiência até surgir Avatar com todo seu esplendor e arrancar bilhões das bilheterias.

Contudo, existem algumas curiosidades que nem todos se dão conta, e que só quem vai atrás e investiga acaba descobrindo, sendo elas bastante interessantes, resolvi juntar algumas delas e compartilhar com você. Vamos lá?

1. Entre os sobreviventes, um era japonês que, ao chegar de volta ao Japão foi considerado covarde por deixar as pessoas para trás. Tem base?

2. Lembra-se dos músicos tocando na hora em que o navio afundava? Faz parte da história real, por isso eles os colocaram.

3. Bastavam 20 segundos. Se o iceberg tivesse sido visto apenas 20 segundos antes, o navio teria sido salvo.

4. O chocolate Hershey's quase não viria a existir. Um de seus donos chegou a comprar a passagem para a viagem no navio, mas não embarcou.

5. Fizeram um navio com quatro chaminés para o filme. Mas dessas, somente três funcionavam.

6. Na história real, os botes foram usados de forma incorreta, assim, mais ou menos 500 pessoas a mais teriam sido salvas.

7. Incrivelmente, Titanic foi o único caso de acidente registrado ocorrido com iceberg.

8. Pelo fato de o capitão achar que seria o navio mais seguro do mundo, não chegou a oferecer o treinamento de coletes e botes.

9. Estudos mostraram que o iceberg em que colidiu, estava naquele mesmo lugar desde 1.500 a. C.

10. Gastaram mais dinheiro com o filme do que com o navio real que afundou.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Educação e a doença da normalidade - Lama Padma Samten


A normose é um amortecimento cotidiano que afeta nossa visão - e a maneira como criamos as crianças

As formigas descobrem um pote de açúcar e logo formam um longo careiro de seres atarefados e incansáveis transportando seu tesouro. Se você retirar o pote, elas continuarão se movendo por um bom tempo. É inevitável a conclusão de que elas se movem por um posicionamento de seu mundo interno e não pela presença concreta do açúcar.

O aspecto mais profundo disso é que, de um modo ou de outro, todos os seres - sejam insetos, vermes, mamíferos, pássaros ou humanos - movem-se pela visão de seus mundos internos, seguindo fiéis à energia interior que surge misteriosa e os domina.

As pessoas se deslocam lentas no tráfego, nas calçadas. Esperando nos pontos de ônibus, aspiram logo chegar a seu destino. Afligem-se olhando o relógio. Se pensam que o mundo enlouqueceu e imaginam que deveriam viver outra vida, logo desistem, reconhecendo a impossibilidade.

Gosto de pensar que o tema principal do filme Titanic - que, aliás, não cheguei a assistir - é a normose. A doença da normalidade. A vida segue com suas urgências, ritmos, orgulhos, invejas, desejos e apegos, preguiças, carências, raivas e medos em um barco fantasma que conduz aceleradamente a lugar algum. A expressão "normose" foi cunhada pelo educador Pierre Weil para apontar esse amortecimento cotidiano como uma psicologia instalada que afeta a visão de cada pessoa e de cada ser.

Imaginem agora que a viagem do Titanic seja longa e dentro dele haja uma escola para as crianças. O que os professores ensinariam? Com certeza os temas principais diriam respeito a como viver naquele lugar. O mundo mental dos adultos criaria o projeto pedagógico e a definição dos conteúdos. Os adultos, com suas identidades fantasmagóricas, mundos internos carregados de certezas, seriam os professores no barco fantasma. Eles ensinariam sobre planejamento e valor econômico. Apontariam o futuro e as urgências. Diriam que o mundo é sério e desdenhariam das crianças que, voltadas ao brincar, criam suas próprias realidades.

O filme ficaria mais interessante se alguém descobrisse que o barco logo se chocaria e tentasse avisar. É como se a primeira formiga que não encontrou o açúcar estivesse retornando para avisar as outras. A educação inclui naturalmente o desafio de uma cultura sustentável que a inspire e uma comunidade lúcida que a crie.

Quando vejo as longas filas de carros se movendo arduamente, me lembro das formigas. Aqui e ali alguém avisa que o barco não irá longe.




(texto publicado na revista Vida Simples nº 149 - setembro de 2014)






domingo, 13 de abril de 2014

Diário de vida: 15 de abril de 2014: 102 anos do naufrágio do RMS Titanic


Há exatamente 102 anos, o RMS Titanic, considerado na época o maior navio de passageiros jamais construído, fazia a sua primeira e derradeira viagem. O Titanic partiu de Southampton, na Inglaterra, no dia 10 de abril e chocou-se com um iceberg em pleno Oceano Atlântico no dia 14, afundando após duas horas e quarenta minutos, já na madrugada do dia 15.

Mesmo após mais de um século, esse navio continua a despertar a curiosidade das pessoas. Foram escritos vários livros com teorias sobre os reais motivos que teriam provocado o naufrágio e romances que tinham o Titanic como pano de fundo. 

Foram feitas também várias versões cinematográficas, sendo a mais famosa a de 1997 dirigida por James Cameron e estrelada por Leonardo Dicaprio e Kate Winslet.

Assisti ao filme em 1998 quando passei 2 meses na Itália e, como fazem em todos os países europeus, o filme estava dublado. O que sempre achei interessante é o costume de dividir todos os filmes em "primo tempo" e "secondo tempo". O intervalo serve para comprar mais pipocas, bebidas, fumar um cigarro ou simplesmente ir ao banheiro. 

Só quando voltei ao Brasil consegui assisti-lo com o áudio original em inglês. E além do box especial com 4 DVDs, adquiri também o CD com a trilha sonora e também o da cantora Céline Dion, que canta o tema de Jack e Rose, "My heart will go on".




Deixo aqui uma singela homenagem a essa "lenda" da história da humanidade. 




Já fiz inúmeras postagens nesse mesmo blog com documentários falando sobre o navio. Se quiserem aprofundar o assunto, façam uma pesquisa. Boa viagem!!!