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domingo, 4 de setembro de 2016

Curiosidades do Japão - Gorjetas


Em muitos países é hábito receber gorjetas por um serviço cobrado, inclusive no Brasil, porém, no Japão isto pode ser considerado até mesmo falta de respeito.

A gorjeta é uma taxa extra que você paga a alguém por seus serviços, como gorjetas para garçons e taxistas. O valor da taxa depende do estabelecimento comercial, da região, porcentagem, preço pedido pelo prestador e também pelo valor que você deseja oferecer. O mais comum é o de porcentagem e o preço oferecido.

Então preste atenção neste artigo para não passar vergonha lá no Japão!

Orgulho, respeito, educação e ética

Estes são os 4 motivos pelos quais eles não aceitam gorjetas. Estas coisas estão ligadas umas com as outras.

Os Japoneses são extremamente educados e respeitosos, por isso, devemos ser assim com eles e ao mesmo tempo seguir seus costumes e “manias”, mas de certa forma, isto é, mais do que um costume ou mania, é mais como algo que é o certo, mas que não é seguido pela maioria dos outros países.

Eles mantêm um grande orgulho em relação a isto, principalmente por uma simples questão. “O serviço que você solicitou foi cobrado devidamente, então por que pagar mais? ”

Eles veem isto como uma forma de insulto, então tome cuidado para não fazer isto!

Além disso, mesmo que você dê uma gorjeta, o prestador de serviços não irá aceitar o seu dinheiro, e irá lhe devolver devidamente a quantia extra, por educação e ética. Raramente você verá alguém aceitando gorjeta por lá, mas é melhor não arriscar e muito menos tentar dar gorjetas.

Como agradecer alguém sem gorjeta?

Existem diversas formas de se agradecer alguém sem uma “taxa extra”.

Dizendo obrigado, arigatou (ありがとう) - O melhor jeito de se agradecer nestas situações é dizendo um simples obrigado! No Japão, o obrigado tem um significado muito maior, onde você estará agradecendo e dizendo que gostou do serviço prestado, as vezes até mesmo um aceno com a cabeça já valerá.

Elogiando o serviço prestado - Para um Japonês, nada será melhor do que ser elogiado por seu trabalho. Isto também é questão de honra, como no caso do lámen, onde fazer barulho enquanto come significa que você gostou do prato. Então, além de dizer obrigado, lembre-se de elogiar o serviço prestado e também diga o quanto você ficou satisfeito!

Sinceridade - Este é um dos pontos mais importantes, os japoneses gostam de sinceridade, por isso, também seja sincero. Não diga algo que não seja verdade, pois se você dizer a verdade ele irá tentar melhorar e não se preocupe, o prestador não ficará ofendido, mas sim agradecido. Então, sinceridade sempre!

O Japão já aceitou gorjetas?

Antigamente nos famosos ryokan algumas pessoas colocavam notas de 1.000 ienes em um envelope e entregava a uma pessoa que merecia. Um costume antigo que ainda é aceito em pousadas de alta categoria. Mas lembre-se que mesmo que seja aceito, está longe de ser necessário ou esperado.

Alguns guias e grupos que fazem excursões, as vezes podem aceitar gorjetas, principalmente se o grupo não for do Japão. Eles não possuem essa influência da cultura japonesa. O mesmo pode acontecer caso você seja atendido por um japonês em outro país, as vezes ele não segue o mesmo costume do Japão.


Vale lembrar que o Japão está cada vez se ocidentalizando, então alguns não importam em aceitar gorjetas. Mesmo assim, tenha em mente que japoneses não gostam de aceitar gorjetas. Evite isso, mesmo que você sinta vontade de recompensa-lo. Assim vai evitar que os 2 passem constrangimento.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Memória: A luta de um nikkei - Mauricio Xavier


O livro narra a saga de "japonês paulistano" que combateu na II Guerra Mundial

O relacionamento improvável entre um japonês que lutou na Força Expedicionária Brasileira (FEB) e uma jovem carioca deu origem a Amor entre Guerras (Editora Planeta, 320 páginas, 34,90 reais), romance baseado em episódios reais. O livro da jornalista Marianne Nishihata narra a história de Alberto Tomiyo Yamada e Ilma Faria. Os dois se conheceram na estação de trem de Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, em dezembro de 1940. Depois de três anos de namoro, Yamada - nascido em Tóquio, mas registrado como cidadão paulistano - foi convocado para lutar pelo Brasil na II Guerra Mundial. Entre os 25 000 pracinhas que embarcaram para a Itália, havia duas dezenas de nikkeis (japoneses ou descendentes que vivem fora do país de origem). "Esses rapazes lutaram do lado contrário ao do país de seus pais e avós, divididos entre a farda e as origens", diz Marianne. A ficção surge em alguns capítulos do romance, a exemplo do pedido de noivado no Parque da Luz. Mas a autora mantém os fatos históricos, como a coragem (e também o despreparo) da tropa brasileira durante as batalhas, o medo do nipo-brasileiro de ser confundido com um inimigo e a paixão que venceu o preconceito e a rivalidade.


(texto publicado na revista Veja São Paulo)

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

La leggenda del filo rosso 赤い糸 (akai ito) del destino (incredibiliedivertenti.com)


... è una credenza molto diffusa in Giappone, che si rifà a un’antica leggenda cinese. La leggenda narra che ognuno di noi nasce con un invisibile filo rosso legato al mignolo della mano sinistra. Questo filo ci lega indissolubilmente alla persona cui siamo destinati: il grande amore, per noi occidentali la nostra anima gemella. Le due persone così unite, sono destinate a incontrarsi, non importa il tempo che dovrà passare, le circostanze o le distanze che le separano. Perché, il filo rosso, sarà lunghissimo e fortissimo e non si spezzerà mai. Sarà lo stesso destino a tenerlo saldo e unito finché esse non s’incontreranno. Durante la Dinastia Tang, un tale di nome Wei, i cui genitori erano morti quand’era molto giovane cercò per tanto tempo una donna da sposare e con cui creare una famiglia, ma non ci riuscì. Una sera, arrivò nella città di Song e in una locanda un uomo gli disse che la figlia del governatore sarebbe stata la donna giusta. L’indomani mattina, Wei incontrò sui gradini di un tempio un vecchio che leggeva un libro in una lingua incomprensibile e gli chiese cosa fosse. Il vecchio rispose che lui veniva dall’aldilà e che era lì per occuparsi delle faccende umane, soprattutto dei matrimoni. Disse a Wei che la sua anima gemella aveva solo tre anni ora e che avrebbe dovuto aspettare quattordici anni prima di incontrarla e averla tutta per sé. Così Wei, curioso, si fece accompagnare al mercato per vedere la sua futura sposa.

Deluso dalla povertà in cui viveva la bambina, decise di ucciderla per essere sicuro di poter scegliere lui chi sposare. Mandò quindi un suo servitore ad accoltellarla e quando quello tornò, gli disse che l’aveva colpita in mezzo agli occhi. Wei proseguì più tranquillo la sua vita, dimenticandosi di quella storia. Trascorsero quattordici anni senza riuscire però a trovare una sposa adatta a lui. Ormai viveva nella città di Shangzhou, benestante, e il governatore di quella città gli offrì in sposa sua figlia. Finalmente Wei ebbe una moglie e incuriosito da una pezza che le copriva la fronte, le chiese dove si fosse procurata quella cicatrice. Lei rispose che all’età di tre anni un uomo cercò di ucciderla al mercato. Così Wei rivelò tutta la verità e capì che quel vecchietto del tempio aveva ragione: sin dalla nascita siamo destinati a qualcuno e che niente e nessuno può rompere quel legame.

domingo, 12 de julho de 2015

Diário de vida: Festa da cerejeira 2015


Hoje foi a festa da cerejeira que acontece todos os anos no clube japonês perto de minha casa. Quase desisti de ir porque no ano passado a minha mãe estava presente, mas a vida continua e eu queria rever os meus amigos, a Norie-sam, a minha ex-colega da escola, professora de japonês e de origami, e também os dois caricaturistas de mangá, o Aquirio e o Christian. 

Foi uma tarde muito ensolarada, até demais, porque o espaço onde ficaram não estava coberto. Não resisti e comprei 2 caderninhos com capa de tecido (menores do que o que adquiri no Mario da FAU com capa de corujinhas). Fiz as encomendas de mangás, duas para cada um. O forte do Aquirio são os os olhos e o do Christian em minha modesta opinião são os animais. Mas pelo mostruário que ele trouxe tanto hoje quanto há 2 semanas, ele é bem versátil. 

No final da festa encontrei a Sofia que tinha ido com o marido. Ficamos conversando um pouco e eles acabaram me dando uma carona até em casa. 

Foi um dia muito legal, aliás como todos os que tenho vivido até agora. Tentando sempre fazer algo diferente com alegria e muita fé.

Assistindo a uma apresentação de dança típica japonesa





A Roberta ensinando origami


Artigos feitos com origami


Mobiles feitos com origami


A Norie-sam em um momento de descanso


Dois bichinhos feitos com origami


Um cartão de aniversário




O Christian e o Aquirio desenhando as minhas encomendas


O Christian e o Aquirio mostrando os meus desenhos



Meus pais desenhados por Aquirio


A Deco-tyan desenhada por Christian



O Duque desenhado por Christian






























quinta-feira, 9 de julho de 2015

Diário de vida: garimpagem pelos sebos e festa de Tanabata


Sábado passado combinei com o João de irmos a um dos sebos que mais frequentamos no centro da cidade. Eu já sou cliente há muito tempo, quando era muito mais difícil conseguir material em italiano e eu ainda não tinha ido para a Itália. Qualquer revista ou livro era motivo de alegria. Um dos itens que tenho até hoje é um Topolino (Mickey em italiano) de 1977 com o Tico e Teco na capa (Cip e Ciop). E foi lá também que achei um livro didático que me recusei a comprar quando morava na Itália e tive que adotar assim que voltei ao Brasil.

O João fez uma ótima garimpagem e adquiriu ótimos itens para as suas várias coleções, o que o deixou super feliz.  Eu comprei alguns números da revista Super Interessante e outros da revista Sci Fi todas com reportagens sobre o Arquivo X. Isso veio bem a calhar porque a série vai voltar depois de mais de 10 anos: estão filmando alguns episódios que farão parte da 10ª temporada. 

Estava bem contente em ter gastado pouco, quando passamos em um outro sebo e acabei me deparando com um livro sobre a mesma série (quando cheguei em casa constatei que tinha o mesmo livro só que escrito em italiano). E acabei adquirindo também a edição ilustrada do livro Inferno de Dan Brown, ambientado na Itália, mais precisamente em Florença. 

O que foi legal também é que era dia da festa de Tanabata e aproveitei para escrever o pedido no cartão (amarelo para prosperidade) e amarrei em um dos galhos das árvores espalhadas pela praça. 







As japonesas e seus dentinhos tortos (Yaeba) - X Conexão Japão


Pelo visto o pensamento sobre estética bucal dos japoneses é diferente. Não é à toa que personalidades bastante conhecidas no país, como as cantoras Mika Sugisaki e Tomomi Itano tem dentes desalinhados e caninos projetados para frente.

No Brasil a saúde da boca é levado a sério! Questão de saúde pública. Além da saúde a estética tem um papel importante. As pessoas gastam fortunas em busca de dentes brancos e perfeitos, no Japão as mulheres estão procurando clínicas odontológicas para entortar os dentes? Será? Segundo o jornal americano NY Daily News, ter dentes encavalados dá um ar mais "juvenil", deixando-as mais bonitas.

Mika Sugisaki


Para Emílio Carlos Zanatta, cirurgião-dentista especialista em prótese dentária, é complicado julgar o que é bonito ou não. "Isso é complexo, pois é uma questão que aborda inclusive aspectos culturais de todo o povo, ainda que padrões de beleza possam ser estudados pela matemática, certas diferenças na anatomia, ainda que fora dos padrões estabelecidos ao longo do tempo, podem certamente ser classificados como atraentes. O que é atraente, não necessariamente é a perfeição como forma e função", diz o especialista.

Pelo visto o pensamento sobre estética bucal dos japoneses é diferente. Não é à toa que personalidades  bastante conhecidas no país, como as cantoras Mika Sugisaki e Tomomi Itano, que têm dentes bem desalinhados e caninos projetados para frente, fazem o maior sucesso e são tidas como musas da beleza.

Tratamento para entortar os dentes

Por isso que, quem não teve a "sorte" de nascer com os dentes desalinhados no Japão, está recorrendo a tratamentos estéticos especializados para entortá-los. Ainda segundo o jornal, um dos tratamentos, chamado Yaeba, consiste em alongar os caninos das mulheres por meio de próteses, dando a impressão de que os dentes estão encavalados (o que resulta em um efeito vampiresco). "O bom desse tratamento é que se a pessoa se arrepender, ela pode retirar as próteses", diz Juliana Barreto, dentista da Sorridents. Porém, segundo a especialista, é preciso ter cuidado com alterações exageradas na estética dos dentes, principalmente quando são feitas para deixar os dentes desalinhados. "A posição incorreta dos dentes é capaz de alterar as funções mastigatórias, de deglutição, fala, respiração, sono, além de provocar doenças dentárias como gengivites e cárie, devido a dificuldade para higienizar os dentes, o que favorece o acúmulo de tártaro e a doença periodontal", diz Juliana.


Tomomi Itano






























segunda-feira, 4 de maio de 2015

Togliersi le scarpe quando si entra in casa: 10 motivi per farlo (Vita da Mamma)



Togliersi le scarpe quando si entra in casa: un gesto di educazione, di rispetto e una sensazione di benessere e di libertà. Ecco 10 ragioni per farlo tutti

Molte culture orientali e mediorientali hanno l'usanza di togliersi le scarpe quando si entra in casa.

In Giappone addirittura questa usanza non è estesa solo in casa propria, ma obbligatoria anche in locali pubblici come i ristoratori.

Avete capito bene: se andate in un ristorante a Tokyo sarete accolti non solo dal maitre che vi illustrerà il menù, ma prima ancora varcherete una stanza con tante scarpiere dove mettere sandali e stivali.

Togliersi le scarpe in casa. Una buona abitudine

Che poi, a ben vedere, non è raro neanche da noi, e ancor più anni fa, quando le mamme passavano la cera e obbligavano figli e mariti a indossare quelle orribili ciabattine di stoffa che tanti hanno fatto cadere, lisci sul pavimento appena lucidato con la lucidatrice. 

In effetti a pensarci bene l'abitudine di togliersi le scarpe quando si entra in casa non è cattiva, ecco 10 motivi per farlo anche noi

Igiene

Le scarpe sono l'indumento che più raccoglie sporcizia dalla strada.

Togliersi le scarpe quando si entra in casa è una buona abitudine per mantenere puliti (anche non necessariamente lucidi) e mantenere più a lungo la pulizia domestica.

Così la casa resterà linda più a lungo e si utilizzerà una minor dose di detersivo.

Sostanze nocive

Uno studio dell'Environmental Protection Agency (EPA) ha evidenziato che sotto le scarpe si raccolgono non solo sporcizia, ma anche sostanze tossiche come erbicidi, addirittura in quantità maggiori che non si frutta e verdura trattate.

Togliersi le scarpe prima di entrare in casa evita di portare nelle nostre abitazioni residui potenzialmente dannosi alla nostra salute.

Batteri

Sotto le scarpe possono raccogliersi fino a 400 mila batteri, inclusi quelli che causano malattie letali come meningite, polmonite e infezioni varie.

Generalmente l'organismo combatte i batteri grazie al suo sistema immunitario, ma quando esso è sotto attacco, come quando si è malati o convalescenti, una maggiore pulizia domestica riduce il rischio di aggravare problemi di salute in corso.

Usura

Oltre alla sporcizia e alla carica batterica, stare in casa con le calzature aumenta l'usura di tappeti e pavimenti, soprattutto se si cammina con scarpe con tacchi che potrebbero rovinare parquet e mattonelle di pregio.

Togliersi le scarpe prima di entrare in casa è un rimedio per far durare di più i nostri pavimenti e le nostre tappezzerie.

Rispetto

Se abitate in piani elevati, togliersi le scarpe quando si entra in casa è segno di rispetto dei nostri vicini, che magari non vogliono sapere dei nostri spostamenti domestici, da una stanza all'altra.

Rispetto anche per gli oggetti

Togliersi le scarpe prima di entrare in casa non solo è segno di rispetto per i vicini, per la persona che ha pulito, ma anche degli oggetti: pavimento, tappeti, e anche scarpe.

Le scarpe saranno così meno utilizzate e dureranno più a lungo.

Esempio ai più piccoli

Se invece non si hanno vicini ai piani inferiori, ma bambini in casa, togliersi le scarpe prima di entrare dà il buon esempio ai più piccoli, che potrebbero in altre situazioni trovarsi in case invece abitate da coinquilini più esigenti.

Le scarpe, soprattutto quelle belle, che sono anche le più scomode, costringono il piede all'immobilità, al calore, ad appoggiare su piani rigidi.

Salute

Togliersi le scarpe quando si entra in casa e camminare scalzi per un po' di tempo aiuta i muscoli a mantenersi più forti.

Piedi piatti

Alcuni studi hanno evidenziato che i bambini che camminano scalzi sono sottoposti a minore rischio di piedi piatti, in più stare a piedi nudi dà una sensazione di libertà e benessere, per cui togliersi le scarpe quando si sta a casa è comunque un beneficio per la nostra salute.

Comodità

Ma la cosa più bella a fine  giornata, quando si è stati fuori la maggior parte del tempo, non è forse quella di arrivare in casa e togliersi le scarpe per indossare un paio di comodissime pantofole?

È anche un modo 'mentale' per lasciar fuori le beghe e le preoccupazioni del lavoro, e godersi la serenità domestica.

terça-feira, 24 de março de 2015

Máscara japonesa para rejuvenescer o rosto (Melhor com Saúde)


Você já se perguntou se é possível rejuvenescer o rosto? Obviamente milagres não acontecem, mas o que podemos fazer é oferecer mais luminosidade, tonicidade e elasticidade ao nosso rosto, que podemos conseguir com uma máscara "japonesa" muito econômica. Quer saber do que se trata?

Benefícios do arroz para rejuvenescer o rosto

Sabemos o quanto gastamos regularmente em matéria de cosméticos, cremes e tratamentos. E é muito, sem dúvidas. O curioso de todas essas indústrias dedicadas ao mundo da beleza é que utilizam elementos naturais que estão à disposição. Mas, obviamente, incluem esses elementos e sintetizam em maiores quantidades em cremes práticos que costumamos provar ao longo de nossa vida, dependendo de nossa idade e de nossas necessidades.

Em nosso espaço falamos frequentemente de elementos maravilhosos como o abacate, as uvas ou a babosa, que desempenham ótimos papéis quando o assunto é beleza. Mas hoje introduziremos um elemento tão básico que, provavelmente, até agora muitos não haviam considerado: o arroz. Um remédio de origem japonesa? Isso mesmo! E, aliás, muito tradicional no mundo feminino oriental. Explicaremos seus benefícios.

- O arroz é um bom tonificante para a pele. Dispõe de um elemento chamado inositol, maravilhoso para frear o envelhecimento, estimular a circulação sanguínea e tratar de maneira muito adequada a saúde geral da pele.

- É rico em vitamina B. Já conhecemos os grandes benefícios da vitamina B para cuidar de nossa pele, cabelo, de nossas unhas. Estimula sua regeneração, sua suavidade e resistência frente a elementos externos.

- Hidrata, regenera e reafirma a pele. Essas capacidades são derivadas, principalmente, da água de arroz, um remédio muito tradicional para as mulheres nipônicas.

- Efeito antirrugas. Como já falamos, o segredo do arroz para rejuvenescer o rosto está no inositol. Corrige as rugas e estimula a circulação da pele do rosto, sempre tão delicada.

- É um grande exfoliante. É surpreendente, mas, além dessas propriedades, também temos que adicionar as do ácido pítico. E o que esse alimento faz? Elimina as células mortas, ajudando lentamente a rejuvenescer o rosto.

- Elimina manchas de acne. Novamente, é a água de arroz que compõe parte desse tratamento ideal para limpar a pele de elementos estranhos. A depura, tonifica, diminui as manchas faciais provocadas principalmente pela acne. É ideal fazer um tratamento pelo menos dois dias por semana.

Máscara "japonesa" para rejuvenescer o rosto

Agora você já sabe que nossa máscara de origem japonesa terá como elemento básico o arroz. Rico em vitaminas e em elementos rejuvenescedores, vale a pena que apliquemos esse remédio duas vezes por semana. Se você quiser, pode complementar essa máscara com seus cremes habituais, é um modo simples de obter benefícios da maneira mais econômica possível. Asseguramos que oferece bons resultados.

1. Do que preciso para preparar minha máscara?

Nossa máscara para rejuvenescer o rosto precisará dos seguintes ingredientes:

- 3 colheres de sopa de arroz integral orgânico. Pode ser encontrado em lojas de produtos naturais especializadas, e o principal é que deve ser orgânico, ou seja, livre de pesticidas ou elementos químicos. Dessa forma obteremos todas as propriedades naturais do arroz.

- Uma colher e meia de sopa de água destilada.

- Duas colheres de sopa de abacate.

- Meia colher de sopa de mel.

2. Como preparar a máscara para rejuvenescer o rosto?

- Muito fácil, como já pode deduzir, o que faremos é cozinhar o arroz até ficar mole, depois coar e guardar os dois por separado. A quantidade é pouca, mas o que devemos procurar é que a máscara esteja sempre recém-feita, para nos beneficiar com suas propriedades.

- Coloque o arroz em um recipiente junto com o abacate e o mel e mexa bem até formar uma pasta homogênea e fina. Quando estiver pronta, aplique na pele.

- Deixe atuar no rosto por pelo menos 15 a 20 minutos. Depois, quando retirar, pegue um algodão e limpe o rosto com a água de arroz que foi reservada. Dessa forma, esfoliará e tratará pequenas manchas e impurezas.

- Como pode ver, essa máscara de origem japonesa é muito completa, simples e econômica, e nos beneficiamos tanto do próprio arroz quanto da sua água. Ao fazer este tratamento duas vezes por semana, verá como seu rosto rejuvenescerá a cada dia. Experimente!


domingo, 11 de janeiro de 2015

Arroz da sorte - Míriam Castro


Para os japoneses, na passagem do ano, o bolinho de arroz traz prosperidade. Em São Paulo, a comunidade se reúne na Praça da Liberdade para preparar o mochi, seguindo ritual milenar, para atrair fortuna para o novo ano

A comida mais importante do ano-novo japonês é o mochi (pronuncia-se "moti"), bolinho doce de arroz glutinoso que é a estrela dos wagashi - doces à moda nipônica. "É uma tradição de séculos comer o mochi no ano-novo para pedir fartura", conta Hugo Kawauchi, diretor de culinária da Associação Cultural e Assistencial da Liberdade (Acal). Todo 31 de dezembro, a comunidade japonesa se reúne na Praça da Liberdade para fazer o bolinho e começar o ano com sorte.

O mochi mais tradicional é uma bolinha achatada branca. Para não grudar na mão, é polvilhado com farinha. Sua massa é puro arroz amassado, fácil de morder, com textura puxa-puxa. No ano-novo, é consumido puro ou grelhado. Também é o ingrediente principal de uma sopa chamada ozouni, um dos pratos mais auspiciosos da época.

Outra participação do bolinho nas festividades é o kagami mochi. Dois mochis são empilhados com uma laranja amarga no topo. "Na casa dos meus avós e pais, sempre via esse item no fim do ano", diz Telma Shiraishi, chef do Aizomê.

Grudadinho

O arroz japonês comum, chamado uruchimai, já é mais glutinoso - depois de cozido, fica pegajoso. Mas não é glutinoso o  suficiente para fazer mochi. O doce é preparado com uma variedade especial chamada mochigome, mais arredondada e branquinha.

Além de ser usado na receita de mochi, o mochigome pode ser usado em receitas tradicionais como o sekihan, o arroz e feijão japonês. No prato, a variedade é misturada ao feijão azuki.

"O arroz é todo solto ainda cru, mas torna-se uma coisa só no mochi. Isso representa a união", diz Fernando Masayuki Kanazawa, proprietário da doceria Kanazawa, na Liberdade. Ele estima que as vendas do doce aumentem 10 vezes entre dezembro e janeiro." É uma tradição muito forte para nós, japoneses. O mochi representa muito mais do que comer peru no Natal."

A textura grudenta faz que seja um alimento inesperadamente perigoso para idosos. Nesta época, quando são mais consumidos, são a causa de internações de pessoas mais velhas engasgadas. Mas não precisa ficar com medo. Basta mastigá-lo bem antes de engolir e tudo estará bem. E a sorte compensa.



(texto publicado no jornal O Estado de São Paulo - caderno Paladar de 1 a 7 de janeiro de 2015)







quarta-feira, 1 de outubro de 2014

25 situações vividas por orientais que revelam que os brasileiros são muito sem noção (BuzzFeed)


1. As pessoas gritam coisas aleatórias em japonês para você na rua o tempo todo.
2. Como por exemplo “arigato” e “sayonara”.
3. Perguntam de forma mais normal do mundo se você é japonês, chinês ou coreano.
4. Afinal, “é tudo olho puxado”.
5. A música “Japa Girl” do Supla é um verdadeiro inferno na sua vida.
6. Sempre perguntam se você nasceu no Brasil.
7. E independente de você ser japonês, chinês ou coreano, você tem que responder duas perguntas básicas:
8. “Mas você já foi pro Japão?”
9. “Mas você fala japonês?”
10. Sempre ouve: “Mas vocês comem aquelas comidas esquisitas?”
11. E pensa em responder: “Sim, minha mãe frita formiga e escorpião toda semana”.
12. Tem ainda: “você sabe comer de pauzinho né?”
13. Ou ainda: “na sua casa tem garfo?”
14. Você acha inexplicável a obsessão dos brasileiros pelo órgão genital masculino dos orientais.
15. Assim como a ideia de que você só gosta de orientais.
16. E quando anuncia que está namorando perguntam automaticamente: “mas ele é japonês também?”
17. Se você está com amigos, sempre perguntam se vocês são parentes.
18. Você explica que não.
19. E que nem todos seus amigos são orientais.
20. A piada “abre o olho japonês” nunca teve graça para você.
21. Assim como a do “pastel de flango”.
22. Por algum motivo, todo mundo supõe que você é um gênio da matemática e mandam você fazer contas de cabeça.
23. Você não tem direito de reclamar do seu cabelo, afinal ele é liso.
24. Se você é de São Paulo, tem que responder constantemente se mora ou não no bairro da Liberdade.
25. E tem que explicar que não necessariamente você gosta de anime só por ter nascido com a aparência oriental.



segunda-feira, 16 de junho de 2014

Torcedores japoneses: dando o exemplo


Os torcedores da seleção japonesa, apesar da derrota por 2 a 1 para a Costa do Marfim, provaram na noite deste sábado que educação no futebol independe do resultado dentro de campo. Após a estreia no Mundial, alguns japoneses cataram os lixos acumulados na arquibancada da Arena Pernambuco, onde o jogo pelo Grupo C foi realizado.









quinta-feira, 29 de maio de 2014

Vamos aprender com o Japão (Fatos Desconhecidos)



1 - Sabiam que as crianças japonesas limpam as suas escolas todos os dias durante um quarto de hora, com os professores, o que levou ao surgimento de uma geração de japoneses que é modesta e interessada em limpeza?

2 - Sabiam que qualquer cidadão japonês que tem um cão é obrigado a ter uma mala e sacos especiais para recolher as fezes do animal? Higiene e limpeza fazemparte da ética japonesa.

3 - Sabiam que um empregado de limpeza no Japão é chamado de "engenheiro de saúde" e pode auferir um salário que vai de 3500 a 8000 euros por mês? E que são submetidos a testes escritos e orais?

4 - Sabiam que o Japão não tem recursos naturais, e eles estão expostos a centenas de terramotos por ano, mas isso não os impediu de se tornarem a segunda maior economia do mundo?

5 - Sabiam que Hiroshima voltou ao que era economicamente antes da queda da bomba atômica em apenas dez anos?

6 - Sabiam que o Japão impede o uso de telemóvel nos comboios e restaurantes?

7 - Sabiam que no Japão os alunos do primeiro ao sexto ano aprendem a ética no trato com as pessoas?

8 - Sabiam que os japoneses, apesar de serem um dos povos mais ricos do mundo, não têm empregados? Os pais são responsáveis tanto pela casa como pelos filhos enquanto são pequenos.

9 - Sabiam que não há nenhum teste ou exame do primeiro ao terceiro nível primário, porque o objetivo da educação é incutir conceitos e criar um bom carácter?

10 - Sabiam que, se forem a um restaurante buffet no Japão, vão notar as pessoas a comer apenas aquilo de que precisam, sem qualquer desperdício. Nenhum alimento é deitado fora.

11 - Sabiam que a taxa de comboios atrasados no Japão é cerca de 7 segundos por ano! Eles apreciam o valor do tempo.

12 - Sabiam que as crianças nas escolas escovam os dentes após as refeições, pois eles prezam a sua saúde desde muito cedo?

13 - Sabiam que os estudantes levam meia hora para terminar as suas refeições por forma a garantir uma correta digestão? Quando perguntaram sobre essa preocupação a um político, ele disse "estes alunos são o futuro do Japão".


quinta-feira, 22 de maio de 2014

Você já parou para se perguntar por que as letras YKK aparecem nos zíperes? (Curiosidades do Japão)


Se você é daqueles que acreditam que combinações de letras e números podem esconder teorias conspiratórias incríveis, tenho que informá-lo que o código que aparece na grande maioria dos zíperes do mundo não esconde nada demais.
As letras YKK são uma sigla para Yoshida Kogyo Kabushikikaisha – que mais parece um trava-línguas, mas é apenas o nome da empresa japonesa responsável pela fabricação de cerca de 90% dos zíperes do mundo inteiro. A empresa foi fundada em 1934 por Tadao Yoshida e seu nome significa apenas Yoshida Indústria Limitada.
Atualmente, a YKK tem 206 instalações industriais em 52 países diferentes. Ela também é responsável pela maior fábrica de zíperes do mundo, que fica na Geórgia, nos Estados Unidos, e produz mais de 7 milhões de unidades por dia. Mas não é só de fecho-ecleres (sempre quis escrever essa palavra) que a YKK vive: a empresa também produz botões, outros tipos de fechos e máquinas para fazer zíperes!
Mas se você nunca reparou que a grande maioria dos zíperes do mundo vem com essa inscrição, peço que interrompa a leitura dessa matéria por alguns instantes e verifique os zíperes à sua volta. Confira jaquetas, bolsas, mochilas e não se esqueça da braguilha!
Bem, se a cada 10 zíperes produzidos no mundo, 9 são da YKK, a probabilidade de você ter encontrado pelo menos um dos aviamentos japoneses é altíssima. E o segredo do sucesso da empresa está no que o Sr. Yoshida batizou de “Ciclo de Bondade”.
Trata-se de um princípio que defende que “ninguém prospera a não ser que traga benefícios aos outros”. A partir daí, o empresário japonês se comprometeu a produzir os melhores zíperes do mundo e trabalha para que os produtos e serviços que oferece tragam benefícios para seus clientes e para a sociedade, ao mesmo tempo em que favorece a própria empresa e seus funcionários.