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quarta-feira, 30 de novembro de 2016
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
terça-feira, 14 de outubro de 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Cachorros e gatos: por que eles não se entendem (Linkanimal)
Cachorros e gatos nem sempre se entendem e várias vezes isso ocorre porque o jeito como eles se comunicam é bastante diferente. Sabendo disso, o que é necessário para criar uma convivência harmoniosa entre cachorros e gatos?
A evolução explica porque os cachorros correm atrás de gatos
Muitas pessoas quando pensam em cachorros juntos com gatos imaginam o primeiro correndo atrás do segundo. E isso ocorre muito por conta da natureza dos dois animais. Os gatos são presas naturais e quando enfrentam algum perigo, geralmente fogem da situação para se manterem seguros. Já os cachorros, que são caçadores natos, instintivamente correm atrás de objetos em movimento, sendo que algumas raças apresentam isso da forma mais acentuada do que outras.
Sendo assim, quando um gato e um cachorro se conhecem pela primeira vez, é comum o gato correr do perigo e o cachorro correr atrás. Isso não significa que eles não se gostam mas é a forma que os dois agem instintivamente a algo novo.
Cachorros e gatos interpretam os mesmos sinais como coisas diferentes
A razão mais comum que há desentendimento entre cachorros e gatos é que os dois usam as mesmas posturas corporais mas para passar diferentes mensagens. Sinais considerados amigáveis para um gato comumente são os mesmos sinais utilizados por cachorros para demonstrar agressividade. Por outro lado, vários cachorros que querem ser amigos de gatos também não são bem acolhidos.
Por exemplo, quando o cachorro eleva o rabo e coloca as orelhas para a frente, ele está dando um sinal de dominância e possível agressividade. Já o gato levanta o rabo para mostrar que ele tem boas intenções e quer brincar e é um dos sinais mais amigáveis que o gato pode oferecer para o cachorro.
Como o vídeo abaixo mostra, quando um cachorro quer brincar, ele abana o rabo e, várias vezes, utiliza sinais de submissão. Quando ele vê o gato com o rabo para baixo e as orelhas para trás, ele interpreta isso como um sinal de ele pode se aproximar. Porém, para gatos, essa linguagem corporal é um sinal de que ele pode atacar.
Outro sinal são os olhos. Quando algo se aproxima de um gato, ele olha atentamente esse objeto, mesmo quando ele não necessariamente considera aquilo uma ameaça e se mantem alerta. Já o cachorro interpreta tal encarada como uma afronta e uma ameaça.
Os dois animais acham que um está querendo brincar quando normalmente querem dizer outra coisa. Em alguns casos, a confusão é o suficiente para gerar um trauma e fazer com que um animal se estresse toda vez que interagir com a outra espécie. Em vários casos, o cachorro desenvolve um medo de gatos e evita chegar perto.
Ensinando um cachorro e um gato a conviver juntos
Embora eles falem línguas diferentes, os cachorros e gatos podem aprender a conviver e entender os sinais uns dos outros. Aliás, um estudo analisa quais são as condições perfeitas para que cachorros e gatos convivam bem na mesma casa.
Normalmente, é mais fácil apresentar os animais quando os dois são filhotes, mas é possível fazer a introdução mesmo depois de adultos. Os cachorros são animais que vivem em matilhas enquanto os gatos tendem a ser mais solitários e por esse motivo territorialistas.
Sendo assim, quando o cachorro nunca teve uma experiência ruim com um gato, é mais fácil apresentar um gato a um cachorro do que vice-versa. Isso porque o cachorro enxerga o novo gatinho como um potencial membro da matilha. Já o gato, que estabeleceu o seu território na casa, pode enxergar o cachorro como uma ameaça.
Em casos em que um dos filhotes é adotado por um animal de outra espécie, não é incomum ele aprender a agir como o animal que o acolheu. Um filhote de gato que foi apresentado e criado por um cachorro, por exemplo, pode aprender a esperar os donos na porta de casa quando eles chegam. Alguns aprendem a pedir carinho na barriga e não é incomum ver o cachorro se lambendo como um gato e ver gatos correndo até a porta para pedir carinho ao donos como os cães. A verdade é que os donos cumprem um papel muito importante durante esse período de apresentação de um para o outro e de adaptação. Entender como eles se comunicam, o que é importante para cada um dos animais se sentir confortável e não forçar situações desagradáveis é um grande primeiro passo para criar uma relação harmoniosa entre essas duas espécies.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
sábado, 7 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Il corpo parla: 5 segnali precisi
Si fa presto a dire: "Negare sempre, anche l'evidenza". Il nostro corpo, indipendentemente dalla nostra volontà e dagli sforzi che mettiamo in atto per controllarlo, esprime più e meglio di un intero discorso il nostro reale stato d'animo. E attraverso una serie di segnali rivela, a un osservatore attento, la verità.
LINGUAGGIO CONFUSO
Chi mente, sollecitato a dare spiegazioni riguardo a suoi comportamenti poco plausibili, tende a esprimersi in modo incoerente e confuso. Arriva anche a balbettare, a mangiarsi le parole e a parlare troppo in fretta. Le aree del cervello che devono risolvere il problema di individuare una scusa, e sostenerla, sono anche quelle preposte al linguaggio, all'attenzione e al ragionamento: il doppio binario sul quale devono impegnarsi genera confusione.
SGUARDO SFUGGENTE
Gli occhi di chi mente assumono un'espressione diversa da quella abituale: sfuggente o vuota. Anche i falsi sorrisi sono facilmente riconoscibili: le labbra sono distese ma gli occhi non ridono. Le aree del cervello che governano la visione sono impegnate a visualizzare una via d'uscita, per questo gli occhi di chi sta mentendo si distolgono frequentemente dal viso di chi si sta confrontando. Addirittura, tendono anche a volgersi in direzione di porte e finestre.
BATTITO CARDIACO ACCELERATO
Il cuore batte più velocemente e la pressione tende a salire. Ciò è utile per fare arrivare più sangue e ossigeno alle cellule nervose.
MANI NERVOSE
Le mani di chi mente tendono a venire agitate in modo scomposto. Spesso vengono portate davanti alla bocca quasi a "coprire" ciò che si sta dicendo. Le braccia spesso sono tenute attaccate alle cosce o ripiegate sul petto. Attenzione anche al pugno sinistro: quello sinistro è il lato emotivo del corpo e il pugno può essere serrato per "contenere" la tensione.
PIEDI E GINOCCHIA CHE BATTONO
Quando i piedi e le ginocchia sono in frenetico movimento stanno sprimendo un inconscio desiderio di fuga o di allontanamento da ciò che viene percepito come un pericolo. Si tratta di una specie di surrogato della corsa.
(testo pubblicato sulla rivista Airone nº 314 - ano XXVII - giugno 2007)
terça-feira, 23 de julho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
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