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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Alergias de verão - Bruna Yuri Ouchi


Cuidado com as alergias que aparecem na temporada mais quente do ano, principalmente com a pele

O verão chegou e todas as alergias de inverno que terminam com "ite" foram embora, certo? Infelizmente, não. É exatamente nesta época de altas temperaturas que aparecem as alergias de pele.

"Com o calor excessivo, temos uma tendência a suar mais e, por conseguinte, aumentamos a exposição às substâncias irritativas e tóxicas que se disseminam pela pele, causando sintomas, como coceira, vermelhidão e calor local", afirma a alergologista, Dra. Anna Luiza Porto Gonçalves, do Rio de Janeiro (RJ).

Por isso, todo cuidado com a pele, hidratação e exposição ao Sol é importante, principalmente com as crianças e os idosos cuja epiderme é mais sensível e frágil, e que são mais propensos à desidratação e às reações.

Conheça as principais alergias desta época

- Dermatite de contato: é muito comum e pode se causada pelo sulfato de níquel encontrado nas bijuterias, tintas de roupa, esmaltes e maquiagem. Com o suor, essas substâncias acabam agredindo a pele, causando coceira, vermelhidão e sensação de queimação.

- Picadas de insetos: com a alta proliferação nesta época do ano, pessoas alérgicas a picadas têm intenso desconfortável local, que leva à coceira e às feridas. Em alguns casos, pode até infeccionar, precisando, muitas vezes, de uso de antibiótico para melhorar o quadro.

"O repelente ajuda a afastar os insetos, mas, muitas vezes, seu uso também causa reação alérgica. Atenção à utilização correta, além da idade para o uso de cada tipo, especificamente, e evitar a aplicação e áreas reativas", orienta a Dra. Anna Luiza.

- Fotodermatites: são alergias a medicamentos que pioram com a exposição ao Sol. Os mais comuns que causam tal processo são os derivados da sulfa, anti-inflamatórios e remédios para dor.

"Não são proibitivos, mas devem ser lembrados quando estamos investigando a causa das lesões, coceiras e vermelhidão da pele", afirma.

- Fitofotodermatite: é conhecida e, muitas vezes, confundida com queimadura. É causada pelo contato da pele com as frutas cítricas, como o limão ou a laranja, durante exposição ao Sol.

- Protetor solar: ele é indicado, principalmente, nesta época, para evitar as lesões solares da pele, mas é válido lembrar que algumas substâncias, como PABA (também conhecido como ácido aminobenzoico), comum em muitos protetores, podem causar dermatite de contato e devem ser evitadas em pessoas que possuem sensibilidade a essa composição.

- Dermatite atópica: doença hereditária que acomete em todas as épocas do ano, mas tende a piorar com o calor e o suor excessivo. Provoca um intenso ressecamento da pele e, no verão, costuma ficar mais crítica. Por isso, é importante redobrar a atenção na hidratação da pele e evitar substâncias irritativas.

Como evitar doenças de verão

- Cuidado redobrado com o uso de repelentes e protetores solares;

- Atenção a qualquer substância utilizada diretamente na pele, além de coisas que podem trazer eação, como roupas com tintas;

- Se notar coceira ou vermelhidão na pele, tome um banho para remover os resíduos que possam causar atritos na pele. O uso de hidratante e de antialérgicos pode amenizar o problema;

- Alimente-se saudavelmente, evitando corantes e embutidos;

- Beba bastante água e fique atento à validade dos alimentos;

- A exposição prolongada de muitos alimentos ao Sol pode causar complicações e intoxicações;

- Use roupas leves, priorizando as de algodão. Evite as roupas sintéticas ou muito justas;

- Evite banhos muito quentes e o uso de duchas e esponjas, para manter a camada protetora da pele.




(texto publicado na revista Ponto de Encontro nº 65 - dezembro 2016/janeiro 2017)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Calor demais pode adoecer o seu pet - Letícia Ronche


Evite passear ou praticar exercícios quando o sol estiver intenso. Além de hipertermia, há risco de insolação

A elevação da temperatura corpórea normalmente ocorre como uma resposta a processos inflamatórios ou calor excessivo. "Quando o pet é exposto a altas temperaturas, a hipertermia aparece e e uma condição gravíssima que requer tratamento médico imediato", conta Carla Berl, médica veterinária do Hospital Veterinário Pet Care (SP).

Termômetro em alta

A temperatura considerada dentro dos padrões normais é quando um animal doméstico apresenta valores entre 37,5 e 39,5º C. Portanto, quando ela alcança valores acima dos 40º C, trata-se de um motivo de preocupação. "Se esse aumento for muito exagerado, o pet pode ter convulsões, parada cardíaca e, em casos extremos, ir a óbito devido a falência múltipla dos órgãos", alerta o especialista Marcelo Quinzani, veterinário do Hospital Veterinário Pet Care (SP).

A hipertermia acontece quando o animal é submetido a ambientes quentes associados ou não à atividade física intensa ou estresse. "Nessas situações, o pet que não transpira pela pele, como nós, não consegue perder calor e, então, tem a sua temperatura corpórea aumentada de forma intensa, levando ao superaquecimento, vômitos, diarreia, falta de ar, edema pulmonar etc.", alerta Carla.

Toalha molhada

A médica explica que só existem três formas de perder calor: respiração (inspirando ar frio e expirando ar quente), fato que, em dias com temperaturas acima de 27º C, já pode ser um problema. Outro modo é o contato da pele com uma superfície fria (chão, água, banho de piscina ou de esguicho). A última maneira é a ingestão de água gelada em abundância.

Os principais sintomas de que o problema se instalou são língua azulada, vômito, salivação, ofegação, fraqueza, mucosas avermelhadas e sede excessiva.

Assim que o seu pet apresentar esses sinais, o ideal é dar um banho com água morna ou fria, oferecer água fresca - uma vez que a desidratação é consequência do quadro - e mantê-lo em local refrigerado para que a temperatura volte ao normal. Quinzani acrescenta: "Outra dica é enrolá-lo em uma toalha com água gelada. Se nada ajudar, o veterinário deve ser consultado. Às vezes é necessário fazer uma fluidoterapia: aplicar soro em temperatura ambiente na veia do animal".



(texto publicado na revista VivaSaúde nº 140)






20 sinais de que você odeia o calor com todas as suas forças - Iran Giusti (BuzzFeed)


País tropical uma ova.

1. Você simplesmente odeia o calor com todas as suas forças, a ponto de agredir alguém quando passar dos 20 graus.

2. E não entende como alguém tem a cara de pau de falar que ama o calor.

3. Afinal, quem em sã consciência gosta de ficar suado o tempo inteiro?

4. No calor você pode ficar pelado que não vai adiantar, ao contrário do frio que você pode colocar roupas para se esquentar.

5. Você tem pavor daquele bafo constante que domina 100% do seu corpo.

6. Qualquer tipo de esforço físico é um martírio.

7. E se você fica paradinho simplesmente gruda nos móveis.

8. É impossível dormir no calor, ao contrário do frio quando você capota facilmente.

9. O calor fede, porque o odor de esgoto sobe e as pessoas transpiram.

10. Sem contar que você não pode andar na rua por 5 minutos sem ficar com uma marca ridícula de sol.

11. O calor é iluminado apenas nas fotos, porque na realidade você mal consegue abrir os olhos sem ficar meio cego.

12. E qualquer lugar que você encosta está pelando, inviabilizando até sentar e dar uma descansadinha.

13. Os ventiladores são completamente ineficazes e vivem de baforar um ar quente na sua cara.

14. E o ar condicionado, um item constante de discórdia no trabalho e fonte de crises respiratórias.

15. Nada se mantem agradavelmente gelado, incluindo a cerveja ou o sorvete, que foram feito para te refrescar.

16. O calor também é injusto, porque só é feliz quem tem praia perto ou uma piscina ou mangueira em casa.

17. Ou pode se vestir como quer para trabalhar.

18. O calor também é maldoso com os homens, que não têm a opção de usar saias, sandálias abertas e regatas para trabalhar.

19. Tem também as deselegantes pizzas debaixo do braço que só surgem no calor.

20. E o calor é tão, mas tão sem noção, que surgem com toda força até na estação que não é dele.