Mostrando postagens com marcador Barbra Streisand. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Barbra Streisand. Mostrar todas as postagens

domingo, 21 de agosto de 2016

Barbra Streisand coloca as coisas no seu lugar - Ben Brantley de Malibu (tradução de Terezinha Martino)


Cantora lança "Encore: Movie Partners Sing Broadway" com participação de atores, como Melissa McCarthy

Barbra Streisand, cujo próximo álbum de duetos Encore: Movie Partners Sing Broadway, que será lançado dia 26, conta com elenco estelar, incluindo Melissa McCarthy e Jamie Foxx, fala sobre outro dueto, com outra cantora célebre. Trata-se de Judy Garland, cujo programa de TV Barbra visitou em 1963, o que parece ter sido um momento divisor de águas na história das legendárias vocalistas americanas.

Barbra Streisand, você percebe, sempre esteve no controle da sua imagem, da sua carreira, desde que começou a cantar nos clubes de Greeenwich Village - então uma adolescente desengonçada usando roupas de brechó, no início dos anos 1960. Foi a sua determinação que fez dela uma das mais perenes estrelas americanas.

É também a razão pela qual é improvável que ela se retire completamente para trás dos portões de ferro da sua mansão que, afirma, é o único lugar em que se sente totalmente à vontade. Ao contrário de muitas grandes estrelas da sua geração e estatura, Barbra raramente cedeu o controle a um empresário, um colega, ou um Svengali.

O que nos leva de volta a Judy Garland, com quem sempre foi comparada e colocada em contraste. Ela ainda não havia completado 20 anos quando as duas se encontraram, mas já em vias de um estrelato astronômico; Judy Garland, 41 anos, morreria seis anos depois, uma das mais notórias vítimas, da fama devoradora. Mas quando cantaram dois standards em contraponto, Happy Days Are Here Again (Streisand) e Get Happy (Garland), estavam totalmente afinadas uma com a outra.

"Posteriormente ela passou a me visitar e me dar conselhos", disse Barbra. "Judy veio ao meu apartamento em Nova York e me disse, 'não permita que façam com você o que fizeram comigo'. Não entendi o que ela queria dizer. Estava apenas começando." Os "eles" a que Judy se referia - estúdios, imprensa, fãs cruéis - jamais conseguiram fazer o mesmo com Barbra. Desde os primeiros dias da sua carreira, deixou transparecer uma fragilidade e abertura emocional similar a Judy Garland. Mas seu olhar e as unhas longas deixavam entrevar a resistência de uma pessoa singularmente capaz de se proteger.

Aos 74 anos, ela está bem, embora a sua versão hoje seja mais suave, mais tranquila, em relação àquela de seis décadas de filmes, desde o de estreia que lhe propiciou um Oscar, o musical Funny Girl (1968). Barbra criou sua própria realidade alternativa neste local, que compartilha com o marido, o ator James Brolin. E escreveu um livro sobre a criação da sua Xanadu My Passion for Design, que se tornou a base para uma peça sobre ela, Buyer & Cellar, de Jonathan Tolins.

Tão logo fincou pé no palco, durante ensaios para seu primeiro show na Broadway, I Can Get It for You Wholesale, soube, afirma, que nasceu para dirigir, em todos os sentidos do termo. E de fato esteve atrás das câmeras, como diretora, e atuou como estrela e produtora de filmes como Yentl, O príncipe das marés e O espelho tem dua faces. Mas dirigir implica esperar o sinal verde, o dinheiro e direitos ao material do filme.

Embora tenha sido anunciado algumas semanas antes que ela produziria sua versão do musical Gipsy, em que retrataria a Mama Rose do palco, o projeto voltou de novo ao limbo. "Estou à mercê deles. Um dia afirmam que vamos fazer Gipsy, no dia seguinte voltam atrás."

E o álbum é Encore, o 35º gravado em estúdio da cantora. (Até agora suas gravações já venderam 245 milhões de cópias em todo o mundo; e com Partners, ela se tornou a única cantora a ter um álbum ocupando o 1º lugar em seis décadas sucessivas).

Barbra diz que o trabalho com outros intérpretes - Antonio Banderas, Alec Baldwin, Anne Hathaway e Set MacFarlane - foi como produzir uma série de minifilmes. Para sua interpretação de Anything You Can Do, de Irving Berlin, de Annie Get Your Gun, inventou um prólogo em que ela e Melissa McCarthy discutem ao saber que estavam ansiando pelo mesmo papel no filme. Isto permitiu a Barbra inserir no texto uma piada sobre como dizer o seu nome: é Streisand, como "areia na praia" e não "Strize-and", seu sobrenome mal pronunciado, algo que incomoda desde que apareceu pela primeira vez no programa The Ed Sullivan Show, nos anos 1960.

Recentemente, ela ouviu John Mayer em uma entrevista com Andy Cohen, e para sua consternação, "ambos a chamaram de Barbra Strizeand". Ela disse que está ansiosa para eles ouvirem o dueto com Melissa McCarthy. "Talvez consigam entender meu nome", afirmou.


(texto publicado no jornal O Estado de São Paulo - caderno 2 - C7 - 15 de agosto de 2016)














domingo, 14 de dezembro de 2014

Chi è l'unica donna ad aver vinto almeno un premio per ognuna delle categorie principali di spettacolo (cinema, musica, televisione e teatro)?


Con all'attivo due premi Oscar, dieci Grammy, sei Emmy e un Tony Award, Barbra Streisand, 71 anni, è entrata nel Guiness del primati per aver ricevuto onorificenze dalle giurie dei primi più prestigiosi degli Stati Uniti. Barbara Joan Streisand, poi abbreviato in Barbra, iniziò a esibirsi per la prima volta in un bar gay del Greenwich Village a New York nel 1960 riscuotendo successo tra gli omosessuali, per i quali ancora oggi è un'icona.

Il primo contratto discografico arrivò già due anni dopo con la Columbia Records grazie alla quale incise The Barbra Streisand Album, un debutto che le procurò due Grammy Award. Il suo stile non era quello più in voga in un'epoca in cui spopolavano i Beatles e il rock, ma Barbra con la sua voce e lo stile inconfondibile riuscì a ritrovarsi nella top ten con tre album contemporaneamente. Andò alla conquista di Broadway, il teatro di New York, dando vita a un personaggio straordinario: Fanny Brice, del musical Funny Girl. 

In più di 50 anni di carriera ha inciso oltre 60 album restando fedele alla casa discografia che per prima le diede una possibilità. È raro vederla esibire dal vivo, ma il pubblico può ancora ammirarla in molti film, tra cui: Parto con mamma (2013), Il principe delle maree (1991), Yentl (1983), Come eravamo (1973).




(testo pubblicato sulla rivista Airone nº 390 - ottobre 2013)





sexta-feira, 5 de abril de 2013

Yentl soundtrack and making of - Barbra Streisand

Papa can you hear me ?



The way he makes me feel



No wonder



Where is it written ?



This is one of those moments



No matter what happens



Will someone ever look at me that way ?



Tomorrow night



Piece of sky



Making of 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Vida de fã - João Victor Bastos realiza o sonho de assistir ao show da Barbra Streisand


Continuando com a série de depoimentos cujo tema é "Vida de fã", eis o relato do João Victor que se tornou um grande admirador da Barbra Streisand por "minha culpa" como ele sempre diz. 

Sou apaixonado pela Barbra Streisand desde os meus 10 anos! Desde que uma amiga muito especial, Neide Furukawa,  emprestou um VHS com o filme Hello, Dolly! Filme que se tornou o meu favorito e a ponte que me levou ao universo dos musicais e ao talento de Barbra.

Durante anos e anos colecionei tudo sobre a Barbra: filmes, CDs, shows, revistas, livros... Comecei a acompanhar cada notícia: quando em 1996 ela dirigiu e protagonizou O Espelho tem Duas Faces, a gravação de um CD em 1997 que lançaria um dueto inédito com a Celine Dion, seu casamento com James Brolin em 1998 e até a grande novidade... uma notícia rara que poucas vezes foi lida: Barbra faria um novo show na virada do século, entre 1999 e 2000 (mais pelo simbolismo numérico que pelo próprio cálculo de mudança de séculos, que só aconteceria na verdade em 2001). Um show fantástico, com inúmeras atrações, inclusive com direito a uma mini-Barbra, a cantora Lauren Frost de 13 anos que interpretava a artista quando jovem e cantou diversas músicas em dueto com a Barbra. O show Timeless anunciava enfim a aposentadoria de Barbra dos palcos. Desde que esqueceu uma letra durante um show memorável em pleno Centra Park em 1967, ela criou uma aversão por apresentações ao vivo. Em 2000, com quase 20 anos, tinha a certeza que o sonho de talvez um dia assistir Barbra cantando jamais iria se realizar.

Continuei a vida de fã, acompanhando tudo sobre ela. Durante esse tempo a notícia mais inusitada foi a participação de Barbra no filme Entrando Numa Fria Maior Ainda. Barbra voltaria às telas de cinema, surpreendentemente, numa comédia rasa, onde não teria participação muito expressiva e principalmente, não seria diretora, que declaradamente seria o objetivo da artista em relação ao universo cinematográfico.

Muitos boatos revelaram que na verdade Barbra só topou a "aventura" devido a grande insistência de Ben Stiller, Robert De Niro e do seu parceiro de cena e amigo de longa data, com o qual nunca havia contracenado: Dustin Hoffman.

Em 2006 finalmente uma notícia que nunca imaginaria veio à tona: Barbra faria uma nova turnê pelos Estados Unidos. A notícia foi vinculada em diversos sites, inclusive nos brasileiros que geralmente pouco falam sobre a artista. Finalmente, a essas alturas com 25 anos, já trabalhando e com uma certa quantia de dinheiro guardado, percebi que essa era a grande chance de realizar o sonho de assistir um show da Barbra!

Inúmeras pesquisas de como comprar o ingresso, de pacotes, de tirar passaporte, afinal seria minha primeira viagem internacional, e também o visto norte-americano. O dia da compra do ingresso foi chegando, todos os sites onde se comentava o assunto diziam que era necessário muita atenção pois os ingressos se esgotariam rapidamente. Dito e feito, varei a noite esperando iniciarem as vendas, e por pouco não perco a chance, mas sim, consegui comprar o ingresso, que acabaram em alguns minutos.

No dia seguinte deveria fechar o pacote de uma semana em Nova York! UAU! Ver Barbra em Nova York! Era quase um sonho duplo que estava se realizando! Junto com o pacote, era hora também de agendar o passaporte e o visto norte-americano! Demorou uma eternidade até o dia de pegá-lo, mas depois de semanas consegui tirar meu passaporte. O visto seria mais complicado. Depois dos atentados de 11 de setembro em 2001, tudo tinha ficado muito mais rigoroso. Após ler inúmeros casos de visto negado pelas comunidades do Orkut, comecei a temer essa hipótese. Mas tinha que fazer minha parte e deixei toda a documentação em ordem, certinha, inclusive com os comprovantes de compra do ingresso e o pacote que já havia reservado.

Enfim o dia do visto. Um frio de lascar. Cheguei bem cedo pra nada dar errado. Uma fila interminável. Um descaso e um desprezo que me deixavam ainda com mais frio! Eu estava uma pilha de nervos. Primeiro os requisitantes do visto passavam por uma pré-entrevista com funcionários brasileiros do consulado. Depois de horas fomos levados para a entrevista com os americanos, que diferente dos outros ficavam protegidos por uma cabine com vidros grossos e impenetráveis, e a comunicação com eles era feita através de um telefone como os de presídio. Senti-me um verdadeiro terrorista. Após passar pelo julgamento de uma funcionária que estava mais interessada em continuar a jogar paciência no computador do que me atender, recebi a seguinte resposta, com um sotaque horripilante: "VOCÊ NÃO ESTÁ APTO A ENTRAR NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA." Passou tanta coisa na minha cabeça nessa hora! É como um castelo de areia que se  desmancha! Era o sentimento de que aquele sonho não era pra mim. Não veria o show. Não deixaram!

Voltei pra casa e sem brincadeira nenhuma, fiquei de cama durante o dia todo. Minha mãe ficou arrasada e só falava pra eu ter calma e ficar bem porque ela tinha certeza que a Barbra faria novos shows. Quem sabe da carreira dela e sabia que em 2000 ela havia já anunciado sua aposentadoria de palcos, sabia que dificilmente aconteceria. No dia seguinte era como se eu tivesse levado uma surra, me arrastei para o trabalho... o dinheiro que era pra ser gasto na viagem, tempos depois serviu para trocarmos a geladeira aqui em casa e repintar todo o apartamento e foi a distração que arrumei pra afastar esse pesadelo.

Não podia, contudo,  deixar barato tudo isso.  Escrevi para o consulado americano relatando o caso, para a embaixada brasileira, para a produção do show... A única resposta que obtive foi uma foto autografada do escritório da Barbra! Até que foi simpático, mas passou longe da resposta que eu imaginava... Entrei nas mesmas comunidades do orkut que lia sobre vistos negados e relatei o ocorrido... foi aí que conheci o Rodrigo, com quem fiz amizade por ele ter vivido a mesmíssima situação em relação ao show da Barbra. Senti-me menos injustiçado!

O tempo passou e como palavra de mãe tem poder,  em 2007 a Barbra anunciou uma nova turnê. Diferente de todas as outras. Ela iria finalmente fazer shows em países que nunca havia feito! Barbra faria shows por toda a Europa, onde GRAÇAS A DEUS não é necessário visto!

Decidi então que seria questão de honra realizar esse sonho. Dentre cidades como Londres, Paris, Berlim, Barcelona, Dublin, Estocolmo, a que mais me chamou a atenção sem dúvida nenhuma foi Roma. Afinal cresci na comunidade italiana, no meio de italianos e de toda a cultura do país! Seria enfim o sonho duplo que não foi realizado um ano antes! Conhecer um outro país e assistir ao tão sonhado show!

A história se repetiu: mesma tensão na compra dos ingressos que se esgotariam rapidamente. Mas depois de comprar o tão concorrido ingresso estava mais aliviado. Agora era só ter a preocupação com o pacote para Roma! E foi assim, no dia seguinte estava fechando um pacote para uma semana incrível em Roma!

Mas aconteceu outra reviravolta  Dias depois de ter comprado o ingresso, inúmeras notícias bombaram na internet, dizendo que os italianos estavam revoltados com o preço cobrado pelo show da cantora. Horas depois das primeiras notícias, a mais nova bomba da novela: Barbra havia cancelado o show de Roma.

Entrei em completo desespero. Mais uma vez o sonho de ver a Barbra ao vivo escorria pelo ralo. O site de compra de ingressos italianos havia mandado um e-mail dizendo que todos os clientes seriam ressarcidos. Claro que queria meu dinheiro de volta, mas queria mesmo era viajar para ver o show. Para compensar o cancelamento de Roma, a produção abriu mais duas novas datas no mesmo dia: Viena e Zurique.

Como já havia feito as reservas não tinha mais como voltar atrás ou perderia mais dinheiro nessa história toda. O choque da notícia do cancelamento não impediu a minha vontade de superar mais esse obstáculo e decidi que se fosse pra ir para a Itália que assim fosse. Mas eu daria um jeito para vê-la em outra cidade.

As datas e cidades mais próximas seriam justamente a das duas abertas após o cancelamento. Por via das dúvidas, escolhi Zurique cuja data estaria mais próxima das reservas do hotel que já havia feito para Roma. Então era só esperar as vendas do show na Suíça começarem para comprar o novo ingresso!

Dias depois do anúncio, as vendas começaram. Comprei o meu ingresso. Ufa. Ufa? Claro que não! E mais um obstáculo surgiu nessa história! Tanto o ingresso de Nova York, como o de Roma, eram daquele tipo que você imprime o comprovante de pagamento e troca pelo ingresso na bilheteria. O da Suíça não oferecia isso. A única possibilidade era enviá-lo para o endereço fornecido. Detalhe: o prazo de entrega para o Brasil era tão longo que quando chegasse aqui eu já estaria passeando pela Itália!

Então logicamente o natural era fornecer qualquer endereço na Itália, de qualquer hotel nas três cidades que eu visitaria antes de embarcar para o show em Zurique: Roma, Florença ou Veneza. Mas ao questionar essas possibilidades com o site de venda dos ingressos a resposta foi a de que não seria possível determinar exatamente a data dessa entrega. O que significava que o ingresso poderia chegar em Roma depois que eu já tivesse ido embora da cidade, por exemplo. DESESPERO! Eu teria que ter endereço de alguém que morasse na SUÍÇA! Para quem estiver lendo essa história, faço a seguinte pergunta: QUANTAS PESSOAS VOCÊ CONHECE QUE MORAM NA SUÍÇA!? Eu, nenhuma.

Bom, agora era hora do VAI OU RACHA. Eu teria que achar urgentemente alguém que morasse em Zurique para poder pegar esses ingressos! Ou então seria meu TERCEIRO ingresso perdido!

Dias de agonia, noites em claro tentando achar alguém, pensando em mil possibilidades. Como nada nessa vida se faz sozinho, comecei a perguntar a todos os amigos e conhecidos se conheciam alguém. NADA. Amor de pai e mãe não tem limites e eles também começaram a fazer a mesma coisa.

E não é que certo dia meu celular toca e era meu pai: ACHEI! ACHEI ALGUÉM QUE MORA NA SUÍÇA!

No trabalho do meu pai havia uma mulher que era casada com um homem que tinha uma tia casada com um cara suíço e moravam em ZURIQUE! Meu pai implorou de joelhos pra que ela fizesse o meio de campo e desse um jeito de explicar a situação para esse parente longínquo! A mulher ficou tão comovida com esse bafafá todo que resolveu ajudar e depois de alguns dias me deu a notícia que salvou a situação toda e fez com que eu finalmente realizasse meu sonho. O Sr. Urz Boss (sim, o nome dele era esse) receberia com prazer o ingresso em sua casa e eu poderia retirá-lo um dia antes do show. Sim ele caiu do céu!

Como todo suíço mais do que prestativo e pontual, ele mesmo levou os ingressos no hotel. Foi muito gentil. E depois de conhecer Roma, Florença e Veneza, realizei o grande sonho da minha vida e consegui ver a Barbra ao vivo, cantando lindamente. As primeiras imagens dela, surgindo de um elevador subterrâneo até o palco, digno de uma verdadeira diva, eu não posso descrever com precisão, porque havia muitas lágrimas escorrendo dos meus olhos e lembro apenas de um grande borrão!

Mas a primeira música de seu artista favorito ao vivo você nunca esquece. E no meu caso foi Starting Here, Starting Now... E era bem isso, começava ali mesmo, bem naquela hora... a realização do meu sonho.




João Victor na frente da casa de espetáculos onde Barbra iria se apresentar. Reparem que ele está vestindo a camiseta com o título do filme estrelado pela cantora-atriz, "Essa pequena é uma parada" (What's up, doc?)



"Starting here starting now", a canção com a qual Barbra começou seu show



Cena do filme "Essa pequena é uma parada" na qual Barbra canta "As time goes by" para Ryan O'Neal




sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Várias interpretações da canção "Smile" composta pelo inesquecível Carlitos (Charles Chaplin)

Interpretação de Michael Jackson]


Interpretação de Robert Downey Jr que interpretou Charles Chaplin no cinema no filme de 1992


Interpretação de Nat King Cole


Interpretação de Tony Bennett e Barbra Streisand