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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O que tiver que ser, será... no tempo e momento certos - Raquel Aldana (O Segredo)


O que tiver que ser será, no devido tempo e hora, porque o destino é incerto e às vezes os ventos simplesmente não sopram a nosso favor, apesar de nossos esforços. 

Dizem que as melhores coisas não são planejadas, simplesmente acontecem e é melhor não pressionar o tempo. Porque se alguma coisa deve acontecer, ela vai acontecer de qualquer maneira. E se não deve, não acontecerá. Simples assim. 

“Por isso, de vez em quando é bom não planejar ou esperar, deixar de tentar encontrar razões para continuar por um caminho que não é o certo.” 

O fato de que as coisas são mais simples do que originalmente planejamos abre uma ampla gama de possibilidades para desfrutar de uma vida muito mais relaxada e simpática para o nosso bem-estar. 

Tudo passa, tudo chega, tudo se transforma 

Provavelmente, todos concordam que somos um produto de nossas circunstâncias e nossos desejos. No entanto, às vezes estes são incompatíveis ou, é difícil para nós digerirmos as conseqüências. Isto levanta preocupações que nos deixam ansiosos e amargam nossa existência. 

“Nestas ocasiões, é bom que nos lembremos de um famoso provérbio que guarda em si uma lógica avassaladora: Se tem solução, por que se preocupar? E se não tem, por que se preocupar?” 

A verdade é que sim, parece óbvio que não devamos nos preocupar com o que não podemos resolver, mas deixar-se levar e ficar calmo às vezes pode ser praticamente impossível. 

Então, talvez devêssemos aprender que há certas coisas que estão além do nosso controle e que muitas vezes permitir o fluxo da vida e aceitar as circunstâncias é a melhor das nossas opções. 

Nós não somos a armadura, somos a respiração 

Somos aquilo que digerimos, as pedras nas quais tropeçamos, os machucados que não curamos e os trágicos fins de nossas vidas. Nós não somos apenas os sorrisos, alegrias ou verdades, também somos mentiras, as críticas e as lágrimas que não choramos. 

“Não se trata de crer ou não crer em destino, mas em deixar que as circunstâncias nos surpreendam e assim abrir as janelas do relaxamento emocional para nos ajudar a reacender os nossos sentimentos. 

Ocasionalmente, é necessário fugir de nós mesmos e nossas expectativas. Então, lave a sua mente para tomar perspectivas, conte até dez e sinta o oxigênio encher seus pulmões.” 

Lembre-se que as suas partes com as quais você não se conecta habitualmente, perdem a força que precisam para ser ativadas. Portanto não a vida passar diante de seus olhos, não retroceda. 

Dê continuidade, aprenda a relaxar, a olhar muito de perto esses pensamentos que prejudicam você e contemple a vida com paciência. Não tente planejar cada milímetro de sua viagem, às vezes você simplesmente precisa ser inspirado por coincidências.

sábado, 7 de junho de 2014

Dê adeus às sombras - Mel Aitak, mestre reiki, terapeuta holística e naturopata


Encha o coração de luz e abra espaço para coisas boas acontecerem em sua vida...

Outro dia, recebi o e-mail de uma leitora que me deixou muito feliz. Dizia que após ler um texto meu sobre perdão, resolveu aproveitar a proximidade da Páscoa - período de renovação - para fazer as pazes com a irmã. Após um desentendimento ocorrido há cinco anos, as duas se mantinham afastadas.

Eu a incentivei a procurar a irmã para resolver o mal-entendido. Há menos de 15 dias, recebi outra mensagem dessa leitora dizendo que as duas fizeram as pazes e, além disso, ela havia ganhado seu primeiro carro num sorteio! Coincidência? Prefiro chamar de sincronicidade, como acreditam os espiritualistas.  À medida que retiramos a dor e a mágoa do coração, mudamos nossa energia e nos abrimos para acontecimentos felizes.

Deus é abundância em todos os sentidos. Precisamos apenas sintonizar os canais necessários para darmos vazão a  tudo de bom que o universo tem para nos oferecer.

Como dizem os mestres antigos, "o pior mal não é aquele que vem de fora, mas o que nasce no coração do homem. As sombras de fora são atraídas pelas sombras que habitam o seu peito!"

Pense nisso e siga os ensinamentos de São Bento, que fundou a ordem dos monges beneditinos. "Não deixe a noite chegar nem durma sem pedir perdão  a quem você magoou ou de perdoar quem a ofendeu. O amanhã está longe e pode ser tarde demais." Remova as sombras da sua vida. Paz e luz!



(texto publicado na revista AnaMaria nº 921 - junho de 2014)








quinta-feira, 17 de abril de 2014

Diário de vida: Sincronicidade e Roupa Nova


Hoje começam as minhas pequenas "férias" devido à ponte da Semana Santa mais Tiradentes. Hoje fui trabalhar de manhã e consegui imprimir um pouco de material de apoio para poder continuar a arrumação das apostilas. Acabei de dizer que vou ter alguns dias de férias, mas para mim qualquer coisa relacionada ao italiano nunca pesa. Logicamente que fico cansada, mas estou muito motivada a fazer uma pesquisa para ter novas ideias didáticas. E sinceramente rendo bem mais trabalhando em casa, onde posso espalhar livros, folhas e anotações para conseguir visualizar melhor o que escolher. E as minhas melhores ideias aparecem quando estou bem relaxada, geralmente de manhã ou à noite, ou seja, fora do horário comercial.

Como não estou indo mais fazer as unhas na Marta por causa da distância, marquei um horário em um salão bem perto de casa. Eles não tinham a cor com a qual costumo pintar as unhas, mas escolhi uma bem clarinha e gostei do resultado. Foi exatamente no salão que aconteceu a sincronicidade. Eu costumo ouvir música no carro e alterno entre música americana, italiana e nos últimos dias voltei a ouvir o Roupa Nova. Assim que entrei no salão, adivinhem que vídeo estavam passando? O Roupacústico, o primeiro DVD da banda. Depois que acabei as unhas dei um pulo na revistaria para dar um alô para a Louise e que música a rádio estava tocando? Sapato Velho sempre do Roupa Nova.

Falando em Louise, há alguns dias decidi conversar com ela só em italiano (ela estudou um pouco o idioma) e ela percebeu que pareço outra pessoa quando falo nessa língua. Vamos ver se ela destrava e pratica um pouco antes de ir embora de Sampa.




domingo, 19 de janeiro de 2014

Diário de vida: Vídeo sobre a importância da água do Daniele Penna e filme Poder além da vida - sincronicidade (mais uma vez)


Hoje tirei o dia para me dedicar ao processo de autoconhecimento. Assisti a um vídeo do Daniele Penna sobre a importância vital da água em nossas vidas, ou melhor em nosso corpo. Mais uma sincronicidade pois como ainda estou sem filtro em casa decidi comprar algumas garrafas de água mineral. O Daniele falou a respeito da porcentagem máxima de resíduos que a água deveria conter e também da sua acidez. Fui imediatamente olhar as especificações na marca que tinha comprado e constatei que em relação aos resíduos o nível está além do ideal, mas quanto à acidez está tudo em ordem. Com certeza vou fazer uma pesquisa nas várias marcas da próxima vez que for ao supermercado. Um comentário interessante do Daniele foi que ao tomarmos qualquer remédio a bula recomenda que ele seja ingerido com muita água. Isso só reforça a importância do H2O em nossa vida. 

Como uma coisa puxa a outra enquanto estava assistindo ao vídeo do Daniele vi o link do filme Poder além da vida e decidi vê-lo também. Mais um acerto bem na mosca. Por causa de minhas dores musculares, foi o filme que eu precisava ver hoje. O protagonista Dan Millman, um atleta, sofre um acidente de moto e fica com a perna direita em frangalhos e por isso tem que colocar um pino. Apesar do ocorrido ele não desiste de tentar ir para as Olimpíadas. E para isso conta com a ajuda do dono de um posto de gasolina que Dan chama simplesmente de Sócrates. A mensagem mais marcante do filme é que o importante não é vencer uma medalha, mas o processo para chegar lá e para que isso aconteça precisamos estar focados no momento presente, no aqui e agora. 

Então é melhor eu parar de ficar choramingando por causa de dores musculares e para isso preciso entender melhor tudo o que está acontecendo comigo para poder superar as dificuldades. 





Achei interessante essa crítica sobre o filme feita pelo Tiago Eurico de Lacerda em seu blog:

http://tgdoxa.blogspot.com.br/2013/06/breve-analise-do-filme-poder-alem-da.html







Diário de vida: dores musculares e sincronicidade


Há algumas semanas estou com dores no braço desde o cotovelo até o pulso e a mesma coisa começou a acontecer nos pontos correspondentes na perna, ou seja, da região do joelho até o tornozelo. Até ir ao médico fiquei usando uma selenita branca embaixo da tala (conselho da minha amiga litoterapeuta Aninha) juntamente com um pingente com a mesma pedra e quando o dia finalmente chegou, fui atendida com muita pressa e ao citar que tinha tido herpes ele afirmou categoricamente que uma coisa não tinha nada a ver com a outra. Tudo bem, não sou médica e não iria ficar discutindo com ele. Mas o modo "ambulatorial" para não dizer outra coisa foi bem desagradável, mas o interessante é que fiquei calma o tempo todo e ao sair da consulta fui logo perguntar em que dia e horário o dr. Mario Sato atendia. Bom, o que aconteceu só me confirmou uma coisa: a mania que temos de terceirizar a nossa saúde. Na verdade, eu só queria uma orientação e ganhei um sermão!!! Em todo caso agendei um horário com o reumatologista apesar de estar "careca" de saber a causa dessa somatização, mas ainda não tenho coragem e vergonha na cara de sair da zona de conforto, ainda mais nessa época do ano em que temos todos os "is" para pagar: IPVA, IPTU e por aí vai. 

É melhor parar de me queixar porque é muito chato. Ontem dei um pulo no brechó da Eliza só para deixar algumas sacolas que vou juntando para passar a ela e aproveitei para dar uma olhada na loja. Acabei pegando um livro em excelente estado com o título Mensagem de uma mãe chinesa desconhecida que fala do drama de mulheres que não puderam vivenciar a plena maternidade por terem dado à luz bebês do sexo feminino. Uma obra bem ao estilo do que tenho lido ultimamente. Mas o interessante é que ao folhear o livro me deparei com um marcador de páginas e pasmem, ele era italiano, mais exatamente da Toscana. Logo em seguida fui comprar algumas coisas no hortifruti e a vendedora comentou como o valor tinha dado alto só por 3 produtos e eu respondi que não economizava com comida e ela concordou comigo dizendo que era melhor gastar com isso do que com remédios. E isso é a mais pura verdade. Só para esclarecer, comida japonesa costuma custar mais caro mesmo. 









segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Diário de vida: sincronicidade à italiana


Os meus melhores insights acontecem quando estou tomando banho, mas hoje aconteceu enquanto estava indo a pé ao supermercado.

Ontem estava conversando com a Cristal a respeito do passeio até Mairinque e de como me sinto bem no meio de nipo-brasileiros, ou seja, pessoas que têm a mesma origem que eu. Apesar de não falar o idioma, me sinto muito bem em meio aos meus "semelhantes". O interessante é que amo a língua italiana, mas não tenho a mesma sintonia em relação ao povo. Então prefiro dizer que sou uma nipo-brasileira que ama a língua italiana. Uma vez me perguntaram porque o meu carro não era italiano e respondi que não tinha nada a ver. É muito delicado tentar rotular as pessoas, não ?

E por causa dessa conversa, enquanto estava caminhando hoje me lembrei da minha colega Sofia, que é nipo-brasileira e também professora de italiano. 

Primeiramente ingressamos no mesmo ano no curso de japonês, só que ela foi mais decidida e rápida e tratou logo de prestar vestibular e no ano seguinte já estava devidamente inscrita no curso de italiano. Eu tentei mais um pouco procurar uma afinidade com a língua japonesa, mas anos depois fiz a mesma coisa que a Sofia: prestei vestibular e consegui me ingressar no curso de italiano. Mas não tínhamos combinado nada, ainda mais que nem tínhamos feito amizade naquela época.

Outra sincronicidade foi o fato de eu ter ido trabalhar como digitadora no Banco Bradesco onde ela já trabalhava na mesma função. E assim que me formei fui procurar uma escola perto de casa e pasmem, encontrei aulas na mesma escola em que a Sofia já era professora.

Eu me lembro que quando participávamos de palestras e seminários, diziam que éramos italianas sob a pele de japonesas. Muito divertido!!!


A minha turma de japonês



Um grupo avançado de italiano (2003)












sábado, 14 de dezembro de 2013

Diário de vida: ensino do italiano e "O leopardo" de Lampedusa


E a sincronicidade se faz presente mais uma vez. Ontem fiquei conversando em italiano com meu amigo Giorgio por quase duas horas e contamos um ao outro as novidades dos quase 3 anos em que não nos encontrávamos pessoalmente. 

Uma das coisas que comentei com ele foi o fato que antes, após uma explicação, eu perguntava: "ragazzi, avete capito?" (moçada, entenderam?) E agora prefiro a pergunta: "ragazzi, mi sono spiegata?" (moçada, me expliquei?)

Ao perguntar aos alunos se eles entenderam,  o professor se coloca em uma posição superior, mas se ele quer saber se conseguiu se explicar, a responsabilidade fica por conta do docente e não do discente simplesmente. A "técnica" que uso é a seguinte: eu explico uma única vez, mas se algum aluno quer que eu repita, pergunto se alguém entendeu. Tem sempre um aluno que levanta a mão, então peço a ele que explique em português se quiser. Acabo matando dois coelhos. Isso porque mesmo que eu explique uma segunda vez, pode ser que o aluno não entenda o meu modo de expor (mesmo que eu use uma outra abordagem). E isso tem funcionado desde que comecei a ensinar. 

A sincronicidade de hoje foi que um ex-aluno, o Dudu, professor doutor de Economia da FEA, me mandou um torpedo com uma frase contida na obra "O Leopardo" de Giuseppe Tomasi di Lampedusa que fala justamente dessas duas perguntas. 

Lentamente Don Calogero capiva che una conversazione non è una lite fra cani... Che dar la precedenza a una donna è segno di forza e non di debolezza, e da un interlocutore si può ottenere di più se gli si dice "non mi sono spiegato bene" anziché "non hai capito un corno".

(Aos poucos Don Calogero entendeu que uma conversa não é uma briga entre cães... Que dar a precedência a uma mulher é sinal de força e não de fraqueza e conseguimos mais do interlocutor quando dizemos "não me expliquei bem" ao invés de "você não entendeu nada")




sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Diário de vida: Itália e sincronicidade


Hoje o João Vilhena, um nosso aluno de curso intensivo foi à escola para me levar algumas encomendas: duas revistas e um calendário da Itália. Ficamos batendo um papão e ele contou como foi a viagem e não pude deixar de pedir para ele compará-la à sua viagem anterior. 

Ele esteve em Florença e Milão e à parte os interesses artísticos (ele é professor de história) o que mais me chamou a atenção foi a série de sincronicidades antes de sua viagem que por um triz não teve que ser adiada ou até mesmo cancelada. E pedi que ele escrevesse sobre o assunto para que eu pudesse colocar no blog. 

Aproveitei e contei sobre as sincronicidades antes de minha ida a Mondavio. 

Eu não pretendia viajar para a Itália em 2000 e tudo começou quando o Riccardo que é marido da brasileira Silvana, minha ex-aluna, me inscreveu na lista do DJ Kruger Agostinelli. Ao ler os textos constatei que ele era de Falconara Marittima, uma cidade perto de Senigallia, na região Marche, onde morei por um pouco mais de um ano. Até aí tudo bem, mas em uma de suas postagens eis que me deparei com uma foto do Kruger com Gualtiero e Rita, meus ex-patrões do Bar La Meridiana. Eu me apresentei para o DJ e pedi o email do bar. Quem me respondeu foi o Christian, filho do casal que ficou muito contente com a retomada de contato. 

Nesse meio tempo recebi por email a propaganda de um curso de jogos didáticos que seria ministrado em Mondavio, sempre na mesma região, só que na província de Pesaro. Fiquei interessada sim, mas foi só isso. 

Dias depois, uma aluna que iria fazer intercâmbio em Florença me pediu que eu telefonasse para lá porque queria reservar um quarto. Ela me trouxe o celular e acabei fazendo a ligação após a aula. Logo em seguida ela me mostrou a carta que tinha recebido e não acreditei quando vi de que cidade era o selo: Mondavio. Devo esclarecer que essa cidade é minúscula e a chance de encontrar um selo dessa cidade é uma em um milhão. Exageros à parte, a questão é que acabei indo fazer o curso e foram 2 semanas muito interessantes. A Daniela, uma ex-aluna, que como a Silvana se casou com um italiano (ops, um suíço de origem italiana) foi comigo a Mondavio e depois voltou outras vezes para fazer cursos e se tornou hostess. 


Com Lisa, Lina, Daniela, Annamara Montesi (a diretora da escola) e Livio na saída do boliche de Fano


Annamara, Titti (a minha professora) e Giovanna (a professora de Daniela) na escola em Mondavio


Com Daniela, Haruyo e Titti no bar perto da escola


Com Lisa, Lina e Daniela no Bar La Meridiana de Senigallia (AN)


Com Gualtiero, Rita, Daniela, Lina e Lisa no Bar La Meridiana

Houve outras sincronicidades em relação a uma cidade chamada Porto Venere na Liguria. Se quiser ler a postagem acesse:


Vou deixar aqui o link de duas outras postagens: uma sobre Firenze e outra sobre Senigallia:














segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Diário de vida: reflexões sobre a sincronicidade


Por causa de um problema no olho direito fiquei afastada uma semana do trabalho. Deveria ter ficado de molho, mas agitada como sou desde que me conheço por gente, não fui capaz de ficar em casa o tempo todo, mas consegui desacelerar um pouco.

A Cristal me aplicou reiki à distância, mas na quarta-feira decidi ir visitá-la e fiz uma sessão completa de aurículo, cromo e reiki. Para completar, fomos ao centro à noite e o boiadeiro me receitou chá de camomila para conseguir dormir melhor e banho de chá de picão caso a alergia que felizmente só atingiu a área ao redor do olho retornasse. Ao lado do remédio alopático e  da ajuda de minha amiga, complementei o tratamento com autoreiki, meditação e respiração consciente.  

A sucessão de eventos de sincronicidade aconteceu na quinta-feira. Logo de manhã o João me ligou perguntando se eu poderia encontrá-lo à noite para fazermos o escambo de livros. O nome da obra que troquei com ele se chama justamente Sincronicidade. À tarde resolvi dar uma passada na revistaria e a Louise estava lá. Como o seu horário de saída era o mesmo do encontro com o João perguntei a ela se gostaria de se juntar a nós. Eles ficaram contentes em se rever e quando a Louise viu o meu livro quis saber o que significava sincronicidade e eu expliquei com o exemplo do encontro de nós 3. 

É muito interessante constatar como aplicamos o tempo todo as leis universais. 

Gosto muito de assistir às palestras de autoconhecimento, ler obras sobre o assunto, mas o melhor de tudo é conseguir colocar em prática e sentir que estou caminhando em direção à luz. Um passo por vez, levando tombos e tropeções durante o percurso, mas sem desistir jamais.


As 7 leis universais












quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Diário de vida: "Chá comigo" regado a chai, patê com torradas, bolo e água aromatizada - Cristal Fanucci


Dizem que opinião de amiga não vale, mas tenho acompanhado a nova trajetória profissional da Cristal Fanucci desde que deixou o seu cargo de coordenadora de espanhol e posso afirmar que ela já nasceu terapeuta, só está se aperfeiçoando. Como já me disse várias vezes, ela só está retomando a sua verdadeira vocação que é trabalhar para ajudar as pessoas do ponto de vista físico, mental e espiritual. 

Gostaria de dar aqui o meu depoimento de como apliquei uma atividade que fizemos no 2º encontro. Ela nos tinha dito para falar sobre alguém que admirássemos e no início algumas de nós não conseguiram pensar em ninguém, mas depois me lembrei do meu querido Roupa Nova e uma participante citou São Francisco de Assis. Em seguida a Cristal nos pediu para dizer o motivo de tal admiração. Para concluir ela nos disse que todas as qualidades encontradas refletiam o que éramos também. Por exemplo, admiro muito o profissionalismo do Roupa Nova, unidos pela música há 33 anos (35 se contarmos os 2 anos como Famks), isso quer dizer que eu também trabalho seriamente, sou dedicada como eles. 

Na verdade a mesma coisa acontece com os defeitos. O que criticamos no outro temos dentro de nós também. Mas como o objetivo do Chá Comigo é trabalhar com as virtudes esse aspecto não foi abordado. Isso serve para concluirmos que tudo está dentro de nós, o outro só reflete o que somos e o que sentimos.

Bom, o que eu queria dizer é que dias depois da vivência vivi momentos de sincronicidade muito interessantes. A Cristal e eu já não somos colegas de trabalho, mas a Aninha, que também é terapeuta (Reiki e pedras), ainda continua na escola. Na hora de ir embora ela saiu minutos antes e nos reencontramos no restaurante sem termos combinado nada. Foi muito legal porque batemos um papão. Como já estava tarde a deixei perto da estação de metrô e fui para casa. Decidi passar no supermercado para comprar algumas coisas e para minha surpresa lá estava o João, que eu não via há pelo menos 10 dias porque apesar de trabalharmos na mesma escola ficamos em sedes distintas.

O interessante é que "sem querer" acabei aplicando a atividade citada acima. O João é um admirador fervoroso do Epica e eu sugeri que ele fizesse uma lista das qualidades da banda. Ele estava com uma dor de cabeça terrível e me disse que com o papo ela tinha até passado. Não sou terapeuta (ainda), mas gosto de ajudar as pessoas, principalmente aquelas com as quais me importo. 

E como sou do tipo pragmático, tento sempre aplicar alguma coisa que aprendo nos vários cursos que faço.

E para finalizar, uma das participantes do Chá Comigo nos disse que do 1º para o 2º encontro ela sentiu que alguma coisa nela mudou para melhor. Legal, não ?

E pensar que a Cristal e eu nos conhecemos há mais de dez anos e até há 3 anos mal nos cumprimentávamos. E foi uma crise sentimental tanto dela quanto minha que nos aproximou. Da minha parte agradeço ao Carlo pelo relacionamento não ter dado certo. A vida é mesmo uma caixa de surpresas, não ?









domingo, 20 de outubro de 2013

Diário de vida: cursos de autoconhecimento - Wagner Borges e Laércio B. Fonseca


Este fim de semana foi bem agitado para mim. Aliás,  tudo começou na sexta-feira com a palestra da Cristal Fanucci que participou do projeto Mulheres de Peito no Shopping Boulevard Tatuapé. Acreditem se quiserem, mas foi a primeira vez que peguei a linha 3 (vermelha) do metrô. Como o trem circula na superfície em várias estações senti como se estivesse na Itália fazendo um belo passeio. 

Ontem fui assistir à segunda aula da 4ª e última fase do curso de projeção astral ministrado pelo Wagner Borges. Devo confessar que só agora comecei a entender o assunto de verdade. Tenho a impressão de que o curso foi estruturado assim mesmo para que só as pessoas persistentes e realmente interessadas descobrissem o real valor de tudo que foi explicado até agora. 


A sala de palestras e aulas do IPPB (Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas)


Hoje foi a vez de ir a uma palestra do prof. Laércio B. Fonseca que falou sobre a transição planetária. Partindo desse tema fascinante, o Lalá, como ele se refere a si mesmo, nos explicou o motivo pelo qual o mundo atravessou e tem atravessado tantas crises. 

Eis o link de um vídeo de 1989 com a entrevista que o Lalá concedeu ao Luiz Gasparetto na qual já falava de alguns aspectos abordados na palestra de hoje.




Uma das coisas que mais me impressionou foi que o Lalá nos disse para não perdermos tempo, visto a gravidade da situação mundial e que é melhor nos mexermos no sentido de trabalharmos a espiritualidade, ou seja, o nosso eu interno, o nosso espírito, a nossa alma.



Como estou mais que convencida de que coincidências não existem, mas a sincronicidade sim, leiam a mensagem que me coube na atividade da bexiga feita na sexta-feira durante a palestra da Cristal. 


Dentro de 20 anos, você se sentirá mais arrependido das coisas que não fez do que das que fez. Portanto, solte os cabos. Navegue longe do porto seguro. Agarre os ventos favoráveis e desenrole as velas. Explore. Sonhe. Descubra.


Não pude deixar de associar essa frase e também o assunto abordado pelo Lalá ao filme "O show de Truman" com o Jim Carrey. 




















sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Diário de vida: "GPS" do corpo físico e do corpo astral


Desde que abri o blog em 2011 como tarefa do projeto 7 de setembro do Chris Allmeida nunca mais parei de enriquecê-lo e uma das ferramentas que mais uso é o Youtube. Ao acessá-lo hoje me deparei com o seguinte vídeo:



O título com o qual o vídeo aparece no Youtube é: Olha o jeito que essa mulher estaciona! Por que ela não se mata??

Na verdade ela não estava estacionando, mas querendo ir embora e o fez de um modo bem complicado. 

Sendo mulher a minha primeira reação, quando li o título, foi de querer defender a motorista, mas não pude deixar de reconhecer que ela tem pouca noção espacial. 

Eu particularmente só tenho dificuldade para manobrar quando o espaço é reduzido, mas o que mais me incomoda é a dor no braço quando tenho que virar o volante inúmeras vezes. 

Aproveitando o tema, gostaria de falar sobre as dificuldades em ser motorista em uma cidade grande como São Paulo. E é justamente o fato de eu não ter um GPS interno (o meu senso de orientação é quase nulo infelizmente) eu vivo me perdendo mesmo tendo consultado o googlemaps antes.  E como tenho muita resistência a aparelhos nunca quis comprar um GPS. Então chego ao destino na raça, mesmo com o risco de levar mais tempo. Além disso, a coisa que mais me incomoda e à maioria das pessoas é o tráfego intenso. Seria muito bom se todas as consultas e exames médicos pudessem ser feitos no convênio que fica perto de casa, mas alguns são feitos no centro ou em outros bairros e como minha mãe tem dificuldades de locomoção, respiro fundo, pego o carro e enfrento o tráfego. Antes eu reclamava e xingava na ida e na volta, mas com os cursos de autoconhecimento que tenho feito, consigo fazer as viagens sem reclamar e com mais calma. Devo confessar que fico cansada, mas aliviada por voltar sempre sã e salva.

Outra coisa interessante é que o tempo de ida é mais longo do que o da volta. 

Semana passada minha mãe e eu fomos à Santos e pegamos um tráfego intenso na Imigrantes. Depois fiquei sabendo que se tivesse ido pela Anchieta teria chegado rapidinho ao destino. Demorei o dobro do tempo para descer a serra, chegamos atrasadas, mas marcamos presença.

Dizem que descer é mais fácil, mas para mim é o contrário: voltei para São Paulo em pouquíssimo tempo. É o fator volta para casa. E isso me ocorre também em relação a escadas e ladeiras: tomo mais cuidado para descer do que para subir. 

Para compensar a falta de GPS físico, percebi que a intuição tem aumentado a cada dia e me avisa o tempo todo a melhor decisão a ser tomada. E a sincronicidade tem demonstrado que estou no caminho certo. O meu GPS tem nome: eu a chamo de "vozinha". Uma vez a desobedeci para fazer um teste e me dei mal. Então nem me atrevo a repetir a dose. 
















terça-feira, 15 de outubro de 2013

Le sincronicità della vita - Il curioso caso di Benjamin Button


Sincronicidade - Ricardo Fera (Manhã Gazeta)








Diário de vida: sincronicidade


Sincronicidade: conceito desenvolvido por Carl Gustav Jung para definir acontecimentos que se relacionam não por relação causal e sim por relação de significado. Desta forma, é necessário que consideremos os eventos sincronísticos não a relacionado com o princípio da causalidade, mas por terem um significado igual ou semelhante. A sincronicidade é também referida por Jung de "coincidência significativa". (fonte Wikipedia)

Semana passada vivi uma experiência fantástica de sincronicidade. Trabalho como coordenadora de italiano em uma escola em São Paulo há quase 20 anos e estava tentando formar uma turma de Básico 1 de semi-intensivo (outubro e novembro). Até a sexta-feira (dia 4) a turma estava com número insuficiente de alunos e as aulas teriam início na quarta-feira da semana seguinte (dia 10). A escola tem por hábito esperar até o dia anterior para cancelar as turmas e justamente nesse dia eu não poderia ir à escola cedo e ao controlar os emails verifiquei que o meu grupo tinha sido cancelado. Como eu não tinha anotado os emails dos alunos fui à escola no final da tarde para providenciar tudo. 

O meu computador demorou para ligar e quando eu estava para pedir à minha colega que me passasse o emails dos alunos ele finalmente resolveu funcionar. Antes de mais nada fui verificar o programa de matrículas e para minha surpresa mais um aluno tinha se matriculado e a turma iria acontecer. A sincronicidade consistiu no fato que justamente na hora em que cheguei à escola esse aluno que faltava para a turma abrir estava se matriculando. Se eu tivesse chegado mais cedo a situação teria sido diferente.

Agradeço mais uma vez ao universo pelo presente que recebi.