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sexta-feira, 31 de maio de 2019
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Diario di vita: Il film Dirty dancing e quanto la musica è importante nella nostra vita
Siccome ho perso il sonno per via del caldo insopportabile delle ultime settimane ho acceso il pc per distrarmi un po'.
Continuo a sentire ogni giorno le canzoni de Il Volo, ma i giri aleatori che fa Youtube mi ha portato un omaggio al grande Patrick Swayze di cui sono grande fan. Un video con la scena finale del film "Dirty dancing" che assieme a "Ghost" sono i suoi film più famosi.
Ho noleggiato il film nel 1994 (è stato girato nel 1987) e l'ho visto varie volte come fanno i bambini. In quell'anno sono andata in Italia e ho comprato la videocassetta con il film anche se avrei potuto acquistarla in Brasile. Più tardi ho comprato il DVD. E sono anche riuscita a trovare i due CD con le colonne sonore.
Scena di Dirty Dancing - canzone Hey Baby
Dirty Dancing: Scena finale - (I've had) The time of my life
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Diário de vida: Patrick Swayze e a canção "Time of my life" do filme Dirty Dancing
O filme "Dirty Dancing" e a sua trilha sonora marcaram minha vida e um episódio em particular: a minha primeira e única viagem ao Japão, a terra de meus pais.
Estava tudo preparado para irmos juntas: minha mãe e eu, mas por ingenuidade pura eu não sabia que era preciso o visto para entrar no Japão. Conclusão: a minha mãe foi antes e eu tive que mudar a data da passagem e ir ao Consulado japonês. Fiquei sim com raiva dos funcionários da agência de viagens que não me avisaram a respeito da necessidade do visto, mas agora vejo que nada acontece por acaso.
Eu tinha alugado o filme "Dirty dancing" (em VHS) dias antes da partida e já o tinha assistido várias vezes. Com o adiamento da viagem o vi de novo e acabei comprando o filme, primeiro em VHS e depois em DVD.
Fiz um belo passeio pelo centro para ir ao Consulado e tenho que registrar a organização, a rapidez e a gentileza com que fui atendida. Se não tivesse adiado a viagem talvez jamais teria entrado lá.
No final deu tudo certo. Como viajei em 1994 não tive que obter o visto de passagem pelos Estados Unidos. Para não dizer que nunca fui à terra do tio Sam, o avião fez uma escala de algumas horas em Los Angeles.
Uma das coisas que tenho feito ultimamente é agradecer sempre pelas coisas boas e também pelas ruins que me acontecem e tento entender o que tenho que aprender com cada situação.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
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