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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Mais reflorestamento, menos desmatamento


Quer ajudar o planeta a ter mais árvores? Confira algumas ideias para pôr em prática em sua vida

Não compre madeira ilegal

Ao adquirir produtos de madeira ou papel, procure pelo selo FSC. Ele garante que o item foi fabricado de forma ecologicamente adequada, causando o menor impacto possível. Além disso, assegura que a propriedade de onde os recursos foram extraídos é uma área legalizada, que paga todos os tributos e respeita os direitos dos trabalhadores.

Papel: reduzir e reciclar

Em média, cada brasileiro consome, na forma de papel, uma árvore a cada dois anos. Isso significa que, no decorrer da vida de cada um de nós, em média, 38 árvores são colocadas abaixo para sustentar o consumo pessoal. Ter esses dados em mente é importante para nos estimular a não desperdiçar papel e a encaminhar esse material à reciclagem. Usar essa matéria-prima com consciência ajuda a natureza.

Coma menos carne vermelha

40% da Terra é destinada à pecuária, e essa área só cresce. Para atender à demanda, muitos recorrem ao desmatamento. Na Amazônia, 70% das áreas desmatadas viram pastos. Cerca de 232 milhões de árvores são abatidas por ano para abrir espaço para rebanhos. Segundo o Greenpeace, nenhum supermercado hoje garante que a carne comercializada é isenta de crimes ambientais.

Plante árvores

Precisa de uma muda? Consulte a prefeitura da sua cidade. Os municípios costumam ter viveiros públicos que distribuem gratuitamente espécies nativas. O plantio em áreas particulares é livre. Se você quiser cultivar em uma área pública, como um parque ou canteiro na calçada, precisa de autorização da prefeitura. A administração municipal pode ajudar indicando quais variedades são mais indicadas para cada espaço.

Contribua com projetos do bem

Uma série de entidades luta pela conservação do meio ambiente. Você pode colaborar com doações ou trabalhando como voluntário. O Instituto Socioambiental (www.socioambiental.org), por exemplo, esteá presente em São Paulo, Mato Grosso e Distrito Federal. O Instituto Terra (www.institutoterra.org) atua em Minas Gerais. O Greeepeace (www.greenpeace.org/brasil/pt) tem projetos de alcance nacional.



(texto publicado na revista Todos - A vida é feita de história. Qual é a sua? - dez2016/jan2017)

terça-feira, 22 de novembro de 2016

A reciclagem na Suécia é tão revolucionária que eles estão ficando sem lixo (Hype Science)


A Suécia está na liderança na gestão de resíduos sólidos urbanos, e dá exemplo ao resto do mundo. O país nórdico recicla 1,5 bilhão de garrafas e latas anualmente, uma quantidade impressionante para uma população de 9,3 milhões de pessoas. Os suecos produzem apenas 461 kg de lixo por ano (a média europeia é de 525 kg), e menos de 1% dessa quantidade acaba em aterros sanitários.

Essa ênfase na sustentabilidade, porém, tem trazido um problema para a produção de eletricidade do país. O lixo queimado em 32 instalações de incineração de resíduos produz energia elétrica e aquece casas no país. Se as usinas têm menos combustível, o país tem menos energia.

Este programa se chama resíduo-para-energia, e funciona da seguinte forma: fornalhas são carregadas com lixo, que é queimado a temperaturas entre 850 a 1000 °C, produzindo vapor. Este gás é usado para mover turbinas geradoras de eletricidade, que é transferida para a rede de energia elétrica.

Com este método, o país consegue reduzir toxinas que em aterros sanitários contaminariam o solo. “Quando o lixo fica em aterros, ele produz gás metano e outros gases do efeito estufa, e isso obviamente não é bom para o meio ambiente”, explica a diretora de comunicação da Administração de Resíduos da Suécia, Anna-Carin Gripwell.

Participação da população

Antes de ser incinerado, o lixo é separado pelos donos das casas e dos estabelecimentos comerciais das cidades. Resíduos que podem ser reciclados são separados e levados pelos cidadãos aos centros de coleta, que não ficam a mais de 300m das residências. Tudo o que pode ser consertado ou reaproveitado é levado para centros de reciclagem nos bairros distantes do centro das cidades.

A coleta de lixo no país é uma das mais rigorosas do mundo. Se o lixo orgânico não estiver de acordo com as especificações fornecidas pelo governo, ele não é recolhido. O contribuinte paga taxa de recolhimento do lixo proporcional à quantidade gerada, por isso os cidadãos controlam sua própria geração de lixo.

Assim, a quantidade levada às usinas, cerca de 50% do lixo produzido pelos suecos, é insuficiente para o pleno funcionamento das instalações, obrigando o país a importar 700 mil toneladas de lixo de locais como Reino Unido, Noruega, Irlanda e até Itália para garantir que a energia elétrica continue sendo gerada.

Lixo vira energia e cinzas

As cinzas restantes da incineração têm apenas 15% do peso que tinham antes do lixo ser queimado. Até as cinzas são recicladas. Os metais são retirados e reciclados, e o restante, como porcelana e azulejo, que não queimam, é peneirado para ser utilizado na pavimentação de estradas. Apenas 1% das cinzas não tem destino útil e é descartada em depósitos de lixo.

A fumaça da incineração consiste de 99,9% de água e dióxido de carbono não-tóxico, que é filtrada com água e filtros secos. Os filtros secos são colocados em depósitos de lixo, e a água suja é usada para encher minas abandonadas.

Não jogue fora, conserte

O país incentiva que seus cidadãos tentem consertar objetos ao invés de substitui-los. “Os consumidores estão mostrando que querem fazer a diferença e o que estamos fazendo como governo é ajudá-los a agir, tornando mais fácil viver de forma sustentável”, diz Per Bolund, Ministro do Consumo e Finanças do país.

Objetos que normalmente acabariam no lixo, como roupas, sapatos e bicicletas, são consertados. Isso cria empregos nessas áreas. Há espaço no mercado de trabalho para pessoas que consertam coisas. Essas são atividades que podem ser intelectualmente estimulantes mas que não exigem um nível muito alto de educação, permitindo que as pessoas comecem a trabalhar em alguns meses ao invés de anos.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Reciclar é preciso


O lixo é um dos maiores problemas gerados pela população humana hoje em todo o mundo. Em pesquisa recente realizada pela associação empresarial CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem), ficou demonstrado que até este ano apenas 1055 (18%) dos municípios brasileiros possuíam sistema de coleta seletiva implementado. Ainda bem que em nosso município, e em nosso bairro, muitas iniciativas têm ajudado a solucionar, pelo menos, parte desse enorme problema.

Na Vila Leopoldina, trabalhadores que se conheceram na antiga Usina de Compostagem do bairro, se uniram e deram origem à cooperativa CooperAção, que funciona na rua Froben desde 2010. Neilton Cesar Polido, que hoje está no cargo de presidente, a secretária Jacy Cardoso, a 1ª vogal Maria Ivete de Lara Lima Joviano, a tesoureira Helia Terezinha Pereira de Oliveira e a 2ª vogal Regiane Rodrigues Faria são alguns deles. Muitos moradores da região, entretanto, desconhecem a grande importância do trabalho da cooperativa, e são até contra a sua existência no local. "Não temos catadores aqui. Temos sim caminhões que realizam a coleta e maquinários específicos que compramos com o dinheiro vindo da venda dos materiais. Podíamos nos unir aos moradores e realizar muitas parcerias, mas enfrentamos certa hostilidade por parte de alguns deles", comenta Neilton.

O trabalho da CooperAção resumidamente é receber o material, vindo de empresas, condomínios e também de pessoas físicas, separar por tipos e vender para indústrias que necessitam da matéria-prima para a produção de novos itens. "Como somos cooperados, tiramos o nosso sustento da venda desses materiais", enfatiza Maria Ivete.

A maior dificuldade dos trabalhadores da cooperativa é lidar com resíduos misturados. "As pessoas ainda não sabem muito bem separar o lixo comum do material reciclado. Alguém precisa fazer esse trabalho... e esse "alguém", somos nós", declara Jacy.

A CooperAção recebe vidro, papel, papelão, plástico, sucata ferrosa, além de eletroeletrônicos, móveis e até roupas e sapatos em bom estado. O que não é vendido para a indústria, é colocado em bazares e, em geral, comprado pelos próprios cooperados (55 pessoas atualmente).

Funciona de segunda a sexta, das 8 às 17h, e aos sábados até 16h.




(texto publicado na revista Guia Daqui nº 229 - ano 20 - outubro de 2016)

sábado, 15 de outubro de 2016

(Personagem da semana) Do lixo ao Oscar: Sebastião Carlos dos Santos - Mariana Shirai e Nelito Fernandes



O catador que criou uma cooperativa, virou obra de arte e agora está em filme indicado pela Academia

Ao ver seu retrato ser vendido por R$ 100 mil em um leilão londrino, o catador de lixo Sebastião Carlos dos Santos, o Tião, não segura o choro. "Eu vejo que tudo na minha vida valeu a pena", diz o presidente da cooperativa de catadores de materiais recicláveis do Jardim Gramacho ao artista plástico Vik Muniz, autor da obra. O momento decisivo na vida de Tião é uma das cenas mais tocantes do documentário Lixo extraordinário, produção anglo-brasileira que foi indicada ao Oscar de Melhor Documentário na semana passada. O filme acompanha Vik durante o projeto social e artístico que ele promoveu na comunidade do maior lixão da América Latina. Depois de fotografar catadores, ele transformou as imagens em obras de arte, usando o lixo como uma espécie de tinta. No filme, diante do choro de Tião, Vik profetiza: "Isso é só o começo, cara, só o começo."


O começo foi lá atrás e não foi fácil. A profissão que hoje, aos 32 anos, dá orgulho a Tião já foi motivo de vergonha. Ele começou a catar lixo com 11 anos, com a família. "Para mim, catar lixo era natural", diz. Para os outros, não. Sua mãe deu uma entrevista para o Globo Repórter e ele passou a ser perseguido pelo colegas da escola. No dia seguinte à entrevista, chegou à sala de aula e viu escrito na lousa: "Tião, filho da xepeira", uma referência à xepa, prática de pegar os restos de feiras para levar para casa. Numa festa da escola, Tião dançava com a namoradinha quando um menino anunciou pelo microfone: "Olha, ela está dançando com o filho da xepeira". Humilhado, Tião saiu da festa correndo. Saiu também da escola. Ficou cinco anos sem estudar. Agora ,cursa o 2º ano do ensino médio. Seu sonho é fazer sociologia.

Tião parece um cantor de reggae. Magro, cerca de 1,75 metro, de calça jeans apertada e dreadlocks, é brincalhão e muito eloquente. A frase é preconceituosa, mas deve ser dita: você não imagina encontrar um sujeito como ele ali. Na assembléia dos catadores da última quarta-feira, era ouvido atentamente pelo companheiros. São 1.480 associados à ACAMJG e Tião é um de seus fundadores. Depois da indicação ao Oscar, ele acha que sua voz vai chegar muito mais longe que os 300 metros quadrados do galpão sufocante da associação dos catadores. "Quem nunca teve voz agora vai ter, agora vão nos ouvir", diz ele.

Os catadores estão em litígio com a prefeitura de Duque de Caxias. O lixão será desativado em 2012. Segundo Tião, o plano de desativação previa a formação de um fundo de R$ 1,2 milhão para a recolocação dos catadores no mercado de trabalho. O consórcio vencedor já foi escolhido, mas o fundo não saiu do papel. Na assembléia, os catadores decidiram fazer uma passeata de protesto até a sede da prefeitura. "O poder público é igual a feijão ruim: só funciona na pressão", diz ele, aplaudido por cerca de 200 catadores. O próprio Tião não cata mais lixo desde 2007, quando foi eleito presidente da cooperativa. Cada cooperado ganha cerca de R$ 50 por dia. Ele recebe R$ 700 mensais. "Perdi dinheiro", diz, rindo. 

No filme, Tião diz que gosta de Nietzsche e Maquiavel. Ele encontrou um exemplar de O príncipe, de Maquiavel, no meio do chorume do aterro. Depois de ler, ficou comparando os príncipes descritos por Maquiavel com líderes do tráfico. Ele conta que a obra foi fundamental quando estava começando sua própria liderança. "O que é bonito no Tião é que ele mantém o respeito pelo lugar de onde saiu. É carismático, interessante, engraçado. Está famoso e ainda me liga a cobrar", diz Vik Muniz.


A vida de Tião está mudando. A cooperativa recebeu R$ 200 mil da venda dos quadros, dinheiro que foi investido na compra de equipamentos e obras. Tião e outros seis trabalhadores retratados ganharam R$ 10 mil cada. Ele comprou uma casa num bairro próximo ao lixão, onde vive com a mulher e a filha de 9 anos. Agora se prepara para a entrega do Oscar - embora não vá ao cinema há 11 anos. Se o filme ganhar, Vik diz que é o astro e catador quem vai receber a estatueta. Tião quer ver Angelina Jolie de perto. "Dizem que ela é tão linda que a gente fica até mundo." E sua mulher, não ficaria com ciúmes?" Ela sabe que a Angelina Jolie nunca ia dar mole para mim. Vou trazer uma foto do Brad Pitt para ela. Se bem que ela gosta mais de um pretinho, o Will Smith acho que seria melhor." Esse é Tião.




(texto publicado na revista Época nº 663 - 31 de janeiro de 2011)

terça-feira, 11 de outubro de 2016

A missão da KMA


A Korin Meio Ambiente (KMA) é uma empresa especializada no gerenciamento de resíduos orgânicos. Tem como objetivos preservar e recuperar o meio ambiente, promovendo ações capazes de minimizar impactos negativos através de tecnologias que respeitam a Natureza.

A KMA foi criada para dar continuidade às atividades do setor de Saneamento e Meio Ambiente do Centro de Pesquisa da Fundação Mokiti Okada relacionadas a resíduos sólidos, sua reciclagem e destinação, e tem, no respeito às leis da Natureza, a base de sua atuação, considerando esse respeito como o caminho imprescindível para assegurar o equilíbrio em todo o ecossistema. "Sempre tendo como coluna mestra de nosso trabalho a filosofia de Mokiti Okada, procuramos encontrar a melhor solução para cada situação", afirma José Luiz Choiti Tomita, gerente geral da empresa.

Com o acúmulo de experiências que se transformaram em aprimoramento contínuo, aliadas a pesquisas tecnológicas diversificadas, a KMA vem-se aperfeiçoando por meio de processos biotecnológicos naturais. Hoje, encontra-se munida de soluções eficazes para encarar, de forma segura e precisa, os desafios referentes à preservação e à recuperação do meio ambiente, atuando, principalmente, na adequação de sistemas no tratamento de resíduos orgânicos líquidos e sólidos para minimizar seus impactos nocivos.

A KMA desenvolveu técnicas que evitam o desperdício de recursos naturais ao reutilizá-los na prática da agricultura e jardinagem e diminuem o volume de material orgânico que seria destinado aos lixões ou aterros sanitários. Através de tecnologias inovadoras, estes resíduos são transformados por micro-organismos benéficos de forma fermentativa em um composto rico em nutrientes, recebendo outro destino, ao invés de se tornarem agentes poluentes.

Ao empregar a microbiologia para adequar, transformar e reutilizar resíduos provenientes de diversas atividades humanas, visando à minimização dos impactos ambientais, a KMA é hoje reconhecida como empresa especialista em saúde pública, saneamento básico e gestão de resíduos urbanos.

Através da biotecnologia, com a utilização de micro-organismos naturais, a Korin Meio Ambiente vem demonstrando que é possível eliminar os resíduos sem agredir a saúde das pessoas, dos animais e do meio ambiente.

Para saber mais sobre os produtos e serviços da KMA, acesse www.kmambiente.com.br ou envie um e-mail para gerencia@kmambiente. com.br.




(texto publicado na revista Izunome nº 91 - setembro de 2015)

domingo, 4 de setembro de 2016

Reciclagem - dicas importantes


Reciclagem dos materiais

PAPEL - VIDRO - METAL - PLÁSTICO - ORGÂNICO - REJEITO

A reciclagem de papel economia matéria-prima (celulose).

A reciclagem de 1 kg de vidro quebrado (cacos) gera 1 kg de vidro novo, economizando 1,3 kg de matérias-primas (minérios).

A cada 10% de utilização de cacos, há uma economia de 2,9% de energia.

A reciclagem de alumínio economiza 95% da energia que seria usada para produzir alumínio primário.

A reciclagem de lixo orgânico, por meio da compostagem, resulta em adubo de excelente qualidade para a agricultura.

Uma única latinha de alumínio reciclada economiza energia suficiente para manter um aparelho de TV ligado durante três horas.

Benefícios ambientais da reciclagem

50 kg de papel reciclado evitam o corte de uma árvore de 7 anos.

Cada tonelada de papel reciclado pode substituir o plantio de até 350 m² de monocultura de eucalipto. Uma tonelada de papel reciclado economiza 20 mil litros de água e 1.200 litros de óleo combustível.

A reciclagem do plástico impede um enorme prejuízo ao meio ambiente, pois o material é muito resistente a radiações, calor, ar e água.

Benefícios sociais da reciclagem

A reciclagem contribui para a diminuição do volume de lixo: o Brasil produz atualmente 240 mil toneladas de lixo por dia.

Recoloca no ciclo de produção um material que pode contaminar o solo, a água e o ar.

Dá a destinação correta ao produto que, caso contrário, é muitas vezes acumulado em infectos lixões.

A reciclagem de papel gera milhares de empregos: de catadores de papel a empregados em empresas de intermediação e recicladoras.

A reciclagem de plástico no Brasil gera cerca de 20 mil empregos diretos, em 300 indústrias de reciclagem.

No Brasil, estima-se que 100 mil pessoas vivam exclusivamente de coletar latas de alumínio para reciclagem, conseguindo cada pessoa um rendimento mensal de três salários mínimos.



(texto publicado na revista Seicho-no-ie nº 292 - ano XXV - novembro de 2009)

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Paulistana Nota Dez: Célia Marcondes - Ludimila Honorato


Nome: Célia Marcondes
Profissão: advogada
Atitude transformadora: criou uma ONG para incentivar a reciclagem de óleo de cozinha usado

Nem todo mundo sabe o estrago que causa ao meio ambiente despejar o óleo de cozinha no ralo ou misturá-lo ao lixo comum, hábito ainda muito frequente na cidade. O líquido entope os canos de residências e a tubulação do sistema público, além de poluir o solo e os rios - 1 litro da substância gordurosa contamina em média 25 000 litros de água. Sem saber como dar fim a esse problema dentro da própria casa, a advogada Célia Marcondes resolveu informar-se sobre o assunto e partir em busca de soluções. Descobriu que o resíduo é de interesse comercial de indústrias e travou, em 2007, uma parceria com uma companhia de coleta especializada. A Sabesp apoiou a empreitada. Teve início, então, uma campanha de porta em porta na região de Cerqueira César para incentivar o descarte correto. Ajudou o fato de ela atuar desde 2001 na Sociedade dos Amigos, Moradores e Empreendedores do bairro da Zona Sul, na época como presidente e hoje no papel de diretora jurídica. "Em cerca de um ano, 1 000 condomínios aderiram à ideia", orgulha-se. Com a ação bem-sucedida, Célia passou a ser procurada por associações de outros distritos e municípios.

Em 2009, ela criou a ONG Ecóleo, com o intuito de conectar produtores do resíduo, coletores e compradores. A organização tem orçamento mensal de 5 000 reais e é mantida por taxas pagas por 21 empresas associadas. Uma de suas principais funções envolve disseminar a ideia do descarte responsável. Depois de passar por um processo de limpeza, o material pode ser utilizado na fabricação de artigos como biodiesel, ração animal, tinta e sabão. A entidade, composta de doze voluntários, ajuda cerca de 2 000 pessoas no estado, que trabalham em uma rede de recolhimento. Aos interessados em ganhar dinheiro com isso, a ONG ensina a armazenar o óleo, transportá-lo com segurança e vendê-lo na rede cadastrada. Auxilia ainda na criação de postos de entrega. Graças a esse esforço, é recolhido por mês cerca de 1,6 milhão de litros do produto na capital. "A população joga fora o lixo de forma irresponsável, sem lembra que o fora é aqui mesmo, ou seja, no nosso meio ambiente", afirma Célia. "Quando você quer, você pode. Eu me sinto muito orgulhosa por tudo o que consegui."



(texto publicado na revista Veja São Paulo de 3 de agosto de 2016)

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Resíduos ou matéria-prima? - Ana Sant'Anna


Lixo para alguns, matéria-prima para outros. Com base nesse conceito, a B2Blue intermedeia o fluxo de resíduos industriais

Você sabia que a maior parte de resíduos sólidos pode ser reciclada e transformada em matéria-prima para diversos tipos de negócios? E melhor: isso traz inúmeros benefícios ambientais e ainda gera renda tanto para quem compra quanto para quem vende as sobras industriais. Visionária, a B2Blue apostou nisso. Há três anos configurada como comércio eletrônico, a empresa transforma em oportunidade de negócio o que antes era jogado fora. "Os resíduos são anunciados no site, gratuitamente, e avaliadas por uma equipe de especialistas ambientais. O sistema conecta, de maneira inteligente, as empresas que querem se desfazer das sobras e as que têm interesse em comprá-las", explica a fundadora da plataforma Mayura Okura, formada em gestão ambiental. As oportunidades são diversas. O que era resto de espuma pode virar enchimento de bichos de pelúcia. Sobras de borracha acabam se transformando em sola de sapato. O vidro, 100% reciclável, pode ser empregado na confecção de vasos. Outro exemplo? A indústria de fraldas Mantas Brunela fornece as sobras de plástico do produto para a Wisewood. Esses resíduos, nas mãos da empresa que produz madeira ecológica, viram cruzetas, dormentes e mourões (cercas para fazendas). O resultado, além da receita da B2Blue, que vem da comissão sobre as transações, é o beneficiamento de 1 mil toneladas mensais de resíduos sólidos.



(texto publicado na revista Bons Fluídos edição 200 - novembro de 2015)

domingo, 29 de novembro de 2015

Máquina troca material reciclado por bônus na conta de luz (Pensamento Vivo)


Além de São Paulo, ideias parecidas já são executadas em Niteroi (RJ) e promovem o engajamento da população com a reciclagem

A conta de luz está cada vez mais alta e tirando o sono de muitos consumidores. E se a preocupação agora é como baixar o valor a ser pago, a AES Eletropaulo encontrou uma maneira de beneficiar não apenas o brasileiro, mas também o meio ambiente. E a regra é a seguinte: basta separar e reciclar o lixo para receber descontos na fatura.

A Retorna Machine fica localizada em frente às bilheterias da Estação de metrô da Sé e é uma parceria entre a AES Eletropaulo (empresa de distribuição de energia elétrica da região metropolitana de São Paulo) e a Triciclo, criadora da máquina.

A Retorna Machine funciona como um depósito seguro para latas de alumínio e garrafas pet. O usuário deve criar um cadastro na máquina que contenha login, email e senha. Ao efetuar o login e depositar o material, pontos serão calculados para que o desconto seja disponibilizado na fatura da conta de luz.

Latinhas de 350 ml dão direito a 10 pontos, garrafas pet de 2 litros dão 20 pontos. A pontuação varia conforme o tamanho do produto e o material do qual é feito. A cada 100 pontos o usuário consegue um desconto de R$ 0,27 na conta de luz. É preciso apenas informar o número da instalação elétrica que será bonificada.

Além do desconto na conta de luz, o usuário também pode optar por descontos em livrarias ou para recarregar o bilhete único. Mais 20 máquinas já estão prontas para serem instaladas por toda São Paulo. Em outubro, serão inaugurados pontos no Shopping Butantã, no Shopping Jardim Sul e no Shopping Metrô Santa Cruz.

A ideia em São Paulo alia tecnologia e sustentabilidade com uma mudança de hábito que realmente beneficia a população. Em Niterói (RJ), ecopontos já existem espalhados pela cidade e também oferecem descontos na conta de luz da população que os utiliza.

Que cada vez mais cidades adotem medidas como essas!

Máquina reverte materiais recicláveis em créditos no bilhete único (Pensamento Verde)


Pontos de coleta de resíduos estão localizados em shoppings e estações de metrô; resgate pode ser feito a partir de 100 pontos

Aos poucos, empresas e pessoas estão repensando e mudando a maneira como se relacionam com o meio ambiente. Os benefícios que a prática da reciclagem proporciona ao meio e às pessoas já são conhecidos, e a novidade é que agora em São Paulo é possível transformar pequenas atitudes sustentáveis em créditos para o transporte público.

Trata-se de um programa de fidelidade atrelado ao depósito de embalagens e garrafas vazias em máquinas instaladas em shoppings e estações de metrô em São Paulo – ideias parecidas estão sendo executadas também no Rio de Janeiro, onde os materiais recicláveis são trocados por passagem.

Participar do programa é simples. O usuário deve cadastrar gratuitamente uma conta no site ou aplicativo da Retorna Machine e depositar o material reciclável na máquina, que computa instantaneamente os pontos do benefício.

Resíduos PET valem 10 pontos (exceto copos de 300ml do mesmo material, que valem 5) e alumínio valem 15. A cada 100 pontos, o usuário pode resgatar R$ 0,35 em créditos no bilhete único, direto da máquina.

Os pontos de depósito de material reciclável estão instalados na estação Sé do metrô, rodoviária do Tietê e nos shoppings Butantã, Metrô Santa Cruz e Jardim Sul.
Além dos créditos no bilhete único, o usuário pode optar por descontos na conta de luz.

sábado, 7 de novembro de 2015

Arte à beira da estrada - Pedro Teixeira


Os pescadores ficam impressionados com a semelhança, diz o inglês Ptolemy Elrington ao celebrar o final de mais uma de suas peças em formato de peixe feitas com calotas de carros.

Assim tem sido sua vida ao longo dos últimos 12 anos: de onde a maioria das pessoas enxerga as desprezíveis calotas plásticas dos veículos perdidas à beira de uma rodovia, Elrington vê múltiplas possibilidades: dragões, cachorros, golfinhos e o que mais sua imaginação lhe propuser.

O tamanho de cada peça pode variar - de um a maias de 10 metros de comprimento. Tudo depende do desafio que sua mente impõe no dia-a-dia, ou, das encomendas.

Uma peça pode levar até três meses para ficar pronta.

Tudo começou quando Elrington, ao planejar seu primeiro trabalho de calotas como armadura, teve a inspiração de fazer algo em formato de peixe. Logo depois de ter presenteado amigos e parentes com os trabalhos, os pedidos não pararam de chegar. O artista agora se dedica integralmente ao trabalho, dirigindo sua arte especialmente para empresas e instituições. No estoque, cerca de 500 calotas, que logo irão se transformar em algo surpreendente. Cada modelo pode utilizar entre 10 e 200 tampas de roda. Para garantir a autenticidade do material, o artista preserva o logotipo da marca. Sua criação mais cara foi a de um dragão, no qual utilizou 200 calotas e levou mais de um mês para construir. Foi vendida por 3.000 libras.

A criatividade é grande: lagartos, moscas, tucanos. Elrington continua a fisgar atenção de todos pela arte de reciclar. 


(texto publicado na revista Premium edição 103 - outubro de 2015)














segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Ao deixar o restaurante, ele não acredita no que vê. Sua decisão é incrível (Não Acredito!)


Em muitos restaurantes hoje em dia, é prática comum atender às necessidades das crianças além das de adultos. Cardápios infantis, cadeiras altas e até livros de colorir com giz de cera frequentemente são providenciados, o que torna a experiência de comer fora ainda mais atrativa para crianças e relaxante para pais. Todas essas facilidades fazem a alegria dos filhos de Bryan Ware. Principalmente os livros de colorir. Mas, uma noite, na saída de um restaurante, Bryan vê algo que não consegue esquecer.

Centenas de pedaços de giz de cera sendo jogados fora. Ele não consegue acreditar no tamanho do desperdício. Alguns só tinham sido usados 1 única vez! Na mesma noite, Bryan faz uma pesquisa que revela algo inacreditável: todos os anos, 35 toneladas de giz de cera acabam no lixo somente nos EUA. Difícil de acreditar, mas é fato!

Bryan então decidiu fazer algo a respeito. Ele voltou ao restaurante onde havia reunido a família toda e retirou todos os pedaços de giz de cera que encontrou do lixo. Ele pediu ao gerente que os recolhesse toda semana. Na volta para casa, fez a mesma coisa em 6 outros restaurantes. Foi o início do projeto chamado "The Crayon Initiative".

Toda semana, Bryan recolhe caixas e caixas de giz de cera. Com a ajuda de um amigo, eles os derrete em sua própria cozinha.

E os prensa novamente para fazer novos. Em todas as cores do arco-íris. 

Em cada prensa, 96 lápis de cera novos são feitos. Bryan os faz um pouco mais grossos, para facilitar para as crianças segurarem.

E o mais incrível: Bryan não ganha um centavo com o que faz. Muito pelo contrário!

Ele entrega as caixas de giz de cera "reciclado" em escolas e hospitais na Califórnia. Gratuitamente!

Seus pequenos "clientes" adoram o produto e agarram tudo praticamente antes que ele possa colocar a caixa no chão. A alegria estampada no rosto desses dois pacientes com câncer é recompensa mais do que suficiente.

"Se os lápis coloridos ajudarem essas crianças corajosas a esquecer sua doença, pelo menos por uns instantes, então estamos fazendo algo certo".

Palavras sábias, Bryan! Nós só podemos admirar essa iniciativa incrível e a sua disposição não só em evitar desperdícios como também trazer alegria a crianças doentes. Você é um modelo a ser seguido por todos nós!

Boas ações frequentemente começam com gestos pequenos, como este. Você não precisa de milhões para fazer a diferença, apenas de um pouco de esforço e ajuda.

domingo, 19 de julho de 2015

Papa Francisco e o óleo de cozinha - Edcarlos Bispo


Você já fritou um pastel em casa? E um bolinho de chuva? O óleo usado foi parar no ralo ou teve um outro fim?  Antes que você se pergunte se esta será uma matéria sobre culinária, a resposta é: não. Esta é uma matéria sobre a encíclica do Papa Francisco, a Laudato sì. Lançada em 18 de junho, a carta do Santo Padre fala sobre o meio ambiente e o cuidado com a "casa comum".

Na sua Encíclica, o Papa propõe mudanças de comportamento em relação ao meio ambiente. Essas mudanças devem afetar grandes governos e poderes econômicos, assim como, de forma geral, toda a população mundial, para que entenda que cuidar da natureza é o papel de qualquer ser humano.

Nessa lógica, cada pessoa deve ser responsável por reduzir o consumo e colaborar para a preservação do meio ambiente. "Uma mudança nos estilos de vida poderia chegar a exercer uma pressão salutar sobre quantos detêm o poder político, econômico e social. Verifica-se isso quando os movimentos de consumidores conseguem que se deixe de adquirir determinados produtos e assim se tornam eficazes na mudança do comportamento das empresas, forçando-as a reconsiderar o impacto ambiental e os modelos de produção. É um fato que, quando os hábitos da sociedade afetam os ganhos das empresas, estas se veem pressionadas a mudar a produção. Isso lembra-nos a responsabilidade social dos consumidores. 'Comprar é sempre um ato moral, para além de econômico'. Por isso, hoje, 'o tema da degradação ambiental põe em questão os comportamentos de cada um de nós", escreve o Papa em trechos da Encíclica.

Para Tânia Cristina Gonçalves Pereira, 42, moradora da zona norte de São Paulo, a prática de reutilizar e diminuir o consumo é algo antigo. Desde os potes de sorvete, aos copos de requeijão, tudo é reutilizado em sua casa. A prática, de acordo com ela, "ajuda o meio ambiente e, também, nos custos de casa".

Tânia não possui uma ideia exata de valores que economiza ao longo do ano, mas acredita ser mais que R$ 50,00, o que contribuiu para "o pagamento de uma conta mensal de água", afirma. Mãe de uma menina de 11 anos, Tânia conta que a filha já aprendeu a importância de guardar e reutilizar as coisas e, sobretudo, evitar o lixo desnecessário.

Mas o que o óleo de cozinha tem a ver com isso?

Dentre as coisas que Tânia reutiliza em sua casa está o óleo usado. Ela, assim como alguns brasileiros, aprendeu a dar um outro fim, que não o ralo da pia a esse material que pode causar entupimento das tubulações, além de ser um produto que prejudica o solo, a água, o ar e a vida de muitos animais.

Conforme dados da Sabesp, um litro de óleo de fritura pode contaminar até 25 mil litros de água. Se acabar no solo, o líquido pode impermeabilizá-lo, o que contribui com enchentes e alagamentos. Além disso, quando entra em processo de decomposição, o óleo libera o gás metano que, além do mau cheiro, agrava o efeito estufa.

Tânia recolhe o óleo usado e encaminha para sua mãe ou para sua vizinha que fazem um sabão caseiro, usado para lavar louça. Mas essa é apenas uma das destinações dadas ao produto. Para evitar que o óleo de cozinha usado seja lançado na rede de esgoto, cidades, instituições e pessoas de todo o mundo, têm criados métodos para reutilizá-lo. As possibilidades são muitas: produção de resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais e até biodiesel.

Há na cidade de São Paulo diversos lugares que recolhem o óleo usado, além de receitas na internet para fazer o sabão caseiro. Para saber mais, acesse: www.ambiente.sp.gov.br ou www.oleosustentavel.org.br.




(texto publicado no jornal O São Paulo edição 3059, ano 60 - 8 a 14 de julho de 2015)

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Veja quanto tempo cada material leva para se decompor - Márcio Diniz (Vert Social - Catraca Livre)


Você sabia que várias coisas que já não têm mais utilidade podem ser reaproveitadas e voltar a ter utilidade? Pois é, isso se chama reciclagem.

A reciclagem é um conjunto de técnicas que têm o objetivo de aproveitar os restos e reutilizá-los no processo de produção de que saíram. Eles são desviados, coletados, separados e processados para serem utilizados como matéria-prima na fabricação de novos produtos.

Cada brasileiro produz cerca de 500 gramas de lixo por dia. Olhando assim, parece pouco, mas, somando a população brasileira você vai ver que todo esse lixo se transforma em um enorme bolo de milhões de toneladas.

Quando o caminhão de lixo passa para recolher os sacos, ele é levado para um terreno chamado de aterro sanitário ou lixão. Porém devido ao aumento da população, a quantidade de lixo também aumenta, e isso está fazendo com que não haja mais espaço para tanto lixo.

Na natureza, toda a matéria orgânica viva se decompõe rapidamente e ainda ajuda a tornar a terra mais fértil para alimentar novos seres que virão. Mas, com os seres humanos é diferente, porque são os únicos seres vivos que produzem coisas artificiais, e algumas delas como latas de refrigerante, plástico e vidro levam uma eternidade para se decompor.

Confira abaixo o tempo de decomposição de diferentes materiais:

- Jornais: de 2 a 6 semanas

- Embalagens de papel: de 3 a  6 meses

- Fósforos e pontas de cigarros: 2 anos

- Chicletes: 5 anos

- Nylon: 30 anos

- Tampas de garrafas: 150 anos

- Latas de alumínio: de 200 a 500 anos

- Isopor: 400 anos

- Plásticos: 450 anos

- Fralda descartável comum: 450 anos

- Vidro: 1 milhão de anos

sexta-feira, 22 de maio de 2015

13 coisas que você precisa jogar no lixo hoje mesmo (Bolsa de Mulher - casa)


Logo quando você chega em casa, se preocupa em lavar bem as mãos e se ver livre de germes e bactérias que pode ter trazido da rua. No entanto, saiba que alguns inimigos da sua saúde podem estar mesmo dentro do seu lar sem que você se dê conta. Confira coisas que você precisa jogar no lixo hoje mesmo em nome da saúde:

1) Além de caros, sabonetes antibacterianos devem ser descartados por não serem mais eficazes do que o sabonete comum.

2) Elimine de sua geladeira o estoque de refrigerantes dieta. Adoçantes artificiais adicionados na bebida podem afetar bactérias saudáveis do seu organismo que agem no equilíbrio do metabolismo.

3) Seus tênis velhos de fazer exercícios devem ser substituídos a cada seis meses. O uso constante do calçado faz com que ele deixe de absorver impacto, o que pode causar dores e problemas nos ossos e articulações.

4) Especialistas recomendam que as escovas de dentes devem ser trocadas a cada dois meses. Então, troque aquela escova antiga que te acompanha há mais tempo que isso.

5) Roupas velhas que já não servem mais e que não será úteis nem mesmo para serem colocadas na caixa de doações devem sair do armário para desocupar espaço e evitar acúmulo de bagunça.

6) Desperdício de comida não pode se tornar um hábito. No entanto, se você mantém aquele pote com resto de alimentos na geladeira por um longo período, ele deve ir para o lixo para evitar contaminações.

7) Maquiagem com prazo de validade expirado pode parecer inofensiva. No entanto, você deve descartá-la para evitar alergias e irritações por causa do uso inadequado do cosmético.

8) Protetor solar deve ser encarado como um medicamento. Quando você está doente, certamente não faz uso de remédios vencidos. Então, por que ainda não jogou fora o bloqueador com data de validade expirada que está no seu armário?

9) Sutiãs velhos, que não garantem mais o suporte que você necessita, devem ser jogados fora não somente por serem esteticamente desagradáveis, como também evitam dores de coluna.

10) A esponja de lavar louça é considerado o utensílio que mais abriga bactérias em toda a sua cozinha. O recomendável é abandonar o seu uso e apostar em panos para higienizar a louça.

11) Usar um porta lente de contatos velho é um dos maiores riscos de infecção no olho. Lembre-se sempre de substituir o suporte a cada três meses.

12) Temperos velhos que estão há algum tempo no seu armário podem até não fazer mal se consumidos. No entanto, eles podem ir hoje mesmo para o lixo porque, certamente, não vão garantir mais sabor aos seus pratos.

13) A tábua de carne de plástico deve ser eliminada da cozinha por também acumular uma imensa quantidade de bactérias, mesmo quando higienizadas. Prefira o produto feito com madeira de bambu, que é mais ecologicamente correta e mais saudável.