Mostrando postagens com marcador somatização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador somatização. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 28 de maio de 2018
sábado, 19 de maio de 2018
12 dores que estão diretamente correlacionadas com os sentimentos e as emoções (A Cura pela Natureza)
Você já pensou que somos seres completos e tudo o que nos compõe – corpo, mente e espírito – é ligado de tal forma que a deficiência de um pode afetar os demais?
Um grande exemplo dessa integração é a conclusão da doutora em psicologia Susanne Babbel.
Depois de um minucioso estudo, a dra. Babbel concluiu que boa parte das dores crônicas que sentimos não tem nada a ver com doenças graves ou lesões anteriores.
Ela acredita que adquirimos a maioria das dores com emoções negativas – como o estresse – que acabam afetando alguns órgãos.
Viu como a mente é poderosa?
O estudo da psicóloga resultou num "mapa" que mostra como as emoções interferem na saúde.
Este post vai mostrar a você esse "mapa" e como você pode tratar e neutralizar os efeitos negativos das emoções.
1. Dor de cabeça
Na maioria das vezes, a dor na cabeça (ou enxaqueca) acontece por causa da pressão do dia a dia, o estresse e a sobrecarga de atividades.
A melhor maneira de resolver este problema é relaxar.
Descanse e encontre tempo para o lazer. Vá ao cinema, praia ou leia um bom livre.
2. Dor no pescoço
Esta é bastante interessante.
Acredita-se que, quando nos culpamos por determinado acontecimento, geramos uma consciência culpada, causando acúmulo e pressão na área do pescoço.
Aprenda a perdoar os outros e a si mesmo(a).
Lembre-se que todo mundo pode errar, inclusive você.
É muito importante buscar o lado bom das pessoas e, mais do que isso, é questão de saúde.
3. Dor e sensação de peso nos ombros
Se o problema é nesta área, e não foi lesão, pode apostar que há problemas em alguma área da sua vida que ainda não foram resolvidos e seu corpo está sofrendo com isso.
Para resolver, divida tarefas e compartilhe seus problemas com amigos em que pode confiar.
Isso pode ajudar a encontrar uma saída.
4. Dor nas costas
Sabe a parte superior das costas?
Algumas pessoas sentem uma dor crônica nessa área e isso pode ser um sinal de que a pessoa não se sente amada e apoiada.
O amor das pessoas é a cura para qualquer doença emocional.
Portanto, se este é o problema, converse com quem está ao seu redor, família e amigos.
5. Dor na região lombar
A parte inferior das costas está relacionada a problemas de finanças.
São muitas as causas dos problemas econômicos.
Às vezes, eles aparecem por causa do baixo salário, desemprego ou até mesmo gastos com coisas desnecessárias.
Só você sabe o motivo.
O fato é que você precisa ter uma atitude otimista - até mesmo quando a falta de dinheiro parece não ter solução.
6. Rigidez nos cotovelos
Deve-se a uma resistência às mudanças.
Ela também pode ser interpretada como um medo de que a "vida nos leve".
Planeje menos, seja mais ousado e mais espontâneo.
7. Dor nas mãos
Este é um sinal de que você está com problemas para interagir com as outras pessoas.
O contato é muito importante.
Busque se socializar e demonstrar afeto aos seus amigos.
8. Desconforto no quadril
Ocorre pelo medo do futuro, a ansiedade.
Se esforce para viver novas aventuras, considerando que o futuro chega de acordo com as atitudes do presente.
9. Dor nos joelhos
Está relacionada aos sentimentos de vaidade e orgulho.
O ego muito elevado pode nos impedir de encontrar a qualidade das pessoas.
Lembre-se que somos apenas mais um e precisamos ser humildes.
10. Dor na panturrilha
É causada por sentimentos de inveja e ressentimento.
Procure perdoar e amar quem está ao seu redor.
11. Dor nos tornozelos
Demonstra que você tem dificuldades em aceitar os prazeres da vida.
Procure curtir a natureza, os momentos em família e o sabor das refeições, por exemplo.
12. Pés doloridos
Os pés são reflexo das nossas satisfações.
Se você tem dores crônicas neles, é sinal de que tem muitas insatisfações.
Recomendamos ser mais otimista, ter fé e desfrutar das grandes maravilhas que Deus nos proporciona.
quarta-feira, 1 de março de 2017
Psicossomática: Me diga onde dói e eu te direi quais são os seus problemas pessoais (Perfeito)
Você sabe qual é o nome que se dá quando misturamos medicina e psicologia? Temos algo maravilhoso chamado psicossomática. Este ramo da medicina estuda a influência dos nossos medos, emoções e bloqueios emocionais sobre a saúde do nosso corpo. É provado cientificamente que nossos sentimentos e estresses emocionais resultam em doenças somáticas.
Karina Bogdasarova descende de uma famosa família circense russa, e, certo dia, confessou que seu sonho era se tornar dançarina, mas seu pai a fez trabalhar no circo assim como o restante de sua família. Quando adulta, Karina começou a tratar seus problemas com terapia, e finalmente entendeu o porquê de ter sofrido de dores na lombar durante toda a sua vida: ela tinha que fazer coisas que não queria fazer.
Portanto, o que as dores no seu corpo podem dizer sobre você?
Cabeça
Se você tem dores de cabeça constantes, elas podem ser causadas pelos seus pensamentos, reflexões e até mesmo excesso de informação. Pessoas que são mais intelectuais e racionais, muitas vezes suprimem suas emoções e têm dores de cabeça. Este problema também indica uma baixa autoestima, medo, excesso de autocrítica e alguns problemas ocultos.
Cabelo
Problemas de cabelo, como embranquecimento precoce, perda de cabelo e uma aparência sem brilho, indicam estresse, falta de perspectiva e desespero. O cabelo, especialmente o das mulheres, é um símbolo de vitalidade. Esses problemas podem surgir se uma pessoa vive em constante medo e estresse. Para superá-los, tente ser mais você, acreditar mais em si mesmo e na ajuda lá de cima. Às vezes, os problemas de cabelo são resultados de orgulho, ego enorme e rancor.
Pescoço
O pescoço é a parte que conecta a razão (cabeça) e os sentimentos (corpo). Problemas de pescoço demonstram um conflito entre estas duas partes. Metafisicamente, isso pode ser explicado como uma ponte entre materialidade e espiritualidade. Problemas de pescoço são resultados da rigidez. A pessoa tem medo de virar a cabeça para ouvir a verdade que está atrás dela. Elas ignoram a situação, ao invés de enfrentá-la. Quando você tem dor de garganta, é bom acenar ou balançar a cabeça. Isso indica que você tem dificuldades em dizer “Sim” ou “Não”.
Olhos
Miopia — medo de lidar com o futuro e ignorância.
Hipermetropia — dificuldade de viver o presente. Essa pessoa pensa demais antes de tomar decisões e agir, e não consegue analisar a situação em geral.
Daltonismo — os olhos não conseguem distinguir as cores e veem o mundo em tons cinza. Pode indicar que uma pessoa é incapaz de ver a alegria na vida. Também é importante conhecer o significado da cor que é reprimida pela nossa consciência.
Glaucoma — esse problema pode significar que a pessoa está sofrendo por algo que ocorreu em seu passado — ela não consegue perdoar e aceitar eventos do seu passado.
Dentes
Pessoas indecisas, que não conseguem tomar uma decisão, podem ter dor de dente. Tudo é decidido por você, e você tem medo de analisar a situação por conta própria. Problemas para mastigar demonstram que você não consegue digerir as circunstâncias. Os dentes na mandíbula superior refletem suas habilidades de tomada de decisão e os da parte inferior estão relacionados à sua responsabilidade. O lado esquerdo está ligado às questões pessoais, e o direito com questões sociais. Há também quem diga que os problemas no lado esquerdo do corpo refletem questões relacionadas à mãe, enquanto os do lado direito refletem problemas com o pai.
Boca
Problemas na boca, como estomatite, estão associados a uma má conduta. Morder a língua é um castigo por falar demais. Morder as bochechas indica ansiedade e segredos ocultos. A boca é a parte do corpo que está associada com a aceitação de novas ideias, ou seja, qualquer problema nessa região está relacionado a problemas nesta esfera.
Lábios
Os lábios refletem a nossa sensualidade. Alguns de seus problemas internos podem estar somatizados em algumas das seguintes condições:
Fissuras — uma pessoa está presa no meio de sentimentos opostos.
Morder os lábios – autopunição por demonstrar sensualidade.
Herpes — a mesma questão que a de morder os lábios, mas pior.
Costas
As costas simbolizam um pilar na vida. Problemas nas costas indicam falta de apoio moral. A pessoa acredita que ninguém a ama ou sente necessidade de esconder o seu próprio amor. Se a pessoa perde a mobilidade, significa que ela não pode demonstrar seu amor às outras pessoas, se o problema for do lado esquerdo, ou ao mundo, se o problema está no lado direito.
Parte inferior das costas
A parte inferior das costas está relacionada a conflitos e culpa. Toda a atenção é atraída para o passado. A parte inferior das costas está associada aos bens materiais, dinheiro, parceiro (a), casa, filhos, trabalho, educação e etc. A dor na lombar demonstra que a pessoa necessita possuir algo para ser mais autoconfiante, mas, por algum motivo, simplesmente não consegue confessar isto. Como resultado, ela precisa fazer tudo por conta própria, carregar tudo nas costas.
Articulações
Bursite indica raiva acumulada. A pessoa deseja ser perfeita em tudo e não se permite ficar com raiva, o que acaba se acumulando nas articulações.
Artrite reflete o pensamento de que ninguém te ama… A artrite geralmente ataca as pessoas justas e que são muito críticas sobre si mesmas.
Luxações. Luxações frequentes indicam que a pessoa permite ser manipulada pelas demais.
Problemas no joelho demonstram orgulho, teimosia, medo reprimido e fraqueza.
Sobrepeso
Se uma pessoa não consegue perder peso, ela precisa trabalhar seus problemas internos. O corpo muitas vezes utiliza a gordura extra para se proteger do ambiente hostil ao seu redor. A pessoa se sente indefesa diante da sociedade e da vida em geral. O peso extra também pode significar desejos reprimidos de objetivos não atingidos. Durante a infância e adolescência, as pessoas gordinhas, muitas vezes, sofrem bullying e provocações.
Canelas
Problemas nas canelas indicam conflitos interiores. Você pode ter tido seus ideais destruídos ou talvez você queira algo que não está alinhado com os seus princípios. Dores na canela não nos permitem caminhar ou correr, assim, ela está associada com o futuro e nossa capacidade de seguir em frente.
Estômago
É comprovado clinicamente que a gastrite é frequentemente causada por estresse e emoções negativas. Problemas de estômago significam que sua vida está incerta e muitas vezes você está sobrecarregado por desespero e falta de esperança. A úlcera estomacal está ligada a sentimentos de inferioridade, medo e insegurança. Também é causada pela irritação reprimida — se essas pessoas dissessem tudo o que pensam em voz alta, elas poderiam evitar esses tipos de problemas.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Ponha para fora - Marcia de Luca
Você já parou para pensar quantos sapos tem encalacrados na garganta? Quantas vezes passamos por cima do que sentimos sem externalizar nossas aflições e frustrações? É comum engolirmos desaforos, mágoas e reclamações por não termos a coragem de ser sinceras. Falar o que sentimos com doçura e, ao mesmo tempo, firmeza é ser verdadeira - com os outros e com você também. Por isso, defendo que as pessoas sejam mais assertivas, que digam o que pensam, sem agressividade, mas com clareza. Adotar meias palavras por medo da verdade pode facilitar o momento imediato, mas trará consequências negativas em um futuro não muito longínquo. Já expressar-se adequadamente evita que um dia percamos a paciência e soltemos de maneira incoerente nossa raiva e nossos ressentimentos. Compare-se a um balão de festa de criança: vai enchendo, enchendo, enchendo... até que um dia estoura. Se vivermos por muito tempo armazenando coisas que queremos dizer, tenho certeza de que nosso organismo será diretamente afetado.
- O estômago é atingido quando não conseguimos digerir os acontecimentos.
- A ansiedade pode se acumular em forma de gordura no corpo - aproveite para perguntar a si mesma: tenho fome de quê?
- A dor de cabeça aparece quando temos dúvidas ou recebemos muitas críticas.
- A voz falha quando o não dito fica preso.
- Problemas de coluna surgem quando carregamos o mundo nas costas - que pretensão é essa de resolver tudo?
- O coração se entristece quando perdemos o sentido da vida e o enfarte é ocasionado pelo acúmulo de stress.
- A pressão sobe quando temos medo, mesmo que ele seja irracional.
- Quantas neuroses nos paralisam quando não damos atenção à nossa criança interior, que precisa ser acalentada, amada e protegida?
- A febre sobe quando achamos que não temos força para enfrentar os desafios.
Além de parar de engolir os sapos da vida, uma solução para esses problemas é a meditação diária. Com esse hábito, você foca no presente, prestando mais atenção no que pensa e sente. Aos poucos, vai transferir seu ponto de referência de fora para dentro, onde você tudo pode.
Para praticar, sente-se confortavelmente, com a coluna ereta e os olhos fechados. Sinta um ganchinho que puxa sua coluna para o infinito, elevando os ombros para cima, para trás e, então, para baixo. O pescoço deve ficar ligeiramente para trás, nivelando a cabeça com a coluna vertebral e o queixo com o chão. Essa é a chamada postura de rainha! Esqueça seus problemas e permaneça na descontração mais plena de que for capaz. Sinta o corpo relaxando e a mente se aquietando aos poucos. Sem esforço , comece suavemente a observar sua respiração. Preste atenção no ar que entra e no que sai em um fluxo natural e espontâneo.
Alguns minutos diários desse exercício farão a diferença em todo o seu dia. Acredite! Aos poucos, sua vida se tornará mais leve, mais solta e também mais saudável. Estabeleça esse compromisso com você mesma, aqui e agora, sempre se lembrando de que devemos ser impecáveis com nossas palavras. Engolir sapo? Nunca mais!
(texto publicado na revista Claudia nº 9 - ano 55 - setembro de 2016)
sábado, 20 de agosto de 2016
12 sinais do seu corpo que você não deve ignorar (Incrível)
Nosso corpo é um mecanismo complexo, que reage sensivelmente não só aos estímulos externos, mas também aos internos. Isso é o que defende a doutora Susan Babbel, psicóloga, especialista em depressão. Ela propôs uma teoria interessante sobre os sinais enviados pelo nosso corpo.
O Incrível.club criou algumas ilustrações que mostram a teoria de Babbel.
Babbel acredita que dores e incômodos físicos podem ter origem em hábitos e comportamentos enraizados, dos quais às vezes nem nos damos conta. Estresse, segredos escondidos e problemas pendentes, por exemplo, estão entre as coisas que nos deixariam suscetíveis a certas doenças. Aprenda a ler os sinais que seu corpo envia e repense suas atitudes. Sua saúde agradece.
Cabeça
Quase sempre, a dor de cabeça surge por algum tipo de sobrecarga. Pode ser preocupação com os resultados dos seus esforços ou por motivos insignificantes, assim como a constante pressa com que você leva a vida.
Reserve um tempo para você diariamente. Permita-se relaxar, sem se preocupar com nada por algum tempo. Descanse e não se culpe por isso. Esses ’minutos de serenidade’ irão aumentar sua produtividade. E é provável que sua cabeça não doerá mais.
Pescoço
As sensações desagradáveis na área do pescoço representam a carga de rancores que sentimos com relação aos outros ou a não aceitação das nossas próprias imperfeições. O pescoço dói quando não conseguimos perdoar alguém, ou até a nós mesmos.
Repense sua atitude com relação a você mesmo e aos outros. É provável que, muitas vezes, as pessoas não tenham a intenção de te ofender. E você não é obrigado a suprir suas exigentes expectativas. Seja mais humilde e aprenda a perdoar. Pensar mais nas coisas das quais você gosta também é importante para evitar este problema.
Ombros
Dor nos ombros indica que estamos emocionalmente sobrecarregados e sob grande pressão. Talvez aquilo que está ao seu redor seja o responsável por esta pressão. Outra possibilidade é que você tenha uma decisão importante a tomar, e sinta isso como uma pesada carga.
Tente dividir seus problemas com um amigo de confiança. Assim, você sentirá um alívio considerável. O simples fato de colocar para fora já cria uma sensação de não estar carregando o peso sozinho.
Parte superior das costas
Dores nesta região indicam falta de apoio emocional, ausência de amigos próximos ao seu lado. É um incômodo que surge quando achamos que ninguém gosta de nós.
Interaja com gente diferente. Não mantenha o foco só em você, seja aberto e amistoso. Conheça pessoas novas, vá a encontros. E não reprima seu afeto para com os outros.
Parte inferior das costas (lombar)
Quando você se preocupa muito com dinheiro, pode ser que a parte baixa das costas reclame. Talvez o seu próprio sonho de ser rico não lhe deixe em paz, ou seus entes queridos estimulem em você o apego às coisas materiais.
A felicidade não está no dinheiro, por mais atraente que ele seja. Claro, é importante ter uma poupança para emergências ou para realizar aquele sonho e é bom que você pense nisso. Mas pare de se preocupar tanto com dinheiro; muitas das melhores coisas da vida são gratuitas! Dedique-se àquilo que ama. Quando você trabalha de corpo e alma, se realiza, e o sucesso financeiro vem naturalmente.
Cotovelos
Dor nos cotovelos representa falta de flexibilidade e a rejeição a compromissos. O mais provável que é você esteja resistente a alguma mudança, tornando-se obstinado com o assunto. O subconsciente, às vezes, teme aceitar o novo.
Muitas vezes, a vida pode parecer difícil e dura. Mas não é bem assim. Frequentemente, nós mesmos complicamos tudo. Seja mais flexível, não gaste sua energia lutando contra coisas que não podem ser mudadas.
Mãos
Quando as mãos doem, é sinal de que você precisa curtir uma boa amizade e relaxar quando estiver conversando com outras pessoas. Dor nas mãos indica que você precisa sair do seu mundo limitado.
Tente fazer novos amigos. Jante com algum companheiro de trabalho. Vá ao estádio, a um show, sinta-se parte da multidão. Estabeleça conversas com gente nova com mais facilidade, até porque nós nunca sabemos onde iremos encontrar uma verdadeira amizade.
Quadril
Este tipo de dor pode atormentar as pessoas que se prendem à ideia de ter uma vida confortável e previsível. O medo patológico de mudanças, a falta de disponibilidade para começar a viver de outra forma e a resistência constante ao que é novo podem provocar dor na região do quadril.
Não resista ao fluxo natural da vida. Nossa vida muda o tempo todo, e isso é algo muito interessante! Veja as mudanças como aventuras emocionantes. E não deixe as decisões importantes para depois.
Joelhos
É provável que a dor nos joelhos seja sinal de um ego exagerado. Os joelhos doem quando pensamos muito em nós mesmos e pouco nos outros. Quando achamos que o mundo gira ao nosso redor.
Olhe ao seu redor. Você não é a única pessoa no Planeta. Seja mais atento com as outras pessoas. Ouça seu amigo, ajude sua mãe, apoie seu colega de trabalho. Dê atenção ao outro com mais frequência. Talvez um trabalho voluntário seja boa ideia.
Panturrilha
Dor nesta região pode ter origem na sobrecarga emocional. Os ciúmes irracionais e os problemas amorosos te afetam muito.
É preciso aprender a confiar em seu parceiro ou parceira. Relaxe e pare com a ideia de controlar o outro, e não invente coisas que não existem. Talvez tenha chegado a hora de abrir mão de relacionamentos do passado que já não funcionam mais.
Tornozelos
Dor nos tornozelos quer dizer que, muitas vezes, nos esquecemos dos outros. E não nos permitimos sentir prazer. Pode ser que o trabalho ocupe todo o nosso tempo e que não levemos a sério nossos próprios desejos, adiando-os constantemente.
Chegou a hora de permitir-se. Compre o que quiser, durma até a hora que quiser, experimente aquela sobremesa deliciosa e sofisticada. Esqueça por algum tempo do seu trabalho e pense, por exemplo, num relacionamento amoroso. Ou planeje uma viagem.
Pés
Talvez a explicação para a dor nos seus pés seja uma profunda apatia. É como se nosso corpo não quisesse seguir em frente. Sentimos medo de viver e não conseguimos enxergar vantagem em continuar lutando. Quando pensamos, ainda que subconscientemente, que tudo vai mal e que nossas vidas fracassaram, os pés reclamam.
Aprenda a prestar atenção nas pequenas alegrias da vida, na beleza do mundo exterior e nas pessoas. Curta os sabores, cheiros, o vento e o sol. Adote um animal de estimação ou procure um hobby interessante. Preencha sua vida com sentido. Evite as lembranças tristes e sorria mais. Procure a alegria todos os dias da sua vida.
Conclusão
A conclusão aqui é óbvia: ame a si mesmo e perdoe-se. Seja mais atento com as outras pessoas e tente não guardar rancor. Interaja, sorria (isso é sempre muito bom) e mantenha-se saudável!
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
20 dores corporais e a relação delas com os sentimentos (Revista Pazes)
A dor fala mais do que estamos vivendo do que se imagina.
Se você está sofrendo com algum tipo de dor, este post pode ajudar a encontrar a causa. Não se assuste se essa causa não for uma inflamação ou lesão, mas um problema emocional.
Preparamos esta matéria com muito carinho. Pois temos certeza de que ela vai ajudar muitas pessoas, que poderão se livrar de sua dor física a partir do instante que se curarem da dor interior.
Aprenda a decodificar a mensagem do seu corpo e seja mais feliz:
1. Dores musculares:
Revela que a pessoa está com dificuldades em aceitar mudanças.
A pouca flexibilidade na vida pode ser prejudicial, procure se adaptar às novas situações.
2. Dor de cabeça:
Você tem uma decisão a tomar?
Então se posicione!
A tensão provoca estresse. Procure relaxar e deixar a mente mais leve.
3. Dor de garganta:
Esta é uma dor bem comum e pode ser o indicador de que você está com problemas de perdoar, seja os outros ou até a si mesmo(a).
Reflita sobre o amor e a compaixão.
4. Dor nas gengivas:
Talvez seja a dificuldade de tolerar ou de tomar decisões.
A indecisão e o desconforto causado por ela são muito perigosos! Cuidado!
5. Dor nos ombros:
Pode indicar uma sobrecarga emocional. Não carregue tanto peso sozinho(a), distribua.
Além disso, não acumule problemas, resolva-os.
6. Dor de estômago:
Parece engraçado, mas é real.
Se você não “digeriu” bem alguma situação ruim, pode ter dores no estômago.
7. Dores na parte superior das costas:
Procure alguém para compartilhar os problemas e alegrias.
Este pode ser o indício de que você precisa de apoio emocional.
8. Dor na região lombar:
Pode ser sinal de falta de dinheiro ou de apoio emocional.
Seja otimista e reaja.
9. Dores no sacro e cóccix:
Há situações que precisam ser resolvidas e você está ignorando?
Pense bem.
10. Dor de cotovelo:
Outra parte do corpo que está bem relacionada à resistência a mudanças.
Ouse! Se não for possível, pelo menos trabalhe sua mente para se ver livre do que está pressionando.
11. Dor nos braços:
É pesado carregar algo ou alguém com muita carga emocional.
Veja se é necessário mesmo fazer isso. Reflita sobre o assunto.
12. Dor nas mãos:
Mostra falta de conexão com as pessoas ao seu redor.
Procure fazer novos amigos e estreitar os laços de amizade com os mais antigos.
13. Dor nos quadris:
Se você anda com medo de agir, isso pode resultar em dor nos quadris. Está pensando em novas ideias?
Posicione-se! Isso vai lhe dar grande alivio.
14. Dor nas articulações:
Músculos e articulações são flexíveis.
Seja como eles: procure novas experiências na vida – com responsabilidade.
15. Dor nos joelhos:
Provavelmente seja o orgulho. O que acha de ser humilde e aceitar as diferenças e circunstâncias?
Sabemos que não é fácil. No entanto, é necessário. Você é mortal, como todos os outros – não perca tempo e viva em amor.
16. Dor de dente:
Pense positivo. Se estiver em situações difíceis, tenha fé que tudo será resolvido.
Esta dor simboliza um fato que não está agradando a você.
17. Dor no tornozelo:
Seja mais tolerante com si mesmo(a).
Permita-se ser feliz e não cobre tanto. O que acha que dar um toque especial na vida amorosa?
18. Dor que causa fadiga:
Viva novas experiências.
Livre-se do tédio!
19. Dor nos pés:
Um novo passatempo ou um animalzinho de estimação pode pôr fim à vida deprimida de qualquer pessoa. Não permita pensamentos negativos, e os positivos farão você “voar”.
20. Dores em várias partes do corpo:
Nosso corpo é formado por energia.
Se você estiver uma pessoa muito negativa, vai sofrer dores e ter uma queda na imunidade.
Cuidado!
quarta-feira, 6 de julho de 2016
domingo, 13 de março de 2016
9 tipos de dores que estão diretamente ligadas a estados emocionais (O Segredo)
1.Dores na cabeça
Dores em sua cabeça, podem ser causadas por estresse durante o dia. Tire algum tempo para relaxar e aliviar o estresse todos os dias.
2.Dor no pescoço
Se você sentir dor em seu pescoço, pode ter dificuldade para perdoar os outros ou a si mesmo. Considere as coisas que você ama sobre as pessoas.
3.Dor nos ombros
A dor no ombro pode indicar que você está carregando uma pesada carga emocional. Concentre-se em alguma resolução de problemas proativa e distribuição de alguns dos fardos para outras pessoas em sua vida.
4.Dor na parte superior das costas
Dor nas costas significa que você não tem apoio emocional suficiente. Você pode se sentir amado e indesejado. Se você é solteiro, isso pode significar que é hora de ir para alguns encontros.
5.Dor na região lombar
Dor na parte superior das costas pode significar que você está muito preocupado com dinheiro. Pode ser um bom momento para pedir aquele aumento em atraso ou considerar um planejamento financeiro.
6.Dor nos cotovelos
Dor no cotovelo diz sobre a sua resistência à mudança em sua vida. Se você tem braços duros, pode ter uma vida dura também. Faça compromissos e agite um pouco as coisas.
7.Dor nas mãos
Dor na mão significa que você pode não estar se aproximando dos outros da maneira que deveria. Considere fazer novos amigos, almoçar com um colega de trabalho, e fazer uma nova conexão.
8.Dor nos quadris
Significa que você está com medo de se mover. Quadris doloridos podem indicar que você é resistente a mover-se e mudar. Você pode ser muito cauteloso ao tomar decisões.
9.Dor nos joelhos
Dor no joelho pode ser um sinal de que seu ego é um pouco grande demais e que você está pensando exageradamente em si mesmo. Seja mais humilde. Passe algum tempo voluntariando. Lembre-se, você é mortal.
sábado, 31 de outubro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Sobrou para a coluna - Carla Ruas e Sílvia Lisboa
Não é só a má postura ou a tensão diária que estão por trás das dores nas costas. A ciência revela que exagerar na bebida alcoólica, fumar, viver deprimido e até ficar no meio de uma ventania podem despertar ou perpetuar esse martírio
E o vento trouxe... a dor
Parece que aquele conselho de vó de evitar correntes de ar mais intensas faz mesmo sentido. Pesquisadores da Universidade de Sydney, na Austrália, e da Universidade Federal de Minas Gerais resolveram tirar a limpo se as condições climáticas influenciavam o aparecimento de desconfortos na lombar - algo muito relatado por quem convive com a chateação. Após acompanhar 933 voluntários durante um ano e avaliar mudanças na temperatura e na umidade do ar, por exemplo, os investigadores descobriram que a friagem ou as chuvas em si não interferiam no problema. "O único fator em que observamos uma pequena associação foi a exposição a ventos de alta intensidade", conta a fisioterapeuta Leani Pereira, uma das brasileiras responsáveis pelo trabalho. Embora o elo entre ventanias e dores na coluna seja discreto, especialistas acreditam que dá para tirar uma nova recomendação daí. "Vou pedir aos pacientes que se protejam mais do vento", afirma o neurocirurgião Adriano Scaff, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. E por que será que as rajadas de ar chegam a afligir a lombar? "Suspeita-se que os ventos estimulem uma espécie de tratamento muscular", diz Scaff.
Quando a tristeza machuca
A dor na alma tem repercussões físicas. E estudos assinam embaixo. O último deles, debatido no encontro anual da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos e baseado em dados em 26 milhões de pessoas, acusa uma íntima relação entre a depressão e dores nas costas. "Quando o indivíduo tem dificuldades para lidar com sentimentos negativos, o corpo pode expressar esse conflito por meio de dores", explica a psicóloga Patrícia Mussoi, do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, no Rio de Janeiro. Não é por menos que fatores psicológicos respondem por 16% dos incômodos na nunca ou na lombar, segundo um levantamento canadense publicado no periódico Pain. Se houver predisposição, a angústia sem fim sensibiliza o corpo à dor, e esta, por sua vez, abala o bem-estar emocional - é um círculo vicioso. "Por causa do problema nas costas, o sujeito abandona a atividade física e fica ainda mais triste, tudo que conspira para as dores persistirem", diz Patrícia. Uma hipótese que justifica essa ligação é o fato de que neurotransmissores na cachola que modulam o humor também participam do controle da dor. Por isso, em alguns casos, o tratamento do suplício físico cobra sessões com o psicólogo.
É fogo para a coluna
Quase todo mundo, em algum momento, vai enfrentar um episódio de dor nas costas - 80% da população do planeta, para sermos precisos. Mas quem fuma tem uma probabilidade muito maior de fazer parte dessa turma (e, pior, não sair mais dela). A conclusão vem do mesmo estudo americano que apontou o dedo para a depressão. Ele registrou que 16,5% dos fumantes sofriam com o perrengue na coluna, ante 3,7% dos não fumantes. É uma diferença expressiva, resultado dos danos que o tabagismo impõe aos vasos que irrigam as costas. Nesse contexto, há uma maior dificuldade de o organismo se livrar do lixo gerado pelas células musculares. Isso deixa a região imensa em um meio muito ácido, propício a espasmos na musculatura. Para complicar, o aperto nos vasinhos impede que analgésico naturais do corpo, como as endorfinas, cheguem ao local para aliviar a situação. Aí já viu: é um cenário perfeito para o incêndio doloroso continuar. "Pessoas que fumam ainda não costumam se exercitar, o que torna os músculos mais flácidos e suscetíveis a contraturas", avisa Carlos Macedo, chefe do Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de Porto Alegre. Precisa dizer mais? Se for o seu caso, largue o cigarro.
G0les bem doídos
A lista de motivos para não se exceder na bebida alcoólica é looonga. E acaba de ficar maior: a dor nas costas entrou na parada. Palavra daquele mesmo estudo que escancarou o impacto do cigarro no sofrimento da coluna. No caso do álcool, pessoas que abusam têm nitidamente uma tendência maior à encrenca. A incidência é de 14,7% nesse grupo, diante de 4,4% entre os indivíduos que bebem socialmente. Embora seja complicado definir limites seguros, o alerta serve tanto a quem toma drinques diariamente como a quem deixa para encher o caneco no final de semana. "A dor lombar pode ocorrer na primeira fase da dependência alcoólica, quando se perde o controle e há repercussões negativas nos relacionamentos e no trabalho", afirma a psiquiatra Ana Cecilia Marques, presidente da Associação Brasileira do Estudo do Álcool e Outras Drogas. Isso porque altas doses etílicas atrapalham a absorção da vitamina B1 dos alimentos, facilitando uma inflamação nas terminações nervosas e nos músculos. O álcool também desregula as substâncias internas que gerenciam as sensações de dor e bem-estar, contribuindo para que o incômodo na coluna vire crônico. Pelas suas costas, aprecie com moderação.
Mandamentos para a coluna ficar em paz
O que sugerem os experts como medidas de prevenção contra a dor nas costas
1) Ajuste a postura
Caminhe com a cabeça reta, o abdômen contraído e os pés alinhados com os joelhos e os quadris.
2) Mexa os músculos
Fortaleça a região abdominal com musculação, natação, hidroginástica, pilates...
3) Durma bem
Evite a posição de bruços. Se dormir com a barriga pra cima, use travesseiro baixo. De lado, melhor adotar um modelo alto.
4) Alongue-se
Esticar-se de vez em quando ajuda a prevenir as contraturas musculares que pesam para a coluna.
5) Não force
Se não está em forma, evite mudar móveis de lugar, arrastar malas e carregar caixas pesadas.
6) Sente direito
Tenha um apoio para a lombar e deixe os joelhos a 90º e os pés no chão. Levante vez ou outra.
7) Pense na mochila
Nada de carga pesada. Usar tiras bem presas às costas impede que um lado fique sobrecarregado.
8) Maneire no salto
Horas em pé de salto alto podem estorvar a lombar: vale alternar com chinelinho ou sapatilha.
9) Perca peso
Barriga demais puxa o centro de gravidade para a frente e a coluna sofre para não enxergar.
10) Relaxe
O estresse propicia contraturas musculares, além de sabotar o sono, a disposição e o humor.
(texto publicado na revista Saúde é vital nº 394 - setembro de 2015)
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Estresse e saúde bucal - Carla Andreotti Damante, Sebastião Luiz Aguiar Greghi, Ísis de Fátima Balderrama e Rafael Ferreira
Atualmente, ouve-se muito: "Estou estressada (o)!". E muitas vezes essa expressão se torna parte do cotidiano das pessoas, devido a tantas atividades e ocupações exercidas, dependendo dos hábitos de vida de cada um. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o estresse atinge cerca de 90% da população mundial, sendo considerado uma epidemia global. Ou seja, o estresse é frequente e muitas vezes intenso. Assim, torna-se importante saber a sua definição, origem, causa e como pode repercutir na saúde.
A palavra estresse tem origem no latim stringere, que significa "apertado", "justo", "tenso", e foi proposta pelo médico húngaro Hans Selye, em 1959, como a definição de uma reação não específica do corpo a qualquer tipo de exigência do ambiente, ou seja, quando o indivíduo se depara com determinados estímulos externos, causando-lhe uma soma de respostas físicas e mentais.
A psicologia classifica o estresse em três ocasiões: em momentos de crise e/ou catástrofes (por exemplo, terremotos ou guerras), em eventos normais da vida (casamento ou nascimento de um bebê, podendo exercer pontos positivos ou negativos) e estresse cotidiano (aborrecimentos, prazo de trabalhos escolares ou profissionais, engarrafamentos no trânsito, conflitos com outras pessoas, encontros com personalidades irritantes, sendo considerado o mais comum na população). Sua intensidade varia de indivíduo para indivíduo e, fisiologicamente, esses pequenos momentos estressores, presentes no cotidiano, têm um maior impacto negativo na saúde por serem eventos crônicos do dia a dia. Nesse contexto, torna-se importante como as pessoas lidam com seus estressores (otimismo? pessimismo? depressão? etc.).
O estresse pode ocasionar uma reação no organismo causada por alterações psicofisiológicas. O indivíduo se confronta com algumas situações ou acontecimentos que fazem parte do seu hábito de vida, gerando um desequilíbrio fisiológico por estímulos internos e externos. Essa alteração psicológica pode desencadear uma cascata de episódios que atuam sobre o sistema imunológico, gerando consequências na capacidade do nosso organismo de resistir às doenças.
Essa desregulação da resposta imunoinflamatória ocasiona alterações dos níveis de citocinas inflamatórias. Essas citocinas podem ser entendidas como pequenas "chaves" que vão agir sobre diversos órgãos, "abrindo" caminho para o aparecimento ou promoção de certas doenças. Sendo assim, nota-se uma relação entre estresse e diferentes condições patológicas, como obesidade, diabetes e também doença periodontal.
O nível de estresse de um indivíduo pode ser mensurado através de análises psicológicas ou físicas. O nível mental pode ser avaliado por questionários. Já o físico pode ser feito a partir da coleta salivar ou sanguínea, submetida à análise laboratorial, verificando-se os níveis de cortisol. O cortisol é o principal mediador biológico do estresse, sendo que sua presença em excesso e crônica leva à redução da resistência às infecções, deixando as pessoas mais propensas a desenvolver doenças.
A doença periodontal é uma doença multifatorial que surge por alterações inflamatórias que levam à destruição dos tecidos ao redor dos dentes (como a gengiva e osso), provocando sangramento gengival e até a perda do dente. Dentre essas causas, o principal fator é a presença de bactérias e sua interação com a resposta imunológica (como reagimos contra essas bactérias). Porém, essa resposta pode ser modificada mais negativamente por alguns fatores secundários, como fumo, álcool, doenças sistêmicas (por exemplo, a diabetes mellitus) e o estresse, dentre outros.
Os primeiros relatos ligando o estresse às condições bucais foram notados em soldados na Primeira Guerra Mundial, em que o alto nível de estresse levava ao aparecimento de uma forma mais agressiva de doença gengival, chamada gengivite ulcerativa necrosante, conhecida popularmente como "boca de trincheira", com necrose gengival (apodrecimento), dentre outros sinais. Estudos recentes têm sugerido que a chance de uma pessoa desenvolver a doença periodontal é aumentada quando a pessoa é estressada.
No tratamento odontológico, deve-se prestar muita atenção se o paciente está em um momento de estresse, pois o estresse pode alterar efeitos das doenças sistêmicas (por exemplo, diabetes mellitus), assim como produzir algumas mudanças de comportamento, como uso excessivo de cigarros, negligência da higiene bucal, indução de dietas inadequadas, alteração no padrão de sono e aumento do consumo de substâncias alcoólicas. Um paciente estressado não é indicado para caso de cirurgia odontológica em razão de sua função imunológica estar afetada e a sua capacidade de cicatrizar feridas estar comprometida no processo de cura.
Um atendimento odontológico deve ser integral, sendo que o paciente deve ser visto como um todo. O cirurgião-dentista deve informar seu paciente a respeito dos efeitos do estresse na doença periodontal e encaminhá-lo a um especialista na área da psicologia ou da medicina do estresse, como um psiquiatra. Dessa forma, só será possível alcançar (e falar em) saúde bucal quando o paciente tiver saúde geral, o que consiste numa vida com bons hábitos e sem estresse, promovendo assim qualidade de vida.
(texto publicado no Jornal da USP nº 1083 - ano XXXI - 15 a 18 de outubro de 2015)
sábado, 10 de outubro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Il corpo grida ciò che la bocca tace - Alejandro Jodorowsky (incredibiedivertenti.com)
(La malattia è un conflitto tra la personalità e l’anima)
Molte volte, il raffreddore “cola” quando il corpo non piange.
Il dolore di gola “tampona” quando non è possibile comunicare le afflizioni.
Lo stomaco “arde” quando le rabbie non riescono ad uscire.
Il diabete “invade” quando la solitudine duole.
Il corpo “ingrassa” quando l’insoddisfazione stringe.
Il mal di testa “deprime” quando i dubbi aumentano.
Il cuore “allenta” quando il senso della vita sembra finire.
Il petto “stringe” quando l’orgoglio schiavizza.
La pressione “sale” quando la paura imprigiona.
La nevrosi “paralizza” quando il bambino interno tiranneggia.
La febbre “scalda” quando le difese sfruttano le frontiere dell’immunità.
Le ginocchia “dolgono” QUANDO il tuo orgoglio non si piega.
Il cancro “ammazza” quando ti stanchi di vivere.
E i tuoi dolori silenziosi? Come parlano nel tuo corpo?
La malattia non è cattiva, ti avvisa CHE stai sbagliando cammino.
LA STRADA PER LA FELICITÀ NON È DRITTA
Esistono curve chiamate Equivoci
Esistono semafori chiamati Amici,
Luci di precauzione chiamate Famiglia
E TUTTO si compie se hai:
Un cerchione di RISPOSTA chiamato Decisione
Un potente motore chiamato Amore
Una buona ASSICURAZIONE chiamata Fede
E abbondante combustibile chiamato Pazienza.
(Alejandro Jodorowsky)
domingo, 2 de agosto de 2015
segunda-feira, 27 de julho de 2015
sexta-feira, 3 de julho de 2015
terça-feira, 30 de junho de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
O joelho (O Santo Remédio)
É a segunda articulação da perna, aquela que serve para dobrar, ceder, para ficar de joelhos. É a articulação da humildade, da flexibilidade interior, da força profunda, ao contrário do poder exterior, que gera a rigidez.
Ele é o sinal manifestado do alívio, da aceitação, e até mesmo da rendição e da submissão. O joelho faz o papel de "portal da Aceitação". Ele é o complemento, a continuação do quadril, prolongando a mobilidade deste, porém no sentido inverso.
De fato, o quadril é uma articulação que só pode se curvar para frente, enquanto o joelho só se curva para trás. Ele traduz então a capacidade de romper, de ceder, até mesmo de recuar. É também a articulação que faz a alternância entre o Consciente e o Não-Consciente.
Representa assim a Aceitação de uma emoção, de uma sensação, de uma ideia que emerge do Não-Consciente em direção ao Consciente - se estivermos durante o processo de Densificação - ou, mesmo, o inverso, uma ideia que ande em direção a esse Não-Consciente após o Consciente - se estivermos durante o processo de Libertação. É a articulação maior da relação com o outro e da nossa capacidade de aceitar o que essa relação implica em termos de abertura, até mesmo de compromisso (eu não disse comprometimento). (1)
Os males do joelho
É fácil deduzir que quando sentimos dor no joelho isso significa que temos dificuldade para ceder, para aceitar uma certa experiência vivida. Estamos no nível das pernas, logo a tensão é de ordem relacional com o mundo exterior ou interior, com os outros ou consigo mesmo. As dores, os problemas "mecânicos" nos joelhos significam que uma emoção, uma sensação, uma ideia ou uma memória ligada à nossa relação com o mundo não está sendo aceita, está até mesmo sendo recusada.
Trata-se de alguma coisa que é vivenciada no Consciente e que transtorna, confunde, perturba as nossas crenças interiores e que nós recusamos interiormente. Pode se tratar, por outro lado, de uma emoção, de uma sensação ou de uma memória que emerge do Não-Consciente (mensagem do Mestre Interior) e que temos dificuldade para "aceitar", para integrar no nosso quotidiano, no nosso Consciente, pois elas perturbam, transtornam as crenças ou os "costumes" reconhecidos e estabelecidos.
Se for o joelho direito, a tensão está relacionada com a simbólica Yin (materna). Podemos retomar aqui o exemplo que citei anteriormente, daquele homem que se feriu no joelho direito durante um jogo de futebol, na época em que acabara de receber a carta de pedido de divórcio da sua mulher, divórcio esse que ele não aceitava.
Há também um caso pessoal tão significativo quanto este. Há alguns anos, eu praticava assiduamente o aikido com o meu professor daquela época. Em Paris, havia construído com alguns amigos um dojo magnífico, pelo qual havíamos dado o nosso sangue e colocado em perigo, alguns de nós, as nossas estruturas familiares e sociais, pois essa construção estava em primeiro lugar e nos tornava "indisponíveis" para muitas outras coisas.
Pouco depois do final dessa realização, da qual nos sentíamos particularmente orgulhosos, as relações com a estrutura que representava a associação se degradaram. Mas, no fundo, eu não podia aceitar as mensagens que viviam chegando e me mostravam que o meu caminho junto a ela havia terminado. Encontrava muita dificuldade para aceitar essa ideia, depois de tudo o que havia investido nela, apesar da vivência de "traição" que se associava a todo o resto.
Foi o meu joelho direito que "rompeu" e me obrigou a parar com tudo, não só os cursos que eu ministrava como também os que estava fazendo. Uma entorse dupla se deu de forma quase que medíocre durante um aquecimento de aikido, ao passo que eu já vinha sofrendo do joelho há várias semanas. Eu não podia "entender" que a minha relação com a associação e a sua dinâmica "familiar" chegava ao fim.
Essa tensão, mais as que foram produzidas no meio familiar durante a construção do dojo, levaram-me até a entorse, ao mesmo tempo em que eu tinha um problema de deslocamento do meu quadril direito (vivência de traição). Assim, eu "obriguei-me" a deixar essa associação, essa representação materna. Depois de uma reflexão difícil, acabei compreendendo a mensagem. Apesar da "gravidade médica", pude retomar a minha prática rapidamente noutro lugar, e o meu joelho direito se refez perfeitamente e me permitiu voltar ao aikido, mesmo que eu não esteja sempre com o meu tempo voltado para essa direção atualmente.
Se for o joelho esquerdo, a tensão está relacionada à simbólica Yang (paternal). Vou considerar o exemplo de uma jovem, Françoise, que me veio consultar por queixas genéricas de "mal-estar". Durante a conversa que tivemos, foi apurado que ela sofria do joelho esquerdo.
Diante da minha pergunta, que consistia em saber se vivia uma tensão relacional com um homem, depois de me olhar como se eu fosse um feiticeiro, ela reconheceu atravessar uma fase difícil com o seu namorado, em que não aceitava mais o seu comportamento em relação a ela. Então, lhe expliquei a relação que podia existir entre o seu joelho e as suas tensões relacionais com um homem.
Após alguns instantes de reflexão, ela exclamou: "Então é isso! É verdade, pois, alguns anos atrás, eu vivia com um rapaz que me havia causado o mesmo problema e também tinha tido fortes dores no joelho esquerdo, que desapareceram pouco depois de nos separarmos." Naturalmente eu lhe propus uma reflexão sobre por que ela revivia a mesma experiência e por que o seu corpo soava o alarme. Assim pudemos determinar rapidamente as coordenadas do seu "mal-estar".
(1) Aqui o autor se refere a uma outra leitura da palavra joelho em francês: "genou" também viria a ser "jenous", em que "je" = eu e "nous" = nós. (N.T.)
Do livro Diga-me onde dói e eu te direi por quê de Michael Odoul
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Quando il corpo parla: Ecco che i disturbi svaniscono cambiando la mente - Dioni aka Riccardo Lautizi (Dionidream)
Cosa si nasconde dietro questo o quel malessere? Cerchiamo di capire i segnali che ci manda il nostro corpo. Non deve essere per forza successo qualcosa di eclatante, basta un non detto, una situazione che torna su, un trauma infantile che riemerge ogni volta sebbene non lo riconosciamo, e via che inizia un fastidio o un disturbo. Quando il corpo si difende da emozioni o eventi spiacevoli e intollerabili manifesta il proprio disagio su alcuni organi, detti bersaglio.
Correlazioni psicosomatiche, corpo e psiche
- I disturbi dell'apparato muscolo-scheletrico ci "parlano" di disagi legati al sostegno, alla flessibilità, alla rigidità, alla capacità di "portare pesi", alla libertà di movimento, di indipendenza o di autonomia.
- La pelle manifesta problemi legati al contatto, alla comunicazione, all'espressione emotiva, alle relazioni, comportandosi come una "tela" su cui si dipingono le emozioni più profonde (tra cui rabbia, irritazione, rifiuto, senso di ingiustizia, aggressività repressa) o stati di stress.
- L'apparato respiratorio può raccontare dei problemi che si vivono nell'ambiente familiare o lavorativo e dei conflitti, disagi, dolori o frustrazioni che vi si "respirano"; del bisogno o della mancanza, metaforici, di spazio e di "aria", di indipendenza o di autonomia. I disturbi che si manifestano negli organi corrispondenti (asma, affanno, iperventilazione, respiro corto) possono indicare un'assenza di gusto per la vita, la perdita del desiderio di continuar a viver, ma anche la paura di perdere la vita.
- L'apparato digerente rappresenta il nostro modo di "digerire" e "mandare giù" esperienze o situazioni esistenziali, di assimilarle o eliminarle; la capacità di gestire la rabbia e l'aggressività; di "trattenere" e di lasciare andare; di vivere paure e insicurezze.
- L'apparato cardiocirculatorio esprime la capacità di gestione dei nostri affetti più profondi, degli istinti e delle emozioni, la capacità di dare e ricevere amore; di permettere la libera "circolazione" della gioia, delle passioni, dell'amor nella nostra vita. Palpitazioni, aritimie , sensazioni dolorose, disturbi vasomotori ecc. possono ricondurre a vissuti di tipo abbandonico e di precoci separazioni nella vita affettiva dei soggetti interessati. i disturbi maggiori, invece, possono essere ricondotti allo stress psichico continuo unito ad alcune caratteristiche di personalità (tra cui forte competitività, ambizione, aggressività).
- L'apparato urinario può manifestare problemi legati al contatto, alla comunicazione, a conflitti interpersonali o a paure profonde, mentre l'apparato genitale esprime spesso conflitti legati alla sessualità, ai rapporti di coppia, a rabbia, collera, frustrazioni o aggressività represse.
- Il sistema immunitario può segnalare stati di "conflitto" somatizzati nel corpo come allergie, infezioni o infiammazioni; il tentativo simbolico di "combattere" ambienti o situazioni vissuti come pericolosi o problematici.
Sintomi
- mal di testa: la cefalea può indicare il bisogno di allentare l'eccessivo controllo razionale, e quindi il desiderio di lasciare più spazio all'intuizione. Di solito, infatti, chi soffre di mal di testa ha una mente lucida e razionale (fin troppo), che deve tenere sempre sotto controllo senza cedere e lasciarsi andare mai;
- mal di stomaco: quando si soffre spesso di gastriti, bruciori di stomaco o altri disturbi digestivi, spesso l'atteggiamento tipico è "mandare giù" con troppo frequenza le offese della vita. Il motto di queste persone è "porgere l'altra guancia", ma nello stesso tempo covano rabbie e risentimenti profondi. In questo modo costringono lo stomaco ad una lenta e complessa "digestione" della rabbia. In pratica, sono vittime di troppa "diplomazia";
- disturbi intestinali: a livello intestinale poi la stitichezza può essere indice di un attaccamento eccessivo ai beni materiali, ma può anche rappresentare la paura di portare alla luce contenuti inconsci ed emozioni dalle quali non si riesce a prendere le distanze. La colite invece può affligere chi è solito fare scenate, non reprimere rabbia e aggressività, tranne per provare disprezzo verso se stesso per quello che ha fatto: l'intestino si fa carico simbolicamente di questi sensi di colpa e tenta di spazzarli via simbolicamente con gli attacchi di colite;
- mani sempre sudate: affligge prevalentemente le persone timide, emotive, ansiose, schive e solitarie e che hanno difficoltà ad instaurare rapporti interpersonali;
- eruzioni cutanee: queste possono rivelare que non si hanno ben chiari i propri confini e che per difendersi si cerca, metaforicamente, di tenere lontani gli altri. Ma possono anche indicare che, pur non potendolo permetterselo, si vorrebbe che gli altri stessero più vicini.
Sintomi psicosomatici, cosa fare
- Se il tuo corpo sta cercando di dirti qualcosa, ASCOLTALO!
- Chiediti cosa causa stress, preoccupazioni, ansia nella tua vita
- Affronta quelle situazioni con realismo e rilassatezza per cambiarle in tuo favore ove possibile. Un giorno moriremo tutti, questo riporta nel presente e fa apprezzare il valore delle cose
- Trova delle valvole di sfogo, fai cose che ti piacciono, prova con la musica, lo yoga, il training autogeno, la piscina, la palestra, dei massaggi, una bella vacanza... ma soprattutto, che ti rilassino
- Sii consapevole che i disturbi psicosomatici sono come dei campanelli di allarme che il tuo corpo fa scattare, delle spie lampeggianti da tenere nel debito conto: un po' come la spia dell'olio nell'automobile: meglio fermarsi oggi per fare manutenzione che rischiare un incidente domani.
Correlazioni psicosomatiche, corpo e psiche
- I disturbi dell'apparato muscolo-scheletrico ci "parlano" di disagi legati al sostegno, alla flessibilità, alla rigidità, alla capacità di "portare pesi", alla libertà di movimento, di indipendenza o di autonomia.
- La pelle manifesta problemi legati al contatto, alla comunicazione, all'espressione emotiva, alle relazioni, comportandosi come una "tela" su cui si dipingono le emozioni più profonde (tra cui rabbia, irritazione, rifiuto, senso di ingiustizia, aggressività repressa) o stati di stress.
- L'apparato respiratorio può raccontare dei problemi che si vivono nell'ambiente familiare o lavorativo e dei conflitti, disagi, dolori o frustrazioni che vi si "respirano"; del bisogno o della mancanza, metaforici, di spazio e di "aria", di indipendenza o di autonomia. I disturbi che si manifestano negli organi corrispondenti (asma, affanno, iperventilazione, respiro corto) possono indicare un'assenza di gusto per la vita, la perdita del desiderio di continuar a viver, ma anche la paura di perdere la vita.
- L'apparato digerente rappresenta il nostro modo di "digerire" e "mandare giù" esperienze o situazioni esistenziali, di assimilarle o eliminarle; la capacità di gestire la rabbia e l'aggressività; di "trattenere" e di lasciare andare; di vivere paure e insicurezze.
- L'apparato cardiocirculatorio esprime la capacità di gestione dei nostri affetti più profondi, degli istinti e delle emozioni, la capacità di dare e ricevere amore; di permettere la libera "circolazione" della gioia, delle passioni, dell'amor nella nostra vita. Palpitazioni, aritimie , sensazioni dolorose, disturbi vasomotori ecc. possono ricondurre a vissuti di tipo abbandonico e di precoci separazioni nella vita affettiva dei soggetti interessati. i disturbi maggiori, invece, possono essere ricondotti allo stress psichico continuo unito ad alcune caratteristiche di personalità (tra cui forte competitività, ambizione, aggressività).
- L'apparato urinario può manifestare problemi legati al contatto, alla comunicazione, a conflitti interpersonali o a paure profonde, mentre l'apparato genitale esprime spesso conflitti legati alla sessualità, ai rapporti di coppia, a rabbia, collera, frustrazioni o aggressività represse.
- Il sistema immunitario può segnalare stati di "conflitto" somatizzati nel corpo come allergie, infezioni o infiammazioni; il tentativo simbolico di "combattere" ambienti o situazioni vissuti come pericolosi o problematici.
Sintomi
- mal di testa: la cefalea può indicare il bisogno di allentare l'eccessivo controllo razionale, e quindi il desiderio di lasciare più spazio all'intuizione. Di solito, infatti, chi soffre di mal di testa ha una mente lucida e razionale (fin troppo), che deve tenere sempre sotto controllo senza cedere e lasciarsi andare mai;
- mal di stomaco: quando si soffre spesso di gastriti, bruciori di stomaco o altri disturbi digestivi, spesso l'atteggiamento tipico è "mandare giù" con troppo frequenza le offese della vita. Il motto di queste persone è "porgere l'altra guancia", ma nello stesso tempo covano rabbie e risentimenti profondi. In questo modo costringono lo stomaco ad una lenta e complessa "digestione" della rabbia. In pratica, sono vittime di troppa "diplomazia";
- disturbi intestinali: a livello intestinale poi la stitichezza può essere indice di un attaccamento eccessivo ai beni materiali, ma può anche rappresentare la paura di portare alla luce contenuti inconsci ed emozioni dalle quali non si riesce a prendere le distanze. La colite invece può affligere chi è solito fare scenate, non reprimere rabbia e aggressività, tranne per provare disprezzo verso se stesso per quello che ha fatto: l'intestino si fa carico simbolicamente di questi sensi di colpa e tenta di spazzarli via simbolicamente con gli attacchi di colite;
- mani sempre sudate: affligge prevalentemente le persone timide, emotive, ansiose, schive e solitarie e che hanno difficoltà ad instaurare rapporti interpersonali;
- eruzioni cutanee: queste possono rivelare que non si hanno ben chiari i propri confini e che per difendersi si cerca, metaforicamente, di tenere lontani gli altri. Ma possono anche indicare che, pur non potendolo permetterselo, si vorrebbe che gli altri stessero più vicini.
Sintomi psicosomatici, cosa fare
- Se il tuo corpo sta cercando di dirti qualcosa, ASCOLTALO!
- Chiediti cosa causa stress, preoccupazioni, ansia nella tua vita
- Affronta quelle situazioni con realismo e rilassatezza per cambiarle in tuo favore ove possibile. Un giorno moriremo tutti, questo riporta nel presente e fa apprezzare il valore delle cose
- Trova delle valvole di sfogo, fai cose che ti piacciono, prova con la musica, lo yoga, il training autogeno, la piscina, la palestra, dei massaggi, una bella vacanza... ma soprattutto, che ti rilassino
- Sii consapevole che i disturbi psicosomatici sono come dei campanelli di allarme che il tuo corpo fa scattare, delle spie lampeggianti da tenere nel debito conto: un po' come la spia dell'olio nell'automobile: meglio fermarsi oggi per fare manutenzione che rischiare un incidente domani.
Marcadores:
Autoconhecimento,
comportamento,
intestino,
lingua italiana,
raiva,
salute,
sintomas,
sistema cardiovascular,
sistema digestório,
sistema imunológico,
sistema respiratório,
sistema urinário,
somatização
Assinar:
Postagens (Atom)






