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segunda-feira, 28 de maio de 2018
terça-feira, 17 de abril de 2018
sábado, 25 de março de 2017
As pessoas emocionalmente inteligentes raramente ficam com raiva, porque seguem essa regra - Luiza Fletcher (O Segredo)
Você conhece alguém que parece sempre responder adequadamente a cada situação, mesmo quando as emoções estão altas? Provavelmente esta pessoa tem alta inteligência emocional, que se refere à capacidade de um indivíduo de ler com precisão e gerenciar suas próprias emoções e as dos outros ao seu redor.
As pessoas emocionalmente inteligentes muitas vezes permanecem calmas, mesmo nas situações mais agravantes e, como resultado, suas relações são muitas vezes harmoniosas.
Aqui está uma técnica comumente empregada por essas pessoas socialmente inteligentes:
Sempre que você estiver em uma situação que lhe causa uma resposta emocional extrema, dê-se 24 horas antes de mostrar suas opiniões e sentimentos.
Quando você está sob pressão, seu sistema nervoso entra em ação e seu corpo é inundado com adrenalina, cortisol e outros produtos químicos que te impedem de agir de forma racional.
As pessoas emocionalmente inteligentes sabem que mesmo aqueles que normalmente permanecem calmos lutam para controlar seus sentimentos quando provocados, e agem de acordo. Eles sabem que o tempo é uma ferramenta valiosa no tratamento de problemas.
Tomar tempo para processar suas emoções e olhar para o quadro maior impede que você permaneça em frustração, raiva ou dor. Qualquer impulso para uma reação negativa irá dissipar dentro de algumas horas, e você poderá então pensar cuidadosamente sobre como prosseguir.
Esta abordagem para conflitos e resolução de problemas pode ajudar muito na proteção de seus relacionamentos mais importantes de brigas desnecessárias. Se afastando da pessoa que o magoou, você demonstra o respeito a seus sentimentos e a gravidade da situação.
Então, na próxima vez que alguém te incomodar, afaste-se de sua companhia calmamente e reflita sobre o problema por 24 horas.
Suas emoções vão se acalmar, deixando-o livre para elaborar uma resposta racional para qualquer tipo de problema.
sábado, 21 de janeiro de 2017
10 atitudes para desbancar o ódio - Iracy Paulina
Ele pauta os ânimos como se fosse impossível o diálogo ou a mediação. Primeiro vem a ira, depois o ranço e a sequência inevitável: o constrangimento do oponente, o cerceamento moral e até a agressão física. Nunca a política e a religião produziram tanto inimigos entre parentes, vizinhos e colegas. Pensadores apontam estratégias vigorosas para banir (ou administrar) a raiva neste tempo de tantas aflições
1) Perceba que somos idênticos a quem parece ser o nosso oposto
"O problema é dividir o mundo entre eles e nós. Para os judeus, todos os outros são góis. Para os negros, os outros são brancos. Os gays são os estranhos dos héteros: os ricos, os dos pobres. Os que não são petistas são 'eles'. E vice-versa. Para quem mora no morro, os demais são do asfalto. Para os do culto, aquele que não encontrou Jesus está com Satanás. O que desonra Alá é infiel... e assim vamos. Evidentemente, as linhas que dividem os grupos são subjetivas e só fazem aumentar as tensões na sociedade. Por mais que tenha orgulho da própria origem, crença, cor da pele ou orientação sexual, o camarada tem que perceber que no fundo idêntico ao homem que considera seu oposto. A intolerância é um claro sintoma da burrice."
Fernando Meirelles, cineasta
2) Foque a atenção no amor e exercite-o. Use a internet como um fórum de ideias
"Fico triste ao ver o retrocesso da liberdade de pensamento e as pequenas censuras ocultas. Como polícias, elas monitoram palavras e vírgulas. São fruto da valorização da opinião na internet. A web poderia ser um celeiro de debates, tinha potencial para nos fortalecer e para a autogestão, mas a vaidade a transformou no cenário do 'eu acho, eu digo'. Isso se soma à falsa coragem que se tem atrás do teclado, resultando em um festival de preconceito e fundamentalismo. Cada um precisa pôr a atenção no amor e exercitá-lo. Como tudo puxa para o lado contrário, temos que fazer força. No coletivo, devemos nos submeter a uma espécie de Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) do cidadão, estudar a nossa história, a história dos representantes políticos para escolher melhor, priorizar o bem comum e redobrar a esperança."
Denise Fraga, atriz
3) Module o ódio cultivando sua vida interior
"O ódio sempre existiu. Já odiamos muito mais, como nos genocídios da história. Viver sem ódio é péssimo, porque é reprimir o que sentimos. E temos razão em odiar inimigos, pessoas que nos querem mal. É praticamente impossível erradicar as principais fontes de ódio, que são as variadas formas de identidade imaginária coletiva. Caso do nacionalismo, da exacerbação nas religiões e torcidas de futebol. Mas podemos modular esse sentimento, criando uma cultura que permita ao indivíduo alimentar sua vida interior, limitada na maioria dos sujeitos. Sem isso, ele se apega ao que estiver disponível - em geral, as identidades coletivas."
Contardo Calligaris, psicanalista
4) Entre na pele do outro para sentir o mesmo que ele
"Para enfrentar as epidemias de ódio, promova o oposto: a empatia. Essa habilidade nos coloca 'no sapato do outro' e nos faz ver o mundo através de seus olhos. Com isso, estabelecemos conexão e reconhecemos semelhanças para além das barreiras. Assim, será difícil que as sementes do ódio cresçam, sejam elas baseadas na diferença de religião, nacionalidade ou gênero. A solução mais simples é ensinar empatia nas escolas, como se faz com história e ciências. Ela ajuda a espalhar amor na sociedade. Mas que tipo de amor? Os gregos tinham duas palavras para expressá-lo: eros, com conotação sexual; e ágape, sentimento altruísta, entre estranhos. Adotemos este último, no coletivo."
Roman Krznaric, filósofo e historiador britânico, criador do projeto itinerante Museu da Empatia
5) Traga de volta antigos valores, como a compaixão
"Há uma banalização da maldade. Todos acham normal o que ouvem, nada choca. Na era do ódio cego, ser bom vem em segundo plano. O antídoto para esse veneno é cultivar em si mesmo a compaixão e os valores perdidos na mercantilização - tudo hoje precisa ter preço. Meu último desfile mostrou que, em tempos de guerra, falar de amor é ato de subversão e resistência. Só reconquistaremos a generosidade com o trabalho corpo a corpo. Ele levará à aceitação nas divergências. Se a pessoa é evangélica,ou do candomblé e se casa com ay, essa é uma opção dela - um lugar onde não posso entrar. Aceito e pronto."
Ronaldo Fraga, estilista
6) Separe a crítica construtiva da ofensa. Pense antes de postar
"Criei meu canal no YouTube para vencer o medo de ouvir críticas. E aprendo todo dia. A principal lição que tirei: na web, você precisa separar, do que dizem, aquilo que serve para você. E quando vale a pena responder. Existem críticas que são construtivas, crescemos com elas. Outras ofendem, não acrescentam nada. Então, é melhor ignorar estas para não entrar em uma polêmica que desgasta e nada produz. Tenha responsabilidade com o que você posta nas redes. É fácil digitar qualquer coisa e dar enter. Mas, cara, você precisa saber o que fala. Pesquise antes de postar e de abalar a vida do outro."
Jout Jout, youtuber
7) Pratique o diálogo. E preste atenção na linguagem
"Na experiência cotidiana, a gente foi perdendo a essencial habilidade de conversar. O diálogo, que saiu da rotina, é a disponibilidade de ouvir o outro e expor os próprios pensamentos. A tecnologia não deixa isso acontecer. Na hora da refeição, a TV está ligada: as redes funcionam sem parar. O que recebemos deles são pensamentos prontos, que não florescem. E estamos mergulhados nisso. Precisamos voltar a conversar na família, no trabalho, nas ruas e nas redes. O primeiro passo para isso é ter uma abertura para o outro - ele é um desafio. O segundo é prestar atenção em nossa linguagem. Ensinamos o preconceito por meio de termos agressivos, chulos, que marcam as pessoas. Nossa experiência afetiva também se dá por meio da linguagem. Por isso, é importante investir em uma melhor forma de comunicação. Os intolerantes são aqueles que entregam um sistema de pensamento pronto, não questionam, querem explicar o mundo com argumentos fechados e preconcebidos."
Marcia Tiburi, filósofa
8) Cozinhe mais. A comida reúne até os diferentes
"A mesa sempre juntou as pessoas: na Santa Ceia, na Távola Redonda, no almoço de negócios, no jantar dos amantes, ou almoço de domingo na casa da avó e até no Carlota (restaurante). Vejo ali que a comida centraliza as atenções, aproxima, equaliza os corações. Além de apaziguar a fome, que traz impaciência, um prato cheiroso consagra os encontros e, naturalmente, acalma os ânimos. Se lembrarmos a máxima que diz que 'cozinhar é um ato de amor', podemos ter, então, uma ótima receita para destronar o ódio."
Carla Pernambuco, chef de cozinha
9) Estimule as crianças a conviver com a diversidade
"Universalizar a escola pública seria uma forma radical de combater o ódio. Todas as crianças, independentemente do nível social, estudariam juntas. No Brasil, temos um apartheid estudantil, o que forma uma visão estereotipada. O branco tem uma imagem preconceituosa do preto; o preto, uma visão preconceituosa do branco. Convivendo desde a pré-escola, partilhando atividades lúdicas, em contato com várias culturas, famílias, realidades, os alunos construiriam um relacionamento baseado na amizade, sem caricaturas uns dos outros, sem rejeição. É pelo lado afetivo que poderemos formar uma sociedade mais democrática."
Renato Janine, professor de filosofia
10) Mesmo sem concordar, respeite o direito de expressão do outro
"Manifesta-se o ódio por falta de educação. Não a educação formal. Gente com diploma revela intolerância. Falo daquela que inclui o respeito à diversidade e o convívio com opiniões diversas. O ideal é a máxima atribuída a Voltaire: 'Posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo'. É impressionante como os insultos contra nordestinos, mais fortes agora nas redes sociais, não param. Muitos do Sul e Sudeste associam os nascidos no Nordeste à ignorância, ao analfabetismo, à preguiça. Os clichês são para balela e cegueira educacional de quem os pronuncia ou escreve. Já fui vítima desse tipo de patrulha. Tentam desqualificar minhas opiniões com ataques do gênero. 'Cala a boca, nordestino sujo etc'. Quase todo dia aparece algum comentário desse tipo entre os meus 'civilizadíssimos' leitores. É trágico."
Xico Sá, jornalista e escritor
(texto publicado na revista Claudia nº 12 -ano 54 - dezembro de 2015)
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
sábado, 12 de novembro de 2016
Respire fundo! - Patricia Antoniazi
Nos momentos de grande estresse e raiva, uma das saídas é usar a respiração a seu favor
No Japão ensina-se às crianças um método simples para controlar a raiva: não faça nada a respeito. Apenas respire fundo algumas vezes. Não é lenda! Experimente e verá que não consegue ficar com raiva. Por quê? Por duas razões: você começa a respirar fundo, e a raiva exige um determinado ritmo respiratório. Sem esse ritmo, fica impossível.
"Se estiver respirando fundo conscientemente, a raiva não pode se expressar. Ela precisa de uma respiração diferente. Quando você fica irritado e começa a respirar fundo, sua mente desvia a atenção do sentimento para se concentrar na respiração. O corpo não fica favorável par sentir raiva ou ansiedade, e a mente passa a se concentrar em outra coisa. Por isso, os japoneses são as pessoas mais controladas do planeta - eles treinam desde a infância", explica a fonoaudióloga e coach Patricia Antoniazi.
O treino do padrão respiratório não favorece somente os processos fisiológicos de resistência, de fala e voz, mas também os processos psicológicos. Estes processos são uma coisa só, e você pode partir de qualquer um dos pólos para afetar e mudar o outro.
O treino respiratório melhora desempenho de atletas, cantores, jornalistas, atores e todos aqueles que desejam melhorar a resistência física e mental.
Dicas para respirar melhor
1) Use o diafragma
Muito importante nas dicas para respirar melhor. A respiração correta faz com que a sua barriga se mova - não o peito. Isso acontece porque o diafragma desce até o abdômen, fazendo com que a barriga se movimente. Para verificar, coloque a mão na barriga e respire profundamente. Faça isso até que note que a sua barriga está mexendo no ritmo da respiração.
2) Respire calmamente
Automaticamente, quando você está estressada a sua respiração fica mais rápida. Essa atitude faz com que o estresse seja descarregado no organismo de forma mais pesada. Nos momentos do nervosismo, acalme-se e mentalize no quanto uma respiração tranquila pode ajudar você a se recuperar. Deve ser suave e ritmado.
3) Expire devagar
A forma correta de respirar envolve um tempo para inspirar e dois para expirar. Nas horas de estresse, as expirações se tornam mais curtas, o que pode alterar a frequência cardíaca. Uma das dicas para respirar melhor é tentar aumentar o tempo de sua expiração em até 2 segundos.
4) Preste atenção na respiração
Se você acha que vai "explodir" de raiva, conte até dez e preste atenção em sua respiração. Essa atitude irá tirar a sua atenção do motivo do estresse e deixará você menos irritada.
5) Relaxe os músculos
Durante os períodos de nervosismo, os músculos superiores podem ficar contraídos. Isso faz com que o ar tenha dificuldades para passar. Nesses momentos, concentre-se em relaxar todo o seu corpo. Se necessário, deite-se em um ambiente tranquilo e medite.
(texto publicado na revista Doenças emocionais nº 1 ano 1)
sábado, 29 de outubro de 2016
A raiva pode ser o disfarce de uma tristeza que não conseguimos suportar - Ana Macarini
Há limites e limites. Quantas vezes não chegamos à nossa capacidade máxima de suportar um mau trato, uma indiferença, uma agressão velada? Quantas vezes já chegamos à situação de não ter mais absolutamente nada para dar e, mesmo assim, nos deparamos com o outro a esperar de nós mais uma prova, outra necessidade a ser suprida, outra urgência que não pode esperar?
Ahhhh… sim, e a culpa é inteiramente nossa, caso não tenhamos a capacidade de colocar pontos finais onde já não cabem mais “pingos nos is”. A questão é que chega uma hora em que, ainda que não sejamos capazes de encerrar os ciclos, as nossas fontes de energia vão acabar se esgotando. E, ainda que sejamos teimosos o suficiente para continuar funcionando no “stand by”, uma hora ou outra a gente vai ficar tão seco, tão vazio que não haverá mais jeito de deixar pra lá.
Tristezas não reconhecidas vão deixando a gente com pequenas sequelas afetivas que acabam por aflorar no corpo, a fim de que não tenhamos mais como ignorá-las. Os músculos ficam tensos, a respiração perde o compasso, os batimentos cardíacos ficam alterados. E essas reações físicas atingem os nossos pensamentos em cheio, fazendo-nos ficar em estado de alerta. A nossa incapacidade de estabelecer linhas de limitação aos abusos vai criando por debaixo das inúmeras camadas de insatisfação, abandono e tristeza um sentimento de raiva.
A raiva é aquela coceira insuportável num ponto das costas que a gente não alcança. A raiva é aquele amargor no peito que precisa vazar para fora de alguma forma, antes de nos envenenar. A raiva deixa a gente fora do eixo; tudo irrita além do normal; nada parece satisfazer. A raiva mina a alegria, rouba o prazer das pequenas, médias e grandes coisas. A raiva azeda a vida.
Quando estamos encharcados de raiva, sentimos alguns poderes momentâneos; somos acometidos por inesperados rompantes de coragem e alguns pensamentos perpassam por nossas mentes, fazendo-nos crer que realmente não dá mais, que já deu, que não é possível adiar uma atitude. Só que a raiva é fogo de palha. No fim, a gente acaba rosnando, mas não arranja força para largar aquele osso que até já se esfarelou entre os nossos dentes cerrados de rancor.
Inúmeras vezes ficamos “raivosos” por não sermos hábeis o suficiente para interpretar uma tristeza. Outras vezes, esse comportamento irritadiço e impaciente pode estar servindo de máscara para uma tremenda insegurança em nossa própria força para mudar o que não nos serve mais. Ainda, em outras circunstâncias, é a culpa que nos faz eriçar os pelos e cobrir as feridas com espinhos de proteção.
A agressividade, em incontáveis casos, é apenas o disfarce para um esgotamento emocional. A gente precisa arranjar um jeito de aprender a reconhecer que fragilidade e fraqueza não são a mesma coisa. A gente precisa descobrir uma forma de se perdoar por não ter mais o que ofertar. A gente precisa respirar num ritmo possível e parar de arrancar a casquinha de um ferimento que vem lutando há muito tempo para cicatrizar.
Que hoje seja esse dia! O dia em que nos foi destinada a libertação de tudo o quanto nos faça ser alguém que não conseguimos mais reconhecer. Que hoje, ao deitarmos nossas cansadas cabecinhas no travesseiro sejamos capazes de tomar a corajosa decisão de cortar fora o que nos fere, sem mágoa, sem rancor, sem medo de ficar a sós com a nossa misteriosa e própria pessoa. Que hoje a nossa tristeza seja permitida para que possa, enfim, ter a chance de ser compreendida, apaziguada e começar a ser curada.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Hipertenso é sinônimo de acúmulo de raivas e pensamentos negativos! - Kaiowa Mara (ACM sem Agulhas)
Hipertenso é sinônimo de acúmulo de raivas e pensamentos negativos!
Você é hipertenso?
Conhecida comumente como PRESSÃO ALTA, a hipertensão arterial corresponde ao aumento acima da média da pressão sanguínea nas artérias. Esta enfermidade pode ocasionar lesões vasculares no coração, no cérebro, falência nos rins, problemas de visão, disfunção sexual e até psoríase.
O nome dessa enfermidade explica bem o que sucede. A pessoa afetada cria uma forte pressão causada pela hiper emotividade.
São pessoas que revivem sem cessar situações que lhe recordam feridas afetivas não curadas nem resolvidas.
Geralmente dramatizam muito devido a sua grande atividade mental.
Essa hipertensão está dizendo que chegou o momento de pensar em você, de enfrentar seus problemas afetivos e de parar de pensar que está aqui neste planeta para arrumar a vida dos outros.
Isso não quer dizer que não ajude a outras pessoas, porém, você não é responsável pela felicidade de ninguém a não ser da sua.
Mude esse conceito de responsabilidade, que conseguirá descarregar uma grande pressão inútil que, te impede de viver com alegria o momento presente.
A questão não é ganhar ou perder, mas sim, aceitar determinadas situações da vida.
Só uma pessoa que acumula, durante longos períodos, pensamentos e emoções que não foram expressadas é hipersensível e sua pressão descontrolada .
Suas raivas e contrariedades são reprimidas, fazendo ferver seu interior.
Seu desejo de controlar tudo e resolver as situações aumenta a pressão que pode tornar-se insustentável.
Para a Medicina Chinesa a hipertensão representa o excesso de expansão de energia do fígado e está relacionada ao estresse. A hipertensão é chamada de Síndrome de Yang Ming ou excesso de energia yang no fígado.
A hipertensão pode se apresentar na forma de crise hipertensiva, em uma pessoa que a pressão sempre foi normal e, de uma hora para outra, apresenta uma crise de pico. Tal crise pode se repetir de tempos em tempos.
O que fazer?
É necessário libertar-se de lembranças desagradáveis e relaxar deixando que o tempo resolva essa situação. Pare de limitar seus pensamentos a um acontecimento determinado e de canalizar as suas forças negativas porque elas podem ser a sua destruição muito antes de você dar-se conta.
Deixe seu coração leve desapegando-se daquilo que o incomoda. Pare de sofrer antecipadamente, com medo do futuro porque, muitas vezes, sofremos por fatos que nunca acontecerão.
A Acupuntura Coreana nas Mãos (sem agulhas) utiliza pontos que estimulam a circulação de energia para desobstruir os canais energéticos e equilibrar a pressão, ou seja, pontos para harmonizar, tonificar e fortalecer essa circulação de Qi. Auxiliando a liberar essas emoções que estão causando esse desequilíbrio tão grande, por estarem sufocadas, aprisionadas em seu coração.
Então a palavra certa é “desapegue-se”! Tire o foco do que não é feliz, nem lhe faz bem. Ame-se mais e…
Seja feliz!
Eu amo você.
sábado, 30 de julho de 2016
Não fico mais com raiva: só olho, penso e me afasto (O Segredo)
Para ter força para lidar com situações complicadas devemos aprender a tomar uma certa distância emocional, a questionar o que se apresenta para nós e a pensar antes de tomar qualquer decisão. Como com tudo na vida, para aprender isso é necessário tempo e experiência, muita experiência.
Assim, podemos dizer que a distância emocional é uma regra implícita que nos permite ver e sentir as coisas de uma outra maneira, pois damos tempo para que as emoções como a raiva percam força e podemos então entender melhor nossos sentimentos, os quais nos permitem compreender com mais clareza o que pensamos e como queremos realmente agir.
Ou seja, fazer isso, se distanciar, serve para lidar melhor com nossas emoções e assim conseguir coerência entre nossas opiniões e nossas ações sobre um tema determinado, como por exemplo as atitudes de uma pessoa.
Como se distanciar emocionalmente de uma situação?
Agora, como fazer isso? Como se distanciar emocionalmente de uma situação? Essa resposta não tem uma fórmula mágica, pois depende de muitos fatores pessoais e circunstanciais, assim como fatores relacionais.
Há pessoas às quais damos enorme importância, e nos distanciarmos das emoções que temos quando estamos com elas é, sem dúvida, uma das tarefas mais complicadas que temos que concluir na hora de montar o quebra-cabeça para compreender o que está acontecendo.
Mesmo assim, e mesmo considerando que não temos uma receita perfeita que nos leve a tomar a distância ideal do melhor modo possível, podemos destacar a maior parte dos ingredientes que acabam nos faltando para conseguirmos nos distanciar emocionalmente nas situações mais difíceis para nós.
“Conforme já falamos, é indispensável que respeitemos o tempo, pois tempo é necessário para vermos mais nitidamente nossas emoções. Metaforicamente, podemos ilustrar essa questão com as cores dos semáforos: vermelho, amarelo e verde.”
Diante de uma afronta, provavelmente a luz amarela pisca para rapidamente passar ao vermelho. Ou seja, quando somos invadidos, por exemplo, pela raiva, pela tristeza, pela alegria ou por qualquer outra emoção, nosso semáforo rapidamente se torna vermelho, e nesse momento não devemos tomar decisões.
Com o semáforo vermelho devemos frear nossa reação emocional e esperar um tempo para compreender exatamente o que pensamos, sentimos e o que vamos fazer.
Observe, olhe e afaste-se se for necessário, mas não tome decisões permanentes a partir de emoções que são temporárias, ainda que tenha vontade de dizer muitas coisas em determinadas situações ou de gritar, você pode se manchar para sempre. Dê tempo para que suas emoções se estabilizem novamente, vá dar um passeio, pinte um desenho ou deixe passar uns dias antes de decidir e lidar com a situação ou pessoa que te irritou ou entristeceu.
Quando o tempo passa algumas coisas simplesmente deixam de ter importância, e alguns detalhes que antes eram angustiantes passam a ser amenidades que relativizamos e aceitamos como inerentes às circunstâncias.
Digamos que é graças ao tempo que nos afastamos e deixamos de reagir com intensidade emocional, evitando gerar decepções, expectativas e traições. Conseguir, enfim, não ser controlado por nossas emoções é possível, mas é uma habilidade que se aprende somente com a prática.
A bússola interna, um grande benefício ganho com a distância emocional
No momento em que conseguimos criar uma distância emocional perante uma situação, podemos escutar o que diz a nossa bússola interna que nos dá intuições sobre o que está bem e o que está mal. Essas intuições muitas vezes são certas, posto que se baseiam nos nossos sentimentos, muito mais duradouros que nossas emoções.
Então, as decisões que tomamos a respeito dos demais e do que aconteceu serão muito melhores e mais coerentes com o que sentimos e pensamos verdadeiramente. Aquipodemos saber o que merece atenção e o que pode ser ignorado, fomentando um sentimento bom e impedindo que soframos por aquelas coisas que não podemos controlar.
Resumidamente, é muito importante que diante de situações complicadas ou com muita carga e intensidade emocional criemos uma distância, pois assim teremos sucesso em ver que os aspectos mais passageiros de nossas emoções nos confundem, e então não nos arrependeremos de agir de uma ou outra forma.
domingo, 17 de julho de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
A raiva é o combustível da dor - Tatiana Loureiro
Quem reprime sentimentos negativos está condenado a sofrer de dores crônicas. A saída não é simples, mas conhecer-se melhor, meditar e relaxar são os caminhos para administrar a ira
A cabeça está sempre fervendo, o ódio toma conta do corpo e a raiva, engolida, tem "parada obrigatória" no fígado. Quem se encaixa nesse perfil deve ficar atento, porque pesquisadores americanos concluíram que essas emoções negativas provocam dores insuportáveis e chegam até a causar doenças do coração.
O sexo masculino é o que mai sofre. Pelo menos é o que comprovou a investigação feita por Robert Kerns, professor de Psicologia e Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale, com 142 pessoas: 80% eram homens e, desses, 57% tinham dores nas costas, artrite ,enxaqueca e tendinite. Para aliviar o mal-estar, 62% dos pesquisados estavam viciados em remédios.
"Pessoas que reprimem emoções negativas, em especial a raiva, inibem a produção de opióides, como as endorfinas, e aumentam a sensibilidade à dor. Os opióides são estimulantes naturais, cuja ação é analgésica e antidepressiva", diz Kerns.
O corpo responde à raiva acionando a mesma cadeia de reações ativadas pelo stress e pelo perigo. Quando ameaçado, o corpo é inundado por adrenalina. O coração, então, bate mais rápido, as artérias se dilatam, a circulação e a pressão aumentam, os músculos ficam tensos.
Esse conjunto de reações acaba detonando efeitos colaterais. "As constantes descargas de adrenalina e o aumento da pressão danificam artérias e coração", afirma Redford Williams, diretor do Centro de Pesquisa de Medicina do Comportamento da Duke University e autor do livro Anger Kills (A Raiva Mata).
Não ficar irritado é antinatural. Mas reprimir sentimentos negativos ou descarregá-los sem bom senso significa um alto custo físico e psicológico. Pesquisadores americanos sugerem que não se veja apenas o lado negativo das situações. E recomendam que se recorra à psicoterapia, ao biofeedback (técnica que conduz ao relaxamento muscular), à auto-hipnose e à meditação para readquirir a calma.
(texto publicado na revista Mais Vida nº 13 - janeiro de 1997)
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Não fico mais com raiva: só olho, penso e me afasto - Fabíola Simões (A soma de todos os afetos)
Para ter força para lidar com situações complicadas devemos aprender a tomar uma certa distância emocional, a questionar o que se apresenta para nós e a pensar antes de tomar qualquer decisão. Como com tudo na vida, para aprender isso é necessário tempo e experiência, muita experiência.
Assim, podemos dizer que a distância emocional é uma regra implícita que nos permite ver e sentir as coisas de uma outra maneira, pois damos tempo para que as emoções como a raiva percam força e podemos então entender melhor nossos sentimentos, os quais nos permitem compreender com mais clareza o que pensamos e como queremos realmente agir.
Ou seja, fazer isso, se distanciar, serve para lidar melhor com nossas emoções e assim conseguir coerência entre nossas opiniões e nossas ações sobre um tema determinado, como por exemplo as atitudes de uma pessoa.
Como se distanciar emocionalmente de uma situação?
Agora, como fazer isso? Como se distanciar emocionalmente de uma situação? Essa resposta não tem uma fórmula mágica, pois depende de muitos fatores pessoais e circunstanciais, assim como fatores relacionais.
Há pessoas às quais damos enorme importância, e nos distanciarmos das emoções que temos quando estamos com elas é, sem dúvida, uma das tarefas mais complicadas que temos que concluir na hora de montar o quebra-cabeça para compreender o que está acontecendo.
Mesmo assim, e mesmo considerando que não temos uma receita perfeita que nos leve a tomar a distância ideal do melhor modo possível, podemos destacar a maior parte dos ingredientes que acabam nos faltando para conseguirmos nos distanciar emocionalmente nas situações mais difíceis para nós.
Conforme já falamos, é indispensável que respeitemos o tempo, pois tempo é necessário para vermos mais nitidamente nossas emoções. Metaforicamente, podemos ilustrar essa questão com as cores dos semáforos: vermelho, amarelo e verde.
Diante de uma afronta, provavelmente a luz amarela pisca para rapidamente passar ao vermelho. Ou seja, quando somos invadidos, por exemplo, pela raiva, pela tristeza, pela alegria ou por qualquer outra emoção, nosso semáforo rapidamente se torna vermelho, e nesse momento não devemos tomar decisões.
Com o semáforo vermelho devemos frear nossa reação emocional e esperar um tempo para compreender exatamente o que pensamos, sentimos e o que vamos fazer.
Observe, olhe e afaste-se se for necessário, mas não tome decisões permanentes a partir de emoções que são temporárias, ainda que tenha vontade de dizer muitas coisas em determinadas situações ou de gritar, você pode se manchar para sempre. Dê tempo para que suas emoções se estabilizem novamente, vá dar um passeio, pinte um desenho ou deixe passar uns dias antes de decidir e lidar com a situação ou pessoa que te irritou ou entristeceu.
Quando o tempo passa algumas coisas simplesmente deixam de ter importância, e alguns detalhes que antes eram angustiantes passam a ser amenidades que relativizamos e aceitamos como inerentes às circunstâncias.
Digamos que é graças ao tempo que nos afastamos e deixamos de reagir com intensidade emocional, evitando gerar decepções, expectativas e traições. Conseguir, enfim, não ser controlado por nossas emoções é possível, mas é uma habilidade que se aprende somente com a prática.
A bússola interna, um grande benefício ganho com a distância emocional
No momento em que conseguimos criar uma distância emocional perante uma situação, podemos escutar o que diz a nossa bússola interna que nos dá intuições sobre o que está bem e o que está mal. Essas intuições muitas vezes são certas, posto que se baseiam nos nossos sentimentos, muito mais duradouros que nossas emoções.
Então, as decisões que tomamos a respeito dos demais e do que aconteceu serão muito melhores e mais coerentes com o que sentimos e pensamos verdadeiramente. Aquipodemos saber o que merece atenção e o que pode ser ignorado, fomentando um sentimento bom e impedindo que soframos por aquelas coisas que não podemos controlar.
Resumidamente, é muito importante que diante de situações complicadas ou com muita carga e intensidade emocional criemos uma distância, pois assim teremos sucesso em ver que os aspectos mais passageiros de nossas emoções nos confundem, e então não nos arrependeremos de agir de uma ou outra forma.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
9 formas com as quais seu cérebro sofre quando você não dorme direito (Vida em Equilíbrio)
Ficar cansado é terrível para o seu cérebro e pode ser extremamente destrutivo, afinal, você fica mais propenso a tomar decisões arriscadas, a esquecer o que fez e, muitas vezes, a agir feito idiota. Para que você tenha ideia da gravidade do problema, saiba que dirigir cansado é tão perigoso quanto dirigir bêbado.
Para evitar danos à sua saúde, durma o suficiente - pelo menos 8 h por dia - para ter um cérebro em plena forma. Afinal, os efeitos do cansaço no órgão não são legais, confira:
1. Perda de memória
O hipocampo, uma parte do cérebro, exibe um padrão de atividade neural quando a mente "grava" novas informações. Cientistas acreditam que o órgão faz essa atividade enquanto nós dormimos - sim, enquanto dormimos, gravamos as informações. Portanto, se você não dormir, irá acabar "perdendo" suas memórias.
2. Raiva
Instabilidade emocional pode ser, em parte, um produto de comunicação interrompida entre duas regiões cerebrais. Mais precisamente entre a amígdala, estrutura cerebral responsável pelas emoções, e o córtex pré-frontal, responsável por regular os sentimentos. Não dormir corta essa conexão e sua amígdala fica totalmente sem filtro.
3. Pensamento rápido prejudicado
O cansaço afeta os processos cognitivos do pensamento, o que ajuda na hora de um debate, quando você não dorme, seus argumentos ficam meio sem sentido. Cientistas acreditam que as atividades no giro frontal inferior - responsável pelo poder de argumentação - melhoram enquanto dormimos.
4. Alucinações
O cérebro bem descansado é capaz de filtrar melhor estímulos (som, luz, cheiro, etc...). Quando o cérebro não consegue filtrar os estímulos recebidos, o caos se instala. Depois de virar uma noite, as pessoas podem começar a ver coisas que não estão lá.
5. Distração
Todos nós perdemos o foco às vezes, mas existe uma parte do cérebro responsável pela atenção, e ela é uma das mais prejudicadas quando estamos cansados. Depois de uma boa noite de sono, seu cérebro descansa e volta ao normal.
6. Dor de cabeça
Adultos saudáveis podem perder algumas funções cerebrais quando não dormem e isso pode dar uma dor de cabeça imensa. As alterações nos lobos frontal, temporal e parietal são os responsáveis pela dor, mas os cientistas ainda não sabem explicar o porquê.
7. Fala arrastada
O lobo temporal, a região do cérebro que processa a linguagem, é muito exigida durante o dia. Se deixamos de dormir, essa parte do cérebro pode ficar sobrecarregada e causar uma fala arrastada – a famosa voz de sono.
8. Decisões arriscadas
Não aposte no sono! Pessoas cansadas não devem tomar decisões importantes. Não dormir causa algumas alterações no córtex pré-frontal, responsável pelo julgamento de possibilidades. Isso faz você pensar que pode conseguir as coisas do seu jeito, mas isso pode ser um engano e tanto.
9. Lesão cerebral
Não dormir pode matar algumas células do cérebro. Infelizmente, os danos são irreparáveis nesses casos. Você não vai conseguir recuperar as células perdidas, mas pode evitar uma perda maior com uma boa noite de sono – pelo menos 8 horas por dia.
Durma bem, além de ser maravilhoso, é de extrema necessidade.
sábado, 26 de setembro de 2015
Fuja do estresse e tenha uma vida com mais qualidade - Christian Barbosa
Estresse todo mundo em, é uma reação natural do corpo a alguma ameaça externa. Desde o tempo das cavernas o estresse atua em nosso benefício. Quando o homem precisava caçar, o estresse preparava o seu corpo, deixando-o em estado de atenção, aumentando o foco e aguçando os sentidos e os reflexos. O estresse nos momentos certos é positivo. O grande problema é que hoje tudo provoca esse estado e com tamanha frequência que acaba sobrecarregando o organismo e prejudicando a saúde.
Os fatores que geram o estresse já são bem conhecidos por muitos. Os mais comuns são: as preocupações, a falta de tempo ou problemas familiares. Já os efeitos que eles causam no organismo são bem variados: pode ser uma dor de cabeça, tensão ou dor muscular, fadiga, distúrbios de sono, raiva, ansiedade, falta de motivação, falta de foco, irritabilidade etc.
Eu vivi um quadro extremo de estresse que acabou com a minha saúde, porém foi isso que fez ser quem eu sou hoje. E, assim como eu, muitas pessoas esperam o organismo dar "defeito" para perceber que ninguém é de ferro. Isso porque a coisa mais difícil do mundo é enxergar o óbvio. Geralmente, conseguimos ver o complexo, mas o óbvio é muito mais complicado.
Sempre digo que hoje pode ser apenas um estresse bem leve, mas que, se acumulado e sem intervenção, pode acabar com a sua saúde. É uma preocupação aqui, outra ali, dificuldades na carreira, problemas financeiros ou de relacionamentos que fazem com que o problema se agrave. Por isso, selecionei algumas ações que podem ajudar a minimizar o problema:
Aceite o problema
Ter estresse não é o fim do mundo, qualquer pessoa está sujeita a momentos de estresse na vida. Portanto, é fundamental que você aceite isso e previna-se. Deixar para mudar só depois que está doente pode ser tarde demais. Admitir o problema ajuda a tomar a atitude de mudar, negar só vai te prejudicar.
Agende checkups
Você deve fazer um checkup ao menos uma vez por ano. Isso significa ir ao clínico geral, cardiologista, oftalmologista, urologista, ginecologista, dentista etc. É impressionante a quantidade de executivos que passam anos sem ir ao médico e só vão quando sentem alguma dor. Se você não tem o hábito de ir ao médico para ver como está a sua saúde, inclua essa tarefa na sua agenda agora mesmo.
Seja mais produtivo
Quanto mais tempo você tiver para aquilo que realmente gosta de fazer, menos estresse você terá. Com tempo disponível você consegui ir ao médico, praticar esportes, sair com os amigos, se dedicar mais à família e aos sonhos. É outra vida!
Invista nos seus hobbies ou na sua fé
Você precisa ter uma válvula de escape, algo que te ajude a se sentir melhor ao investir o seu tempo. Pode ser um hobby, um esporte, uma prática religiosa, meditação ou qualquer outra coisa que o deixe mais concentrado. Só você pode descobrir o que fazer, portanto não espere isso cair do céu. Saia do lugar e tente encontrar o melhor "remédio natural" para você.
Faça diferente
De nada adianta saber que está estressado e continuar insistindo naquilo que está minando sua resistência. É necessário fazer alguma mudança, pode ser na alimentação, no seu estilo de vida ou no trabalho. A regra é óbvia, se você fizer as coisas do mesmo jeito, seu estresse permanecerá. Defina as suas áreas de mudança e comece algo novo.
Procure ajuda
Não tente enfrentar o estresse sozinho. Cercado de pessoas que gostam de você, fica mais fácil resolver o problema. Converse com o seu chefe, familiares ou amigos. Peça ajuda para marcar médicos, para acompanhá-lo nos exames, para fazer algo diferente, para ir com você à academia ou simplesmente para aproveitar mais sua vida.
Com ou sem você a vida continua
Pode parecer dura, mas é verdade: se você "der defeito" por conta do estresse, sua falta será sentida, as pessoas ficarão tristes, mas as coisas vão acabar se ajustando, será apenas questão de tempo. Lembranças, valores e histórias são para sempre, mas não pessoas. A vida vai acabar para todos nós. Cabe a você prolongá-la ou sair de cena; a escolha é sua. Não deixe o estresse determinar o seu destino: lute, mude e faça acontecer.
Nem tudo é tão grave quanto parece
Que muita gente faz tempestade em copo de água é inegável. Quantas tarefas não são tão urgentes assim? Quantas situações que até então eram pouco complicadas tomaram proporções gigantes de repente? A próxima vez que surgir um problema, analise-o com objetividade, não o alimente. Um pouco de leveza ajuda muito a reduzir o estresse e focar os pensamentos em atitudes mais relaxantes.
Não espere chegar ao mais elevado nível de estresse para começar a pensar em qualidade de vida. Crie um plano de ação na sua agenda e estipule tarefas para melhorar o seu dia a dia. Não fique apenas na intenção, priorize o seu bem-estar!
(texto publicado na revista Leve & Leia nº 130 - ano 9 - setembro de 2015)
terça-feira, 28 de abril de 2015
As 7 emoções negativas segundo a medicina chinesa (O Segredo)
As sete emoções básicas relacionadas às funções orgânicas são a raiva, alegria, preocupação, pensamento obsessivo, tristeza, medo e choque (pavor). Apesar da conexão mente/corpo ter sido reconhecida relativamente há pouco tempo na medicina ocidental, a interação das emoções com o corpo físico é um aspecto essencial na Medicina Tradicional Chinesa.
Cada órgão corresponde a uma emoção e o desequilíbrio dessa emoção pode afetar a função do órgão. Por exemplo, a raiva prolongada pode levar a um desequilíbrio no fígado. Ao mesmo tempo, desequilíbrios no fígado podem produzir sintomas de raiva que geralmente levam a um ciclo auto-perpetuador.
Ao discutirmos o aspecto emocional do processo da doença, é importante lembrar que é normal sentirmos a gama completa das emoções. Uma fonte de desequilíbrio surge somente quando uma emoção em particular é vivenciada por um período prolongado de tempo ou com uma intensidade específica.
Certamente é importante que uma pessoa com problemas emocionais sérios recorra à ajuda profissional de um psicoterapeuta. Mas, mesmo nesses casos, a terapia é mais eficaz quando o desequilíbrio do órgão correspondente é ajustado. A acupuntura é especialmente eficaz no tratamento de desordens emocionais. Mesmo quando ela não é completamente eficaz no tratamento de distúrbios físicos, quase sempre ela proporciona um estado de paz emocional.
RAIVA
Está associada ao fígado. Por sua natureza, a raiva causa o aumento do qi, o que provoca rosto e olhos avermelhados, dores de cabeça e vertigens. Isso coincide com o padrão de aumento do chamado fogo do fígado. A raiva também pode fazer o qui do fígado "atacar o baço", produzindo falta de apetite, indigestão e diarreia, geralmente isso ocorre com pessoas que discutem na mesa de refeições ou comem enquanto dirigem.
Numa visão mais a longo prazo, a raiva ou frustração reprimida normalmente causa a estagnação do qi e isso pode resultar em depressão ou desordens menstruais. É interessante notar que as pessoas que ingerem ervas para liberar o qi estagnado do fígado normalmente experimentam surtos de raiva quando a estagnação é liberada. A raiva passa quando o equilíbrio é restaurado. Da mesma forma, geralmente a raiva e a irritabilidade são os fatores determinantes no diagnóstico da estagnação do qi do fígado.
Muitas pessoas ficam aliviadas ao saber que sua raiva tem um fundo psicológico. É essencial evitar ingerir café durante o tratamento de desordens do fígado relacionadas à raiva, pois o café aquece o fígado e intensifica muito a condição desfavorável.
ALEGRIA
A emoção da alegria está ligada ao coração. Uma desordem relacionada à alegria pode parecer estranha, já que a maioria das pessoas deseja o máximo de alegria em suas vidas. As desordens dessa emoção não são causadas pela felicidade. O desequilíbrio surge quando entusiasmo ou estímulos excessivos ocorrem ou boas notícias súbitas chegam como um choque para o sistema.
Ao avaliar os níveis de estresse, os psicólogos verificam todas as fontes de estresse: positivas e negativas. É claro que a morte de um cônjuge ou a perda de um emprego é uma fonte significante de estresse. Porém, um casamento ou promoção no emprego, ainda que seja uma ocasião feliz, também é uma fonte de estresse.
Uma pessoa que está constantemente saindo, frequentando festas e vivendo um vida de excessos, pode acabar desenvolvendo desequilíbrios do coração como palpitações, ansiedade e insônia. Uma pessoa com desequilíbrios no coração também pode demonstrar sintomas emocionais, já que o coração é o lar do espírito (shen). Uma pessoa com sérios distúrbios no shen do coração pode ser vista conversando alegremente consigo mesma e tendo surtos de gargalhadas.
Tal comportamento resulta da incapacidade do órgão do coração em proporcionar um local de descanso estável para o espírito. Esse tipo de desequilíbrio é tratado com acupuntura ao longo do meridiano do coração. Os tratamentos herbários consistem em fórmulas que nutrem o sangue do coração ou yin. Se o fogo do coração perturba o espírito, ervas que limpam o calor do coração são usadas.
PREOCUPAÇÃO
A preocupação, uma emoção muito comum em nossa sociedade repleta de estresses, pode esgotar a energia do baço. Isso pode causar distúrbios digestivos e acabar levando à fadiga crônica: um baço enfraquecido não pode transformar o alimento em qi de maneira eficaz e também os pulmões são incapazes de extrair o qi do ar eficientemente.
Uma pessoa que se preocupa muito "transporta o peso do mundo sobre seus ombros", e uma palavra que descreve muito bem como uma pessoa se sente quando o qi de seu baço está fraco e depressão. O tratamento inclui moxa e ervas que fortificam o baço, o que proporciona à pessoa energia para lidar com os problemas da vida em vez de vivenciá-los.
PENSAMENTO OBSESSIVO
Pensar excessivamente ou obsessivamente sobre um assunto também pode esgotar o baço, o que causa a sua estagnação. Uma pessoa com essa condição pode exibir sintomas como falta de apetite, esquecimento de se alimentar e inchaço após comer. Com o tempo, a pessoa pode desenvolver uma complexão pálida devido à deficiência de qi do baço. Eventualmente, isso pode afetar o coração, fazendo a pessoa sonhar com os mesmos assuntos à noite. Geralmente os estudantes são afetados por esse desequilíbrio. O tratamento padrão é usar ervas que tonifiquem o sangue do coração e o qi do baço.
TRISTEZA
A tristeza ou pesar afeta os pulmões, produzindo fadiga, falta de ar, choro ou depressão. O tratamento dessa condição envolve acupuntura para os pontos ao longo dos meridianos do pulmão e rim. Normalmente, fórmulas herbárias são usadas para tonificar o qi ou yin dos pulmões.
MEDO
A emoção do medo está relacionada com os rins. Essa ligação pode ser prontamente percebida quando o medo extremo faz uma pessoa urinar incontrolavelmente. Nas crianças isso também se manifesta quando elas urinam na cama, o que os psicólogos associaram com insegurança e ansiedade.
A ansiedade prolongada devido às preocupações com o futuro pode esgotar o yin, yang e qi dos rins, o que pode eventualmente levar à fraqueza crônica. O tratamento envolve tonificar os rins com tônicos yin ou yang, dependendo dos sintomas particulares.
CHOQUE (PAVOR)
O choque é especialmente debilitante para os rins e o coração. A reação "lutar ou fugir" causa uma liberação excessiva de adrenalina das glândulas adrenais ou supra-renais, que se localizam sobre os rins. Isso faz o coração responder com palpitações, ansiedade e insônia.
O estresse crônico oriundo do choque pode ser muito debilitante para o sistema inteiro, causando uma ampla gama de problemas. O choque severo pode ter um efeito duradouro sobre o shen do coração, como fica evidente em vítimas da síndrome do estresse pós-traumático. O tratamento envolve psicoterapia, ervas que acalmam o espírito e nutrem o coração e rins, e tratamentos regulares de acupuntura.
Fonte: Interação Holística
ALEGRIA
A emoção da alegria está ligada ao coração. Uma desordem relacionada à alegria pode parecer estranha, já que a maioria das pessoas deseja o máximo de alegria em suas vidas. As desordens dessa emoção não são causadas pela felicidade. O desequilíbrio surge quando entusiasmo ou estímulos excessivos ocorrem ou boas notícias súbitas chegam como um choque para o sistema.
Ao avaliar os níveis de estresse, os psicólogos verificam todas as fontes de estresse: positivas e negativas. É claro que a morte de um cônjuge ou a perda de um emprego é uma fonte significante de estresse. Porém, um casamento ou promoção no emprego, ainda que seja uma ocasião feliz, também é uma fonte de estresse.
Uma pessoa que está constantemente saindo, frequentando festas e vivendo um vida de excessos, pode acabar desenvolvendo desequilíbrios do coração como palpitações, ansiedade e insônia. Uma pessoa com desequilíbrios no coração também pode demonstrar sintomas emocionais, já que o coração é o lar do espírito (shen). Uma pessoa com sérios distúrbios no shen do coração pode ser vista conversando alegremente consigo mesma e tendo surtos de gargalhadas.
Tal comportamento resulta da incapacidade do órgão do coração em proporcionar um local de descanso estável para o espírito. Esse tipo de desequilíbrio é tratado com acupuntura ao longo do meridiano do coração. Os tratamentos herbários consistem em fórmulas que nutrem o sangue do coração ou yin. Se o fogo do coração perturba o espírito, ervas que limpam o calor do coração são usadas.
PREOCUPAÇÃO
A preocupação, uma emoção muito comum em nossa sociedade repleta de estresses, pode esgotar a energia do baço. Isso pode causar distúrbios digestivos e acabar levando à fadiga crônica: um baço enfraquecido não pode transformar o alimento em qi de maneira eficaz e também os pulmões são incapazes de extrair o qi do ar eficientemente.
Uma pessoa que se preocupa muito "transporta o peso do mundo sobre seus ombros", e uma palavra que descreve muito bem como uma pessoa se sente quando o qi de seu baço está fraco e depressão. O tratamento inclui moxa e ervas que fortificam o baço, o que proporciona à pessoa energia para lidar com os problemas da vida em vez de vivenciá-los.
PENSAMENTO OBSESSIVO
Pensar excessivamente ou obsessivamente sobre um assunto também pode esgotar o baço, o que causa a sua estagnação. Uma pessoa com essa condição pode exibir sintomas como falta de apetite, esquecimento de se alimentar e inchaço após comer. Com o tempo, a pessoa pode desenvolver uma complexão pálida devido à deficiência de qi do baço. Eventualmente, isso pode afetar o coração, fazendo a pessoa sonhar com os mesmos assuntos à noite. Geralmente os estudantes são afetados por esse desequilíbrio. O tratamento padrão é usar ervas que tonifiquem o sangue do coração e o qi do baço.
TRISTEZA
A tristeza ou pesar afeta os pulmões, produzindo fadiga, falta de ar, choro ou depressão. O tratamento dessa condição envolve acupuntura para os pontos ao longo dos meridianos do pulmão e rim. Normalmente, fórmulas herbárias são usadas para tonificar o qi ou yin dos pulmões.
MEDO
A emoção do medo está relacionada com os rins. Essa ligação pode ser prontamente percebida quando o medo extremo faz uma pessoa urinar incontrolavelmente. Nas crianças isso também se manifesta quando elas urinam na cama, o que os psicólogos associaram com insegurança e ansiedade.
A ansiedade prolongada devido às preocupações com o futuro pode esgotar o yin, yang e qi dos rins, o que pode eventualmente levar à fraqueza crônica. O tratamento envolve tonificar os rins com tônicos yin ou yang, dependendo dos sintomas particulares.
CHOQUE (PAVOR)
O choque é especialmente debilitante para os rins e o coração. A reação "lutar ou fugir" causa uma liberação excessiva de adrenalina das glândulas adrenais ou supra-renais, que se localizam sobre os rins. Isso faz o coração responder com palpitações, ansiedade e insônia.
O estresse crônico oriundo do choque pode ser muito debilitante para o sistema inteiro, causando uma ampla gama de problemas. O choque severo pode ter um efeito duradouro sobre o shen do coração, como fica evidente em vítimas da síndrome do estresse pós-traumático. O tratamento envolve psicoterapia, ervas que acalmam o espírito e nutrem o coração e rins, e tratamentos regulares de acupuntura.
Fonte: Interação Holística
quarta-feira, 22 de abril de 2015
As doenças bucais e as emoções - Heloísa Coelho e Márcia Sgrinhelli, cirurgiãs-dentistas com orientação psicossomática
Durante 31 anos de experiência clínica internacional, temos comprovado que as emoções negativas não conscientizadas geram doenças bucais. Raiva, inveja e medo desequilibram o funcionamento das glândulas salivares. A busca de fantasias, a ansiedade, angústia, arrogância e teomania também prejudicam o sistema imunológico. Tudo o que nós escondemos de nós mesmos acaba por ser revelado em nosso corpo, que forma uma unidade inseparável, energética, o que chamamos de "alma" (Pacheco, C - De Olho na Saúde).
A nossa boca revela um pouco do nosso interior
Os mais raivosos têm tendência a formar cáries dentárias e gengivites. O nível de censura determina o grau de doença do ser humano. Portanto, os que censuram muito podem ter grandes cáries e, se não tratá-las, podem necessitar de tratamento de canal. Os que resistem à visão de seus próprios erros e desejam mascarar qualquer problema que tenham, podem apresentar mau hálito.
Os que têm mais censura, exagerado perfeccionismo e idealização apresentam bruxismo (ranger e/ou apertar os dentes) e podem também ter distúrbios de articulação temporomandibular (DTM). Para a pessoa saber o que ela está fazendo com seu interior, basta ver o que acontece no seu exterior; o portador de bruxismo range os dentes diante da verdade, numa atitude de negar ou deturpar a realidade (destruição do Ser). Além disso, podem ter alguma atividade parafuncional (nas unhas, uso exagerado de chicletes e mastigar alimentos muito duros). Os que são dotados de insegurança afetiva, desadaptados socialmente e possuem o desejo inconsciente de destruir os dentes (inveja) têm hábito de consumir excesso de ácidos (refrigerante tipo cola, vinagre, limão etc). Esses ácidos causam erosão no esmalte dentário; se forem consumidos junto com alimentos muito duros causam abrasão nos dentes, desgastando-os mais ainda. Os idosos que são mais inativos, e têm ímpetos de inveja e ódio, podem sofrer de nevralgia do trigêmeo.
Até os ossos da face são influenciados pela psique e atitudes do indivíduo, que determinam a harmonia ou desarmonia do crescimento ósseo. Assim, os mais voluntariosos e prepotentes podem desenvolver prognatismo (a mandíbula cresce demais, deixando o queixo proeminente).
Os que são ansiosos, inseguros, dependentes, que adoecem quando têm que assumir responsabilidades, imaturos, autodestrutivos e se recusam a sentir suas dores psicológicas, é comum terem aftas (estomatite aftosa), cuja incidência é duas vezes maior no sexo feminino. As crianças que tiverem muito ciúme (inveja) de um irmão mais novo poderão ter estomatite.
Os muito medrosos têm tendência a apresentar problemas periodontais mais sérios, como perda óssea com consequente mobilidade dentária. Os que têm problema de ética poderão apresentar perdas ósseas maiores, a ponto de comprometer uma ou mais raízes.
Toda atitude é decorrente da nossa psique
Os que não querem tratar da sua sujeira interior - problemas, atitudes neuróticas, que estão corroendo o que têm de perfeito em seu Ser - não escovam bem os dentes. Já os perfeccionistas, com tendência à compulsão, que não querem ver nenhuma sujeira (erro, imperfeição) no seu interior, escovam os dentes com muita força, desgastando o esmalte dentário e causando retração gengival.
A busca do prazer leva às doenças físicas
Keppe revela, através das suas descobertas psicanalíticas, que o grau de equilíbrio e de bem-estar é proporcionalmente oposto à busca de prazer que o indivíduo faz. Em outras palavras - o apego ao sensorialismo não deixa de ser uma destruição ao próprio corpo. Assim, os que ingerem com muita frequência carboidratos refinados na tentativa de compensar seus problemas afetivos, acabam adquirindo cáries dentárias, obesidade etc. Aqueles que fumam - começam o vício por acreditar que isso vai melhorar seu bem-estar; e acabam prejudicando a sua saúde, podendo ter doença periodontal, problemas pulmonares etc.
Tanto o consumo exagerado de açúcar branco como o fumo são buscados com a tentativa de fugir ou aliviar as tensões e angústias. "A angústia provém da alteração, inversão e negação ao sentimento; é o "esforço" para eliminá-lo de nossas vidas. E, como sentimento é amor (pois o ódio, a ira, a inveja constituem sua negação) tentamos assim acabar com o nosso bem." (Keppe, N. - A Libertação)
(texto publicado no jornal Stop a destruição do mundo nº 81 - ano VIII)
sexta-feira, 3 de abril de 2015
Quando il corpo parla: Ecco che i disturbi svaniscono cambiando la mente - Dioni aka Riccardo Lautizi (Dionidream)
Cosa si nasconde dietro questo o quel malessere? Cerchiamo di capire i segnali che ci manda il nostro corpo. Non deve essere per forza successo qualcosa di eclatante, basta un non detto, una situazione che torna su, un trauma infantile che riemerge ogni volta sebbene non lo riconosciamo, e via che inizia un fastidio o un disturbo. Quando il corpo si difende da emozioni o eventi spiacevoli e intollerabili manifesta il proprio disagio su alcuni organi, detti bersaglio.
Correlazioni psicosomatiche, corpo e psiche
- I disturbi dell'apparato muscolo-scheletrico ci "parlano" di disagi legati al sostegno, alla flessibilità, alla rigidità, alla capacità di "portare pesi", alla libertà di movimento, di indipendenza o di autonomia.
- La pelle manifesta problemi legati al contatto, alla comunicazione, all'espressione emotiva, alle relazioni, comportandosi come una "tela" su cui si dipingono le emozioni più profonde (tra cui rabbia, irritazione, rifiuto, senso di ingiustizia, aggressività repressa) o stati di stress.
- L'apparato respiratorio può raccontare dei problemi che si vivono nell'ambiente familiare o lavorativo e dei conflitti, disagi, dolori o frustrazioni che vi si "respirano"; del bisogno o della mancanza, metaforici, di spazio e di "aria", di indipendenza o di autonomia. I disturbi che si manifestano negli organi corrispondenti (asma, affanno, iperventilazione, respiro corto) possono indicare un'assenza di gusto per la vita, la perdita del desiderio di continuar a viver, ma anche la paura di perdere la vita.
- L'apparato digerente rappresenta il nostro modo di "digerire" e "mandare giù" esperienze o situazioni esistenziali, di assimilarle o eliminarle; la capacità di gestire la rabbia e l'aggressività; di "trattenere" e di lasciare andare; di vivere paure e insicurezze.
- L'apparato cardiocirculatorio esprime la capacità di gestione dei nostri affetti più profondi, degli istinti e delle emozioni, la capacità di dare e ricevere amore; di permettere la libera "circolazione" della gioia, delle passioni, dell'amor nella nostra vita. Palpitazioni, aritimie , sensazioni dolorose, disturbi vasomotori ecc. possono ricondurre a vissuti di tipo abbandonico e di precoci separazioni nella vita affettiva dei soggetti interessati. i disturbi maggiori, invece, possono essere ricondotti allo stress psichico continuo unito ad alcune caratteristiche di personalità (tra cui forte competitività, ambizione, aggressività).
- L'apparato urinario può manifestare problemi legati al contatto, alla comunicazione, a conflitti interpersonali o a paure profonde, mentre l'apparato genitale esprime spesso conflitti legati alla sessualità, ai rapporti di coppia, a rabbia, collera, frustrazioni o aggressività represse.
- Il sistema immunitario può segnalare stati di "conflitto" somatizzati nel corpo come allergie, infezioni o infiammazioni; il tentativo simbolico di "combattere" ambienti o situazioni vissuti come pericolosi o problematici.
Sintomi
- mal di testa: la cefalea può indicare il bisogno di allentare l'eccessivo controllo razionale, e quindi il desiderio di lasciare più spazio all'intuizione. Di solito, infatti, chi soffre di mal di testa ha una mente lucida e razionale (fin troppo), che deve tenere sempre sotto controllo senza cedere e lasciarsi andare mai;
- mal di stomaco: quando si soffre spesso di gastriti, bruciori di stomaco o altri disturbi digestivi, spesso l'atteggiamento tipico è "mandare giù" con troppo frequenza le offese della vita. Il motto di queste persone è "porgere l'altra guancia", ma nello stesso tempo covano rabbie e risentimenti profondi. In questo modo costringono lo stomaco ad una lenta e complessa "digestione" della rabbia. In pratica, sono vittime di troppa "diplomazia";
- disturbi intestinali: a livello intestinale poi la stitichezza può essere indice di un attaccamento eccessivo ai beni materiali, ma può anche rappresentare la paura di portare alla luce contenuti inconsci ed emozioni dalle quali non si riesce a prendere le distanze. La colite invece può affligere chi è solito fare scenate, non reprimere rabbia e aggressività, tranne per provare disprezzo verso se stesso per quello che ha fatto: l'intestino si fa carico simbolicamente di questi sensi di colpa e tenta di spazzarli via simbolicamente con gli attacchi di colite;
- mani sempre sudate: affligge prevalentemente le persone timide, emotive, ansiose, schive e solitarie e che hanno difficoltà ad instaurare rapporti interpersonali;
- eruzioni cutanee: queste possono rivelare que non si hanno ben chiari i propri confini e che per difendersi si cerca, metaforicamente, di tenere lontani gli altri. Ma possono anche indicare che, pur non potendolo permetterselo, si vorrebbe che gli altri stessero più vicini.
Sintomi psicosomatici, cosa fare
- Se il tuo corpo sta cercando di dirti qualcosa, ASCOLTALO!
- Chiediti cosa causa stress, preoccupazioni, ansia nella tua vita
- Affronta quelle situazioni con realismo e rilassatezza per cambiarle in tuo favore ove possibile. Un giorno moriremo tutti, questo riporta nel presente e fa apprezzare il valore delle cose
- Trova delle valvole di sfogo, fai cose che ti piacciono, prova con la musica, lo yoga, il training autogeno, la piscina, la palestra, dei massaggi, una bella vacanza... ma soprattutto, che ti rilassino
- Sii consapevole che i disturbi psicosomatici sono come dei campanelli di allarme che il tuo corpo fa scattare, delle spie lampeggianti da tenere nel debito conto: un po' come la spia dell'olio nell'automobile: meglio fermarsi oggi per fare manutenzione che rischiare un incidente domani.
Correlazioni psicosomatiche, corpo e psiche
- I disturbi dell'apparato muscolo-scheletrico ci "parlano" di disagi legati al sostegno, alla flessibilità, alla rigidità, alla capacità di "portare pesi", alla libertà di movimento, di indipendenza o di autonomia.
- La pelle manifesta problemi legati al contatto, alla comunicazione, all'espressione emotiva, alle relazioni, comportandosi come una "tela" su cui si dipingono le emozioni più profonde (tra cui rabbia, irritazione, rifiuto, senso di ingiustizia, aggressività repressa) o stati di stress.
- L'apparato respiratorio può raccontare dei problemi che si vivono nell'ambiente familiare o lavorativo e dei conflitti, disagi, dolori o frustrazioni che vi si "respirano"; del bisogno o della mancanza, metaforici, di spazio e di "aria", di indipendenza o di autonomia. I disturbi che si manifestano negli organi corrispondenti (asma, affanno, iperventilazione, respiro corto) possono indicare un'assenza di gusto per la vita, la perdita del desiderio di continuar a viver, ma anche la paura di perdere la vita.
- L'apparato digerente rappresenta il nostro modo di "digerire" e "mandare giù" esperienze o situazioni esistenziali, di assimilarle o eliminarle; la capacità di gestire la rabbia e l'aggressività; di "trattenere" e di lasciare andare; di vivere paure e insicurezze.
- L'apparato cardiocirculatorio esprime la capacità di gestione dei nostri affetti più profondi, degli istinti e delle emozioni, la capacità di dare e ricevere amore; di permettere la libera "circolazione" della gioia, delle passioni, dell'amor nella nostra vita. Palpitazioni, aritimie , sensazioni dolorose, disturbi vasomotori ecc. possono ricondurre a vissuti di tipo abbandonico e di precoci separazioni nella vita affettiva dei soggetti interessati. i disturbi maggiori, invece, possono essere ricondotti allo stress psichico continuo unito ad alcune caratteristiche di personalità (tra cui forte competitività, ambizione, aggressività).
- L'apparato urinario può manifestare problemi legati al contatto, alla comunicazione, a conflitti interpersonali o a paure profonde, mentre l'apparato genitale esprime spesso conflitti legati alla sessualità, ai rapporti di coppia, a rabbia, collera, frustrazioni o aggressività represse.
- Il sistema immunitario può segnalare stati di "conflitto" somatizzati nel corpo come allergie, infezioni o infiammazioni; il tentativo simbolico di "combattere" ambienti o situazioni vissuti come pericolosi o problematici.
Sintomi
- mal di testa: la cefalea può indicare il bisogno di allentare l'eccessivo controllo razionale, e quindi il desiderio di lasciare più spazio all'intuizione. Di solito, infatti, chi soffre di mal di testa ha una mente lucida e razionale (fin troppo), che deve tenere sempre sotto controllo senza cedere e lasciarsi andare mai;
- mal di stomaco: quando si soffre spesso di gastriti, bruciori di stomaco o altri disturbi digestivi, spesso l'atteggiamento tipico è "mandare giù" con troppo frequenza le offese della vita. Il motto di queste persone è "porgere l'altra guancia", ma nello stesso tempo covano rabbie e risentimenti profondi. In questo modo costringono lo stomaco ad una lenta e complessa "digestione" della rabbia. In pratica, sono vittime di troppa "diplomazia";
- disturbi intestinali: a livello intestinale poi la stitichezza può essere indice di un attaccamento eccessivo ai beni materiali, ma può anche rappresentare la paura di portare alla luce contenuti inconsci ed emozioni dalle quali non si riesce a prendere le distanze. La colite invece può affligere chi è solito fare scenate, non reprimere rabbia e aggressività, tranne per provare disprezzo verso se stesso per quello che ha fatto: l'intestino si fa carico simbolicamente di questi sensi di colpa e tenta di spazzarli via simbolicamente con gli attacchi di colite;
- mani sempre sudate: affligge prevalentemente le persone timide, emotive, ansiose, schive e solitarie e che hanno difficoltà ad instaurare rapporti interpersonali;
- eruzioni cutanee: queste possono rivelare que non si hanno ben chiari i propri confini e che per difendersi si cerca, metaforicamente, di tenere lontani gli altri. Ma possono anche indicare che, pur non potendolo permetterselo, si vorrebbe che gli altri stessero più vicini.
Sintomi psicosomatici, cosa fare
- Se il tuo corpo sta cercando di dirti qualcosa, ASCOLTALO!
- Chiediti cosa causa stress, preoccupazioni, ansia nella tua vita
- Affronta quelle situazioni con realismo e rilassatezza per cambiarle in tuo favore ove possibile. Un giorno moriremo tutti, questo riporta nel presente e fa apprezzare il valore delle cose
- Trova delle valvole di sfogo, fai cose che ti piacciono, prova con la musica, lo yoga, il training autogeno, la piscina, la palestra, dei massaggi, una bella vacanza... ma soprattutto, che ti rilassino
- Sii consapevole che i disturbi psicosomatici sono come dei campanelli di allarme che il tuo corpo fa scattare, delle spie lampeggianti da tenere nel debito conto: un po' come la spia dell'olio nell'automobile: meglio fermarsi oggi per fare manutenzione che rischiare un incidente domani.
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terça-feira, 31 de março de 2015
O efeito das emoções na mente e espírito - Rosyres Fernandes
As emoções são estímulos mentais que influenciam nossa vida afetiva. Sob circunstâncias normais, não se constituem na causa de doença. Dificilmente o ser humano evita a sensação de raiva, tristeza, pesar, preocupação ou medo em vários momentos da vida. A morte de um parente, por exemplo, provoca um sentimento muito natural de pesar, entretanto, não devemos confundir nossa vida mental e espiritual com nossa vida emocional. É perfeitamente possível ser ativo e animado sem estar sobrecarregado de emoções excessivas que perturbam a mente.
A prática budista de buscar a iluminação é precisamente designada para aquietar a mente e para submetê-la a um estado de "desatenção" ao estímulo emocional, que apenas a agita. Porém, a pintura budista de um ser iluminado não mostra um indivíduo do tipo "robô enfadonho", mas uma pessoa vibrante, animada e mesmo jovial, que pode se misturar com o povo normalmente.
As emoções se tornam causa de doença apenas quando são excessivas ou prolongadas. Dificilmente consegue-se evitar a sensação de raiva, porém um estado temporário da mesma não gera doença, mas, se o indivíduo sente-se constantemente irritado por muitos anos, esta emoção seguramente irá perturbar sua mente causando alguma doença. Embora as emoções sejam uma causa explícita de doença, possuem também uma contraparte saudável. A mesma energia mental que produz e nutre as emoções excessivas pode ser utilizada e direcionada para propósitos criativos e satisfatórios.
Assim, cada emoção, como causa de doença, é apenas um lado da moeda; o outro é a energia mental que pertence ao órgão Yin correspondente. Isto explica por que uma determinada emoção afeta um órgão específico: um órgão em particular já produz uma energia mental determinada, com características específicas que, quando sujeitas ao estímulo emocional, reagem ou ressoam com uma emoção em particular. Ou seja, as emoções não se constituem em alguma coisa que sai dos órgãos internos para atacá-los. Os órgãos já possuem uma energia mental positiva, que apenas se torna negativa quando provocada por determinadas circunstâncias externas.
Um exemplo. Por que a raiva afeta o fígado? Ao considerarmos as características do fígado (movimento livre, fácil e rápido, tendência para o Qi - energia vital - subir, correspondência com a primavera quando a força da energia Yang queima acima, e correspondência com a madeira com seu movimento expansivo), facilmente compreendemos que o fígado é afetado pela raiva. Esta emoção, de explosão rápida, a ascensão do sangue para a cabeça que sentimos quando estamos com muita raiva, a qualidade destrutiva e expansiva de fúria e as simulações no nível afetivo se identificam com as características do fígado e da madeira descritas anteriormente.
As mesmas qualidades mentais e afetivas do fígado que podem gerar raiva e ressentimento ao longo de muitos anos podem ser aproveitadas e utilizadas para um desenvolvimento mental muito criativo. Concluiu-se então que a melhor maneira de lidar com as emoções, como causa de doença, não é ignorá-las, tampouco suprimi-las, mas reconhecê-las, observá-las e tentar usar a mesma energia mental para produzir objetivos.
Na Medicina Chinesa, as emoções são estímulos mentais que perturbam a mente, a alma etérea e a alma corpórea e, através delas, alteram o equilíbrio entre os órgãos internos e a harmonia do Qi e do sangue. É por esta razão que o estresse emocional é uma causa importante de doença, pois prejudica os órgãos internos diretamente. Por exemplo, se o Yin do fígado for deficiente, talvez por fatores alimentares e causar ascensão do Yang do fígado, pode fazer com que o indivíduo se torne irritável o tempo todo. Mas, quando o indivíduo sente-se constantemente irritado mediante uma determinada situação, ou em relação a uma pessoa em especial, este estado emocional pode fazer com que o Yang do fígado suba.
"O medo, ansiedade e melancolia do coração prejudicam a mente, a preocupação do baço, ou do pâncreas, prejudicam a inteligência, a tristeza e o trauma do fígado prejudicam a alma etérea, a alegria excessiva do pulmão prejudica a alma corpórea, a raiva dos rins prejudica a força de vontade." Isto ilustra com clareza a reciprocidade entre as emoções e os órgãos internos.
"O medo, ansiedade e melancolia do coração prejudicam a mente, a preocupação do baço, ou do pâncreas, prejudicam a inteligência, a tristeza e o trauma do fígado prejudicam a alma etérea, a alegria excessiva do pulmão prejudica a alma corpórea, a raiva dos rins prejudica a força de vontade." Isto ilustra com clareza a reciprocidade entre as emoções e os órgãos internos.
(texto publicado na revista Fitoterapia & Saúde nº 1 - ano 1)
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