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domingo, 7 de fevereiro de 2021
quinta-feira, 25 de junho de 2020
Por uma quarentena com mais bem estar - live com Mariana Ferrão, Fernando Rocha, Dr. Roberto Kalil e Dra. Marcia Purceli
Um reencontro muito feliz entre os dois ex-apresentadores do programa Bem Estar e o encontro da clara com a gema (o Dr. Kalil de branco e o Fernando de amarelo)
segunda-feira, 8 de junho de 2020
17 regras simples que vão ajudar você a viver mais e melhor (revista Leve & Leia)
17 regras simples que vão ajudar você a viver mais e melhor
1) Nunca se preocupar com as pequenas coisas;
2) Durma pelo menos 6 a 8 horas por dia;
3) Pratique atividade física de forma moderada;
4) Descanse pelo menos de 20 a 30 minutos após o almoço;
5) Dedique tempo ao lazer;
6) Dedique-se a atividades prazerosas; Leitura, cinema, pintura, música, viagens, falar bobagens e... amar bastante;
7) Elimine o sentimento de culpa;
8) Sorria sempre, pois não precisa de motivo, é contagioso e usamos cinco vezes menos músculos para sorrir do que para permanecer com o rosto sério e carrancudo;
9) Ajude ao próximo;
10) Pratique o bem, sem olhar a quem;
11) Mentalize sempre pensamentos positivos, eduque o seu cérebro para deixar-se penetrar apenas por coisas boas;
12) Busque a felicidade. No campo profissional, procure fazer o que gosta. No campo pessoal, tenha em mente que o segredo da felicidade consiste em ter um coração enorme e uma memória curta;
13) Perdoe;
14) Lembre-se: não existe felicidade sem sabedoria;
15) Não fumar e ingerir bebida alcoólica com moderação;
16) Consuma menos açúcar e menos sal. Aprenda a saborear o açúcar dos alimentos naturais;
17) Mantenha corpo e mente ocupados.
Eu acrescentaria mais uma regra:
18) Agradeça sempre por tudo o que acontece porque a nossa vida é um eterno aprendizado.
(texto publicado na revista Leve & Leia nº 162 - ano 13 - fevereiro e março de 2020)
O que é longevidade saudável e por que isso interessa a você - Dr. Ítalo Rachid
Quis postar este artigo que foi publicado no início do ano para mostrar como as perspectivas mudaram enormemente de março para cá.
Esse conceito vai muito além de uma vida com poucas doenças, sem muitos remédios no armário de casa e vivendo plenamente na companhia de netos e bisnetos.
A longevidade hoje é assunto de política pública no Brasil. Para que você entenda a relevância do tema, vou colocar em um contexto histórico pouco conhecido.
O aumento da expectativa de vida
Quantas pessoas que você conhece já ultrapassaram os 80 anos ? Garanto que ultrapassa a contagem nos dedos. Mas, nem sempre foi assim!
Vamos voltar à Roma Antiga, no ano 2.400 a. C., para ver que a expectativa de vida era de 17 anos. Por um período muito longo, o ser humano viveu pouco.
O primeiro salto de longevidade ocorreu no século 19, com a expectativa de vida alcançando os 30 anos. Quem nasceu na década de 30 do século 20 já podia esperar viver até os 55 anos. Desde então, a expectativa de vida tem aumentado de forma geométrica.
Atualmente, nos países desenvolvidos, essa expectativa é de 84 anos, e no Brasil está entre 75 e 76 anos.
Embora seja uma conquista da medicina e da ciência em geral que estejamos ganhando anos de vida, esse assunto gera consequências que devem ser previstas e discutidas o quanto antes.
Mais qualidade de vida
Tais avanços científicos podem ter proporcionado ganho na quantidade de anos vividos, porém, não podemos apontar o mesmo ganho em termos de qualidade.
As doenças crônicas são muito comuns em pacientes da terceira idade, mesmo antes de atingir os 60 anos. No entanto, a expectativa é que usem medicamentos para controle por toda a vida.
Vemos pessoas adoecendo das mesmas doenças. Somando isso a um contexto em que as famílias contam com cada vez menos filhos, vemos um fosso muito próximo nos programas sociais de aposentadoria.
Não existem precedentes para o contexto que estamos vivendo. Já existem estudos em países desenvolvidos que demonstram a necessidade do ser humano se manter produtivo por toda a vida caso a expectativa de vida continue crescendo, ou pelo menos se mantenha.
Para isso, a saúde é fundamental. Afinal, como alguém pode produzir aos 80 anos ? Somente se mantiver o equilíbrio entre estudo, trabalho e lazer por toda a vida.
Em um modelo de medicalização constante, dificilmente conseguiremos conquistar o nível de saúde necessário para viver plenamente por muitos anos.
Eu espero que este artigo ajude-o (a) a compreender o que é longevidade saudável, e como buscá-la.
(texto publicado na revista Leve & Leia nº 162 - ano 13 - fevereiro e março de 2020)
segunda-feira, 25 de maio de 2020
terça-feira, 17 de dezembro de 2019
Qual a idade do seu dente ?
Pode parecer difícil, mas é possível saber, olhando no espelho, qual é a idade que o dente aparenta. Especialistas explicam que o dente de pessoas jovens, de 20 a 35 anos, deve ser rígido, ter uma ponta translúcida, e a engrenagem perfeita entre os dentes superiores com os inferiores, quando só os caninos se encostam e os outros dentes não, quando se fecha a boca. Essa condição só acontece quando possuímos o esmalte do dente rígido ou preservado. Já um dente envelhecido tem manchas e as pontas desgastadas, condição que deveria aparecer em pessoas com mais de 55 anos de idade, mas está se tornando cada vez mais comum nos dias atuais, com o aumento no número de pessoas com dentes com mais idade biológica (aparência) do que a compatível com a idade real do indivíduo. Isso se explica, segundo especialistas, pela falta de conhecimento sobre produtos específicos que podem endurecer o esmalte do dente e, ainda, pela falta de hábito da limpeza e consultas nas quais se analisa: o índice de placa bacteriana, a saúde da gengiva, da mordida e da mastigação.
O dente envelhecido é aquele que tem a dentina exposta e as pontas desgastadas. Com o tempo, pela exposição da dentina, o dente envelhecido começa a manchar, apresentando a coloração amarela e depois marrom, muito por causa dos corantes do que comemos. Além disso, pela perda do volume do esmalte, eles vão se movimentando e os dentes de baixo invadem o espaço dos dentes de cima, começando a "lixar" e desgastar toda a arcada. Pesquisas apontam que mais de 90% das pessoas, no mundo inteiro, apertam ou rangem os dentes, o que potencializa o desgaste.
5 dicas para preservar a idade biológica do dente
1. Evitar fazer refeições com alto índice de acidez e escovar os dentes imediatamente. É indicado esperar 30 minutos para escovar os dentes depois de consumir ácidos, evitando, assim, a ação abrasiva das pastas dentais na superfície ainda amolecida do dente.
2. Evitar bebidas ácidas antes de dormir, quando os efeitos protetores da saliva estão reduzidos.
3. Usar placa protetora para dormir e em momentos que desencadeiam tensão entre os dentes (durante exercícios físicos, por exemplo). Essa proteção é fundamental para prevenir o grande malefício da perda de volume do esmalte.
4. Priorizar o fio dental e a boa escovação para evitar a pigmentação e as manchas dentais e as inflamações de gengiva.
5. Ficar alerta: a gengiva não deve sangrar jamais. Se sangrar, é forte indício de alguma doença.
(texto publicado no jornal Ponto a Ponto - 26 a 27 de outubro de 2019)
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
domingo, 11 de agosto de 2019
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
quinta-feira, 27 de junho de 2019
quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
Por que sentimos cãibras ? - César Kurt (Sempre quis saber)
1) Nossos músculos se contraem o tempo todo. Em obediência a uma ordem do cérebro, a placa motora - localizada entre o nervo e o músculo - dispara uma carga elétrica que, por si só, altera o equilíbrio entre o potássio, dentro da fibra muscular, e o sódio, que fica fora dela. Essa é uma contração normal.
2) Mas, quando nos alimentamos mal, há um desequilíbrio nos teores desses minerais. Ocorre, então, uma troca de posição - o potássio sai da fibra e o sódio entra nela. O resultado é que o músculo se contrai involuntariamente e isso impede o relaxamento da região. Daí a dor intensa.
3) Outra causa é a fadiga muscular, que obriga o corpo a buscar energia no glicogênio, o açúcar do músculo. Quando ele se desfaz, grande quantidade de ácido láctico é liberada. Essa substância penetra na placa motora, dificulta sua missão de disparar a carga elétrica e torna o ambiente mais ácido, propenso às cãibras.
(texto publicado na revista Saúde é vital - nº 300 - julho de 2008 (Edição 25 anos)
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
O mal do século não é a depressão, mas a falta de empatia - Thamilly Rozendo (O Segredo)
Então, eu percebo que se fala tanto em depressão, mas pouco em empatia. Damos muita atenção às doenças do corpo, mas nos esquecemos da alma e da mente…
Acredito que, de todos os enfrentamentos que uma pessoa passa, nesse período, a depressão vem a ser o mais difícil deles, por conta da incompreensão.
Nesses momentos, tenho a sensação de que surgem pessoas com aquela necessidade incrível de rotular quem está passando por um momento de luta, no caso, a depressão. Quando eu passei por essa fase, escutei o discurso cansado de que eu precisava ocupar a minha cabeça; também ouvi o tal “isso aí é falta de fé” e que, de certa forma, eu não estava confiando em Deus. Outras vezes, ouvia que eu não estava me ajudando e que “ah, você precisa se levantar dessa cama”, como se isso fosse tão simples.
Quantas e quantas vezes escutei falas que mais me afundaram do que propriamente me ajudaram. Eu já estava me amando de menos e todas essas frases, em tom de “ajuda”, na verdade faziam com que eu me achasse ainda mais o problema, afinal, tudo era tão simples aos olhos dos outros, mas tão doloroso e complicado aos meus olhos. Então, eu chegava à conclusão de que o problema estava comigo.
Cansei-me de tanto escutar a frase: “Existem pessoas em condições tão piores que a sua e você aí, com problemas pequenos e se entregando por tão pouco.” Claro, isso certamente me ajudou bastante (ironia). A verdade é que ninguém entendia o quanto era difícil sair do meu quarto, o quanto eu queria dormir para aliviar aquela dor e ver o tempo passar depressa. Aliás, eu sentia que o tempo não passava e a angústia fazia cada vez mais morada em mim.
E, embora isso tudo tenha acontecido um bom tempo atrás, é triste ver que esses discursos permeiam ainda os dias de hoje. Até quando as pessoas vão acreditar que ir ao psicólogo é coisa de louco? Sabe, eu tenho visto muita gente deixando de procurar ajuda por vergonha, por achar que quem precisa de um psicólogo é realmente louco – ideia totalmente errônea. Mas, que atire a primeira pedra quem não tem nada a melhorar, quem não tem angústias, conflitos e quem não precisa de mudança. Todos nós precisamos, o erro está em procurar ajuda apenas quando adoecemos.
Então, eu percebo que se fala tanto em depressão, mas pouco em empatia. Damos muita atenção às doenças do corpo, mas nos esquecemos da alma e da mente, como se não ter disposição para ir ao trabalho por conta da depressão fosse de fato encarado como preguiça. Não se leva em conta as noites sem dormir por conta da insônia, ou o excesso de sono causado pelos remédios, ou até mesmo a falta de energia.
De uma vez por todas, que fique bem claro que depressão não é frescura, depressão não é preguiça, não é desculpa, não é falta de fé e não tem nada a ver com religiosidade. Depressão é luta.
Por isso, eu partilho da ideia de que o mal do século não é a depressão, mas a falta de empatia.É a incompreensão de pessoas que soltam suas falas que mais doem do que curam, que mais machucam do que saram, que mais pesam do que aliviam, que mais empurram para o buraco do que ajudam alguém a sair dele. Afinal, incompreensão também mata.
Reclamar faz mal ao cérebro: entenda como se libertar desse hábito - Luiza Fletcher (O Segredo)
Ninguém gosta de estar perto de pessoas que reclamam o tempo todo. As reclamações possuem uma energia negativa, e se não nos protegermos, podem acabar tomando conta de nossas vidas.
É comprovado pela ciência que o contato frequente com as reclamações atinge negativamente nossos cérebros e corpos.
É preciso fazer uma reflexão interna constantemente, para descobrir se você possui o hábito negativo de criticar tudo e todos ao seu redor, porque se assim for, sua saúde mental pode estar em perigo.
Porque as reclamações atingem seu cérebro negativamenteSteven Parton é um articulista e cientista da computação. Em um texto publicado no site Curious Apes, ele discorre sobre como o hábito de resmungar prejudica a nós mesmos e as pessoas ao nosso redor.
De acordo com Steven, os nossos cérebros são remodelados a cada pensamento que temos, o que influencia diretamente em nossa construção de realidade:
“Ao longo de seu cérebro há uma coleção de sinapses separadas por um espaço vazio chamado fenda sináptica. Sempre que você tem um pensamento, uma sinapse dispara um produto químico através da fenda para outra sinapse, construindo assim uma ponte sobre a qual um sinal elétrico pode atravessar, levando consigo a informação relevante que você está pensando”, detalha.
O funcionamento das sinapsesAs sinapses são zonas ativas de contato entre uma terminação nervosa e outros neurônios, células musculares ou células glandulares. Steven diz: “Toda vez que essa carga elétrica é acionada, as sinapses diminuem a distância que a carga elétrica tem que atravessar. Portanto, o cérebro é religado em seu próprio circuito e se altera fisicamente para tornar mais fácil a realização das sinapses adequadas – e isto faz com que o pensamento, em essência, seja mais facilmente disparado.”
Além disso, existe a realidade de que nossas sinapses mais fortes são as que mais definem nossa personalidade. Assim, os pensamentos que mais estão presentes em nossas cabeças reforçam as pontes dentro da rede dos nossos neurônios.
De uma forma simplificada, isso significa que quanto mais reclamamos, mais tendemos a reforçar essa característica em nossos cérebros.
Como as reclamações de outras pessoas influenciam nossas vidasQuando passamos muito tempo perto de reclamões, os “neurônios-espelho” fazem nossos cérebros se relacionarem com essas pessoas. Como sentimos aquilo que elas sentem, naturalmente começamos a trocar energias negativas com essas pessoas. Isso prejudica a qualidade de nossas vidas, por isso precisamos definir algumas estratégias para evitarmos nos contaminar com a negatividade dessas pessoas.
Abaixo estão 4 dicas simples de como nos proteger dos reclamões.
1. Seja seletivo com suas companhias
Nós tendemos a nos tornar parecidos com as pessoas com as quais convivemos. Portanto, se você passa tempo com pessoas que reclamam o tempo todo, tem a tendência natural de se tornar como elas.
2. Use palavras positivas
Nossas palavras e intenções têm muito poder e podem influenciar naquilo que atraímos para nossas vidas. Siga o princípio da Lei da Atração e comece a proferir e se comportar mais de acordo com aquilo que deseja e afaste a negatividade e pessimismo de sua vida.
3. Abra mão das reclamações
A reclamação é um hábito, e todos os hábitos podem ser mudados, melhorados. Treine sua mente a desapegar-se da rotina de ver apenas o lado negativo das situações da vida.
4. Mude de assunto quando alguém começar a reclamar perto de você
Tente sempre ter uma resposta positiva para alguém negativo, dessa maneira você vai melhorar a energia ao seu redor e poderá contribuir para uma mudança de visão da outra pessoa.
Como pudemos perceber, as reclamações são verdadeiros vilões para nossa saúde mental e felicidade. Afaste-se desse comportamento o quanto antes e você verá o quão melhor sua vida se tornará!
terça-feira, 26 de junho de 2018
terça-feira, 19 de junho de 2018
Visita ao podólogo dá fim a problemas "crônicos"
Sobre eles, recaem todo o peso do corpo e, dependendo do tanto que são exigidos a resposta é imediata: os pés chegam a latejar de dor e colocá-los sobre o chão é um tormento. Mas nem precisa caminhar muito para sentir o quanto eles são sensíveis. "Problemas recorrentes como calos, unhas encravadas e até bolhas deixam o andar, o bem-estar e a aparência comprometidos", dizem os especialistas. Veja as dicas a seguir:
Unha encravada nunca mais
Ela é um tiquinho de unha, mas incomoda para caramba. A unha encravada caracteriza-se pela curvatura inadequada da unha, que a faz crescer perfurando a pele, o que pode causar, além da dor, outras complicações. "O inchaço acontece quando a derme é atingida, mas quando a perfuração é mais profunda e atinge a epiderme, cujo tecido tem vasos sanguíneos, o organismo fica exposto a infecções e inflamações", salientam os especialistas.
O problema pode ter origem genética, pode ser provocado pelo corte incorreto da unha, pelo uso de um calçado inadequado, que tenha o bico fino demais, por exemplo, e até pelo excesso de peso, que pode interferir no formato da unha.
Solução: a causa do problema deve ser identificada para prevenir o drama. Se é o calçado, então ele deve ser aposentado. O corte errado também pode ser corrigido a partir do tratamento uma vez por mês com um podólogo.
Para os casos mais complexos, como formato anatômico genético, existem aparelhos específicos chamados de órtese, semelhantes aos aparelhos ortodônticos, que vão remodelar a curvatura da unha. "Eles necessitam de manutenção mensal e o tempo de tratamento pode variar de alguns dias até seis meses", explicam.
Um dos mais usados é o modelo ômega, que usa dois braquetes (peças) e um fio metálico. O aparelho é colocado somente na unha que precisa ser consertada, em geral usada na do dedão, pois é a única com espaço suficiente - já que são necessários aplicar dois braquetes em sua superfície, que são ligados ao fio, formando uma espécie de mola, que vai tracionar e levantar as laterais da unha. Outro método indicado para a unha do dedão - e que tem o mesmo princípio da ação - é o botton, também usado na ortodontia. A peça tem formato arredondado e, em vez do fio metálico, usa um elástico para forçar a unha a levantar.
A órtese indicada para tratar o problema em todos os dedos chama-se fibra de memória molecular, e é colada sobre as unhas, primeiramente assumindo a curvatura que já existe, mas como atinge vários graus de flexibilidade, vai provocar uma força e trazer a unha para a posição correta.
Abaixo os calos
O excesso de peso ou calçados apertados são os motivos mais comuns para a formação de calos (quando ocorrem em um ponto localizado) e calosidades (quando abrangem uma região extensa). "Essas formações são uma reação do organismo que, para se defender de um atrito contínuo e externo, aumenta o depósito de queratina na pele toda vez que a região é afetada", explicam os especialistas.
O tratamento consiste em se livrar da causa do problema. Dê adeus àquele sapato lindo, se ele for o motivo do incômodo. O podólogo vai debastar cuidadosamente as camadas da região onde houve a queratinização usando aparelhos específicos e, por fim, fazer um lixamento adequado, que não deixe a pele muito fina e vulnerável a ponto de se defender produzindo mais queratina.
"Em casa, nunca corte os calos e calosidades com lâmina, alicate ou tesoura, que só irá acentuar e aumentar o problema", alertam os podólogos. Calos e calosidades também podem aparecer por problemas ortopédicos como o pé chato. Mas, nos casos mais delicados (que envolvem estruturas ósseas), o podólogo deve enviar o caso para um ortopedista.
Bolhas nunca mais
Elas também são uma reação natural do organismo quando a pele dos pés foi muito atritada, pelo uso de um sapato, meia ou outra agressão. O acúmulo de líquido é uma defesa do organismo que, para proteger as estruturas internas, acaba formando um colchão de água na região.
Os especialistas são categóricos ao dizerem que a bolha jamais deve ser perfurada. 'Fazer isso pode abrir a porta para a entrada de fungos e bactérias, que podem gerar uma infecção grave". Nesse caso, o trabalho do podólogo não vai além de higienizar o local com soro fisiológico e fazer um curativo. Mas o profissional vai alertar a pessoa para a gravidade do caso e recomendar que procure um médico.
(texto publicado na revista Leve & Leia nº 152 - ano 11 - junho/julho 2018)
quinta-feira, 7 de junho de 2018
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