Mostrando postagens com marcador água. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador água. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de junho de 2017

5 dicas para sua garrafa d'água não ficar cheia de bactérias


Sabe o recipiente que muita gente leva por aí para matar a sede? Se alguns cuidados não forem tomados, ele pode virar um prato cheio para os micróbios!

O alerta soou com uma investigação do instituto americano Treadmillreviews.net, especializado em dados sobre esteiras ergométricas, que analisou a presença de bactérias em garrafas usadas por 12 praticantes de atividade física durante uma semana sem passar por lavagem. O resultado foi assustador: em alguns casos foram encontrados mais germes do que em vasilhas para alimentar cachorros! A primeira colocada no ranking da contaminação foi a garrafinha conhecida como slide top, aquela em que a tampa precisa ser deslizada para que o usuário tenha acesso ao líquido. Logo depois ficaram as do tipo squeeze (que esguicham a água direto na boca), seguidas pelos modelos com tampa de atarraxar.

Na avaliação, os recipientes que têm um canudo embutido interno foram os que apresentaram o menor número de bactérias. Segundo os autores do inquérito, isso acontece porque as gotas ficam acumuladas na base do canudo, em vez de se concentrarem na superfície exposta, local mais atraente para os micróbios se instalarem. As constatações do pequeno experimento não são motivo para jogar o recipiente no lixo. "A maior parte desses micro-organismos vem da nossa boca e normalmente não provoca doenças", esclarece o clínico e infectologista Paulo Olzon, da Universidade Federal de São Paulo. Os achados reforçam, porém, a importância de higienizar (ou trocar) o acessório pensando em alguns contextos.

"Embora a presença desses agentes não ofereça por si só, fatores como feridas na boca ou imunidade debilitada facilitam sua chegada à corrente sanguínea, o que pode desencadear mal-estar, diarreia... ", observa a infectologista Raquel Muarrek, do Hospital São Luiz Morumbi, na capital paulista.

Lavar o acessório com água e detergente com regularidade é suficiente para barrar ameaças do tipo. "Muita gente negligencia esse hábito pelo fato de a garrafa ser de uso particular", conta o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria. Não caia nessa e respeite alguns cuidados.

Um miniguia para comprar e conservar a garrafinha

1. Melhor escolha

Prefira as que têm canudo interno e formato mais fácil de ser higienizado. Optar pelo inox é uma boa, pois ele dificulta a instalação das bactérias.

2. Se for de plástico

Fuja de embalagens com símbolo de reciclagem com números 3 ou 7. Eles indicam presença de bisfenol A. Evite usar a mesma garrafa de água mineral todo dia.

3. Quando trocar

Apesar de não haver prazo certo para isso, é prudente substituir a garrafa se houver ranhuras e desbotamento da cor, sinais de que já está velha demais.

4. Higienização

Lave toda vez que ela for usada, dando atenção aos locais de difícil acesso, como as rosca da tampa e as bordas do canudo. Uma escova de mamadeira ajuda.

5. Transporte

Proteja o biquinho, evite quedas ou batidas e não deixe a garrafa por muito tempo em locais abafados, como o carro, algo que favorece os micróbios.


Fonte: mdemulher, vida saudável



(texto publicado na revista Leve & Leia março/abril de 2017)

domingo, 4 de dezembro de 2016

Caminho das águas: Bons hábitos - Daniel Fassa


Banheiro

Banho com aquecedores (a gás, solar ou elétrico) por 15 minutos, com o registro meio aberto, consome 135 litros de água em casas e 240 litros em apartamentos. No caso de banho com chuveiro elétrico, também em 15 minutos, são gastos 45 litros em casas e 140 em apartamentos. Por isso, o banho deve ser rápido. Cinco minutos são suficientes para higienizar o corpo. A economia é ainda maior se, ao se ensaboar, fecha-se o registro. Também não há necessidade de deixar a ducha muito forte, pois a maior parte da água simplesmente escorre sem remover sabonete e xampu.

Se uma pessoa escova os dentes em cinco minutos com a torneira não muito aberta, gasta 12 litros de água em casas e 80 litros em apartamentos. No entanto, se molhar a escova e fechar a torneira enquanto escova os dentes e, ainda, enxaguar os dentes e, ainda, enxaguar a boca com um copo de água, consegue economizar mais de 11 litros de água em casas e 79 em apartamentos.

Não use o vaso sanitário como lixeira, itens como pontas de cigarro, cotonetes, absorventes, fio dental, cabelos e poeira devem ser jogados no lixo. Uma bacia sanitária com válvula e tempo de acionamento de seis segundos gasta de dez a 14 litros de água. Quando a válvula está defeituosa, o gasto pode chegar a 50 litros. Com bacias sanitárias fabricadas a partir de 2001, é possível reduzir o consumo de água para seis litros por descarga.

Cozinha

Para lavar a louça com a torneira meio aberta em 15 minutos, são utilizados 120 litros de água numa casa e 240 litros em apartamentos. Algumas ações podem reduzir o consumo para 20 litros.

Só abra a torneira depois que tiver limpado os restos de comida dos pratos e panelas com a mão ou esponja e sabão. Você também pode deixar os itens de molho para soltar a sujeira. Ensaboe tudo que tem que ser lavado e, depois disso, abra a torneira novamente para enxaguar tudo de uma vez.

Não instale trituradores de resíduos nas pias. Estes dispositivos podem provocar entupimentos, aumentam a carga de resíduos a tratar e são mais uma fonte de consumo de energia. Lembre-se: o lugar de lixo é no lixo e não rede de esgotos.

Prefira sabões e detergentes isentos de fosfatos e com tensoativos de base vegetal, reduzindo o efeito de poluição e geração de espumas e não criando dificuldades para o tratamento de esgotos.

Você sabia que ao utilizar um copo de água são necessários pelo menos outros dois copos de água para lavá-lo? Por isso, combata o desperdício e use o copo mais de uma vez. Uma dica é cada pessoa, em casa ou no trabalho, ter seu copo ou caneca de cor ou padrão diferente e reusá-lo.

Área de serviço

No tanque, uma torneira aberta por 15 minutos pode gastar 280 litros de ásgua. A lavadora de roupas com capacidade de cinco quilos gasta 135 litros. Por isso: junte bastante roupa suja antes de ligar a  máquina ou usar o tanque.

Se na sua casa as roupas são lavadas no tanque, deixe-as de molho e use a mesma água para esfregar e ensaboar. Use água nova apenas no enxágue. Caso use lavadora de roupas, procure utilizá-la cheia e ligá-la no máximo três vezes por semana. Ao lavar a roupa, aproveite a água do tanque ou máquina para lavar o quintal ou área de serviço.

Calçada

Adote o hábito de usar a vassoura, e não a mangueira, para limpar a calçada ou pátio da sua casa. Em 15 minutos são perdidos 280 litros de água. Se houver sujeira localizada, use a técnica do pano umedecido com água de enxágue da roupa ou da louça.

Carro

Muita gente gasta até 30 minutos ao lavar o carro. Com uma mangueira não muito aberta, gastam-se 220 litros de água. Com meia volta de abertura, o desperdício alcança 560 litros. Para reduzir, basta lavar o carro somente uma vez por mês e com balde. Nesse caso, o consumo é de apenas 40 litros. Também existe a possibilidade de fazer uma limpeza a seco. Há produtos e empresas especializadas no mercado.



(texto publicado na revista Cidade Nova exemplar 576 - Ano LVI - nº 4 - abril de 2014)

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Um espelho para a própria humanidade - Fernanda Allegretti


Presente na origem da reflexão filosófica, a água teria sido também o principal motor da evolução do homem, ao levar nossos ancestrais a buscá-la onde quer que ela estivesse

"A água está na origem de todas as coisas", acreditava Tales de Mileto (c. 624-546 a.C.), frequentemente considerado, desde a Grécia antiga, o primeiro filósofo. Não é difícil entender por que o matemático e físico nascido na Jônia, na Ásia Menor, detém tal honraria na história das ideias, apesar das contestações à sua máxima. Friedrich Nietzsche (1844-1900), por exemplo, apontava três razões para isso: "Em primeiro lugar, porque sua proposição enuncia algo sobre a origem das coisas; em segundo, porque o faz sem imagem nem fabulação; e, em terceiro, porque nela está contido o pensamento 'Tudo é um'". Em outras palavras, Tales buscava, pela via da razão, e não da mística, uma explicação para a physis, que em seu tempo significava tanto a "fonte originária' como o "processo de surgimento e de desenvolvimento".

Pois bem: há alguma coisa de Tales de Mileto no livro The Improbable Primate: How Water Shaped Human Evolution (O Primata Improvável: Como a Água Moldou a Evolução Humana), do zoologista e paleontologista Clive Finlayson, diretor do Museu de Gibraltar. Na obra - publicada recentemente pela Oxford University Press e ainda sem previsão de lançamento no Brasil -, como o próprio título evidencia, o autor defende atese de que a água foi o verdadeiro motor do nosso desenvolvimento. Finlayson integra uma corrente de cientistas para os quais somos uma espécie politípica, ou seja, única, sem dúvida, porém com linhagens diferentes. De acordo com sua teoria, nós e nossos mais longínquos antepassados partilhamos um traço incontornável: a necessidade de ingerir água todos os dias. "Os estudos costumam enfatizar o papel dos alimentos no nosso desenvolvimento. É claro que precisávamos comer, mas éramos onívoros. Em algumas regiões, comíamos muita carne. Em outras, mais plantas ou insetos. Ou ainda uma combinação de tudo isso. Em relação à caça, alguns grupos comiam cangurus. Outros, antílopes. No entanto, a necessidade de tomar água diariamente sempre foi o fator universal da equação", disse o pesquisador em entrevista à VEJA.

Naturalmente, nada é simples de comprovar no complexo processo da evolução humana. Finlayson reúne uma série de dados surpreendentes para tornar pertinente a posição que sustenta em seu livro. Segundo ele, as grandes mudanças climáticas pelas quais passou o planeta fizeram com que nossos antepassados abandonassem o conforto das florestas. Há 2,8 milhões de anos, o clima terrestre entrou em mais um ciclo de seca e as reservas de água ficaram mais distantes. As regiões de mata apresentavam cada vez mais clareiras com vegetação rasteira. Os hominídeos que viviam próximo das árvores sentiram necessidade de atravessar essas savanas em busca de novas fontes de água. Por se tratar de um ambiente ainda pouco conhecido por eles e já dominado por predadores, escolheram o período de sol a pino - quando a maior parte dos animais prefere economizar energia e descansar - para implementar seu projeto desbravador.

Tais incursões no desconhecido exigiram uma adaptação da mobilidade e até mesmo do cérebro, teoriza Finlayson. Para cobrir uma área territorial mais extensa, era vantajoso ter um corpo mais alongado, com membros inferiores maiores, que facilitavam o deslocamento. O cérebro precisou se desenvolver para armazenar e lembrar as distintas localizações das reservas de água - especialmente durante os períodos de seca. Um órgão maior, por sua vez, exigia um sistema eficiente de resfriamento, que pudesse manter a temperatura a adequados 37 graus. Para se adaptarem àquela nova necessidade, nossos antepassados foram perdendo pelos do grupo e ganhando mais glândulas sudoríparas. O Homo sapiens, portanto, teria sido uma resposta evolucionária à distribuição esparsa de água.

Finlayson acredita que mesmo os milhares de anos que nos separam de nossos ancestrais não foram capazes de apagar as memórias mais remotas. "Basta observar com atenção pinturas do período renascentista, do iluminismo ou da Inglaterra vitoriana. Nessas telas, o ambiente idílico quase sempre é retratado com árvores, clareiras - e água", frisa o pesquisador.

Se as mudanças climáticas sempre moldaram a vida dos seres humanos, não haveria motivo para acreditar que atravessaremos incólumes os desafios apresentados pela atual onda de aquecimento global - evidentemente associada aos cenários de seca que atormentam a capital paulista. "Teremos de usar todo o conhecimento que acumulamos ao longo desses anos para, conscientemente, tomarmos decisões cruciais sobre o futuro", diz Finlayson, que não está sozinho nesse raciocínio. Para o arquiteto e engenheiro Carlo Ratti, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), tal acúmulo de conhecimento se traduz hoje em tecnologia. "As inovações aliadas à crescente capacidade de coletar dados sobre as sociedades, ajudarão a tornar os sistemas energéticos mais eficientes e, consequentemente, a adaptar mais uma vez o comportamento humano", explica ele, colaborador do Arq. Futuro, fórum brasileiro de discussões sobre arquitetura e urbanismo, que neste ano tem debatido o problema da água nas cidades.

Ao contrário do que se costuma supor, a preocupação com a água está longe de ser algo pontual, imediatista: é humana, ratifica Finlayson. Pode-se concluir isso mesmo quando se considera a possibilidade de que Tales de Mileto estivesse focado apenas no aspecto geológico e não metafísico ao se debruçar sobre a questão, hipótese defendida por historiadores do porte do suíço Olof Gigon (1912-1998). "Quando Tales diz que 'tudo é água'", escreveu Nietzsche, "o homem estremece e se ergue do tatear e rastejar vermiformes das ciências isoladas, pressente a solução última das coisas e vence, com esse pressentimento, o acanhamento dos graus inferiores do conhecimento."



(texto publicado na revista Veja edição 2397 - ano 47 - nº 44 - 29 de outubro de 2014)

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

A que ponto chegamos? - Mara Andrich


No Brasil, considerado um dos países mais ricos quando o assunto é água, a escassez deste líquido tão precioso já é realidade. Em alguns países, em um futuro muito próximo, o problema pode acarretar até mesmo em guerras

No mês de fevereiro de 2015, a Organização das Nações Unidas(ONU) divulgou um alerta mundial: em breve, muitos países poderão enfrentar conflitos por causa da falta de água. Segundo a ONU, daqui a apenas dez anos, 48 países não terão água suficiente para as suas populações, o que equivale a cerca de três bilhões de pessoas. E até 2030, a demanda por água doce do planeta deverá ser 40% maior do que a oferta.

Parece impossível, ou até mesmo desesperador, mas é algo que já era previsto, situação que já vinha se configurando há anos, pois há muito se fala em "economizar água", "sustentabilidade" etc. Mas, ao que parece, governos e sociedade não levaram isso muito a sério. Basta ver o cenário atual: muitas cidades, como a grande São Paulo, já enfrentam crise hídrica. Entidades internacionais, como a Conectas e a Aliança pela Água, das quais o Greenpeace faz parte, levantaram essa preocupação, em março deste ano, em São Paulo, durante a 28ª Sessão de Direitos Humanos da ONU.

Mas a quem pode ser atribuída a culpa pela falta de água? Será que realmente existem culpados que devam ser responsabilizados? Como o Administrador poderia auxiliar em uma gestão pública, por exemplo, no caso de crises como esta?

Somos responsáveis

Rodrigo Berté, autor do livro A Logística Reversa e as Questões Ambientais no Brasil, professor do mestrado Profissional Governança e Sustentabilidade do ISAE/FGV, PhD na área de Educação e Ciências Ambientais na UNED Madri - Universidade Nacional de Ensino à Distância e diretor de escola do Centro Universitário Internacional Uninter, acredita que a ausência de um processo de gestão compartilhada e de profissionalização da gestão pública seja uma das causas de todo o problema da crise hídrica.

Para ele, a falta de profissionais bem preparados na administração pública dificulta a discussão de temas que envolvem uma palavra-chave quando o assunto é falta de água: "planejamento". "Temos que entender que a prefeitura é a maior empresa da cidade, portanto, deve atender bem seus munícipes, em especial discutir e debater os problemas locais e regionais, o que não vem acontecendo", avalia.

No mês de fevereiro deste ano, a relatora especial da ONU para o Direito à Água e a Saneamento, Catarina Albuquerque, atribuiu ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), a responsabilidade pela falta de água no estado. Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, Catarina disparou seus argumentos sobre prevenção: "deveria haver um aumento exponencial do preço em relação ao consumo para garantir que quem consome mais pague muitíssimo mais", reclamou. Ela citou, inclusive, que em outros países, como os Estados Unidos e Japão, algumas medidas semelhantes a esta já são tomadas há muito tempo, além de sistemas de reaproveitamento da água serem adotados.

Durante este mesmo evento, Catarina ironizou a situação, de maneira preocupante, quando afirmou que as pessoas sempre atribuem este problema "a São Pedro". "O racionamento de água precisa ser previsto", alertou ela.

Questão lógica

Existem algumas questões lógicas que precisam ser analisadas quando o assunto é escassez de água. Se uma cidade cresce consideravelmente, consequentemente terá uma demanda crescente por água também (e por energia e outros). A engenheira civil e doutora em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental, presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos, Jussara Cabral Cruz, explica que se a análise for feita pela oferta, há as causas naturais (efeitos do clima, como chuvas), a ocupação de territórios (o que reduz o estoque de águas subterrâneas e de lençóis freáticos, já que ambos dependem de uma boa capacidade de infiltração de águas), as indústrias, a produção agropecuária, a mineração, e por aí vai. "Tudo isso pode alterar significativamente o processo, com a criação de grandes áreas impermeabilizadas que impedem a boa infiltração das águas durante os períodos chuvosos", explica.

Somados a isso, ainda há outros agravantes, como a falta de saneamento (recentemente, o Unicef divulgou um relatório explicando que aproximadamente duas mil crianças com menos de 5 anos de idade morrem diariamente no mundo vítimas de doenças diarreicas, sendo que 1.800 dessas mortes estão ligadas à falta de saneamento, água contaminada  e falta de higiene em geral) e a infraestrutura deficiente - a falta de reservatórios de água, que são enchidos quando há períodos com maior oferta de chuva. Assim, entende-se que quando há grande demanda e baixa oferta, a conta não fechará, obviamente.

Jussara, assim como Rodrigo Berté, também defende o planejamento e reitera que ele não foi feito como deveria. "É necessário estabelecer estratégias de gerenciamento para uso sustentável e isso significa planejamento. Só que os planos devem conter ações voltadas para a garantia de oferta hídrica, bem como ter estratégias para reduzir o consumo, a redução de perdas e evitar o uso perdulário, a redução de desperdício", alerta. Além disso, Jussara completa dizendo que os planos prevem estoques. No entanto, ela observa que é muito difícil estabelecer planos de enfrentamento de crise no momento da crise, e que por isso é importante o planejamento.

Para uma das líderes mundiais pelo direito à água, autora do livro Água, Futuro Azul - Como Proteger a Água Potável para o Futuro das Pessoas e do Planeta para Sempre (do título original Blue Future, Protecting Water for People and the Planet Forever), Maude Barlow, a crise da água é uma das maiores ameaças à segurança de um país. Ela critica o enfrentamento atual,afirmando que os líderes e instituições mundiais estão lidando muito mal com a crise, sem planejamentos, pois esetão diagnosticando o problema erroneamente. "Frequentemente, a crise é vista como um sintoma das mudanças climáticas, mas na verdade é causada pelas emissões de gases de estufas e pelas massivas inundações provocadas pelas irrigações e pela exploração das águas subterrâneas", alerta.

Maude completa lembrando que entre as causas principais para a crise hídrica estão ainda a destruição das florestas no Brasil, o que consequentemente diminui a umidade e as chuvas, além das atividades agrícolas e pecuárias, principalmente aquelas ligadas à criação de gado, ao cultivo de feijão e cana de açúcar. Em março deste ano, o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgou que os satélites identificaram indícios de desmatamento em uma área de 4.200 hectares, número 282% maior que o registrado em fevereiro de 2014.

Comida e energia comprometidas

Quando se pensa em falta de água, algumas ações básicas dos er humano vêm à mente, como tomar banho, preparar refeições, entre outras. No entanto, não é comum que as pessoas lembrem, de imediato, que a falta de água está ligada também à produção de energia, à indústria e, consequentemente, até mesmo á falta de comida. Tanto que a ONU já vem recomendando que a agricultura, por exemplo, estude novas técnicas para usar menos água e que a geração de energia também busque alternativas para a preservação maior da água e do meio ambiente em geral.

A engenheira civil e doutora em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental, presidente da Associação Brasileira de Recursos Hídricos, Jussara Cabral Cruz, vai além para aumentar o uso de biocombustível é necessário aumentar a produção agrícola e, consequentemente, a demanda de água. Ela também comenta da energia, que está cada vez mais cara, o que está diretamente ligado à crise hídrica.

Maude Barlow lembra que, há cinco anos, a Assembléia Geral dos Estados Unidos adotou algumas medidas para evitar a crise da água. Entre as medidas estão a conservação, a criação de planos de retenção, modelos de produção de comida e energia que não dependam tanto da água, comitês fortes, tanto nacionais quanto internacionais, que coloquem a água como central nas leis e até mesmo na segurança pública.

Compartilhando da opinião da relatora especial da ONU para o Direito à Água e a Saneamento, Catarina Albuquerque, o especialista Rodrigo Berté defende as medidas punitivas para se amenizar a situação caótica que já está instalada. E também critica o posicionamento do administrador público. "Além das punições, o gestor público deverá promover uma fiscalização para quem não promove o consumo consciente ou não faz o reuso de água no seu processo, seja na indústria ou no comércio", opina. Ele defende que os responsáveis pela escassez não são apenas os gestores públicos, mas também a sociedade, que não tomou as devidas precauções de consumo consciente.


(texto publicado na Revista Brasileira de Administração (RBA) ano XXIV - nº 105 - março/abril de 2015)

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Cuidados com o banho quente


No Brasil, por ser um país tropical, o banho diário é um hábito comum, ao contrário de outros países, que enfrentam um frio rigoroso. O banho é revitalizante, alivia o estresse, cuida da nossa beleza e assepsia. Nos  dias de frio, costumamos demorar mais tempo debaixo do chuveiro, e obviamente, usamos a água mais quente que de costume.

O problema é que a água muito quente remove o chamado manto hidrolipídico, uma camada protetora da pele, deixando-a seca e desidratada.

O cabelo também sofre com a alta temperatura. A água quente abre a cutícula do fio - a camada externa responsável pela força, brilho e maciez -, deixando-o opaco e ressecado. Para piorar, ela estimula a produção das glândulas sebáceas do couro cabeludo, oque torna os fios oleosos.

Dicas para um banho saudável

- É indicado que a água esteja morna, que o banho não passe de 15 minutos e se possível, usar sabonetes como PH neutro e também hidratantes. Mas, se você não dispensa um banho quente, procure usar óleos para banho, para que sua pele não fique ressecada.

- Para os cabelos, utilize xampus e condicionadores que tratam e protegem os fios de qualquer tipo de dano.

- Após o banho, aplique uma loção corporal que proporciona hidratação máxima e deixa sua pele macia e suave. Hidrate principalmente as regiões mais ressecadas, como as mãos, cotovelos, joelhos e pés. Para garantir a hidratação de dentro para fora, beba, pelo menos, dois litros de água por dia e opte por uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes - fonte de líquidos e nutrientes importantes.



(texto publicado no jornal Atua News edição 05 - abril de 2014)

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Poços de água são reativados na USP - Bruno Vaiano

Ação de sustentabilidade é alternativa ao abastecimento de água da Sabesp em crise hídrica

Projeto de gestão das águas do programa "Campus Sustentável" reativa poços perfurados há décadas e que nunca foram utilizados como estratégia de fornecimento de água em plena crise hídrica. Das cinco estruturas disponíveis, três já tiveram a tubulação trocada e as peças revisadas, e deverão entrar em operação até o final deste ano. Outras duas ficam prontas em 2016.

No final dos anos 80, com os reservatórios cheios, o projeto havia sido abandonado. "Fizeram as primeiras análises, mas os poços não foram colocados em funcionamento", conta o engenheiro José Eduardo Sonnewend da Prefeitura do Campus USP da Capital (PUSP-C), responsável pelo projeto de reativação das fontes alternativas de água. A recuperação envolve a adequação a novos parâmetros técnicos, incontáveis medições e testes e um pouco de burocracia.

Reativação


A legislação atual impõe restrições à ativação e operação de peços que não existiam na época de sua perfuração. Além da revisão das bombas submersas e da tubulação, são feitos detalhados estudos de qualidade da água para definição dos tratamentos necessários para torná-la potável.

Também é necessária a outorga de cada um dos poços junto ao Dep. de Águas e Energia Elétrica (DAEE), órgão estadual responsável pela gestão de recursos hídricos. Através da outorga é concedido à universidade, por cinco anos, o direito de utilização das reservas subterrâneas. A fiscalização pela DAEE é constante.

"Há várias normas. Deve haver uma laje de proteção, um hidrômetro, tem que fazer a medição dos parâmetros todo mês", explica José. "Quando eles foram feitos não existia esse processo obrigatório. A USP podia usar, acabou não usando, e eles ficaram parados".

Dos cinco poços construídos originalmente, três já estão em fase de outorga: um na Portaria 3, um na Raia Olímpica e outro na Praça Ramos de Azevedo. O processo será concluído até o final deste mês, e os poços deverão estar em pleno funcionamento até dezembro. A estrutura do P3, originalmente destinada a fornecer água ao Hospital Universitário (HU), teve sua tubulação redirecionada ao prédio da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). "Água de hospital é uma água muito crítica", lembra o engenheiro.

A recuperação de cada poço, até a fase de outorga, custou cerca de R$ 30 mil. O valor do tratamento, no momento, é imprevisível, já que dependerá das substâncias detectadas na análise. 

Ponto de equilíbrio

Antes de começar a extração são necessários testes de vazão. Ou seja, descobrir quanta água pode ser retirada do poço a cada segundo conforme sua capacidade natural de repor essa quantidade. Imagine que o poço seja uma piscina com dois metros de profundidade. Há duas mangueiras, uma tira água da piscina, a outra a abastece novamente. Se as duas trabalharem no mesmo ritmo, a profundidade de dois metros se manterá: a mesma quantidade de água que sai, entra. O poço é capaz de se reabastecer conforme tiramos água, mas é necessário saber exatamente quanta água podemos tirar para que o nível não caia. Isso, além de forçar a reserva natural, acabaria queimando a bomba. Na prática, para descobrir esse valor, água deve jorrar do poço por 24 horas, enquanto ajustes são feitos até que o nível se estabilize.

No dia a dia, porém, o poço não pode ser explorado em tempo integral: "O DAEE não deixa trabalhar 24 horas. Só pode tirar, por dia, 20 horas", explica José. A margem de segurança é um desafio a mais no fornecimento, já que será muito difícil, mesmo com o HU excluído da conta, reduzir a zero o consumo de água da Sabesp e adotar exclusivamente os poços.

Em uma conta de água normal, o valor consumido é multiplicado por dois: pagamos pelo líquido usado e pelo esgoto despejado na rede. Com os poços, a água será oriunda da própria USP, e só a rede de esgoto será utilizada. Isso significa que a universidade passará a pagar metade da conta para a Sabesp. O volume extraído do solo do campus é medido no único trecho de superfície da estrutura dos poços, onde se vê dois canos e um hidrômetro.

Campus Sustentável

O JC acompanhou, em dezembro de 2014, a implantação do projeto "Gestão Territorial das Águas" como parte do programa "Campus Sustentável". A iniciativa de ensino, pesquisa e extensão buscava racionalizar o manejo das águas e a integração da USP com a cidade no auge da visibilidade midiática da crise hídrica no estado de São Paulo. Os estudos do programa, que deverão durar até 2018, pretendem discutir a disponibilidade e prioridade da distribuição da água em situações de escassez de maneira eficiente.

Embora a falta de água tenha servido de estímulo para atitudes mais contundentes, entre elas a reativação dos poços, a preocupação acadêmica é mais antiga do que se imagina.  O mestrado de Mara Akie Iritani, terminado em 1993, já havia mapeado todas as características das reservas de água da USP. "O objetivo do trabalho foi caracterizar o comportamento da água subterrânea avaliando o potencial produtivo do aquífero sedimentar como reserva estratégica para a cidade universitária", informa a introdução da tese. O mestrado está sendo usado de referência para o atual trabalho nos poços.

São Paulo paga, hoje, o preço de anos de falta de planejamento na administração de suas águas. Com a iniciativa, a  USP dá um passo primordial em direção à sustentabilidade e à aplicação do conhecimento produzido em suas pesquisas em seu próprio benefício. "O tratamento não é muito barato. Mas, vamos ter água, não é?", resumiu José Eduardo Sonnewend, ao final da entrevista. Que a maior instituição de pesquisa e ensino do Brasil continue dando o exemplo.


(texto publicado no Jornal do Campus nº 446 - ano 33 - segunda quinzena de setembro de 2015)

domingo, 6 de setembro de 2015

8 dicas para manter os rins saudáveis (Melhor com Saúde)


A água é fundamental para que nossos rins funcionem corretamente. É muito importante que tomemos cerca de 2 litros por dia. Também podemos incluir sucos e outros alimentos hidratantes.

Os rins são órgãos encontrados na parte inferior das costas. Eles são os responsáveis pela produção da urina, eliminação de resíduos tóxicos, regular a água do corpo, equilibrar os minerais e ácidos do organismo e de manter a pressão sanguínea sob controle. Sua função é essencial para o corpo.

Tudo isso pode ser alterado quando os rins se intoxicam ou têm falhas em seu funcionamento. Por isso, é muito importante cuidar destes órgãos e adotar um estilo de vida saudável que irá garantir sua saúde.

Todas as pessoas podem fazer muito para cuidar de seus rins todos os dias. A seguir, compartilharemos 8 dicas para manter os rins saudáveis e que contribuem para a saúde e o bom funcionamento desses importantes órgãos.

Alimentação saudável

O consumo de fast-food, alimentos refinados e açúcares sobrecarregam as funções dos rins e afetam a seu funcionamento, já que eles são responsáveis por metabolizar as toxinas que se acumulam no corpo.

É muito importante evitar este tipo de comida e adotar uma dieta saudável, que inclua frutas, legumes, cereais e alimentos com alto teor de fibras.
Fazer exercícios

Ter um peso saudável também é fundamental para manter os rins saudáveis e em bom funcionamento. Fazer exercícios físicos é a maneira mais eficaz para queimar gordura, diminuir o peso e manter o organismo saudável.

O ideal é praticar, pelo menos 30 minutos de exercício por dia, combinando exercícios cardiovasculares com rotinas de força.

Controlar os níveis de colesterol

Pessoas que sofrem de colesterol alto correm maior risco de sofrer problemas ou danos renais. Reduzir os níveis de colesterol pode ajudar a melhorar os casos de insuficiência renal e, aliás, previne os problemas de hipertensão que são comuns em pessoas que padecem de problemas nos rins.

Beba bastante líquido

Muitos dos problemas nos rins ocorrem como consequência da desidratação. Para estes órgãos, é muito importante receber a hidratação adequada, pois isso é o que lhes permite funcionar corretamente.

Não há quantidade exata de água por pessoa, mas é sabido que aqueles que fazem atividades físicas ou que vivem em climas quentes devem aumentar o seu consumo.

Evitar medicamentos e drogas

Abusar de medicamentos de venda livre pode ser prejudicial para os rins a médio e longo prazo. Anti-inflamatórios e analgésicos em excesso causam dano renal e outros problemas de saúde que podem se tornar irreversíveis.

Por esta razão, recomenda-se que sejam consumidos somente sob prescrição médica e em doses mínimas. As drogas ilícitas também afetam os rins e outros órgãos vitais do corpo. Esta é, certamente, mais uma razão para evitá-las.

Não fumar

Atualmente, as pessoas que fumam são conscientes de que estão intoxicando seu corpo e aumentando o risco de sofrer de doenças tão graves como o câncer. Os pulmões são os órgãos mais afetados por este mau hábito, mas eles não são os únicos.

O consumo de cigarros pode causar câncer de laringe, faringe, bexiga, estômago e rins. Além disso, o risco de danos nos rins e câncer é maior para quem sofre de diabetes, hipertensão ou obesidade.

Evitar o consumo de sal

O sal é um ingrediente que está presente na maioria das cozinhas do mundo, para não dizer em todas. Este condimento, usado em milhões de receitas, é a causa de muitos problemas de saúde, incluindo danos e insuficiência renal.

Vários estudos têm demonstrado que nas pessoas que consomem mais do que a dose recomendada por dia, as consequências se tornam evidentes a médio e longo prazo.

É muito importante reduzir a ingestão de sal e evitar os alimentos que o contenham em grandes quantidades. Em vez disso, podem-se usar outras especiarias saudáveis como o orégano e a pimenta.

Suco para limpar os rins

Os rins acumulam toxinas e resíduos que podem causar sérios problemas na saúde do rim, como é o caso dos cálculos ou a insuficiência. Uma limpeza regular pode ajudar a eliminar todas estas substâncias tóxicas que podem afetar a saúde de nossos rins. Para isso, o suco que recomendaremos a seguir pode ser muito útil.

Ingredientes

½ manga
1 laranja
1 toranja ou laranja
¼ de melão

Como prepará-lo?

Descasque as frutas e corte-as. Lave-as muito bem e, em seguida, coloque-as no liquidificador para processá-las. Bata por alguns minutos e beba bem fresco.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Estes são os benefícios de beber água de estômago vazio (Melhor com Saúde)


75% dos músculos, 90% do cérebro, 22% dos ossos e 83% do sangue são água. O consumo de água com o estômago vazio contribui para a eliminação de toxinas e pode nos ajudar a perder peso.

Todos sabemos que nosso organismo precisa de uma boa quantidade de água diariamente para se manter bem hidratado e funcionar corretamente. Este líquido tão apreciado por todos está cheio de benefícios para a saúde que, ainda que em algumas ocasiões passem despercebidos, certamente são importantes.

De acordo com vários estudos, 75% dos músculos, 90% do cérebro, 22% dos ossos e 83% do nosso sangue são compostos de água. Tendo em mente esses dados, imaginemos a importância de consumir água diariamente para nos mantermos saudáveis. Para aproveitar ainda mais os seus benefícios, o recomendado é tomar pelo menos 4 copos de água todos os dias, imediatamente depois de levantar, ou seja, com o estômago vazio. Vejamos a seguir os benefícios de beber água com o estômago vazio.

Benefícios de beber água de estômago vazio antes do café da manhã

O consumo de água pelas manhãs pode nos aportar vários benefícios para a saúde, que podemos aproveitar se adotarmos este bom hábito todos os dias. Diariamente, nossos órgãos precisam de água para funcionar corretamente, e nada é melhor do que nos hidratarmos desde o momento em que levantamos. O consumo de água com o estômago vazio contribui para a eliminação de toxinas e outros resíduos dos quais o nosso organismo não precisa e podem, inclusive, afetar negativamente a saúde. Desta forma, ao ingerir água com o estômago vazio, você estará ajudando a desintoxicar o organismo e até a acelerar seu metabolismo.

Beber água com o estômago vazio também nos permite obter outros benefícios importantes, como a regulação da temperatura interior, a hidratação dos nossos órgãos vitais, a melhor absorção de nutrientes e a oxigenação das células.

Além de tudo isso, este hábito também pode contribuir para a perda de peso, já que a ingestão de água pode proporcionar uma sensação de saciedade que vai frear nosso desejo de comer o tempo todo.

Como consumir água corretamente?

É importante aprender a consumir água corretamente para aproveitar todos os seus benefícios. Ouvimos constantemente a recomendação de beber pelo menos 2 litros de água por dia, e 4 copos com o estômago vazio. Entretanto, não se trata de beber todos os copos de água em um mesmo momento, já que isso poderia ter efeitos negativos ao invés de benéficos. Para aproveitar os benefícios da água, devemos ingeri-la de forma tranquila, pausadamente e pouco a pouco.

Transforme o consumo de água em jejum em um hábito diário que deve ser realizado progressivamente e sem ansiedade. O ideal é beber água de estômago vazio pelo menos uma hora antes de ingerir os alimentos do café da manhã.

A água que você bebe deve ser de qualidade, livre de flúor e outros componentes químicos. O ideal é beber água à temperatura ambiente, ou preferentemente gelada. Você também pode acrescentar um pouco de suco de limão para potencializar seus efeitos.

Terapia da água

O Japão é um dos países mais populares em relação ao consumo de água com o estômago vazio. Os japoneses seguem uma terapia chamada “terapia da água”, que foi aprovada pela associação médica do Japão (Japan Medical Association), já que foi comprovado que ela ajuda a combater diferentes doenças antigas e modernas, como dores de cabeça e no corpo, problemas do sistema cardíaco, artrite, epilepsia, sobrepeso, bronquite, asma, tuberculose, meningite, doenças nos rins e urinárias, vômitos, gastrite, diarreia, hemorroidas, diabetes, prisão de ventre, todas as doenças dos olhos, útero, câncer e transtornos menstruais, doenças do ouvido, nariz e garganta.

Como fazer a terapia da água japonesa?

Imediatamente depois de se levantar pela manhã, você deve consumir 4 copos de água antes de escovar os dentes ou comer qualquer alimento. Lembre-se de beber a água lentamente e fazer pequenas pausas entre um copo e outro.

Posteriormente, você pode escovar os dentes e lavar a boca, mas evite comer durante os 45 minutos posteriores.

Passados os 45 minutos você pode tomar o café da manhã e comer como estiver acostumado a fazer.

Depois do café, evite comer durante as 2 horas seguintes.

Se você não se sente capaz de começar tomando 4 copos de água imediatamente depois de se levantar, comece com um ou dois copos e vá incrementando o consumo até chegar à quantidade recomendada.

Efeitos da terapia

A terapia da água japonesa não tem efeitos colaterais negativos além de sentir vontade de urinar com mais frequência para aqueles que não estão acostumados a beber muita água. Em alguns casos também podem se apresentar sintomas próprios da desintoxicação, como por exemplo coceira, enjoo, náuseas, dores de cabeça, mal estar estomacal, ânsias, diarreia, entre outros. Entretanto, são sintomas normais que ocorrem quando nosso corpo está eliminando toxinas e combatendo organismos prejudiciais.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

22 itens proibidos para microondas (mas nós colocamos) - Tia Sandra, formada na Faculdade da Vida


Microondas, não vivemos sem você!

Se ainda não tem, quando tiver, vai acabar sentindo a mesma coisa. Opera milagres, mas também não é qualquer santo que pode ir lá dentro. Tem que ter muito cuidado, senão seu amado microondas vai “pelos ares” ou para o conserto. Vamos te contar aqui o que não pode ser aquecido, para manter uma boa e longa vida a dois. É muito amor!

Plásticos

Não é qualquer vasilha de plástico que poderá utilizar para aquecer o teu rango não, principalmente aquelas coloridinhas, bonitinhas e baratinhas, das lojinhas de $1,99. E mesmo as mais resistentes, como por exemplo aquelas tampinhas que evitam sujeira, corre-se um grande risco em relação à sua saúde!

Algumas pesquisas constataram que plásticos não são indicados para o uso em microondas, pois quando aquecidos, liberam substâncias como o BPA (bisfenol-A) que são cancerígenas, por conterem uma substância tóxica que desprende da embalagem passando para o alimento. Use recipientes de vidro ou louça, e no caso da tampinha que protege contra melequeira, coloque papel toalha.

Isso também serve para as mamadeiras, atenção mamães e papais, isso é muito sério. 

Embalagens de Isopor

Aquela que você passa no supermercado e compra umas comidinhas para seu jantar, sabe? Se sabe, trate de esquecer! Passe para outro recipiente, um prato, por exemplo, senão vai comer comida com isopor junto de outras substâncias extremamente nocivas ao organismo.

Alumínio

Metal e microondas é tipo solteiros e namoro, não combinam! #chateados. Se tentar a sorte poderá iniciar um incêndio dentro do microondas. Isso vale para garfos, facas, colheres…

Embalagens de Comida Chinesa

Existem algumas embalagens para deliveries, principalmente comida chinesa, com metal, aí você já sabe, sem microondas, tá?

Louça com detalhes dourados/prateados

Usar louça é o ideal, mas tem um porém, não pode ter detalhes dourados, nem prateados, pois eles normalmente são feitos com tinta metalizada, ou ouro/prata se você for Ryyyyyycaaaaa, aí pode sair faísca. E isso você já sabe né? Metal e microondas não combinam.

Vidros não-refratários

Hoje praticamente todos os vidros vendidos são refratários (capazes de aguentar altas temperaturas), mas se por acaso tiver algum que não seja, tipo aquele que sua avó deu, use-o somente para aquecer rapidamente, pois ele pode estilhaçar se deixar por mais tempo.

Lembrando sempre, assim como a louça, os vidros não podem ter nenhum detalhe metálico.

Cristais

Sério, pra que esquentar seus cristais? São muito frágeis!

Acrílicos

Além de ser feita com material plástico (fazendo mal a sua saúde), irá acabar por estragar a vasilha, pois vai ficar opaca, rachando por dentro e envelhecendo, ou seja, não vale a pena levá-la ao microondas.

Embalagens de Iogurte, Margarina, Sorvete…

Gente, só estou reforçando, plástico e microondas não combinam. E nesse caso então piora, não suportaria altas temperaturas e derreteria em pouco tempo.

Sacos de Papel

Nada de usar aqueles sacos marrons de padaria, segundo o Departamento de Agricultura americano eles podem provocar fogo, além disso emitem substâncias tóxicas quando vão ao microondas, pior ainda se tiver algum desenho, a tinta quando aquecida é veneno para o ser humano.

Água

Parece mentira, mas não é. A água entra em ebulição rapidamente e numa temperatura muito elevada, poderá “explodir”. Sugere-se colocar junto do recipiente com água, uma colher de madeira ou até mesmo um palitinho.

Ovos com Casca

Nem todos os alimentos podem ir ao forno microondas, como o ovo, se quiser fazer ovo cozido no microondas vai só fazer sujeira, a pressão causada pelo calor faz com que o ovo exploda! Para ele, existem vasilhas próprias para preparar sem a casca, mas são de plástico #vocêdecide.

Uvas

Elas explodirão, ou pior, podem pegar fogo! Acredite se quiser, a imagem acima são de uvas aquecidas no microondas. E as passas vão soltar fumaça. Cuidado.

Pimentas

Qualquer material seco se colocado no microondas, pode pegar fogo. E no caso das pimentas, liberam substâncias voláteis que irritam a garganta e os olhos. Nada legal.

Cenouras

A cenoura possui pequenas doses de ferro, magnésio e selênio, ao aquecer no microondas se transformam em metais provocando faíscas.

Batatas com Casca

Para aquecer com casca, é necessário furá-las, para que não corram o risco de explodirem.

Tomate com Casca

Igualzinho as batatas.

Linguiça e Salsicha

Funciona da mesma forma que batatas e tomate. Uma outra ótima saída é embrulhar em papel toalha.

Molho vermelho sem tampa

Vai sujar todo o interior do microondas.

Cozimento de Carne

Deverá ser cozida de preferência em pedaços pequenos, para que não cozinhe apenas externamente. Se o meio dela ficar congelado, ou cru, poderá conter bactérias nocivas à nossa saúde.

Pães

Não fica nada bom no microondas, ficará borrachento e úmido, melhor mesmo é usar um forno elétrico, forno convencional ou torradeira. Se o pão estiver congelado, até rola se aventurar no micro, mas deixe pouco tempo (10-20 segundos).

Sem nada

Nem ouse ligar seu bonitinho sem nada dentro, é BUUUMMM na certa! Ele acaba colocando suas ondas para ele mesmo, tipo autodestruição. CUIDADO!

Se tiver mais dúvidas, leia sempre as instruções e mantenha-as ao seu alcance para uma possível consulta.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Os benefícios de beber água com limão diariamente (Melhor com Saúde)


Para o ser humano a água é indispensável. Se ficarmos sem beber água durante cinco ou seis dias nossa vida correrá sério risco. O corpo humano tem por volta de 75% de água quando nascemos e aproximadamente 60% quando nos tornamos adultos. Médicos recomendam tomar ao menos dois litros de água diariamente. Essa quantidade engloba o consumo de sucos, frutas e todos os alimentos que contenham água. O ingestão da água é vital para a saúde, essencial para o correto funcionamento de todo organismo.

Água com limão para o organismo

O limão é um cítrico que ocupa o primeiro lugar na lista das frutas preventivas, pois graças a seu alto conteúdo vitamínico e curativo, transforma-se em um grande eliminador de bactérias e toxinas.Possui uma alta quantidade de vitamina C, que potencializa as defesas do organismo, ajudando a evitar enfermidades, inclusive colabora também com cicatrização de qualquer tipo de ferida.

Um potente limpador do organismo, torna a boca mais saudável e possui ação desintoxicante, além de ser rico em minerais como potássio, magnésio, cálcio e fosforo. O potássio, por exemplo, é essencial para a vida e apresenta altos benefícios para o tratamento da hipertensão arterial. É definido como altamente medicinal , já que atua de forma curativa. em mais de 150 enfermidades.

As toxinas são encontradas em qualquer parte do organismo ( sangue, órgãos e tecidos) e quando ingerimos limão ,ele atua diretamente onde as toxinas se encontram, combatendo e ajudando a expulsá-las. Em casos de intoxicação gastrointestinal, ou quando temos a digestão lenta e problemas com o fígado e vesícula, o limão intervém ajudando a normalizar as funções que estão alteradas.

A água com limão é um grande aliado para a limpeza do sistema imunológico. O doutor David Jockers discorre com muita propriedade quando nos afirma que: ” A água misturada com limão contém ácido cítrico, que ajuda a limpar e prevenir os depósitos de cálcio que se acumulam nas artérias. Quando estes depósitos se acumulam podem provocar uma enfermidade cardiovascular”

Além disso, é importante saber que quando tomamos água com limão e não a limonada, economizamos ganhar algumas calorias, pois não é necessário o uso do açúcar ou qualquer tipo de adoçante para deixá-lo com melhor sabor.

Benefícios da água com limão

Ajuda na digestão e remove as toxinas do aparelho digestivo.

Em casos de sentir náuseas, acidez ou indigestão, a água com limão ajuda a neutralizar esses sintomas.

Ajuda o sistema imunológico a se tornar mais forte, graças à contribuição da vitamina C.

Contém ácido ascórbico, composto por propriedades anti-inflamatórias.

O suco do limão é um remédio eficaz na obesidade, mas antes de começar uma dieta exclusiva, o paciente deve beber muita água.

Equilibra o pH , por ser um dos alimentos mais alcalinos. O limão ao ser ingerido, e metabolizado pelo organismo se torna alcalino.

Ajuda a reduzir a ingestão de café, já que normalmente ao beber um copo de água com limão a vontade de tomar café é eliminada.

Ajuda para refrescar o hálito e aliviar as dores de dentes e gengivites.

A água com limão ingerida com as refeições reduz o índice de glicose no sangue, o que ajuda o corpo a diminuir a sensação de fome e o mantém saciado por muito mais tempo, contribuindo para a perda de peso.

Lembre-se

Separadamente, os benefícios que a água e o limão nos oferecem são muitos , por separado, mas muitos mas os benefícios estão mais além quando os juntamos em uma deliciosa água com limão. Essa bebida é muito mais saudável que qualquer outra, como, por exemplo, os refrigerantes, que podem afetar a saúde. Por esse motivo, quando quisermos saciar a sede e refrescar nossa garganta, o ideal seria beber um copo de água com limão por dia, dessa forma você pode até reduzir o calor que possa estar no dia e seu corpo se sentirá muito melhor.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

5 modos de eliminar o excesso de sal e gordura no nosso organismo (Melhor com Saúde)


O sal e a gordura são esses dois grandes inimigos da população, duas bombas silenciosas que se instalam no nosso organismo e que, pouco a pouco, vão causando estragos: hipertensão, aumento do mau colesterol, excesso de peso, disfunções renais, problemas cardíacos…

Todos esses problemas se devem em grande medida aos hábitos de vida incorretos e, sobretudo, a uma cultura alimentícia que fomenta a comida de baixa qualidade, sem nutrientes e com alto conteúdo em sal e gordura. Também temos que nos conscientizar de que esse não é um problema exclusivo da sociedade adulta, absolutamente. Nos últimos anos os índices de obesidade infantil também são preocupantes.

Que tal se começarmos hoje mesmo a melhorar nossos hábitos e a nos esforçar por ter uma melhor qualidade de vida? Sensacional! O primeiro passo vai ser então limpar o seu organismo e eliminar o excesso de sal e gordura no seu corpo. Tome nota!

1.Vitamina de salsinha e limão 

Essa vitamina é ideal para ser tomada ao longo de um dia, sobretudo se bebermos o primeiro copo em jejum, logo ao acordar. Ela vai nos ajudar a filtrar o organismo e a eliminar o excesso de sal, facilitando a função renal. Além disso, é um potente antioxidante rico em vitaminas que vai nos permitir pôr o nosso metabolismo em funcionamento para queimar gorduras, sobretudo, pela ação do suco do limão.

Para uma boa filtragem, é recomendável tomar a vitamina durante três dias seguidos. Tome nota do que deve ser feito.

Ingredientes

5 ramos de salsinha limpa.

O suco de um limão.

1 litro de água.

Preparação

O primeiro a fazer é pôr para ferver o litro de água. Assim que estiver quente, acrescente os cinco ramos de salsinha para que se faça uma adequada cocção ao longo de 20 minutos. Passado esse tempo, desligue o fogo e deixe que descanse durante uma hora.
Seguinte passo? Peneire o conteúdo e despeje o líquido em uma xícara, acrescente depois o suco de um limão. Embora o sabor seja um pouco forte, é realmente efetivo para eliminar o excesso de sal do organismo. Tome a preparação em temperatura ambiente durante todo o dia, a primeira toma em jejum e as seguintes, 20 minutos depois das suas refeições.

2. Água de morangos com limão

A água de morangos, além de ser uma bebida deliciosa e refrescante, é um remédio diurético excelente para limpar as gorduras, para alcançar uma boa contribuição de vitaminas e de minerais e, ao mesmo tempo, eliminar as gorduras. Ele vai ajudar também a eliminar a retenção de líquidos produzida pelo excesso de sal no organismo.

Ingredientes

10 morangos limpos.

1 litro de água.

O suco de um limão.

Preparação

É realmente fácil de preparar. Se desejar, pode tomar a vitamina de salsinha ao longo de três dias seguidos, para depois, continuar com esse tratamento à base de água de morangos que completará, ao longo da semana, nosso objetivo de eliminar o excesso de sal e de gordura.

Primeiro, ponha a água pra ferver. Depois, corte os morangos pela metade e coloque-os na água quente para permitir que se faça a cocção durante meia hora. Os morangos devem ficar bem molinhos e largar todo o seu suco. Retire os morangos e peneire o conteúdo.

O seguinte passo é levar essa água para uma jarra e acrescentar o suco de um limão. Acrescente uns cubinhos de gelo e beba-a fresquinha com o passar do dia, especialmente, depois das suas refeições.

3. Como substituir o sal nas suas refeições

Embora não acredite, existem opções realmente saborosas e adequadas para substituir o sal nos nossos pratos. Quer saber do que se trata? Tome nota e experimente. Você vai ver como não sentirá falta do sal em nenhum momento. É questão de escolher sempre alternativas mais saudáveis:

O alho.

O orégano.

O romeiro.

A pimenta preta.

O curry.

4. Temos que suar mais!

O excesso de sal e gorduras se elimina e se queima suando, movimentando nosso coração e exercitando o nosso corpo. Sabemos que, às vezes custa, não temos tempo e é difícil encontrar esse espaço. Mas, devemos considerar que esses dois grandes inimigos são os mais perigosos, os que mais estragos podem causar na sua saúde, portanto, por que não começar a “suar” hoje mesmo? Você vai ter que eliminar toxinas!

Seria ideal que praticasse algum destes exercícios:

Correr 20 minutos.

Andar meia hora a passo rápido.

Andar meia hora de bicicleta.

Dançar.

5. Beba mais água!

Fazemos essa recomendação muitas vezes no nosso espaço. Beber água é necessário, já que ela é vital para o nosso organismo, mas ainda mais nos momentos em que sofremos com um excesso de sal, quando nos sentimos mais inchados do que normal ou quando, por exemplo, vemos que os nossos tornozelos estão muito inflamados.

Geralmente os tornozelos inchados costumam ser sintoma de um mau funcionamento renal, portanto não duvide em beber um pouco mais de água todos os dias (entre 8 e 9 copos). Você vai eliminar o excesso de sal, vai favorecer a saúde dos seus órgãos e tudo isso vai lhe permitir limpar seu organismo e as gorduras armazenadas. Tenha em conta esses conselhos tão simples!

sexta-feira, 29 de maio de 2015

6 Maneiras de reduzir o ácido úrico em casa (Melhor com Saúde)


Os altos níveis de ácido úrico no sangue podem ser consequência de um problema no funcionamento dos rins. Quando o seu médico falar que seus níveis de ácido úrico estão muito elevados, tome as medidas certas para reduzi-los. Não fazer isso pode causar pedras nos rins e falência renal. Não se preocupe, os seguintes remédios naturais permitirão normalizar seus níveis de ácido úrico novamente.

Vinagre de maçã

Por ser um limpador e desintoxicante natural, o vinagre de maçã ajuda a eliminar o excesso de ácido úrico do corpo. Ele também ajuda a restaurar a alcalinidade e o equilíbrio do seu organismo.

Ingredientes

1 colher de vinagre de maçã
1 copo de água (200ml)

Procedimento

Misture o vinagre com a água e beba três vezes ao dia. Quando você se acostumar ao sabor do vinagre, pode aumentar para duas colheres dele para cada copo de água. Não ultrapasse essa medida, já que o vinagre pode reduzir a quantidade de potássio no organismo.

Suco de limão

O suco de limão tem um efeito alcalinizante no corpo, e por isso é capaz de neutralizar o ácido úrico. Ao mesmo tempo, a vitamina C aumenta o efeito. Você pode tomar um suplemento de vitamina C ou fazer a seguinte receita:

Ingredientes

Suco de um limão
1 copo de água (200 ml)

Procedimento

Combine o limão com a água e beba pela manhã, em jejum.

Frutas silvestres

A cereja, a amora e todas as frutas silvestres dessa família contêm químicos que reduzem o ácido úrico de forma muito rápida, É recomendável consumir:

1/2 copo de cerejas diariamente, durante duas semanas
1/4 de copo de suco de cereja por dia
1 copo de amoras ou morangos por dia

Bicarbonato de sódio

O bicarbonato de sódio não somente ajuda a diminuir os níveis de ácido úrico, mas também contribui para eliminar pedras nos rins. Esta é uma excelente notícia se o seu problema já avançou demais e você quer evitar uma cirurgia.

Ingredientes

1/2 colher de bicarbonato de sódio
1 copo de água (200 ml)

Procedimento

Misture a água com o bicarbonato e tome quatro copos desta mistura todos os dias, durante duas semanas. Este é um remédio muito útil, mas não deve ser consumido por um período mais longo do que esse. Se você tiver 60 anos ou mais, beba somente três copos desta combinação por dia.

Azeite de oliva

A maioria dos óleos e azeites se tornam terríveis para a saúde quando são esquentados em excesso ou processados, já que destroem a vitamina E que se encarrega de manter controlados os níveis de ácido úrico.

Isso não acontece com o azeite de oliva, que se mantém estável mesmo quando é usado para cozinhar. Além disso, o fato de ser rico em vitamina E faz com que ele seja excelente para reduzir o ácido úrico no organismo.

Água

Beber muita água ajuda no processo de filtragem do ácido úrico e estimula os rins para eliminar os excessos através da urina. Isso é o ideal, pois o consumo excessivo de medicamentos pode alterar o seu corpo.

Dieta pobre em purinas

As purinas são compostos nitrogenados que formam ácido úrico quando se decompõem. Os alimentos ricos em purinas são as proteínas animais. Os alimentos que você deve evitar são:

Carnes
Vísceras
Peixes
Aves
Legumes
Leveduras
Cogumelos
Aspargos
Feijão
Cerveja

Alimentos ricos em fibras e carboidratos com amido

Os alimentos ricos em fibras ajudam a diminuir os níveis de ácido úrico ao facilitar sua absorção e eliminação do corpo. Por outro lado, os alimentos com carboidratos com amido contêm pequenas quantidades de purina.

Alguns alimentos ricos em fibra são:

Morangos
Maçãs
Peras
Laranjas
Grãos integrais

Entre os carboidratos com amido estão:

Arroz
Massas integrais
Tapioca
Quinoa
Batata
Aveia
Banana

Conselhos finais

Os remédios naturais que recomendamos aqui são eficientes, mas se você desejar acelerar a redução do ácido úrico no organismo, não se esqueça de:

Limitar ou evitar o consumo de álcool até que o ácido úrico volte aos níveis normais

Eliminar os alimentos ricos em frutose ou adoçantes artificiais

Estabelecer uma rotina de exercícios para evitar que a gordura se acumule e facilite a produção de ácido úrico.

Optar por alimentos naturais pouco processados. Os melhores são as frutas e as verduras.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

O que acontece se tomamos água com mel de estômago vazio? (Melhor com Saúde)



A maioria de nós conhece os benefícios do mel e suas aplicações tanto no âmbito da beleza quanto na gastronomia. O mel é um alimento muito saudável, cheio de benefícios e de múltiplas propriedades que melhoram significativamente a nossa saúde e previnem muitas doenças. No entanto, seus efeitos podem ser mais poderosos quando o combinamos com água e começamos a consumi-lo com maior frequência.

Vários estudos demonstraram que o mel dissolvido na água tem muitos benefícios para a saúde, e essa pode ser uma excelente forma de consumi-lo mais vezes ao dia. Para que você conheça os efeitos desse produto no corpo quando ingerido, a seguir iremos informar os importantes benefícios de consumir água com mel com o estômago vazio.
Pode ajudar a perder peso

O mel é um alimento que proporciona sensação de saciedade e ajuda a controlar os problemas de ansiedade pela comida. Diluir uma colher de mel na água poderia ajudar a perder peso, pois além de fazer com que nos sintamos mais saciados, também controla o mecanismo do cérebro que causa o desejo de ingerir açúcar.

É boa para combater a artrite

Um estudo realizado pela Universidade de Copenhagen demonstrou que os pacientes que consumiram água com mel sentiram um alívio de suas dores em questão de minutos. Por esta razão, se recomenda o consumo de água com mel para prevenir e combater as dores provocadas pela artrite.

Ajuda a reduzir os níveis de colesterol

Em outro estudo, foi determinado que os pacientes com colesterol alto podem chegar a diminuir seus níveis em até 10% dentro de duas horas após ingerir água com mel. Graças a esse benefício, ela poderia ajudar a resolver problemas de circulação e doenças cardiovasculares. Para obter este benefício os pacientes devem consumir duas colheres de mel (50g) combinadas com 2 copos de água.
Fortalece o sistema imunológico

O mel é um alimento com propriedades antibióticas e antibacterianas que ajudam a manter longe os vírus e bactérias causadores de infecções, gripes e resfriados. A água com mel em jejum é um excelente remédio para aumentar as defesas e prevenir uma grande quantidade de doenças.

Reduz a fadiga

O consumo de água com mel ajuda a combater a fadiga e seus sintomas em questão de uma semana. O mel diluído em água oferece vitalidade ao corpo, incrementa a atividade cerebral e nos mantêm mais ativos.

Aumenta as energias

A água com mel também pode ter poderosos efeitos energizantes que conseguem melhorar o rendimento físico. Ainda que hoje em dia existam muitas bebidas energéticas no mercado, é certo que elas podem ter componentes danosos para o corpo que, a longo prazo, podem afetar à saúde. Uma boa opção é consumir água com mel com o estômago vazio, pois é uma fonte de energia natural que também inclui outros nutrientes importantes para o organismo.

Outros benefícios de beber água com mel de estômago vazio

- É um excelente remédio para colocar fim ao “intestino preguiçoso”

- É uma grande alternativa para lutar contra problemas, como a bronquite, a asma e outras doenças respiratórias

- Ajuda a eliminar as toxinas que se acumulam no organismo

- Limpa o trato digestivo e combate os parasitas

- É um aliado da limpeza do organismo, graças às suas propriedades antibacterianas e antivirais

- Melhora a função do intestino e destrói os micro-organismos

Modo de preparação

A única coisa que você deve fazer é diluir uma colher de mel orgânico em um copo de água morna e bebê-lo em jejum. Esta mistura tem um sabor muito agradável que também lhe ajudará a aliviar o estresse e outros problemas emocionais.

Para levar em conta…

Esta mistura deve ser consumida todas as manhãs com o estômago vazio, com a finalidade de prevenir doenças e obter ao máximo os seus benefícios. A água em jejum é muito boa para o estômago e o mel oferece um extra de nutrição que inclusive irá beneficiar a saúde da pele. Caso você queira facilitar o trabalho dos rins consumindo este mesmo remédio natural, o ideal é fazê-lo logo antes de dormir, para que possa atuar no organismo durante toda a noite.

O consumo frequente de água morna com mel em jejum pode ajudar a prevenir o envelhecimento precoce e o dano celular, já que favorece tanto a pele quanto os órgãos.