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sexta-feira, 27 de março de 2015

Monsanto revela que milho transgênico pode fazer mal à saúde (Revista Ecológica)


O milho, um dos alimentos mais antigos da história da humanidade, atualmente tem a maior parte da sua produção destinada, no Brasil, ao consumo animal. Apenas cerca de 15% é para o consumo humano.

O problema em torno deste alimento, defendido por conter vitaminas A e do complexo B, proteínas e minerais como o ferro, fósforo, potássio e cálcio, tem fundamento na utilização do grão transgênico.

Um artigo publicado no International Journal of Biological Sciences mostrou que o consumo da semente modificada tem efeitos negativos principalmente sobre fígado e rim, órgãos ligados à eliminação de impurezas.

Embora suas propriedades nutricionais sejam mantidas, o estudo francês revelou que os grãos do milho transgênico apontam claros sinais de toxidade. O biólogo molecular Gilles-Eric Séralini e sua equipe puderam divulgar a pesquisa depois que uma decisão judicial obrigou a Monsanto a revelar sua própria análise dos grãos que manteve em sigilo impedindo que a informação se tornasse pública.

Os franceses então divulgaram a comparação dos efeitos das sementes MON 863, NK 603 e MOn 810 sobre a saúde de mamíferos, sendo as duas últimas permitidas no Brasil, bem como sementes resultantes do seu cruzamento.

No caso do NK 603, os dados apontam perda renal e alterações nos níveis de creatinina no sangue e na urina, que podem estar relacionados a problemas musculares. É por esse motivo que os pesquisadores destacam que o coração foi afetado nos ratos alimentados com esta variedade. O quadro para o MON 810 não muda muito. Embora os machos em geral demonstrem maior sensibilidade a tóxicos, foram as fêmeas que apresentaram ligeiro aumento do peso dos rins, que pode corresponder a uma hiperplasia branda, geralmente presente quando associada a processos imunoinflamatórios. 

Os autores do artigo publicado no International Journal of Biological Sciences concluíram que os dados sugerem fortemente que estas três variedades de milho transgênico induzem a um estado de toxicidade, que pode resultar da exposição a pesticidas (glifosato e Bt) que nunca fizeram parte de nossa alimentação.

A Comissão Técnica de Biossegurança, a CTNBio, informa que "o milho NK 603 é tão seguro quanto as versões convencionais", que a modificação genética "não modificou a composição nem o valor nutricional do milho", que "há evidências científicas sólidas de que o milho NK 603 não apresenta efeitos adversos à saúde humana e animal" e que "o valor nutricional do grão derivado do OGM referido tem potencial de ser, na realidade, superior ao do grão tradicional". A CTNBio também avalia que no caso do MON 810 "os efeitos intencionais da modificação não comprometeram sua segurança nem resultaram em efeitos não-pretendidos" e que a "proteína é tóxica somente para lagartas".



quarta-feira, 4 de março de 2015

Pipoca desacelera envelhecimento e contribui para a perda de peso - Laércio Lutibergue (Cura pela Natureza)


Chegou a hora da gente acrescentar pipoca ao cardápio!

Não só porque é deliciosa, mas também por trazer alguns benefícios à nossa saúde.

É verdade!

Pipoca não é só um gostoso lanche consumido durante as sessões de cinema.

Ela é um alimento cheio de virtudes:

1-Tem elevada quantidade de fibras. Ou seja, permite o funcionamento regular do intestino.

2-Contém grande quantidade de oxidantes - chega a ser o dobro da de frutas. Isso permite a prevenção de doenças degenerativas, como câncer e diabetes.

3-Desacelera o envelhecimento, pois tem antioxidantes que combatem os radicais livres que provocam a velhice.

4-Em quantidade moderada, pode contribuir para a perda de peso.

Então, por que esperar uma sessão de cinema para aproveitar as maravilhas que a pipoca pode fornecer?

É só prestar atenção para consumir moderadamente e assim, curtir o estouro de sabor e vantagens que o lanche oferece.

1 xícara de pipoca estourada equivale a meio pão francês ou uma fatia de pão de forma.

Mas fique atento!

Consumir pipocas de micro-ondas ou aquelas vendidas no cinema não é uma boa ideia.

Pipoca boa de verdade - saudável - é aquela feita na panela de casa, com pouco óleo e com sal e manteiga de forma moderada.

E de milho não transgênico, que geralmente é encontrado em lojas de alimentos saudáveis.













domingo, 25 de janeiro de 2015

37 milhões de abelhas morrem após o plantio de milho transgênico no Canadá (Notícias Naturais)


Dezenas de milhares de abelhas morreram em Ontário desde que o milho transgênico foi plantado há algumas semanas. Um dos produtores locais de mel, Dave Schuit, denunciou ao site 'Organic Health' que somente a sua granja perdeu 600 colmeias, o que equivale a 37 milhões de abelhas.

Os criadores de abelhas culpam a morte de suas colônias aos neonicotinoides, especialmente o Imidacloprid e a Clotianidina (ambos da Bayer), que são inseticidas geralmente aplicados tanto em sementes como em tratamentos foliares e que penetram no pólen e no néctar.

Enquanto a metade dos países da União Europeia, incluindo a Alemanha, limitam legalmente o uso dos neonicotinoides por preocupações ambientais depois que a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos definiu os riscos relacionados, nos EUA continuam sendo um dos mais usados.

No passado, muitos cientistas se esforçaram para encontrar a causa exata da enorme mortandade, um fenômeno que eles chama de "desordem de colapso de colônia" (DCC). Nos Estados Unidos, por sete anos consecutivos, as abelhas estão em declínio terminal.

O colapso na população mundial de abelhas é uma grande ameaça para as culturas. Estima-se que um terço de tudo o que comemos depende da polinização das abelhas, o que significa que as abelhas contribuem com mais de 30 bilhões de dólares para a economia global.

Um novo estudo publicado na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências, revelou que os pesticidas neonicotinoides matam as abelhas por danificar o seu sistema imunitário e as tornam incapazes de combater doenças e bactérias.

Após relatar grandes perdas de abelhas após a exposição ao Imidacloprid, foi proibido o seu uso em plantações de milho e girassol, apesar dos protestos da Bayer. Em outra jogada inteligente, a França também rejeitou a aplicação da Clotianidina pela Bayer, e outros países, como a Itália, também proibiram certos neonicotinoides.

Após o recorde de mortes de abelhas no Reino Unido, a União Europeia proibiu vários pesticidas, incluindo os pesticidas neonicotinoides.