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terça-feira, 4 de setembro de 2018
sexta-feira, 6 de julho de 2018
Quando a história se repete, preste atenção! Há uma lição que você precisa aprender… - Jéssica Pellegrini (O Segredo)
Quando a história se repete, preste atenção! Há uma lição que você precisa aprender que, talvez, tenha ignorado na primeira oportunidade.
Quem realmente quer, age de maneira diferente! Quando a história se repete, preste atenção! Há uma lição que você precisa aprender que, talvez, tenha ignorado na primeira oportunidade. Acredito que só esquecemos de verdade a dor de uma antiga lágrima, quando deixamos outra escorrer. E, mesmo com tantos efeitos colaterais, o amor continua sendo o melhor remédio. Chorar e sorrir pela mesma pessoa…
Mudei de trajeto, mas o vento continua usando o seu perfume…
Eu sinto falta de acreditar. Logo eu, que sempre fui crente no amor, agora estou à beira do abismo da solidão. Eu sinto falta de acreditar nas pessoas, fujo dos olhares intimidadores e dou risada quando me falam sobre sentimentos. Eu joguei as expectativas no lixo, descartei a própria sorte e se o caso for de merecimento, eu preciso ser internada por me auto julgar incapaz disso. Eu sinto falta de alguém que eu nunca tive, de um abraço apertado e uma palavra sincera. Eu sinto falta de atitudes convincentes, de um relacionamento verdadeiro. Eu sinto falta de acreditar depois de tudo o que passei e, talvez, eu nunca mais confie em ninguém.
É doloroso assumir que o amor para mim, tornou-se um inimigo. Eu ando fugindo de tudo o que acelera o meu coração, atiça as minhas borboletas no estômago e arrepiam a minha pele. Logo eu, que sempre fui coberta de razões, agora sigo desconfiada. Reparo, desesperadamente, por todos os lados e busco por alguma coisa que nem sei ao menos do que se trata. Eu caminho perdida, sem rumo. Estou deixando a vida me levar, mas eu nunca fui assim. Eu, sempre organizada e preocupada, fazia planos a longo prazo por medo das coisas não darem certo. Eu acreditava que seguir um cronograma era melhor do que contar com o universo conspirar a favor das minhas preces. Eu era uma pessoa firme, forte e segura. Além de tudo, eu era teimosa. Acreditava somente em fatos e, de restante, eu ignorava sem nenhum tipo de piedade. Eu nunca tive medo de perder, sabia do meu valor. Insistia, persistia e corria atrás dos meus sonhos e objetivos. Eu não fazia com os outros, o que eu não gostaria que fizessem comigo. Sempre ansiosa, mas com os pés no chão. Embora sensata, eu sempre fui de humanas. Exatas nunca foi um ponto forte, a minha única compreensão era que eu e você somos par. Depois de descobrir que esse cálculo deveria ser subtraído e não somado, eu abri mão da matemática e comecei a investir em imparcialidades.
Antes de você, eu dormia e acordava com o peito cheio de esperança. Assistia filmes de romance, constantemente buscava conforto em livros, dedicava músicas para alguém. Eu surpreendia com mensagens, recados e cartas de amor. Eu gostava de dar presentes e lembranças, mesmo em ocasiões nada especiais. Eu era animada, daquelas que as pessoas fazem muita questão de estar junto. Eu era, modéstia à parte, uma ótima ouvinte e conselheira. Era brincalhona, mas sabia o momento exato de falar sério. Eu era uma pessoa equilibrada, intensa e querida por todos. Eu gostava de me arrumar, dançar e sair. Eu chamava atenção de longe, eu conquistava sorrisos involuntariamente. Vez ou outra, alguém chegava para me beijar, achando que eu fosse qualquer uma dessas que se pega facilmente. Também já me quiseram na mesma noite em que me conheceram. Sedução é um dos meus fortes, mas a falta dele me enfraquece por completo.
Depois de você, tudo mudou. Eu caminho solteira, mas nunca sozinha. Não dou moral para cantadas baratas, xavecos furados ou ideias clichês. O óbvio não me convence mais, jogos me perdem na primeira casa, não chegaremos à lugar algum, muito menos ao quarto. Eu não tenho paciência para quem muito fala e pouco faz. Eu aprendi a escutar mais, que o silêncio também é resposta e, que muitas coisas, não valem o desgaste. Eu constatei que a fé move montanhas. Que quem não cuida, não merece ter. Que a reciprocidade é a chave mestre do sucesso em qualquer tipo de relação. Depois de você, nada permaneceu igual. Eu amadureci rapidamente, quando eu menos esperava. Tive que crescer e evoluir os meus pensamentos, para não entrar nas suas paranoias. Eu caí da árvore mais alta e, ao contrário de apodrecer, para o seu azar, eu me fortaleci. Me reergui do mesmo chão que você me deixou, largada na sarjeta, em pedaços. Éramos tudo, agora sou metade. Aprendi que é mais saudável cultivar amor próprio do que oferecê-lo a quem pouco se importa.
Eu me quero de volta. Sinto saudade do tempo em que eu conseguia equilibrar razão e emoção. Que eu mergulhava de cabeça, mas sabia o momento de retornar à superfície. Que eu tirava os pés do chão, mas os prendia quando necessário. Sinto saudade da inquietação em acertar, do receio de abandono. Sinto saudade da ingenuidade que me fazia acreditar, da entrega absoluta de corpo e alma. Sinto saudade de tudo aquilo que eu era, e que agora não sei o que me tornei. Sinto saudade do passado, jamais do que me transformei. Saudade de me sentir viva, do sangue correr nas veias e da mão ficar gelada de nervoso. Saudade de querer parar o tempo, de acelerar o relógio, das loucuras involuntárias. Saudade de tudo o que era colorido, mas tornou-se preto e branco.
Às vezes, eu fico pensando em como seria a minha vida se eu não tivesse te conhecido. E só chego à uma conclusão: há pessoas que nos roubam, já outras não devolvem. E, embora nada tenha acontecido da forma que eu tanto queria, eu nunca esquecerei o dia em que a nossa história começou.
Você me tem de uma forma tão linda…
Devolva-me.
domingo, 10 de junho de 2018
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
Como fugir da autossabotagem - Izilda Costa
Muitas pessoas, por alguma frustração ou baixa autoestima, acabam por se boicotar e deixar a coragem de lado
Muitas pessoas inteligentes e competentes não conseguem crescer nas áreas pessoal, física, financeira e profissional. Geralmente, são pessoas corretas, esforçadas e que fazem o seu trabalho bem feito. No entanto, apesar de tudo isso, não conseguem alcançar o sucesso que gostariam. Essas pessoas sentem-se frustradas e até mesmo injustiçadas pela vida, além de jogar o peso no fato de que outras pessoas menos esforçadas, muitas vezes conseguirem mais do que elas, com resultados melhores. Assim, acabam de sabotando. Mas como fugir da autossabotagem? E por que será que isso acontece? É bom saber que, primeiramente, nada acontece por acaso.
O que está faltando?
Algo mais profundo, como se fosse a fundação de uma casa. Se a fundação não for boa, não dá para construir nada em cima. Com fundação deficiente qualquer tentativa de construir um prédio em cima não funciona. Esse conteúdo mais profundo é o que buscamos no processo terapêutico ao descobrir a força que existe em nosso inconsciente. O quanto as nossas crenças e emoções negativas acumuladas influenciam a nossa forma de pensar e agir gerando autossabotagem.
Nesse processo inconsciente de autossabotagem e vitimização fazemos escolhas. Problemas na autoestima também levam à autossabotagem inconsciente. Quanto mais baixa a autoestima, maior o pessimismo, a sensação de não merecimento, menos autoconfiança e mais sensação de incapacidade.
Rejeição e perdas
Pessoas que sofreram muita rejeição, críticas, abandono, falta de apoio ou até mesmo muitos elogios durante a infância, ou mesmo crianças que foram superprotegidas, tendem a desenvolver uma baixa autoestima.
E se você se sente incapaz, e que não merece, ou se tem medo de críticas e rejeição, vai ser realmente difícil crescer profissionalmente.
A autossabotagem fará com que você não veja oportunidades, ou fará com que você adie o que poderia fazer melhorar a sua vida praticando o que chamamos de procrastinação.
domingo, 3 de setembro de 2017
Acredite em você
A autoconfiança, esse sentimento íntimo de fé em si mesmo, é o que coloca todos nós em movimento. Se você acredita que pode fazer, pronto, você vai lá e faz. Se não sabe como fazer, sente que pode aprender. Se não tem tempo ou recursos suficientes, então fará o melhor possível. E, se falhar, compreende que ao menos terá crescido com o processo. Ou seja: é essa força interior, chamada de autoconfiança, que permite que se viva verdadeiramente sem hesitações, sem perda de tempo. É ela que permeia suas ações para seguir com mais sabedoria. No entanto, a falta dessa convicção pode deixá-lo imobilizado.
A boa notícia é que a autoconfiança pode realmente ser apreendida e construída. E, se você estiver trabalhando na sua própria autoconfiança ou a construir a confiança das pessoas ao seu redor, esse esforço será certamente recompensado. Todos nós enquanto seremos humanos, necessitamos de nos sentirmos competentes, eficazes e confiantes. Estes sentimentos permitem que nos coloquemos num estado de elevados recursos - corpo e mente ficam sintonizados para construir uma resposta adequada ao desafio a enfrentar ou a resolver. Como conseguiríamos atingir ou fazer algo em nossa vida, se constantemente tivéssemos alguém nos nossos ouvidos a transmitir ideias de incapacidade, palavras depreciativas acerca de nós e das nossas capacidades e habilidades?
Bem, não seremos nós próprios na maioria das vezes a ser esse "sabotador" daquilo que queremos realizar?
A autoconfiança possui um significado muito individual para cada pessoa. Um dos motivos que explicam isso é o fato de que as dificuldades e fraquezas encontradas nos indivíduos se alteram conforme suas personalidades e contexto em que estão inseridos. Alguns se sentem inseguros, pois não conseguem se comunicar com eficiência, e outros não estão satisfeitos com a própria aparência porque idealizam outra imagem para si mesmos. Independentemente do motivo de sua insegurança, algumas experiências podem ajudar a desenvolver autoconfiança.
Não há nenhuma receita mágica para desenvolver a autoconfiança, mas certamente existem alguns hábitos diários que podem colocá-la no nosso caminho com mais facilidade.
Se você está estressada, sobrecarregada, entediada ou simplesmente insegura, vai gostar de saber que existem, pelo menos, cinco atitudes que podem mudar essa percepção de si mesma. O site americano "Learn Vest", que dá dicas de carreira e finanças para mulheres, recomenda alguns hábitos. Veja abaixo.
Cerque-se de pessoas positivas
Humores e atitudes são contagiantes, por isso, se você precisa dar novos ares à forma como enxerga a si mesma. Evite contato com pessoas que transmitem sentimentos negativos. Isso porque quem está sempre falando das próprias inseguranças e dificuldades acaba fazendo com que pensemos com mais frequência sobre os nossos problemas. Vale a pena esse esforço?
Tenha organização
Ela é a chave do dia-a-dia para evitar estresses que minam nossa confiança e autoestima. Substitua a confusão de horários, os atrasos e as perdas de prazo por uma boa planilha de despesas e uma agenda de afazeres. Anote cada passo essencial da rotina e organize-se! Temos certeza de que o tempo vai acabar rendendo mais e o dinheiro, quem sabe, não acompanha a tendência.
Faça o que dá prazer
Para mostrar o melhor de si, você também precisa sentir-se bem por dentro. É por isso que reservar tempo para hobbies e atividades prazerosas passa longe de ser uma frescura qualquer. Falta coragem (ou ânimo) para retomar aquela aula de dança, convidar as amigas para uma happy hour, viajar no fim de semana? Pense no quanto esses compromissos leves podem ajudar você a ter uma visão mais positiva das coisas... Viu só?
Movimente a agenda
Ok, sabemos que relaxar em casa e ter boas horas de sono por noite é fundamental para a saúde física e mental de qualquer pessoa. Mas é na interação com os outros - e não estamos falando aqui das redes sociais - que colocamos nossos sentimentos em prática. A dica é simples: deixe o computador e o smartphone em casa e parta para um barzinho com seus amigos sem hora para sair de lá. Visite pessoas, marque reuniões em casa, aceite mais convites. A lista é interminável.
Quando puder viaje
Sair de sua zona de conforto ajuda você a exercitar sua autoconfiança de maneira mais eficiente, pois alarga suas experiências de vida, conhecimento e flexibilidade de convivência com pessoas diferentes.
Experimente coisas diferentes
Pular de paraquedas, cortar e mudar a cor do cabelo, participar de palestras motivacionais. Seja lá o que for que você escolher, é importante que sejam desafios e experiências novas, que possam mostrar para si mesmo o quanto você é capaz.
Expresse-se
Você já deve ter ouvido a seguinte frase: "As coisas que são difíceis de falar são normalmente as mais importantes." É importante que você conte para as pessoas - ou para um amigo (a) - o que sente, o que espera e simplesmente converse para que não guarde o desnecessário dentro de si mesmo.
Busque mais aprendizado
Não se satisfaça com aquilo que sabe, mas busque sempre aprimorar suas capacidades e conhecimento. Talvez você não precise aprender algo completamente novo, mas sim aprofundar aquilo que já sabe de determinada coisa.
Mude a sua auto-imagem mental
A nossa autoimagem significa muito para nós, mais do que muitas vezes percebemos. Temos uma imagem mental de nós mesmos, que determina o modo como nos sentimos confiantes (ou não). Mas essa imagem não é fixa e imutável. Podemos mudá-la. Use as suas capacidades mentais e trabalhe a sua autoimagem. Se não gostar dela, mude-a. Descubra porque se vê desse modo e faça o que for preciso para mudar.
Ajude, sem esperar nada em troca
Oferecer um pouco de si a uma causa ou a quem precisa traz quase que instantaneamente uma sensação de bem estar. É claro que ninguém deve fazer isso apenas para querer sentir-se bem consigo mesmo, mas não é bom poder fazer a diferença na vida de alguém e receber como recompensa a satisfação de ajudar?
Aproveite estas dicas e faça uma lista de pontos que você quer melhorar. Procure ser bem objetiva e honesta consigo e mãos à obra!!!
(texto publicado na revista Leve & Leia nº 146 - ano 10 - junho/julho de 2017)
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Quando me amei de verdade...saber viver - por Charles Chaplin (O Segredo)
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxarHoje sei que isso tem nome… AUTOESTIMA.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…AUTENTICIDADE.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… AMADURECIMENTO.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo
Hoje sei que o nome disso é… RESPEITO.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama… AMOR PRÓPRIO.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… SIMPLICIDADE.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a… HUMILDADE.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é… PLENITUDE.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… SABER VIVER!!!”
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
10 atitudes que vão colocar a sua autoestima lá no alto - Stephanie Gomes (O Segredo)
“Amar a si mesmo é um romance que vai durar a vida inteira.” – Oscar Wilde
Como anda sua relação com você mesmo? Você vê qualidades em si ou só pensa em seus defeitos? Você tem orgulho de quem é ou vive fazendo comparações com a vida dos outros e se sentindo inferior? Como você se sente quando olha para o espelho?
Amar a si mesmo é um dos quesitos mais importantes para uma vida feliz. Construir uma boa autoestima pode proporcionar uma mudança gigantesca na forma como você se sente e vive, porque não gostar de si faz com que você viva uma constante batalha interna. É você contra você mesmo. Quando se livra disso e passa a gostar de ser quem é, a vida se torna mais leve, bonita e cheia de oportunidades para serem aproveitadas.
Mas calma, não se desespere se hoje você olhou para o espelho e se achou horrível, todos temos dias em que estamos chateados, com espinhas, de TPM ou em que fazemos tudo errado. O problema é quando você sente isso todos os dias, o tempo todo, e nunca consegue se sentir feliz por ser quem é.
A construção da autoestima é um trabalho totalmente interior e exclusivamente seu. É você quem tem que decidir que vai mudar sua relação com você mesmo e precisa encontrar seu próprio caminho e suas próprias respostas. Mas algumas atitudes podem te ajudar bastante nesse processo:
1. Agradeça por suas qualidades
Se você já tem o hábito de agradecer pelas coisas que tem e por tudo de bom que acontece na sua vida, inclua na prática da gratidão o agradecimento pelas coisas boas que você é. Pense em suas qualidades e seja grato por elas. Agradeça por ser essa pessoa forte, dedicada e capaz. Agradeça por ser bom, honesto e educado. Agradeça por ser responsável pela própria vida e buscar o melhor para si. Agradeça por ser determinado e corajoso. Pense em todas as coisas boas que você é e seja grato por ter se tornado alguém com tantas características positivas.
2. Produza algo que faça você perceber que está crescendo e aprendendo
Perceber-se em evolução é algo que faz bem a qualquer pessoa. Olhar para trás e ver o quanto você cresceu é muito bom – tão bom quanto olhar para a frente e perceber que ainda tem muito a aprender. Faça mais coisas que te façam sentir bem e, ao mesmo tempo, te acrescentem conhecimento, sabedoria, habilidades e felicidade. Quando você percebe o quanto já cresceu, uma mistura de orgulho de si mesmo e motivação para continuar acendem dentro de você.
3. Ria de si mesmo
Ser capaz de rir de si mesmo – ao invés de envergonhar-se – é uma prova de amor que você se dá. Todo mundo passa por situações embaraçosas, diz bobagens, comete gafes e “paga mico”. O que faz a diferença é como cada um reage quando passa por alguma dessas situações. Você pode morrer de vergonha e se sentir mal ou simplesmente rir de si mesmo e levar a situação de forma mais leve. Da próxima vez que acontecer, ao invés de odiar a si mesmo pelo que fez e querer se esconder, junte-se a quem estiver à sua volta e ria de si mesmo. Divirta-se.
4. Descubra o que faz você se sentir bem e abuse disso
O que faz você se sentir bem com você mesmo? Estar na moda? Cuidar da aparência? Descobrir coisas novas? Produzir algo? Ajudar pessoas? Fazer os outros rirem? Tudo isso junto? Ou outras coisas? Comece a perceber que coisas você faz que te fazem gostar de ser quem você é, gostar de suas habilidades e gostar de olhar para si, e faça muito mais disso. Posso até citar algumas das minhas escolhas: eu me sinto muito feliz comigo mesma quando publico algo no blog e recebo muito retorno positivo dos leitores. Eu gosto de me olhar no espelho quando arrumo meu cabelo do jeito que eu gosto. Eu me orgulho de mim mesma quando tomo atitudes determinadas em direção aos meus sonhos. E você?
5. Trate a si mesmo com carinho
Seja gentil com você mesmo, cuide-se interna e externamente com todo o carinho que puder, buscando sempre o melhor para si. Cuide de seus pensamentos quando pensa sobre você, e cuidado quando a raiva, decepções ou falhas fizerem você querer se agredir com palavras, ações e pensamentos. Quando isso acontecer, lembre-se de que você é um ser humano que erra como todos os outros.
6. Acredite que você merece tudo de mais incrível
Quem assistiu ao filme ou leu o livro As vantagens de ser invisível conhece a frase: “A gente aceita o amor que acha que merece”. Pense sobre isso: o que você acredita que merece? Coisas boas? Coisas mais ou menos? Ou coisas incrivelmente extraordinárias? Sua resposta vai dizer exatamente o que você irá receber da vida. E isso vale para tudo: para o amor, para as amizades, para o trabalho, para os seus sonhos… o que te impede de acreditar que você merece o melhor? Na verdade, provavelmente a única coisa que está te impedindo de receber coisas incríveis é você mesmo, por não acreditar que as merece.
7. Use o que te faz feliz
Batom vermelho, sombra colorida, saia longa, saia curta, listras verticais, listras horizontais, cabelo longo, cabelo curto, roupa da moda, roupa fora de moda… esqueça as regras (quem as inventou?) e use o que você tem vontade!
8. Dê atenção às suas necessidades
Escute-se. Preste atenção aos sinais que seu corpo e sua mente te dão, eles estão sempre nos apontando quais as nossas necessidades, mas nós teimamos em ignorá-los. Quando sentir que precisa de descanso, descanse. Quando perceber que sente falta de cuidar de si, arrume um tempo para fazer isso. Se sua saúde der sinais negativos, pare tudo e priorize cuidar dela, que é o seu bem mais valioso. Quando sentir que sua vida está uma confusão, não deixe as coisas continuarem como estão, comece imediatamente a colocar as coisas no lugar.
9. Perdoe seus erros
Sabe aquele erro que você cometeu ano passado e de vez em quando relembra e se sente mal por isso? E aquela sua falha de ontem que está fazendo você se sentir péssimo hoje? Sabe quando você se lembra de algum erro que cometeu e isso te faz acreditar que você é uma pessoa horrível? Você tem o direito de se perdoar. Somos todos passíveis de tropeços e erros. Estamos aprendendo a viver, estamos mudando, estamos crescendo. Perdoe-se e deixe os erros ficarem no lugar deles, que é o passado. Se você errou, mas conseguiu tirar uma lição disso, aprendeu com o erro e não quer repeti-lo, não há por que se maltratar por algo que aconteceu no passado. O que importa é quem você é e o que faz HOJE.
10. Esqueça seus “defeitos” e vá curtir a vida!
Se você tem vontade de melhorar algo em si mesmo, seja ganhar ou perder peso, fazer uma cirurgia plástica, uma mudança no cabelo ou seja lá o que for, tudo bem! Mas não espere para viver apenas quando conseguir fazer essa mudança. Cada dia da nossa vida é muito valioso para desperdiçarmos esperando pelo dia em que poderemos aproveitá-los sendo “perfeitos”. Não deixe de curtir por vergonha de um ou outro defeitinho que você acredita que tem. Quando der para consertar você conserta, mas por enquanto VÁ CURTIR A VIDA! Não transforme isso em um pesadelo, não faça de um defeito algo tão significante a ponto de atrapalhar a sua felicidade. Coloque o biquíni e entre no mar, tire muitas fotos com seus amigos, use o que você gosta, faça o que tiver vontade. A vida, infelizmente, é muito curta. Mas, felizmente, ela nos dá oportunidades de viver coisas maravilhosas, se nos permitirmos. Não deixe que coisas tão pequenas sejam mais importantes do que a sua felicidade.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
terça-feira, 15 de novembro de 2016
domingo, 13 de novembro de 2016
Se alguém não deu valor a você, não mendigue nem atenção nem amor - Josie Conti (Conti Outra)
Devemos entender que a única pessoa imprescindível para a nossa felicidade somos nós mesmos. Se temos amor próprio e nos respeitamos, será mais difícil que os outros possam nos fazer mal.
Nunca perca o seu valor por uma pessoa que não sabe o que tem. Se alguém não der importância a você, se o ignorar, o abandonar ou desprezar você, não mendigue a sua atenção ou o seu amor, pois este nunca terá nada de real ou sincero.
Não morda mais a maçã envenenada do amor diferente, pois ela somente fará você sofrer. Se você “pede demais” é porque sabe que o que deseja tem um peso importante em sua vida e que é você quem deve outorgar primeiros seus pensamentos, opiniões, desejos e comportamentos.,
Devemos nos esforçar para tomar distância emocional daquelas pessoas que colocam em xeque o equilíbrio da balança afetiva de que todos precisamos, ao mesmo tempo em que cimentam na desigualdade emocional as relações que compartilhamos com eles.
Compartilhe com você seus desejos mais íntimos, escute-se com a vontade de amar-se e de aceitar-se, pois apenas isso lhe ajudará a se libertar de falsos amores.
O amor não se mendiga e a indiferença mata o carinho
Mendigar amor significa pedir algo que não existe, que somente está nos desejos de nossa mente. A única coisa que conseguiremos “mendigando” é faltar ao respeito com nós mesmos, entorpecer nosso crescimento emocional e machucar o nosso eu interior com a dor que a falta de dignidade fomenta.
Quando amamos alguém queremos cuidar desta pessoa e evitar que ela sofra. Nosso reflexo emocional nos leva a criar circunstâncias que façam com que o outro se sinta merecedor de carinho, que fomentem emoções e sentimentos de harmonia, autenticidade e carinho.
Se não nos cuidarmos dos falsos amores, acabaremos acreditando no que eles nos fazem sentir. Acabaremos pensando que não merecemos afeto ou atenção, e terminaremos convencidos de que as relações emocionais não precisam ser equilibradas.
Ao final, é simples: a pessoa que o merece é aquela que, tendo a liberdade de escolher, se aproxima de você, o aprecia e dedica a você seu tempo e seus pensamentos.
Ninguém pode fazê-lo infeliz sem o seu consentimento
A ferramenta mais poderosa para lutar contra a injustiça emocional e a indiferença é a determinação pessoal. Ela deve ser acompanhada de amor próprio, de autoconhecimento e de reflexões sobre os sentimentos, desejos e comportamentos próprios e alheios.
No entanto, o processo no qual nos vemos imersos nestas circunstâncias reflete a falta de dignidade. Essa que nos faz falta para não perseguirmos aqueles que não nos merecem.
Neste sentido, devemos saber que costumamos usar estratégias erradas para lidar com o luto pelo “não amor”. Vejamos algumas situações comuns:
O luto pelo “não amor” é um processo muito duro que se alimenta de uma dolorosa fase de pré-contemplação. Geralmente sabemos que “algo não está bem”, mas não nos atrevemos a descrever com palavras ou a tirar a venda de nossos olhos.
Deixamos que o mal-estar passe, mantendo a crença de que não pensar nele e o fato de nos distrairmos irá permitir que o problema se resolva de uma maneira natural.
Quando nos resignamos ao mal-estar, chega um momento em que este aumenta a níveis insuportáveis e temos que enfrentá-lo quando o mesmo já transbordou. No entanto, o que acontece quando lutamos contra nossos próprios sentimentos? A luta se transforma em uma batalha sem fim, cheia de desespero, o qual irá fomentar o sofrimento.
Também é comum ouvir aquilo de “abraçar a dor”, mas não é positivo nem ignorá-la e nem abraçá-la.
O que é realmente adequado para lidar com o luto pelo “não amor” é atendê-lo e compreender que isso dói porque alguém que queríamos que nos amasse não o faz.
Assim, para reverter a dor, o passo seguinte é dar uma solução a ela.
Qual é a solução adequada? Convencer a nós mesmos de que, se não obtivemos um afeto de maneira natural, dificilmente iremos consegui-lo de outras formas. Com isso, o correto para nós será nos afastarmos desta pessoa, pois somente assim teremos a garantia de que a dor será superável.
Para acabar com o sofrimento do “não amor” temos primeiro que entendê-lo e depois aceitá-lo, pois é uma consequência natural do luto pela perda daquilo que desejávamos ter e não temos.
Ame-se e valorize-se: alimente as suas relações com o amor próprio
Ainda que controlar cada história emocional seja algo complexo, todo sofrimento tem solução. A verdadeira mudança é possível quando trabalhamos aquilo que nos prende à situação dolorosa, e àquela pessoa a quem estamos mendigando atenção e amor.
Assim, deve ficar claro para nós quea primeira pessoa a quem devemos dedicar tempo somos nós mesmos. Depois estaremos em condições de avaliar com quem nos sentimos bem e com quem não.
Não mendigue a atenção de ninguém, e muito menos o amor, porque quem o ama, irá demonstrar isso de uma ou outra maneira, sem que existam interesses ou egoísmos.
Lembre-se de que uma situação de injustiça emocional requer um papel destacado do nosso amor próprio, o qual nos ajuda a examinar nossos desejos, valores e necessidades.
Não continue ligando para esta pessoa que não atende às suas chamadas. Deixe de buscar e comece a deixar que o encontrem. Deixe de sentir falta daqueles que somente estão presentes na sua vida de forma superficial, daqueles para os quais só importam as aparências, e que apenas fazem com que você se sinta bem quando há mais gente junto com vocês.
Não se esqueça de examinar as razões que fomentam o seu apego em relação a estas pessoas a quem você costuma “mendigar carinho e atenção”. Avalie a origem, seja consciente e inicie a sua transformação interna.
É necessário nutrir a sua autoestima e deixar de mendigar amor, pois o amor deve ser demonstrado e sentido, e nunca implorado. O seu carinho e a sua atenção são valiosos demais para serem desperdiçados com aqueles que não os merecem.
Dedique-se a quem o ama e o compreende, sem julgamentos nem condições.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
terça-feira, 26 de julho de 2016
Você sabe dizer não?
Essas dicas podem ajudar
1. Seja fiel a você
Um dos principais motivos que levam uma pessoa a ter dificuldades em dizer não é a baixa auto-estima, que, por sua vez, gera insegurança. E cada pessoa de acordo com cada relação em que está inserida percebe um tipo de impedimento, seja no medo de não ser aceita, de magoar alguém querido ou de sofrer algum tipo de consequência futura. Repense suas prioridades, qualidades e habilidades, o que lhe dá orgulho sobre si mesma e trabalhe sua auto-estima. Dizer sim para tudo vai te fazer mal e não vai fazer com que gostem de você, ninguém agrada a todos e aceitar qualquer coisa por algum medo vai lhe estigmatizar como fraca. Seja fiel aos seus princípios, valores e seus objetivos de vida. Seja fiel ao que você traçou para aquele dia, semana ou mês. Não desfoque nem saia do seu caminho. Antes de fazer alguém feliz, faça você mesma feliz.
2, Saiba seus limites
Auto conhecimento é fundamental! Algumas pessoas aceitam determinações autoritárias, tomam para si responsabilidades que não lhe cabem ou passam por cima de seus princípios pela dificuldade que tem em dizer não. Respeite a si mesma, seus limites, ideais, e seus desejos. Se você identificou que não terá tempo ou que não poderá comparecer em um determinado evento, recuse imediatamente o convite, claro, sendo educada e grata pelo convite. Um não como sorriso no rosto é sempre mais leve.
3. Pese o seu não
Por mais que você tenha dificuldades em negar algo, em algumas ocasiões você o fez. Pense nas razões que tornaram essas negativas mais fáceis de fazer, do que nas situações em que você não resistiu e cedeu. Assim você pode ir exercitando outros aspectos a partir destes que não tiram seu sono. Claro que cada situação deve ser analisada. Veja se o convite está no seu raio de possibilidade. Se ultrapassou, o não ficou pesado demais para você.
4. Não enrole
Se você leva muito tempo para se decidir é porque provavelmente está inclinada a recusar, então pense rápido. O auto conhecimento que você vai exercitar aos poucos vai lhe ajudar, nesse tempo de resposta. O importante é não adiar uma situação, isso sim pode magoar alguém ou causar algum tipo de constrangimento. E o principal, não minta! Respeito é fundamental então não subestime a inteligência de outras pessoas com desculpas absurdas, ou diga algo que em breve pode afetar essa relação.
5. Não se desculpe...
...nem se culpe por não querer ou não poder fazer algo. O não é uma resposta comum, e na maioria das vezes será uma resposta previsível, então não se culpe ou se desculpe por dar uma resposta honesta. Isso não ajuda em nada e a outra pessoa pode usar essa demonstração de culpa contra você. Se você tem essa dificuldade em dizer não, com certeza algumas pessoas que convivem com você sabem disso e até mesmo desconhecidos podem perceber em instantes, então, seja educada, mas determine seus limites.
terça-feira, 22 de março de 2016
11 coisas em que as pessoas poderosas jamais pensam (O Segredo)
As pessoas poderosas pensam de maneira saudável, convidando a inspiração.
Da hora em que acordam até a hora de dormir, elas estão criando pensamentos que trazem as melhores possibilidades.
Confira esta lista de coisas nas quais as pessoas poderosas jamais pensam – para que você seja cada vez mais poderoso:
1. “Em quem posso colocar a culpa?”
Pessoas poderosas não pensam nos erros alheios. Elas procuram uma vida cheia de oportunidades que elas mesmas criam. Essa abordagem lhes permite ir além dos fracassos e as transforma numa força para que todas as pessoas à sua volta alcancem seu potencial máximo.
2. “Serei feliz quando [insira algo futuro].”
Já percebeu esse tipo de pensamento? Ele inclui coisas como “… quando este projeto for concluído”, ou “… quando conseguir aquele emprego dos sonhos”, ou “… quando me aposentar”. Pessoas poderosas sabem que alcançar grandes objetivos não significa felicidade eterna. Elas não apostam a felicidade em um objetivo, mas sim mantém o seguinte pensamento: “Estou feliz agora por [insira a razão]”. Elas sabem que todo dia é um novo dia para conectar-se, compartilhar e inovar de maneiras jamais vistas.
3. “Não fico bravo; fico em paz.”
As pessoas poderosas não trabalham com vingança, pois sabem que isso leva a uma vida fracassada. Elas podem ficar chateadas e frustradas às vezes, mas não desperdiçam energia pensando em maneiras de machucar os outros. Em vez disso, enchem suas cabeças com razões para construir pontes e jeitos de tirar o melhor das pessoas, incluindo aquelas que as incomodam. As palavras-chave são “Vou doar”. Por esse motivo, elas são amadas.
4. “Sou assim mesmo.”
Essa é a areia movediça da vida: acreditar que a mudança é impossível por causa de criação, circunstâncias ou erros do passado. Pessoas poderosas eliminam esse tipo de pensamento com uma verdade poderosa: “Sou [insira uma nova definição]”. Elas dizem para si mesmas: “Sou confiante”, “Sou caridoso”, “Sou corajoso” e se transformam nesse tipo de pessoa, mesmo que isso não fosse inteiramente verdade ontem. Elas definem o futuro o sendo hoje.
5. “Estou sempre certo.”
Pessoas poderosas reconhecem que ser o mais inteligente de uma sala não é mais o mesmo de antigamente. No passado, isso impressionava, mas hoje só incomoda. Google e Siri são os gurus da informação, mas ninguém quer estar com eles em ocasiões sociais. As pessoas poderosas estão sempre aprendendo, não têm medo de admitir sua ignorância e sempre se interessam pelos outros.
6. “Por que eu?”
Pessoas poderosas baixam o volume do “eu” e aumentam o do “nós”. Elas imaginam constantemente como podem ser úteis para os outros. Elas ativam o poder do altruísmo acomodando seus objetivos: fazem do servir aos outros parte integral de seus sonhos.
7. “Não sou criativo.”
Você não vê pessoas poderosas menosprezando sua própria criatividade. Como Steve Jobs, elas acreditam que “criatividade é só conectar as coisas”. E elas fazem conexões o tempo todo, de maneiras práticas e inspiradoras.
8. “Não sou bom o suficiente.”
Esse pensamento é mortal – e pode surgir quando aquela promoção não vem, quando o negócio não decola ou quando um relacionamento vai mal. As pessoas poderosas acabam com essa mentira dizendo o seguinte: “Sou mais que suficiente”. Elas sabem que não precisam de conquistas para se sentir bem. Elas se conectam com um propósito de vida que as ajuda a levantar da cama todos os dias e as faz sonhar à noite.
9. “Não quero causar.”
Pessoas poderosas não estão nem aí com o status quo. Elas sempre pensam em maneiras de causar rupturas a fim de melhorar as coisas. Elas não pensam em proteger o que é popular. Em vez disso, pensam em desenvolver algo diferente, perguntando: “Por que não?”
10. “Mesmo que eu não faça, espero que façam.”
Você nunca vai encontrar pessoas poderosas hipócritas. Elas nunca pedem para os outros algo que não fariam elas mesmas. Isso representa uma característica única da liderança.
11. “Não tenho tempo para [insira uma atividade importante].”
Pessoas poderosas não limitam seus poderes ao que mais importa. Elas se concentram mais em inovar que em gerenciar o tempo, sabendo que fé, família, forma física e amigos estão acima de todo o resto.
Publicado em: Brasil Post
quinta-feira, 17 de março de 2016
Bisogna lasciare andare quello che ci fa male (imigliori.co.uk)
Il tempo mi ha fatto capire che lasciare andare non vuol dire darsi per vinti, che non è un atto di debolezza, ma di forza e crescita, perché, anche se fa male lasciare andare, capisco che ci sono cose che devono cambiare.
Lungo il nostro sentiero vitale, abbiamo lasciato molte cose indietro, abbiamo abbandonato scenari, situazioni, abitudini e persino persone. Al giorno d’oggi, siamo tutto quello che abbiamo lasciato nel passato per formare un presente più autentico, anche se questo ci ha causato grande sofferenza.
Lasciare andare, in realtà, fa parte della ruota della vita, dove ogni passo in avanti ci serve per privarci di quello che deve cambiare, di quello che ci fa soffrire, di quello che blocca gli ingranaggi della nostra felicità.
Bisogna capire che vivere molte volte vuol dire rompere vincoli e che liberare le nostre mani di quello che prima ci ha riempiti di allegrie e speranze è, senza dubbio, doloroso. Tuttavia, prima facciamo nostro questo pensiero, prima saremo preparati per superare questi momenti, questi incroci nel cammino in cui guardare indietro vuol dire attaccarci a quello che non deve esistere.
Vivere di nostalgie sporadiche arricchisce e ispira, ma vivere pensando in modo perpetuo al ricordo di quello che avete lasciato andare, non permette di crescere, vi blocca e vi erode come le rocce investite più volte dal dolore delle onde.
Liberatevi, avanzate e fate vostro quello che avete vissuto come chi conserva un tesoro prezioso: arricchitevi ed intraprendete il cammino più indicato, nel quale si apra strada l’equilibrio, il più giusto per voi.
Lasciare andare certe cose affinché altre migliori giungano
A volte quello che lasciamo andare è stato qualcosa in cui avevamo fiducia in un dato momento e che in molti casi ci ha resi felici. L’allegria, l’amore e la speranza di allora spiegano il dolore di oggi e le difficoltà che si hanno nel dover dire addio a quella persona o situazione.
Perfino quello che una volta era positivo per noi all’improvviso può smetterlo di essere, può causare grande sofferenza, e anche chi dice di volerci bene, può lasciarci andare ogni giorno un po’ di più, come chi strappa i petali di una rosa fino a lasciarla spoglia con le sue spine.
In realtà non è facile capire quando ci dicono tante volte che la vita vuol dire lasciarsi andare, permettersi di fluire senza opporre resistenza. Come riuscirci? Le persone hanno bisogno di sicurezza giorno dopo giorno e abbiamo bisogno anche che chi ci voglia bene oggi, ce ne voglia allo stesso modo domani.
- L’atto di lasciar andare implica un gesto di coraggio e autoconoscimento. È necessario saper percepire dove sono i nostri limiti e cosa vogliamo davvero per noi stessi.
- Siamo coscienti del fatto che nessuno ha la felicità garantita nel palmo della mano; tuttavia, abbiamo diritto a incrociare, in un momento dato, le nostra dita in un’altra mano che ci colma di emozioni e che, in qualche modo, ci offra benessere.
- Se questo compagno che teniamo per mano non ci guida per il sentiero della felicità, è necessario liberarci per cercare il nostro percorso personale. Lo faremo anche se esiste l’amore, perché nonostante l’affetto e la passione, non tutti i rapporti sono saggi né tutti gli amori comprendono il linguaggio del rispetto.
Una buona autostima ed un atteggiamento forte che difenda la nostra dignità ci manterranno lontani da queste situazioni in cui rimaniamo immobili, sottomessi alla sofferenza. Maturare è anche lasciare andare chi non vuole restare.
Imparare a lasciare andare vi condurrà alla felicità
Chi si afferra al passato schiavizza i suoi pensieri, la sua mente, il suo cuore e la sua anima. Il passato non si può cancellare né cambiare né dimenticare. Non possiamo nemmeno cambiare le persone né obbligarle a volerci come desideriamo… Ci sono aspetti della nostra vita che, per essere superati, prima devono essere accettati.
Amare è anche imparare a lasciare andare, perché è quasi sempre l’amore che ci causa maggiore sofferenza. Solo quando accettiamo quello che non può essere, possiamo permetterci di essere liberi e trovare nuova felicità.
Nessuno viene al mondo sapendo tutto né portando con sé il manuale delle perfette decisioni, queste che sono esenti dall’errore. Vivere vuol dire provare, toccare, iniziare, rischiare e anche sbagliare; per questo motivo, dobbiamo tenere a mente i seguenti aspetti:
- Non arrabbiatevi, non riempite il vostro cuore con ira né la vostra mente con rancore. Lasciare andare è un’arte che deve essere sviluppata in modo pacifico e senza rabbia, solo allora ci permetteremo di essere liberi, scoprendo che il dolore è ogni giorno minore.
- Per lasciare andare, per prima cosa bisogna imparare ad accettare: accettare che ogni esperienza merita la pena di essere vissuta, perché è vita, perché chi si rifiuta e dimentica non impara, non guarisce e non cresce. È necessario accettare quanto accaduto e capire che lasciar andare vuol dire anche crescere.
Un giorno ogni cosa avrà senso, il dolore di adesso, il caos e l’incertezza di lasciare andare quello che prima ci definiva, domani sarà la porta che ci apporterà cose di gran lunga migliori, perché ricordate: tutto succede per un motivo.
Quem se dedica a melhorar a si mesmo não tem tempo para criticar os demais - Claudia Tremblay (A mente é maravilhosa)
Não há nada mais esgotador do que escutar uma pessoa criticar e falar mal de tudo o que se move. Além disso, viver cercados deste negativismo acaba fazendo com que nos sintamos mal, pois as palavras e as atitudes de um “crítico” são como um vírus que entra em nossa mente e a devasta.
É melhor se afastar das pessoas que criticam, pois elas nos intoxicam e nos afogam de tal maneira que causam um desequilíbrio em nós. O preço de viver em tranquilidade é incalculável, por essa razão não devemos permitir que ninguém prejudique nosso espaço físico e psicológico.
Um dos melhores indícios da pobreza emocional e vital de uma pessoa é que dedique seu tempo e esforço criticando os demais.
As pessoas felizes não falam mal dos demais
Quanto tempo você investe por dia escutando críticas? Muito? Pouco? Então é hora de dar um passo para o lado e se afastar de certas situações ou pessoas. Estão colocando o seu bem-estar e seu equilíbrio emocional em perigo.
Por isso, dedique seu tempo para melhorar a si e as pessoas ao seu redor… Isso servirá para duas coisas: manter uma atitude saudável diante da vida e dar o exemplo aos outros.
Ou seja, se em vez de criticar os demais nos preocupássemos em corrigir os erros que nos pertencem, alcançaríamos o maior nível de bem-estar emocional existente. Por isso, nós devemos superar a ordem pessoal, assim ganharemos em sinceridade, respeito, humildade, generosidade e honra.
Não somos perfeitos nem devemos tentar ser, mas é importante manter uma atitude de desenvolvimento constante que nos ofereça a possibilidade de viver nossa vida sem nos submetermos aos estados emocionais alheios.
O que as outras pessoas pensam de você é a realidade delas, não a sua
Há pessoas que dão sua opinião sobre nós, sobre nossa vida, sobre nossas decisões ou sobre qualquer questão que aconteça ao seu redor. Fazem isso mesmo que ninguém tenha pedido. Costumam dar opiniões mal intencionadas ou carentes de todo critério, cujo único objetivo é ferir, menosprezar e desfrutar do problema alheio.
Geralmente, são pessoas com baixa autoestima que não aceitam a si mesmas, por isso dificilmente podem aceitar os demais. Essas pessoas usam etiquetas que refletem a realidade de como elas mesmas se sentem, projetando, assim, suas dificuldades emocionais.
As pessoas mais infelizes neste mundo são as pessoas que se preocupam muito com o que os demais pensam.
Os danos emocionais das críticas
Não dê atenção às coisas que os demais fazem ou deixam de fazer, preste atenção no que você faz ou deixa de fazer.
– Buda –
Comece a curar sua ferida emocional sabendo claramente que cada um de nós é único e excepcional. Você não precisa da opinião de ninguém para viver. De fato, você é uma pessoa adulta que, em suas plenas faculdades, pode tomar decisões por si mesma.
Faça com que sejam as suas emoções e os seus sentimentos que valham, perca o medo de sentir e pense por si mesmo. Escutar críticas e piadinhas de maneira constante satura qualquer um, mas não é você quem as está fazendo.
Não se esqueça de que as críticas sem fundamento levam consigo uma grande pobreza emocional no mundo interno de quem as faz. Se a pessoa não se deixa enriquecer, se vive isolada em seus ressentimentos e não permite nenhum tipo de ajuda, torna-se uma pessoa emocionalmente egoísta. Afaste-se, mantenha-se feliz e proteja sua vida interior.
domingo, 23 de agosto de 2015
A chantagem emocional (A mente é maravilhosa)
A chantagem emocional pode acontecer tanto na amizade quanto no âmbito familiar ou num relacionamento. O objetivo de um chantagista é conseguir manipular a outra pessoa e transformá-la em alguém que satisfaz os seus desejos. Às vezes, ela pode ser realizada de maneira tão sutil que o outro pode nem se dar conta de que está sendo manipulado.
Embora pareça mentira, uma pessoa que recorre à chantagem emocional é alguém inseguro e fraco. Precisa recorrer à chantagem para alcançar seus objetivos, já que não se vê capaz de conseguir as coisas de maneira saudável, ainda que aparente ser uma pessoa muito seguras.
A seguir, apresentamos 4 maneiras de chantagear e como fazer para não cair nesse tipo de manipulação.
1. Por pressão ou ameaça
Este tipo de manipulação consiste em exercer pressão sobre outra pessoa, de tal maneira que a liberdade lhe é limitada. Se ela não fizer o que lhe é solicitado, há um castigo ou uma grande chateação posterior. O sentimento apresentado pela vítima diante dessa manipulação é o medo.
A típica frase dita pelos pais a seus filhos pequenos, “Se fizer isso de novo, vai ficar de castigo”, ou de alguém que diz a seu parceiro, “Se fizer isso outra vez, acabou tudo!”, são frases radicais nas quais, caso a ordem não seja acatada, haverá uma consequência posterior.
Como podemos nos defender deste tipo de manipulação? Fazendo o chantagista ver que ele não é capaz de nos causar medo. Uma ameaça ou pressão sempre busca gerar medo e, assim, a vítima acaba obedecendo. No entanto, se não houver medo ou se fizermos a pessoa achar que não estamos sentindo medo, desmontamos a manipulação.
A resposta para uma ameça do tipo “Se fizer isso outra vez, acabou tudo” poderia ser “Sou livre para fazer o que eu quiser e se isso faz você querer me deixar, não posso fazer nada!”. O importante é fazer a pessoa ver que, em vez de aceitar a ameaça ou o castigo, somos capazes de enfrentá-lo, e nem por isso vamos mudar nossas ações.
2. Culpa
Consiste em criar um sentimento de culpa na vítima, fazendo-a acreditar ser uma má pessoa caso não obedeça. Frases como “Se você faz isso, é porque já não gosta de mim”, “Depois de tudo o que fiz por você, é assim que você me paga?”, “Se você me deixar, vou adoecer e não poderei suportar”, “Você me desapontou, pensei que você era uma boa pessoa”.
O que se busca com qualquer dessas frases é que o outro se sinta mal e culpado. Dessa maneira, a vítima poderia ser manipulada e consentiria em satisfazer o outro para não ficar “mal na fita”.
Como parar este tipo de manipulação? Fazendo o chantagista ver que não nos sentimos más pessoas nem pensamos ser culpados das consequências que o cumprimento de tais ordens poderiam trazer.
Há casos extremos, como o da pessoa que diz “Se você me deixar, não quero mais viver”. Esse seria o exemplo mais delicado, pois não sentir culpa num caso como este é complicado, já que nos sentiríamos responsáveis pela saúde do outro. No entanto, a realidade é que cada pessoa é dona de sua própria vida e nós devemos viver em liberdade; não podemos estar presos a alguém por pena nem por culpa, pois, afinal, a vítima seria a pessoa manipulada.
3. Confundir, distorcer
O chantagista tentará distorcer as situações até que possa se encontrar em um papel no qual tem razão; tentará se transformar em uma espécie de guia. Para poder manipular, ela saberá perfeitamente os pontos fracos da vítima, e fará com que esta última acredite que precisa de seus conselhos para poder ir por um bom caminho.
Tratará de criar uma espécie de dependência em que o chantagista será a pessoa que tem a posse da verdade. Ela terá argumentos que podem sair por cima de qualquer situação, com a finalidade de fazer a vítima perceber que a salvação está em ignorar.
Como parar este tipo de distorção? Informando o manipulador que cada pessoa vê as coisas de maneira diferente e que nós, estando errados ou não, desejamos tomar a decisão que pensamos ser a melhor.
Assim, ainda que o chantagista tente fazer com que a vítima cometa um erro, podemos responder a ele que não nos importa que possamos cometer erros e desejamos tomar nossas próprias decisões.
4. Promessas positivas e presentes
Outro tipo de chantagem mais escondida, que nem mesmo parece uma chantagem, é a promessa de algo muito positivo caso realizemos os desejos do outro. Somos premiados ou presenteados com algo que desejamos muito, caso façamos o solicitado pelo chantagista.
Os pais costumam fazer isso com seus filhos, “Se você passar de ano, vou te dar uma bicicleta”, “Se você for visitar sua avó, compro doce pra você”. Se uma criança deseja muito uma coisa, é normal que ela faça o possível para conseguir o que quer.
Esse caso é positivo porque a ordem que os pais dão é positiva para a criança, mas há outros casos em que a ordem tenta enganar a vítima, como por exemplo, o caso de uma pessoa apaixonada que quer conquistar uma moça com problemas financeiros. O chantagista oferece algumas recompensas que sabe que convenceriam a vítima a sair com ele.
Possivelmente, conseguiria conquistá-la ao solucionar seus problemas, mas, ao final, ao perceber que seus problemas foram solucionados, a vítima perceberia que foi comprada e manipulada, já que, em momentos de desespero, a razão cai a 50%.
Outra forma parecida de chantagear é lembrar alguém dos presentes dados e das quantias que deve, como, “Você se lembra dos presentes que te dei? ,” Lembra daquilo que paguei para você? ”, é como dizer, de maneira sutil, “Te dei muitas coisas materiais e, por isso, você deve me obedecer.”
Como não ceder a este tipo de manipulação? Lembrando o chantagista que cada pessoa é livre para pagar ou presentear o que quiser e nem por isso somos obrigados a devolver o favor.
Sempre, em qualquer tipo de relação, seja em uma amizade ou em um relacionamento amoroso, devemos estar à mesma altura do outro. Trata-se de uma troca, deve ser recíproco; no momento em que alguém quer ocupar outra posição, soa o alarme. Ainda que alguém esteja passando por problemas, uma pessoa saudável ajuda de uma maneira dentro da normalidade, mas se alguém aproveitar para se colocar em uma posição de “herói” e deixar o outro como “vítima que precisa ser salva”, podemos acabar entrando em uma zona de manipulação.
Sinais para detectar um chantagista emocional
– Falar com eles é estressante porque mudam continuamente o assunto da conversa, vão mudando de estratégia e tentam confundir a vítima até que encontram o ponto fraco, onde sentem que podem manipular.
– Quando estamos frente a um manipulador, as sensações falam mais do que a razão. Devemos sempre observar nossas emoções; se nos encontrarmos frente a uma pessoa saudável, as emoções também serão saudáveis, mas se estivermos frente a um chantagista, é muito comum que nos sintamos incômodos, com mal estar, frustrados e indecisos. Por um lado, nossa mente pode perceber que algo não vai bem, mas, por outro lado, os medos e as chantagens que recebemos podem invalidar a razão e chegar a um momento em que nos sintamos incapazes de tomar decisões.
– Costumam se vangloriar de sua vida e de suas propriedades, já que buscam ser vistos como “heróis ou salvadores”. Por isso, as pessoas que possuem uma baixa autoestima são mais propensas a cair nas garras dos manipuladores, pois pode ser que elas os admirem em excesso.
– Querem ser aqueles que dominam as conversas e os que sempre têm razão; são pouco flexíveis e não sabem ouvir, falam muito mais do que ouvem.
– Não gostam de receber conselhos, já que consideram um insulto à sua inteligência.
– Mudam facilmente de humor já que, se conseguirem manipular, ficam felizes, mas se a vítima resistir, suas feições podem mudar em questão de segundos…
– Desejam anular a opinião do outro, fazendo com que apenas a sua seja válida e verdadeira.
domingo, 16 de agosto de 2015
Coisas que aprendemos com os cães
Os cachorros tem um modo de viver realmente invejável. Todo mundo sabe que eles aproveitam a vida ao máximo e não se preocupam com o futuro: está aí o segredo da felicidade. Veja tudo que um cachorro tem para nos ensinar sobre a arte de viver. Para nós, foi uma lição de vida.
Lição 1
1. Esqueça de fazer tudo ao mesmo tempo
Quando um cachorro está fazendo alguma coisa, ele não divide a atenção. As pessoas deviam fazer o mesmo. Pesquisadores da Universidade de Stanford descobriram que a atenção e a memória ficam muito prejudicadas naquelas pessoas que fazem tudo ao mesmo tempo.
Lição 2
2. Tire sonecas
Um cachorro não passa o dia todo acordado. Existem evidências que mostram que os humanos também deveriam tirar uma sonequinha de vez em quando. Um estudo envolvendo 24.000 pessoas indicou que quem tira sonecas no meio do dia tem 37% menos chances de morrer de um problema no coração. Sonecas curtas também aumentam a performance no trabalho.
Lição 3
3. Caminhe todos os dias
Fazer caminhadas regulares além de queimar calorias, melhora a performance do seu coração. Veja os benefícios da caminhada diária:
- Combate a depressão
- Perda de peso
- Diminui os riscos de diabetes tipo 2
- Mantém os ossos fortes
- É bom para a mente
Lição 4
4. Cultive amizades
Pessoas são animais sociais e a amizade tem diversos benefícios para a saúde. Pesquisadores na Austrália acompanharam 1.500 pessoas idosas por 10 anos. Aquelas com mais amigos eram 22% menos propensos a morrer do que aqueles com menos amigos.
Lição 5
5. Viva o momento
Viver o momento pode ser a maior lição que aprendemos com nossos cães. Seu cachorro não pensa no passado e não pensa no futuro (já viu um cachorro com insônia?). Ele acorda, alimenta-se, brinca, passeia, dorme. Cada momento para um cachorro é um momento especial em sua vida. Por que você não faz o mesmo?
Lição 6
6. Não guarde rancor
Só quem tem cachorro entende: "Um cão é aquele animal que lambe a sua cara mesmo você tendo deixado ele sozinho o dia todo". Cães não guardam rancor. Não ficam chateados por nossas ações passadas. Os cães PERDOAM. Podemos brigar com eles, deixá-los sozinhos, ignorá-los. Mas se formos brincar com eles, eles estarão prontos para nos receber e nos amar. Cientistas descobriram que o perdão ajuda a diminuir a pressão e reduzir a ansiedade. Além disso, pessoas que perdoam costumam ter uma autoestima mais alta.
Lição 7
7. Alegre-se!
Ok, você pode não ter um rabo para abanar, mas você pode sorrir e ter uma atitude alegre e positiva todos os dias. Seja grato pela vida que você tem. Acorde todos os dias feliz por estar vivo, isso é o suficiente. Os problemas vão passar, todos eles passam.
Lição 8
8. Seja sempre curioso
Existe uma frase chamada "a curiosidade matou o gato". Mas isso não se aplica às pessoas. Pesquisadores descobriram que as pessoas mais curiosas costumam ter mais consciência do sentido de suas vidas. Outros estudos mostram que a curiosidade está ligada ao bem-estar psicológico e o aprimoramento do conhecimento e das habilidades pessoais.
Lição 9
9. Seja bobo!
Ter um bom senso de humor pode te trazer vários benefícios para sua saúde. Cardiologistas da Universidade de Maryland descobriram que pessoas que tem um bom senso de humor costumam ter corações mais saudáveis. Existem cães mais sérios e cães mais brincalhões, mas todos eles tem momentos de pura bobeira. Aprenda com eles. :)
(texto publicado na revista Leve & Leia nº 127 - ano 8 - junho de 2015)
quarta-feira, 29 de julho de 2015
O perigo de silenciar os sentimentos (Melhor com Saúde)
Quantas coisas você internaliza todos os dias? Quantos sentimentos e pensamentos você guarda para si mesmo, tentando não causar danos ou ofender a quem você deveria enfrentar? Vá com cuidado! Pois no final quem estará sofrendo danos será você.
Explicaremos por que isso acontece a seguir.
1. Quem cala consente, mas tudo tem um limite
O silêncio é sábio, disso não há dúvidas, e é sempre muito bom que ante algumas palavras ignorantes, ante um comentário fora do lugar ou ante uma expressão um pouco inadequada, optemos sempre por fechar a boca e agir com mais inteligência do que aquele que fala sem pensar.
Bom, porém devemos saber manter um equilíbrio entre guardar silêncio e defender nossas necessidades:
Silenciar nossos sentimentos ou nossos pensamentos deixa que, a pessoa que está na nossa frente, não saiba que está nos machucando, ou que está ultrapassando alguns limites. Ninguém consegue adivinhar o pensamento dos outros, por isso se não dizermos aquilo que nos faz mal ou que nos ofende, as outras pessoas não o saberão.
Existem silêncios sábios e palavras sábias. Saber quando se calar e quando falar é, possivelmente, a melhor habilidade que podemos aprender a desenvolver. Não se trata, de modo algum, de estar sempre caldo ou de dizer aquilo que temos em mente. Os extremos nunca são bons. Mantenha o equilíbrio, mas lembre-se sempre que esconder os sentimentos pode nos machucar. Você permite que outros invadam seu espaço pessoal, que atravessem os limites e que falem por você ou que escolham por você. No final, você será quase uma marionete guiada por fios alheios.
2. As palavras silenciadas convertem-se em doenças psicossomáticas
Você não ficará surpreso em saber que a mente e o corpo estão intimamente relacionados e conectados. A conexão é tão grande que os especialistas advertem que quase 40% da população sofre ou sofreu em sua vida com alguma doença psicossomática.
O nervosismo, por exemplo, altera nossas digestões, causa diarreias ou a clássica dor de cabeça. Muitos herpes labiais são desencadeados por processos de estresse elevados, de nervosismo e febre. Logo, ficar calado todos os dias e internalizar o que sentimos e o que pensamos gera em nosso organismo uma alta carga de ansiedade.
Pense em todas aquelas palavras que não deseja dizer aos seus pais ou aos seus amigos para não ferir seus sentimentos. Eles fazem as coisas por você pensando que estão ajudando, quando na verdade não estão contribuindo. Por que você não conta a verdade?
Tudo isso, no final, irá originar doenças psicossomáticas,enxaquecas, pressão alta, cansaço crônico.
3. Dizer em voz alta suas palavras: a chave do desabafo emocional
Não tenha medo de escutar sua própria voz, e muito menos que os outros também o façam. É algo tão necessário como respirar, como comer, dormir. A comunicação emocional é ideal para o nosso dia a dia, para estabelecer relações mais saudáveis com os demais e, logicamente, com nós mesmos.
Aqui vão algumas dicas básicas para obter sucesso:
Pense que tudo tem um limite. Se não dizermos em voz alta tudo aquilo que pensamos e sentimos, não estaremos atuando com dignidade, perderemos nossa autoestima e o controle de nossa vida. Primeiramente, tome consciência de que dizer o que está pensando e precisando é um direito.
Dizer o que você pensa não é causar danos a ninguém. Significa se defender e, por sua vez, informar aos demais de uma realidade que deveriam conhecer.
Não fique preocupado com a reação das outras pessoas, não tenha medo. Porém, se você se preocupa muito com o que pode acontecer, pode se preparar ante as possíveis reações. Um exemplo: está cansado do fato de que seus pais apareçam em sua casa todos os finais de semana e que não está tendo relações com seu companheiro. De que maneira você acredita que irão reagir? Se você acredita que eles irão ficar chateados, prepare-se para justificar que não existe razão para magoas. Caso você pense que eles ficarão machucados, prepare também o modo como irá argumentar, para não feri-los.
Pense que as palavras, dizer em voz alta aquilo que sentimos e pensamos é, na verdade, o melhor modo de liberação emocional que existe. Pratique-o com sabedoria, cuide de si mesmo.
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