Siccome ho perso il sonno per via del caldo insopportabile delle ultime settimane ho acceso il pc per distrarmi un po'.
Continuo a sentire ogni giorno le canzoni de Il Volo, ma i giri aleatori che fa Youtube mi ha portato un omaggio al grande Patrick Swayze di cui sono grande fan. Un video con la scena finale del film "Dirty dancing" che assieme a "Ghost" sono i suoi film più famosi.
Ho noleggiato il film nel 1994 (è stato girato nel 1987) e l'ho visto varie volte come fanno i bambini. In quell'anno sono andata in Italia e ho comprato la videocassetta con il film anche se avrei potuto acquistarla in Brasile. Più tardi ho comprato il DVD. E sono anche riuscita a trovare i due CD con le colonne sonore.
Scena di Dirty Dancing - canzone Hey Baby
Dirty Dancing: Scena finale - (I've had) The time of my life
Mi chiedo perché questo trio di cantanti mi piace ogni volta di più. Credo che sia per il fatto che svolgono un lavoro che amano e nonostante tutta la responsabilità con gli spettacoli in cui si presentano riescono a divertirsi, a giocare, non dimenticando che sono ancora tanto giovani. Che rimangano sempre con quest'animo e non si facciano montare la testa. Talentosi, ma umili. Sono diventata proprio una loro fan.
A dança é mais do que apenas uma atividade agradável para experimentar com os amigos ou seu parceiro; ela tem a incrível capacidade de melhorar a forma como o cérebro funciona. Vejamos cinco coisas excitantes que a dança pode fazer para o seu cérebro.
1.Vai melhorar a neuroplasticidade
Um estudo conduzido pelo Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, publicado no New England Journal of Medicine, foi realizado durante um período de 21 anos com idosos de 75 anos ou mais. Os pesquisadores mediram a acuidade mental no envelhecimento, monitorando as taxas de demência. O objetivo do estudo era descobrir se quaisquer atividades físicas ou cognitivas recreativas têm um efeito sobre a acuidade mental.
O estudo constatou que algumas atividades cognitivas influenciam a acuidade mental, mas quase nenhuma tinham tido qualquer efeito. A única exceção foi a dança frequente. Alguns resultados dos estudos foram:
Ler – 35% menor risco de demência
Ciclismo e natação – 0% menor risco de demência
Fazer palavras cruzadas, pelo menos quatro dias por semana – 47% do risco de demência reduzida
Jogar golfe – 0% menor risco de demência
Dança com frequência – 76% menor risco de demência
As pessoas que dançam regularmente têm maiores reservas cognitivas e um aumento da complexidade das sinapses neuronais, explicou o neurologista Dr. Robert Katzman. Dança reduziu o risco de demência, melhorando essas qualidades neurais. Ela pode fazer com que o cérebro religue continuamente seus caminhos neurais ajudando com neuroplasticidade.
2. Ela vai te deixar mais inteligente
O que se entende por inteligência? Se a nossa resposta a uma determinada situação é automática (a relação estímulo-resposta é automática), é geralmente aceito que a inteligência está envolvida. Quando o cérebro avalia várias respostas razoáveis e deliberadamente escolhe uma, o processo é considerado como sendo inteligente. Jean Piaget afirmou que a inteligência é o que usamos quando ainda não sabemos o que fazer.
Para simplificar, a essência da inteligência é a tomada de decisões. Para melhorar a sua acuidade mental, é melhor envolver-se em uma atividade que exige a rápida tomada de decisão. A dança é um exemplo de uma atividade que exige a tomada de decisão rápida. Ela exige respostas instantâneas a perguntas como: De que maneira girar? Que velocidade mover o corpo? Como reagir aos movimentos do seu parceiro?
A dança é uma excelente maneira de manter e melhorar a sua inteligência.
3. Vai melhorar a sua memória muscular
O artigo The Cognitive Benefits of Movement Reduction: Evidence From Dance Marking afirma que os bailarinos podem alcançar movimentos complexos com mais facilidade quando se submetem ao processo de “marcação” – executar movimentos lentamente e codificar cada movimento com um taco.
O pesquisador Edward Warburton, ex-bailarino profissional, e seus colegas analisaram os “pensamento por trás da obra de dança.” Eles publicaram suas descobertas na revista Psychological Science. Descobriram que a marcação diminuiu o conflito entre os aspectos cognitivos e físicos da dança, dando aos bailarinos a oportunidade de memorizar e repetir movimentos com maior fluidez.
Concluiu-se que a visualização de movimentos e marcação pode ajudar a melhorar a memória muscular. Este tipo de visualização e marcação, aprendidos através da dança, também podem ser usado em uma variedade de campos para otimizar o desempenho.
4. Ela vai retardar o envelhecimento e melhorar a memória
Dr. Katzman acredita que quanto mais complexas nossas sinapses neuronais forem, melhor. Ele acredita que você deve fazer o que pode para criar novos caminhos neurais, e a dança é uma ótima maneira de fazer isso.
Conforme você envelhece, as células cerebrais morrem e sinapses tornam-se mais fracas. Substantivos, como nomes de pessoas, são mais difíceis de lembrar, porque só há um caminho neural que nos leva a esta informação armazenada.
Se você trabalha em aprender coisas novas, como a dança, pode trabalhar também na construção de diferentes rotas mentais e muitos caminhos. Portanto, se um caminho é perdido como resultado da idade, você tem um caminho alternativo pode usar para acessar informações e memórias armazenadas.
5. Ele vai ajudar a prevenir tonturas
Alguma vez você já se perguntou por quê bailarinos não ficam tontos quando fazem piruetas? A pesquisa sugere que, através de anos de prática e formação, dançarinos ganham a capacidade de suprimir os sinais dos órgãos de equilíbrio no ouvido interno que estão ligadas ao cerebelo.
Dr. Barry Seemungal, do Department of Medicine at Imperial explica que “Não é útil para um bailarino sentir tonturas ou fora de equilíbrio. Seus cérebros se adaptam ao longo de anos de treinamento para suprimir essa entrada. Consequentemente, o sinal enviado para as áreas do cérebro responsáveis pela percepção de tontura no córtex cerebral é reduzido, tornando dançarinos resistentes à tontura.”
Se você sofre de tonturas, tirar tempo para qualquer forma de dança é uma boa maneira de resolver este problema. Dança vai ajudar a melhorar a função do seu cerebelo, que por sua vez pode ajudá-lo a melhorar o seu equilíbrio e torná-lo menos tonto. Você não precisa ser um dançarino profissional para se beneficiar desta modalidade. Dança ajudará em todos os níveis.
Conclusão
A dança pode ser uma ótima maneira de manter e melhorar muitas das suas funções cerebrais. Pode aumentar sua conectividade neural, pois integra várias funções cerebrais ao mesmo tempo; racional, musical, cinestésica, e emocional. Este aumento da conectividade neural pode ser de grande benefício para o seu cérebro à medida que envelhece. Então, dance agora e muitas vezes!
Atitude transformadora: oferece bolsas de estudo para formação profissional em dança a jovens de baixa renda
Em 2006, a bailarina e diretora de dança Adriana Assaf, de 45 anos, foi chamada pela Embaixada da Espanha para montar o espetáculo Dom Quixote, como parte das comemorações dos 400 anos do clássico de Cervantes. Para o elenco de 26 artistas, era preciso achar doze homens. "Tive de completar o casting recorrendo a várias escolas", lembra. Dois anos depois da apresentação, Adriana criou o Fazendo Arte na Ponta dos Pés. O projeto apadrinha jovens promissores, em especial do sexo masculino, que queiram se tornar dançarinos profissionais. Além da bolsa de estudos integral para formação técnica, a iniciativa oferece moradia, alimentação e transporte. "Sempre vi muito rapaz com talento não ter condições de seguir em frente, e resolvi mudar isso", explica.
Atualmente, são 23 beneficiados - dos quais, dezessete são homens. Para manter a atividade, ela desembolsa em torno de 120 000 reais por ano. Em temporadas de apresentações, esse custo dobra, podendo chegar a 300 000 reais, devido a custos como cenários e despesas de viagem. Tudo é bancado com a renda da escola de balé de Adriana, no Tatuapé (ali, era um prédio alugado de 800 metros quadrados, ocorrem também as aulas gratuitas). "Já vendi até carro para conseguir pagar as contas", diz a professora. Apesar das dificuldades financeiras, os aprendizes têm ganhado destaque no cenário nacional. Em 2014, o espetáculo O Lago dos Cisnes, composto de onze jovens do projeto (de um total de trinta pessoas em cena), foi o vencedor da categoria melhor grupo no festival de Joinville, o principal do país. No início de 2015, dois estudantes acabaram selecionados para disputar o Prix de Lausanne, na Suíça, uma das maiores competições internacionais de balé. Marcelo Ferreira, de 16 anos, voltou de lá com uma bolsa integral para ase aprimorar na Alemanha. "É um sonho realizado", diz ele, filho único de um policial militar. Além de conquistar os prêmios, o projeto conseguiu encaminhar dez pupilos para o mercado de trabalho. "São como filhos da vida para mim, faço de tudo por eles", conta Adriana.
(texto publicado na revista Veja São Paulo de 13 de maio de 2015)
Quando você pensa em idosos, pensa em cadeira de balanço, pijamas e cobertor? Isto é apenas um estereótipo. O fato é que de uns anos para cá os padrões mudaram. As pessoas tem chegado à terceira idade cada vez mais fortes e saudáveis. Quem passou dos sessenta anos nos dias de hoje, se acostumou a uma vida agitada, repleta de atividades físicas. Não é à toa que haja uma procura cada vez maior por lazer e diversão. Os passeios na pracinha para jogar milho aos pombos e só se divertir em uma partida de dominó ficaram no passado. Pensando nesta promissora fatia de mercado, as agências de turismo, casas noturnas e academias promovem eventos visando atrair o público "mais experiente". Desde cruzeiros marítimos até ecoturismo, passando por atividades tranquilas; tudo adaptado para todos os gostos e possibilidades.
Livros
Bom para quem quer se manter atualizado, a leitura, seja qual for é um excelente exercício para a memória além de ser ótimo passatempo. O leitor se transporta para um universo todo novo, conhece tipos diferentes e sempre aprende alguma coisa diferente. Recomendamos alguns bons livros que podem proporcionar momentos únicos de entretenimento:
"Diário do farol", de João Ubaldo Ribeiro;
"Budapeste", de Chico Buarque;
"Código da Vinci", de Dan Brown;
"Quando Nietzsche Chorou", de Irvin D. Yalom;
"Achados e Perdidos", de Luiz Alfredo Garcia-Roza.
Música
A música é fonte de descontração. Você pode ouvir as suas canções preferidas e dançá-las. Além disso, os menos tímidos podem se aventurar tentando tocar algum instrumento. As opções são variadas, indo dos mais simples, como tamborim e outros instrumentos de percussão, passando para o violão, piano e flauta transversal. A prática de um instrumento apura os ouvidos, aumenta a sensibilidade e a coordenação motora, além de ser um bom pretexto para organizar saraus e reunir os amigos. Conhecer os novos ritmos, sucessos e cantores é um jeito de continuar "antenado" com as novas tendências.
Dança
Uma das atividades mais procuradas hoje em dia é a dança de salão. O ritmo animado e os movimentos compassados podem trazer diversos benefícios ao corpo e à mente. As academias de dança variam de ritmo, e não é necessário se ter um par. É importante, no entanto, saber se você está apto a esse grau de atividade física. Converse com seu médico antes de se matricular em uma academia. O dançarino e professor Carlinhos de Jesus diz que quanto mais cedo a pessoa começa a dançar, maiores os benefícios. "Mas nunca é tarde para entrar no salão", afirma. "A dança estimula a criatividade e fortalece a autoconfiança". Os benefícios da dança são tantos que já existe uma corrente própria para a terceira idade: a Dança Sênior, criada na Alemanha, realizada em grupo, e que pode ser praticada até por quem mal consegue se locomover.
Passeios ao ar livre
Caminhadas matinais com os netos à beira da praia ou em parques é uma excelente opção de lazer. Além de gratuito, é saudável e prazeroso. Acrescentar a isso exercícios de alongamento só enriquece a caminhada. Ao mesmo tempo, você estará se exercitando e ampliando o contato com com os familiares.
Vans
As vans oferecem conforto e segurança. Podem ser alugadas com motorista e sua despesa ser dividida com os amigos. Alguns lugares como casas de espetáculo, hotéis e restaurantes oferecem esse meio de transportes para seus clientes. Algumas até oferecem um pequeno lanche! A diversão já começa durante o trajeto.
Turismo
Viajar em qualquer idade sempre foi fonte de imenso prazer e distração. O cliente "jovem", de meia idade, aproveita essa fase da vida para conhecer lugares há muito sonhados, ou voltar onde um dia passou e gostou. Existem pacotes turísticos próprios para a terceira idade. Alguns hotéis fazenda contam com estrutura médica, nutricionistas e professores de educação física que estão preparados para supervisionar os passeios e atividades.
É importante não confundir aposentadoria com lazer. Ela é apenas um momento de descanso, direito de quem trabalhou longos anos. Deve-se somar à aposentadoria uma rotina saudável, que inclua diversão e exercícios leves, que podem melhorar as condições físicas e afastar o fantasma do mau humor e da depressão.
(texto publicado na revista Leve & Leia nº 103 - ano 6 - julho de 2013)