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sexta-feira, 10 de junho de 2016

E se... todo mundo andasse pelado? - Otávio Comen

Se a espécie humana tivesse sobrevivido aos últimos 30 mil anos sem se vestir (ou se, em dado momento, uma revolução cultural tivesse abolido esse hábito), ela ocuparia uma faixa bem menor do planeta. A população ficaria concentrada nas áreas urbanas de cidades de clima ameno, como São Paulo. Circular ao ar livre em lugares muito frios seria impossível. Se a temperatura do corpo ficar abaixo de 32ºC, algumas enzimas essenciais param de funcionar - e os órgãos que dependem delas também. Até o seu raciocínio fica mais lento. Se a temperatura sobe demais, ocorre o mesmo. "Não aguentamos variações acima de 5ºC na temperatura interna do corpo, que fica perto de 36,5ºC", diz o biólogo José Eduardo Wilken.

No verão, livrar-se das roupas será um alívio, mas exigirá cuidado com a radiação solar, já que elas funcionam como um bloqueador eficaz (o fator de proteção solar varia segundo o tecido, a trama e a cor. Uma camiseta clara de algodão tem FPS perto de 15. Roupas com tratamento especial têm FPS 50 ou mais). Entre os brasileiros, o câncer de pele é o mais comum - sem roupa, dá-lhe protetor e ruas vazias entre 10h e 16h, quando a radiação é mais forte (recomendação manjada, aliás, e muito ignorada).

As cidades estariam preparadas para uma multidão de pelados (e descalços). O chão de espaços públicos seria revestido com pisos confortáveis. Dividir assento com desconhecidos não seria problema: os bancos teriam proteção descartáveis ou você traria seu próprio tapetinho para evitar a proliferação de doenças, especialmente as transmissíveis pelo contato indireto dos genitais, como sífilis e HPV.

Sem roupas, não haverá o constrangimento da nudez, e o conceito de privacidade associada ao corpo seria diferente. Para o psicólogo Oswaldo Rodrigues, nossa tendência seria resistir menos aos impulsos sexuais. Isso não significa fazer mais sexo e, sim, tratar com naturalidade padrões diferentes de comportamento que envolvem intimidade, como transar em público. Outros códigos de conduta não mudariam tanto. "As roupas reúnem as pessoas em grupos", diz o sociólogo Alexandre Bergamo. Elas traduzem tipos de trabalho, status etc. E são referências inerentes à vida em sociedade. Ou seja: você aposentou o terno, mas teve de tatuar ou usar no pulso algo parecido.


(texto publicado na revista Super Interessante edição 303 - abril de 2012)

domingo, 15 de maio de 2016

Por que a cueca samba-canção tem esse nome? - Felipe B. Cruz


Porque esse tipo de cueca caiu em desuso entre as décadas de 1940 e 1950, mesmo período em que o estilo musical samba-canção também perdeu popularidade. O samba-canção, mais melódico e romântico do que os sambas de Carnaval, surgiu no fim dos anos 20, no Rio de Janeiro. Porém, após o final da 2ª Guerra Mundial, em 1945, o ritmo foi sendo abandonado. Na mesma época, se popularizaram calças de brim ou jeans, mais rígidas que as calças de alfaiataria. "A cueca samba-canção, ou ceroula, enrolava na coxa quando alguém tentava usá-la com jeans ou brim", explica Marcio Banfi, coordenador da pós-graduação em styling e imagem de moda da Faculdade Santa Marcelina. Para resolver o problema, os homens aderiam a cuecas do tipo sunga, mais curtas e justas, populares até hoje. "As pessoas começaram, então, a se referir à antiga cueca como samba-canção, pois estava tão fora de moda quanto a música", completa Marcio.



(texto publicado na revista Mundo Estranho edição 161 - dezembro de 2014)

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Qual a origem da gravata?


As primeiras gravatas surgiram em Roma, no século I a.C. Nos dias mais quentes, os soldados romanos, para se refrescarem, usavam a focale, uma espécie de cachecol úmido amarrado no pescoço. Apesar de muito prática, a gravata romana não virou moda. A gravata moderna teve de esperar mais de dezoito séculos para cair no gosto popular e também está associada a outro costume militar. Em 1668, um regimento de mercenários croatas a serviço da Áustria apareceu na França usando cachecóis de linho e de musselina. Os franceses, com sua característica preocupação com o vestuário, adoraram o cachecol iugoslavo e logo começaram a aparecer em público - homens e mulheres - usando gravatas. Eram modelos de linho ou de renda, com nós no centro e longas pontas soltas. Os franceses passaram a chamar seus lenços de pescoço de cravate (gravata, em português) porque essa palavra significa também croata, em francês.





(texto publicado na revista Super Interessante nº 6 - ano 3 - junho de 1989

domingo, 21 de junho de 2015

Brechós revelam meios para moda sustentável - Bruna Eduarda Brito


É só ouvir a palavra brechó e você imagina um lugar escondido, empoeirado e com roupas velhas? Pois saiba que eles estão bem diferentes. Atualmente, os brechós são vistos como uma iniciativa moderna e ocupam não só espaços físicos, mas também a internet. No meio universitário, principalmente são comuns os grupos no Facebook para compra e venda de todos os tipos de roupas, sapatos, acessórios e até livros. O Brechó da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica), por exemplo, possui mais de 16 mil membros. Na USP, os grupos mais numerosos e movimentados são o Brechó da FFLCH, com mais de 9 mil participantes, e o Brechó USP São Paulo, com quase 3 mil. Além disso, os encontros entre pessoas desses grupos, chamados de Brechó Presencial, também têm se popularizado.

Como funcionam os grupos no Facebook

A ideia é bem simples: fazer deles uma vitrine na qual os interessados possam ver os produtos oferecidos de um jeito prático, só descendo a página do grupo. Por isso, os vendedores postam uma ou mais fotos do objeto e informam seus detalhes, como preço, tamanho e se já foi usado ou não. Mesmo sendo um brechó, algumas pessoas vendem roupas que ainda nem vestiram, mas com um preço mais em conta. Os vendedores capricham na foto e na descrição, tentando convencer o comprador de que o produto realmente vale a pena. Lembra ou não uma loja física?

Já os compradores apenas precisam responder à publicação no grupo do Facebook demonstrando interesse no produto. Depois, combinar de encontrar o dono da peça e ver se ela realmente agrada. Se você der azar e gostar de algo que já está sendo negociado, é necessário entrar na fila. E algumas delas são longas! As peças mais cobiçadas chegam a ter 15 pessoas esperando sua vez de experimentá-la.

Os grupos possuem muitos membros e são bem movimentados. O da FFLCH, por exemplo, recebe uma nova interação a cada 5 minutos em média, segundo Mariana Akemi, uma das administradoras. Para organizar as trocas entre os interessados, a maioria dos grupos possuem regras - feitas pelos seus administradores. Dar o máximo de informações possíveis e ser sincero quanto à qualidade do produto é uma delas. Além disso, os organizadores pedem que a fila de interessados seja respeitada, sem privilegiar quem oferece mais dinheiro pelo produto.

Iniciativa que faz sucesso 

O grupo Brechó da FFLCH foi criado por Mariana, que já acompanhava os de outras faculdades. Ela sentiu falta de um que reunisse pessoas mais próximas, pois assim as trocas ocorreriam com mais facilidade. Principalmente porque os alunos passam muito tempo no campus e muitas vezes não têm tempo para ir no Mackenzie, por exemplo, buscar uma peça. Outro fator que influenciou o nascimento e o sucesso do grupo é o financeiro. "No brechó as pessoas vendem muita coisa boa por preços bacanas, nas lojas nem sempre é assim. Alguns produtos são caros e de baixa qualidade", afirma Mariana, que completa "depois que você começa a comprar nos brechós, acha as lojas muito caras".

No caso de Joana Dias, administradora do grupo Brechó da USP, a intenção principal era se desfazer da enorme quantidade de roupas que ela e a irmã já não usavam ou haviam usado pouco, e seriam úteis para outras pessoas. "O intuito foi de reutilizar, de fazer pessoas gostarem do que a gente não usava mais e também usar o que elas também não usam mais tanto", explica. Mesmo assim, o fator financeiro também influenciou. "Assim como adoramos comprar coisas legais e baratinhas, achei que ia ser bom se nossas coisas fossem esses achados para alguém".

O grupo Brecheca, que reúne alunos principalmente da ECA, também foi inspirado em outros fora da cidade universitária. "Conhecíamos alguns de faculdades particulares como o Mackenzie e a PUC, onde sempre era possível encontrar roupas muito boas por um preço bem mais acessível do que nas lojas e shoppings. Pensamos que, se dava certo lá, poderia dar super certo na ECA também", afirma Fernanda Lopes. Ela ajudou a criar o grupo há pouco mais de um ano. Hoje, ela reúne quase 1800 pessoas e já chegou a receber ofertas de produtos um pouco fora do comum, como protetor solar, cofrinho e até uma cartela de pílula anticoncepcional usada. Também é possível ver postagens como essas em outros grupos, mas isso não incomoda os participantes.

Consumo consciente

Para a maioria dos compradores, os preços baixos e a boa qualidade dos produtos são os maiores atrativos das ofertas trazidas pelo comércio. No entanto, os brechós trazem um benefício que nem sempre é lembrado. Bárbara Cravo, mestre em Moda e Têxtil na EACH-USP, fala que "a compra em brechós está ligada ao show fashion, ao consumir menos e utilizar melhor o que já foi produzido e o que você já possui".

Ela também explica que a indústria da moda está voltada para o consumo excessivo de tendências de moda, o que leva a uma reposição de estoque muito constante nas lojas. "Eu compreendo este modelo de produção denominado fast fashion como produção industrial de roupa descartável, pois a qualidade baixa do produto não permite uma vida longe de uso. Conta, ainda, com inúmeras denúncias por trabalho análogo a escravidão". Nos brechós, pelo contrário, é possível reutilizar roupas e fazer com que elas tenham um ciclo de vida mais longo. Para Mariana, a reciclagem é também inteligente, "pois encontramos peças únicas, diferente das grandes lojas de departamento que fazem várias roupas iguais".

Paula Gerencer, aluna da FAU, pensa que "o brechó gera uma cultura de usar roupas que não são novas. Se você tem hábito de ir ao brechó, acaba trocando menos de roupas". Além disso, "é bom ver que aquilo não fica obsoleto só porque você não está usando". Ela conta que, como seu curso na FAU é integral, fica complicado arrumar t empo para trabalhar e ajudar na sua renda, por isso acaba recorrendo aos brechós quando precisa. Na última edição do Brechó Presencial da FFLCH, por exemplo, ela estava em busca de roupas de inverno.

Brechós presenciais

Conversando com os administradores dos grupos de Brechó da universidade, é possível perceber que o motivo para levar a iniciativa a um espaço físico é o mesmo: facilidade. Mariana conta que os próprios integrantes do grupo pediam isso, pois seria bem mais prático um só dia para comprar e vender sem ficar marcando horário e ponto de encontro.

E como funciona? O administrador cria um evento no Facebook e divulga no grupo. No dia estipulado, as pessoas aparecem e exibem todos os seus produtos. Então, é só esperar alguém se interessar, provar, e já comprar na hora. No caso do Brechó Presencial da FFLCH, Mariana Akemi afirma que esses encontros funcionam, e muitas pessoas já comentaram que compraram ou venderam muitas peças.

Nos encontros da FFLCH também é possível fazer doações. Lívia Correa, que também é responsável pelo grupo no Facebook, lembra que já foram organizadas várias campanhas de arrecadação. Elas já recolheram agasalhos, brinquedos e até alimentos, sempre revertendo para instituições que necessitam. Segundo ela, "esse ano o volume de doações está muito maior!". Durante a edição que aconteceu no último dia 12 de junho, elas recolheram doações de livros didáticos e apostilas que seriam revertidas para cursinhos populares da USP.



(texto publicado no Jornal do Campus nº 442 - ano 33 - segunda quinzena - junho de 2015)

Podemos ficar doentes usando certas roupas? (Melhor com Saúde)


Você sabia que alguns tecidos ou hábitos relacionados com as roupas podem nos adoecer? Não acredita? Então leia o seguinte artigo! Fique sabendo que dentro de nosso armário podem estar nossos piores inimigos, dos mais silenciosos que existem.

Consequências de usar a roupa muito apertada

A roupa não tem a culpa de ser muito justa, mas é bom saber que usar certas roupas muito apertadas podem nos causar problemas, pode causar incômodos e podemos sofrer graves consequências.

Se você sentir ardência ou dor no estômago logo após as refeições, pode ser devido à roupa utilizada, que não se estica o suficiente. Alguns tecidos não apresentam a capacidade de se expandir como outros, ou talvez você esteja usando um cinto muito apertado. No momento em que você sentar para comer, talvez seja bom desabotoar um botão da camisa ou mesmo usar o cinto um pouco mais solto.

Isto não somente fará você se sentir mais cômodo, mas também deixará que os ácidos estomacais realizem seu trabalho adequadamente. É verdade que talvez com isso você coma mais, mas também se sentirá melhor e menos inchado. A prisão de ventre, as úlceras, a dor de estômago, as náuseas e a acidez podem estar sendo causados pela roupa apertada, pelo uso de cintos ou cintas.

Outra das consequências deste tipo de vestimenta ou acessórios é a respiração superficial, ou seja, o ingresso deficiente de ar aos pulmões. Se você ficar muito cansado e não conseguir fazer nada sem se sentir fadigado ou com dor de cabeça, talvez seja falta de oxigenação pelo seu corpo. Permita que os pulmões, a caixa torácica (o peito) e o ventre se expandam cada vez que respirar.

Deixando de lado as camisetas e cintos, vamos falar agora das calças muito apertadas. A celulite o incomoda? Então deixe de usar calças jeans que apertem suas coxas! Os médicos indicam que o problema mais doloroso que surge como consequência de calças muito justas se chama “meralgia parestésica”. Trata-se de uma compressão dos nervos das pernas e os sintomas são formigamento, adormecimento e ardor na parte externa da coxa, pode também provocar espasmos e muitas dores na região. É um mal frequente naquelas pessoas que passam o dia inteiro sentadas. O ideal é usar outro tipo de tecido, como o linho ou o algodão.

Outra das consequências para aqueles que possuem trabalhos muito sedentários é o edema ou inchaço das pernas e dos tornozelos. Mesmo que estes sintomas tenham uma relação direta com a falta de movimento, o uso de calças ou meias muito apertadas podem piorar o quadro, pois não permitem a livre circulação do sangue. Existem meias de descanso (como aquelas usadas em longas viagens de avião) para que isto não aconteça.

Por outro lado, podemos sofrer irritação, erupções e infecções, como fungos, por usar roupa úmida durante muito tempo. Por exemplo, em um dia de calor, chegamos suaos ao escritório. Com o passar das horas e o uso do ar-condicionado, a camisa, a calça e a roupa íntima secam.

No entanto, antes disso, a umidade criou um ambiente perfeito para que fungos se proliferem, por exemplo. Isto acontece nos pés, na virilha e nas axilas.

Ao mesmo tempo, a roupa que demora em secar quando as estamos usando podem nos causar doenças, como a gripe. É necessário então usar roupas de algodão e de cor clara para que absorvam a umidade e, ao mesmo tempo, sequem o suor corporal.

E por último, o calçado. Sim, ele também pode provocar certos incômodos. Por um lado, temos os saltos, que causam muitos problemas nos pés e na coluna das mulheres. Por outro lado, alguns sapatos muito fechados podem ser o lugar perfeito de proliferação dos fungos (pé de atleta) ou causar problemas, como dores lombares e fascite plantar.

O melhor calçado é o esportivo, quando temos que ir trabalhar podemos optar por algum que não aperte tanto o pé e que o deixe se mover com facilidade.

Lavar e secar a roupa também pode nos deixar doentes

Isso não quer dizer que não tenhamos que lavar a roupa, mas sim prestar atenção em determinados detalhes. Começamos pela tarefa de limpeza das roupas, algo que fazemos diariamente em nossa casa. De acordo com um estudo da Universidade do Arizona, não é bom juntar as meias e as roupas íntimas com as demais peças de roupas no momento de lavá-las na máquina de lavar.

Isto se deve ao fato de que estas peças contêm certas bactérias inerentes que podem se propagar para as outras roupas. É verdade que, ao lavar, muitos destes micro-organismos desaparecem, mas nem todos. Germes, como a Salmonella e a Escherichia coli resistem a todos os ciclos de lavagem, principalmente de água fria e morna.

Por outro lado, lavar a roupa íntima com sabão em pó e amaciante pode causar erupções, coceira e eczemas na área genital, por exemplo. Alguns conselhos para que a lavagem não desencadeie doenças:

Use água quente em seus ciclos de lavagem.

Lave a roupa íntima por separado.

Tente lavar a roupa íntima e as meias com sabão neutro.

Se for a uma lavanderia, não use as lavadoras para a roupa íntima.

Lave as mãos logo depois de manipular a roupa suja.

A secagem da roupa também pode causar certas doenças. Uma reportagem da BBC indica que, hoje em dia, as casas apresentam uma grande quantidade de umidade em seus interiores devido ao hábito de secar a roupa.

Mesmo que as máquinas de lavar atuais deixem a roupa quase seca, podem conservar um pouco de umidade, o que está associado à proliferação de esporos de mofo e pó de ácaros, que afetam nossa saúde. Quando secamos a roupa dentro de casa, por exemplo, quando chove ou não contamos com uma varanda ou quintal, essa umidade fica no ambiente e, os micro-organismos proliferados por causa da umidade, são aspirados pelas pessoas que vivem na casa causando doenças, principalmente, afecções respiratórias e infecciosas.

Para evitar que isto ocorra, não deixe de secar sua roupa em uma secadora ou mesmo comprar aquelas que funcionam com calor seco.

domingo, 17 de maio de 2015

Erros de moda: 5 detalhes da sua roupa que detonam o visual (Bolsa de mulher - moda)


Por mais elegante e moderno que esteja seu look, alguns detalhes - aqueles em que todo mundo repara - pode acabar detonando o visual e passando uma impressão de descuido. Veja cinco pequenos erros de moda que prejudicam a beleza da sua produção.

Etiqueta aparecendo

Etiqueta ou alça de apoio para fora da roupa são detalhes que chamam a atenção de quem vê e transmitem a impressão de desleixo. Se possível corte as etiquetas e alças das roupas antes de usá-las - exceto no caso das peças que precisam ficar penduradas pela alcinha para não deformarem (se não puder cortar, prenda-as com uma fita crepe dentro da roupa quando for usar).

Roupa com bolinhas e desfiando

Roupas com bolinhas ou com fios fora do lugar parecem mal cuidadas. Portanto, tenha cuidado na hora de lavar suas peças, alguns tecidos são mais sensíveis e podem acabar desfiando, ficando cheio de bolinhas e com pelos grudados - esse último caso é mais simples de solucionar: basta grudar e desgrudar pedaços de fita adesiva no tecido para tirar os pelinhos.

Meia-calça desfiada

Rasgos na meia-calça acabam com a elegância de qualquer look, já que passam a impressão de desleixo. Depois de vestir, verifique (inclusive na parte posterior da perna) se não há nenhum pedaço desfiado. Dica: ao colocar a meia, retire anéis, pulseiras - e outros acessórios que possam enroscar os fios - e tenha cuidado para não rasgar com as unhas.

Bolsas e sapatos muito gastos

Bolsas e sapatos com muitos pontos de desgaste passam a impressão de desleixo e até mesmo sujeira - e por mais elegantes que sejam acabam estragando o visual. Procure guardá-los corretamente para preservar os materiais por mais tempo e invista em itens de boa qualidade.

Botão saltando

A camisa de botão está muito apertada? Então é melhor passá-la para frente ou deixar de reserva no armário. Botões saltados (principalmente quando deixam a pele ou o sutiã á mostra) deixam o look brega. Utilizar peças no tamanho adequado para o seu corpo é o primeiro passo para produzir um visual bonito.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Guia da roupa limpa


Apesar de ser um atividade super comum no dia a dia de toda dona de casa, separar, lavar e secar as peças de toda a família requer o conhecimento de alguns macetes

Passo 1: separe

Aqui, a palavra-chave é organização. Primeiramente, diferencie as peças por cor. Para isso, faça uma pilha de roupas brancas, outra para cores mais claras, como bege e tons mais neutros e, por fim, uma para nuances escuras. Feito isso, separe a pilha de cores escuras em duas, já que, dentro dessa categoria, há peças que desbotam. Deixe-as de fora da pilha. Todos esses itens devem ser lavados separadamente.

Passo 2: tirar manchas

Às vezes, não adianta nada tentar remover resíduos das roupas lavando-as na máquina ou até mesmo na mão. Por isso, dê só uma olhada nessas diquinhas:

- Gordura: passe talco sobre a mancha e aguarde alguns minutos. Depois, enxágue.

- Graxa: cubra a mancha com uma mistura de bicarbonato de sódio e vinagre e deixe agir. na sequência, lave normalmente.

- Suor: para tirar aquele aspecto amarelado das axilas na camisa, use água quente e vinagre.

- Café: com um pano embaixo da mancha - para que o líquido não se espalhe - passe vinagre.

Passo 3: preparação

A quantidade se sujeita também deve ser levada em conta na hora de colocar as roupas na máquina. Tente, seguindo a escala de cores, lavar as que estão menos sujas juntas, fazendo igual com as que estão bastante judiadas também. Além disso, é importante verificar a composição e o acabamento dos tecidos e possíveis aplicações da peça, para escolher os produtos que serão usados na lavagem. Por isso, esteja atenta às etiquetas! Elas informam que tipo de lavagem deve ser adotada e a temperatura indicada da água. E mais: 

- Feche os zíperes, caso tenham, e abotoe todos os botões.

- Vire os bolsos das calças, camisas e jaquetas para fora, para retirar a sujeira de dentro deles. Aliás, verifique se não deixou nada dentro deles, como dinheiro ou papeis.

- Remova qualquer tipo de broche, fivela ou aplicação que possa danificar a peça.

Passo 4: secagem´

É importante colocar a roupa para secar logo após a lavagem, já que deixar as peças úmidas na máquina ou balde pode manchá-las. É recomendado ainda que elas fiquem em lugares frescos, penduradas por pregadores (de preferência de plástico) pelas extremidades mais firmes, para que não deformem. Roupas claras devem secar ao sol, enquanto as demais, na sombra. Quanto às cordas do varal, o ideal é qu7e sejam de plástico e estejam limpas, para não manchar os tecidos. Caso queira acelerar a secagem, Maria Alzira, proprietária da Lavasecco, afirma: "use o ventilador. Não tem contra-indicação.




(texto publicado na revista 7 dias com você nº 592 - 22 de outubro de 2014)













segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

A roupa certa - Walcyr Carrasco


Todo mundo gosta de aparecer bem vestido em festa. As de fim de ano são as mais difíceis. Atualmente, impera a informalidade. É uma armadilha. Você tem de dar a impressão de que não se arrumou especialmente, mesmo que tenha passado horas no espelho. Homens aparecem de cabelos cuidadosamente desarrumados, à base de gel ou fixador, para manter os fios espetados, como se tivessem acabado de acordar. Mulheres põem uma sandália e fingem atitude displicente... experimentaram todos os pares do armário. Dificílimo ser elegante no Natal. É festa de família. mas o que é a família hoje? E a mulher que receberá o ex com a atual? O homem vem ver os filhos. A nova cara-metade aproveita para conferir a anterior. Ambas querem ofuscar uma à outra. Meu conselho: roupa no caso é o de menos. Não precisam se arrumar como renas desfilando com Papai Noel. Melhor que qualquer vestido, para a ex, é botar um boy magia sentado no sofá, com atitude de dono da casa. Mesmo que seja emprestado de uma amiga, será útil para dar uma imagem de sucesso e superação. A atual irá à desforra se puser uma joia cara, mesmo que também seja emprestada. É para a ex pensar que ele dá presentes melhores do que lhe dava antes. Roupas em situações semelhantes são úteis para complementar uma estratégia.

As especialistas em moda gostam de dizer que, no Natal, o certo é a informalidade. Mentira. Ninguém acha bonito convidado de moletom. Já tentaram provar que moletom com sapato de salto era fashion. Mulher vestida assim, ainda por cima com cabelos loiros, tem jeito de perua ou periguete. Homens de moletom e tênis no Natal, então, ficam tão elegantes quanto um peru pronto prestes a desembarcar no forno. Camisetas grudadas com a pança de fora, nem se diga! Há uma diferença entre informalidade e relaxamento, mesmo em família. Nem muito chique nem muito simples, eis o segredo do Natal. A todos, aconselho: levem lenços. Sempre haverá uma criança que pode babar em sua camisa.

O Réveillon é mais complicado. Há de todos os tipos. As roupas são orientadas pelas crenças em boa sorte. A maioria veste branco. Certa vez, uma amiga, desempregada havia três anos, apareceu de preto:

- Vou virar a sorte!

Já faz sete, e continua desempregada. Cueca vermelha ou amarela também podem ser benéficas, dizem. Sou muito supersticioso, mas tenho muitas dúvidas. Ninguém me verá correndo de cueca vermelha na praia!

Vestir-se de branco é garantia de elegância. Resolve as festas de Réveillon. Neste ano, fui convidado para uma festa na Avenida Atlântica, em frente ao mar, por um casal de amigos queridos. A anfitriã avisou:

- Venha de sandália de dedo, se quiser.

Não é bem assim. Há um certo tipo de roupa ideal para cada idade e cada corpo. Isso vale para qualquer festa. Quem tem 20 anos e corpo esguio pode botar o que quiser. Camiseta, jeans e sandália de dedo. Tudo bem. Depois do 40, é preciso lidar com as realidades da vida. Sandálias de dedo não valorizam um pé gordinho como pão francês. Decote ousado, com peito caído, não rola. Só deprime. Portanto, não se jogue. Liberdade total é para os mais jovens. Na dúvida, um vestido mais estruturado ou até um paletó leve funcionam.

A boa notícia é que a maior parte das pessoas são como você e eu: comuns. Há sempre um pneu sobrando. Novas rugas de expressão, com o tempo, transformarão seu rosto num cânion. Ou os dentes precisam de recauchutagem. A gente é como uma casa. À medida que o tempo passa, precisamos de mais consertos no encanamento, nas dobradiças que rangem, no visual. Há dois segredos para se dar bem nas festas de fim de ano. O primeiro é saber que pessoas serão convidadas para seu Natal ou Réveillon. Imagine como se vestirão. Então vista uma roupa muito melhor. Despertar a inveja entre os parentes que você não vê há tempos é um dos principais objetivos natalinos. (Embora haja outros, como explorar seus sucessos e falar mal de alguém que não foi. Ah, sim, também se trocam presentes, com o objetivo de criticar a avareza de quem deu.) O outro segredo é conhecer nossos próprios limites. Ou seja: escolher uma roupa adequada ao próprio corpo, olhando no espelho com sinceridade. Para a maioria de nós, a época de camisetinha com jeans já passou. Nada mais ridículo que uma velhota de minissaia e top. Mas não tem importância. Para quem sabe se adequar a cada fase da vida, o charme supera qualquer barriga.




(texto publicado na revista Época nº 813 - 23 de dezembro de 2013)




sábado, 13 de dezembro de 2014

Blue jeans - i numero uno al mondo - Anissia Becerra


I jeans compiono 140 anni dalla registrazione del brevetto costato appena 68 dollari! Storia del capo più venduto al mondo, nato come tuta da lavoro per i cercatori d'oro

Tutto comincia nel 1847, quando il diciottenne Loeb Strauss, giovane ebreo bavarese, sbarca a New York in cerca di fortuna, insieme alla madre e a due sorelle. Nella Grande Mela Loeb resta poco: si trasferisce subito in Kentucky dove per 5 anni lavora come venditore ambulante per conto dei fratelli maggiori, proprietari di un commercio all'ingrosso di tessuti, fazzoletti, mutande, tende e abiti da lavoro. Nel 1853, dopo aver cambiato il proprio nome in Levi e aver acquisito la nazionalità americana, decide di giocarsi il tutto per tutto in California: laggiù c'è un grande fermento per via della Gold Rush, la corsa all'oro che attira, assieme a cercatori e mineratori, anche un folto numero di avventurieri e fuorilegge. Tutti bisognosi di vestirsi. Levi ha un progetto ben chiaro: vuole sviluppare un fiorente commercio di abiti e tute da lavoro. Sa bene come fare: gira per le miniere e i campi coltivati, osserva i lavoratori, crea dei modelli nuovi e robusti, come le tutte a salopette, e ha un discreto successo. Niente boom, però. Almeno fino al 1872.

Un'idea geniale

In quell'anno, un sarto di Reno (Nevada) di nome Jacob David mette a punto un'idea geniale: per migliorare la robustezza e la durata dei pantaloni da lavoro, pensa di rinforzarne le cuciture con dei rivetti metallici, soprattutto nei punti di maggior usura. Davis vorrebbe brevettare il procedimento, ma non ha i 68 dollari necessari a depositare il brevetto e chiede in prestito a Levi.

I due uomini s'incontrano, aprono una società in comune e nel 1873 depositano il brevetto che segna ufficialmente la nascita dei blue jeans: si tratta di pantaloni da lavoro a 5 tasche, in tela denim, robusta e confortevole, rinforzata nelle cuciture con rivetti in rame. Il sucesso è immediato: nel 1890, l'azienda inventa il mitico modello Levi's 501 che nel 1920 si trasforma nella divisa degli operai della ferrovia transamericana, di minatori, agricoltori e naturalmente cowboy.

Anche i nomi hanno una storia

Secondo alcuni, il nome denim, con cui si designa la particolare stoffa a trama bianca e ordito blu, e il termine blue jeans, con il quale si indica il particolare taglio dei pantaloni, avrebbero una storia ben più antica di quella di Strauss e Davis. I loro primi pantaloni, in effetti, si chiamarono waist overalls e così continuarono a chiamarsi sino al 1960 circa;  di "blue jeans" si parlerà solo in seguito, essenzialmente perché con questo nome i teenager della fine degli anni Cinquanta iniziarono a chiamare i Levi's e gli altri pantaloni in denim. Se si ricostruisce la storia dei nomi - così sostengono alcuni - si scopre che i blue jeans precedono, e di molto, il brevetto dei due californiani. In efetti, nell'Europa moderna tra Sei e Settecento, i mercanti apprezzavano un ruvido tessuto di cotone color indaco che veniva fabbricato nella bassa valle del Rodano, in Francia. Questa tela era nota come tissu de Nîmes (pronunciato tissù-de-nim), ovvero tela di Nîmes, espressione abbreviata poi in denim, cioè proveniente da Nîmes.

A farle concorrenza c'era all'epoca un'altra tela che si produceva a Chieri, in provincia di Torino: un robusto fustagno di colore blu che veniva esportato via mare, attraverso il porto di Genova dove era usata per confezionare i sacchi per le vele, coprire le merci  nel porto e tagliare i pantaloni da lavoro di portuali e marinai. Il termine inglese blue jeans si pensa derivi dalla pronuncia inglese dell'espressione francese bleu de Gênes, ossia "blu di Genova".

I più antichi blue jeans non sarebbero, quindi, i pantaloni prodotti in California, bensì quelli che Garibaldi indossò durante tutta la Spedizione dei Mille, seguendo un'antica tradizione genovese. Secondo questa versione, anche i blue jeans, come tutto quello che va di moda, sarebbe made in Italy.




(testo pubblicato sulla rivista Airone nº 390 - ottobre 2013)






domingo, 19 de outubro de 2014

A influência da Cromoterapia na escolha das roupas


A Cromoterapia é terapia que trabalha com a energia das cores, onde cada cor traz equilíbrio da mente, do corpo e das emoções. Ela trabalha com as sete cores do espectro vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, índigo e violeta.

Falando em pouco sobre a influência das cores nas roupas, podemos perceber que as cores alteram nossos comportamentos e modo de pensar e agir. Veja o significado de cada cor:

Vermelho - é a cor que traz movimento, revigora, acaba com a preguiça. É também a cor das conquistas e das paixões. Quando estamos com a energia mais baixa, é interessante utilizar uma peça de roupa vermelha para dar um "up" e sentir mais disposição, energia e melhorar nossa auto confiança e auto estima.

Amarelo - é dinâmico, mental, busca ter foco. O amarelo traz muitas ideias, é excelente para estudar e para aumentar a capacidade de raciocínio e na produtividade dos funcionários. É a cor da criatividade. O amarelo é famoso também na passagem do ano por ter o significado de trazer prosperidade e dinheiro.

Laranja - é a cor da coragem, de enfrentar desafios e buscar novas oportunidades. Excelente para ser utilizado em uma entrevista de emprego, por ele ser uma cor mais forte, se preferir pode utilizar uma peça íntima nessa cor ou algum acessório.

Verde - traz equilíbrio e ajuda na saúde. Ajuda a melhorar estados de ansiedade e tensão. São excelentes para momentos onde você quer buscar mais tranquilidade, calma, estados meditativos. É uma cor mais "zen".

Azul - traz paciência, tranquiliza a mente. Uma peça de cor azul vai buscar mais tranquilidade e serenidade naquele dia que está com muitos afazeres e precisa de um pouco mais de paciência para o trabalho.

Índigo - é a cor da intuição e da proteção energética. É a cor que todo mundo usa, pois a calça jeans é o índigo. Talvez falte colocar a intenção antes de vesti-la, ativando sua intuição.

Violeta - é uma cor mais voltada a espiritualidade e pode ser usada em momentos que necessite buscar mais autoconhecimento, ouvir sua voz interior, meditar ou se concentrar.

Rosa - é a cor da afetividade, do amor, da comunicação entre as pessoas. E como na nossa vida, como lidamos com pessoas o tempo todo, é super importante uma peça de roupa rosa no seu dia a dia, nem que seja uma peça íntima ou acessório.

Aproveite as dicas das cores no seu dia a dia para ter equilíbrio e qualidade de vida.



(texto publicado na revista Leve & Leia nº 100 - ano 6 - abril de 2013)





sábado, 18 de outubro de 2014

Cinco passos para cuidar das suas roupas pretas - Kátia Spinola


Sócia da loja virtual Le Marché Chic dá dicas para peças escuras não desbotarem nem adquirirem manchas e pelinhos indesejáveis

Peças coringas, as roupas pretas fazem parte do guarda-roupa de toda mulher. Além de dar a impressão de afinar a silhueta, ainda é elegante e de fácil combinação com outras cores. Para saber como conservar essas key pieces (peças-chave), Kátia Spinola, sócia da e-commerce Le Marché Chic, marca de roupas femininas com vendas exclusivamente online, dá suas dicas:

1º Desodorante. Utilizar desodorantes específicos para roupas pretas para evitar aquelas manchas indesejáveis nas axilas. E lembre-se de sempre esperar secar antes de vestir sua peça.

2º Sabão em pó jamais! Opte pelos sabões líquidos e em pequenas quantidades, já que se você utilizar o sabão em pó poderá ter a desagradável surpresa de tirar sua roupa limpinha da máquina de lavar com manchas brancas.

3º Prefira lavar sempre à mão. Se tiver tempo, vale a pena largar a comodidade da máquina de lavar e colocar os músculos para trabalhar. O atrito causado pela lavadora retira parte do pigmento das roupas, além de provocar o surgimento de bolinhas em alguns tecidos. Não se esqueça de separar peças claras das escuras na hora de lavar e seque sempre à sombra, pois o sol também pode desbotar as roupas.

4º Pregador de roupas. Para evitar marcas indesejáveis nas pontas de sua t-shirt favorita, que podem até não sair mais, apenas coloque a peça do avesso sobre o varal, sem pregadores.

5º Truque para tirar pelos inoportunos. Mesmo tomando todos os cuidados descritos acima, muitas vezes podemos ser surpreendidas por um monte de pelos em nosso tubinho preto preferido. O truque usado tanto por lojas quanto por estilistas é, se a peça não for de tecido fino, enrolar um pedaço de fita adesiva larga na mão com o lado adesivo virado para fora e ir deslizando ao longo da peça.




(texto publicado na revista Leve & Leia nº 99 - ano 6 - março de 2013)






sábado, 13 de setembro de 2014

Lave as roupas do jeito certo! - Aline Carrasco


A máquina pode ser grande aliada, mas também cruel adversária na hora de limpar as peças. Veja dez dicas para evitar estragos:

1) Zíper fechado

Feche todos os zíperes antes da lavagem. Abertos, eles sofrem mais atrito e podem emperrar antes do esperado.

2) Menos é mais

Para economizar lavagens, a gente às vezes lota a máquina de roupas. Não compensa: quanto mais cheia, mais as peças atritam umas nas outras, ficando com bolinhas e estragando.

3) Leia a etiqueta

Atenção ao ciclo da máquina de lavar e ás etiquetas das roupas! Se a peça for fina, precisa de um ciclo de curta duração e com pouca centrifugação para não desgastar!

4) Sacos de lavar

Lave roupas delicadas (como lingerie) em saquinhos próprios para isso, à venda nos supermercados. Assim, você preserva as peças e não perde pares de meias na máquina de lavar!

5) Sem manchar!

Nada pior do que lavar uma roupa e ela tingir as outras. Para evitar isso, faça o teste da tinta. Deixe a peça em uma bacia com água fria por 15 minutos. Se a água mudar de cor, lave-a separadamente.

6) Lave e cante

"Lava roupa todo dia, que agonia/Na quebrada da soleira, que chovia/Até sonhar de madrugada..." (Juventude Transviada, de Luiz Melodia)

7) Bolsos vazios

Sempre cheque os bolsos das calças e das camisas antes de lavá-las. É uma atitude simples que pode salvar os itens e ainda evita manchinhas no tecido.

8) Sem desbotar!

Na hora de lavar (e de passar) jeans e roupas estampadas, mantenha-os do lado avesso. Um truque para lá de simples que evita que a peça fique desbotada!

9) Xô, encardido!

Passe sabão neutro (em barra) nas partes das peças que encostam na pele e costumam encardir (pulsos e colarinhos, por exemplo). Só depois leve à máquina.

10) Ponha de molho

Não deixe a roupa de molho por mais de duas horas! Há risco da mistura de ingredientes químicos com a sujeira das peças causar cheirinho desagradável e encardir ainda mais o tecido.



(texto publicado na revista Viva! Mais nº 779 - 5 de setembro de 2014)








sábado, 30 de agosto de 2014

Um cabide para cada peça - Pamela Marul e Gabriela Navalon


Sabe aquela história de cada macaco no seu galho? Pois bem, com roupa funciona assim mesmo. Existe um tipo de cabide para cada tipo de peça. E a variedade é tanta que dá até para se confundir. Para não se atrapalhar na hora de escolher, conheça a função de cada modelo, organize seu armário e garanta roupas sem amassos.

De arame

Evite este modelo. Ele é fino, frágil e conhecido por deformar pelas. Além disso, não distribui o peso da roupa e pode danificá-la.

De madeira grossa

Bom para casacos e roupas pesadas. Ele tem estrutura resistente e boa superfície de contato para não deformar as peças.

De plástico grosso

Ótimo para pendurar vestidos, calça e camisas. Aqueles com acabamento arredondado deixam a roupa mais reta e distribuida de forma homogênea.

Com pregadores

Shorts e saias são os mais indicados para ser usados neste tipo. Eles permite que essas peças fiquem no armário sem marcas de dobra.

Coberto com tecido

Vestidos e roupas de tecido leve, como a seda, são muito delicados e podem desfiar. Por isso, esse modelo é o mais indicado nesse caso.




(texto publicado na revista AnaMaria nº 933 - 29 de agosto de 2014)