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terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Qual a idade do seu dente ?


Pode parecer difícil, mas é possível saber, olhando no espelho, qual é a idade que o dente aparenta. Especialistas explicam que o dente de pessoas jovens, de 20 a 35 anos, deve ser rígido, ter uma ponta translúcida, e a engrenagem perfeita entre os dentes superiores com os inferiores, quando só os caninos se encostam e os outros dentes não, quando se fecha a boca. Essa condição só acontece quando possuímos o esmalte do dente rígido ou preservado. Já um dente envelhecido tem manchas e as pontas desgastadas, condição que deveria aparecer em pessoas com mais de 55 anos de idade, mas está se tornando cada vez mais comum nos dias atuais, com o aumento no número de pessoas com dentes com mais idade biológica (aparência) do que a compatível com a idade real do indivíduo. Isso se explica, segundo especialistas, pela falta de conhecimento sobre produtos específicos que podem endurecer o esmalte do dente e, ainda, pela falta de hábito da limpeza e consultas nas quais se analisa: o índice de placa bacteriana, a saúde da gengiva, da mordida e da mastigação.

O dente envelhecido é aquele que tem a dentina exposta e as pontas desgastadas. Com o tempo, pela exposição da dentina, o dente envelhecido começa a manchar, apresentando a coloração amarela e depois marrom, muito por causa dos corantes do que comemos. Além disso, pela perda do volume do esmalte, eles vão se movimentando e os dentes de baixo invadem o espaço dos dentes de cima, começando a "lixar" e desgastar toda a arcada. Pesquisas apontam que mais de 90% das pessoas, no mundo inteiro, apertam ou rangem os dentes, o que potencializa o desgaste.

5 dicas para preservar a idade biológica do dente

1. Evitar fazer refeições com alto índice de acidez e escovar os dentes imediatamente. É indicado esperar 30 minutos para escovar os dentes depois de consumir ácidos, evitando, assim, a ação abrasiva das pastas dentais na superfície ainda amolecida do dente.

2. Evitar bebidas ácidas antes de dormir, quando os efeitos protetores da saliva estão reduzidos.

3. Usar placa protetora para dormir e em momentos que desencadeiam tensão entre os dentes (durante exercícios físicos, por exemplo). Essa proteção é fundamental para prevenir o grande malefício da perda de volume do esmalte.

4. Priorizar o fio dental e a boa escovação para evitar a pigmentação e as manchas dentais e as inflamações de gengiva.

5. Ficar alerta: a gengiva não deve sangrar jamais. Se sangrar, é forte indício de alguma doença.


(texto publicado no jornal Ponto a Ponto - 26 a 27 de outubro de 2019)

sexta-feira, 2 de junho de 2017

5 dicas para sua garrafa d'água não ficar cheia de bactérias


Sabe o recipiente que muita gente leva por aí para matar a sede? Se alguns cuidados não forem tomados, ele pode virar um prato cheio para os micróbios!

O alerta soou com uma investigação do instituto americano Treadmillreviews.net, especializado em dados sobre esteiras ergométricas, que analisou a presença de bactérias em garrafas usadas por 12 praticantes de atividade física durante uma semana sem passar por lavagem. O resultado foi assustador: em alguns casos foram encontrados mais germes do que em vasilhas para alimentar cachorros! A primeira colocada no ranking da contaminação foi a garrafinha conhecida como slide top, aquela em que a tampa precisa ser deslizada para que o usuário tenha acesso ao líquido. Logo depois ficaram as do tipo squeeze (que esguicham a água direto na boca), seguidas pelos modelos com tampa de atarraxar.

Na avaliação, os recipientes que têm um canudo embutido interno foram os que apresentaram o menor número de bactérias. Segundo os autores do inquérito, isso acontece porque as gotas ficam acumuladas na base do canudo, em vez de se concentrarem na superfície exposta, local mais atraente para os micróbios se instalarem. As constatações do pequeno experimento não são motivo para jogar o recipiente no lixo. "A maior parte desses micro-organismos vem da nossa boca e normalmente não provoca doenças", esclarece o clínico e infectologista Paulo Olzon, da Universidade Federal de São Paulo. Os achados reforçam, porém, a importância de higienizar (ou trocar) o acessório pensando em alguns contextos.

"Embora a presença desses agentes não ofereça por si só, fatores como feridas na boca ou imunidade debilitada facilitam sua chegada à corrente sanguínea, o que pode desencadear mal-estar, diarreia... ", observa a infectologista Raquel Muarrek, do Hospital São Luiz Morumbi, na capital paulista.

Lavar o acessório com água e detergente com regularidade é suficiente para barrar ameaças do tipo. "Muita gente negligencia esse hábito pelo fato de a garrafa ser de uso particular", conta o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria. Não caia nessa e respeite alguns cuidados.

Um miniguia para comprar e conservar a garrafinha

1. Melhor escolha

Prefira as que têm canudo interno e formato mais fácil de ser higienizado. Optar pelo inox é uma boa, pois ele dificulta a instalação das bactérias.

2. Se for de plástico

Fuja de embalagens com símbolo de reciclagem com números 3 ou 7. Eles indicam presença de bisfenol A. Evite usar a mesma garrafa de água mineral todo dia.

3. Quando trocar

Apesar de não haver prazo certo para isso, é prudente substituir a garrafa se houver ranhuras e desbotamento da cor, sinais de que já está velha demais.

4. Higienização

Lave toda vez que ela for usada, dando atenção aos locais de difícil acesso, como as rosca da tampa e as bordas do canudo. Uma escova de mamadeira ajuda.

5. Transporte

Proteja o biquinho, evite quedas ou batidas e não deixe a garrafa por muito tempo em locais abafados, como o carro, algo que favorece os micróbios.


Fonte: mdemulher, vida saudável



(texto publicado na revista Leve & Leia março/abril de 2017)

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

10 hábitos curiosos e asquerosos que ricos e pobres tinham em comum na Idade Média... (Para os curiosos)


Muitas vezes a ficção falseia muitas partes da história, nos fazendo acreditar que algumas épocas eram bastante diferentes do que eram na realidade... Na Idade Média, as pessoas não eram nada limpas como a maioria dos filmes ambientados nessa época mostra. Não havia tanto glamour nas roupas ou nos corpos de pessoas. Hoje vamos mostrar vários pontos que o farão ver que a realidade daquela época era bem mais mal cheirosa do que se pensa...

1. A aparência das pessoas nos filmes é falsa

A figura das bochechas rosadas e dos vestidos limpinhos que aparecem em cada um desses filmes é uma farsa completa. A igreja havia proibido os bons hábitos de higiene existentes na época dos romanos, argumentando que eram pecados, eram caprichos, já que eram muito caros. Siga lendo para checar mais fatos asquerosos sobre a Idade Média. Clique em “Página seguinte” para continuar.

2. Eles não gostavam de água

Tanto padres quanto médicos espalhavam por toda a população a crença de que a água, especialmente quente, enfraquecia os músculos e reduzia as habilidades motoras, causando doenças. Ruim para os olhos, os dentes, o rosto, a água os tornaria, também, mais vulneráveis ​​ao frio. Eles também diziam que um pouco de sujeira sempre ajudava a combater futuras doenças.

3. E não só os pobres...

Até a rainha Isabel de Castela se vangloriava de ter tomado banho apenas duas vezes em toda sua vida. Um deles, foi num dia antes de seu casamento, pois era essa a tradição palaciana. Assim, a classe alta cheirava tão mal quanto a classe baixa. Os famosos vestidos e perucas eram raramente lavados e era comum a disseminação de lêndeas e piolhos. Às vezes, eles usavam pedaços de bacon para atrair os bichos para eles. Eles tinham servos eram responsáveis ​​por sua desparasitação diária, mesmo nas partes pudendas.

4. As cidades maiores eram as mais mal cheirosas

Londres e Paris eram consideradas as cidades mais sujas. O cheiro das ruas era mortal, porém, nos edifícios públicos e nas casas, não era melhor. Era especialmente terrível quando as pessoas se reuniam em massa. Nas igrejas, queimava-se incenso para reduzir o mau cheiro.

5. Lavagem a seco

As pessoas não eram nada limpas, como você pôde averiguar. Porém, vez ou outra, faziam uma extravagância e passavam uma toalha úmida nas partes descobertas do corpo. Dessa forma, a sarna não coçava tanto...

6. As partes que permaneciam sob a roupa...

Elas não eram lavadas, simplesmente. Elas poderiam passar anos e anos até que um pingo de água tocasse sua superfície. Médicos proibiam que se lavasse as crianças. Eles diziam que a água os deixaria moles e propensos à doença. Com pânico da morte, as mães não os lavavam, e, desta forma, a mortalidade era muito elevada, pois as feridas, por exemplo, infectavam-se muito rapidamente.

7. Banho anual
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Levou-se vários séculos até que as pessoas aceitassem o banho como algo necessário. No século XVII, popularizou-se o "banho anual”, que consistia em banhar-se uma vez por ano, em uma banheira de água quente.

8. Chapéus

Os homens não tiravam os chapéus ao entrar nas tabernas, nem na hora de comer. A razão para isso era a de que, se o fizessem, era muito provável que lêndeas e piolhos caíssem na comida. Além disso, com o chapéu, cheiravam menos mal.

9. A tradição de jogar o buquê nos casamentos

Os casamentos eram realizados no verão do hemisfério norte, em junho. O banho anual costumava ser feito em maio, fazendo o cheiro da multidão ser mais aceitável. As mulheres levavam buquês de flores para disfarçar esse mau cheiro. Mesmo que tivessem se banhado um mês antes, isso não era o suficiente. Assim nasceu a tradição de, no final do casamento, o buquê ser atirado, para ser utilizado pela possível próxima noiva.

10. Séculos mais tarde...

Com o advento da modernidade, no século XIX, o banhos tornaram-se mais comuns entre os homens, que se banhavam mais vezes por ano, até se acostumarem a se banhar até duas vezes por semana. As mulheres não o faziam com tanta frequência e, especialmente, não lavavam suas partes íntimas, porque se pensava que isso as tornaria inférteis.

Curiosamente, as épocas anteriores à Idade Média foram muito mais higiênicas. Os romanos e os gregos banhavam-se diariamente, e cortavam os cabelos e faziam a barba com frequência. Em meados do século V, tudo isso foi perdido e os hábitos de higiene regrediram em mais de mil anos. Se você gostou deste artigo, dê um Like e recomende-o aos seus amigos.

domingo, 25 de setembro de 2016

Enxaguatório bucal: uso obrigatório?


Evidências apontam que o produto deveria ter maior presença nas limpezas diárias. Mas é preciso tomar cuidado para que ele não tapeie uma boa faxina de dentes, língua e gengiva

Uma pesquisa da Associação Americana de Odontologia, patrocinada pela empresa Johnson & Johnson, levantou dados de 29 artigos científicos que avaliaram a eficácia dos enxaguatórios. Eles comparavam a saúde bucal de pessoas que só escovavam os dentes com aqueles que incluíam o antisséptico na higienização. A conclusão mostra que a turma do bochecho possuía menos casos de gengivite. "Isso porque o produto remove os micro-organismos que causam as inflamações na gengiva", explica o periodontista Alex Haas, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A recomendação, porém, é utilizá-lo como complemento à limpeza: a escova e o fio dental ainda são os protagonistas. "Como o enxaguatório tem um sabor agradável, ele pode dar a falsa impressão de que a boca está limpa, o que é perigoso", alerta o dentista Vinicius Pedrazzi, professor da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Tira-dúvidas dos bochechos

Respostas para questões que intrigam o consumidor

Quantas vezes devo usar o enxaguatório?

Em geral, duas vezes ao dia, ao acordar e antes de dormir. O bochecho deve durar uns 30 segundos.

A ordem da higiene bucal importa?

A recomendação é passar o fio dental primeiro, depois a escovação e, por último, o enxaguatório.

Opções sem álcool são melhores?

A eficácia é parecida. O álcool parece servir apenas para fixar os óleos essenciais da fórmula.

E aquela história de que o produto causa câncer?

Parece estar superada. Nenhuma pesquisa recente encontrou relação do enxaguatório com a doença.

Posso misturar com água?

Em algumas marcas, sim. Em outras, não. Converse com o seu dentista para ver se pode mesmo diluir.

O tipo de enxaguatório influencia no resultado?

Sim. O ideal é pedir orientações ao profissional para saber qual produto é mais indicada a você.



(texto publicado na revista Saúde é Vital nº 402 - abril de 2016)

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Quer um sorriso bonito todos os dias?


Escove os dentes pelo menos cinco vezes ao dia

A escova de dentes mais bonita nem sempre é a melhor. Preste atenção na textura e qualidade das cerdas. As mais macias são ideais para não machucar a gengiva e desgastar os dentes. E a cabeça deve ser arredondada para alcançar até mesmo os cantinhos mais escondidos, como a parte de trás dos últimos dentes. A variedade de cremes dentais no mercado é tão grande que deixa a gente perdido. Mas é muito importante que eles contenham flúor para ajudar no controle de tártaro, além dos dentes brancos e bom hálito. E mais creme na escova não significa mais limpeza. Uma quantidade do tamanho do grão de uma ervilha é ideal para deixar sua boca limpíssima. Para uma escovação eficiente, divida sua boca em quatro partes (superior direito e esquerdo, inferior direito e esquerdo) e escove cada uma das partes por 30 segundos no mínimo. Sem pressa! Uma limpeza completa leva por volta de dois minutos. Faça movimentos de vai e vem sem colocar muita força e velocidade para não machucar a gengiva e não esqueça de escovar a língua levemente. Sabe aquela casquinha de pipoca inconveniente que não saiu por nada? É o fio dental que vai ajudar a tirar. Mesmo nos dias de preguiça, ele não pode ser esquecido, já que evita também o acúmulo de placa bacteriana. Corte aproximadamente 40 cm de fio, enrole nos dedos médios e use os polegares para deslizar suavemente entre os dentes e nunca use uma mesma parte do fio para limpar dos espaços diferentes. Se você cumpriu todos os passos acima, parabéns! Já está acabando. O enxaguante bucal é o toque final na escovação perfeita, só precisa de alguns cuidados. Escolha algum com flúor na fórmula e prefira o bochecho ao gargarejo, já que engolir enxaguante por acidente pode ser prejudicial à sua saúde. Depois de cuspir, não lave a boca com água para não minimizar o efeito. Pronto. Agora sorria.



(texto publicado no Jornal Ponto a Ponto edição 405 - ano 7 - setembro de 2016)

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Depois de ler isso, você nunca mais vai colocar papel higiênico no assento do vaso novamente. Nunca. (O Sagaz)


Banheiros públicos podem ficar nojentos rapidamente. Todo mundo já passou por isto, especialmente as mulheres: ter que ir ao banheiro, mas quando abre a porta, encontra algo repugnante lá. Aí você se pega pensando se você precisa ir tanto assim ou não. Quem sabe quem mais sentou ali antes de você, então, o que fazer?

A resposta parece óbvia: um pouco de papel higiênico no assento do vaso, assim tem pelo menos uma barreira entre o seu corpo e os germes. É muito melhor não entrar em contato com nada que tenha respingado dos outros usuários, né?

Verdade seja dita, esta não é a melhor solução. Na verdade, você nunca deve colocar papel higiênico no assento, porque o próprio assento já é muito bem elaborado. Há muito tempo, as pessoas pensam que o vaso está coberto de germes e nojeiras, e que nós podemos pegar todo tipo de infecções gastrointestinais horríveis, ou coisa pior, dali. Mas, dado o seu formato original e sua superfície particularmente macia, os assentos sanitários previnem as bactérias de permanecerem nele. Além disso, germes não podem se multiplicar na pele nua, então o mero contato com o vaso não é tão ruim assim. O papel higiênico, no entanto, é uma história bem diferente.

É de conhecimento comum que (quase) ninguém abaixa a tampa do vaso depois de dar descarga. Como resultado, todos os germes se espalham pelo banheiro, e também pelo papel higiênico. Ao contrário da tábua do vaso, o papel higiênico é o lugar ideal para juntar germe. Sua superfície é fácil para as bactérias de acomodarem. E é precisamente este papel higiênico cheio de germes que você vai pegar com as mãos e depois, inconscientemente, vai tocar seu rosto, deixando a bactéria com o caminho livre para entrar no seu corpo.

O mesmo se aplica às torneiras e aos secadores de mãos. As pessoas usam as torneiras logo após fazerem suas necessidades, fazendo da torneira um ímã de germes. E ela é tocada novamente depois das pessoas terminarem de lavar as mãos. Com os secadores é a mesma coisa. Na verdade, um estudo recente mostrou que estes secadores de mãos elétricos espalham bactérias em grandes extensões.

Em primeiro lugar, os secadores elétricos mexem com o ar do ambiente, e assim lançam os micróbios e as partículas virais no ar e em todo o banheiro. Em segundo lugar, após lavarmos as mãos, sempre ficam germes residuais, que ao invés de serem removidos pelos secadores, se espalham ainda mais. No geral, quanto maior o fluxo de ar, maior os problemas com germes. As melhores alternativas são as toalhas de papel. Elas te livram mais eficazmente dos germes.

Então é isso. De agora em diante, você talvez olhe o papel higiênico mais criticamente do que assento do vaso. E, da próxima vez que você usar um banheiro público, lembre-se: a tábua do vaso é sempre a melhor opção. É difícil, mas às vezes, imaginar toda a sujeira e nojeira é algo mais vívido do que o próprio risco.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

O selo nas latas de cerveja ajuda ou atrapalha a higiene? - Rodrigo Ratier


Segundo um estudo que analisou latas de cerveja em contato com água suja, o selo (aquela proteção de alumínio que recobre a tampa de algumas marcas) atrapalha. Apesar de o teste ter sido realizado por um órgão considerado referência na área - o Centro de Tecnologia da Embalagem, ligado ao governo de São Paulo -, seus resultados causaram polêmica porque a pesquisa esconde uma disputa comercial. De um lado está o Sindcerv, que tem como associados 5 grandes cervejarias - a principal é a Ambev, que encomendou o tal estudo sobre o selo e que detém as marcas Skol, Brahma e Antarctica. Do outro está a Cervejaria Petrópolis, que fabrica a Itaipava e a Crystal, as duas únicas cervejas com selo de alumínio no Brasil. Deixando a briga de lado, alguns especialistas concordam que o selo permite a passagem e a retenção de água junto à tampa. "E a umidade é um dos principais fatores que favorecem a multiplicação das bactérias", diz o biomédico Eneo Alves da Silva Jr., consultor do Programa Alimentos Seguros da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Mas nada de pânico com ou sem selo, a contaminação não passa de 4% do máximo tolerado. "Na literatura médica, não há registro de doença transmitida por latas de alumínio", afirma Eneo. Se mesmo assim você estiver grilado com as condições de higiene da lata, lave a tampa com água. O líquido elimina mais sujeira que o guardanapo, que só  tira o excesso.


(texto publicado na revista Super Interessante edição 250 - março de 2008)


quinta-feira, 5 de maio de 2016

Tirar os sapatos antes de entrar em casa é um ótimo hábito (Melhor com Saúde)



Na rua, nossos sapatos entram em contato com todo tipo de micro-organismos. Se não tirarmos os calçados ao chegarmos em casa, eles podem contaminar nosso lar e ser uma fonte de doenças.

Não utilizar sapatos no interior da casa é um costume japonês que milhões de pessoas têm adotado por questões de praticidade e saúde.

Ainda que a medida seja um pouco exagerada, está comprovado que ela poderia ter vários benefícios para quem a pratica.

Alguma vez você já pensou em todos os cenários pelos quais seus sapatos passam durante o dia? Certamente, se fizer isso, você encontrará várias razões para se preocupar.

O costume de tirar os sapatos antes de entrar em casa é uma tradição japonesa que está ganhando importância em muitos outros locais do mundo.

Ainda que não saibamos, nossos sapatos adquirem, diariamente, milhares debactérias e micro-organismos que podem causar doenças quando, por exemplo, nosso sistema imunológico está fraco.

Como sabemos que muitas pessoas ainda não estão conscientes disso, neste artigo vamos analisar um estudo científico que explica por que é mais conveniente deixá-los na entrada de casa.

Tirar os sapatos e deixá-los na entrada da casa?

Como afirmamos no início do artigo, o costume de tirar os sapatos antes de entrar em casa é uma tradição japonesa que está ganhando importância em vários outros lugares do mundo.

Ele consiste em ficar descalço logo após chegar da rua, colocando os sapatos em um local especial ao lado da porta ou num espaço específico para eles, como uma sapateira.

Na cultura do Japão, isso se pratica por questões de higiene, ainda que também seja um sinal de respeito pelo espaço privado.

A medida também é realizada em restaurantes, colégios, academias e muitos outros locais frequentados pelos japoneses.

Isso acontece porque sabemos que o sapato é uma das principais vias de sujeira e contaminação dentro do lar, pelo simples fato de estar exposto a muitas superfícies no ambiente.

Atualmente, muitos especialistas tentam saber mais sobre o tema e, efetivamente, puderam comprovar que os sapatos são uma fonte comum de perigosos patógenos.

Os sapatos têm mais bactérias que um vaso sanitário

Em 2012 uma curiosa investigação empírica comprovou que os sapatos podem ser uma boa fonte de informações sobre a personalidade dos indivíduos.

Eles poderiam refletir uma idade média, o sexo, a condição econômica e até alguns traços psicológicos.

O que não sabíamos até agora era que esses acessórios tão indispensáveis em nossa vida são uma grande fonte de bactérias, superando inclusive as que um vaso sanitário contém.

Num estudo realizado em 2008 e liderado por Charles Gerba, professor de microbiologia da Universidade do Arizona, foi demonstrado que, em apenas duas semanas de uso, alguns sapatos chegaram a acumular cerca de 420 mil bactérias em sua parte externa, das quais cerca de 96% são coliformes fecais.

De acordo com o trabalho do professor Gerba, de todas as bactérias identificadas nos sapatos, cerca de 27% eram da espécie E. coli, micro-organismos que habitam o intestino dos humanos e dos animais.

O pesquisador sugere que isso pode se dever ao contato frequente que o sapato tem com a matéria fecal, tanto na rua como em alguns locais públicos.

Ainda que a maioria das variedades de E. coli não provoque problemas de saúde, em alguns casos elas desencadeiam doenças e episódios de diarreia crônica.

O pior é que não é só isso. Entre os milhares de micro-organismos encontrados nos sapatos, também foram encontradas quantidades relevantes das bactérias Klebsiella pneumoniae e da Serratia marcescens.

A K. pneumoniae é uma das responsáveis pelas infecções do sistema urinário,pneumonia e outras doenças dos tecidos moles e das feridas abertas.

Já a S. marcescens pode causar conjuntivite, queratite e, em casos mais raros, meningite e endocardite.

As duas variedades de bactérias são as que atacam o organismo quando ele não tem anticorpos suficientes para se defender e, de fato, são as que causam as tão temidas infecções hospitalares.

No entanto, é importante esclarecer que as probabilidades de infecção por bactérias provenientes dos sapatos são mínimas, a menos que, por alguma razão, eles tenham contato direto com a boca ou com alguma ferida aberta.

É preciso levar em conta que são muitos os meios que levam as bactérias até o lar, e que o organismo saudável possui defesas para combatê-las.

Ainda assim, é aconselhável evitar riscos, adotando medidas simples como a de tirar os sapatos antes de entrar em casa, assim como lavá-los frequentemente com água e sabão.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Você sabe usar o desodorante? Uma pesquisa revelou que maioria das pessoas não sabem (Catraca Livre)



Uma pesquisa realizada pela Sociedade Internacional contra a Hiper-Hidrose revelou que o hábito das pessoas em passar o desodorante pela manhã está equivocado. De acordo com o estudo, é preciso aplicar os antitranspirantes à noite, antes de deitar, e sempre sobre a pele totalmente seca. O motivo: o produto age melhor durante o sono.

De acordo com os médicos responsáveis pelo estudo ‘Terapias Tópicas no Tratamento da Hiper-Hidrose’, quando dormimos, duas circunstâncias confluem: a produção de suor diminui ao mínimo e a axila está completamente seca - algo quase impossível depois do banho. Ambos fatores melhoram a penetração dos desodorante de pele, segundo a pesquisa.

Por fim, para melhorar a ação do produto, os especialistas recomendam esfregar a axila com uma toalha limpa e seca para retirar qualquer resquício de umidade antes de passar o desodorantes e ir para a cama.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

7 truques para dizer adeus aos maus odores do sapato (Melhor com Saúde)


Uma higiene correta é fundamental para evitar que nosso sapato fique com mau cheiro. Além de estarmos sempre com os pés limpos, devemos também limpar com frequência os sapatos e arejá-los para evitar que acumulem odores

Os maus odores nos sapatos são um problema muito comum, que costuma aparecer quando a pessoa não tem uma higiene adequada nos pés, ou leva um estilo de vida agitado que acaba causando um excesso de suor nas extremidades inferiores.

Os pés são uma das áreas do corpo que mais produzem suor, e também costumam ser uma região propícia para a proliferação de determinadas bactérias, responsáveis por estes odores desagradáveis.

Aqueles que apresentam este problema com frequência costumam ter dificuldades sociais e problemas de autoestima devido à rejeição que isso implica.

Felizmente, na atualidade existem muitos remédios para evitar e combater esta condição, incluindo aqueles odores que ficam impregnados nos sapatos.

Ainda que no mercado existam centenas de produtos para enfrentar este problema,hoje queremos compartilhar sete excelentes truques naturais que podem se converter na melhor solução para o odor nos pés. Conheça-os a seguir.

Casca de cítricos para combater maus odores do sapato

Quem não gosta do delicioso aroma dos cítricos? Este cheiro forte que tanto nos atrai é uma boa solução para neutralizar os maus odores que ficam impregnados nos sapatos.

Pegue cascas de limão, laranja ou toranja e introduza-as dentro do sapato que estiver com mau cheiro. Você deve deixar que elas atuem durante toda a noite para que tenham tempo suficiente de neutralizá-lo.

Óleo essencial de melaleuca

Dentro da categoria de óleos essenciais com propriedades antissépticas e antibacterianas destaca-se o óleo de melaleuca, também conhecido como árvore do chá.

Este ingrediente é aconselhado para combater fungos e bactérias, e por seu agradável aroma também pode ser útil na eliminação de maus odores.

Acrescentes duas ou três gotas dentro do sapato e deixe-as agindo durante toda a noite para que possa eliminar as bactérias.

Lavanda

Esta planta famosa por seu agradável aroma e também por sua ação ligeiramente antibacteriana também pode combater os micro-organismos que dão origem aos maus odores.

Introduza algumas flores da planta dentro do sapato ou, se for possível, aplique algumas gotas desse óleo essencial.

Bicarbonato de sódio

O bicarbonato de sódio é um dos ingredientes mais eficientes para desodorizar e evitar a produção excessiva de suor.

Acrescente um pouco deste pó branco aos seus sapatos e deixe agir para que as suas propriedades antibacterianas atuem de forma eficaz contra os maus odores.

Areia para gatos

Temos certeza de que este truque nunca havia passado pela sua cabeça. Esta areia que você utiliza para o seu gato também tem o poder de absorver os maus odores do seu sapato.

Preencha um par de meias com a areia e introduza cada um deles em um dos sapatos que está com mau cheiro. No dia seguinte, coloque-os no sol para terminar a tarefa.

Trocar as solas

Uma solução rápida e eficaz para dizer adeus ao odor fétido dos sapatos é trocar de forma regular a sua sola.

Geralmente, esta é a parte que absorve todo o suor e todas as bactérias que desencadeiam esta condição.

Técnica de congelamento

Alguma vez você já colocou os seus sapatos no congelador? Parece uma loucura, mas a verdade é que isso pode ser muito útil.

Faz um tempo que comentamos que se pode aumentar até dois tamanhos do sapato introduzindo-os com bolsas de água dentro do congelador.

Pois bem, este truque também é aplicável para acabar com os maus odores. Basta deixar os sapatos no congelador durante toda a noite e na manhã seguinte deixá-los secando ao sol.

O que fazer para ter uma higiene correta dos sapatos?

A higiene é o pilar fundamental para que os maus odores não estraguem este sapato que você tanto gosta de usar.

Para fazer isso, fique atento às seguintes recomendações:

Evite usar o mesmo sapato todos os dias. Isso não é bom para a saúde e também não ajuda os seus pés. A falta de ventilação cria um ambiente ideal para fungos e bactérias, o que gera ressecamento, dor e maus odores.

Deixe que os sapatos peguem ar. Quando chegar em casa, coloque seu sapato em um lugar onde ele possa receber uma brisa fresca.

Lave os sapatos com regularidade. Mantenha-os limpos utilizando o mesmo sabão em pó com o qual você lava roupas e deixe-os secando diretamente no sol.

Utilize um antitranspirante. Se você tiver problemas com o suor excessivo, o melhor a fazer é utilizar um desodorante antitranspirante todos os dias para evitar os maus odores.

E lembre-se: se nada funcionar, consulte o seu médico.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

É por isso que você deve tirar os sapatos quando entra em casa - Laércio Lutibergue (Cura pela Natureza)


Você costuma andar de sandália dentro de casa ou entrar calçado na casa das pessoas?

A maioria dos asiáticos, especialmente os japoneses, evitam fazer isso.

Normalmente, quando chegam em casa, eles tiram o sapato antes de passar pela porta de entrada.

Acha que isso é por acaso?

Não, é fruto de um povo com sabedoria milenar.

E agora os ocidentais, com suas pesquisas científicas, estão começando a entender o hábito dos japoneses.

A Universidade de Houston realizou uma pesquisa e descobriu que 39% dos sapatos continham bactérias C. diff, que também são conhecidas como Clostridium difficile.

Essa bactéria é um ameaça pública e resistente a vários antibióticos.

Os problemas que podem ocorrer são diarreia e, mais grave, a inflamação do cólon.

Outro estudo, desta vez na Universidade de Arizona, descobriu nove formas diferentes de bactérias encontradas na sola dos sapatos.

Para você ter um ideia, a parte inferior do calçado é mais suja do que assentos sanitários.

O dr. Charles Gerba, microbiologista e professor, resolveu fazer uma experiência para saber até onde isso é grave.

Comprou sapatos novos, usou por apenas duas semanas e encontrou 440.000 unidades de perigosas bactérias que podem provocar, entre outros problemas, pneumonia e infecção respiratória.

A C. diff atinge apenas quatro de cada dez pessoas, mas há muitos outros tipos de bactérias e elas precisam ser evitadas.

Um piso de banheiro público, por exemplo, contém 2 milhões de bactérias por polegada quadrada - o que acontece se você pisar num ambiente desse e depois entrar em casa sem tirar os sapatos?

Consequências ainda mais graves ocorrerão se você tem filhos pequenos em casa, pois eles colocam as mãos no chão, se deitam e rastejam.

Para um bebê de até 2 anos, com o sistema imunológico ainda em formação, isso é um verdadeiro perigo!

Ah, também devemos levar em consideração que o solado do sapato pode acumular resíduos de produtos químicos, germes e agentes patológicos.

Por isso definitivamente aconselhamos você a deixar os calçados do lado de fora da casa.

Alguns ocidentais já têm esse costume de só andarem pela casa descalços.

No entanto, muitas vezes, acabam calçando os sapatos para sair, dando algumas voltas no interior da casa.

Não se esqueça desta matéria - e mude o hábito de entrar calçado dentro de casa.

domingo, 6 de setembro de 2015

A absurda falta de higiene da Idade Média vai fazer você querer tomar banho agora mesmo! - Karlla Patrícia (Diário de Biologia)


Quando se fala em Idade Média, o que vem à mente são nobres endinheirados e belas damas maquiadas, penteadas e cheias de joias, vestindo lindas túnicas. Mas tudo isso não passa de uma imagem “Hollywoodiana”. Na verdade, entre a queda do Império Romano até a descoberta da América a higiene pessoal não era considerada uma prioridade e estava longe de ser o que é hoje.

Como eram os banhos

Na Idade Média, os médicos acreditavam que a água, principalmente quente, enfraquecia os órgãos, permitindo que o corpo ficasse exposto a doenças que penetravam através dos poros. Por causa disso, era recomendado que as pessoas mantivessem uma camada de sujeira no corpo, pois ela protegia contra as doenças. Então, a higiene pessoal era realizada “a seco”, só com uma toalha limpa para esfregar as partes expostas do corpo. Partes íntimas? Nem pensar!

Os médicos aconselhavam que as crianças limpassem o rosto e os olhos com um pano branco para limpar a gordura do suor, mas não muito para não retirar a cor “natural” (encardida) da pele. Na verdade, naquela época as pessoas entendiam que a água era prejudicial aos olhos, que podia provocar dor de dentes e catarros, deixava o rosto pálido e expunha o corpo ao frio no inverno e a pele ressecada no verão. Ainda por cima, a Igreja censurava o banho por considerá-lo um luxo desnecessário e impuro.

Surpreendentemente a falta de higiene não era um costume de pobres, a rejeição pela água chegava aos estratos mais altos da sociedade. As mulheres que achavam o banho bom, quando muito, o faziam duas vezes ao ano, e o próprio rei só o fazia por prescrição médica e com as devidas precauções.

Quando os banhos aconteciam, era usada um tina enorme cheia de água quente. O pai da família era o primeiro em tomá-lo, logo os outros homens da casa por ordem de idade e depois as mulheres, também por ordem de idade. Enfim chegava a vez das crianças e bebês que podiam se perder dentro daquela água suja.

E o banheiro?

Nos palácios e casas de família não existia banheiro, nem mesmo uma “casinha”. Quando chegava a hora de fazer as necessidades, iam ali mesmo no fundo do quintal ou uma moita. Não era incomum também ver alguém fazendo cocô nas ruas.

Alguns palácios mais chiques, tinham fossas para acumular as fezes. Haviam servos especialmente designados a recolher o cocô das fossas e vendê-los como esterco. A urina era acumulada em tinas que depois eram usadas para lavar peles e branquear telas. As pessoas jogavam seu lixo e dejetos em baldes pelas portas de suas casas ou dos castelos. Imagine a cena: o sujeito acordava pela manhã, pegava o pinico e jogava ali na sua própria janela.

Cuidados com o rei

O Rei Henrique VIII, famoso por romper com a Igreja Romana e por ter se casado seis vezes, tinha mais de 200 empregados que lhe serviam como cozinheiros, carregadores, abanadores, etc. Mas os serventes com a pior das sortes eram aqueles que deviam cuidar das “necessidades” do rei: tinham que despiolhá-lo uma vez ao dia (tirar os piolhos), limpar sua bunda depois que fizesse suas necessidades e lavar suas partes íntimas enquanto o rei permanecia sentado e inclusive, quando a rainha estava grávida e o monarca sentia certas necessidades, um dos serviçais (homem ou mulher) devia masturba-lo. Isto, por suposto, era feito na frente de várias pessoas, que depois do “ato” trocavam suas roupas.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

7 dicas para eliminar o mau cheiro dos sapatos (Melhor com Saúde)


Como nos livrarmos do mau cheiro nos sapatos? Às vezes o interior de alguns calçados retém o suor com maior intensidade, gerando um odor difícil de suavizar. Mas, não se preocupe, porque existem alguns truques bem simples que serão de grande ajuda. Descubra-os!

1. O bicarbonato de sódio

Infalível. Em nosso espaço já falamos mais de uma vez dos grandes benefícios do bicarbonato de sódio para a limpeza da casa. Esse elemento químico natural tem a capacidade de absorver manchas, odores e umidades, e por isso é frequentemente utilizado para eliminar o mau cheiro nos sapatos.

E como usá-lo? Muito fácil, basta jogar uma colher de sopa de bicarbonato em cada pé do sapato, nas palmilhas. Espalhe-o bem e deixe que atue no sapato por toda a noite. Pela manhã será possível notar a melhora.

2. O truque do talco

O talco atua do mesmo modo que o bicarbonato de sódio. Tem a capacidade de absorver a umidade e com isso, minimiza o mau cheiro. Nesse caso você tem duas opções: pode pôr um pouco de talco em cada sapato e deixar atuar durante a noite para removê-lo de manhã ou, o que também é eficaz e fácil de fazer, aplicar o talco no pé para eliminar a sudoração. Será muito útil e efetivo.

3. Truque para eliminar bactérias

Esse truque é curioso e muito efetivo. Para isso será preciso ter em casa um pouco de sálvia e lavanda. São duas plantas que eliminam muito bem os odores. Se as tiver, basta colocar em cada sapato algumas folhinhas de sálvia e uns raminhos de lavanda. Depois, deixe os sapatos tomarem ar fresco para eliminar as bactérias. Pela manhã você terá seus sapatos mais do que prontos!

4. Laranja, limão ou toranja

Outro remédio muito simples. Nunca jogue fora a casca do limão ou da laranja, e muito menos da toranja. São muito práticas para eliminar o mau cheiro dos sapatos, nesse caso e como sempre, bastará colocar as cascas dentro dos sapatos durante a noite. Sem dúvidas um truque seguro.

5. Óleo essencial de árvore do chá

Dentre os óleos essenciais com propriedades desinfetantes o da árvore de chá é, sem dúvidas, o mais eficaz. Pode ser encontrado em lojas de produtos naturais ou perfumarias. Não é caro e pode servir tanto para eliminar o mau cheiro dos sapatos quanto para preparar géis para as mãos. O que faremos é deixar algumas gotas pingarem nas palmilhas dos sapatos duas vezes por semana, assim tiraremos o odor e eliminaremos as bactérias. Muito fácil.

6. Procure a verdadeira causa do mau cheiro

Sabemos que o mau cheiro nos sapatos deve-se ao suor dos pés, porém, também é evidente que alguns sapatos fedem mais do que outros. Talvez isso se deva ao fato de que há palmilhas que absorvem mais o suor e outras que o retém, favorecendo o surgimento de bactérias. É um risco que não vale a pena correr.

Ao notar que o mau cheiro não sai facilmente, pode mudar regularmente as palmilhas do sapato, mas se isso não for possível, pode optar por usar palmilhas especiais que protegem do mau cheiro e das bactérias. Considere que o mau cheiro a longo prazo pode trazer problemas nos pés, por isso é necessário manter uma boa higiene.

7. Como manter uma boa higiene nos sapatos

Tente não usar sapatos fechados todos os dias. É ruim para a saúde dos pés e favorece o mau cheiro.

Quando chegar em casa, mude de sapato e deixe os que usou durante o dia para tomar ar.

Não importa se o sapato é de boa ou média qualidade, todos absorvem o mau cheiro. Por isso devemos manter uma boa limpeza dos mesmos. Escová-los todos os dias, principalmente limpá-los por dentro utilizando um pano úmido com o mesmo produto que você costuma limpar as roupas. Esfregue bem, eliminando manchas de umidade.

Se você costuma sofrer de sudoração excessiva na sola do pé, seria adequado seguir a dica que ensinamos anteriormente: aplique talco. É um remédio simples que servirá muito para o dia a dia.

Sete coisas que todo mundo faz no banheiro (mas não deveria) - Catraca Livre


Proteja sua casa: apesar de o banheiro ser o lugar ideal para a higiene diária, ele reúne condições propícias para a contaminação.

Por isso, é importante estar sempre atento com a limpeza e com a manutenção do sanitário. Alguns cuidados básicos no dia a dia ajudam a evitar a propagação de germes e bactérias, como as dicas abaixo reunidas pelo site "SOS Solteiros".

Nessa lista você verá alguns hábitos recorrentes que deveriam passar longe de sua casa. Confira:

1. Dar descarga com a tampa da privada aberta

Se você der descarga e a tampa estiver aberta, a probabilidade de todos os germes saírem "voando" pelo ar do banheiro é enorme.

2. Usar toalha de rosto

Prefira toalha de papel no lugar da toalha de tecido (mesmo que você esteja em casa). Mas, se você insiste na de tecido, lembre-se de trocá-la todos os dias ou quando estiver muito molhada, para evitar a proliferação de bactérias.

3. Dividir sabonete em barra com outras pessoas

Prefira sempre os sabonetes líquidos.

4. Deixar cesta com roupas sujas no banheiro

Deixe as roupas sujas em outro ambiente e lave o quanto antes, principalmente as peças íntimas.

5. Deixar a escova de dentes na pia

Evite os germes que estão "voando" pelo banheiro e guarde sua escova em um lugar seco e protegido.

6. Manter janelas fechadas

O vapor dos chuveiros eleva a umidade das paredes, favorecendo o bolor. Mantenha o banheiro ventilado e as janelas abertas sempre que possível.

7. Deixar roupa íntima no banheiro

Não deixe calcinhas ou cuecas secando no banheiro. Este é o local mais úmido da casa, ou seja, onde mais se proliferam fungos e bactérias. Suas peças devem secar em ambientes ventilados e com luz solar.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Mais de 60% das escovas de dente são contaminadas no banheiro (Catraca Livre)


Um estudo apresentado no encontro anual da Sociedade Americana de Microbiologia, em Nova Orleans, nos Estados Unidos (EUA), revelou que mais de 60% das escovas de dentes analisadas em moradias estudantis deram positivo para contaminação por material fecal. 

Ainda segundo a pesquisa, há 80% de chances de que essa contaminação tenha ocorrido enquanto outras pessoas usavam o banheiro. "O problema mais grave é quando o material fecal encontrado na escova não pertence ao usuário, já que contém bactérias, vírus e parasitas que não fazem parte da sua flora normal", diz a pesquisadora Lauren Aber, da Quinnipiac University.

O estudo também mostrou que não importa o método para limpar a escova de dentes logo após o uso. Nem água quente ou produtos de enxágue bucal são suficientes contra essa contaminação.

Para quem pensa que isso acontece só porque as pessoas têm o hábito de deixar as escovas expostas, a pesquisadora corrige: "O uso de porta-escovas de dentes com tampa não impede o crescimento de bactérias. Ao contrário, acaba fornecendo um ambiente mais propício ainda para que elas se desenvolvam, já que vão ter calor e umidade. O ideal é lavar bem a escova depois de usar e ela secar sem tampas", diz Lauren.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Cuidados com toalhas de banho - Sheila Procópio Aguiar


Nada melhor do que sair de um banho super relaxante e se envolver em uma toalha macia, não é mesmo? Porém, com o passar do tempo as toalhas podem perder algumas características fundamentais, como por exemplo, maciez e capacidade de absorção. Aprenda algumas dicas para manter suas toalhas sempre fofas, cheirosas e felpudas.

Você sabia que não se deve usar amaciante na toalha? E sabia que não se deve usar ferro a vapor?

Enxague bem a toalha e não use amaciante. Uma dica ótima é usar vinagre durante o enxague. Não use ferro a vapor – como o vapor penetra na fibra, acabamos guardando a toalha úmida sem perceber. Isso pode ocasionar o mofo. Seguir as instruções de lavagem e conservação do fabricante, encontradas na própria etiqueta, é importante.

Lave sempre antes de usar. Separe peças de cor clara das que possuem cor escura. Siga sempre as instruções de lavagem contidas na etiqueta, pois desta forma você saberá que está lavando o produto da forma correta. Nas primeiras lavagens é normal sair o excesso da tinta. Não use muito sabão, evite ficar muito tempo de molho. Não utilize alvejantes, cloro, água sanitária ou produtos similares em tecidos coloridos.

Não use amaciante, use vinagre branco. Estenda a peça no varal mais deixe-a bem aberta. O recomendado é sempre que possível deixar secando a sombra. Se quiser podem ser expostas ao Sol, mas fique muito atenta para não deixar tempo demais ressecando e desbotando o tecido.

Você poderá guardar suas toalhas empilhadas dobradas uma sobre a outra, em rolinhos ou penduradas em cabides. Após o banho sempre estenda a toalha para que ela fique bem seca.

Evite deixar as toalhas jogadas em cima da cama, cadeira. Deste modo ela não vai secar adequadamente e ficará com odor desagradável.

domingo, 24 de maio de 2015

Cabelo limpo por mais tempo: como conseguir? (Melhor com Saúde)


Com certeza já aconteceu com você em mais de uma ocasião: lavar o cabelo de manhã e, ao chegar no meio da tarde, começar a notá-lo gorduroso ou grudento. Você fica sem saber o que fazer e se vê obrigada a ter que lavá-lo todos os dias ao acordar para poder ter um aspecto mais saudável.

Quais são as soluções para essa questão? Existe algum remédio eficaz para conseguir um cabelo limpo durante mais tempo? Confira conosco estes interessantes conselhos.

Por que o meu cabelo fica limpo por tão pouco tempo?

Esse é um problema muito frequente. Geralmente, as causas pelas quais um cabelo termina perdendo seu brilho e suavidade costumam ser as seguintes:

- Uma produção excessiva de seborreia, que deriva do incômodo e clássico cabelo gorduroso.

- Nossos hormônios também podem causar a produção excessiva de seborreia no nosso couro cabeludo. As mudanças que se produzem durante a menstruação, por exemplo, costumam provocar esse problema.

- Uma alimentação incorreta alta em gorduras, açúcares, farinhas refinadas ou produtos industrializados também ocasiona esses problemas metabólicos que acabam produzindo esse excesso de seborreia.

- Você pode se surpreender, mas habitualmente os xampus que usamos não deixam de ser "produtos químicos" mais agressivos do que benéficos. Se você for uma mulher que lava os cabelos todos os dias com esse tipo de tratamento, talvez tenha notado que eles nunca dão a solução que prometem, pois o que fazem, na realidade, é "nos engordurar" mais ainda o cabelo. O melhor é utilizá-los uma ou duas vezes por semana, para depois recorrer aos remédios naturais como os que queremos apresentar a vocês.

O que posso fazer para que meu cabelo fique limpo durante mais tempo?

Remédio 1: vinagre de maçã e bicarbonato de sódio

Ingredientes

- 100 ml de vinagre de maçã
- 100 ml de água
- 20 g de bicarbonato de sódio

Preparação

- Esse remédio, tão simples como eficaz, pode ser usado duas vezes por semana. Graças a ele, você vai descobrir que no dia seguinte você vai poder continuar desfrutando de um cabelo solto, brilhante e sedoso, sem vestígios de gordura que grude os fios. Isso se deve, principalmente, ao bicarbonato de sódio, que graças às suas propriedades alcalinas que regulam o pH, nos permite eliminar todo esse excesso de gordura do couro cabeludo.

- Quanto ao vinagre de maçã, dizemos que esse recurso tão econômico se destaca, na realidade, como um dos melhore produtos capilares. Ele oferece brilho ao cabelo, suavidade e regula a incômoda gordura. Para preparar esse remédio é só diluir a colher de bicarbonato de sódio na água e, em seguida, acrescentar os 100 ml de vinagre de maçã.

- Aplique-o no cabelo úmido com uma suave massagem para que o couro cabeludo fique bem impregnado e vamos deixar agir durante 20 minutos. Passado esse tempo, enxágue com água morna. Você vai perceber os resultados e exibirá um cabelo mais solto e reluzente durante três dias seguidos.

Remédio 2: ovo, iogurte e limão

Ingredientes

- 1 ovo (com sua clara e sua gema)
- 1 iogurte natural
- o suco de 1/2 limão

Preparação

- Essa máscara é estupenda e ideal também para usá-la duas vezes por semana. Remédios tão simples como esse nos oferecem melhores resultados que esses tratamentos caros dos nossos salões de beleza. Vale a pena prová-los, pelo menos, durante um mês. Você vai se surpreender como eles são fáceis e econômicos e como mantêm o cabelo limpo durante mais tempo. Até 3 dias!

- O uso do limão, por exemplo, é um clássico para a beleza capilar, pois ele equilibra o nível de pH da secreção do óleo do couro cabeludo e nos faz exibir um cabelo muito mais bonito. Quanto ao ovo e ao iogurte branco, eles atuam como dois poderosos agentes nutritivos para fortalecer o cabelo, contribuem com vitaminas e regulam esse excesso de óleos que fazem com que o cabelo aparente estar sujo e grudento.

- Como preparamos essa máscara? Muito fácil. Comece misturando o ovo (clara e gema) com iogurte branco, tentando criar uma pasta bem homogênea. Quando alcançar essa consistência, acrescente o suco do meio limão e continue misturando para criar uma máscara atraente.

- O passo seguinte é bem simples: aplique a máscara sobre o seu cabelo úmido, fazendo com que o couro cabeludo absorva bem esse preparado natural e nutritivo. Deixe que ela aja por 20 minutos e enxágue com água morna. Desfrute do resultado, temos certeza que você vai adorar e que vai aparentar um cabelo limpo durante mais tempo.
  

sábado, 23 de maio de 2015

Truques caseiros para eliminar o mofo do nosso lar (Melhor com Saúde)


Mofo. Não há nada mais incômodo e insalubre do que esses fungos que crescem nos espaços úmidos de nosso lar, na cozinha, nas telhas, no carpete, nas paredes e nos pequenos cantinhos que nunca suspeitaríamos, mas encontramos essas temidas manchas.

O mofo não é qualquer coisa. São milhões as pessoas que, todos os anos, visitam um posto de saúde ou hospital devido a um ataque de asma e reações alérgicas que requerem tratamento. E não só isso, se não agirmos rapidamente contra o mofo, ele pode danificar para sempre as superfícies onde estiver, seja o solo, a madeira ou os tecidos.

Daí a importância de estabelecer uma rotina de limpeza periódica em todos esses espaços, através dos métodos mais úteis para conseguirmos eliminar este incômodo inimigo cotidiano. Você quer saber como fazer isso? Iremos ensinar em seguida.

O que é o mofo e por que ele aparece?

O mofo é um tipo de fungo. Ele não pertence ao reino animal nem ao vegetal. Trata-se de um tipo de célula diferente que cresce em colônias, sempre que existam condições necessárias para isso:

- Um nível de oxigênio adequado
- Uma umidade elevada
- Temperatura também elevada

Obviamente, não podemos manter nosso lar com temperaturas muito baixas durante todo o ano. É impossível, por isso o único que podemos fazer é controlar a umidade e estabelecer rituais de limpeza periódicos. Lembre-se também de que existem diferentes tipos de mofo e que alguns deles são realmente tóxicos como, por exemplo, o aspergillus. As pessoas que têm problemas respiratórios podem experimentar reações muito graves ao entrar em contato com eles.

Como podemos prevenir e eliminar o mofo?

Em algumas ocasiões, compramos produtos químicos nas lojas que, longe de nos proporcionarem os resultados que esperamos, causam mais riscos do que benefícios. Existem soluções realmente práticas e econômicas que vão nos ajudar nessa tarefa do dia a dia. Ideias acessíveis através das quais poderemos eliminar o mofo de modo verdadeiramente eficaz. Confira:

Controle da umidade

Como já falamos anteriormente, não podemos ter nossa casa sempre com temperaturas baixas para evitar a presença desses fungos tão insalubres, mas podemos fazer controle da umidade. A seguir explicamos como:

O mofo adora locais pouco ventilados e com temperaturas altas. Por isso ele costuma aparecer muito em sótãos, embaixo de madeiras, nos cantinhos de nossa cozinha, nos armários, nos depósitos, etc. Uma solução simples é ventilar regularmente estes espaços.

Abra as janelas do seu quarto, de sua cozinha e deixe que a brisa renove esses ambientes. É quase o mesmo que ocorre com nossas camas: você já sabe que não é bom fazer a cama imediatamente após levantar pela manhã, deixando-a totalmente arrumada. O ideal é permitir que o ar entre em contato com os lençóis para que leve os ácaros com ele. Com o mofo ocorre o mesmo.

Se o problema de mofo é algo sério em seu lar, você sempre tem a opção de instalar pequenos purificadores de ar. Esta opção já nos custaria dinheiro, mas no caso de ter em casa alguém que sofra de problemas respiratórios, seria recomendável investir nela.

Óleo de melaleuca

Já falamos em mais de uma ocasião sobre os grandes benefícios do óleo de melaleuca. Trata-se do melhor desinfetante natural que existe e que poderá lhe oferecer os melhores resultados. É possível comprá-lo em qualquer loja natural ou supermercado especializado. Ele servirá para muitas coisas e é realmente prático para eliminar o mofo. Veja como poderá usá-lo:

Ingredientes

- 2 colheres de óleo de melaleuca (40 g)
- 2 copos de água (500 ml)
- 1 borrifador
- luvas

Como preparar

Antes de tudo, lembre-se de colocar as luvas para proteger a sua pele. O mofo pode causar reações inesperadas e é melhor não t ocá-lo com as mãos. Uma vez pronta, só será necessário misturar a água com o óleo de melaleuca na garrafinha e agitar para que ambos se misturem. Depois, borrife nas áreas de seu lar afetadas pelo mofo.

Vinagre branco

Um truque tão simples quanto eficaz. O vinagre branco é capaz de eliminar 90% do mofo de nosso lar. Além disso, ele é um dos recursos mais econômicos, excelente por exemplo para as partes do banheiro que costumam ficar um pouco mais escondidas (nos cantos dos armários, atrás do vaso sanitário ou das portas) e onde esse fungo costuma aparecer.

Como podemos fazer isso com o vinagre branco para eliminar o mofo? Tome nota:

Ingredientes

- 1/2 copo de vinagre branco (100 ml)
- 1 borrifador

Como preparar

A ideia é encher uma garrafinha de plástico com vinagre branco e tê-la sempre pronta para a nossa limpeza diária. Uma vez preparada, basta borrifar a mistura nas superfícies onde estiver o mofo e esperar que ela se dilua. O mais indicado é repetir este procedimento ao menos duas vezes por semana, buscando sempre os locais úmidos e pouco ventilados onde esse micro organismo incômodo e perigoso possa aparecer.

Que tal começarmos a colocar essas dicas em prática hoje mesmo?

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Aprenda a limpar a sujeira acumulada nos utensílios de cozinha com ingredientes naturais (Melhor com Saúde)


Todos os dias utilizamos uma grande quantidade de objetos na cozinha que, posteriormente, devemos limpar para deixar tudo em ordem e livre de restos de comida. No mercado, existem muitos produtos para a limpeza dos utensílios de cozinha, os quais facilitam a tarefa de eliminar restos de gordura, comida e todo tipo de bactérias que possam se acumular.

No entanto, muitos dos produtos de limpeza que encontramos no mercado contêm substâncias químicas que podem chegar a ser agressivos com a pele, causando alguns tipos de alergia e outros problemas de saúde.

A boa notícia é que nem sempre é necessário investir grandes quantias de dinheiro em produtos químicos para eliminar o excesso de gordura e os restos de comida acumulados nos utensílios de cozinha. Neste artigo, queremos compartilhar algumas soluções naturais para eliminar a sujeira acumulada em seus utensílios de uma forma saudável e favorável ao meio ambiente.

Fórmula para eliminar a gordura das frigideiras

Para eliminar restos de gordura acumulada nas frigideiras, corte uma batata de tamanho médio pela metade e descasque-a. Unte a metade dela com bicarbonato de sódio. O próximo passo é esfregar a parte inferior da frigideira ou a panela como se a batata fosse uma esponja. Os resultados poderão ser vistos instantaneamente.

Para melhores resultados, é importante ir cortando a batata e retirando a parte suja, ou então pegar outro pedaço e untá-lo com mais bicarbonato de sódio, já que o que elimina a gordura é a combinação dos dois ingredientes.

Fórmula para limpar o interior das panelas

Para eliminar resíduos e gordura do interior das panelas, pegue um saquinho de chá seco e esfregue-o nas áreas onde a gordura está depositada. Em segundos você verá como ela começa a se dissolver. É possível que, para esse processo, sejam necessários uns dois ou três saquinhos de chá, por isso procure comprar sempre a versão mais econômica.

Fórmula para eliminar a gordura do exterior das frigideiras

Para eliminar a gordura do exterior das frigideiras, escolha uma maior do que a que você deseja limpar e coloque nela 4 ou 5 colheres de bicarbonato de sódio e complete com água. Coloque a frigideira menor dentro da panela maior, que tem a mistura, e deixe ferver durante 30 minutos. Passado esse tempo, você poderá eliminar os restos de gordura facilmente, sem maiores esforços. Esse método leva mais tempo, mas é a maneira mais eficaz de eliminar as gorduras mais difíceis das frigideiras e das panelas.

Sabão líquido ecológico e caseiro para lavar louça

Este sabão líquido ecológico é ideal para lavar a louça e deixar t odos os utensílios da cozinha como novos depois de utilizados. Esse produto combina as propriedades adstringentes do sal com os benefícios desinfetantes do vinagre de maçã e do limão. Trata-se de uma solução que elimina as bactérias, remove a gordura e elimina os maus odores para deixar todos os utensílios limpos e prontos para serem usados novamente.

Ingredientes

- 3 limões
- 2oo g de sal grosso
- 100 ml de vinagre branco
- 200 ml de água
- 30 ml de secante abrilhantador para lava-louças (opcional)

Como prepará-lo?

- Lave e corte os limões (sem descascá-lo) em pequenos pedaços, para que possam ser facilmente triturados no liquidificador.

- Coloque o limão no liquidificador, acrescente o sal e bata até que fiquem bem integrados. Depois, acrescente o vinagre, a água e o abrilhantador. Bata rapidamente durante mais alguns minutos, até que  todos os ingredientes fiquem bem misturados.

- Despeje a mistura em uma panela em fogo médio e deixe esquentar durante 15 minutos, mexendo constantemente com uma colher de madeira, para evitar que grude.

- Após esse tempo, coloque a preparação em um recipiente e deixe repousar. Quando estiver fria, mexa novamente, já que costuma ser formada uma camada sólida na parte de cima.

- Este sabão líquido pode ser guardado na geladeira em um recipiente com tampa.

- Utilize esse produto normalmente em seu lava-louças, acrescentando duas colheres no momento da lavagem.

Limpar as panelas, as frigideiras e a louça em geral com produtos naturais é muito simples e econômico. Dessa forma você poderá evitar problemas de saúde devido ao uso de produtos cheios de componentes químicos, além de estar ajudando o meio ambiente. Experimente essas alternativas fáceis para limpar os utensílios de cozinha e não hesite em compartilhar conosco como foi a sua experiência.