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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Açúcar de coco adoça tanto quanto o comum e é mais saudável


Produzido de maneira rústica e sem adição de químicos, o açúcar de coco é uma alternativa mais natural e saudável ao refinado. O processo de extração é feito a partir das flores da palma de coco, cujo néctar é retirado e aquecido em uma caldeira, transformando-se em um caramelo espesso. Após isso, o produto é triturado em pequenos cristais, resultando em um açúcar mais grosso e com aspecto amarronzado.

Por não passar pelo processo industrial de refinamento ao qual é submetido o açúcar comum (ou branco), esta versão "integral" mantém as vitaminas e minerais originais provindos da palma de coco e, por isso, é muito mais nutritiva.

"O açúcar de coco possui quantidades elevadas de potássio, magnésio, zinco e ferro. É também uma fonte natural de vitaminas B1, B2, B3 e B6", lista Dr. Fábio Cardoso, especialista em medicina preventiva e longevidade.

Porém, segundo ele, uma das principais vantagens do produto é o baixo índice glicêmico, que favorece as pessoas que possuem diabetes tipo 2. "O açúcar de coco tem um índice glicêmico de 35, muito mais baixo do que o do refinado, que é de 68. Isso quer dizer que a liberação de energia no organismo é muito mais lenta, evitando picos de glicose no sangue", explica.

Amigo da dieta?

Apesar dos benefícios, é importante notar que o açúcar de coco não é menos calórico do que o refinado. A diferença é que, enquanto o segundo apresenta alto teor calórico e quase nenhum teor nutritivo - ou seja, é uma caloria vazia -  o segundo oferece as mesmas calorias com bastante nutriente.

Poder adoçante

De acordo com a chef funcional Lidiane Barbosa, o açúcar de coco possui o mesmo poder adoçante que o refinado e pode substituí-lo na proporção 1:1.

"É um adoçante não processado, não adulterado, não filtrado, sem conservantes e 100% natural. Por isso, é conhecido como o adoçante maias sustentável do mundo. Uso nas minhas receitas em substituição ao açúcar comum, pois acredito que adoce mais do que outros açúcares, como o mascavo, melado de cana, demerara e mel", afirma.



(texto publicado na revista Leve & Leia nº 128 - ano 8 - julho de 2015)


sexta-feira, 3 de abril de 2015

Sinais estranhos que indicam deficiência de vitaminas (Melhor com Saúde)


O corpo nos dá sinais constantes de que algo está faltando, o mesmo que ocorre com o carro quando está com problemas. É preciso escutar estas chamadas para poder reparar a tempo os desequilíbrios internos. Neste artigo você poderá conhecer os mais estranhos sinais de que estamos com alguma deficiência de vitaminas, assim como conhecer os detalhes das evidências de déficit de cada uma delas.

Hoje em dia, com a dieta que costumamos manter, é muito difícil cobrir todas as necessidades de vitaminas que o corpo precisa diariamente. Não comer o suficiente por estar sempre fazendo algum tipo de regime é outra das causas pelas quais os nossos níveis de vitaminas muitas vezes estão bem abaixo do ideal.

O que acontece quando nos faltam vitaminas?

De acordo com os médicos, não consumir vitaminas diariamente não irá causar doenças em si, mas "preparar o terreno" para que elas apareçam. Ou seja, o corpo terá problemas para cumprir com as funções normais. As vitaminas atuam como fatores importantes de todas as reações que ocorrem em nosso organismo. Quando essas vitaminas estão deterioradas, o corpo pode manifestar esta deficiência de maneiras mais que estranhas. E é preciso prestar atenção nele.

Os cinco sinais mais comuns que nos indicam a falta de vitaminas em nossa dieta diária são os seguintes:

Cantos da boca com rachaduras

Quando vemos este sinal no espelho, o provável motivo não é estar envelhecendo rápido demais (ou pelo menos não somente isso), mas sim uma deficiência de vitaminas do grupo B, principalmente a riboflavina (B2), a niacina (B3) e a B12, bem como falta de ferro e de zinco. Isso costuma ser frequente em pessoas vegetarianas que não seguem uma dieta equilibrada. A solução para os onívoros está em comer mais salmão, ovos, atum e ostras (ou peixes e frutos do mar em geral). Para os que não consomem carne: lentilha, amendoim, tomate seco, sementes de gergelim e acelga. Além disso, é bom ingerir vitamina C para favorecer a absorção de ferro. É aconselhável combinar os alimentos anteriores com brócolis, repolho, pimentão vermelho e couve-flor.

Rosto com erupções cutâneas de cor avermelhada e queda de cabelo em grande quantidade

A deficiência é de zinco. A queda de cabelo é uma causa direta de que nos falta este nutriente, cujo déficit também pode trazer problemas para cicatrizar feridas, manter a pele constantemente ressecada, aparecimento de erupções frequentes, manchas vermelhas na pele e hematomas grandes como resultado de qualquer batida. Também podemos apresentar estes sintomas por uma falta de vitamina B7 (biotina) e do grupo de vitaminas lipossolúveis, ou seja, A, D, E e K.

Se você costuma consumir ovos crus, é provável que tenha problemas com o nível de biotina, já que uma proteína deste alimento a inibe. A solução para este problema é consumir levedura de cerveja, frutas secas, sementes de abóbora, cereais integrais, laticínios, salmão, abacate, couve-flor, champignons, framboesas e bananas.

Bochechas, braços e coxas com bolinhas vermelhas e brancas parecidas com a acne

Isso ocorre porque faltam ácidos graxos essenciais e vitaminas dos grupos A e D. Diferentemente da acne, estes grãozinhos são de uma consistência mais "robusta", costumam doer bastante se tentarmos eliminá-los e são como bolinhas de gordura.

A solução para esta deficiência é deixar de consumir tantas gorduras saturadas ou trans e aumentar a ingestão de gorduras do tipo saudável. Acrescente à sua dieta mais salmão, sementes de linhaça, chia e oleaginosas como as nozes e as amêndoas. Se você quiser oferecer mais vitamina A ao seu corpo, coma cenoura, batata e pimentão vermelho. Você estará obtendo betacaroteno.

Mãos e pés com cócegas, formigamento e dormência

A deficiência neste caso é de vitamina B, mais precisamente a B6 (ácido fólico) e a B12. Quando não temos esses nutrientes somos afetados diretamente nos nervos periféricos e nos que terminam na pele. Esses sintomas podem vir acompanhados de depressão, ansiedade, fadiga, anemia e desequilíbrios hormonais. A solução é consumir aspargos, espinafre, feijão, ervilha, ovos e frutos do mar.

Pés, panturrilhas, arcos do pé e parte posterior das pernas com cãibras e dor pulsante

É por falta de potássio, cálcio e magnésio. Talvez somente um deles, talvez os três. Se você começou um treino muito forte recentemente, pode ser que esteja perdendo maior quantidade de minerais e vitaminas solúveis em água (do grupo B) através do suor excessivo. Não deixe de fazer esporte se é disso que você gosta, mas trate de consumir diariamente alguns destes alimentos: banana, avelã, amêndoas, abóbora, cereja, maçã, brócolis, couve manteiga, dente de leão e espinafre.

Carência de cada vitamina e suas consequências

Além destes cinco sinais estranhos de deficiência d vitaminas, podemos nomear outros problemas relacionados a uma dieta desequilibrada.

Vitamina A

Sua falta costuma causar cansaço, má visão durante a noite, mau estado da pele e dos dentes, facilidade para ficar doente e gengivas sangrando.

Vitamina B

- No caso de faltar vitamina B1, os sintomas são insônia, fadiga, pouca força muscular, depressão, irritabilidade, perda de peso e problemas gastrointestinais e cardíacos.

- Se a carência é de vitamina B12: olhos avermelhados e doloridos, feridas na boca e língua, cabelo oleoso, dermatite e preguiça.

- O déficit de vitamina B3 costuma provocar dor de cabeça, falta de energia, mau hálito, nervosismo, úlcera, perda de apetite e problemas gastrointestinais.

- Se não temos vitamina B5 sentiremos cãibras, cansaço, ardência nos pés, arritmia cardíaca, vontade de vomitar e problemas para dormir.

- A falta de vitamina B6 provoca insônia, anemia, problemas na pele, queda de cabelo, cãibras e retenção de líquidos.

- A carência de vitamina B12 causa cansaço, diarreia, problemas de equilíbrio, depressão, perda de apetite, inflamação dos nervos e dor na língua e boca.

Vitamina C

Quando nos falta esta vitamina, podemos ter problemas para cicatrizar as feridas ou fraturas, sangramento no nariz e gengivas, articulações doloridas e inflamadas, problemas digestivos, anemia e capacidade de formar hematomas.

Vitamina D

O déficit de vitamina D causa fragilidade nos ossos e problemas como o raquitismo, cáries, cálculos renais, debilidade muscular e má absorção de cálcio.

Vitamina E

A carência desta vitamina provoca anemia, degeneração cardíaca, problemas de fertilidade e nos nervos, diminuição dos reflexos, dificuldade para manter o equilíbrio e para caminhar normalmente.

domingo, 1 de março de 2015

Vitamina B1 ajuda a prevenir doença cardíaca em diabéticos (Sindicacau)

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Bristol, no Reino Unido, descobriu que o tratamento de ratos com diabetes tipo 1 ou 2 com benfotiamina (derivado sintético da vitamina B1), desde as fases iniciais das doenças, pode retardar a progressão da insuficiência cardíaca.

Eles também descobriram que derivados da vitamina B1 melhoram as condições de sobrevivência e de cura após ataques cardíacos em ratos com diabetes tipo 1 e mesmo nos ratos sem diabetes também.

Isso porque o diabetes deixa o coração mais vulnerável ao estresse e menos oxigênio e nutrientes são entregues para o coração e outros órgãos. O dano cardíaco pode ser causado por altos níveis de glicose que entram nas células cardiovasculares, que formam toxinas que aceleram o envelhecimento da célula.

Cerca de 50% das pessoas com diabetes morrem de doença cardiovascular e essa complicação é a principal causa de morte entre pessoas com diabetes. Pesquisadores alertam que, com o aumento da prevalência de diabetes no mundo o diabetes vai resultar em uma nova epidemia de insuficiência cardíaca a menos que novos tratamentos sejam desenvolvidos.

No entanto, não se sabe ainda se mudanças na dieta com alimentos ricos em vitamina B1, fornecem por si só o suficiente de vitamina para ver os mesmos efeitos obtidos em camundongos com suplementos.

Uma pesquisa anterior financiada pela Universidade de Warwick, no Reino Unido, foi o primeiro a mostrar que as pessoas com diabetes tipo 1 e 2 têm cerca de 75% menos níveis de vitamina B1 que pessoas sem diabetes.

Acredita-se que isso aconteça não necessariamente devido à dieta, mas por causa da velocidade com que a vitamina é eliminada do organismo.

Uma pequena escala em ensaios clínicos de pessoas com diabetes tipo 2 também descobriu uma ligação entre suplementos de vitamina B1 e uma redução nos sinais de doença renal.

Segundo o professor Paolo Madeddu, que conduziu a pesquisa da Universidade de Bristol, a tendência é testar o experimento em humanos.

- Concluímos que benfotiamina pode ser um novo tratamento para pessoas com diabete e o próximo passo da pesquisa será testar se os efeitos similares são observados em humanos.