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domingo, 2 de agosto de 2015

23 Razões para usar a Tintura de Lugol - Maria Elisabete Raposo Milheiro



1) O iodo ajuda a sintetizar as hormonas da tireoide e impede tanto o hipo como o hipertireoidismo.

2) A reposição dos níveis de iodo inverte o hipo e o hipertireoidismo.

3) O iodo auxilia a apoptose.

4) O iodo ativa os receptores das hormonas e ajuda a prevenir algumas formas de cancro.

5) O iodo protege a função da ATP e aumenta a produção de ATP.

6) O iodo previne a doença fibrocística da mama.

7) O iodo diminui as necessidades de insulina em diabéticos.

8) O iodo ajuda a síntese de proteínas.

9) A deficiência de iodo é uma ameaça à saúde global.

10) O iodo destrói os patógenos, bolores, fungos, parasitas e malária.

11) O iodo auxilia a função imunológica.

12) O iodo elimina halogênios tóxicos do corpo (incluindo radioativo I-131).

13) O iodo regula a produção de estrógeno nos ovários.

14) O iodo é anti-mucolítico (o que significa que reduz o muco e o catarro).

15) O iodo neutraliza iões de hidroxilo e hidrata as células.

16) O iodo torna-nos mais inteligentes.

17) O iodo previne doenças cardíacas.

18) O iodo é necessário com o uso de telefones sem fios, telefones celulares/telemóveis e também com os medidores inteligentes (smart meters), para prevenir o hipotireoidismo.

19) O iodo auxilia a gravidez (pois o feto está sujeito a mais apoptose do que qualquer outra fase do desenvolvimento).

20) Doses elevadas de iodo podem ser usadas para reverter certas doenças.

21) Doses elevadas de iodo podem ser usadas para feridas, úlceras de decúbito, dor inflamatória e traumática, e restauração do crescimento capilar, quando aplicado topicamente.

22) O iodo ajuda na diminuição do tecido cicatricial, formações quelóide, e contraturas de Dupuytren e de Peyronie, que são condições hiper-cicatrizes.

23) O iodo apoia o desenvolvimento espiritual.

terça-feira, 12 de maio de 2015

6 coisas que você come ou usa em casa que detonam sua saúde - Mariana Bueno (Bolsa de Mulher Saúde)


A intoxicação do organismo acontece pelo consumo de alimentos que fazem mal, mas também pela inevitável exposição às radiações ou à poluição do ar. Há, ainda, outros fatores maléficos que você possivelmente nem imagina que podem detonar sua saúde. A médica holística Doris Israel, autora do livro "Detox Já" (Ed. Agir), listou alguns:

Soja

O alimento faz mal à tireoide, pois inibe a enzima tireoide peroxidase, fundamental para a produção hormonal.

Panelas e utensílios domésticos

O material das panelas usadas no preparo dos alimentos pode ser tóxico. Alumínio, metal, entre outros, quando em altas doses, podem levar a doenças degenerativas.

Pasta de dentes

O cádmio, encontrado em pastas de dente, tintas, esmaltes, tecido e outros objetos, pode levar à osteoporose. Consulte seu dentista sobre a pasta mais indicada e como usá-la corretamente.

Copos de plástico

Os copos e embalagens plásticas, quando esquentam, liberam compostos químicos que fazem mal. Isso acontece quando o café é servido quente em um copinho plástico ou quando vasilhas são levadas ao micro-ondas.

Adoçantes

Aspartame, sacarídeos, entre outros, muito consumidos por serem menos calóricos que o açúcar, não são totalmente digeridos pelo organismo e nem totalmente eliminados dele. Além disso, possuem efeitos tóxicos graves que podem causar alergias, hiperatividade e até câncer.

Agrotóxicos

O ideal seria consumir produtos orgânicos, mas, se isso não for possível, uma receita para reduzir os agrotóxicos de verduras, legumes e frutas é deixá-los de molho em 1 litro de água com 5 ml de iodo a 2% durante aproximadamente uma hora.















sexta-feira, 27 de março de 2015

Pesquisa científica descobre porque o mel é o melhor antibiótico natural (Melhor com Saúde)


Já escutamos falar do quanto o mel é benéfico para a saúde em muitas ocasiões e inclusive compartilhamos algumas receitas que nos permitem aproveitar suas propriedades esteticamente. Porém, hoje queremos retomar esse tema com um estudo mais recente onde pesquisadores demonstraram que o mel é o melhor antibiótico natural, inclusive mais eficiente do que alguns antibióticos convencionais usados no tratamento de diversas infecções.

Por que afirma-se que o mel é o melhor antibiótico natural?

O mel contém 13 bactérias do ácido lático (BAL), que são responsáveis pela ação antimicrobiana requerida em função do tipo de bactérias a serem combatidas. Assim revelou Tobias Olofsson, professor da Universidade de Lund e autor dos estudos publicados na revista "International Wound Journal".

Para concluir, os pesquisadores trataram 42 patógenos das feridas de 22 pacientes com as 13 BAL do mel. Como resultado, observaram que os efeitos eram comparáveis aos produzidos por antibióticos convencionais.

A pesquisa foi reforçada ao utilizar o mel como tratamento para curar as feridas de cavalos que não melhoravam, com a obtenção de resultados positivos.

Porém, o professor Olofsson adverte que para conseguir esses efeitos e benefícios do mel, ele deve ser fresco e completamente puro. Nesse sentido, adverte que o mel comercializado em supermercados não contém bactérias láticas vivas, por isso muitos de seus benefícios não podem ser aproveitados.

Em  todo caso, os pesquisadores creem que essa descoberta é muito importante para a medicina, pois em um futuro poderia chegar a ser um tratamento alternativo aos antibióticos convencionais que, como sabemos, costumam ter efeitos secundários nos pacientes.

Que outras propriedades o mel contém?

Além das 13 bactérias do ácido lático (BAL0, o mel é um alimento carregado de probióticos e antioxidantes. É rico em vitamina A, B2, B3, B5 e vitamina C, além de minerais essenciais como o cálcio, o magnésio, o potássio, o ferro, o cobre, o iodo e o zinco. Considerando seus benefícios, o mel tem sido utilizado para:

- Combater organismos nocivos da salmonela e a E.coli. Também contribui para a melhor digestão dos alimentos.

- É recomendado para reforçar o sistema imunológico e combater infecções nas vias respiratórias, assim como gripes e resfriados.

- Desde a antiguidade, tem sido utilizado para tratar feridas, prevenir infecções e melhorar o processo de cicatrização.

- O mel é utilizado no cuidado da pele, já que evita possíveis infecções e elimina aquelas bactérias que podem afetar nossa beleza.

Outros dados importantes sobre o mel

- O consumo de mel não é recomendado para pessoas que sofrem de diabetes, já que em um lapso de tempo muito curto pode oferecer uma grande quantidade de açúcares que pode afetar o paciente. Por isso mesmo, é recomendável consumi-lo com moderação.

- O mel não deve ser administrado em crianças menores de um ano, já que seu intestino ainda não tem a capacidade de processá-lo.

- Pessoas que são alérgicas ao pólen também podem chegar a ser alérgicas ao mel.

- 100 ml de mel nos oferece 325 calorias. Devido a isso, recomenda-se consumi-lo especialmente pela manhã ou antes de praticar algum exercício.

Complemente a informação!

A combinação de canela e mel é perfeita para o nosso organismo.

Como utilizar o mel com fins terapêuticos?

- Em casos de feridas ou queimaduras, deve ser aplicado diretamente na região afetada e cobri-la. Deve ser trocado pelo menos 3 vezes por dia.

- As mães lactantes podem aplicar um pouco de mel nos seios para prevenir e aliviar incômodos que podem ser causados por infecções.

- Em casos de irritação na pele, pode-se utilizar o mel como base para uma massagem.

- Para desinfetar o organismo a nível interno, misture uma ou duas colheres de mel em um copo de água morna com suco de limão.

- Para evitar o ardor estomacal, o ideal é misturar uma colher de sopa de mel, duas colheres de sopa de vinagre de sidra de maçã e um copo de água.

- Para combater infecções respiratórias, problemas de garganta, gripes ou resfriados o ideal é misturar mel com suco de limão ou laranja. Quase sempre prepara-se uma bebida quente que é consumida à noite, antes de dormir.


segunda-feira, 16 de março de 2015

Dossiê iodo: saiba tudo sobre esse micronutriente vital para o organismo - Tamara Lopez (Jornal Ciência)


O iodo é essencial para o organismo humano e animal.

Aproximadamente 75% do iodo em nosso corpo estão na  glândula tireoide, e o restante é distribuído pelo corpo, principalmente na glândula lactante mamária, na mucosa gástrica e no sangue. Mas por que esse elemento é tão importante?

O iodo

O iodo é um micronutriente que não é produzido pelo nosso organismo e deve ser obtido através de alimentos e suplementos. O iodo é absorvido pelo intestino delgado, estômago e fica armazenado na glândula tireoide, até que possa ser utilizado na produção dos hormônios. Caso o organismo precise de outro local de armazenamento, o fígado também terá essa função. A excreção do iodo ocorre através da urina.

Embora seja necessário para todas as idades, sua importância aumenta significativamente na gravidez, lactação e para os bebês e crianças.

A glândula tireoide

A tireoide é uma glândula localizada na parte inferior do pescoço, possui um tom vermelho acastanhado e é altamente vascularizada. Ela é responsável por produzir hormônios importantes para o nosso organismo, o T3, Triidotironina, e T4, tiroxina, que apresentam o elemento químico iodo na sua composição. Esses hormônios são responsáveis pelo crescimento físico e neurológico e pela manutenção do balanço energético. A falta ou o excesso de iodo na glândula tireoide podem acarretar problemas sérios à saúde.

A falta de iodo no organismo

Quando o organismo não recebe ou armazena iodo em quantidade suficiente para a produção dos hormônios, essa produção é prejudicada. A tireoide tenta compensar essa falta com o aumento do número e do tamanho das células.

Isso acaba gerando uma hipertrofia da glândula conhecida como bócio endêmico ou simples. O bócio dá ao indivíduo uma espécie de "papo" na base do pescoço. Se essa deficiência de iodo não for prolongada, e o organismo receber o nutriente em quantidades suficientes, a doença pode ser revertida.

No caso de uma mãe, tanto gestante quanto aquela que amamenta, a necessidade de consumir iodo é fundamental para não afetar o desenvolvimento do bebê. Uma criança que nasce com a carência de iodo no organismo, automaticamente desenvolve uma doença congênita chamada cretinismo. 

A síndrome é caracterizada por um retardo mental e físico irreversíveis, hipotireoidismo, baixa estatura, etc. A deficiência de iodo é tão grave que levou a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a determinar a proporção de iodo no sal comum, conhecido também como sal de cozinha. Segundo informações divulgadas pela ANVISA: "Para ser considerado próprio para consumo humano, o sal deve conter teor igual ou superior a 20 miligramas até o limite máximo de 60 miligramas de iodo por quilograma de produto. Este teor está estabelecido pela Resolução RDC nº 130, de 26 de maio de 2003".

As adequações de iodação do sal, realizadas pelo Ministério da Saúde, são feitas de acordo com a recomendação da Organização Mundial da Saúde e especialistas nacionais no tema.

Estima-se que 43 milhões de pessoas sofrem de danos cerebrais que poderiam ser evitados, se houvesse a adequada nutrição de iodo. Aproximadamente 760 milhões de pessoas são portadoras de bócio, e 11 milhões de cretinismo.

Excesso de iodo no organismo

A ANVISA aponta, segundo o Comitê de Nutrição da Organização Mundial de Saúde, que o excesso de iodo pode levar o indivíduo a ter um hipertireoidismo clínico e subclínico (bócio nodular) em idosos, e tireoidite autoimune (síndrome de Hashimoto) em parcela da população geneticamente suscetível à autoimunidade.

Ainda, segundo informações da ANVISA: "A tireoidite de Hashimoto é uma doença autoimune que atinge as mulheres, na qual o próprio organismo produz anticorpos contra a glândula tireoide, levando a uma inflamação crônica que pode acarretar o aumento de seu volume (bócio) e diminuição de seu funcionamento (hipotireoidismo)".

Alimentos que são fontes de iodo

Os principais alimentos fonte de iodo são de origem marinha, como as ostras, os moluscos, mariscos e os peixes de água salgada. Desde 1953 foi implementada a lei de número 1944 de 14 de agosto que fala da obrigatoriedade em adicionar iodo ao sal para consumo humano. Mas só em 1956 a iodação do sal foi expandida para todo o território nacional e atribuiu ao Ministério da Saúde a responsabilidade pela importação dos suplementos iodados.

É importante frisar que apenas o consumo do sal de cozinha na alimentação pode não ser suficiente para suprir a necessidade que o organismo tem em receber o iodo.

Um estudo realizado pela Universidade do Texas revelou que o sal por si só não pode resolver adequadamente qualquer deficiência de iodo, pois quando eles pesquisaram os níveis de iodo dentro de mais de 80 marcas distintas de sal iodado, descobriram que 27 dessas marcas não atendem a recomendação.

O importante, neste caso, é não confiar apenas no sal de cozinha como repositor de iodo para o organismo, mas também incluir na alimentação alimentos de origem tanto vegetal quanto animal que contenham o mineral.

































Benefícios da tintura de Lugol - Elisabete Milheiro (O Santo Remédio)


A tintura de Lugol

Entre os inúmeros minerais e oligoelementos necessários ao organismo humano, o iodo desempenha um papel particularmente importante. O Dr. David Bronstein, um dos maiores peritos mundiais na área da tireoide e do iodo, considera que 95% da população sofre de deficiência de iodo.

O uso da tintura de Lugol oferece assim, um meio eficaz, seguro e simples de compensar estas deficiências. O uso de suplementos iodados é, aliás, utilizada e reconhecida há mais de uma centena de anos.

O químico francês Jean Lugol deu o seu nome a um preparado de iodo explorado desde o século XIX, que visa tratar as disfunções da tireoide. Nos últimos anos, esta fórmula voltou a ganhar um interesse considerável, na sequência da descoberta das suas inúmeras propriedades.

Iodo e a tireoide

O iodo ajuda a sintetizar os hormônios da tireoide e regula a produção de estrogênio nos ovários.

Ele impede tanto o hipotireoidismo como o hipertireoidismo. A reposição dos níveis de iodo inverte o hipotireoidismo e o hipertireoidismo.

O iodo é necessário com o uso de telefones sem fios, telefones celulares/telemóveis e também com os medidores inteligentes (smart meters), para prevenir o hipotireoidismo.

Iodo e a gravidez

O iodo auxilia a apoptose e por isso é muito importante na gravidez, pois o feto está sujeito a mais apoptose do que qualquer outra fase do desenvolvimento. O iodo apoia o desenvolvimento espiritual e torna-nos mais inteligentes.

Iodo e as doenças

A deficiência de iodo é uma ameaça à saúde global. Doses elevadas de iodo podem ser usadas para reverter certas doenças. O iodo ajuda a síntese de proteínas e diminui as necessidades de insulina em diabéticos.

O iodo previne doenças cardíacas. Protege a função da ATP - a fonte de energia do nosso organismo - e aumenta a produção de ATP. Neutraliza ions de hidroxilo e hidrata as células; ativa os receptores dos hormônios e ajuda a prevenir algumas formas de câncer: previne a doença fibrocística da mama.

Iodo e o sistema imunitário

O iodo auxilia a função imunológica, destrói os patógenos, bolores, fungos, parasitas e malárias. É anti-mucolítico (o que significa que reduz o muco e o catarro). Doses elevadas de iodo podem ser usadas para feridas, úlceras de decúbito, dor inflamatória e traumática, e restauração do crescimento capilar, quando aplicado topicamente.

O iodo ajuda na diminuição do tecido cicatricial, formação queloide, e contraturas de Dupuytren e de Peyronie, que são condições hiper-cicatrizes.

O iodo também ajuda na desintoxicação do nosso organismo, eliminando halogênios tóxicos do corpo (incluindo radioativo I-131).


































terça-feira, 3 de março de 2015

Importância do Iodo para o Sistema imunológico


Importância do iodo para o sistema imunológico

O doutor David Brownstein, autor do livro "Iodine, Why You Need it and Why you Can't Live Without It" [Iodo, porque você precisa dele e porque você não pode viver sem ele] diz que:

"O iodo é o nutriente mais incompreendido. Após 12 anos de exercício da medicina, eu posso dizer que é impossível alcançar a sua saúde ideal, se você não tem níveis de iodo adequados. Ainda estou para ver qualquer item que é mais importante para a promoção da saúde ou otimizar a função do sistema imunológico do que o iodo."

A deficiência de iodo está relacionada com a obesidade, déficit cognitivo, distúrbios psiquiátricos, fibromialgia e uma variedade de cancros.

Estudos relatam que o iodo pode ajudar a prevenir e tratar o cancro de mama e de doença fibrocística da mama.

David Brownstein afirma ainda que, "A causa mais comum de quistos nos seios ou doença fibrocística da mama é a deficiência de iodo. Há mais de 70 anos que se escreve acerca de ligação entre a deficiência de iodo e quistos nos seios. Sempre que vejo alguém com quistos no tecido glandular, incluindo ovários, útero, mamas e próstata, eu inicio uma investigação para observar os seus níveis de iodo. A minha experiência tem demonstrado que quistos nos seios geralmente não são tão difíceis de tratar, uma vez que os níveis de iodo sejam otimizados. O iodo concentra-se em todo o tecido glandular, incluindo os tecidos que eu mencionei acima.

A principal tarefa do iodo é de manter a arquitetura normal do tecido glandular. O primeiro sinal de deficiência de iodo é a formação cística no tecido glandular. Se a deficiência de iodo continua, os quistos tornam-se duros e nodulares. Ao longo do tempo, o tecido glandular sofre hiperplasia. Isto conduz à última etapa que é a formação de cancro. Essa é a má notícia.

A boa notícia é que a suplementação de iodo demonstrou impedir essa progressão e, em muitos pacientes, revertê-la. Raramente vi a terapia com iodo falhar em tratar eficazmente a doença fibrocística da mama."















terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Truque natural para tirar os agrotóxicos dos alimentos (Lar Natural)


Na busca por uma alimentação saudável, a questão dos agrotóxicos sempre aparece como aquela mosca varejeira que perturba e incomoda. Será que existe uma maneira de tirar os agrotóxicos dos alimentos?

O Lar Natural buscou tentativas nesse sentido e traz um truque natural, bem como dicas úteis, para nos ajudar a melhorar a qualidade das frutas, legumes e verduras. Vem!!

Onde ficam os agrotóxicos

Os agrotóxicos ficam acumulados nas cascas das frutas, legumes, folhas, bem como na pele e gordura das carnes, leite e derivados.

No caso das carnes a dica é não consumir a pele, eliminar o máximo possível da camada de gordura e dar preferência ao leite desnatado e queijos magros.

Truque natural para tirar os agrotóxicos dos alimentos

Ingredientes da solução

- 900 ml de água
- 100 ml de vinagre branco ou de maçã
- 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio

Modo de fazer

Coloque o vinagre e o bicarbonato de sódio na água. Deixe as frutas, legumes e verduras de molho por 15 minutos nesta solução. Depois do molho, passe por água corrente e está pronto para o consumo.

Mais dicas naturais para eliminar os agrotóxicos

Castanha da índia, argila verde e carvão

Outro produto que promete reduzir significativamente os agrotóxicos é um preparado de saponinas de castanha da índia, argila verde da Amazônia e carvão vegetal Hava Clean. O fabricante recomenda 5 minutos de molho e seu custo é bastante atraente.

Tintura de iodo

O Dr. Lair Ribeiro, famoso pelas suas dicas de saúde, nos garante que tintura de iodo a 2%, que se compra em farmácia, usada na proporção de 5 ml para 1 litro de água, pode ser usada para tirar o agrotóxico dos alimentos, se deixados de molho por 1 hora.

Esponja vegetal e água

Outras indicações consistem em lavar as frutas com uma esponja vegetal em água corrente, descascar os alimentos e dar preferência às frutas e verduras da estação, que ajudam a reduzir o problema.

Vale dizer que, na medida do possível, o consumo de alimentos orgânicos ainda é a forma de consumo que é 100% livre de agrotóxicos.