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domingo, 30 de agosto de 2015

Perigos da gordura abdominal na mulher: como combatê-la? (Melhor com Saúde)


Gordura abdominal. Poucas coisas são mais chatas, incômodas e… Perigosas.Todos sabem que, com o passar dos anos, temos uma tendência a ir acumulando gordura na região do abdômen, que pode nos incomodar quando usamos roupas um pouco mais justas ou calças jeans. No entanto, o verdadeiro problema por trás dessa situação não está na nossa imagem, mas sim na nossa saúde.

Saiba que, nos últimos anos, o número de mulheres com problemas cardíacos ou diabetes do tipo II tem aumentado e segue crescendo. Nossos hábitos de vida e de alimentação favorecem cada vez mais o acúmulo dessa gordura abdominal que, a longo prazo, pode causar problemas muito graves que devemos levar em conta.

Hoje, neste artigo, queremos falar sobre esse tema e sobre como definir atitudes diárias para combater a gordura abdominal.

Os perigos da gordura abdominal

De acordo com os nutricionistas, o aumento da gordura abdominal na mulher costuma ocorrer a partir dos 40 anos. Nesse momento, nosso corpo começa a experimentar alterações leves como, por exemplo, um metabolismo mais lento que torna mais difícil a tarefa de queimar gordura.

Produzimos menos estrógenos e, aos poucos, com o passar dos anos, essas mudanças vão se traduzindo em um aumento de peso. No entanto, o mais perigoso de toda essa situação são os quilos extras no abdômen, essa parte do nosso corpo onde, além de percebermos a gordura sob a nossa pele, devemos lembrar que também existe gordura visceral ao redor dos nossos órgãos internos.

Esse é um risco para a nossa saúde. Você sabe quais perigos ela pode causar a longo prazo?

Doenças cardíacas

Hipertensão

Diabetes tipo 2

É importante lembrar também que o acúmulo de gordura embaixo do diafragma e na parede torácica faz com que seja mais difícil respirar. Cansamos-nos mais e nossos pulmões sofrem. A dificuldade para respirar pode resultar, muitas vezes, em apneia do sono.

Vale a pena levar em conta também que esta gordura abdominal faz com que, além de tudo isso, tenhamos um risco maior de desenvolver algumas doenças mais sérias, como o câncer de mama ou de colo do útero. No nosso caso, a gordura ao redor de nossos órgãos internos também pode fazer com que soframos com alterações na menstruação. É um assunto bastante sério.

Como saber se tenho “gordura abdominal em excesso”?

Pode ser que essa pergunta pareça um pouco irônica, já que ninguém sabe melhor do que nós mesmas em que momento temos gordura demais acumulada no abdômen. Somos conscientes de que nosso corpo mudou e que não apenas a roupa fica mais justa e apertada, também nos notamos mais cansadas.

No entanto, os médios nos avisam sobre um dado importante: devemos conhecer as medidas da nossa gordura abdominal, e ela nunca pode exceder os parâmetrosconsiderados perigosos. Tome nota:

No caso das mulheres, não devemos ultrapassar os 89 cm de cintura

No caso dos homens, o máximo deve ser 102 centímetros de cintura

Como posso reduzir a gordura abdominal?

Sabemos que chega um momento em que, não importa quanto esforço fizermos, esses quilos a mais localizados em nossa cintura não se reduzem. São momentos em que nos desesperamos e começamos a pensar se devemos simplesmente assumir esse novo peso e aceitar que ficaremos para sempre com esse volume exagerado na barriga.

Não faça isso. Não se renda e não desanime. Se você não conseguir mudar sozinha, peça a ajuda de um médico ou um nutricionista. Além disso, siga algumas dicas muito práticas que iremos detalhar a seguir. Elas podem ser de grande ajuda em seu dia a dia. Conheça-as e aplique-as com ânimo renovado e otimismo!

Corte o sal e não o inclua nas suas refeições

Beba dois litros de água por dia

Coma grãos integrais, cereais como o trigo e a aveia. Evite a farinha branca e substitua-a pela integral. O pão também deve ser integral e, preferentemente, rico em diferentes tipos de grãos. O de cevada é muito saudável, por exemplo.

Restrinja o açúcar e esqueça os doces industrializados e as comidas prontas ou congeladas. Para fazer isso, você terá que dedicar mais tempo para cozinhar pratos variados e frescos, como saladas, vegetais e legumes no vapor, salmão e peixes azuis, etc. Substitua a carne vermelha por opções mais magras, como o frango e o peru.

Tome todos os dias pela manhã, em jejum, um copo de água morna com limão.

Depois de seus almoços e jantares, beba um chá de sálvia. Esta é a melhor planta para nos ajudar a digerir e eliminar gorduras na região abdominal, por isso não se esqueça de ser constante e tomá-lo durante 15 dias seguidos do mês, duas vezes ao dia. Depois descanse 10 dias e comece novamente.

Caminhe todos os dias meia hora a passos rápidos, sem chegar a se cansar, mas sendo constante. Lembre-se: todos os dias!

Evite o leite de vaca. O melhor laticínio que você pode ingerir é o iogurte grego sem açúcar, que irá oferecer bactérias saudáveis para cuidar da digestão e fortalecer a flora bacteriana.

Coma “pouco” 5 vezes ao dia, e também é importante não “pular” refeições. Se você é daquelas que não toma café da manhã ou não janta para não engordar, saiba que vai acontecer exatamente o contrário do que você espera. Seu metabolismo irá se tornar mais lento e acumular reservas, ou seja, gorduras. Não vale a pena! Coloque em prática esses conselhos simples e comece a combater a gordura abdominal hoje. Pela sua saúde!

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Estudante cria fita que acusa fraude no leite (Prêmio Jovem Cientista)


Joana Pasquali, 17 anos, desenvolveu produto que identifica adulterações e vence o Prêmio Jovem Cientista na categoria Ensino Médio

O interesse começou na escola, mas foi na garagem de casa que a estudante Joana Pasquali, 17 anos, montou o ambiente para desenvolver a pesquisa vencedora do Prêmio Jovem Cientista na categoria Ensino Médio. Utilizando uma tábua de passar roupa como mesa de apoio, Joana passou sete meses fazendo os testes que resultaram no Detectox, um produto que identifica fraudes e contaminações no leite UHT.

Com a ajuda da professora orientadora Andréia Michelon Gobbi, da disciplina de Metodologia Científica, e motivada pelas notícias de adulteração de leite no Rio Grande do Sul, Joana iniciou o trabalho pesquisando as irregularidades mais comuns encontradas no produto. A gaúcha contou com a ajuda de sua colega de classe Alexandra Gozzi e as duas chegaram a três substâncias adicionadas irregularmente com mais frequência: o formol, prejudicial à saúde e utilizado para matar as bactérias do leite; o hidróxido de sódio, que mascara a validade; e o amido, usado para conferir mais consistência ao produto, depois de ele ter sido misturado com água. A partir daí, a jovem estudou os reagentes que poderiam revelar essas fraudes. "Para os testes, tive que ir atrás dos produtos químicos, já que a escola não tinha todos. O formol, por exemplo, consegui em uma funerária perto da minha casa", conta.

A confecção do protótipo do Detectox é simples: uma fita de filtro de café embebido com os reagentes que indicam a presença dos contaminantes e envolto com plástico transparente. "Quando a amostra do leite é colocada na fita, a reação química entre as substâncias gera cores diferentes. O resultado poderá ser interpretado pelo consumidor por meio de um manual comparativo que acompanha o produto", explica Joana.

Joana acredita que o produto possa trazer mais segurança ao consumidor, uma vez que, de acordo com a Operação Leite Compensado, somente 66,9% do leite produzido é fiscalizado. "O protótipo é projetado para o consumidor final do leite. As pessoas poderão verificar em casa a qualidade do leite. Se você compra um pacote fechado de caixas de leite, só precisa testar uma, porque o lote é o mesmo, o produto é igual em todas as embalagens. Caso o consumidor detecte fraude, é provável que denuncie a empresa e deixe de comprar aquela marca. O Detectox dá poder de defesa ao consumidor", afirma.

O custo de produção do Detectox também é um ponto a favor do produto. "Feito artesanalmente, o protótipo tem um custo de R$ 4,31, podendo chegar ao consumidor final por cerca de R$ 6,48", diz. "Acredito que, se o Detectox fosse comercializado, as marcas de leite pensariam duas vezes antes de adulterar o produto, pois o consumidor poderia descobrir com facilidade", afirma a estudante.

Atualmente, Joana estuda Engenharia de Materiais na Universidade Federal de Caxias do Sul."Desde o Ensino Fundamental me interesso por Química e Física. Gostava bastante de Matemática também, além de Literatura e Filosofia. Acredito que seja porque eu gosto de entender como as coisas funcionam", conta.

"Nunca imaginei que pudesse vencer o Prêmio Jovem Cientista. Quando me inscrevi, nem passou pela minha cabeça que eu pudesse ser agraciada com este prêmio. É muito importante que a importância do papel dos pesquisadores na sociedade seja reconhecido", diz Joana. A estudante acredita que seguirá fazendo pesquisas. "Não sei se já consegui assimilar a dimensão de tudo o que está acontecendo. O prêmio muda muito a nossa vida não só acadêmica e profissional, mas também pessoal. Gosto muito de fazer pesquisa e desenvolver ideias e acredito que esta é a área a qual vou direcionar minha carreira", diz. 

domingo, 31 de maio de 2015

Doenças relacionadas ao consumo de leite de vaca (Melhor com Saúde)


O leite de vaca e seus derivados posicionam-se, atualmente, entre os alimentos mais consumidos no mundo. Sempre foi elogiado pelas suas propriedades nutricionais, pelo seu delicioso sabor e pelas vitaminas e minerais que fornece ao nosso corpo, especialmente o cálcio. No entanto, pesquisas mais recentes questionaram os supostos benefícios do leite de vaca, ao descobrir que, ao contrário do que se pensava, o consumo excessivo de leite de vaca pode prejudicar a saúde e levar a várias doenças.

Por que o leite de vaca pode fazer mal para a saúde?

Muitos se perguntam por que o leite de vaca é ruim para a saúde se nós o consumimos há séculos? Para responder esta questão, temos que voltar um pouco ao tempo, mais ou menos na década de 1960, quando se começou a alterar artificialmente o envelhecimento natural do gado. Estudos apontam que em meados de 1800, uma vaca produzia, aproximadamente, cerca de dois litros de leite por dia. Em 1960, uma vaca começou a produzir cerca de 9 litros de leite por dia.

Atualmente, são aplicadas novas técnicas de reprodução artificial de animais, tais como o uso de antibióticos, seleção genética do filhote, mudança de alimentação e o uso de hormônios de crescimento, o que tem feito uma vaca chegar a produzir até 24 litros de leite por dia. É muito impressionante ver como uma vaca passou da produção de dois litros de leite a 24 litros e até mais por dia.

Embora as técnicas de criadouros artificiais sejam benéficas para a economia e para as indústrias de laticínios e da carne, o fato é que o processo de alteração da natureza tem consequências que estão afetando os consumidores, uma vez que o leite é afetado pela forma de criação do animal, através de antibióticos, hormônios e nutrição, entre outros. Como resultado há diferentes incidentes de saúde que podem surgir ao longo dos anos.

As pesquisas sobre os impactos do leite de vaca na saúde são feitos há muitos anos e estas concordam com o fato de que forma forma como este é tratado pode afetar a saúde. Há pouco tempo, um estudo de Harvard reconheceu o que se vinha dizendo do leite de vaca e advertiu sobre a relação entre o consumo excessivo deste produto e o desenvolvimento de diferentes doenças.

Enxaqueca

Os estudos descobriram que os pacientes que sofrem de enxaqueca reduziram significativamente os sintomas depois de parar de consumir leite de vaca.
Prisão de ventre

A intolerância ao leite de vaca tem sido associada à prisão e ventre em crianças e adultos mais velhos. Remover este item da dieta e aumentar o consumo de frutas, legumes e fibras é a solução para este problema.

Câncer

A presença de hormônios e de outras substâncias no leite de vaca têm sido associadas com o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer, incluindo de estômago, mama, ovário, pâncreas, próstata, pulmão e testículo.

Catarata

As pesquisas constataram que as populações que consomem com mais frequência o leite de vaca e seus derivados têm uma maior incidência de catarata, em comparação com aqueles que evitam o produto. Este problema está relacionado à lactose e galactose, afetando principalmente a população feminina.

Fadiga crônica

Um estudo realizado com crianças em 1991, em Rochester, Nova York, descobriu que o consumo de leite de vaca aumentou em 44,3% o risco de fadiga crônica.

Reações alérgicas

A alergia a proteínas do leite de vaca foi definida como um mecanismo de defesa do sistema imunológico. Estudos têm mostrado que a reação alérgica pode ser imediata, isto é, pode aparecer em menos de 45 minutos, depois de algumas horas ou depois de alguns dias.

Sangramento gastrointestinal

É causado pela intolerância às proteínas do leite de vaca, que afetam, sobretudo, as crianças. Inclusive, a intolerância tem sido julgada como uma das causas mais comuns da anemia em crianças.

Outras 17 doenças relacionadas com o consumo de leite de vaca:

Artrite reumatoide e artrose
Asma
Autismo
Colite ulcerativa
Síndrome do intestino irritável
Diabetes mellitus tipo I
Dores abdominais
Doença de Crohn
Doença coronárias
Esclerose múltipla
Fístulas e fissuras anais
Incontinência urinária
Intolerância à lactose
Linfomas

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Bolo saudável de laranja: sem glúten, sem leite, sem açúcar e sem ovos (Cura pela Natureza)


Algum leitor mais crítico pode, ao ler o título deste post, dizer: "Isso não é bolo - é bomba!"

Se você pensou isso, pode mudar de ideia.

Este bolo - apesar de não conter glúten, leite, ovos e açúcar - é super delicioso.

E qual o segredo deste bolo?

É complicado explicar, afinal é muito difícil um bolo sem esses ingredientes ficar bom.

O fato é que este deu certo, e muito!

Sem dúvida, é um bolo especial.

Afinal não é todo dia que encontramos um bolo de laranja sem glúten.

E o fato de não ter glúten é uma grande vantagem.

Isso porque a cada dia surgem novas notícias negativas a respeito do glúten.

E quem tira o glúten da dieta - seja alérgico, intolerante ou nada disso - sente claramente um ganho na saúde.

Muitos sintomas desaparecem, inclusive os de natureza psicológica.

E isso não é por acaso, pois há pesquisas que vinculam o glúten a certas alterações de comportamento.

Mas o glúten não é o único "veneno" que está fora deste bolo.

O bolo também está livre dos vilões açúcar e lactose.

A receita é simples.

Aí vai ela:

Ingredientes

200 gramas de suco puro e natural de laranja
100 ml de azeite extravirgem de oliva
300 gramas de passas
1 pitada de sal
3 colheres (chá) de linhaça dourada
200 g de farinha de arroz
1 colher (sopa) de fermento ou de bicarbonato de sódio (preferimos o bicarbonato, pois o fermento para bolo é transgênico atualmente)

Modo de preparo

Comece triturando a linhaça no liquidificador. 

Acrescente à farinha de arroz, mexa e adicione os outros ingredientes (sempre mexendo), deixando as passas e o fermento por último.

Unte uma forma e coloque a massa dentro dela.

Preaqueça o forno e leve para assar em fogo médio por cerca de 40 minutos.

Depois, espere esfriar e aproveite o seu delicioso e saudável bolo de laranja!






























quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Doenças relacionadas ao consumo de leite de vaca (Melhor com Saúde)


O leite de vaca e seus derivados posicionam-se, atualmente, entre os alimentos mais consumidos no mundo. Sempre foi elogiado pelas suas propriedades nutricionais, pelo seu delicioso sabor e pelas vitaminas e minerais que fornece ao nosso corpo, especialmente o cálcio. No entanto,pesquisas mais recentes questionaram os supostos benefícios do leite de vaca, ao descobrir que, ao contrário do que se pensava, o consumo excessivo de leite de vaca pode prejudicar a saúde e levar a várias doenças.

Por que o leite de vaca pode fazer mal para a saúde?

 Muitos se perguntam por que o leite de vaca é ruim para a saúde se nós o consumimos há séculos? Para responder esta questão, temos que voltar um pouco ao tempo, mais ou menos na década de 1960, quando se começou a alterar artificialmente o envelhecimento natural do gado. Estudos apontam que em meados de 1800, uma vaca produzia, aproximadamente, cerca de dois litros de leite por dia. Em 1960, uma vaca começou a produzir cerca de 9 litros de Leite por dia.

Atualmente, são aplicadas novas técnicas de reprodução artificial de animais, tais como o uso de Antibióticos, seleção genética do filhote, mudança de alimentação e o uso de hormônios de crescimento, o que tem feito uma vaca chegar a produzir até 24 litros de leite por dia. É muito impressionante ver como uma vaca passou da produção de dois litros de leite a 24 litros e até mais por dia.

Embora as técnicas de criadouros artificiais sejam benéficas para a economia e para as indústrias de laticínios e da carne, o fato é que o processo de alteração da natureza tem consequências que estão afetando os consumidores, uma vez que o leite é afetado pela forma de criação do animal, através de antibióticos, hormônios e nutrição, entre outros.Como resultado há diferentes incidentes de saúde que podem surgir ao longo dos anos.

As pesquisas sobre os impactos do leite de vaca na saúde são feitos há muitos anos e estas concordam com o fato de que forma  forma como este é tratado pode afetar a saúde. Há pouco tempo, um estudo de Harvard reconheceu o que se vinha dizendo do leite de vaca e advertiu sobre a relação entre o consumo excessivo deste produto e o desenvolvimento de diferentes doenças.

Enxaqueca

Os estudos descobriram que os pacientes que sofrem de enxaqueca reduziram significativamente os sintomas depois de parar de consumir leite de vaca.

Prisão de ventre

A intolerância ao leite de vaca tem sido associada à prisão e ventre em crianças e adultos mais velhos. Remover este item da dieta e aumentar o consumo de frutas, Legumes e fibras é a solução para este problema.

Câncer

A presença de hormônios e de outras substâncias no leite de vaca têm sido associadas com o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer, incluindo de estômago, mama, ovário, pâncreas, próstata, pulmão e testículo.

Catarata

As pesquisas constataram que as populações que consomem com mais frequência o leite de vaca e seus derivados têm uma maior incidência de catarata, em comparação com aqueles que evitam o produto. Este problema está relacionado à lactose e galactose, afetando principalmente a população feminina.

Fadiga crônica

Um estudo realizado com crianças em 1991, em Rochester, Nova York, descobriu que o consumo de leite de vaca aumentou em 44,3% o risco de fadiga crônica.

Reações alérgicas

A alergia a proteínas do leite de vaca foi definida como um mecanismo de defesa do sistema imunológico. Estudos têm mostrado que a reação alérgica pode ser imediata, isto é, pode aparecer em menos de 45 minutos, depois de algumas horas ou depois de alguns dias.

Sangramento gastrointestinal

É causado pela intolerância às proteínas do leite de vaca, que afetam, sobretudo, as crianças. Inclusive, a intolerância tem sido julgada como uma das causas mais comuns da anemia em crianças.

Outras 17 doenças relacionadas com o consumo de leite de vaca:

·         Artrite reumatoide e artrose
·         Asma
·         Autismo
·         Colite ulcerativa
·         Síndrome do intestino irritável
·         Diabetes mellitus tipo I
·         Dores abdominais
·         Doença de Crohn
·         Doença coronárias
·         Esclerose múltipla
·         Fístulas e fissuras anais
·         Incontinência urinária
·         Intolerância à lactose
·         Linfomas





segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Leite Dourado - uma bebida milagrosa para a saúde (Notícias Naturais)


O leite com cúrcuma (ou leite dourado) é uma bebida tradicional Ayurveda para aumentar a sua saúde e vitalidade. Normalmente é tomado à noite para promove o sono e curar uma série de doenças, incluindo resfriados comuns, dor de garganta, indigestão, diarreia, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn, cólicas menstruais, dores de cabeça e artrite.

Ele também combate cânceres como o de mama, fígado, cólon e próstata, alivia a depressão, promove a saúde digestiva, desintoxica o fígado, purifica o sangue, estimula a circulação, acelera a cicatrização de feridas, alivia a dor, protege contra doenças cardiovasculares e ajuda como distúrbios neurológicos.

A maioria dos benefícios da cúrcuma vem do seu composto chave, a curcumina, a qual possui forte efeito antioxidante, anti-inflamatório, analgésico e propriedades antissépticas. A cúrcuma também é usada como uma erva carminativa na Ayurveda e na medicina tradicional chinesa.

Uma alternativa também é utilizar esta masaala para feijão, um condimento típico da Índia, que além da cúrcuma e da pimenta-do-reino, contém ainda cominho em pó, coentro, assafétida e gengibre, todos também com propriedades medicinais.

Os benefícios de saúde da cúrcuma são reforçadas pela adição de pimenta-do-reino à ela. A pesquisa mostra que a pimenta-do-reino contém piperina, um composto que ajuda o organismo a absorver melhor a curcumina.

Além disso, a adição de outras especiarias como canela e cardamomo melhoram o sabor, bem como os benefícios de saúde do leite com cúrcuma. A canela ajuda a controlar o açúcar no sangue, reduz o mal colesterol e melhora a circulação.

O cardamomo melhora a digestão, ajuda na desintoxicação e elimina o mau hálito. A inclusão de óleo de coco extra virgem nesta bebida acrescenta melhora do sistema imunológico e benefícios de redução do colesterol ao seu leite com cúrcuma.

Como fazer leite com cúrcuma em casa

Coisas que você vai precisar:

- Leite (opte por leite com baixo teor de gordura)
- Cúrcuma
- Pimenta-do-reino
- Canela
- Cardamomo
- Óleo de coco
- Mel
- Um pote
- Colheres de medição
- Um copo
- Um filtro

Passos:

1. Despeje um copo de leite em uma panela e leve ao fogo.
2. Adicione 1/2 colher de chá de cúrcuma em pó.
3. Adicione 1/4 colher de chá de pimenta-do-reino em pó.
4. Adicione uma canela pequena.
5. Esmague as sementes de uma vagem de cardamomo (ou cardamomo em pó) e adicione-as à solução.
6. Adicione 1/2 colher de chá de óleo de coco extra virgem.
7. Leve a solução para ferver por alguns minutos.
8. Coe.
9. Adoce com um pouco de mel.

Seu leite com cúrcuma caseiro está pronto agora. Beba-o diariamente à tarde ou à noite antes de ir dormir.

Dicas

- Os veganos podem substituir o leite desta receita por leite de coco ou leite de amêndoa e adoçar esta bebida saudável com stevia ou algum outro adoçante natural.

- Se você estiver usando pimenta-do-reino moída na hora, use um pouco menos de 1/4 de colher de chá.

- Se você não tem canela inteira, use 1/2 colher de chá de canela em pó.

- Você também pode adicionar 1/2 ou 1 colher de chá de gengibre ralado ou em pó ao seu leite com cúrcuma.

- Para fazer esta receita como uma pasta, aqueça 1/4 de xícara de cúrcuma em pó, 1/2 colher de chá de pimenta-do-reino em pó e  1/2 xícara de água juntos em uma panela em fogo médio até formar uma pasta. Use 1/4 de colher de chá desta pasta em seu leite e adicione a canela e o cardamomo antes de fervê-lo. Deixe esfriar e armazene a pasta restante na geladeira.













sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Latte, tre bicchieri al giorno aumentano il rischio di morte prematura nelle donne (Scienze Fanpage)


L'allarme arriva dalla Svezia: tre bicchieri di latte al giorno aumentano il rischio di morire prematuramente o di subire una frattura delle ossa. La causa sarebbe la presenza del galattosio, uno zucchero contenuto nella bevanda che comporta ossidazioni ed infiammazioni.

Le donne dovrebbero stare attente al consumo di latte giornaliero. Un  recente studio, portato avanti dall'università di Uppsala in Svezia, ha rivelato che le donne che bevono tre bicchieri di latte al giorno hanno più possibilità di morire nei prossimi 20 anni. Inoltre, il rischio di fratturarsi le ossa aumenta in maniera direttamente proporzionale all'assunzione di latte.

"Il responsabile potrebbe essere il galattosio, uno zucchero presente nel latte" ha spiegato Karl Michaelsson, docente dell'università svedere "il composto darebbe il via una reazione ossidante ed  infiammante, quest'ultima in grado di affliggere le ossa e la longevità delle donne".

La razione giornaliera di latte suggerita dal dipartimento per l'agricoltura americano è pari a tre tazze, basandosi sul fatto che la bevanda fa bene alle ossa e può ridurre il rischio di infarto. Gli autori di quest'ultimo studio, però, hanno spiegato che le raccomandazioni del dipartimento si basano su basi scientifiche poco certe.

Dati gli effetti dannosi del galattosio negli animali, i ricercatori hanno ipotizzato che un consumo più alto di latte può essere associato ad un maggiore rischio di fratture e mortalità prematura. Da quest'idea è partito lo studio, il quale ha coinvolto 61.443 donne tra i 39 e i 74 anni e 45.339 uomini tra i 45 ed i 79 anni. Il campione femminile è stato seguito per 20 anni e, nel corso di questo frangente di tempo, 15.541 donne sono morte e 18.252 si sono procurate fratture. Dopo un attento studio, i ricercatori hanno scoperto che chi beveva tre o più bicchieri di latte al giorno aveva quasi il doppio (1,93) di possibilità in più di morire durante i successivi 20 anni rispetto a chi ne beveva meno o non ne assumeva.

Il rischio di morte aumenta del 15% per ogni bicchiere di latte assunto quotidianamente. Per quanto riguarda gli uomini, i quali sono stati seguiti per una media di 11 anni, non è stata trovata nessuna correlazione tra mortalità e assunzione di latte.

Non tutto è perduto, la ricerca ha anche svelato che i prodotti fermentati come formaggio e yogurt - i quali contengono pochissimo galattosio - producono l'effetto opposto. Le donne che consumano questi prodotti hanno meno probabilità di morire o fratturarsi le ossa nel periodo analizzato dallo studio. In questo caso il rischio scende del 10/15% per ogni dose giornaliera.