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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Acabe com dores, inflamações e limpe os pulmões com folhas de repolho - Angela Oliveira (Dicas online)


Descubra essa folha poderosa que retira a dor, desinflama e limpa seu organismo, sem nem mesmo precisar ingerir!

Muito utilizada pelas nossas avós, a folha do repolho é capaz de atrair como um imã e eliminar as causas de dores e inflamações específicas, além de tratar a tireoide, aliviar enxaquecas, luxações, ajudar na amamentação e no controle da bronquite.

A natureza é uma farmácia natural, onde encontramos tudo o que é necessário para ter e recuperar a boa saúde. A indústria farmacêutica nos bombardeia com propagandas milagrosas e nos esquecemos de olhar para o que é mais simples e eficaz.

Aprenda como usar esse poderoso remédio natural para aliviar sintomas e tratar seu corpo sem remédios alopáticos, que agridem alguns órgãos e debilitam o sistema imunológico.

Repolho como remédio natural

Você sabia que a famosa sopa milagrosa do Hospital do Coração, da USP (Universidade do Estado de São Paulo), é feito a base de repolho? Além da grande quantidade de nutrientes, o repolho limpa o organismo e serve como remédio para coisas que muita gente não faz ideia.

Repolho contra dores e inflamações

Enxaqueca

Separe 3 folhas do repolho, em temperatura ambiente e lave bem. Seque com uma toalha e coloque uma folha em cada lateral e uma na frente do rosto (testa). Enrole com uma faixa ou fixe com uma touca. Deixe agir entre 30 minutos a uma hora. Descarte após o uso.

Dor ou infecção nas articulações e músculos

Separe e lave folhas frescas em temperatura ambiente e coloque em volta da região atingida. Antes de dormir, fixe com uma faixa ou plástico PVC, sem prender a circulação, e retire na manhã seguinte. Repita até eliminar a dor.

Dor nos seios

O repolho é excelente contra dor e febre nos seios, durante a amamentação. 

Para desempedrar e deixar fluir o leite, coloque uma folha de repolho lavada em cada seio, por baixo do sutiã. Em 20 minutos, a dor terá ido embora, a temperatura se normalizará e o leite estará fluindo perfeitamente.

Repolho contra outras doenças

Bronquite

Para desobstruir os brônquios e eliminar o catarro preso que faz cansar, coloque várias folhas de repolho em volta do peito, antes de dormir, e prenda com plástico PVC ou faixa larga. Retire pela manhã e veja a diferença.

Tireoide

Quem tem problemas com o mau funcionamento da tireoide, sabe o quanto é difícil lidar com as alterações hormonais, seja no humor ou no peso. Para normalizar o funcionamento da glândula, envolva o pescoço com folhas de repolho higienizadas e envolva com uma faixa, sem apertar. Coloque a noite e retire pela manhã. Repita todas a noites, até regularizar o funcionamento.

Inchaço de braços e pernas

Acabe com o inchaço de final de dia. Antes de dormir, envolva a região afetada com folhas higienizadas de repolho e envolva com filme PVC ou faixa. Retire ao acordar e veja que ao longo dos dias, o inchaço vai diminuindo.

É importante também manter uma alimentação mais natural e praticar atividades físicas, pois mesmo que o repolho combata as doenças, você deve eliminar a causa e fornecer ao seu organismo condições para que ele possa funcionar corretamente.

terça-feira, 17 de maio de 2016

A raiva é o combustível da dor - Tatiana Loureiro


Quem reprime sentimentos negativos está condenado a sofrer de dores crônicas. A saída não é simples, mas conhecer-se melhor, meditar e relaxar são os  caminhos para administrar a ira

A cabeça está sempre fervendo, o ódio toma conta do corpo e a raiva, engolida, tem "parada obrigatória" no fígado. Quem se encaixa nesse perfil deve ficar atento, porque pesquisadores americanos concluíram que essas emoções negativas provocam dores insuportáveis e chegam até a causar doenças do coração.

O sexo masculino é o que mai sofre. Pelo menos é o que comprovou a investigação feita por Robert Kerns, professor de Psicologia e Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale, com 142 pessoas: 80% eram homens e, desses, 57% tinham dores nas costas, artrite ,enxaqueca e tendinite. Para aliviar o mal-estar, 62% dos pesquisados estavam viciados em remédios.

"Pessoas que reprimem emoções negativas, em especial a raiva, inibem a produção de opióides, como as endorfinas, e aumentam a sensibilidade à dor. Os opióides são estimulantes naturais, cuja ação é analgésica e antidepressiva", diz Kerns.

O corpo responde à raiva acionando a mesma cadeia de reações ativadas pelo stress e pelo perigo. Quando ameaçado, o corpo é inundado por adrenalina. O coração, então, bate mais rápido, as artérias se dilatam, a circulação e a pressão aumentam, os músculos ficam tensos.

Esse conjunto de reações acaba detonando efeitos colaterais. "As constantes descargas de adrenalina e o aumento da pressão danificam artérias e coração", afirma Redford Williams, diretor do Centro de Pesquisa de Medicina do Comportamento da Duke University e autor do livro Anger Kills (A Raiva Mata).

Não ficar irritado é antinatural. Mas reprimir sentimentos negativos ou descarregá-los sem bom senso significa um alto custo físico e psicológico. Pesquisadores americanos sugerem que não se veja apenas o lado negativo das situações. E recomendam que se recorra à psicoterapia, ao biofeedback (técnica que conduz ao relaxamento muscular), à auto-hipnose e à meditação para readquirir a calma.


(texto publicado na revista Mais Vida nº 13 - janeiro de 1997)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

O corpo fala - Ana Ban



Compreender e expressar nossas emoções é o primeiro passo para prevenir enxaqueca, dor nas costas, alergias e outras doenças. A cura está em entender as mensagens do corpo e olhar para dentro de você mesmo.

Algo que os orientais sabem há milênios só recentemente a medicina ocidental reconheceu: os males que afetam o corpo também têm raízes nas emoções e no estado de espírito. "Nosso corpo é formado de matéria e energia. As doenças se instalam quando o fluxo de energia está desequilibrado, e as causas são tanto externas quanto internas", explica Mauro Perini, ginecologista e especialista em medicina tradicional chinesa, de São Paulo. Portanto, não são apenas os vírus, os maus hábitos alimentares e o abuso de álcool e fumo que prejudicam a saúde mas também a tristeza, o desânimo e a raiva.

Para entender como os sentimentos negativos podem se transformar em algo tão pesado e até desencadear doenças, é possível compará-los à chuva. A princípio, há apenas uma certa umidade no ar - que corresponde, no ser humano, a sentimentos que incomodam sem que se perceba. A umidade começa a se condensar em nuvens leves - ideias, pensamentos e emoções já perceptíveis, mas ainda pouco consistentes. As nuvens se adensam até se transformar em chuva (sentimentos negativos, como ressentimentos e tensões, que cai sobre o solo - nosso corpo. Quanto mais forte a chuva, mais problemas ela é capaz de provocar. A comparação está no livro francês Dis-Moi Où Tu as Mal, Je Te Dirai Pourquoi (Diga-Me Onde Dói e Eu Direi Por Quê), de Michel Odoul (ed. Albin Michel,m inédito no Brasil).

Antes da chuva

O organismo dá sinais que evidenciam o problema antes que ele se manifeste. "Percebê-los nem sempre é fácil, pois exige olhar para dentro de si", afirma Susana de Albuquerque Lins Senno, médica e psicoterapeuta que trabalha com psicossomática (o estudo das influências psíquicas nos problemas orgânicos), de São Paulo.

Muitas vezes, basta notar as pequenas contrariedades do dia-a-dia para descobrir o que não vai bem. "Se alguém apressado bate o joelho em uma cadeira e não pára para pensar por que vive distraído a ponto de não ver onde pisa, vai se machucar o tempo todo", exemplifica Susana. "Se não damos atenção à dor de cabeça, ao cansaço, à irritação permanente, o problema vai sempre seguindo adiante até que, a certa altura, o corpo trava."

O estado emocional fragilizado pode até abrir espaço para ataques de agentes externos, como vírus e bactérias. O médico Mauro Perini dá o exemplo da tuberculose: "Atualmente, apesar dos antibióticos e das vacinas, a doença, que estava controlada, volta a crescer, exatamente quando vivemos uma época de desemprego, fome e guerras. A tristeza enfraquece o pulmão, e um órgão fraco não consegue se defender".

Chave da cura

Seja qual for o problema, ele geralmente exige um mergulho em nossa sombra, no lado escuro, que nos recusamos a encarar. Se o mal-estar tem uma causa interna e profunda, o restabelecimento só virá quando a questão for resolvida. "Não existe cura se não tentarmos identificar dentro de nós o que está errado e lutar para resolver o problema", ressalta a terapeuta Susana Serino. "Ficar doente é uma oportunidade de conhecer e encontrar nossa própria capacidade de cura", conclui.

Saiba como funcionam as relações entre as partes do corpo, os sentimentos e as doenças mais comuns, segundo o psicoterapeuta alemão Rüdiger Dahlke, autor dos livros A Doença como Linguagem da Alma e A Doença como Símbolo - Pequena Enciclopédia de Psicossomática (ambos da ed. Cultrix).

Pulmão: o ar entra nos pulmões e traz com ele o que é exterior ao corpo. Quem tem dificuldade em assimilar o que vem de fora, e age como se tudo que acontece de errado fosse culpa dos outros, pode apresentar problemas como pneumonia e asma. Solidão, melancolia, tristeza e dificuldade de perdoar agem negativamente sobre o pulmão, pois significam falta de intercâmbio e comunicação com o mundo exterior.

Coluna: todo o peso do corpo - e, por extensão, do mundo - é sustentado pela coluna. Se você aguenta um fardo extra, como uma responsabilidade que não deveria ser sua, é a coluna que sofre. Quando nossas crenças são abaladas, esse sistema de sustentação do corpo enfraquece. Quem anda com as costas curvadas e o rosto voltado para o chão mostra desgosto em viver e sentimento de inferioridade. Para encarar a vida de frente e olhar para cima, o primeiro passo é endireitar a coluna.

Cabeça: é o sistema central do organismo, por onde passam emoções, pensamentos e impulsos nervosos. Por isso, uma dor de cabeça pode refletir algo que esteja acontecendo em qualquer parte do corpo. Enxaquecas estão associadas à dificuldade de tomar uma decisão ou aceitar algo que incomoda. Quem pensa demais e não quer fazer algo muitas vezes usa a dor de cabeça como desculpa.

Articulações: movimentos difíceis ou dolorosos sinalizam dificuldade de seguir em frente em algum ponto da vida ou, ainda, que o corpo pede descanso. Dores nas articulações são fruto de rigidez de pensamento, do bloqueio de manifestações, de choro ou raiva, por exemplo, e da negação de lidar com assuntos antigos, mas que causam incômodo. Quem acorda travado, sem condição de levantar da cama, pode estar exigindo demais do corpo, que acaba providenciando o repouso forçado.

Coração: centro energético do corpo, guarda as emoções e a capacidade de amar. Quem tem dificuldade de expressar sentimentos pode ter problemas cardíacos. Ressentimento e raiva roubam espaço à compaixão e à vontade de viver. Quando o coração está cheio de negatividade, eles se espalham pelo corpo junto com o sangue. Para a saúde do órgão, é preciso reconhecer e expressar as emoções e orientar-se tanto pelos pensamentos como pela intuição.

Pele: o maior órgão do corpo serve como barreira aos agentes externos. Além de delimitar nosso corpo, é por meio dela que fazemos contato e recebemos carinho. Problemas cutâneos são sinal de dificuldade em nos comunicar, em estabelecer e respeitar limites e em se relacionar com as pessoas.

Órgãos reprodutivos: apesar de serem o principal ponto de diferenciação entre os sexos, distúrbios dos órgãos genitais refletem problemas semelhantes para homens e mulheres. O medo de criar - seja um filho, seja um projeto de trabalho - e a incapacidade de sentir prazer com a vida podem se traduzir em frigidez ou impotência. Para as mulheres, problemas relativos à família e ao cônjuge se refletem no útero.

Estômago: quem se preocupa de forma exagerada ou por antecipação, e rumina ressentimentos, está propenso a problemas nesse órgão, que recebe e processa as impressões vividas do exterior, assim como faz com os alimentos. Uma das doenças mais comuns em executivos é a úlcera - eles costumam ser obrigados a aceitar uma contrariedade atrás da outra no dia-a-dia.

Intestinos: Não é à toa que se diz que gente mal-humorada é enfezada. Intestino preso é sinal de raiva acumulada, tensão e falta de flexibilidade para deixar as coisas fluírem, por medo, timidez ou dificuldade de perdoar. Já a diarreia mostra a falta de capacidade de absorver informações e elaborá-las. Quem rejeita tudo que se apresenta e não consegue assimilar novas experiências está sujeito a intestino solto.

Sistema imunológico: quando as defesas do corpo estão debilitadas, uma manifestação comum é a alergia. O organismo confunde uma partícula inofensiva (pólen, por exemplo) com um agente perigoso (como um vírus ou uma bactéria) e a ataca, causando sintomas como espirros e coceiras. Isso reflete agressividade inconsciente, de alguém que luta contra tudo, sem saber diferenciar o nocivo do inócuo.



(texto publicado na revista Bons Fluídos nº 49 - junho de 2003)

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Enxaqueca - saiba como identificar e prevenir esse tipo de dor de cabeça


Quando é enxaqueca

A enxaqueca caracteriza-se pela duração de no mínimo, quatro horas e acontecer por mais de 15 dias no mês, por um período de três meses ou mais. Podendo provocar náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e ao barulho, a dor surge de um lado da cabeça, aumenta quando você realiza alguma atividade.

Tratamento

O uso de medicamentos em conjunto com terapias alternativas como acupuntura, meditação, massoterapia e técnicas de relaxamento. A aplicação de toxina botulínica em pontos específicos da testa também vem sendo usada para controlar o problema.

Faça exercícios

Durante a prática de exercícios, o organismo libera endorfina e serotonina, neurotransmissores do prazer e do relaxamento. Consequentemente o corpo fica mais resistente à dor.

Hábitos alimentares

Ficar em jejum por mais de três horas baixa a quantidade de açúcar no sangue e estimula a produção de substâncias que causam a dor. Alguns alimentos como: café, refrigerantes, embutidos, sopas prontas, amendoim e salgadinhos devem ser evitados.



(texto publicado na revista TemDicas 11ª edição - 2º ano - agosto de 2014)

domingo, 31 de maio de 2015

Doenças relacionadas ao consumo de leite de vaca (Melhor com Saúde)


O leite de vaca e seus derivados posicionam-se, atualmente, entre os alimentos mais consumidos no mundo. Sempre foi elogiado pelas suas propriedades nutricionais, pelo seu delicioso sabor e pelas vitaminas e minerais que fornece ao nosso corpo, especialmente o cálcio. No entanto, pesquisas mais recentes questionaram os supostos benefícios do leite de vaca, ao descobrir que, ao contrário do que se pensava, o consumo excessivo de leite de vaca pode prejudicar a saúde e levar a várias doenças.

Por que o leite de vaca pode fazer mal para a saúde?

Muitos se perguntam por que o leite de vaca é ruim para a saúde se nós o consumimos há séculos? Para responder esta questão, temos que voltar um pouco ao tempo, mais ou menos na década de 1960, quando se começou a alterar artificialmente o envelhecimento natural do gado. Estudos apontam que em meados de 1800, uma vaca produzia, aproximadamente, cerca de dois litros de leite por dia. Em 1960, uma vaca começou a produzir cerca de 9 litros de leite por dia.

Atualmente, são aplicadas novas técnicas de reprodução artificial de animais, tais como o uso de antibióticos, seleção genética do filhote, mudança de alimentação e o uso de hormônios de crescimento, o que tem feito uma vaca chegar a produzir até 24 litros de leite por dia. É muito impressionante ver como uma vaca passou da produção de dois litros de leite a 24 litros e até mais por dia.

Embora as técnicas de criadouros artificiais sejam benéficas para a economia e para as indústrias de laticínios e da carne, o fato é que o processo de alteração da natureza tem consequências que estão afetando os consumidores, uma vez que o leite é afetado pela forma de criação do animal, através de antibióticos, hormônios e nutrição, entre outros. Como resultado há diferentes incidentes de saúde que podem surgir ao longo dos anos.

As pesquisas sobre os impactos do leite de vaca na saúde são feitos há muitos anos e estas concordam com o fato de que forma forma como este é tratado pode afetar a saúde. Há pouco tempo, um estudo de Harvard reconheceu o que se vinha dizendo do leite de vaca e advertiu sobre a relação entre o consumo excessivo deste produto e o desenvolvimento de diferentes doenças.

Enxaqueca

Os estudos descobriram que os pacientes que sofrem de enxaqueca reduziram significativamente os sintomas depois de parar de consumir leite de vaca.
Prisão de ventre

A intolerância ao leite de vaca tem sido associada à prisão e ventre em crianças e adultos mais velhos. Remover este item da dieta e aumentar o consumo de frutas, legumes e fibras é a solução para este problema.

Câncer

A presença de hormônios e de outras substâncias no leite de vaca têm sido associadas com o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer, incluindo de estômago, mama, ovário, pâncreas, próstata, pulmão e testículo.

Catarata

As pesquisas constataram que as populações que consomem com mais frequência o leite de vaca e seus derivados têm uma maior incidência de catarata, em comparação com aqueles que evitam o produto. Este problema está relacionado à lactose e galactose, afetando principalmente a população feminina.

Fadiga crônica

Um estudo realizado com crianças em 1991, em Rochester, Nova York, descobriu que o consumo de leite de vaca aumentou em 44,3% o risco de fadiga crônica.

Reações alérgicas

A alergia a proteínas do leite de vaca foi definida como um mecanismo de defesa do sistema imunológico. Estudos têm mostrado que a reação alérgica pode ser imediata, isto é, pode aparecer em menos de 45 minutos, depois de algumas horas ou depois de alguns dias.

Sangramento gastrointestinal

É causado pela intolerância às proteínas do leite de vaca, que afetam, sobretudo, as crianças. Inclusive, a intolerância tem sido julgada como uma das causas mais comuns da anemia em crianças.

Outras 17 doenças relacionadas com o consumo de leite de vaca:

Artrite reumatoide e artrose
Asma
Autismo
Colite ulcerativa
Síndrome do intestino irritável
Diabetes mellitus tipo I
Dores abdominais
Doença de Crohn
Doença coronárias
Esclerose múltipla
Fístulas e fissuras anais
Incontinência urinária
Intolerância à lactose
Linfomas

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Doenças relacionadas ao consumo de leite de vaca (Melhor com Saúde)


O leite de vaca e seus derivados posicionam-se, atualmente, entre os alimentos mais consumidos no mundo. Sempre foi elogiado pelas suas propriedades nutricionais, pelo seu delicioso sabor e pelas vitaminas e minerais que fornece ao nosso corpo, especialmente o cálcio. No entanto,pesquisas mais recentes questionaram os supostos benefícios do leite de vaca, ao descobrir que, ao contrário do que se pensava, o consumo excessivo de leite de vaca pode prejudicar a saúde e levar a várias doenças.

Por que o leite de vaca pode fazer mal para a saúde?

 Muitos se perguntam por que o leite de vaca é ruim para a saúde se nós o consumimos há séculos? Para responder esta questão, temos que voltar um pouco ao tempo, mais ou menos na década de 1960, quando se começou a alterar artificialmente o envelhecimento natural do gado. Estudos apontam que em meados de 1800, uma vaca produzia, aproximadamente, cerca de dois litros de leite por dia. Em 1960, uma vaca começou a produzir cerca de 9 litros de Leite por dia.

Atualmente, são aplicadas novas técnicas de reprodução artificial de animais, tais como o uso de Antibióticos, seleção genética do filhote, mudança de alimentação e o uso de hormônios de crescimento, o que tem feito uma vaca chegar a produzir até 24 litros de leite por dia. É muito impressionante ver como uma vaca passou da produção de dois litros de leite a 24 litros e até mais por dia.

Embora as técnicas de criadouros artificiais sejam benéficas para a economia e para as indústrias de laticínios e da carne, o fato é que o processo de alteração da natureza tem consequências que estão afetando os consumidores, uma vez que o leite é afetado pela forma de criação do animal, através de antibióticos, hormônios e nutrição, entre outros.Como resultado há diferentes incidentes de saúde que podem surgir ao longo dos anos.

As pesquisas sobre os impactos do leite de vaca na saúde são feitos há muitos anos e estas concordam com o fato de que forma  forma como este é tratado pode afetar a saúde. Há pouco tempo, um estudo de Harvard reconheceu o que se vinha dizendo do leite de vaca e advertiu sobre a relação entre o consumo excessivo deste produto e o desenvolvimento de diferentes doenças.

Enxaqueca

Os estudos descobriram que os pacientes que sofrem de enxaqueca reduziram significativamente os sintomas depois de parar de consumir leite de vaca.

Prisão de ventre

A intolerância ao leite de vaca tem sido associada à prisão e ventre em crianças e adultos mais velhos. Remover este item da dieta e aumentar o consumo de frutas, Legumes e fibras é a solução para este problema.

Câncer

A presença de hormônios e de outras substâncias no leite de vaca têm sido associadas com o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer, incluindo de estômago, mama, ovário, pâncreas, próstata, pulmão e testículo.

Catarata

As pesquisas constataram que as populações que consomem com mais frequência o leite de vaca e seus derivados têm uma maior incidência de catarata, em comparação com aqueles que evitam o produto. Este problema está relacionado à lactose e galactose, afetando principalmente a população feminina.

Fadiga crônica

Um estudo realizado com crianças em 1991, em Rochester, Nova York, descobriu que o consumo de leite de vaca aumentou em 44,3% o risco de fadiga crônica.

Reações alérgicas

A alergia a proteínas do leite de vaca foi definida como um mecanismo de defesa do sistema imunológico. Estudos têm mostrado que a reação alérgica pode ser imediata, isto é, pode aparecer em menos de 45 minutos, depois de algumas horas ou depois de alguns dias.

Sangramento gastrointestinal

É causado pela intolerância às proteínas do leite de vaca, que afetam, sobretudo, as crianças. Inclusive, a intolerância tem sido julgada como uma das causas mais comuns da anemia em crianças.

Outras 17 doenças relacionadas com o consumo de leite de vaca:

·         Artrite reumatoide e artrose
·         Asma
·         Autismo
·         Colite ulcerativa
·         Síndrome do intestino irritável
·         Diabetes mellitus tipo I
·         Dores abdominais
·         Doença de Crohn
·         Doença coronárias
·         Esclerose múltipla
·         Fístulas e fissuras anais
·         Incontinência urinária
·         Intolerância à lactose
·         Linfomas





terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Enxaqueca - saiba como identificar e prevenir esse tipo de dor de cabeça


Quando é enxaqueca

A enxaqueca caracteriza-se pela duração de no mínimo, quatro horas e acontecer por mais de 15 dias no mês, por um período de três meses ou mais. Podendo provocar náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e ao barulho, a dor surge de um lado da cabeça, aumenta quando você realiza alguma atividade.

Tratamento

O uso de medicamentos em conjunto com terapias alternativas como acupuntura, meditação, massoterapia e técnicas de relaxamento. A aplicação de toxina botulínica em pontos específicos da testa também vem sendo usada para controlar o problema.

Faça exercícios

Durante a prática de exercícios, o organismo libera endorfina e serotonina, neurotransmissores do prazer e do relaxamento. Consequentemente o corpo fica mais resistente à dor.

Hábitos alimentares

Ficar em jejum por mais de três horas baixa a quantidade de açúcar no sangue e estimula a produção de substâncias que causam a dor. Alguns alimentos como: café, refrigerantes, embutidos, sopas prontas, amendoim e salgadinhos devem ser evitados.

Nas mulheres

Nas mulheres as oscilações hormonais femininas são a grande causa. O hormônio estradiol baixa e isso acaba provocando a dor.

Endometriose, ovários policísticos e irregularidades menstruais costumam agravar o problema. Consulte um ginecologista.



(texto publicado na revista TemDicas nº 11 - ano 2 - agosto de 2014)






sábado, 22 de novembro de 2014

Uso de anticoncepcionais e o perigo de trombose - Dra. Rosa Neme, ginecologista


Em 2013, vários e-mails circularam na internet associando o uso do anticoncepcional ao aumento do risco para a ocorrência de trombose. A trombose venosa profunda é uma doença grave que, em geral, acomete os membros inferiores e é caracterizada pelo acúmulo de coágulos dentro das veias profundas. Está relacionada a três fatores principais: parada do fluxo no vaso sanguíneo (por exemplo, quando a mulher fica muito tempo sem mexer a perna em viagens ou após procedimentos cirúrgicos), lesão do vaso (por infecções ou rotura dos vasos) e aumento da coagulação (por um desequilíbrio nos agentes de coagulação do sangue, em geral genético, chamados trombofilias).

O sintoma principal da trombose, quando acontece nos membros inferiores, é a dor, principalmente com a movimentação, podendo também ocorrer no repouso. Também fica dolorida a panturrilha quando apalpada e há um aumento da consistência e do inchaço na região do trajeto da veia. A ocorrência de embolia pulmonar (quando a trombose acontece no pulmão) é mais rara, mas, eventualmente, pode ser a primeira manifestação da doença.

A história da contracepção hormonal data da década de 1960, quando os primeiros contraceptivos continham doses altas de estrogênio sintético, o etinilestradiol. Nessa época, se correlacionava essa alta dose hormonal (acima de 50 mcg) ao aumento dos riscos de trombose e de infarto. Com as pílulas atuais, de baixa dosagem de estrogênio (igual ou inferior a 30 mcg), as contraindicações para seu uso foram diminuindo e, consequentemente, as chances desses problemas.

Apesar do grande vilão para a ocorrência de trombose ser o estrogênio sintético, fórmulas que contêm apenas progesterona também devem ser usadas com acompanhamento médico por pacientes de risco. O uso de pílulas com etinilestradiol é contraindicado principalmente para mulheres com histórico familiar de trombose e problemas circulatórios, cirrose, hepatite aguda, insuficiência hepática, insuficiência renal, diabetes, enxaqueca, câncer de mama, de ovário ou endométrio. Além disso, mulheres fumantes, com idade superior a 35 anos ou com outros fatores de risco para trombose (como trombofilias) devem evitar seu uso. Nesses casos, é indicada a realização de exames específicos para avaliar a presença de fatores que aumentem a coagulabilidade do sangue.

A pílula do dia seguinte e seus riscos

A pílula do dia seguinte é composta apenas de progesterona, o levonorgestrel. Ela é considerada mais potente, porque possui maior concentração do hormônio quando comparada a uma pílula ingerida diariamente. Idealmente, deve ser tomada até 24 horas da relação desprotegida para garantir uma eficácia adequada. Mas pode eventualmente ser usada até 72 horas após a relação. A ação da progesterona é tornar o endométrio um ambiente inóspito para a implantação do embrião. Como efeito colateral, pode provocar enjoo, mal-estar e dor de cabeça. Os riscos de gravidez também existem, mas o maior perigo é de desregular todo o ciclo hormonal. Por apresentar uma alta dose de hormônio, se usada de forma não emergencial, pode causar sintomas como irregularidade menstrual importante e problemas de pele, como acne e aumento de oleosidade. Por essa razão, não deve ser tomada sempre.



(texto publicado na revista Contigo nº 2038 - 9 de outubro de 2014)



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Quando a dor de cabeça é enxaqueca


Dor de cabeça pode não ser só uma dorzinha causada pelo cansaço. Em alguns casos, elas são reflexo de doenças como sinusite, gripes e resfriados, ou até mesmo variações hormonais da tensão pré-menstrual. Quando esse desconforto é associado a enjoos e fotofobia, incomodo causado pelo excesso de luz, a cefaleia pode ser considerada uma enxaqueca.

Uma doença crônica neurológica, que pode ser desencadeada por fatores do dia a dia, como odores ou alimentação desregulada, possui um diagnóstico complexo, já que atualmente não existe um exame específico que detecta a doença. Segundo o neurologista Antônio Carlos Montanaro, da Beneficência Portuguesa de São Paulo, o diagnóstico da enxaqueca depende de uma consulta detalhada e explica: "essa consulta é muito importante para que o médico avalie a rotina do paciente para detectar possíveis causas".

A partir da análise do profissional, é possível sugerir um tratamento adequado, que variam desde o uso de analgésicos durante as crises, à mudança de pequenos hábitos na rotina do paciente. Enquanto a enxaqueca é apenas controlada, sem uma cura definitiva, outros tipos de dor de cabeça tem cura quando se trata sua origem. "É importante lembrar que a cefaleia pode estar mascarando uma patologia mais severa e, sempre que aparecer, o paciente deve procurar um médico para esclarecer o que está ocorrendo", afirma o neurologista.



(texto publicado na revista Leve & Leia nº 112 - ano 7 - abril de 2014)






quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Qual a diferença entre dor de cabeça e enxaqueca?


São muitas. Existem mais de cem tipos de dores de cabeça, sendo que as mais comuns são a do tipo tensional e a enxaqueca - sim, a enxaqueca é um tipo de dor de cabeça. "De forma simplista, podemos dizer que a maior diferença entre uma e outra é que a dor de cabeça tensional é caracterizada por uma sensação dolorosa leve a moderada, enquanto a enxaqueca é uma dor de moderada a intensa que pode se agravar com a exposição do paciente à claridade, sons altos e cheiros fortes", explica o neurologista Getúlio Rebouças, do Hospital das Clínicas de São Paulo. A enxaqueca possui ainda outros sintomas característicos, como irritabilidade, inquietação, perda de apetite, náusea, vômito e visão embaçada. As crises de enxaqueca, que em muitos pacientes se manifestam, com dores de um único lado da cabeça, podem durar vários dias e muitas vezes são incapacitantes. Já a dor de cabeça tensional, também conhecida como cefaleia, costuma ser um transtorno menos severo, caracterizado por uma sensação de pressão no crânio, sem necessariamente ter outros sintomas associados. Estima-se que cerca de 15% da população sofra de enxaqueca, ao passo que mais de 80% já tiveram pelo menos uma vez na vida dor de cabeça.



(texto publicado na revista Vida Simples nº 43 - julho de 2006)