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sábado, 5 de agosto de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
domingo, 5 de fevereiro de 2017
Finalmente si è avverato il concerto al Radio City Music Hall (2013)
Quando Gianluca, Piero e Ignazio nei primi anni erano a New York sono passati davanti al Radio City Music Hall e hanno detto che speravano di farci un giorno un grande concerto. Ed il sogno si è avverato nel 2013. Ignazio durante lo spettacolo sorprende Gianluca e Piero con un video emozionante.
Il Volo a New York all'inizio della loro carriera (audio in inglese e sottotitoli in spagnolo)
Il sogno che diventa realtà: un grande concerto al Radio City Music Hall
domingo, 16 de outubro de 2016
segunda-feira, 2 de maio de 2016
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
O edifício que conta a história de Nova York - Paula Rocha
Novo livro revela detalhes da construção do lendário Dakota, marco arquitetônico da metrópole americana e prédio residencial mais famoso do mundo
Quem visita Nova York pode ver de perto a constante transformação da paisagem da metrópole, onde arranha-céus surgem na velocidade dos investimentos bilionários que ela atrai. Entre tantos prédios modernos e envidraçados, uma construção histórica, no entanto, repousa solenemente numa das esquinas mais caras da cidade, na junção da Rua 72 com a Avenida Central Park West. Ali, há exatos 131 anos, foi erguido o edifício Dakota, um dos primeiros prédios residenciais de luxo do mundo. Apesar de centenário, ele continua um dos endereços mais cobiçados da cidade e sua história se confunde com a da própria Nova York. É isso o que revela o novo livro "The Dakota: A History of the World's Best-Known Apartment Building" ("O Dakota: A História de um dos Prédios Residenciais Mais Conhecidos do Mundo"), do historiador americano Andrew Alpern, com lançamento previsto para 13 de outubro.
Por muitos anos, a construção do Dakota foi considerada uma empreitada improvável. O local onde hoje está o edifício, à beira da face oeste do Central Park, era praticamente uma área rural em 1880, ano em que teve início da sua edificação. A região era muito afastada do centro financeiro e social da cidade, na época ao sul de Manhattan, e não contava com transporte adequado. Além disso, construir um prédio residencial de luxo era uma ideia inovadora para a época. Até então, morar em apartamentos era condição apenas das classes mais baixas - os ricos viviam em suntuosas casas. Convencer os nova-iorquinos endinheirados a se mudarem para um endereço tão distante, ainda mais um prédio, seria um desafio, mas a opulência do Dakota falou mais alto. Com pé direito alto, paredes revestidas em mogno e chão de mármore, o edifício logo conquistou moradores abastados. Mas, apesar da riqueza do lugar, os aluguéis eram modestos, o que tornava possível a convivência de residentes ricos com artistas e outros tipos alternativos.
A predileção de atores e músicos pelo Dakota, aliás, marcou a história do imóvel. Nos anos 1950, o ator Boris Karloff (1887-1969) foi um dos primeiros moradores ilustres do local. Em 1960, Judy Garland (1922-1969) e Lauren Bacall (1924-2014) se mudaram para lá. Na mesma década, a fachada do edifício foi usada no clássico de terror "O Bebê de Rosemary" (1968). Nos anos 1970, o casal John Lennon (1940-1980) e Yoko Ono viveu no local por sete anos, até Lennon ser morto a tiros na frente do prédio por um fã. A tragédia tornou a construção mundialmente famosa e também fez dela um ponto turístico para curiosos e fãs do ex-Beatle, o que só impulsionou o valor dos apartamentos. Em julho, a antiga residência de Bacall, com nove cômodos, foi vendida por US$ 23,5 milhões (R$ 94 milhões). Já o apartamento mais barato, com dois quartos e dois banheiros, é avaliado atualmente em US$ 3,6 milhões (R$ 14 milhões).
Por sua aura de glamour e tradição, o Dakota também atraiu candidatos a moradores famosos, mas menos desejados. Reza a lenda que Madonna, Cher e Antonio Banderas teriam sido rejeitados pelo conselho atual de administradores do prédio. Para o autor de "The Dakota", o caráter único do edifício é o que faz dele tão importante para a história de Nova York. "Eu conheço o Dakota desde a minha infância, pois morava no bairro, e sempre fui fascinado pelo fato dele ser completamente diferente dos outros prédios residenciais de NY", disse Alpern à ISTOÉ. Enquanto a cidade crescia em torno do edifício, o Dakota se consolidou como um dos mais originais, do ponto de vista arquitetônico, e exclusivos prédios do mundo. Sua localização extraordinária, sua vista para o Central Park e seu luxo fazem dele um marco que deve perdurar pelas gerações futuras.
(texto publicado na revista IstoÉ nº 2392 - ano 38 - 7 de outubro de 2015)
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
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