quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Le petit Nicolas - La cantine


Le petit Nicolas - On se parfume


Vida de fã: Sou roqueira sim, mas abri uma exceção para a dupla Marlon e Maicon - Amanda Winchester


Costumo comprar frutas e verduras em duas quitandas e uma delas é a frutaria que fica bem perto de casa. Conversando um dia com a Amanda descobri que ela era fã da dupla Marlon e Maicon e me veio a ideia de entrevistá-la para o blog na sessão "Vida de fã". Hoje finalmente conseguimos. Nós nos sentamos no banquinho que fica abaixo da torre do relógio e ela me contou as aventuras e algumas loucuras para ver a dupla.

A vida inteira sempre curti rock e fiquei conhecendo a dupla Marlon e Maicon através da minha amiga Maíra, presidente do fã clube deles. Fui com ela assistir a um show da dupla que na época era pouco conhecida. Mais do que da música gostei da simplicidade, da humildade e do respeito com que tratavam os fãs.

Comecei a ir a todos os shows: São Paulo, Porto Feliz, Pedreiras, Santa Bárbara D'Oeste, Três Corações, sempre com a Maíra. Costumávamos visitá-los onde ficavam hospedados e passávamos a noite toda conversando e rindo. Às vezes eram mais de dez pessoas deitadas na mesma cama batendo papo.


Loucuras de fã

Já desmanchei 4 noivados e desfiz um casamento por causa da dupla porque os meus ex-noivos e ex-marido achavam estranho que eu curtisse rock, mas gostasse de ir ao show de uma dupla sertaneja. Por causa disso até hoje eles não suportam a dupla. Tenho uma filha com meu ex-marido, nos vemos, mas jamais tocamos no assunto. Eu me casei de novo e felizmente o meu marido gosta da dupla e vai aos shows comigo. Talvez seja por isso que estamos juntos até hoje.

Uma outra loucura foi quando passei a noite observando o Maicon dormir. Quando ele me viu, ficou assustado, mas depois ficamos batendo o maior papão. 

Acabei perdendo também um emprego. Eu trabalhava em uma firma e era eu quem a abria todas as manhãs às 6h20. No dia anterior tinha ido a um show da dupla em Pedreiras e só consegui chegar a São Paulo por volta das 10h. 


Clip oficial - Preciso de você agora


Amanda com Marlon


Amanda com Maicon


Amanda entre a dupla

















Médium saison 7 - épisode 10


Médium saison 7 - épisode 9


Mèdium saison 7 - épisode 8


Médium saison 7 - épisode 7


Médium saison 7 - épisode 6


Campanha: Previna-se contra a hepatite


A hepatite é uma doença grave e silenciosa. Milhões de pessoas podem ter e não saber. Aprenda aqui como se prevenir.


O ABCDE das hepatites virais

As hepatites são doenças graves que atacam o fígado, um dos órgãos mais importantes do corpo humano. Os cinco principais tipos (A, B, C, D e E) são causados por vírus que podem passar de uma pessoa para outra.

As hepatites geralmente não apresentam sintomas. Quando aparecem podem provocar cansaço, tontura ou ânsia de vômito. Muitas vezes, a pele e os olhos ficam amarelados, a urina escura e as fezes mais claras.

Em alguns casos, como nos das hepatites B, C ou D, a pessoa pode levar anos para perceber que está doente.

A hepatite A é uma doença sexualmente transmissível - DST. E assim como a hepatite C, pode ser também transmitida pelo sangue.

A recomendação geral é a de que as pessoas que transaram sem camisinha, compartilharam agulhas ou seringas ou receberam transfusão de sangue antes de 1993 devem procurar um posto de saúde e realizar o teste de hepatites. O diagnóstico e o tratamento precoces podem evitar a evolução para cirrose ou câncer de fígado.


Como evitar as hepatites A e E

Utilize água tratada e lave bem os alimentos. Essas são as melhores formas de prevenir as hepatites A e E.

Lave as mãos com água e sabão antes de comer e depois de ir ao banheiro.

Beba água filtrada ou fervida.

Lave bem os alimentos, frutas, verduras e legumes, principalmente quando for comê-los crus.

Cozinhe bem mariscos e frutos do mar.


Como evitar as hepatites B, C e D

Não compartilhe agulhas e seringas e equipamentos para drogas.

Não use lâminas de barbear ou de depilar de outras pessoas.

Use seus próprios instrumentos de manicure e pedicure.

Exija materiais esterilizados ou descartáveis em estúdios de tatuagens, serviços de saúde, etc.

Use sempre camisinha.


Existe vacina para a hepatite B

A vacina contra a hepatite B está disponível nos postos de saúde para crianças e adolescentes menores de 20 anos, profissionais de saúde, manicure e pedicures, usuários de drogas, hemofílicos, profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens, pacientes que fazem hemodiálise, portadores do vírus da hepatite C, portadores do HIV, portadores de DST, gestantes, caminhoneiros, bombeiros, policiais, dentre outros.


Quem se vacinou contra a hepatite B está protegido da hepatite D

Ainda não existe vacina contra a hepatite C. E, ao contrário do que muita gente pensa, quem já teve hepatite A não está livre de pegar outros tipos de hepatite.


Gestantes

A gestante com hepatite B pode transmitir a doença para o bebê. Vacine o recém-nascido ainda na maternidade, preferencialmente nas 12 primeiras horas de vida!



(texto publicado no folheto distribuído pelo Ministério da Saúde)









CTA Henfil - Prevenção às DST/Aids


Meus "profissionais": Entrevista com o fisioterapeuta Davi Gois dos Santos


Há pouco mais de um mês comecei a fazer fisioterapia com o Davi Gois dos Santos que trabalha no SBC, do qual sou conveniada desde 1996. Sinto dores no braço direito desde que era digitadora, atividade que exerci por 6 anos, antes de me dedicar ao ensino da língua italiana logo que me formei. Não me preocupei mais com a questão, mas quando morei na Itália trabalhei por um ano como lava-pratos em um bar e forcei demais os braços por causa do cesto de louça que pesava muito, além do choque térmico entre a água fria da torneira e o vapor do lava-louças. As coisas escapam de minhas mãos sem que eu perceba e isso é desagradável quando se trata de objetos principalmente frágeis que não me pertencem. 

Decidi fazer uma entrevista com o Davi porque é um profissional muito dedicado e o que mais me chama a atenção é que fala baixo e manso como se fosse um monge budista. 



O Davi anotando nas fichas os procedimentos adotados nos clientes

Antes de falar sobre o meu trabalho como fisioterapeuta devo dizer que tudo começou com o curso de radiologia que acabei fazendo de tanto que uma amiga minha insistiu. Foram 2 anos de estudo e 3 meses depois encontrei um emprego. 

Estava feliz com a minha ocupação, mas sentia que faltava algo e quando me deparei com uma propaganda da Unisantana fiquei interessado pelo curso de fisioterapia e a primeira coisa que pensei foi na reabilitação principalmente de pessoas idosas. O curso teve a duração de 4 anos e no 3º ano comecei a estagiar na própria clínica da faculdade e também na Santa Casa de Misericórdia onde atendi inúmeros idosos.


Assim que conclui a faculdade fui registrado como fisioterapeuta em uma clínica na Pompéia que já não existe mais. Quando ela fechou passei a prestar serviços como técnico de raio X em uma outra clínica e depois de um tempo fui efetivado. Continuo a trabalhar lá até hoje. 


Como sentia falta da minha atividade como fisioterapeuta por um tempo prestei serviços na mesma clínica em um grupo de coluna, membros superiores e inferiores. Mas não pude continuar porque pela lei eu não poderia ser CLT e autônomo ao mesmo tempo. 


Sendo assim continuei só com a minha atividade como radiologista. Como a minha verdadeira vocação é a fisioterapia trabalhei em um outro lugar com ginástica laboral mas depois de um ano vi que não era exatamente o que eu queria. A mesma pessoa que tinha me indicado para o laboral me chamou para trabalhar no SBC. Acabei me adaptando bem principalmente pelo fato dos clientes serem em sua maioria idosos, com os quais amo trabalhar. E estou aqui há quase um ano.



O fisioterapeuta Davi explicando o exercício para a minha mãe



O Davi me ensinou a fazer o alongamento do gato