sexta-feira, 3 de abril de 2015

Descer da árvore - Pe. Fábio de Melo


Sintomas do câncer colorretal em mulheres (Melhor com Saúde)


Nos últimos anos temos ouvido falar muito sobre o câncer colorretal. Sua incidência, inclusive, está aumentando nas mulheres, sendo que é o segundo câncer mais comum no sexo feminino. Por que acontece isso? A que fatores se deve esta incidência? Atualmente as causas não são precisas,por isso é fundamental prevenir e estar atenta sempre aos sintomas.

Hoje iremos falar sobre este assunto, pela sua saúde e sua tranquilidade. O câncer colorretal tem tratamento e são muitas as pessoas que conseguem superá-lo todos os anos. Por isso, queremos convidar vocês para conhecer todas as informações sobre ele a seguir.

O que é o câncer colorretal?

O câncer colorretal se origina no cólon ou no reto. Ambos estão relacionados e, ainda que sejam tratados de formas diferentes, têm os mesmos sintomas e a mesma origem. Para entendê-lo um pouco melhor vamos relembrar a finalidades destas partes do nosso organismo.

- Quando comemos, os alimentos são digeridos no estômago para depois serem processados e eliminados pelo nosso intestino.

- Primeiro passam pelo intestino delgado, a parte mais longa do aparelho digestivo, que se encarrega de digerir e obter os nutrientes dos alimentos.

- Em seguida, os resíduos chegam do intestino grosso até o cólon, que se encarrega de absorver a água, sintetizar alguns tipos de vitaminas e armazenar resíduos que, mais tarde, serão levados ao reto. Toda esta última parte tem um tamanho de 15 centímetros e é aí que se origina o câncer colorretal.

Como se inicia o câncer colorretal?

O câncer colorretal tem seu início com o crescimento de um ou vários pólipos no interior do revestimento das paredes do cólon ou do reto. Crescem no interior e podem ter uma forma plana ou ovalada.

É aqui que a prevenção tem uma relevância vital. A grande maioria destes pólipos é benigna, mas se eles não forem retirados a tempo, podem se desenvolver de forma cancerígena. São chamados de adenomas e só nos dão pistas da sua presença quando atingem um determinado tamanho e sangram ao entrar em contato com as fezes. É nesse momento que nos damos conta de que algo está ocorrendo.

Muitos países estão tentando programar colonoscopias periódicas com a finalidade de prevenir os pólipos. Se eles foram detectados a tempo, quando são pequenos, eliminaremos o risco de sofrer com um câncer colorretal. De qualquer modo, também podemos notar algo estranho a tempo. Dessa forma, por mais insignificante que possa parecer, conte ao seu médico sobre as suas suspeitas. Vale a pena.

Sintomas de um câncer colorretal

Sangue nas fezes: é o sintoma mais evidente e o que nunca devemos deixar passar. Sabemos que nunca é agradável, mas é importante observar sempre a cor e a forma das fezes, principalmente se notar algum rastro de sangue. A cor pode ser vermelha ou preta, e isso pode ocorrer quando as fezes entram em contato com os pólipos presentes no cólon ou no reto, que acabam sangrando.

Anemia: as mulheres costumam ter anemia mais frequentemente do que os homens. Normalmente isso ocorre por uma menstruação abundante, mas é importante sempre conhecer as causas. Se você obteve um diagnóstico de anemia, peça ao seu médico que faça também uma análise das suas fezes para tentar identificar a presença de sangue.

Alterações no seu ritmo intestinal: você passa por épocas com prisão de ventre alternadas com semanas de diarreia? Então comente isso com o seu médico. É importante saber a origem destas mudanças no seu ritmo intestinal.

Forma das fezes: preste atenção a qualquer alteração na forma das fezes, principalmente se elas estiverem subitamente mais finas. Isso poderia ocorrer, pois a presença de pólipos faz com que o intestino se estreite e não permita a evacuação normal das fezes.

Sensação estranha ao evacuar: você sente que vai ao banheiro, mas continua tendo vontade? Parece que ainda falta algo dentro do intestino? Este problema também deve ser comentado com o seu médico.

Dor abdominal: você se sente muito cheia quando termina de comer? Se sente cansada e com o abdômen muito pesado? Então não faça vista grossa. Provavelmente isso ocorre por algum motivo sem muita importância, como os gases, mas se além deste sintoma você também notar, por exemplo, que as suas fezes estão diferentes, consulte seu médico. Não custa nada e você vai ficar mais tranquila por descartar coisas mais sérias.

Perda de peso:  quando há um problema no cólon, deixamos de sintetizar adequadamente muitos nutrientes, os alimentos não são processados da mesma forma. Tudo isso pode nos fazer perder peso. Vale a pena ter isso em mente.

Podemos prevenir o câncer colorretal?

O mais importante no câncer colorretal (assim como em qualquer outro) é estar atenta aos sintomas e tentar levar uma boa qualidade de vida. Não existe nenhuma estratégia que possamos seguir para evitar 100% este tipo de doença, mas sempre é importante nos esforçarmos todos os dias para nos cuidarmos o máximo possível.

Estes são alguns pontos que podem ajudar:

- Se você é fumante, o que está esperando para abandonar o cigarro? Comece hoje mesmo!

- Siga uma dieta mediterrânea, rica em frutas, verduras frescas e azeite de oliva.

- Desintoxique seu intestino regularmente: o ideal é começar a manhã com um copo de água morna com limão ou uma colher de azeite de oliva com algumas gotas de suco de limão ou até uma infusão de aloe vera.

- Cuide da sua flora intestinal consumindo probióticos.

- Os chás de gengibre e hortelã podem ajudar a cuidar do seu cólon.

- Beber duas vezes por semana um litro de água onde você tenha cozinhado duas alcachofras também é uma outra recomendação.

- Lide adequadamente com situações de estresse e ansiedade.

- Pratique um pouco de exercício diariamente. Uma ótima opção pode ser uma caminhada de uma hora.


Que tal começar hoje mesmo?

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7 Graves efeitos de não dormir o suficiente (Melhor com Saúde)


Sabemos que, quando não dormimos bem, nos sentimos cansados, lentos e com dificuldade de concentração no dia seguinte. Além disso, também costumamos observar uma queda significativa na nossa produtividade. Entretanto, não dormir o suficiente pode causar vários outros efeitos em nosso organismo, que podem prejudicar seriamente a nossa saúde.

Uma noite mal dormida não vai causar grandes mudanças, mas estudos mostram que sete dias seguidos dormindo pouco (cerca de 6 horas ou menos de sono) já podem desencadear mudanças genéticas que aumentam o risco de desenvolvimento de algumas doenças.

A seguir, vamos falar sobre 7 dos principais efeitos graves que podem ser causados pela falta de sono. Para evitá-los, tente dormir entre 7 e 9 horas por noite, e se não conseguir dormir bem em um dia, compense no dia seguinte sempre que possível, ou então nos finais de semana.





Os perigos de não dormir o suficiente

1. Aumento do risco de sofrer um derrame

O risco de derrame está associado a fatores genéticos e à obesidade, mas também pode ser influenciado pela falta de sono. Um estudo recente mostrou que pessoas que dormem menos de 6 horas por noite regularmente possuem um risco 4 vezes maior de sofrer com os sintomas de um derrame. Isso provavelmente ocorre pois dormir pouco pode aumentar a pressão sanguínea e contribuir para a obesidade, dois fatores de risco para o derrame.

2. Aumento do risco de diabetes

A falta de sono pode ser um dos fatores determinantes para o risco de desenvolver o diabetes do tipo 2. Isso ocorre, pois esta condição aumenta a resistência à insulina, fazendo com que o organismo não consiga usá-la de forma adequada.  Além disso, quando estamos cansados e com sono, temos uma tendência a comer mais, principalmente alimentos ricos em açúcar que podem aumentar seu nível no sangue.

3. Aumenta o risco de doenças cardíacas

O sono possui um papel crucial na habilidade do organismo de reparar e curar as artérias e o coração. Com isso, as noites mal dormidas aumentam o risco de desenvolvermos doenças cardiovasculares crônicas, já que podem ser produzidos mais hormônios e substâncias químicas que levam ao incremento da pressão arterial.

Um estudo observou inclusive que, no caso de pessoas que sofrem com a hipertensão, uma noite sem dormir o suficiente pode causar um aumento relevante na pressão durante todo o dia seguinte.

4. Podem levar à obesidade

Foram encontradas evidências de que a falta de sono pode causar alterações hormonais que influenciam nossas escolhas alimentares, podendo nos direcionar no caminho do sobrepeso e da obesidade. Dormir 6 horas ou menos por noite aumenta a produção do hormônio grelina, que é responsável pela nossa sensação de fome, e diminui a produção de leptina, o hormônio da saciedade. Com mais fome e nos sentindo menos satisfeitos, temos uma tendência muito maior a comer mais e ganhar peso com o tempo.

5. Reduz os níveis de imunidade

Quando estamos dormindo, o sistema imunológico produz anticorpos que protegem nosso organismo e lutam contra infecções, vírus e bactérias. Dessa forma, se dormimos mal, não daremos ao corpo a chance de se fortalecer, e ficaremos mai suscetíveis a sofrer com este tipo de problema. Também teremos menos energia para nos recuperarmos quando efetivamente contrairmos alguma doença.

6. Aumenta o risco de câncer

Alguns estudos vêm investigando a relação entre o câncer e o sono. Foram encontradas evidências de que não dormir o suficiente pode aumentar o risco de alguns tipos desta terrível doença, como o câncer colorretal, já que os pólipos costumam aparecer com mais frequência em pessoas que dormem menos de 6 horas por noite regularmente.

Também foram encontradas possíveis associações da falta de sono com o risco de desenvolvimento do câncer de mama.

7. Reduz a longevidade

Pode até parecer um pouco radical, mas um estudo relacionado à mortalidade e às horas de sono dormidas por noite identificou que, em média, pessoas que dormem pouco (menos de 6 horas por dia) costumam morrer antes do que quem dorme cerca de 7 horas por noite, independentemente de qual for a causa. Este último efeito devastador provavelmente está muito relacionado com o fato de que a falta de sono aumenta o risco de diversas doenças, e pode causar todos os efeitos terríveis que listamos anteriormente.

Por isso, a partir de hoje, dedique um esforço extra para dormir bem durante a noite, já que estas horas extras de sono podem ser fundamentais para a saúde e o bem estar físico e mental.

Quando il corpo parla: Ecco che i disturbi svaniscono cambiando la mente - Dioni aka Riccardo Lautizi (Dionidream)


Cosa si nasconde dietro questo o quel malessere? Cerchiamo di capire i segnali che ci manda il nostro corpo. Non deve essere per forza successo qualcosa di eclatante, basta un non detto, una situazione che torna su, un trauma infantile che riemerge ogni volta sebbene non lo riconosciamo, e via che inizia un fastidio o un disturbo. Quando il corpo si difende da emozioni o eventi spiacevoli e intollerabili manifesta il proprio disagio su alcuni organi, detti bersaglio.

Correlazioni psicosomatiche, corpo e psiche

- I disturbi dell'apparato muscolo-scheletrico ci "parlano" di disagi legati al sostegno, alla flessibilità, alla rigidità, alla capacità di "portare pesi", alla libertà di movimento, di indipendenza o di autonomia.

- La pelle manifesta problemi legati al contatto, alla comunicazione, all'espressione emotiva, alle relazioni, comportandosi come una "tela" su cui si dipingono le emozioni più profonde (tra cui rabbia, irritazione, rifiuto, senso di ingiustizia, aggressività repressa) o stati di stress.

- L'apparato respiratorio può raccontare dei problemi che si vivono nell'ambiente familiare o lavorativo e dei conflitti, disagi, dolori o frustrazioni che vi si "respirano"; del bisogno o della mancanza, metaforici, di spazio e di "aria", di indipendenza o di autonomia. I disturbi che si manifestano negli organi corrispondenti (asma, affanno, iperventilazione, respiro corto) possono indicare un'assenza di gusto per la vita, la perdita del desiderio di continuar a viver, ma anche la paura di perdere la vita.

- L'apparato digerente rappresenta il nostro modo di "digerire" e "mandare giù" esperienze o situazioni esistenziali, di assimilarle o eliminarle; la capacità di gestire la rabbia e l'aggressività; di "trattenere" e di lasciare andare; di vivere paure e insicurezze.

- L'apparato cardiocirculatorio esprime la capacità di gestione dei nostri affetti più profondi, degli istinti e delle emozioni, la capacità di dare e ricevere amore; di permettere la libera "circolazione" della gioia, delle passioni, dell'amor nella nostra vita. Palpitazioni, aritimie , sensazioni dolorose, disturbi vasomotori ecc. possono ricondurre a vissuti di tipo abbandonico e di precoci separazioni nella vita affettiva dei soggetti interessati. i disturbi maggiori, invece, possono essere ricondotti allo stress psichico continuo unito ad alcune caratteristiche di personalità (tra cui forte competitività, ambizione, aggressività).

- L'apparato urinario può manifestare problemi legati al contatto, alla comunicazione, a conflitti interpersonali o a paure profonde, mentre l'apparato genitale esprime spesso conflitti legati alla sessualità, ai rapporti di coppia, a rabbia, collera, frustrazioni o aggressività represse.

- Il sistema immunitario può segnalare stati di "conflitto" somatizzati nel corpo come allergie, infezioni o infiammazioni; il tentativo simbolico di "combattere" ambienti o situazioni vissuti come pericolosi o problematici.

Sintomi

- mal di testa: la cefalea può indicare il bisogno di allentare l'eccessivo controllo razionale, e quindi il desiderio di lasciare più spazio all'intuizione. Di solito, infatti, chi soffre di mal di testa ha una mente lucida e razionale (fin troppo), che deve tenere sempre sotto controllo senza cedere e lasciarsi andare mai;

- mal di stomaco: quando si soffre spesso di gastriti, bruciori di stomaco o altri disturbi digestivi, spesso l'atteggiamento tipico è "mandare giù" con troppo frequenza le offese della vita. Il motto di queste persone è "porgere l'altra guancia", ma nello stesso tempo covano rabbie e risentimenti profondi. In questo modo costringono lo stomaco ad una lenta e complessa "digestione" della rabbia. In pratica, sono vittime di troppa "diplomazia";

- disturbi intestinali: a livello intestinale poi la stitichezza può essere indice di un attaccamento eccessivo ai beni materiali, ma può anche rappresentare la paura di portare alla luce contenuti inconsci ed emozioni dalle quali non si riesce a prendere le distanze. La colite invece può affligere chi è solito fare scenate, non reprimere rabbia e aggressività, tranne per provare disprezzo verso se stesso per quello che ha fatto: l'intestino si fa carico simbolicamente di questi sensi di colpa e tenta di spazzarli via simbolicamente con gli attacchi di colite;

- mani sempre sudate: affligge prevalentemente le persone timide, emotive, ansiose, schive e solitarie e che hanno difficoltà ad instaurare rapporti interpersonali;

- eruzioni cutanee: queste possono rivelare que non si hanno ben chiari i propri confini e che per difendersi si cerca, metaforicamente, di tenere lontani gli altri. Ma possono anche indicare che, pur non potendolo permetterselo, si vorrebbe che gli altri stessero più vicini.

Sintomi psicosomatici, cosa fare

- Se il tuo corpo sta cercando di dirti qualcosa, ASCOLTALO!

- Chiediti cosa causa stress, preoccupazioni, ansia nella tua vita

- Affronta quelle situazioni con realismo e rilassatezza per cambiarle in  tuo favore ove possibile. Un giorno moriremo tutti, questo riporta nel presente e fa apprezzare il valore delle cose

- Trova delle valvole di sfogo, fai cose che ti piacciono, prova con la musica, lo yoga, il training autogeno, la piscina, la palestra, dei massaggi, una bella vacanza... ma soprattutto, che ti rilassino

- Sii consapevole che i disturbi psicosomatici sono come dei campanelli di allarme che il tuo corpo fa scattare, delle spie lampeggianti da tenere nel debito conto: un po' come la spia dell'olio nell'automobile: meglio fermarsi oggi per fare manutenzione che rischiare un incidente domani.