sexta-feira, 27 de maio de 2016

12 leis da gratidão pouco conhecidas (que vão mudar sua vida) - Luiza Fletcher (O Segredo)


1. Quanto mais você está em um estado de gratidão, mais vai atrair coisas pelas quais ser grato

Seja grato pelo que você tem, e vai acabar tendo mais.

Foque. 

2. Ser feliz nem sempre vai te fazer grato, mas ser grato sempre vai te fazer feliz

É quase impossível apreciar um momento sinceramente e olhar severamente ao mesmo tempo.

Ser feliz agora não significa que você não deseja mais, significa que você é grato pelo que tem e paciente para o que ainda está por vir.

3. Gratidão fomenta o verdadeiro perdão, que é quando você pode sinceramente dizer: “Obrigado por essa experiência.”

Não faz sentido condenar ou lamentar uma lição de vida importante.

Gratidão traz um sentido para o ontem, paz para o presente, e cria uma visão positiva para o amanhã.

4. Você nunca precisa mais do que tem em um dado momento

Tem sido dito que a mais elevada forma de oração é dar graças. Em vez de orar “para” as coisas, dê graças por aquilo que você já tem.

Quando a vida lhe dá toda a razão de ser negativo, pense em uma boa razão para ser positivo. Há sempre algo pelo qual ser grato.

5. A gratidão inclui tudo

Dias bons dão-lhe felicidade e dias ruins dão-lhe sabedoria. Ambos são essenciais.

Porque todas as coisas têm contribuído para o seu avanço, você deve incluir todas as coisas em sua gratidão. Isto é especialmente verdadeiro em seus relacionamentos. Nós nos encontramos com pessoas comuns em nossas vidas; mas se você lhes der uma chance, todas elas têm algo importante para lhe ensinar.

6. O que você tem para ser grato no presente, muda

Seja grato por tudo que você tem agora, porque nunca sabe o que acontecerá em seguida. O que você tem acabará por ser o que você tinha.

A vida muda a cada dia, e suas bênçãos irão gradualmente mudar junto com ela.

7. A mente grata nunca toma coisas como garantidas

O que separa privilégio de benefício é a gratidão.

A circunstância (ou pessoa) que você toma por garantida hoje pode vir a ser a única da qual você precise amanhã.

8. Enquanto você expressa sua gratidão, não deve esquecer que a maior valorização não é simplesmente proferir palavras, mas vivê-las diariamente

O que mais importa não é o que você diz, mas como você vive.

Não basta dizer que, mostre. Não basta prometer, prove.

9. Gratidão inclui retribuição

Na agitação da vida cotidiana, quase não percebemos que recebemos muito mais do que damos, e a vida não pode ser rica sem essa gratidão.

É tão fácil superestimar a importância de nossas próprias conquistas em comparação com o que temos com o auxílio de outros.

10. A maior homenagem às pessoas e circunstâncias que você perdeu não é tristeza, mas a gratidão

Só porque alguma coisa não durou para sempre, não significa que não foi o maior presente que se possa imaginar.

Seja grato porque seus caminhos se cruzaram e por ter tido a oportunidade de experimentar algo maravilhoso.

11. Para ser verdadeiramente grato, você deve estar realmente presente

Conte as bênçãos em sua vida, e comece com a respiração você está realizando agora.

Muitas vezes esquecemos que o maior milagre não é andar sobre a água; o maior milagre é caminhar sobre a terra verde, habitando profundamente no momento presente, apreciando-o e sentindo-se completamente vivo.

12. Abandonar o controle multiplica o potencial de gratidão

Às vezes, investimos muita força para tentarmos controlar cada aspecto de nossas vidas que completamente nos perdemos no caminho.

Aprenda a deixar ir, relaxar um pouco e pegar o caminho que a vida leva até você às vezes. Tente algo novo, seja destemido, mas acima de tudo, faça o seu melhor e fique bem com isso. 
Abandonar expectativas desnecessárias permite que você realmente experimente o inesperado. E as maiores alegrias na vida são muitas vezes as surpresas inesperadas e oportunidades que você nunca previu. Pelo o que você é grato hoje? Como a gratidão afeta a sua vida? 

Traduzido pela equipe de O Segredo

quinta-feira, 26 de maio de 2016

9 coisas que você nunca deve dizer para quem perdeu alguém - Cynthia de Almeida (Vamos falar sobre o luto?)


Você convive com alguém que perdeu uma pessoa querida e não sabe o que fazer? Especialistas em luto falam sobre o que NÃO dizer e dão dicas preciosas para fugir das frases protocolares e trazer acolhimento

Quando alguém morre, temos todos uma noção clara do que fazer: vamos ao funeral, enviamos flores ou cartões de pêsames, fazemos visitas aos familiares. Passado o primeiro momento, o roteiro se torna menos claro e então passamos a improvisar, nem sempre com o resultado que imaginamos. Nesta matéria publicada pela revista americana Real Simple, especialistas em luto dão 9 dicas sobre o que NÃO dizer (e as sugestões do que seria melhor em seu lugar ) para quem perdeu uma pessoa querida.

1- O que NÃO dizer: “Como você está?”

Quando você diz essa frase protocolar é como se você estivesse dizendo: “Por favor, diga que está bem, porque vou me sentir muito desconfortável se você disser que não está”. Por isso, diante dessa pergunta, a pessoa provavelmente responderá “estou bem” ou “estou ok” ao invés de realmente expressar os seus sentimentos.

Melhor dizer: “Deve ser realmente difícil para você neste momento”. Assim, você reconhece que a pessoa está passando por um momento doloroso. E não subestima seus sentimentos, dando a ela a chance de sofrer seu luto sem cobranças.

2- O que NÃO dizer: ‘Ele/ela está em um lugar melhor”- Neste momento tão perturbador, é melhor tomar cuidado antes de assumir que o enlutado tem ou não algum tipo de crença pós-morte. Esta frase pode desvalorizar a dor que a pessoa está sentindo. O ente querido se foi e não está mais ao seu lado: é isso que é o mais difícil sobre as perdas.

Melhor dizer: “Sinto pelo seu sofrimento”. Quem perdeu alguém que estava doente pode gostar que seu ente querido não sofra mais, mas isso não torna sua dor menor. Foque em quem está sofrendo naquele momento.

3- O que NÃO dizer: “Diga se há algo que eu possa fazer por você”. Receber muitas ofertas de ajuda pode ser opressor. E coloca sobre o enlutado a responsabilidade de escolher o que pedir a quem.

Melhor dizer: “Eu vou ajudar fazendo suas compras de supermercado, levando as crianças para a escola, trazendo o jantar hoje.. As pessoas tendem a aceitar ajudas específicas mais facilmente do que ofertas genéricas.

4- O que NÃO dizer : “Você ainda pode…” Se alguém perdeu um parceiro ou um filho, dizer que você ainda pode casar outra vez ou ter outro filho pretende fazer com que a pessoa veja algum horizonte melhor mais adiante. No entanto, o que a pessoa entende com essa frase é que a pessoa que se foi é substituível e isso toca em um dos seus maiores medos: o de pensar que um dia aquela pessoa amada que se foi não terá a mesma importância.

Melhor dizer: “Fale sobre o seu amor”. Ao invés de focar no futuro, permita que a pessoa compartilhe memórias do ente amado e seja um ouvinte ativo.

5- O que NÃO dizer: “Eu sei o que você está sentindo”. Embora todos nós em algum momento tenhamos uma experiência de perda, ela é sempre absolutamente pessoal. Você nunca sabe o que a pessoa enlutada está sentindo e sugerir isso pode fazê-la sentir que sua dor é subestimada.

Melhor dizer: “Eu posso imaginar o que você está sentindo”. É melhor dar ao enlutado a chance de dizer como ela de fato se sente do que falar por ela.

6- O que NÃO dizer: “Isto acontece com todos nós em algum momento”. Sim, a morte é parte da vida e vai nos atingir em determinado ponto. Mas essa frase apenas minimiza a dor da perda que a pessoa está sofrendo naquela hora e não ajuda em nada.

Melhor dizer: “Você deve sentir muita falta dele”. A perda de uma pessoa é a fonte da dor. Foque nela, ao invés de varrê-la para o lado como se ela fosse apenas um aspecto não negociável da nossa existência.

7- O que NÃO dizer: “Ele (ou ela) ia preferir que fosse assim”. A não ser que a pessoa que partiu tenha deixado instruções claras sobre como desejava o seu funeral, não há como saber as suas preferências. Falar pelo falecido pode gerar discussões desnecessárias entre amigos e familiares que tem diferentes pontos de vista sobre o que a pessoa que partiu realmente queria.

Melhor dizer: “Eu gostaria de homenageá-la assim”. Use suas próprias memórias sobre a pessoa e prefira falar do relacionamento entre vocês do que falar como a pessoa era de forma absoluta.

8- O que NÃO dizer: “Você está lidando com isto melhor do que eu esperava”. O enlutado pode estar apenas vestindo “uma cara feliz” e sua afirmação pode reforçar a ideia de que ele ou ela não deveriam estar sofrendo tanto pela perda da pessoa amada.

Melhor dizer: “Você não deve estar bem, mas isso é OK” De à pessoa a liberdade de se sentir como quiser – mesmo se já houver passado algum tempo desde a morte da pessoa amada, é reconfortante reconhecer que cada momento sem eles pode ser difícil.

9- O que NUNCA dizer: Nada

Muitas pessoas não dizem nada ao enlutado e nunca mencionam o nome da pessoa que morreu porque se sentem desconfortáveis.

Muito Melhor: “Lembra quando?” Uma das coisas que mais ajudam uma pessoa enlutada é dividir a memória de seu ente querido, mesmo quando você não faz parte de seu círculo mais íntimo. Ao falar algo que vivenciou com aquele que partiu você dá ao enlutado uma perspectiva sobre seu amado que ele não poderia ter de outra maneira. E isso é muito bom.

Ética e convivência - Mario Sergio Cortella


Diário de vida: chuva e falta de luz elétrica


Há dez dias ficamos sem energia elétrica das 17h00 até às 23h30. Achei bem estranho, mas logo me acostumei. Como temos um oratório em casa nunca ficamos sem velas e acendi duas colocando-as nos devidos candelabros. Aproveitei para ir visitar a Idalba que mora na casa ao lado e depois fomos visitar uma outra vizinha que iria viajar no dia seguinte. Como ela só tinha uma vela, fui levar-lhe algumas porque não sabia então a que horas a luz iria voltar. Ainda bem que a energia elétrica não acabou na rua, só nas casas. O que foi interessante é que me senti voltando à minha infância quando podia ficar na rua à noite sem problemas, em uma época tranquila em que  brincávamos de pega-pega, esconde-esconde, mãe-da-rua, amarelinha, etc. no meio da rua. Fiquei pensando se conseguiria ficar sem TV e sem internet por algum tempo e percebi que sim. Iria aproveitar para colocar a leitura em dia. Devo confessar que tenho mais livros não lidos que lidos. 

Vou transcrever em seguida a crônica escrita pelo Denis Russo Burgierman 

Uma coisa terrível

As crianças não brincam mais nas ruas do bairro. Isso prejudica seu desenvolvimento - e o da sociedade

Tem uma coisa terrível acontecendo nas nossas cidades: as crianças sumiram das ruas. Não há mais meninos brincando de pega-pega nas calçadas, derrubando os embrulhos dos passantes. A trilha sonora do espaço público não é mais pontuada pelos gritos agudos da molecada. Não há mais garotos e garotas passando de bicicleta ou de patinete.

Mas o mais assustador é a sensação de que quase todo mundo acha normal que seja assim. O trânsito e a calçada foram ficando cada dia um tiquinho mais violentos, até que chegamos ao ponto em que um pai ou uma mãe que permita que o filho pequeno saia sozinho hoje é tido pela vizinhança como um maluco irresponsável.

O que não estamos percebendo é que as consequências desse êxodo infantil são muitas, e muito graves. Sem crianças, as ruas tendem a ficar ainda mais perigosas. Afinal, onde há crianças há também pais e mães espiando de longe pela janela - um fator essencial para a segurança do espaço público. Sem falar que nós, humanos, somos geneticamente programados para ter cuidado quando há crianças pequenas por perto. Sua ausência embrutece a rua para todo mundo.

Além de piorar a segurança, a fuga das crianças afeta a saúde da população, em diferentes faixas  etárias. Pesquisas mostram que um moleque que anda de bicicleta por meia hora ao dia reduz dramaticamente suas chances de sofrer das chamadas "doenças de estilo de vida" (diabetes, câncer, doenças cardíacas, entre outras).

Não brincar na rua atrapalha até o desenvolvimento cognitivo da gurizada. É bem sabido que crianças que só se locomovem de carro prejudicam suas capacidades espaciais e sociais. Uma pesquisa feita na Holanda mostrou que alunos que vão à escola a pé ou de bicicleta prestam mais atenção na aula e aprendem mais.

Semana passada instalei uma cadeirinha na minha bicicleta e fui pedalar com Aurora, minha filhota de 1 ano. Saí de casa morrendo de medo, claro, afinal o trânsito já é assustador para mim. Mas, assim que dobrei a primeira esquina, vi a imagem dela refletida numa vitrine e percebi sua expressão de maravilhamento. Ficou claro para mim que é minha obrigação como pai expô-la à rua. É parte de seu desenvolvimento, assim como aprender a comer, a andar, a se relacionar.

Naquele dia, passeando pela cidade, vi vários sinais de que a população está retomando o espaço público. Voltei para casa no final da tarde, com Aurora exausta e feliz, e a esperança de que ela vai crescer numa cidade em cujas calçadas será possível brincar.



(texto publicado na revista Vida Simples edição 150 - setembro de 2014)

Acabe com as formigas em casa!


No inverno, esses insetos procuram refúgio dentro das casas e movimentam-se à noite à procura de alimentos, principalmente na cozinha. Saiba como se proteger desses ataques com as dicas de Francisco Antonio Theodoro Neto, supervisor técnico da Osaka Controle de Pragas e Desentupimento.

- Identifique a origem do percurso das formigas e tape os orifícios, fendas e rachaduras.

- Cuide da limpeza da casa diariamente com água e vinagre.

- Mantenha alimentos cobertos e protegidos ou em recipientes elados. 

- Não deixe expostos restos de comida ou líquidos: limpe-os imediatamente.

- Conserve latas de lixo tampadas.

- Lave sempre os potes de comida dos animais.

- Coloque barreiras defensivas como talco de bebê, sal, marcas de giz, cascas de laranja, canela em pó e borra de café.

- Use cheiros para afugentar as formigas, como: cravo da índia, limão, pimenta-caiena e hortelã-pimenta.

- Nunca use veneno industrializado por conta própria, pois os formicidas podem se espalhar no ambiente domésteico e envenenar a família e os animais domésticos.

- Se nada der certo, a saída é procurar uma empresa especializada no controle de pragas.



(texto publicado na revista Malu nº 725 - ano 18 - 20 de maio de 2016)