terça-feira, 31 de maio de 2016

Exemplo de superação: João Carlos Martins toca ao piano "Eu sei que vou te amar" (Programa do Jô)


5 sinais de que sua vida está mudando para melhor (mesmo que não pareça) - Luiza Fletcher


1. Você se sente perdido

Quando sua vida está passando por grandes mudanças, você pode sentir-se às vezes como se estivesse perdido. Como se não soubesse mais quem é. Você não tem mais certeza se está feliz ou infeliz. Não se preocupe, esse sentimento de estar perdido é perfeitamente normal.



2. Você vê apenas problemas
Quando sua vida está mudando, parecem surgir problemas de todos os lados. Seus problemas tornam-se muito mais aparentes do que suas soluções. Mas não se preocupe, as soluções virão. Não fique desanimado. Pense criativamente.


3. Você se sente autoconsciente

Você pode começar a sentir-se autoconsciente quando sua vida começa o processo de mudança. Provavelmente está se transformando em alguém que não era antes, e pode não ter certeza de como os outros vão percebê-lo. Mas não fique preocupado com os julgamentos dos demais. Você está mudando para si mesmo, não para eles.

4. Você vê o que não quer

Quando sua vida começa a mudar, nem sempre é sobre ver o que quer e ir atrás. Parte do que você está vendo é exatamente o que não quer. E isso é tão importante quanto saber o que você quer.

5. As emoções se elevam

Quando a vida começa a mudar, suas emoções podem, certamente, ficar bastante elevadas. Lembre-se de respirar fundo, centrar-se, e se envolver em coisas que te ajudam a se sentir equilibrado.

A idade do ouro e do contrabando - Laurentino Gomes


Infestado de aventureiros, o Brasil respondia pela metade da produção mundial do minério no século 18

Trezentos anos atrás, quem estivesse em busca de aventura e fortuna tinha o Brasil como destino certo. No fim do século 17, a descoberta de ouro e diamante nos aluviões e contrafortes de Minas Gerais sacudiu o marasmo da colônia portuguesa, até então imersa por quase 200 anos na sonolência dos trópicos, e a transformou de repente numa serra Pelada de dimensões continentais. Poucos lugares do mundo foram tão agitados e perigosos nesse período quanto o interior brasileiro.

A data e o local da descoberta do primeiro filão de ouro no Brasil são desconhecidos. O mais provável é que tenha ocorrido entre 1693 e 1695, por aventureiros paulistas que andavam à procura de índios para escravizar na região onde hoje estão as cidades de São João Del Rei e Tiradentes. Pouco tempo depois, em 1697, a notícia já tinha corrido o mundo e aparecia nos relatórios que o governador do Rio de Janeiro enviava à coroa, em Lisboa, nos quais dizia que os garimpos "se estendem de tal modo ao longo do sopé de uma cadeia montanhosa que os mineiros são levados a crer que o ouro nessa região dure uma grande quantidade de tempo".

O governador tinha razão. A região compreendida por Minas Gerais e as províncias vizinhas de Goiás e Mato Grosso, exploradas alguns anos mais tarde, era tão rica em ouro que, de 1700 a 1750, respondeu por metade da produção mundial desse minério. O primeiro carregamento de ouro do Brasil chegou a Lisboa em 1699. Levava meia tonelada. A quantidade foi aumentando até chegar a 25 toneladas em 1720. No total, estima-se que entre mil e 3 mil toneladas de ouro foram levadas à capital do império.

O historiador Tobias Monteiro (1866-1952) estimou que só de Minas Gerais foram despachadas para Portugal cerca de 535 toneladas de ouro entre 1695 e 1817, no valor de 54 milhões de libras esterlinas da época, ou cerca de 12 bilhões de reais corrigidos em 2008. Outros 150 mil quilos de ouro teriam sido contrabandeados no mesmo período, no cálculo de Monteiro. Em 1729, o fluxo de riquezas para a metrópole aumentou ainda mais com a descoberta das jazidas de diamante na colônia. O historiador Pandiá Calógeras (1870-1934) avaliou em 3 milhões de quilates, ou 615 quilos, o total de diamantes extraído no Brasil de meados do século 18 ao começo do século 19.

Como resultado da descoberta de ouro e pedras preciosas, a população da colônia passou de 300 mil para 3 milhões de habitantes em menos de um século. Foi a primeira grande onda migratória para o interior brasileiro. Só de Portugal, entre meio milhão e 800 mil pessoas mudaram-se para o Brasil de 1700 a 1800. Vinha gente de todo lado, "vagabundos e desordeiros, sendo a maioria deles da classe baixa e imorais", afirmou o governador da Bahia em 1701. Outra testemunha, um padre jesuíta, relatou: "Todos os anos, multidões de portugueses e estrangeiros chegam nas frotas para partir para as minas. Das cidades, vilas, plantações e interior do Brasil vêm brancos, mestiços e negros juntamente com muitos ameríndios contratados pelos paulistas".

Num cenário como esse, as confusões eram inevitáveis. A primeira, e mais importante, ficou conhecida como a Guerra dos Emboabas, na qual um grupo de paulistas foi massacrado, em 1709, por portugueses que vinham da Bahia e do interior de Minas Gerais. Em 1720, uma revolta contra o governador de Vila Rica teve de ser duramente reprimida pela coroa. A tensão continuaria até bem depois de esgotada a capacidade de produção das minas e resultaria na Inconfidência Mineira, de 1792.

Terra revirada

No auge da prosperidade, Vila Rica chegou a ser a maior cidade do Brasil, com 100 mil habitantes. O geólogo alemão Von Eschwege (1777-1855) contabilizou que no começo do século 19 ainda havia na colônia 555 minas de ouro e diamantes, que empregavam 6 662 trabalhadores, dos quais 6 493 eram escravos. A terra foi devastada pela atividade mineradora. "Por todos os lados, tínhamos sob os olhos os vestígios aflitivos das lavagens, vastas extensões de terra revolvida e montes de cascalho", descreveu o botânico Auguste de Saint-Hilaire (1779-1853) ao percorrer o interior de Minas Gerais. "Tanto quanto a vista alcança, está a terra toda revirada por mãos humanas, de tanto que o sonhado lucro excitou o desejo de trabalhar."

O controle sobre a mineração era rigoroso. Uma lei de 1733 proibia a abertura de estradas como forma de combater o contrabando, facilitando a fiscalização por parte dos funcionários portugueses. O ouro devia ser entregue às casas autorizadas de fundição de cada distrito, onde se cobravam os direitos da coroa. Um quinto, ou seja, 20% do minério em pó era reservado ao rei. Outros 18% pagos às casas de cunhagem. O restante ficava com os garimpeiros na forma de barras marcadas com seu peso, quilate, número e as armas do rei, além de um certificado que lhe permitia entrar em circulação.

Para facilitar o comércio, autorizava-se também a circulação de ouro em pó, em pequenas quantidades, usadas em pagamentos nas compras do dia-a-dia. Além do controle feito nas casas de fundições, havia postos de vigilância nas estradas, especialmente entre as minas e o litoral, onde uma guarnição militar tinha autorização para revistar qualquer pessoa. A punição para os contrabandistas era drástica: prisão, confisco de todos os bens e deportação para a África.

O contrabando dominava boa parte do comércio da colônia, apesar das tentativas de combatê-lo. O historiador Francisco Adolfo de Varnhagen (1816-1878) calculou em 40% o total do ouro desviado de forma ilegal. Metais e pedras preciosas escoavam pelo rio da Prata rumo a Buenos Aires. Curiosamente, a mesma região, na fronteira com o Paraguai, ainda convive com o contrabando. A diferença é que agora por ali circulam clandestinamente pacotes de cigarros, artigos eletrônicos e bugigangas chinesas.



(texto publicado na revista Aventuras na História edição 64 - novembro de 2008)

Inquilinos do corpo - Daniel Schneider


Você não é você. Você é mais que você. Além de 30 trilhões de células próprias, um corpo saudável abriga 100 trilhões de microorganismos de até 100 mil espécies, Para chamar seu corpo de lar, doce lar, eles pagam um aluguel e tanto: digerem sua comida, produzem vitaminas e o protegem de doenças.

Limpadores

Onde: Olhos
Quem: S. epidermidis

Defendendo o território contra invasores, essa bactéria ajuda as lágrimas na faxina da conjuntiva, a membrana que reveste os olhos.

Fabricantes de cera

Onde: Ouvidos
Quem: S. epidermidis

Junto com a Corynebacterium, produz um pouco de cera - a maior parte, fabricada por glândulas no canal do ouvido, tem enzimas antibacterianas.

Dedetizadores

Onde: Nariz
Quem: S. epidermidis

Aqui, a onipresente bactéria das áreas externas ajuda na defesa do corpo. Sua simples presença inibe ataques de bactérias de pneumonia.

Pedreiros

Onde: Boca
Quem: Várias bactérias

Cada ml de saliva contém 100 milhões de bactérias! A comida acumulada traz espécies como Bacteroides, que causam placas e cáries nos dentes.

Professores

Onde: Garganta
Quem: Streptococcus

A presença dessas bactérias em pequena quantidade estimula as células do sistema imunológico a combater organismos invasores.

Perfuradores

Onde: Estômago
Quem: H. pylori

O ácido clorídrico costuma matar tudo. Mas a bactéria Helycobacter pylori às vezes resiste e provoca feridas na parede do estômago.

Mineradores

Onde: intestino delgado
Quem: Bactérias

As poucas bactérias que sobrevivem ao muco antimicrobial absorvem nutrientes que o corpo não utiliza. Se aumentarem, causam diarreia.

Fabricantes de dejetos

Onde: intestino grosso
Quem: Bactérias

Quilos de bactérias comem o que o corpo não absorve (fibras e celulose). Na fermentação, produzem metade do peso das fezes e os gases do cocô.

Seguranças

Onde: Pele
Quem: Várias bactérias

Alimentando-se de gordura (o sebo da pele), 3 tipos de bactérias liberam substâncias que agem como antibióticos, impedindo a vinda de organismos nocivos.

Turistas

Onde: Genitais
Quem: Lactobacillus

No pênis, os microorganismos só passam pelo local e são logo expulsos pela urina. Na vagina, a bactéria Lactobacillus deixa o ambiente ácido e protege contra candidíase.


(texto publicado na revista Super Interessante edição 248 - janeiro de 2008)

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Palestra sobre os 20 anos da Lei da Propriedade Industrial - Leandro Karnal


Fazer a coisa certa deixa a mente tranquila: por isso nunca se culpe de tê-la feito - Sílvia Marques (Portal Raízes)


Nunca se culpe por ter amado. Por ter confiado. Por ter ajudado. Nunca se culpe por acreditar na bondade humana, na amizade verdadeira, no amor eterno. Nunca se culpe por pagar as contas em dia, ser dedicado ao seu trabalho, honrar seus compromissos. Nunca se culpe por dizer a verdade construtiva e pregar pequenas mentiras a fim de não magoar as pessoas. Nunca se culpe por algo que não deu certo apesar de todo empenho empregado. Nunca se culpe por fazer a coisa que acreditou ser a certa.

Amou e não foi amado? Paciência. Acreditou que tinha um amigo de verdade e não tinha? Azar do falso amigo que perdeu o seu carinho e atenção. Ajudou alguém e recebeu ingratidão? O problema não está com você com certeza.

Por alguma razão que não sei explicar algumas pessoas ficam ressentidas quando são amparadas e transformam o gesto de carinho em uma arma contra quem as ajudou. Uma espécie de sentimento de inferioridade. Uma raiva forte por ter dependido da bondade alheia. A tristeza por deparar-se com as próprias limitações. Limitações comuns à raça humana. Ninguém é autossuficiente.

Se o outro mentiu, não é você que deve se sentir magoado. Se o outro foi desleal, não é você que deve se sentir traído. Se o outro foi ingrato, não é você que deve se sentir tolo. Tolo é quem não consegue ver a beleza da solidariedade. Tolo é quem acha perda de tempo ajudar as pessoas. Tolo é quem se acha superior aos outros, autossuficiente. Tolo é quem ignora o sofrimento alheio. Tolo é que nunca se permitiu acreditar em nada e deixa a vida passar sem cor, sem odor, sem gosto.

Pode soar como loucura ou poesia barata, mas tolice é deixar de viver, de amar, de acreditar, de se entregar aos sentimentos, sensações e desafios da vida. Tolice é deixar de amar por medo de ser desprezado. Tolice é deixar de fazer uma prova por medo de ser reprovado. Tolice é deixar de fazer um convite por medo de ouvir um não. Tolice é dizer que nada muda no mundo por preguiça de arregaçar as mangas.

Sim, estamos no mundo para sofrer por amor, para sermos enganados por nós mesmos e pelos outros, manipulados, ignorados, mas também amados, queridos, acolhidos. Estamos no mundo para rir de nós mesmos, da nossa ingenuidade, dos absurdos que dizemos quando estamos tristes, confusos e sozinhos.

Estamos no mundo para ganhar e perder. Ganhar aprendizado perdendo o que julgamos mais querer. Estamos no mundo ao sabor das intempéries da natureza e precisamos aprender a nadar na marra quando formos arremessados no mar das incertezas. Viver é não saber. É não entender. É perdoar …é se perdoar e seguir em frente. Nunca se culpe por fazer a coisa certa.

10 atitudes de um homem louco de amor por uma mulher (O Segredo)



Os homens, geralmente, manifestam seus sentimentos de forma diferente das mulheres, assim, muitas vezes, elas ficam cheias de dúvidas.

Mas o fato é que quando interessados, mesmo que sejam tímidos, costumam investir de forma contundente, pois não são exímios em controlar seus impulsos.

Claro que cada homem tem seu próprio modo de seduzir, mas vale pensar em algumas atitudes que costumam demonstrar que eles estão apaixonados:

1- Ele é muito atencioso

Um homem apaixonado está sempre buscando uma forma de cortejar sua amada. Assim, observe se ele olha nos seus olhos e fala diretamente com você, mesmo que a conversa tenha a participação de outras pessoas. Em qualquer circunstância, o apaixonado direcionará sua atenção para você.


2- Prioriza o tempo com você

Nada é mais importante para um homem apaixonado do que estar com a mulher que lhe provoca paixão. Claro que ele tem seus próprios afazeres e diversões, mas manifesta o quanto é importante estar com você, demonstrando grande alegria quando vê você.

3- Tenta impressionar

Um homem que deseja conquistar uma mulher vai tentar impressioná-la fazendo e contando coisas que instiguem a admiração dela. A ideia é fazer com que o alvo de sua paixão sinta que ele é especial.

4- Procura chamar atenção

Todo apaixonado deseja a atenção para si, então costuma provocar, mesmo que seja com brincadeiras ou apelidos. Ele deseja tirar sorrisos de você, saber se está agradando. É um jogo de charme que espera retorno; algo que faça com que ele sinta que provoca você.

5- Elogia muito

Estando apaixonado ele vai notar qualquer detalhe para elogiar você desde sua beleza ou o que está usando até a sua inteligência e forma de ser. Um homem apaixonado pode ser muito observador; isso faz parte da conquista.

6- Encontra formas de presentear

Galanteador nato, homens mostram interesse quando arrumam qualquer desculpa para um presentinho, mesmo que seja uma singela flor. Dar presente é uma forma de demonstrar que o interesse é mesmo para valer.

7- Sente ciúmes

Ele não vai querer dividir sua atenção com outro e vai se sentir incomodado quando isso acontece. A paixão é exclusivista e provoca insegurança, principalmente na fase da conquista, ele procurará uma forma de afastar qualquer concorrência.

8- Fala de si mesmo

Os homens têm certa dificuldade em falar de si mesmo, normalmente só o fazem quando sentem confiança na outra pessoa. Isso é um indício que ele está levando a sério o relacionamento de vocês.

9- Quer apresentá-la aos amigos e familiares

Uma atitude que claramente demonstra ele estar realmente envolvido com você é querer apresentá-la ao mundo dele, isso inclui amigos e familiares. E, certamente, vai demonstrar orgulho ao fazer isso.

10- Inclui você em projetos futuros

Faz convite para eventos, jantares e festas demonstrando compromisso com você. Sem dúvida o maior indício de que um homem está apaixonado diz respeito aos planos que faz para o futuro incluindo você.

A paixão cumpre um papel muito importante para a aproximação do casal; sendo o primeiro passo em direção de uma vida em comum. Com o tempo é natural que esse sentimento dê lugar a outro, mais amadurecido e sólido, que é o amor.Balancear amor e paixão é encontrar a medida certa para um relacionamento duradouro, saudável e feliz.

Valorize quem te enxerga quando você se sente invisível - Marcel Camargo (Conti Outra)


“É preciso que consigamos manter junto de nossas vidas gente que faz a diferença, que acredita em nós, dando-nos as mãos para comemorar, para consolar e para nos guiar em direção à luz, ao amanhecer de nossa alma.”

Um dos melhores conselhos que podemos levar conosco diz respeito à necessidade de cultivarmos as nossas amizades mais especiais, de amarmos de volta quem nos ama verdadeiramente, porque com eles poderemos sempre contar, sem sobra de dúvida. Mesmo assim, muitas vezes acabamos mantendo perto de nós quem não faz a mínima questão de estar ali, quem não soma nada, de quem, na verdade, deveríamos nos afastar.

A vida hoje se constitui, em grande parte, de valores ilusórios, em que as aparências são supervalorizadas, em detrimento da essência, dos sentimentos, prevalecendo o material sobre o espiritual. Com isso, somos atraídos pelo que as pessoas possam oferecer em termos de status, popularidade, conforto material, relegando a segundo plano o que nos é mais caro: a afetividade, o sentimento, a verdade de cada um.

E, assim, muitas vezes nos esquecemos das amizades sinceras, partindo em busca das mais interessantes; não enxergamos quem nos ama com verdade, pois procuramos alguém cuja imagem seja mais condizente com a estética ideal; perdemos grandes oportunidades de nos realizarmos profissionalmente, enquanto ansiamos por empregos rentáveis. Quanto mais nos apegarmos ao externo, mais nos perderemos daquilo que somos de fato, dentro de nós.

Da mesma forma, vamos nos afastando de quem nos faz bem, de quem nos abre sorrisos sinceros, de quem completaria nossa vida em todos os sentidos, na dor, no contentamento, no amor. Já disse Exupéry ser o essencial invisível aos olhos, posto que tudo de que nossa alma precisa não se compra, pois não tem preço. E, sem que alimentemos a nossa essência, permaneceremos vazios e incompletos, ainda que estejamos rodeados de luxo.

Por isso é tão difícil amar. O amor não permanece no que não é verdadeiro, não se sustenta no que é apenas aparente. O amor precisa de essência, daquilo que não se compra, não se comercializa, não se corrompe. O amor não se veste com grifes, tampouco acompanha relacionamentos interesseiros, ou se impressiona com corpos perfeitos. Amor é entrega e reciprocidade, amor vem de dentro e ali se instala, na sinceridade de corações transparentes.

É preciso que consigamos manter junto de nossas vidas gente que faz a diferença, que acredita em nós, dando-nos as mãos para comemorar, para consolar e para nos guiar em direção à luz, ao amanhecer de nossa alma. É preciso que nos acomodemos nos ambientes em que, mais do que conforto, haja sorrisos sinceros e admiração mútua, onde podemos ser e aparentar tudo o que temos dentro de nós e mesmo assim obter aceitação sincera.

Nada nos fará mais falta na vida do que tudo aquilo que pudemos ter sem precisar comprar, porque é isso que nos acalentará durante as duras despedidas que a vida nos obriga a vivenciar. Porque então o amor vencerá tudo, até mesmo a dor da morte.