quarta-feira, 8 de junho de 2016

The food lab -James Kenji López-Alt (áudio em inglês)


A comida nossa de cada dia

Este último mês registrou dois eventos significativos para culinaristas e interessados no mundo gastronômico. Generalizando, somos todos nós dependentes do suprimento alimentar como insumo da sobrevivência além do prazer que a comida nos proporciona. Um deles foi o lançamento do livro "The Food Lab", de James López-Alt, acima de tudo um curioso cultural que chegou à culinária quando, de férias na faculdade onde estudava biologia, foi trabalhar como ajudante de cozinha. O outro evento é a apresentação da série "A Comida do Amanhã", pelo canal "BBC earth", com surpreendentes resultados das experimentações que vem sendo desenvolvidas por diferentes cientistas em diversos países, á busca de maximizar a oferta de alimentos, minimizando custos e áreas ocupadas, frente ao aumento populacional.

Do primitivo ao agora

A parte nutricional é responsável por orientar as escolhas das famílias dos macronutrientes, carboidratos, proteínas e gorduras, ou dos micronutrientes, vitaminas e minerais. Precisamos dos componentes de ambas as famílias, sempre ajustados à arquitetura do biotipo e à engenharia funcional do seu organismo. Pode-se partir das médias de populações identificadas, desde que respeitadas as individualidades: cada prato para cada corpo, sujeitando-se as implicações sensoriais quando colocar a comida diante da pessoa.

O humano superou a fase primitiva do alimentar-se do mesmo que os outros animais. Novos níveis culturais, protocolos religiosos e sociais alteraram comportamentos e impuseram distinções do que comer, considerando disponibilidade dos produtos, poder de consumo e saúde. Existe quantidade e variedade de ofertas de produtos naturais, híbridos e industrializados, visando a atender a demanda do consumo sempre crescente, observada a preocupação com a adequação dos insumos químicos à química do organismo humano.

Um apêndice "invisível"

A culinária passou a época do comer o existente/possível, viveu o tempo de comer o básico/necessário e, agora, come o variado/original que significa buscar e harmonizar novos ingredientes, descobrindo sabores inusitados. Isso acompanhado da mudança dos cenários, uma espécie de ação/reação de um para o outro, entre o ambiente do salão e o produto, a arte na cozinha requisitando uma moldura apropriada. A criatividade dos "chefs" gerou cardápios autorais e provocou espaços particulares, novos batismos, que deixam a identidade de restaurante no passado.

A elevação da culinária e dos seus protagonistas ao universo acadêmico das ciências e no caminhar sobre os tapetes vermelhos das celebridades descortinou a sua merecida importância já que compartilha com poucas outras atividades o cuidar da nossa saúde. Mas, o sucesso dos pratos depende principalmente do conhecimento e capacidade de negociação do comprador dos insumos, aquele que sabe quem são os produtores, suas áreas de plantio, suas fases operacionais e confiabilidade e comprometimento dos fornecedores. Esta atividade é invisível aos comensais, mas representa a qualificação daquilo que é servido e matéria prima para os aromas e sabores que o "chef" dela extraiu.

Uma palavra mágica

José Orenstein traduziu algumas curiosidades de James Kenji Lopez-Alt, a quem identifica como "cientista nerd da cozinha" que gosta de questionar as "verdades" sobre alimentos, formas e tempos dos seus preparos. Para ele é melhor exercitar os porquês, fazendo diferente para aprender com o resultado. Exemplos: para cozinhar massa, basta a quantidade de água suficiente para cobri-la, por no fogo até ferver, colocar a massa, esperar o tempo do cozimento e pronto. O bife não precisa ser selado para preservar a suculência da carne, você precisa salgar a carne bem antes par que ele seja absorvido pelos sulcos e fibras e quando do cozimento o bife pode ser virado várias vezes permitindo uma temperatura homogênea no todo.

A efervescência das descobertas estimula o continuar das buscar e das experimentações, movimentando os setores produtivos e ativando a ciência da saúde, elevando as exigências acadêmicas na formação dos profissionais do setor. A palavra de ordem é criar o novo prato, subordinando-se à palavra mágica que realimenta os procedimentos: "depende". Havia um professor do Senac que acabou recebendo esta alcunha dos seus alunos, pois, para ele tudo era possível dependendo: prato salgado com mel, professor?" Depende do corpo base do prato, se for do pasto, sim; se for do espaço ou do mar, não".

Sábios parâmetros

O comprador exige a qualidade dos produtos: o nutricionista recomenda o equilíbrio; o cozinheiro busca o ponto dos alimentos; o empresário se preocupa com o resultado; o cliente quer sentir o lúdico dos ambientes, dos espaços, do aroma, do sabor; o oncologista pede que o intestino fique satisfeito e trabalhe sem esforço.

Alimentação e nutrição

A mestra em ciências da saúde, Maria de Lourdes Carlos Rodrigues distingue as duas coisas: "a alimentação é um ato voluntário e consciente", sendo o humano que escolhe o que deseja consumir. É um ato que envolve seus estímulos na escolha diante das várias opções, o que, e como adquirir, conservar e preparar. "A nutrição é um ato involuntário", a qual o humano não tem controle, o alimento ingerido aciona o sistema digestivo, a boca, o estômago e o intestino, que processam os alimentos até a absorção dos nutrientes indispensáveis à saúde do nosso corpo.

Os alimentos calóricos, gorduras animais das carnes e óleos vegetais devem ter consumo controlado, mas não dispensados porque fornecem ácidos graxos importantes à saúde. As frutas, verduras e legumes, por sua vez são fornecedores das vitaminas e minerais, importantes no funcionamento do nosso organismo e no seu sistema imunológico.


(texto publicado na revista Leve & Leia nº 139 - ano 9 - junho de 2016)

terça-feira, 7 de junho de 2016

Céline Dion chante avec ses frères et soeurs


Céline Dion Intimate Portrait - Rare Documentary


Olhos: conheça os 6 principais erros que você comete contra sua visão quase sem perceber


Enxergar bem depende de muitos fatores, inclusive genéticos. Muita gente, entretanto, descuida da visão a tal ponto que prejudica para sempre esse que é um dos sentidos mais importantes. O cirurgião oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, enumera os principais erros que as pessoas cometem até mesmo, às vezes, sem se dar conta. Confira:

1) Não retirar as lentes de contato antes de dormir, ainda que seja no sofá

"Por mais cansada que a pessoa esteja depois de um dia de trabalho ou até mesmo na volta de uma festa, é preciso garantir um mínimo de asseio antes de ir para a cama. Afinal, durante o sono o nível de lubrificação dos olhos diminui bastante, e as lentes podem ressecar junto com o globo ocular e desencadear uma série de problemas. Se você for tirar um cochilo por mais de vinte minutos, remova as lentes antes. Vale dizer que as lentes de uso prolongado devem ser evitadas ao máximo, já que elas oferecem um risco entre 10 e 15 vezes maior de desenvolver uma úlcera na córnea  quando comparadas às lente de uso diurno";

2) Coçar os olhos sem parar

"Com ou sem lentes de contato, coçar os olhos desenfreadamente - ainda que essa urgência se deva a um episódio alérgico - é altamente prejudicial para a visão. Além de aumentar as chances de romper pequenos vasos sanguíneos e provocar uma inflamação ocular, as mãos geralmente estão contaminadas com germes e bactérias que podem causar infecção. Além disso, quando crianças e adolescentes coçam demais os olhos, empregando muita força nas pálpebras, a córnea pode vir a sofrer alterações no formato, levando ao astigmatismo e ao ceratocone";

3) Passar o dia todo e parte da noite conectado ao telefone celular

"De modo geral, passar muitas horas em frente ao computador, seja para trabalhar ou estudar, já oferece riscos que podem comprometer a visão. O grande problema da atualidade é que jovens e adultos passam horas e horas ligados, também ao telefone celular. Esse tipo de radiação, que vem sendo estudada por muitos cientistas, pode ser quase tão prejudicial para os olhos quanto a radiação ultravioleta da exposição ao sol sem proteção. Ou seja, sintomas como cansaço visual, dores de cabeça, lacrimejamento excessivo e irritação ocular podem surgir em decorrência de excessos desse tipo, sem contar a perda gradual da acuidade visual";

4) Abusar dos colírios

"Muitas pessoas são dependentes de colírios da mesma forma com que outras não conseguem dormir sem descongestionantes nasais. O grande problema é que, ao mesmo tempo que parecem atenuar a irritação ocular, o uso abusivo desses medicamentos pode estimular um ciclo vicioso. Ou seja: quando o paciente realmente precisar de um colírio, o oftalmologista terá de prescrever um medicamento bem mais forte para tratar o problema";

5) Sair de casa sem óculos de sol

"Desde muito pequenas, as pessoas devem ser acostumadas a proteger os olhos dos raios ultravioleta. Não é uma questão apenas de quem vai à praia, ao clube ou ao parque. Até mesmo em dias nublados todos deveriam se acostumar a proteger os olhos. Afinal, os raios UV deterioram a visão, levando à formação precoce de catarata, degeneração macular, até mesmo de tumores benignos e cancerosos na superfície dos olhos. As lentes escuras devem bloquear pelo menos 99% dos raios UVA e UVB. Quem passa bastante tempo ao ar livre deve preferir lentes polarizadas, tratadas para reduzir o brilho";

6) Dormir de maquiagem

"Esse é um problema muito recorrente entre as mulheres. Ainda mais agora, quando muitas não tiram sequer os cílios postiços antes de se deitar. Os cuidados devem começar já ao fazer a maquiagem. Alguns tipos de sombra podem arranhar o cristalino e causar irritação caso entrem em contato direto. Até mesmo durante a aplicação do rímel é preciso redobrar a atenção, já que é muito comum o aplicador atingir a parte interna dos olhos. Outro cuidado fundamental é descartar toda maquiagem vencida, já que pode desencadear alergias severas, irritação, vermelhidão e sensação de areia nos olhos. Se isso acontecer, é importante lavar os olhos com bastante água e buscar ajuda especializada".


(texto publicado na revista Leve & Leia nº 139 - ano 9 - junho de 2016)

25 erros que as empresas cometem na redes sociais - Camila Porto


Especialista em Internet Marketing, Camila Porto lista os maiores erros das empresas na hora de usar ferramentas como Facebook, Instagram e outros.

Especialista em Internet Marketing, Camila Porto é uma das maiores autoridades no assunto, tendo formado mais de 6 mil empreendedores para anunciar no Facebook por meio dos seus treinamentos online. Sempre que discute com empreendedores e profissionais de mídias sociais, Camila se depara com muitos erros cometidos pelas empresas. "É preciso estar atento para corrigi-los no mesmo instante, caso contrário os investimentos em anúncios podem se transformar em dinheiro jogado fora", alerta a especialista, que lsita os 25 erros mais comuns que as empresas cometem nas redes.

1 - Achar que vender na web é fácil

Muita gente acredita que, ao fazer um anúncio no Facebook, vai conquistar rápidas vendas. "Vender é difícil em qualquer lugar, por isso é preciso encarar a venda online como um processo tão complexo quanto a venda física", explica Camila. "A vantagem da rede social é que o anúncio é focado no público-alvo".

2 - Não identificar oportunidades de negócio

"Quem vai empreender online precisa ficar de olho nas oportunidades, usando sempre a tecnologia a seu favor", explica a especialista, que destaca a importância de observar o que o público mais precisa no momento, como um aplicativo novo ou uma solução para um problema atual.

3 - Achar que todo mundo vai comprar

Segundo a especialista, é preciso delimitar o público-alvo. "Mesmo um produto que pode ser comprado por todo mundo deve ser anunciado para um nicho específico", destaca. A linguagem e a rede social devem ser condizentes com o público.

4 - Encarar como um "trabalho fácil"

Muita gente associa o trabalho em redes sociais com a expressão "ganhar dinheiro online". A especialista alerta que o termo correto é "trabalhar online", já que ganhar dinheiro requer muito esforço. "Para o seu negócio ser financeiramente saudável, você precisa ter um fluxo de caixa, previsibilidade de receitas, entradas recorrentes e controle de gastos", resume.

5 - Acreditar nos antigos paradigmas de trabalho

Camila destaca que trabalhar online pode ser libertador quando se compreende que é possível atuar de qualquer lugar. "Por isso, o trabalho com redes sociais pode durar muito menos ou muito mais que as tradicionais 40 horas semanais", explica.

6 - Manter-se apenas com um plano

Camila ensina que o mundo online está sempre mudando, e por isso nem sempre é possível manter os mesmos planos. "Faça os anúncios sempre pensando em um plano B, assim como o seu próprio negócio deve ter uma segunda opção na manga", resume a especialista.

7 - Deixar de lado o espírito empreendedor

A autora do livro Facebook Marketing ensina que ter um CNPJ não faz de ninguém um empreendedor, e para estar nas redes sociais é preciso ter espírito empreendedor o tempo todo. "Para ser empreendedor é preciso aceitar riscos, e ainda seguir com determinação, liderança, visão, coragem e competência", resume Camila Porto.

8 - Dedicar-se parcialmente

Segundo a especialista, ter um negócio online e anunciar nas redes sociais exige dedicação, total. "Esquecer um anúncio ou olhar para as redes sociais apenas quando tiver tempo sobrando é uma forma muito ruim de lidar com este tipo de investimento", ensina.

9 - Investir demais

Mais do que investir altas quantias em anúncios no Facebook, Google, Instagram e outras redes, Camila destaca que é preciso ter um planejamento. "É melhor investir um pouco de forma bem planejada e para um público específico, que muito dinheiro para um público que não vai comprar seu produto ou serviço", destaca.

10 - Investir de menos

"Muitas vezes, o empreendedor tem esperança de que no dia seguinte vai dar certo, e continua gastando em anúncios sem ter resultado", destaca Camila sobre anúncios especialmente no Facebook. O ideal, segundo ela, é acompanhar diariamente o andamento de todo anúncio. "Mas é preciso tomar cuidado ao mudar o anúncio demais, pois às vezes se perde a capacidade de avaliar o que está funcionando ou não."

11 - Ser ofensivo

Para estar nas redes sociais, é preciso se comunicar na linguagem do público e interagir sempre. No entanto, a especialista alerta para que as empresas não exagerem. "Acredito que vale a pena correr riscos com conteúdo ou linguagem que saia da curva, desde que não seja ofensivo", conta.

12 - Ser falso ou pouco autêntico

Segundo Camila Porto, é preciso que toda marca tome cuidado para não ser falsa. "As pessoas sabem quando a marca faz alguma coisa só para pegar carona em uma situação, por isso é preciso ser verdadeiro", explica. Autenticidade é primordial para a imagem de um produto.

13 - Achar que anúncio é máquina de fazer dinheiro

Camila ressalta que muitos empreendedores pensam que, ao anunciar no Facebook, terão vendas automáticas. "É preciso ter uma estratégia e saber o que está fazendo. Qualquer pessoa pode fazer um anúncio, mas fazer com que ele dê resultado é mais complicado", resume.

14 - Comunicar-se nas redes sociais diferente da "vida real"

No caso de negócios físicos que atuam nas redes sociais, a especialista ensina que é preciso haver um alinhamento da linguagem online e a forma de se comunicar nos meios off-line. "Não adianta agir de uma forma no Facebook e de outra maneira na loja", exemplifica.

15 - Conhecer o público-alvo superficialmente

Camila Porto explica que é preciso conhecer o público com mais profundidade que apenas saber faixa etária e classe social. "Precisamos ir mais fundo e saber dos desejos, medos, sonhos e necessidades que podem ser atendidas pela sua comunicação e que vão além do produto em si", destaca.

16 - Não se relacionar

A especialista resume que rede social é feita para se relacionarem uns com os outros. "Ninguém entra nas redes sociais para comprar, mas para se relacionar e como o relacionamento faz parte da venda, ninguém compra de uma empresa ou pessoa que não conhece", ensina Camila, que ressalta a importância de oferecer informações e criar um sentimento de comunidade antes de querer vender.

17 - Prender-se a apenas uma ou duas redes sociais

Segundo a especialista, existem muitas redes sociais que podem ser aproveitadas, e prender-se apenas às mais famosas pode não ser uma boa solução. "Alguns negócios pedem atendimento ao cliente pelo Whatsapp, enquanto outros encontram seu público no Instagram e alguns empreendedores devem investir no Snapchat", exemplifica. O ideal é ficar de olho nas tendências.

18 - Fazer apenas "propaganda" no Facebook

Camila Porto avisa que um dos maiores erros de uma marca é publicar apenas divulgação, promoções e produtos nas redes sociais. Redes sociais não são vitrines, explica. "Publique o conteúdo que seu público deseja ver e construa uma boa relação com ele".

19 - Não responder aos comentários

Como a rede social foi feita para interagir com o público, é um problema muito grave quando a página não responde aos comentários e às mensagens. "Não basta responder, é preciso responder o mais rápido possível, e de preferência com a informação que a pessoa busca", ensina.

20 - Achar que sabe de tudo sobre as redes sociais

Lembrando que o mundo das redes sociais está sempre mudando, Camila Porto reforça que é preciso conhecer e estudar sempre mais. "Não importa o quanto você sabe sobre anúncios e conteúdo das redes, é preciso estar atento às novidades, e e também às mudanças de regras dos anúncios, por exemplo", ensina.

21 - Não usar Call to Action

"Todo anúncio precisa exigir alguma ação de público-alvo", explica Camila, referindo-se ao que o marketing digital chama de "call to action". Segundo a especialista, o usuário precisa clicar para ir a uma página, reservar o produto, cadastrar-se ou baixar alguma coisa, entre outras possibilidades.

22 - Trabalhar com imagens sem entender do assunto

Com toda sua experiência, a especialista conta que um dos fatores mais importantes para o sucesso de uma marca nas redes sociais são as imagens utilizadas. "É importante ter o conhecimento da área de design, ou contratar um profissional capacitado", destaca.

23 - Fazer sempre as mesmas coisas

Camila destaca que é importante variar as estratégias do tipo de conteúdo. "Se você fez imagens, pode tentar o uso de gifts, por exemplo". Ela também lembra que, recentemente, o Facebook passou a valorizar muito a produção de vídeos. "Não fique sempre produzindo as mesmas coisas, tente variar", sugere.

24 - Mentir e não dar ouvidos ao cliente

Na hora de se relacionar com o cliente, Camila destaca que é importante nunca mentir e nem fingir que o cliente não tem razão. "Fale sempre a verdade, mesmo que isso signifique dizer que você não sabe ou que a empresa errou", destaca. A especialista adverte que fingir que uma reclamação não aconteceu pode acarretar em consequências graves.

25 - Apenas fazer - e não analisar os resultados!

Por fim, a especialista ensina que o grande segredo de se trabalhar com redes sociais é analisar os resultados, especialmente no caso de anúncios. "Verifique sempre como as pessoas estão respondendo ao seu anúncio e que imagens ou conteúdo mais chama a atenção", ensina. Camila Porto lembra que muitos empreendedores apenas publicam e anunciam, sem analisar ou pensar na melhor forma. "É preciso fazer bem feito, e para isso é preciso analisar e pensar antes de simplesmente publicar", conclui.


(texto publicado na revista Leve & Leia nº 139 - ano 9 - junho de 2016)

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Palestra com Dr. Lair Ribeiro


Estatinas - Colesterol -- Osteoporose - Dr. Lair Ribeiro


Como administrar o uso do celular: trabalho, família, trânsito - Júlio Machado


Daniel Goleman, psicólogo, autor do livro Inteligência emocional,publicou na sua mais recente obra -Foco- severas advertências sobre esse momento humano-tecnológico que estamos atravessando, onde a falta de atenção tornou-se um dos maiores efeitos colaterais do uso descontrolado das ferramentas digitais. A quantidade enorme de convites para dispersão, através do WhatsApp, Facebook, e-mails, internet, twitter etc , somada à falta de gerenciamento do tempo e da disciplina para lidar com esses apelos digitais, tem comprometido muito a produtividade no trabalho e a segurança no trânsito, além de prejudicar seriamente os relacionamentos interpessoais.

Estudos tem comprovado que as interrupções em excesso podem diminuir em até 30% a capacidade de realização de atividades, o que faz com que o trabalho final deixe a desejar. Outra questão preocupante é a falta de consciência e a inconsequência dos motoristas que dirigem falando ao celular ou respondendo a mensagens, sem atentar para o fato de que estão assumindo o risco de matar. Hoje, esta conduta está sendo equiparada a dirigir alcoolizado.

A maioria das empresas que estão se preocupando com essas questões, não gostaria de fazer uso de ferramentas legais de caráter coercitivo para, por exemplo, proibir o uso do celular. Preferem, em vez disso, tentar educar e conscientizar, para que o bom senso dos colaboradores seja aplicado no dia a dia. Porém, esta tarefa não é nada fácil, principalmente nas empresas onde a maioria dos colaboradores tenha nascido depois dos anos 90.

Precisamos admitir que somos todos novatos no uso de algo em nossos bolsos que nos chama o tempo inteiro. Estamos aprendendo continuamente e, como tudo na vida, podemos fazer escolhas quanto à maneira como queremos usar o que o mundo nos proporciona. Importa termos a consciência de que estas escolhas ferarão consequências com que teremos que conviver no futuro. 

Propomos, através dessa palestra, uma sensibilização educativa, utilizando vídeos e relatos de casos, no sentido de buscarmos um posicionamento mais maduro e responsável para o uso dessas novas tecnologias na família, no trânsito e no ambiente de trabalho. Além de propormos algumas dicas para o uso seguro e ético dessas ferramentas, iniciaremos com o grupo a construção de um pequeno código de conduta a partir das experiências de cada um.

Entrevista com Leandro Karnal: a solidão nas redes sociais - Marilia Gabriela


Como controlar a saúde e ter vida plena? - Antônio Pitaguari (Autonomia em Saúde)