quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Pessoas Que Preferem Ficar Em Casa São Mais Inteligentes, Segundo Estudo (Portal Raízes)


Um estudo científico afirma que as pessoas que preferem ficar em casa em vez de sair para festejar são as mais inteligentes. Esta análise, realizada pela revista científica British Journal of Psychology, valida o estilo de vida dos mais introvertidos. Eles explicam que, apesar dos indivíduos que socializam mais serem proporcionalmente mais felizes, isso não se aplica para os mais inteligentes, que são os que ficam mais em casa. Já podemos dar essa desculpa para cancelar todos os nossos planos de fim de semana?

A pesquisa estudou 15 mil pessoas de uma ampla variedade de lugares, religiões, etnias, situação financeira, gênero etc. O resultado final foi que o desejo de ficar em casa coincide muito frequentemente com um QI maior, o suficiente para associar ambos os fatores. “Os seres mais inteligentes experimentam uma satisfação menor com o aumento do contato interpessoal com seus amigos ou conhecidos”, foi uma das conclusões dos psicólogos.

A equipe de especialistas, liderada pelos psicólogos Satoshi Kanazawa e Norman Li, também descobriu que, enquanto as pessoas que vivem em áreas com alta densidade populacional são menos felizes do que aqueles que vivem em comunidades menores, passar tempo com amigos deu a maioria dos participantes sentimentos de prazer e satisfação. No entanto, quando deixaram aqueles com QIs elevados em casa experimentaram os mesmos sentimentos de prazer e satisfação.

Os inteligentes não têm muita “satisfação” se socializando e preferem estar sozinhos. Essas descobertas podem nos tornar mais conscientes da maneira como nossos cérebros foram desenvolvidos para enfrentar estilos de vida modernos. Com base em sua análise sobre “a teoria da felicidade da savana”, os pesquisadores chegaram à teoria de que o modo de vida de nossos antepassados caçador-coletor ainda tem uma influência sobre a forma como vivemos no mundo.

A vida na savana africana, por exemplo, seria drasticamente diferente da vida da cidade. Pensa-se que as pessoas viviam então em grupos dispersos de aproximadamente 150 indivíduos e que a socialização dentro da sua própria tribo era crucial para a sobrevivência em termos de alimentação e reprodução. São esses princípios e sistemas de nossos antepassados que Kanazawa e Li basearam suas últimas conclusões.

Embora uma grande parte da sociedade consiga conforto, prazer e satisfação nas mesmas coisas, como um pequeno grupo com o qual possa se socializar e compartilhar espaços de lazer, os resultados do estudo sugerem que aqueles com maiores coeficientes intelectuais se desenvolveram além dessas necessidades. As mudanças nos cérebros e os requisitos do “extremamente inteligente” vieram com as constantes mudanças e exigências dos tempos modernos.

“Os indivíduos mais inteligentes possuem níveis mais elevados de QI e, portanto, uma maior capacidade de resolver problemas evolutivamente inovadores”, explicaram os pesquisadores. “[Eles] enfrentam menos dificuldade para entender e lidar com situações evolutivamente novas”, disse Kanazawa para a mídia. Embora dependamos mais do que nunca de nossa conexão com o mundo, parece que o cérebro está se preparando para uma vida na solidão.

Em outras palavras, de acordo com Kanazawa e Li, as pessoas mais inteligentes preferem passar o tempo no conforto de sua casa porque suas mentes se adaptaram melhor ao estilo de vida moderno, separado dos hábitos de nossos antepassados.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Tamanho é documento - Mariliz Pereira Jorge


Há um pouco mais de dois anos comecei a fazer reciclagem e me sinto muito bem fazendo isso. Mesmo quando não estou pensando no assunto, não resisto e acabo recolhendo latinhas, papeis de vários tipos, revistas e livros (esses últimos não reciclo, mas costumo doar).

Ontem achei uma revista GQ em ótimo estado perto da estação Ana Rosa do metrô e a trouxe para casa. 

E decidi publicar um artigo bem interessante para nós mulheres que fala do melhor amigo da "pepeca".

TAMANHO É DOCUMENTO

Essa é a notícia ruim. A boa é quem nem todas gostam do mesmo tamanho

Em relação ao comprimento, há quase um consenso: a maioria fica feliz da vida com quem está dentro da média, entre 12,5 e 17,5 centímetros. Isso quando o amigão está duro. Esse tamanho se molda como uma luva na vagina, que tem uma profundidade variável entre 9 e 12 centímetros, mas é bastante flexível.

Sim, a "pepeca" - como é chamada no programa Amor & Sexo - é capaz de se expandir muito quando está excitada. Por isso consegue encarar até proporções grotescas, como as que são mostradas em filmes pornôs. Tudo para deixar você acanhado e inseguro. Aquilo é show business, não tem nada a ver com prazer.

Para uma "pepeca", digamos, amadora, a preferência recai muito menos no tamanho da arma e muito mais no calibre. É com isso que você deveria se preocupar. Se o seu pinto é pequeno e fino, talvez você tenha mais dificuldade de agradar a torcida. Mas se ele é parrudinho, posso garantir que você está no jogo.

Já conversei com especialistas sobre isso. Mas dessa vez fiz três enquetes com quem realmente interessa - além da minha própria percepção e experiência. Preparado? Em disparado, as mulheres gostam de pinto de tamanho médio e grosso. Aquele que tem uma certa dificuldade para entrar na vagina, que proporciona fricção, num tamanho suficiente para um gostoso vaivém.

O estado de graça atingido pela mulher quando penetrada não é teatro. Tudo porque a maioria das terminações nervosas relacionadas ao prazer fica na entrada da vagina. As preliminares são também importantes porque quando você faz sexo oral ou brinca na vagina com seus dedos já estão indo em parte ao que interessa. A penetração é como um primeiro gole d'água para uma garganta seca. Prazer imediato. Por isso a gente geme. De verdade.

Como eu sei disso ? Por experiência. E porque mulheres falam do pinto dos homens com quem saem, da mesma forma que vocês compartilham suas impressões sobre peitos e bundas de fulaninha e ciclaninha. Igualzinho, sem tirar nem pôr - com o perdão da analogia. Sentamos no bar, pedimos uma cerveja e falamos de pau.

Pode ser mais grosso na base, mais fino na ponta, pequeno e cabeçudo, palito, parrudo, circuncidado, capitão gancho (torto para cima), vesgo (torto para o lado), anzol (torto para baixo). O formato não importa muito, desde que seja robusto, firme e duro. Bem duro. E claro, funcione. Como dizem por aí: não importa o tamanho da varinha, desde que ela faça mágica.

Tamanhos PPP e GGG têm pouco valor no mercado, quase nenhuma gosta. Pela mesma razão, causam mais incômodo do que prazer. Muito pequeno pode ser constrangedor se o cara não souber como tirar o melhor do seu equipamento. Por outro lado, poucas mulheres sentem prazer em sentir um pinto cutucando o útero ou entrando com muita dificuldade. Então, a não ser que o seu amigão acanhado seja um desafio para a medicina, relaxe. Quem posa de grandão pode sofrer o mesmo tipo de rejeição.

E você conta com uma vantagem muito grande nessa história toda. Para uma noite de sacanagem, cada vez mais o tamanho é um bata de um cartão de visita, mas quando a história vai adiante, a maioria das mulheres avalia o conjunto da obra. Você pode até ter um pau mais ou menos, mas se souber fazer todo o resto bem feito, incluindo ser um cara parceiro, carinhoso e leal, a nota final da sua performance pode subir e muito. Mulheres são menos propensas a largar um cara por causa do pinto. Ao menos por enquanto.



(texto publicado na revista GQ  nº 44 - novembro de 2014)

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Umbigolândia - Vitor Hugo França


7 razões científicas pelas quais você deveria largar tudo e ir morar perto do mar (Resiliência Humana)


Viver perto das ondas do mar realmente pode promover felicidade, aumentar o bem-estar e a saúde física e mental. E quem diz isso é a ciência.

Ciência comprova que morar perto do mar faz bem

1. De acordo com um estudo realizado na Nova Zelândia, morar perto do mar diminui o estresse e garante melhor qualidade de vida. A pesquisa mostrou que os efeitos do azul do mar está relacionado com a redução do estresse psicológico.

2. Outro motivo pelo qual você deveria se mudar para perto do mar é que trabalhos científicos indicam que o ambiente incentiva a prática regular de atividades físicas, tão importante para a saúde física e mental.

3. O ar salgado espalhado pelas ondas do mar também traz melhoras ao sistema respiratório. Segundo estudos, pessoas que sofrem de asma e bronquite, por exemplo, apresentam diminuição dos sintomas quando estão mais próximas do oceano.

4. O ar oceânico contém íons de hidrogênio carregados negativamente que ajudam a absorver oxigênio e equilibrar os níveis de serotonina, resultando em mais energia, diminuição da depressão e melhora no sono.

5. Viver perto do mar ainda aumenta chances de exposição ao sol e, consequentemente, à vitamina D, que protege o sistema imunológico, eleva os níveis de endorfina, reduz o risco de câncer e melhora a saúde óssea.

6. A água salgada fortalece o sistema imunológico, hidrata a pele e aumenta a circulação, excelentes razões para uma convivência mais próxima ao mar.

7. De acordo com um estudo feito pela Universidade de Exeter, Inglaterra, os sons do mar ativam o córtex pré-frontal do cérebro, área associada a emoções e autorreflexões, fazendo com que a capacidade de bem-estar e autoconhecimento seja ampliada. As ondas dos oceanos ainda geram íons negativos que, absorvidos, promovem alterações moleculares no corpo, gerando sensação de paz e equilíbrio.