domingo, 26 de fevereiro de 2012
O beijo - aspectos históricos
O primeiro beijo que recebemos foi o sutil Sopro Vital do Criador, que com Amor, através da Respiração Divina, nos deu o Sublime Beijo criando nossas almas e nossas vidas.
Na Suméria, as pessoas, olhando para o alto, enviavam beijos alados, soprando-os para os deuses no céu.
Portanto, desde a Antiguidade, o beijo maternal, da mãe no filho, atingiu os homens e as mulheres. Entre os gregos e os romanos, esse beijo era comum entre familiares, pais, filhos, irmãos e até entre amigos muito íntimos ou entre o guerreiro que voltava da guerra e o seu preferido, apresentando, às vezes, uma conotação erótica.
Entre os persas, o beijo na boca era de saudação e os beijos eram trocados entre pessoas da mesma classe social.
Na Idade Média, século XII e XIII, a saudação entre os religiosos cristãos tornou-se o beijo da paz, que simbolizava a caridade e unia os cristãos durante a missa. O beijo de paz também era utilizado pela Igreja nas cerimônias de ordenação, na recepção de noviços, na missa, etc.
Entre o senhor feudal e seu vassalo, o beijo na boca foi adorado pela nobreza, pois representava o contrato ou o pacto vassálico, que selava a nova união, a constituição de uma nova comunidade familiar.
Em geral, o beijo em público constituía como que um monopólio do sexo masculino, e se restringia à intimidade, ao beijo de amor dos que se amavam.
No século XIV, o uso do beijo nas comemorações públicas e religiosas diminuia, passando a ser proibido e até condenado ou tido como suspeição de infâmia. Assim os fiéis passaram a beijar o osculatório e somente os clérigos da Igreja mantiveram o costume do beijo nos lábios para as cerimônias.
Entre os burgueses, o beijo de saudação passou a ser dado na face. Entre os nobres, o beijo ainda continuou na forma que hoje conhecemos, isto é, diretamente nos lábios.
No século XVII, os homens abandonaram o uso do beijo, passando para a prática do abraço cerimonial. E os religiosos também adotaram o beijo nos pés, o beijo nas mãos, até chegarem ao aperto de mão e ao abraço de paz. Com isso, o beijo foi ficando restrito ao seu espaço real, ou seja, à intimidade do casal.
Até que, no século XIX, surge o Romantismo, um movimento de escritores que abandonam o estilo dos autores clássicos e adotam o individualismo, o lirismo, a sensibilidade, a imaginação, as fantasias, os sonhos, com o predomínio da poesia sobre a razão.
Surgem então os romances de amor, com a mulher ocupando o papel de donzela, virgem, pura e imaculada, entregando-se à dominação masculina nos braços fortes do homem, machão, varão, viril, que dela se apodera e a beija.
Mais tarde, com o aparecimento do feminismo, a mulher assume um papel cada vez mais importante, mostrando sua capacidade e seu real valor.
Os romances inspirados por essa literatura foram muito bem aproveitados, principalmente pelo cinema americano, que exerceu influência marcante em todo o mundo, não só nos países do Ocidente, mas em povos nos quais o beijo como o conhecemos não fazia parte dos costumes locais, tais como os negros, os amarelos, os povos árabes e os indianos. Atualmente, a telinha também exerce importante papel na divulgação desse lindo, delicioso e prazeroso fruto do relacionamento humano.
(texto extraído do livro "A terapia do beijo" do Dr. Eduardo Lambert)
A importância da leitura
O que é que a leitura tem - 1ª parte
O que é que a leitura tem - 2ª parte
Ler para apreciar - 1ª parte
Ler para apreciar - 2ª parte
Reportagem do Canal Futura sobre a importância da leitura
A ética dos terapeutas do amor - Kathleen Keating
Os terapeutas do amor estão prontos a se responsabilizar totalmente por aquilo que dizem e fazem. Regras de conduta para os terapeutas do amor:
1. A terapia do amor é SEMPRE não-sexual
A terapia do amor utiliza nossos corações, mentes e espíritos para construir pontes de compreensão. O amor romântico ou sexual numa relação íntima cria uma fidelidade que sustenta um compromisso especial. Essa devoção pessoal é diferente do amor universal que une todos os seres. Entretanto, o contato físico, quando claramente não-sexual é agradável para ambas as partes, pode ser uma forma bastante eficaz de curar feridas emocionais. Por exemplo, um toque ou abraço de ajuda confirma o elo de compaixão que une todos nós.
2. Os terapeutas do amor não são infinitamente indulgentes nem toleram todo tipo de comportamento
Um terapeuta do amor não apóia tudo o que alguém diz ou faz. Amar não é tomar a vida eternamente fácil para as pessoas. Aguentar tudo até o auto-sacrifício - tornando-se vítima e explorado - não é amor, mas uma armadilha destrutiva para todos os envolvidos.
3. Os terapeutas do amor não solucionam problemas
Embora sejamos muito diferentes, temos em comum inúmeras qualidades, incluindo a riqueza das emoções. Graças a esse atributo comum, somos capazes de oferecer, a partir de nossa própria experiência, opções criativas para resolver conflitos ou problemas. Os terapeutas do amor não solucionam problemas. Ao contrário, dão poder às outras pessoas, oferecendo uma abundância de alternativas criativas e a liberdade de aceitar, recusar ou experimentar aquilo que foi compartilhado. Cada pessoa detém a responsabilidade exclusiva pelas escolhas feitas e pelas consequências resultantes.
Reconhecendo que o processo de mudança é diferente para cada um, os terapeutas do amor oferecem alternativas flexíveis como forma de estimular possibilidades, sem vincular qualquer "deve", "precisa" ou "tem que" a alguma dessas possibilidades.
4. Os terapeutas do amor não dão pouco
Terapeutas do amor sabem que ajudar alguém a conseguir a cura exige o exercício constante da empatia e uma paciência infinita. Sabem que é preciso coragem para expressar com sinceridade um caso de amor próprio destruído, uma necessidade premente ou um ego ferido. Respeitam o sofrimento cuja expressão em palavras está além da capacidade de uma pessoa. Demonstram empatia com a experiência terrível que é se sentir magoado, perdido, vazio, desamparado ou mesmo fraco, especialmente se esses sentimentos não são considerados normais. Os terapeutas do amor sempre levam em conta o tempo que cada pessoa precisa para expressar, explorar e integrar sentimentos.
5. Os terapeutas do amor não dão em demasia
Numa relação de cura, aquele que dá detém a posição de força e poder. De fato, dar constitui uma das maiores manifestações de poder. Dar demais ou por muito tempo pode criar dependência e impedir quem recebe de retornar a uma posição de segurança e autoconfiança. Dando apenas aquilo que é realmente necessário, num momento de crise ou de sofrimento, o terapeuta do amor mantém a autonomia e a capacidade da outra pessoa. Nós, terapeutas do amor, não temos a responsabilidade de encontrar soluções, de satisfazer necessidades ou de eliminar a dor - mas temos a responsabilidade de demonstrar uma profunda compreensão.
(texto extraído do livro "A terapia do amor" de Kathleen Keating)
Os homens-bomba
Quando surgiram os homens-bomba ?
Os primeiros terroristas suicidas que explodiam o próprio corpo apareceram entre os séculos 14 e 16. "Naquela época, o Império Turco-Otomano vivia um período de expansão. Uma das armas de seu Exército eram os guerreiros suicidas conhecidos como bashi-bazouks, que se precipitavam contra fortificações ou linhas de batalha do inimigo", diz o historiador Márcio Scalércio, da Universidade Cândido Mendes (RJ). Depois vieram os anarquistas da Rússia czarista, os camicases japoneses durante a Segunda Guerra e os guerrilheiros vietnamitas a partir da década de 50. Mas é bom esclarecer que a expressão "homem-bomba" e a popularização da prática são bem mais recentes - mais precisamente, nos conflitos do Oriente Médio dos últimos 20 anos. Tudo leva a crer que a guerra entre Irã e Iraque (1980-1988) foi o marco fundante para essa cultura de terroristas explosivos. Inspirados pelas ações de xiitas iranianos, grupos radicais palestinos como Hamas, Jihad Islâmica e a Brigada dos Mártires de Al-Aqsa fizeram do homem-bomba sua arma favorita na luta contra Israel. Hoje, jovens são doutrinados em escolas muçulmanas ou mesquitas e recebem prêmios pelo "ato de fé" - o ex-ditador iraquiano Saddam Hussein chegava a pagar 25 mil dólares para a família de um suicida. E a moda macabra já lança tendências: no Sri Lanka e na Chechênia já existem mulheres-bomba e, na Palestina, os terroristas não são mais mortos de fome sem perspectivas. Uma pesquisa recente mostrou que a maioria dos homens-bomba palestinos vêm da classe média e têm boa educação.
Reportagem feita em 4 de maio de 2011 pela Globo News sobre os homens-bomba
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Doação de órgãos
Quando estava no cursinho, preenchi um formulário para doação de córnea. Acho importante fazer isso, assim como doar sangue sempre que possível.
Mais uma vez a idéia de fazer uma postagem veio de um episódio do detetive Monk. Logo no início, ele está andando pela rua e esbarra em uma senhora e fica muito perturbado e não sossega enquanto não consegue reencontrá-la. Por causa dessa fixação passa várias noites sem dormir e em um de seus passeios durante a madrugada acaba presenciando um crime que no início era falso, mas depois se torna verdadeiro. Só assistindo ao episódio para entender a trama. Resumindo, no final ele encontra a senhora que é brasileira e trabalha como taxista. Monk descobre que ela tinha recebido as córneas de Trudy, sua amada esposa, morta em um atentado a bomba. Quando ela percebe que está diante do marido da pessoa que lhe permitiu enxergar de novo, começa a chorar e Monk, sem a costumeira aversão em tocar as pessoas, passa a mão em seu rosto e enxuga as suas lágrimas.
Propaganda sobre doação de órgãos
Bob é viúvo e quando vai a um restaurante italo-americano com um amigo fica interessado pela garçonete, Grace. Eles começam a sair juntos e tudo vai bem até o dia em que Grace descobre uma carta de agradecimento que Bob tinha recebido. Ela sai correndo da casa do namorado e chora durante todo o caminho de volta para casa. O coração que ela tinha recebido era da mulher de Bob. Grace toma coragem e conta a verdade ao namorado, jurando que não sabia de nada. Bob vai embora e nesse meio tempo Grace faz uma viagem para a Itália. Quando ele descobre que a ama realmente vai atrás dela.
Trailer do filme "Return to me" (Feitiços do coração)
Se você é professor, já deve ter ouvido essas perguntas mais de uma vez
E para completar a lista, a frase que eu mais ouvi durante os 25 anos como professora:
- Que engraçado, uma japonesa que ensina italiano!!!!!
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