domingo, 25 de maio de 2014

Diário de vida: oração do perdão e uma linda canção "Te ofereço paz"


Os últimos meses foram meio pesados do ponto de vista da saúde. Duas internações de minha mãe e uma minha (a dengue, ou melhor, o vírus da dengue acabou conseguindo me pegar).

Durante uma das internações me dei conta que a palavra hospital vem da palavra "hóspede". Então nós duas fomos hóspedes durante algumas semanas. Sinceramente da próxima vez prefiro me hospedar em um belo hotel para compensar estas férias (que acabam amanhã).

Bom, só agora estou conseguindo tirar a poeira dessa estadia. O interessante foi poder observar mais de perto o funcionamento de um hospital, conhecer os profissionais entre médicos, enfermeiros e auxiliares de laboratório (as torturantes colheitas de sangue). Uma coisa é certa: não importa a situação, observo tudo com olhos de terapeuta e estudiosa de autoconhecimento. Por que atraí a dengue, porque estou cuidando de minha mãe, qual é a lição que preciso aprender. 

Ainda não retomei os cursos, mas decidi ouvir de novo os áudios da Cristina Cairo e me lembrei na hora do oração do perdão. Faz alguns dias que a faço toda manhã. Geralmente temos que fazê-la por 3 meses ininterruptos, mas prefiro não estabelecer um tempo, vou praticar até "cair a ficha", ou seja, a mensagem chegar em meu inconsciente. Pode parecer óbvio, mas o único "remédio" eficaz para sermos felizes é o amor. E para podermos amar incondicionalmente a tudo e a todos é preciso antes perdoar (para doar).

Tenho usado o áudio montado pela minha amiga Cristal Fanucci que após ter lido a oração colocou uma linda canção cujo vídeo estou postando a seguir. 


Te ofereço paz


Texto da canção

Te ofereço paz
Te ofereço amor
Te ofereço amizade

Ouço tuas necessidades
Vejo tua beleza
Sinto os teus sentimentos

Minha sabedoria flui
De uma fonte superior
E reconheço esta fonte em ti
Trabalhemos juntos, trabalhemos juntos


Para quem quiser saber mais estou colocando a origem etimológica da palavra hospital.

Do latim "hospes": hóspede, forasteiro: em Roma, o "cubiculum hospitalem" era algo assim como nosso quarto de hóspedes. Com o advento do Cristianismo, surgiu a preocupação de abrigar os necessitados e desamparados; assim como para os viajantes havia as "hospedarias", para os enfermos sem posses foram criados os "hospitais". Os nobres e os burgueses eram tratados em suas residências, mas os indigentes, incapazes ou desvalidos recebiam abrigo e tratamento gratuito nessas casas mantidas por organizações de caridade. Com as necessidades de concentração de equipamento tecnológico, no entanto, o hospital deixou de ter esse caráter exclusivamente assistencial e passou a simbolizar a reunião de todos os recursos disponíveis para o tratamento de enfermos de qualquer classe social.









sábado, 24 de maio de 2014

Un anno con Papa Francisco (Speciale Tg1)



Un anno con Papa Francesco (Tg2 Dossier)


Papa Francesco un anno di pontificato le immagini piu' belle


Papa Francisco na Terra Santa - 24/05/2014 - Papa Francisco chega à Jordânia (áudio em espanhol e italiano)


Black (2006)




Black é um filme indiano de 2005 falado em hindi e inglês indiano dirigido por Sanjay Leela Bhansali.

Gira em torno de uma garota cega e surda, e seu relacionamento com o professor que mais tarde se desenvolve a doença de Alzheimer.

A primeira metade do filme é uma adaptação da autobiografia de Helen Keller - A HISTÓRIA DA MINHA VIDA, livro que inspirou o filme O milagre de Anne Sullivan (The Miracle Worker), filme estadunidense de 1962, do gênero drama biográfico, dirigido por Arthur Penn.

O filme foi exibido no Festival de Cinema de Casablanca e do Festival Internacional de Cinema da Índia. Ele ganhou o Prêmio Nacional de Cinema para Melhor Longa-Metragem em hindi e onze Filmfare Awards. A Revista Time,(Europa) selecionou o filme como um dos 10 melhores filmes do ano de 2005, em todo o mundo. O filme foi posicionado em número de cinco e a Indiatimes classificou o filme entre os 25 melhores de Bollywood.

Ficha Técnica
Título original: Black
Ano: 2005
Duração: 01:59:38
Produtora: Applause Bhansali Productions

Canção Sukiyaki interpretada por moradores e músicos da região atingida pelo tsunami em 2011




Sukiyaki interpretada por Kyu Sakamoto



Por que não devemos nos zangar? - Prof. Johnny De Carli


Giz escolar para combater o mofo (Biosustentável)



Dicas práticas! Quem já não sofreu com o mofo nos armários?
Simples: giz penduradinho num gancho no guarda-roupa.

Mas, pode ser que você não tenha este ganchinho no armário.
E, então, como fazer? – Não se desespere.

Em dias chuvosos a casa toda fica mofada (armários, gavetas, sandálias, tudo… tudo). Dizem por aí que passar vinagre pode ajudar, mas, e o cheiro que fica depois?

Sobre o assunto "MOFO" a solução é o "GIZ BRANCO"; isso mesmo; aquele que se usa na escola – é vendido nas Livrarias em caixas com 50 unidades cada. Compre 1 metro de filó, corte em triângulos. Compre também aqueles arames emborrachados… (daqueles que você usa para fechar a boca de embalagens com alimentos – tem na casa das embalagens e são vendidos por peso, bem baratinhos).

Depois, faça umas trouxinhas com 5 unidades de giz em cada uma e espalhe-as por todas as gavetas, por todas as repartições do guarda-roupa e/ou do armário.

Você vai se espantar com os resultados. E o mais importante é que não suja nada e nem mancha as roupas de branco.
Preste atenção nesta dica importante.

Quando o mofo acaba, para onde vai a umidade? É claro que ela fica presa no giz que é um material altamente higrosgópico (que atrai umidade). Então, vai chegar um momento em que o giz ficará saturado de umidade (água) e não vai mais funcionar, isto é, não vai mais atrair a umidade.

Olha só a solução:
Coloque o giz num forninho em temperatura branda para retirar a umidade do giz e volte a usá-lo como se fosse novo. Esta é a grande vantagem do giz – ele pode se recuperar.


I pruriti, significato emozionale e cura - Daniele Penna (MetaSalute)


Salto Quantico: Mal di testa, emicrania, nevralgia, meningite, tumore al cervello - Daniele Penna