Uma junta de experts americanos elaborou uma diretriz que traça limites específicos para o diagnóstico da pressão alta em homens e mulheres com mais de seis décadas de vida. Segundo a recomendação, pessoas nessa faixa etária só seriam consideradas hipertensas se ultrapassassem a meta de 150/90 mmHg - em adultos jovens, o número cai para 140/90. É que, com o avanço da idade, os vasos sanguíneos ficam menos elásticos. Daí, a pressão naturalmente sobe um pouco. "Mas é vital considerar o histórico de cada idoso na hora de tratá-lo. Quem infartou, por exemplo, deve ter um acompanhamento mais rigoroso", pondera o cardiologista Dante Giorgi, do Instituto do Coração, na capital paulista.
(texto publicado na revista Saúde é vital nº 382 - outubro de 2014)
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